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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CURSO DE PSICOLOGIA MODELO Nome: Bianca Amaral de Almeida RA: F23CHH-2 Turno: manhã Turma: PS1B18 Semestre: 1 Professor: Ângela Fernandes Reflexões sobre o filme “Corra!” Introdução Get Out (Corra!) é um filme de terror e suspense feito nos EUA. Foi lançado em 18 de maio de 2017, dirigido por Jordan Peele. Estrelado por Daniel Kaluuya (Chris Washington), Alisson Williams (Rose Armitage), Catherine Keener (Missy Armitage), Bradley Whitford (Dean Armitage), Caleb Landry Jones (Jeremy Armitage). O filme conta a história de um jovem fotógrafo negro que vai conhecer os pais da sua namorada branca, porém, chegando lá percebe que uma simples hospitalidade esconde um segredo sombrio. Desenvolvimento O filme começa com uma cena em que um homem negro está procurando uma rua em um bairro de classe alta. Andado pela rua, ele percebe que tem um carro branco seguindo ele, então decide voltar, porém, quando se vira novamente percebe que a porta do carro está aberta e então quando vira para frente novamente é surpreendido por um homem que o sufoca e o sequestra. A cena muda para Chris Washington, um jovem fotógrafo negro que está arrumando sua mala para viajar junto com sua namorada branca, Rose Armitage, para que conheça os pais dela. Antes de ir ele se questiona se realmente deve ir, pois está um pouco desconfortável com a situação por serem todos brancos e somente ele negro, sentiu que poderia ser uma situação desagradável pelo fato dos pais dela não saber que ele é negro, mas depois de uma conversa com sua namorada, em que ela diz que seus pais não são racistas e cita como argumento “Meus pais não são racistas. Você vai ver. Eles votariam uma terceira vez em Obama se pudessem”, Chris decide ir. Então eles vão viajar. Rose dirige enquanto conversa com Chris, quando no meio da viagem um cervo aparece pulando na frente do carro e é atropelado brutamente e acidentalmente. Assustados, Rose para o carro, Chris desce do carro e vai ver o animal e tem uma reação de assustado. Ao voltar para o carro ele encontra um policial que Rose chamou, e então o policial pede a carteira de motorista de Chris, Rose indignada com o ato preconceituoso do policial, não deixa ele dar o documento, pois não era ele que estava dirigindo, então o policial deixar essa situação passar e libera eles. Ao chegar na casa, os pais recepcionam Chris muito bem. A mãe de Rose, Missy Armitage, é apresentada a ele, ela é uma psiquiatra terapeuta e tem um consultório em sua casa. O pai de Rose, Dean Armitage, neurocirurgião, leva Chris para fazer um tour pela casa. Pelo tour, Chris percebe que todos os empregados são negros e fica um pouco desconfortável ao perceber que eles aparentavam estar robotizados, no entanto, Dean se explica sobre isso, dizendo que realmente parecia ser uma situação preconceituosa mas na verdade eles só trabalhavam porque eles cuidavam de seu paias antes deles morrerem e ele não quis demitir eles. Ao entardecer, eles seu reúnem no jardim para conversar e logo chega Jeremy Armitage, irmão de Rose, ele cumprimenta todos e logo a cena muda para o jantar. Na mesa de jantar eles conversam sobre a terapia hipnótica da mãe de Rose e como ela ajudou Dean a se curar do vício do cigarro, então ele pergunta para Chris se ele não quer que ela a ajude a com isso, mas ele se sente desconfortável com ideia de ter alguém controlando sua mente e nega. Ao terminar o jantar, Missy vai a cozinha pegar a sobremesa, enquanto isso Dean inicia um assunto sobre esporte e então Jeremy continua o assunto fazendo comentários racistas sobre a estrutura corporal de Chris, porém a Missy volta e acaba com o assunto. Depois do jantar todos subiram para dormir. No meio da noite Chris acorda e sem sono decide descer para fumar. Ao chegar no jardim, encontra o empregado da família, que vem correndo em sua direção, Chris fica assustado, porém ele apenas passou do seu lado. Sem entender essa situação, ele