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Ginastica geral

Material sobre ginástica geral e suas modalidades. Contém definições e diferenças entre ginástica competitiva e demonstrativa (ginastrada/GPT), escolas históricas (francesa, sueca, alemã), categorias de ginástica, aparelhos da rítmica, comitês da FIG e passos básicos da ginástica aeróbica.

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Ginastica geral é um conceito que uni modalidades competitivas e não competitivas, envolvendo pratica de diversos movimentos que exigem força, flexibilidade e coordenação motora.
A ginastrada não é considerada uma competição, ela é um evento demonstrativo focado em mostrar os benefícios da modalidade.
	Ginastica geral
	Ginastica competitiva
	Sem fins competitivos 
	Tem fins competitivos.
	Não tem limites de participantes é para todos.
	Exige atletas de alto nível.
	Tipos de manifestações como jogos, danças, expressões foldoricas .
	Objetivo é dar o melhor na apresentação e não errar
	Não tem uma roupa que seja obrigatória.
	Obrigatório uso de roupa adequada para a pratica da modalidade.
	Temos conhecimentos de outras culturas
	Clima tenso de competições
	Não é necessário a utilização de aparelhos.
	Dependendo da modalidade são usados aparelhos.
	
	
Os aparelhos utilizados na ginastica rítmica são arco, bola, fita, corda e maçã.
Em 1950 o holandês jhoannes ...inspirado nas... resposta ginastica demonstrativa.
A ginastica contemporânea foi construída a partir... resposta nas praticas competitivas e academias de ginasticas.
Pensa em gpt é um campo bastante abrangente da ginastica... resposta diversão, prazer e convívio social. 
A gpt é a única modalidade não competitiva , alias cabe ressaltar... resposta – ginastica rítmica, artística, trampolim, aeróbica 
 
