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Identificação Veicular e Documental

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Conteudistas: 
Arnaldo Nadim Miziara – Perito Criminal da Polícia Civil do Distrito Federal, Engenheiro 
Civil, Pós-graduado em Didática do Ensino Superior, especialista em perícias de 
Identificação Veicular e Documental pela Associação Brasilleira de Criminalística, 
pesquisador e autor de livros sobre identificação veicular e documental. 
Gersioneton de Araújo Barros – Agente de Polícia da Polícia Civil do Distrito Federal, 
Bacharel em Teologia e Técnico de Identificação Veicular, pesquisador e autor de livros 
sobre identificação veicular e documental. 
Principais obras sobre identificação veicular e documental publicadas pelos conteudistas: 
A) Obras publicadas em separado 
Miziara: - Curso de Detecção de Veículos Roubados/Furtados, apostila pelo DENATRAN 
– 1981; 
Gersioneton: - Original ou Regravado? – 2001; Identificação Veicular ao Alcance de 
Todos – Nacionais e Importados – 2005; 
B) Obras publicadas em conjunto: 
- Manual de Identificação Veicular e Documental, pelo DENATRAN – 1994; 
- Novo Manual de Técnicas de Identificação Veicular e Documental, pela ABDETRAN -
1999; 
- Manual de Identificação Veicular e Documental, edição independente – 2009. 
- Curso de Identificação Veicular 1 (IDV1), para a EAD-SENASP (2008). 
- Curso de Identificação Veicular 2 (IDV2), para a EAD-SENASP (2011). 
- Manual de Identificação Veicular e Documental, 4ª edição, Gráfica Araújo Paro, 2011. 
 
 O conteúdo dessas publicações foi elaborado, criteriosamente, a partir de pesquisas na 
área de exames e de perícias relativas a veículos, consultas a manuais, boletins e notas 
de serviço de fábricas, consulta a leis, normas, portarias e resoluções, informações 
explícitas do DENATRAN sobre o Sistema RENAVAM, consulta a livros diversos sobre 
 
 
 
 
identificação de veículos, consulta a artigos personalizados da internet, além de 
observações feitas durante visitas a várias concessionárias e fábricas. 
 
 
 
 
Apresentação 
 
 
Bom curso! 
Neste curso você estudará sobre dois dos principais problemas enfrentados pelas 
polícias: o roubo/furto e a fraude em veículos e respectivos documentos. Para efetuar 
uma melhor identificação veicular e documental e, em consequência, combater mais 
eficazmente esses crimes, é importante você conhecer a legislação pertinente à 
identificação veicular e documental e também as técnicas adequadas à investigação das 
possíveis fraudes. 
 Compreender a importância do número de identificação veicular - VIN e das informações 
nele contidas; 
 Analisar a legislação pertinente à identificação veicular e documental; 
 Utilizar técnicas que possibilitem a necessária identificação veicular e documental; e 
 Reconhecer que as técnicas e os procedimentos utilizados na identificação veicular e 
documental auxiliam na prevenção e na investigação dos crimes relacionados à falsificação 
e ao roubo de veículos. 
Ao final deste curso você estará apto a: 
 
Para alcançar os objetivos propostos, este curso foi dividido em 5 módulos: 
Módulo 1 – Identificação de Veículos tipo Passeio. 
Módulo 2 – Lei e Resoluções que dispõem sobre a identificação veicular e aspectos 
relacionados. 
Módulo 3 – O Sistema RENAVAM (definição, histórico e mudanças importantes). 
Módulo 4 – O Examinador e os Exames Veicular e Documental (características, equipamento e 
procedimentos utilizados). 
Módulo 5 – Classificação do VIN quanto à sua essência e fraudes mais comuns. 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apresentação do módulo 
 
Neste módulo você estudará: 
 
 O Número de Identificação do Veículo, de acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da 
ABNT , que estabelece as orientações para sua padronização; e 
 Os pontos mais importantes da norma: a estrutura, o conteúdo, a localização e a 
fixação do número de identificação do veículo. 
 