volta para casa para ir dormir. Ao passar pela sala ele encontra Missy e ela o convida para sentar na sala junto a ela. Ela pergunta para ele se ele quer tentar uma sessão de hipnose com ela mas ele nega, porém, mesmo assim ela começa sem ele perceber, usando uma xicara de chá, fazendo movimentos repetitivos. Missy começa a questionar sobre passado de Chris, sobre a mãe dele, como morreu, porque não a ajudou e em questão de tempo, Chris se vê dentro de um buraco negro e conforme vai caindo, vê como se tivesse uma janela, Missy se aproximando, e então ela fecha o olho de Chris, e então ele acorda já no dia seguinte. No dia seguinte, os Armitage dão uma festa em foram convidadas várias famílias, todas brancas de classe média alta. Todos queriam conhecer Chris, toca-lo, exaltavam suas características físicas, um belo retrato da escravidão, onde os burgueses analisam o porte físico do negro para trabalhar. Em meio a tanta situação de desconforto, Chris se depara com outro negro Andre Logan, um negro que estava vestido como os outros convidados brancos, vestia-se com roupas elegantes assim como os empregados, sorridente e robotizado, Chris tenta conversar com ele mas vê que Andre está falando como os brancos da festa porém como se estivesse sendo controlado. Após essa situação meio constrangedora, ele sobe para seu quarto e liga para seu amigo e fala sobre as coisas estranhas que estão acontecendo e logo seu amigo diz que acha que estão hipnotizando os negros e escravizando eles, mas Chris acha aquilo meio absurdo e releva. Ao descer, ele percebe que tem uma roda de pessoas querendo falar com ele, então ele aproveita para tentar tirar uma foto do homem negro para mandar para seu amigo, mas quando ele tira a foto a câmera aciona o flash e o homem surta e vai para cima dele gritando “Saia daqui, saia daqui”, com um olhar de desespero. Após o surto, o homem é levado para sala de Missy e logo depois já sai “normal” novamente. Vendo o desconforto do namorado, Rose decide leva-lo para tomar um ar. Ao sair da casa, Chris e sua namorada vão conversar perto de um lago. Chris está decidido que quer ir embora mas após uma conversa melodramática com Rose, decide ficar por ela. Quando chega em seu quarto, ele recebe uma ligação de seu amigo que diz que o cara da foto e um conhecido deles que sumiu a 6 meses. Em estado de choque, ele decide arrumar suas malas para ir para casa, chama Rose e fala para ela ir junto e ela concorda e também começa a arrumar suas coisas e descer. Quando Chris desse pede a chave para Rose e ela diz que está procurando mais não acha e nessa mesma cena a família dela está cercando ele. Ele fica pedindo desesperadamente, a chave e depois com um ar de deboche ela diz “Achei a chave, meu amor”, e então eles vão para cima de Chris e os pegam e colocam ele em uma sala amarrado para assistir alguns vídeos. Quando Chris assiste os vídeos percebe que o que eles estão fazendo é usando os negros para aos brancos, usando suas estruturas corporais. Ele tenta fugir mas quando se move é passado um vídeo de hipnose que faz ele apagar. Na outra sala, Dean está retirando uma parte da cabeça de um homem para fazer um transplante com Chris, então ele pede para Jeremy trazer ele. Ao chegar na sala, Jeremy solta Chris mas é surpreendido e nocauteado por ele. Após ter feito isso, Chris foi em direção ao pai de Rose e o matou com o chifre de um animal empalhado, e ao Dean cair ele derrubou uma vela e começou um incêndio. Quando tentou sair foi atacado novamente pelo irmão e pela mãe de Rose mas conseguiu sair. Muito machucado, ele corre até um carro que sai da casa, porém, sem querer atropela a empregada da casa mas tenta ajuda–la e a coloca no carro mas ela acorda e o ataca e isso faz com que ele bata o carro. Após bater o carro, Chris muito machucado tenta sair e ir andando, e então é surpreendido por Rose, que tem uma arma, e seu outro empregado vai brutalmente para cima dele. Porém, Chris se lembra que o flash desperta a pessoa hipnotizada, então