A escola francesa
O método francês foi criado com o objetivo de moldar a moral e a resistência física dos alunos. A ideia é tornar a ginástica uma prática séria e rigorosa que estimule a responsabilidade e a resiliência dos alunos. Amorós, um militar muito reconhecido, é o principal responsável pelo desenvolvimento do método e sua disseminação. As aulas consistiam de:
• sequências de exercícios de corridas;
• marchas;
• flexões;
• equilíbrios;
• destrezas motoras.
O objetivo principal era educar moralmente.
A escola sueca
A ginástica sueca surge com a proposta de ser um sistema ginástico a ser implantado nas escolas, então seu caráter pedagógico e educativo é bastante evidente.
O método é constituído de:
• exercícios livres masculinos e femininos;
• exercícios de equilíbrio e de suspensão
• saltos em aparelhos e destreza com aparelhos
• exercícios de disciplina;
• jogos motores: com características lúdicas
A escola alemã
Johann Christoph Friedrich Guts Muths viveu entre 1759 e 1839 e foi um dos principais estimuladores da ginástica na Alemanha; sua principal preocupação foi com a criação de uma ginástica “pedagógica” que pudesse ser amplamente desenvolvida nas instituições de ensino e que ajudasse a formar homens e mulheres saudáveis e fortes e com um alto teor nacionalista.
O principal objetivo de Guts Muths era criar possibilidades e propostas para que a ginástica primitiva fosse substituída por uma metodologia mais estruturada, elaborada cientificamente e voltada para o desenvolvimento corporal, social e patriótico dos participantes.
• ginásticas de condicionamento físico: englobam todas as modalidades que têm por objetivo a aquisição ou a manutenção da condição física do indivíduo (normal ou atleta). Step , localizada, GAP, abdominais, musculação, Método Pilates, aulas do sistema body etc.;
 • ginásticas de competição: reúnem todas as modalidades competitivas. Ginástica artística, ginástica rítmica, ginástica aeróbica esportiva, ginástica acrobática, trampolim acrobático e suas variações de provas; 
• ginásticas fisioterápicas: responsáveis pela utilização do exercício físico na prevenção ou no tratamento de doenças;
 • ginásticas de conscientização corporal: reúnem as novas propostas de abordagem do corpo, também conhecidas por técnicas alternativas ou ginásticas suaves. Têm como pioneira na década de 1970 a antiginástica. 
• ginásticas de demonstração: não têm caráter competitivo; a sua função principal é a interação social, isto é, a formação integral do indivíduo em seus aspectos motor, cognitivo, afetivo e social. É representante desse grupo a ginástica geral.
A FIG atualmente é composta de sete comitês, sendo seis relativos a modalidades competitivas e um relativo à ginástica geral que tem caráter demonstrativo.
Segue a lista com os comitês:
• ginástica artística masculina: GM ( mens artistic : MAG);
• ginástica artística feminina: GF ( womens artistic : WAG);
• ginástica rítmica: GR ( rhytmic : RG);
• ginástica aeróbica esportiva: GAE ( aerobic : AER);
• ginástica acrobática: GAC ( acrobatic : Acro);
• ginástica de trampolim: GTR ( trampoline : TRA);
• ginástica geral/ginástica para todos.
A GAE é composta de sete passos básicos e quatro grupos de elementos de dificuldade.
Os setes passos básicos da GAE são:
• marcha: o movimento tradicional de baixo impacto;
• corrida ou jog : uma marcha de alto impacto;
• elevação de joelho: pode ser utilizado o alto ou baixo impacto, e a flexão do joelho deve ser no mínimo de 90 graus;
• chute alto: em qualquer altura, deve ser executado pelo quadril (articulação coxofemoral) com joelhos estendidos, podendo ser de alto ou baixo impacto;
• polichinelo: passo básico de alto impacto;
• afundo ou lunge : movimento de alto ou baixo impacto em que as pernas são afastadas, por meio do toque atrás, ao lado ou à frente, com a ponta de um dos pés;
• chutinho ou skip : movimento de alto ou baixo impacto, em qualquer direção, que ocorre com a flexão da articulação do quadril, com joelhos estendidos, e o pé da perna elevada fica abaixo da linha do quadril.
Os critérios de arbitragem da GAE são divididos nas seguintes bancas:
• artística: avalia a composição da coreografia, o equilíbrio, a variedade, a colocação no espaço e a integração dos movimentos com a música, assim como a adequação da coreografia ao competidor, e a sua capacidade de apresentá‑la de forma original, cativante e com energia natural. A nota máxima para esse critério é 10,0 pontos;
• execução: avalia a perfeição de todos os movimentos da coreografia, havendo deduções quando desvios ou erros são cometidos. A nota máxima para esse critério é 10,0 pontos;
• dificuldade: avalia a validade dos elementos de força dinâmica, força estática, saltos, flexibilidade e equilíbrios, apresentados pelo ginasta, conforme os valores e requerimentos mínimos citados no código de pontuação. A soma total dos valores dos elementos validados será dividida por dois e assim se dará a pontuação de dificuldade.
Dentro desse curto espaço de tempo os atletas precisam apresentar exercícios executados com a melhor postura e técnica possível. E os atletas podem se apresentar dentro das seguintes categorias:
• individual masculino ou feminino;
• dupla mista;
• trios;
• equipes compostas de seis a oito atletas.
Ginástica acrobática
É a mais nova modalidade da FIG. Surgiu nos últimos 30 anos como uma nova forma competitiva e é caracterizada pela execução de exercícios de força, equilíbrio, flexibilidade e agilidade. É um esporte bonito, dinâmico e espetacular para homens e mulheres. Engloba muitos movimentos de solo da ginástica artística em suas séries, movimentos rítmicos que ligam os exercícios dinâmicos e estáticos. Além da aquisição da noção espaçotemporal, da esquematização corporal, da coordenação estática, da coordenação coletiva, da cooperação, da autonomia e da autoconfiança.
Provas ou especialidades
As provas ou especialidades da GAC são praticadas em cinco provas oficiais, a saber:
• pares femininos;
• pares masculinos;
• pares mistos;
• trios (somente ginastas do sexo feminino);
• quartetos (somente ginastas do sexo masculino).
É importante ressaltar que as pirâmides humanas, quando forem executadas fora do contexto competitivo, ou seja, em apresentações, poderão ser feitas com qualquer número de pessoas, independentemente de sexo, idade e estatura.
Funções específicas
De acordo com sua estrutura física e capacidade física, os ginastas desempenham funções específicas durante sua série, que podem ser as seguintes:
• base: ginastas que suportam outros ginastas ou projetam;
• intermediário: ginastas que ajudam a suportar ou projetar outros ginastasou executam posições intermediárias;
• volante ou top : ginasta que é projetado ou suportado pelos outros ginastas e, frequentemente está no topo das pirâmides.
Formam a composição dos pares e grupos:
• nas duplas temos o volante e a base. O volante executa os equilíbrios e os mortais e a base sustenta os equilíbrios e lançamentos do volante partindo de posições diferentes;
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Unidade I
• nos trios temos o volante, o intermediário e a base. O volante executa os equilíbrios e os mortais, o intermediário sustenta o volante junto com a base nos equilíbrios e ajuda a base a lançar o volante nos mortais. Os intermédios também podem atuar junto com a base auxiliando‑o; passam assim a ser “base” também;
• no quarteto temos um volante, dois intermediários e a base. O volante executa os equilíbrios e os mortais, os intermediários sustentam o volante junto com a base nos equilíbrios e ajudam a base a lançar o volante nos mortais. O intermediário também pode ser lançado para um mortal junto com o volante;
• nos pares mistos, a base é o ginasta masculino e o volante é a ginasta feminina;
• nos trios todas as ginastas são femininas;
• nos quartetos todos os ginastas são masculinos.

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