 
 
Objetivos do módulo 
 
Ao final do estudo desse módulo, você será capaz de: 
 
 Analisar os principais fatos históricos da indústria automobilística no Brasil; 
 Compreender as orientações contidas na NBR 3 Nº 6066/80; 
 Conceituar VIN; 
 Extrair informações das tabelas gerais; 
 Identificar as possíveis localizações do VIN; 
 Descrever as formas de fixação do VIN; 
 Decodificar o VIN a partir das informações contidas nas tabelas gerais e 
específicas. 
 
Os veículos importados não seguem o padrão estabelecido pela norma técnica brasileira NBR 3 n 6066/80. 
Existem pelo menos quatro padrões utilizados para a formação de VIN's no mundo. 
-FMVSS 115, Parte 565: Usado nos Estados Unidos e Canadá; 
 
Estrutura do módulo 
 
Aula 1 – Breve histórico da indústria automobilística no Brasil 
Aula 2 - A NBR 3 N° 6066/80 
Aula 3 - O VIN: considerações e estrutura 
Aula 4 – O conteúdo do VIN 
Aula 5 – A localização do VIN 
Aula 6 – A fixação do VIN 
Aula 7 – A decodificação do VIN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aula 1 – Breve histórico da indústria automobilística no Brasil. 
 
 
 
 
Há registro que o primeiro veículo motorizado chegou ao Brasil em 1891 e que várias 
montadoras tentaram se estabelecer em solo brasileiro até 1956, época em que a 
indústria automobilística foi implantada oficialmente. 
 
Datas e fatos nem sempre são exatos ou alcançam consenso entre os historiadores 
que apresentam matérias a respeito da história dos veículos em solo nacional; por 
isso, este curso não fecha questão: outras opiniões e contribuições sobre o assunto 
são respeitadas. 
 
 
Sobre a implantação, a ANFAVEA (ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES 
DE VEÍCULOS), criada em 15 de abril de 1956, expressou em seu site a respectiva 
opinião, por época do seu aniversário de 50 anos, em 2006: 
 
 
 
 
A indústria automobilística brasileira foi implantada em 16 de agosto de 1956, quando 
o então presidente da República Juscelino Kubitschek de Oliveira formalizou a criação 
do GEIA, Grupo Executivo da Indústria Automobilística, com o objetivo de estimular a 
fabricação local e não somente a montagem de veículos no Brasil. Certamente não 
teria como imaginar o vulto que aquela sua iniciativa acabaria adquirindo. Hoje, 
passados 50 anos, o setor automotivo instalado no país festeja suas bodas de ouro, 
apresentando números de fato impressionantes: são 24 diferentes montadoras. Desde 
1957 – quando a primeira fábrica desta nova fase entrou em operação – até dezembro 
de 2005, foram produzidos no Brasil 36,1 milhões de automóveis, 6,8 milhões de 
comerciais leves, 2,8 milhões de caminhões e 613 mil ônibus, totalizando 46,4 milhões 
de veículos. 
Fonte: http://www.anfavea.com.br/50anos.html 
http://www.anfavea.com.br/50anos.html
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.1. Um pouco mais sobre a Indústria Automobilística Brasileira... 
 
 
 
 
 
O carro era um reluzente Peugeot, com motor Daimler a gasolina, de 3,5 cv 
e dois cilindros em V, conhecido pelos franceses como voiturette, por ser 
muito parecida com uma charrete. 
Seu proprietário o comprara por 6.200 francos, em Valentigney, cidade 
perto de Paris, e o trouxe diretamente para Santos. Mais tarde, o veículo foi 
levado a São Paulo, permanecendo na residência de Santos Dumont. 
Esse Peugeot foi o primeiro carro a chegar no Brasil, asseguram os 
historiadores. Dessa maneira, a cidade teve a primazia de ver circular por 
suas ruas o primeiro automóvel do País, como confirmou a Câmara 
Municipal, um século depois. (Wikipédia. Acesso em 03 set 2011) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aula 2 - A NBR 3 N° 6066/80 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A NBR 3 nº 6066/80 é uma norma técnica e não uma Lei, mas as suas normatizações 
subsidiaram e continuamcomo base de toda a legislação referente à identificação 
veicular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Importante! 
 
 
 
 
 
 
2.1 Adequação das montadoras à NBR 3 n° 6066/80 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FIAT: iniciou a gravação com 17 caracteres em 1981, mas sem designar o ano dos 
veículos no VIN. Corrigiu a codificação a partir de 1987, designando o ano na 10ª 
posição conforme determina a legislação (NBR 3 nº 6066/80 da ABNT). 
 