ele tira uma foto do homem e isso faz com que ele saia de cima de Chris e mateRose e a si mesmo. Logo depois aparece um carro de polícia, era seu amigo que o busca e o leva embora. Conclusão Em virtude dos fatos mencionados, podemos concluir que esse filme aborda como principal tem o racismo, porém tem uma certa influência psicológica, pois, o método de hipnose era um dos principais motivos para que aquilo acontecesse com os negros. Assim como Freud, Missy usa o método de hipnose, a técnica de hipnose e consiste em uma maior capacidade de resposta à sugestão, com a consciência periférica reduzida. Em relação ao racismo, o filme aborda isso ao decorrer de todo o filme, existem situações explícitas, que são comentários e ações que são feitas de propósito, como a situação do policial, mas tem implícitas que são as piadas que para eles são elogios mas que na verdade estão tratando o negro com ser diferente Estas ações são uma clara visão do que vivemos hoje em dia, que até nós que lutamos contra o racismo cometemos erros e falamos comentários racistas. O filme mostrar o racismo de antigamente quando os negros eram escravos e totalmente manipulados pelo seu senhor, nos dias atuais, mostrando assim que ainda existe racismo e que pessoas ainda tem esse tipo de pensamento. UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CURSO DE PSICOLOGIA MODELO Nome: Bianca Amaral de Almeida RA: F23CHH-2 Turno: manhã Turma: PS1B18 Semestre: 1 Professor: Ângela Fernandes Reflexões sobre o filme “Uma mente brilhante” Introdução Uma Mente Brilhante (A Beautiful Mind), é um filme produzido em E.U.A de 2001, o gênero é drama biográfico, dirigido por Ron Howard, sobre a vida do matemático John Forbes Nash. O elenco é composto por: Russell Crowe (John Forbes Nash Jr.), Jennifer Connelly (Alicia Lopez Harrison de Ladré), Ed Harris (William Parcher), Paul Bettany (Charles). John Forbes é um jovem de 21 anos, considerado gênio matemático de sua época. Casa-se ainda jovem com Alicia e desenvolve um quadro de esquizofrenia, que seria seu algoz por anos, até vencê-la e ser ganhador do Prêmio Nobel. Vale resaltar deste filme ter sido inspirado em hisória real de vida Desenvolvimento O longa “Uma mente brilhante” se inicia quando John Nash entra para a faculdade de Princenton, através de uma bolsa de estudo que ganhará em 1944. John tinha comportamentos egocêntricos, desvalidando os trabalhos dos colegas ao criticar sempre através de uma forma arrogante, porém tinha pouca habilidade de sociabilidade, demonstradas pela ausência de empatia; devido a esta personalidade, era alvo de zombaria entre os colegas. Mesmo com estes problemas, John consegue fazer uma amizade, que se tornaria seu melhor amigo, era seu colega de quarto “Charles”, que parecia sempre disposto a ajuda-lô quando necessário. John achava o conteúdo das aulas chatas, ou como dizia, eram somente para decorar “tolas suposições de reles mortais”. Por pensar isto, decidiu para de frequentar as aulas, e buscar algo original, e com destaque acadêmico. Durante uma conversa de bar juntamente a seus colegas de estudo, John concebeu a sua ideia original que tanto buscava, a teoria de jogos não coorporativos, com grande potêncial de mudança de paradigmas. Esta inspiração o trouxe a conseguir um trabalho de pesquisa no Laboratório do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), após finalizar seus estudos em Princenton, começa a trabalhar no MIT e lecionar em universidades, neste momento de vida conhece Alicia, uma aluna com quem acaba se casando. Devido ao trabalho desenvolvido por John, onde ele contestava a economia e o modo como era aplicado naquele momento, John foi requisitado a trabalhar para o governo (coordenado por William Parcher) como agente secreto, esse trabalho consistia em tentar decifrar códigos para evitar ataques russo, é uma missão secreta, não poderia desabafar para ninguém. Conforme o enredo contínua, John demonstra-se o brilhante mátematico que é, enquanto o filme da pistas sobre seu quadro de esquizofrenia, continuamente alucinando com seu suposto amigo “Charles”, e também pelo delírio de pensar que o Estado americano, o havia convocado para ajuda-los na guerra-fria, decifrando códigos secretos, uma operação comandada por Willian, suposto patente alta do serviço secreto americano. O quadro de esquizofrenia aumenta, a cada “missão” que John recebe, deixando-o mais paranôico em relação aos russos que aparentemente o perseguiam, e dificultando seu casamento e cotidiano. Acontecendo o climax quando John tem um surto de perseguição enquanto ministrava uma palestra em universidade, fazendo assim Alice o interná-lo num hospital psiquiátrico. Logo depois, na clínica, Alicia descobre que John tem esquizofrenia. Alicia tentou explicar para John que tudo que ele estava vivendo e vendo era invenção da cabeça dele, que o trabalho para o governo não existia e nem seu amigo Charles, que tudo era fruto da psique. John fica um ano na clínica psiquiátrica, passando por vários procedimentos de choque elétrico e muitos medicamentos, entre outros. Quando recebe alta, John tem medo de sair para a rua por medo e vergonha. Em certo momento do filme Willian reaparece para John no quintal da casa o levando para uma tenda de madeira, onde tinha papéis de anotações colocados na parede, ajudantes dispostos a trabalhar com ele no que fosse necessário, John convencido da veracidade, aceita novamente o “trabalho”. A esquizofrenia de John quase levou a óbito seu próprio filho, enquanto conversava na varanda, deixou seu filho boiando na banheira, sua mulher Alice nota o acontecido e salva a criança a tempo, ao menos constata as voltas de alucinações de John, pois o mesmo afirmava que tinha alguém vigiando o filho, mas este alguém deveria ser ele. Conclusão O filme prende a atenção do público, John é brilhantemente contextualizado pelo autor Russell Crowe, trazendo vida ao matemático e demonstrando as alucinações que o mesmo tinha, Alice tem um papel fundamental na vida de John, além de esposa, foi a maior responsável por sua “recuperação”. Os problemas da esquizofrenia acompanharam John por toda sua vida, e como brilhante matemático que era, buscava nos números o escape daquele realidade apreensiva, assim como René Descartes, um filósofo e excelente matemático, Descartes duvidada da realidade, entendia as sensações como algo passível de engano, de não contar a realidade. Por meio destas dúvidas, Descartes procurou métodos matemáticos para encontrar verdade, assim como a lógica que encontrou na existência. Descartes afirma que o ato de duvidar da realidade, nos comprova existir, a partir do momento que penso no que estou pensando, ou estou pensando se existo, comprovo minha existência, pois preciso existir para pensar nesta possibilidade, assim dizendo a conhecida frase “Penso, logo existo”. ,UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CURSO DE PSICOLOGIA Aluno: Bianca Amaral de Almeida R.A.: F23CHH-2 Semestre: 1 Turno: Manhã Professor: Ângela FICHAMNETO 1 Texto MASSIMI, M. História dos Saberes Psicológicos. São Paulo: Paulus, 2016. (Capítulo 6 – Eixo estruturante A construção do arcabouço conceitual dos saberes psicológicos no âmbito dos conhecimentos: a mente e o corpo segundo Descartes e as raízes conceituais da Psicologia Moderna, pg. 333 – 342). Síntese O texto relata a história de Descartes pela busca pelo conhecimento, a criação da dúvida metódica. É proposto por ele um novo conhecimento relacionado a corpo e mente, onde ele mostra esses aspectos através da glândula pineal, independe da mente ser indivisível e o corpo divisível. Principais ideias Descartes estava em busca de um novo método, um método para encontrar a certeza através do conhecimento. Ele tinha o incentivo de sempre querer ter certeza o que era verdade e o que era mentira para entender suas próprias ações, então ele criou um método que se chama dúvida metódica. A dúvida metódica é a análise de ideias, dando devida atenção apenas ás que não nos deixam dúvidas. Descartes