 
 Volkswagen: Em 1983 (ano-modelo) passou a gravar de acordo com a NBR 3 nº 
6066/80 da ABNT. 
 
 
 FORD: Iniciou a gravação de 17 caracteres com o ano-modelo 1984 (em julho de 
1983), mas designou o ano do veículo na 11ª posição. Corrigiu a partir de março de 
1987, designando o ano na 10ª posição conforme determina a legislação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 GM: Em 1984 (ano-modelo) passou a gravar de acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da 
ABNT. 
 
Os veículos importados não seguem o padrão estabelecido pela norma técnica brasileira NBR 3 nº 
6066/80. 
Existem pelo menos quatro padrões utilizados para a formação de VIN’s no mundo. 
 
 FMVSS 115, Parte 565: Usado nos Estados Unidos e Canadá; 
 ISSO 3779 Padrão: Utilizado na Europa e em muitas outras partes do mundo; 
 SAE J853: Muito parecido com o padrão ISSO; 
 ADR 61/2: Utilizado na Austrália, referindo-se a ISSO 3779 e 3780. 
 
 
 
Aula 3 - O VIN: considerações e estrutura 
 
 
 
3.1. Considerações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3.2 A Estrutura do VIN 
e o número 0;
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aula 4- O conteúdo do VIN 
 
 
 
 
4.1. ª seção – WMI - Identificador Internacional do Fabricante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.1.1. Estudando a 1ª seção do código VIN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 É a pessoa, firma ou corporação sob a responsabilidade de quem um veículo é montado para formar uma 
unidade em condições de operação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TABELA 1 – TABELA INTERNACIONAL DAS DUAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO VIN 
 
Esta tabela fornece os CÓDIGOS DAS DUAS PRIMEIRAS POSIÇÕES do VIN, conforme 
designação da SAE (Society of Automotive Engeneers), com autorização da ISO. 
(Traduzida para o português pelo EAD-SENASP.) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TABELA 3 – TABELA DAS TRÊS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO VIN 
 
 
 
Esta tabela apresenta a pertinência da WMI do VIN dos veículos às montadoras apresentadas 
nos cursos de IDV1 e IDV2 + significado das 3 posições da WMI, com utilização da Tabela 
Internacional (Tabela 1). 
 
a) Veículos tipos passeio, utilitário, caminhão e ônibus 
 
 
 
WMI 
 
Pertinência da WMI (pertence à) 
Significado dos caracteres das 3 
posições 
(continente, país, fabricante/montadora) 
9BW VOLKSWAGEN DO BRASIL S.A. América do Sul, Brasil, Volkswagen 
9BG GENERAL MOTORS DO BRASIL 
S.A. 
 
América do Sul, Brasil, GM 
9BF FORD DO BRASIL S.A. América do Sul, Brasil, Ford 
9BD FIAT Automóveis S.A. América do Sul, Brasil, Fiat 
9BS SCANIA VABIS DO BRASIL América do Sul, Brasil, Scania 
9BS SAAB SCANIA DO BRASIL América do Sul, Brasil, Scania 
9BM MERCEDES BENZ DO BRASIL América do Sul, Brasil, Mercedes 
9BV VOLVO DO BRASIL América do Sul, Brasil, Volvo 
93K VOLVO DO BRASIL América do Sul, Brasil, Volvo 
9BY AGRALE S. A. América do Sul, Brasil, Agrale 
93P AGRALE S.A. (caminhões e ônibus 
Marcopolo-Agrale) 
 
América do Sul, Brasil, Agrale 
93H Honda (nacional) América do Sul, Brasil, Honda 
JF1 Subaru (japonês) Àsia, Japão, Subaru 
JSA Suzuki (japonês) Àsia, Japão, Suzuki 
2S3 Suzuki (canadense) América do Norte, Canadá, Suzuki 
931 Renault (brasileiro) América do Sul, Brasil, Renault 
8AY Renault (argentino) América do Sul, Argentina, Renault 
VF3 Peugeot (francês) Europa, França, Peugeot 
936 Peugeot (brasileiro) América do Sul, Brasil, Peugeot 
8AD Peugeot (argentino) América do Sul, Argentina, Peugeot 
9U7 Peugeot (uruguaio) América do Sul, Uruguai, Peugeot 
9BM Mercedes Benz (brasileiro) América do Sul, Brasil, Mercedes 
WDB Mercedes Benz (alemão) Europa, Alemanha, Mercedes 
93U Audi (brasileiro) América do Sul, Brasil, Audi 
WAU Audi (alemão) Europa, Alemanha, Audi 
9U7 Citroen (uruguaio) América do Sul, Uruguai, Citroen 
 