chega à conclusão de que existe apenasuma verdade absoluta, certa e segura: de que pensamos, e se pensamos existimos. Portanto, para que seja efetuada a reconstituição do saber, precisa-se passar esses aprendizados pelo teste da dúvida para saber quais os verdadeiros, ou seja, aqueles que as dúvidas não conseguem abalar. É através desse procedimento que Descartes afirma o "penso, logo existo", pois por mais que o ser pense algo errado, ele pensa, e se ele pensa ele existe. Descartes cria quatro regras para Busca da Verdade. Elas são baseadas no conhecimento matemático, pois, segundo o estudioso, a matemática possui duas características essenciais para alcançar um conhecimento certo e evidente: a ordem e a medida. Essas quatro regras são: a regra da evidência, que tem como verdadeiro apenas o que é evidente; o uso da análise, que diz que deve-se dividir os problemas para solucioná-los; a regra da síntese, que diz que deve-se ordenar os pensamentos do mais simples ao mais complexo; e a regra da enumeração, que consiste em controlar o percurso de raciocínio. A razão nesse contexto busca alcançar o mais simples, e não o universal. Ocorre então uma reviravolta e surge um novo conceito de mente, pois pensamento passa a ser sinônimo de mente, e tem-se que ela pode ser conhecida antes ao corpo. Faz-se ainda uma distinção de mente e corpo, pois de acordo com o filósofo, o ser é uma substância cuja essência é pensar, e que não precisa de coisas materiais para existir, sendo assim totalmente distinto e independente do corpo. A partir da certeza do eu pensante é tem-se a realidade: Deus o gerente de nossas capacidades de conhecimento, e o mundo: uma máquina composta de matéria e movimento. A junção do corpo e da mente em um homem funda o dualismo e caracteriza a metafísica. De acordo com Descartes, a comunicação desses dois conceitos (corpo e mente) ocorre na glândula pineal, pois o filosofo acredita que essa é a sede principal da alma e dos espíritos. Reforça ainda que, o corpo é algo totalmente distinto de alma, tendo a alma como algo que pode ser e existir de maneira independente, tendo assim a imortalidade, porém, a glândula pineal é capaz de uni-los, sendo o corpo divisível e a mente indivisível. Ele ainda caracteriza o homem como um ser irracional e o pensamento como o único atributo a ser comparado ao ‘’ eu’’. Todo pensamento existente no ser pertence a sua alma, e todo movimento e calor do ser pertence ao corpo. Ainda assim, a máquina, que é o corpo, compartilha suas funções com a alma através da glândula pineal, permitindo que os espíritos abram os poros do cérebro, possibilitando que sejam capazes de fazer atividades e ter reações, como por exemplo quando vemos uma imagem, ela reflete de maneira virtual e real nos dois olhos, formando um total de quatro imagens, mas quando transferida para a glândula pineal pelos espíritos, enxergamos apenas uma, dependendo do que ela representar, pode causar ainda emoções ou reações a partir do momento que os espíritos compartilham as imagens com outras partes do corpo, como o coração que pode acelerar, pois esse órgão é capaz de sentir o mesmo que a alma. Citações Página 337 “A partir da certeza fundamental do eu pensante é possível conhecer a realidade: Deus (Ele é o garante das nossas capacidades de conhecimento); e o mundo (uma máquina composta de matéria e movimento). UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP CURSO DE PSICOLOGIA MODELO DE FICHAMENTO Aluno: Bianca Amaral de Almeida R.A.: F23CHH-2 Semestre: 1 Turno: manhã Professor: Ângela Fernandes SANTI, P. L. R. A Construção do Eu na Modernidade. 