 
 
 
 
 
 
VF7 Citroen (francês) Europa, França, Citroen 
9B5 Citroen (brasileiro) América do Sul, Brasil, Citroen 
JA3 Mitsubish (japonês) Àsia, Japão, Mitsubish 
4A3 Mitsubish (americano) América do Norte, USA, Mitsubish 
WBA BMW (alemão) Europa, Alemanha, BMW 
WBS BMW (idem, alemão) Europa, Alemanha, BMW 
4US BMW (americano) América do Norte, USA, BMW 
WOL GM/Adam Opel (alemão) Europa, Alemanha, Adam Opel (GM) 
94D Nissan (brasileiro) América do Sul, Brasil, Nissan 
JN1 Nissan (japonês) Àsia, Japão, Nissan 
93R Land Rover (brasileiro) América do Sul, Brasil, Land Rover 
SAL Land Rover (inglês) Europa, Inglaterra, Land Rover 
9BR Toyota (brasileiro) América do Sul, Brasil, Toyota 
JTA Toyota (japonês) Àsia, Japão, Toyota 
SB1 Toyota (inglês) Europa, Inglaterra, Toyota 
8AJ Toyota (argentino) América do Sul, Argentina, Toyota 
9DY Mitsubishi (brasileiro) América do Sul, Brasil, Mitsubish 
93X Mitsubish (idem, brasileiro) América do Sul, Brasil, Mitsubish 
JMA Mitsubish (japonês) Àsia, Japão, Mitsubish 
94T ou 9BT Troler (brasileiro) América do Sul, Brasil, Troler 
 
1C4 
 
Chrysler/Jeep (americano) 
América do Norte (USA), USA 
Chrysler, Van Chrysler 
934 Chrysler/Jeep (brasileiro) América do Sul, Brasil, Chrysler 
8B7 Chrysler/Jeep (argentino) América do Sul, Argentina, Chrysler 
937 Dodge (brasileiro) América do Sul, Brasil, Dodge 
1AF ou 4AF Ford (americana) América do Norte, USA, Ford 
3FA Ford (mexicana) América do Norte, México, Ford 
7MP Ford (australiana) Oceania, Austrália, Ford 
KNJ Ford (coreana) Ásia, Coréia do Sul, Ford 
 
1G6 
 
GM (americano) 
América do Norte, EUA, GM 
(significado dos importados = EUA, 
GM, Versáo) 
9BR Toyota do Brasil S.A. América do Sul, Brasil, Toyota 
b) MOTOCICLETAS 
 
9C2 ou 9CA 
 
Motor Honda (motocicletas) 
América do Sul, Brasil, Motor Honda 
ou Honda 
9C6 Yamaha motos do Brasil. América do Sul, Brasil, Yamaha 
 
9C8 
 
Agrale Amazônia S.A. 
América do Sul, Brasil, Agrale 
Amazônia S.A. 
9C5 Agrale S.A. América do Sul, Brasil, Agrale S.A. 
93F Cofave (Aprilia/Yosung/Kasinski) América do Sul, Brasil, Cofave 
1HD Harley Davidson (americana) América do Norte, EUA, Harley 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Davidson 
 
932 
 
Harley Davidson (brasileira) 
América do Sul, Brasil, Harley 
Davidson 
JKA ou JKB Kawasaki (japonesa) Ásia, Japão, Kawasaki 
93G Kawasaki (brasileira) América do Sul, Brasil, Kawasaki 
JS1 Suzuki (japonesa) Ásia, Japão, Suzuki 
9CD Suzuki (brasileira)América do Sul, Brasil, Suzuki 
94J Sundown (brasileira) América do Sul, Brasil, Sundown 
 
 
 