6ª ed. Ribeirão Preto/SP: Holos, 2009. (Capítulos 7, 8 e 12). FICHAMENTO 2 SINTESE Os textos relatam métodos parecidos porém cada um com sua característica e um conceito diferente. Será retratado sobre 4 filósofos que seriam, Descartes, Foucault, Hobbes e Kant. Com a função de construímos o “eu” na atualidade/modernidade. PRINCIPAIS IDEIAS De início começamos com o método de descartes. Para o filosofo a razão humana buscara encontrar a ordem das coisas para domina-las e sobre tudo dominar a si mesma. Assim como Santo Inácio de Loiola, Descartes acredita que o caminho para a verdade é acessível a qualquer um, a diferença é que para Loiola, a verdade é deus e o caminho é a meditação, já Descartes opera um deslocamento e para ele a verdade enquanto tal e o caminho encontra-se no correto uso das leis matemáticas e geométricas. Depois de duvidar de todas as coisas, Descartes afirma que tudo que usou como objeto do seu pensamento era incerto, mas algo parecia “indubitável”: enquanto ele duvidava, e se havia essa dúvida, logo havia o sujeito do “eu pensante”. Então ele conclui que mesmo com toda duvida do mundo a única referência que temos é de um “eu”, puramente pensante, uma alma racional. Então a partir disso surge a famosa fala “eu penso, logo existo”. Agora vamos focar no “o eu e o não eu”, podemos dizer que a loucura só passou a ser compreendida a partir do século XVII (cuja referência desse tema seria Michel Foucault) e podemos dizer que foi ai que a loucura “surgiu”. Não que não existia esse distúrbio anteriormente, existia sim, porém não davam o devido cuidado e não colocavas as pessoas com esse problema em hospícios por exemplo. Foucault mostra que nos primeiros hospícios os loucos eram tratado como um animal, como alguém que perdeu a alma. Não se pensava em um “eu louco”, porque teoricamente um louco não tem controle sobre si mesmo e sobre sua mente, apenas existe o “eu pensante”. Foucault então cria métodos que trata a loucura de uma forma mais humana e que o louco seja compreendido de forma racional e humana. Já Hobbes tem um projeto semelhante ao de Descartes, ele tenta sistematizar as ideias a respeito da natureza humana e a do estado. Assim como descartes ele acredita que o homem deve seguir o caminho da racionalidade. Mas o que diferencia Hobbes é a visão “naturalista”. Hobbes parte do pressuposto de que houve um momento hipotético em que os seres humanos eram selvagens e viviam em seu estado natural. Para ele, esse momento era caótico, pois o ser humano é, para Hobbes, naturalmente inclinado para o mal. Segundo o filósofo, os seres humanos precisam da intervenção de um corpo estatal forte, com leis rígidas aplicadas por uma monarquia forte, para que eles saiam de seu estado natural e entrem no estado civil. Hobbes afirma que, em seu estado de natureza, “o homem é o lobo do homem”. O estado civil seria a solução para uma convivência pacífica, em que o ser humano abriria mão de sua liberdade para obter a paz no convívio social. O monarca, argumenta o filósofo, pode fazer o que for preciso para manter a ordem social. A propriedade privada, para Hobbes, não deveria existir e a monarquia é justificada pela sua necessidade como garantia do convívio seguro. Hobbes conclui então que é racional e por isso a primeira lei fundamental da natureza seria: procurarmos a paz, se ela for possível. Caso não, devemos nos preparar para a guerra, e a segunda seria: é preciso que os homens renunciem ou transfiram seu direito a todas as coisas para que se possa chegar a paz. Capitulo 12 (A Auto Crítica da Razão): tem uma referência simplificada sobre o assunto, o mesmo chega à seguinte conclusão: o pensar é organizado em categorias, sendo assim, tudo que nos chega do mundo é organizado em estruturas, por exemplo, a categoria “causa e efeito” nos leva a acreditar que quando um evento acontece logo após o outro, o primeiro será a causa do segundo, mesmo que não seja relacionados CITAÇÕES Pagina 71 “Alguns homens se conteriam em ter apenas o que lhes fosse necessário, permitindo aos outros o mesmo. Outros, porém, movidos pela vanglória, procurariam sobrepor-se aos demais, surgindo assim inevitavelmente o conflito e a vontade de ferir. O homem teria uma eterna inclinação para ampliar seu poder: no primeiro homem, , esta inclinação serviria serviria à sua auto-defesa, à qual tem todo odireito; no segundo, ela serviria à sua vanglória”.