4.2. Estudando a 2ª seção do código VIN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.3. Estudando a 3ª seção do código VIN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TABELA 4 – TABELA ANO/MODELO 
TABELA DE CÓDIGOS REFERENTES AO ANO DE FABRICAÇÃO OU ANO-MODELO DO 
VEÍCULO (também conhecida como TABELA ANO/MODELO) 
ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO 
1981 B 1991 M 2001 1 2011 B 
1982 C 1992 N 2002 2 2012 C 
 
 
 
 
 
 
 
1983 D 1993 P 2003 3 2013 D 
1984 E 1994 R 2004 4 2014 E 
1985 F 1995 S 2005 5 2015 F 
1986 G 1996 T 2006 6 2016 G 
1987 H 1997 V 2007 7 2017 H 
1988 J 1998 W 2008 8 2018 J 
1989 K 1999 X 2009 9 2019 K 
1990 L 2000 Y 2010 A 2020 L 
 
Observação importante: Em decorrência das Resoluções 659/1985, 691/1988 e 24/1998, a 10ª 
Posição do VIN identifica: 
 
a) O ano de fabricação ou o ano modelo dos veículos gravados até 1988; 
 
b) Obrigatoriamente o ano de fabricação dos veículos gravados no período de 1988 a 1998; 
 
c) O modelo (ou ano-modelo) dos veículos gravados a partir de 1998 (modelo 1999). 
 
d) O ano de fabricação ou o ano-modelo, conforme o mês de fabricação (ano de transição). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
4.4. Resumo da constituição do VIN 
 
 
 
TABELA 2 – Tabela de seções do código VIN 
 
CONSTITUIÇÃO DO VIN 
(VIN = Vehicle Identification Number = Número de Identificação do Veículo.) 
 
 
Observação: no Brasil usa-se também a sigla nacionalizada NIV = Número de 
Identificação do Veículo. Portanto, usaremos também VIN = NIV neste curso. 
 
SEÇÕES DO CÓDIGO VIN (o VIN tem 3 seções) 
CÓDIGO VIN 
 
 
 
 
 
 
 
SEÇÕES 
1ª Seção = WMI = 
 
 
 
2ª Seção = VDS = 
Vehicle Descriptor 
Section = Seção 
Descritiva do 
Veículo. 
 
 
 
 
 
3ª Seção = VIS = Vehicle 
Indicator Section = Seção 
Indicadora do Veículo. 
WORLD 
MANUFACTURER 
IDENTIFIER = 
Identificador Internacional 
do Fabricante. 
Este código somente 
poderá ser designado a 
outro fabricante após 30 
anos da última utilização do 
primeiro. 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 
Significado das posições do VIN 
POSIÇÕES OBSERVAÇÕES 
 As posições 1 e 2 são dadas pela tabela 1 (tabela internacional), 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 = continente 
 
2 = país 
 
3 = fabricante 
designadas por uma Organização Internacional (atualmente a 
SAE) sob autorização da ISO. 
A posição 3 é designada por uma Organização Nacional (no caso 
do Brasil, a ABNT) e comunicada à SAE. 
Obs.: A utilização do dígito 9 na terceira posição indica que 
seu fabricante produz menos de 500 veículos por ano. Sua 
designação no Brasil cabe à ABNT. 
 
 
 
 
 
4 a 9 = descrição do veículo 
Os códigos das posições 4 a 9 são estabelecidos pelo fabricante. 
A descrição do veículo é de responsabilidade da respectiva 
fábrica ou montadora, podendo ela escolher as informações que 
deseja explicitar. 
A utilização do dígito 9 na terceira posição implica a 
identificação do fabricante na 6ª, 7ª e 8ª posições do VIN 
(também designadas pela ABNT). 
 
 
10 = ano/modelo 
11 = local da fábrica 
12 a 17 = sequência 
numérica 
A utilização de ano-modelo ou ano de fabricação depende do 
período em que foi fabricado o veículo, pois é regulamentada 
pelas Resoluções 659/85, 691/88 e 24/98. Antes das resoluções, a 
Norma NBR 6066/80 facultava a escolha ao fabricante. Veja a 
Tabela 4. 
O caractere da posição 11 indica o local de montagem do 
veículo, “se assim desejar o fabricante”, conforme item 5.4.b da 
NBR 6066/80 - não alterado pelas resoluções. 
Obs.: Como é opcional pela legislação, a fábrica pode escolher 
outro significado para esta posição. 
Os caracteres das posições 12 e 13 podem ser alfanuméricos. Os 
das posições 14 a 17 devem ser obrigatoriamente numéricos. 
 
 
 
 
 
Aula 5 – A localização do VIN 
 
 
 
 
De acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da ABNT: 
 
 
 
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Aula 6 – A fixação do VIN 
 
 
 
 
 
 
 
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Aula 7 – A decodificação do VIN 
 
 
 
7.1. dificação e Decodificação 
 
 
 
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7.2. nsiderações sobre a decodificação 
 
 
 
Decodificar é uma tarefa relativamente fácil. Entretanto, a falta de critérios pode dificultar 
ou mesmo levar a erro na decodificação. Por isso, nessa aula, você será conduzido a 
uma boa prática de decodificação, seguindo os critérios a seguir: 
 Gravação na velha nomenclatura - você deve comparar as 
fórmulas e a quantidade de caracteres. Esta quantidade é quase 
sempre diferente de 17. Como não havia regras preestabelecidas 
por norma ou pelo CONTRAN, as fábricas estabeleciam os próprios 
critérios de identificação, o que dificulta a criação de dicas de 
caráter geral para facilitar a decodificação. Assim, o melhor que se 
pode fazer é comparar o teor da gravação do VIN do veículo 
estudado com as tabelas do respectivo fabricante. 
 Gravação na nova nomenclatura - apresentará 17 caracteres, 
distribuídos em três seções, e conterá alguns significados 
obrigatórios, o que facilita a criação de dicas de caráter geral para 
facilitar a decodificação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Assim, para decodificar um NIV de veículo gravado sob a égide da norma NBR 3 nº 
6066 de 1980, da ABNT, é necessário que você tenha como acessar as tabelas 
GERAIS ou fundamentais, e também as tabelas ESPECÍFICAS de cada montadora. 
 
 
Relação das Tabelas GERAIS para decodificação: 
 
1. Tabela internacionaldas duas primeiras Posições do VIN - (tab.1) 
 
2. Tabela de seções do código VIN – Constituição do VIN (tab.2) 
 
3. Tabela das 3 primeiras posições do VIN (WMI) - (tab.3) 
 
4. Tabela ano ou modelo - (tab.4) 
 
5. Tabela de adesão das grandes montadoras à nova nomenclatura (tab. 5), 
com observação sobre as principais exceções à regra. 
 
 
 
 
 
Observe que na lista acima aparece uma nova tabela: A tabela 5. 
 
Veja o seu propósito! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TABELA 5 – Tabela de adesão das grandes montadoras à nova nomenclatura 
Esta tabela apresenta como e/ou quando foram gravados os NIVs das grandes montadoras de 
veículos a partir da época da adesão à nova nomenclatura. 
 
 
a- Veículos Tipo Passeio 
 
Observação: Na hora de decodificar, fique atento às informações das fábricas 
 
 
 
 
 
 
 
tradicionais que não gravaram o ano do veículo na 10ª posição, no período anterior a 
 
1987, apesar de terem aderido à nova nomenclatura: FIAT e FORD (veículos tipo 
passeio), e SAAB-SCANIA (veículos pesados). 
FIAT: iniciou a gravação com 17 caracteres em 1981, mas sem designar o ano dos 
 
veículos no VIN. Corrigiu a codificação a partir de 1987, designando o ano na 10ª 
posição conforme determina a legislação (NBR 3 nº 6066/80 da ABNT). 
Volkswagen: Em 1983 (ano-modelo) passou a gravar de acordo com a NBR 3 nº 
6066/80 da ABNT. 
FORD: Iniciou a gravação de 17 caracteres com o ano-modelo 1984 (em julho de 1983), 
mas designou o ano do veículo na 11ª posição. Corrigiu a partir de março de 1987, 
designando o ano na 10ª posição conforme determina a legislação. 
GM: Em 1984 (ano-modelo) passou a gravar de acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da 
ABNT. 
b- Veículos Tipo Motocicleta 
Honda: Adotou a nova nomenclatura em outubro de 1986. 
 
Yamaha: Adotou a nova nomenclatura em outubro de 1986. 
 
Agrale: Adotou a nova nomenclatura em 1988. 
 
Aprilia/ Hyosung/ Kasinski: Não informou a data de adoção da nova nomenclatura. 
 
Harley Davidson: Não informou a data de adoção da nova nomenclatura. 
 
Kawasaki: Não informou a data de adoção da nova nomenclatura no Brasil. No Japão, 
adotou-a desde 1986. 
Suzuki: Não informou a data de adoção da nova nomenclatura no Brasil. No Japão, 
adotou-a desde 1990. 
Sundown: Motocicletas fabricadas a partir de 2006. 
c- Veículos Denominados os “Novos Nacionais” 
Veículos denominados “os novos nacionais”, que já iniciaram sua produção no 
 
Brasil sob a égide da norma NBR 3 nº 6066/80 da ABNT, tiveram o VIN gravado com 17 
caracteres, conforme exigido pela norma e pelas Resoluções 659/85, 691/88 e 24/98. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vamos citar algumas marcas: 
 
D1) Veículos passeio: Honda, Peugeot, Renault, Mercedes Benz, Audi, Citröen. 
D2) Motocicletas: Aprilia, Hyosung, Kasinski, Harley Davidson, Kawasaki, Suzuki, 
Sundown. 
d- Veículos Importados 
Veículos importados, de várias marcas (Audi, Mitsubishi, BMW, GM (Tigra, a partir de 
 
1998), Subaru, Suzuki, Citröen, Ford americana, etc.), devem apresentar seu VIN 
gravado de acordo com a legislação brasileira. 
Caso seja incompatível, é necessário que recebam outra gravação, baseada na original, 
adaptada à legislação brasileira, para que sejam “nacionalizados”. 
 
 
7.3. Dicas para facilitar a decodificação: teoria e prática 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a) Considerando um NIV da velha nomenclatura: 
 
 
Como a quantidade de caracteres varia conforme o fabricante e este estabelecia os próprios 
critérios de identificação, o melhor que se tem a fazer é comparar o teor da gravação do VIN do 
veículo estudado com as tabelas do respectivo fabricante. 
 
 
b) Considerando um NIV da nova nomenclatura (com 17 caracteres): 
 
1. Verifique em que continente o veículo foi fabricado. Consulte na tabela 
internacional o significado da primeira posição. 
2. Veja em que país o veículo foi fabricado. Consulte na tabela internacional o 
significado da segunda posição. 
 
 
 
 
 
 
3. Agora veja a 3ª Posição do NIV e identifique a marca. Consulte a tabela 3. 
 
4. Olhe para o veículo e identifique a categoria, se passeio ou utilitário, caminhão, 
ônibus, motocicleta, etc. Isto é importante porque as tabelas ESPECÍFICAS para 
veículos tipo passeio são diferentes das tabelas de outras categorias. 
5. Observe a 10ª Posição e defina o ano de fabricação ou ano-modelo do veículo. 
 
Consulte a tabela 4 (tabela ano/modelo). 
 
6. Agora é só procurar a fase. Para tanto, observe as tabelas específicas (no item 8) 
da marca (montadora ou fabricante) e os respectivos períodos de validade. Obs: se 
necessário, consulte a tabela 5 (veja ítem c). 
7. Encontrando a fase, é só continuar decodificando os caracteres das demais posições 
 
dentro da respectiva tabela ESPECÍFICA. (Veja os quadros de links referentes a 23 
marcas de veículos, após o item c que se segue.) 
c) Exceções: (consulte a tabela 5, ou as dicas a seguir) 
 
 Se o veículo for Ford passeio produzido antes de março de 1987 o ano de fabricação estará 
na 11ª Posição; 
 
 Se o veículo for Fiat passeio produzido antes de 1987 não terá codificação de ano no NIV. 
 
 
Observação: 
 
 
No caso da Ford, a 4ª e a 5ª fases tem fórmulas de apresentação bem parecidas, mas com códigos 
diferentes. Na 4ª Fase (de julho de 1983 a março de 1987) o ano estará na 11ª Posição. Na 5ª Fase 
o ano de fabricação ou ano-modelo estará na 10ª Posição. 
 
 
Dica especial 1: Na 5ª Fase a 11ª Posição deverá conter um dos seguintes caracteres: A, B ou C 
(local da linha de montagem). Isto facilitará a definição da Fase, pois na 4ª Fase estas letras não 
aparecerão já que o primeiro ano da nova nomenclatura da Ford equivale à letra D (a partir de 
julho de 1983). 
Dica especial 2: na 4ª fase o caractere usado na 4ª posição se repete na 10ª, o que não acontece 
na 5ª fase. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. Quadros de links das tabelas ESPECÍFICAS 
 
 
 
Observe as tabelas ESPECÍFICAS da marca (montadora/fabricante) e os respectivos períodos de 
validade. Com elas, conhecendo a fase, você poderá decodificar todos os caracteres do VIN 
pesquisado. 
 
 
Observação importante: Além dos links para as tabelas específicas das 23 marcas de 
veículos, abrangendo modelos tipos passeio e motocicleta, que servirão para os 
exercícios de decodificação e para facilitar o trabalho de identificação veicular que será 
realizado pelos alunos e examinadores no ambiente da EAD, você encontrará todas as 
tabelas no material complementar e/ou na versão impressa do curso de IDV1. 
 
 
 
 
VEICULOS TIPO PASSEIO 
 
AUDI 
 
BMW 
 
CITRÖEN 
 
FIAT 
 
FORD DO 
BRASIL 
GENERAL 
MOTORS – 
ADAM OPEL 
 
GENERAL 
MOTORS 
HONDA 
PRODUÇÃO 
NACIONAL 
 
MERCEDEZ 
BENZ 
 
MITSUBISHI 
 
PEUGEOT 
 
RENAULT 
 
SUBARU 
 
SUZUKI 
 
VOLKSWAGEN 
 
 
VEICULOS TIPO MOTOCICLETA 
 
AGRALE 
APRILIA – 
HYOSUNG 
KASINSKI 
 
HALEY 
DAVIDSON 
 
HONDA DO 
BRASIL 
 
KAWASAKI 
 
SUNDOWN 
 
SUZUKI 
 
YAMAHA 
 
 
 
 
3 Acessar o arquivo em anexo TABELA 1.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 9 = América do Sul 
 
 
 
 
 
 
 
 
a) Para decodificar um VIN da velha nomenclatura compare o teor da gravação com o 
das fórmulas da respectiva marca, do mesmo tipo de veículo (no caso, passeio). 
 
 
b) Para decodificar um VIN da nova nomenclatura, siga os passos já estudados 
Exemplo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A partir do exemplo abaixo, veja a sequência indicada para a 
decodificação do VIN: 
9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
Tabelas da Volkswagen2 
 
 
 
1. Usando a tabela internacional3, localize a região geográfica, na 1ª posição. 
 
 
 
 
 
 
 
= Continente em que o veículo foi fabricado. 
 
 
 
2. Usando a tabela internacional (tabela 1), localize o país em que o veículo foi 
fabricado, na 2ª posição. 
 
2 Acessar o arquivo em anexo VOLKSWAGEN.pdf6 Acessar o arquivo em anexo TABELA4.pdf 
 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 B = Brasil 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 W = Volkswagen 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 F = 1985 
 
 
 
 
 
= País em que o veículo foi fabricado. 
 
 
 
3. Verifique, na 3ª posição do VIN, a marca do veículo, consultando as tabelas dos 
fabricantes4. Como cada fabricante utiliza a sua própria codificação, estas tabelas 
devem ser usadas para identificar o restante da especificação do veículo. Neste 
exemplo o veículo foi fabricado pela Volkswagen. 
 
 
 
 
 
 
= marca Volkswagen = fabricante Volkswagen 
 
 
 
4. Verifique qual é o tipo do veículo: passeio, utilitário (caminhão, ônibus, camioneta) 
ou motocicleta e localize a tabela respectiva5. No presente caso o veículo é tipo 
passeio. 
 
 
5. Na 10ª posição, verifique o ano ou modelo do veículo. Se tiver dificuldades procure 
a tabela de ano/modelo6. Lembre-se das exceções: veículos passeio FORD e FIAT 
até 1987; 
 
 
 
 
= ano de fabricação ou ano-modelo. 
 
 
 
6. Procure a fase em que foi fabricado o veículo. Neste exemplo, a fase teve início 
no ano/modelo 1983 e terminou em julho 1995. 
Resultado da consulta na tabela específica da VW (tipo passeio) = (4ª fase) 
 
 
4 Acessar o arquivo em anexo Tabela 3.pdf 
5 Acessar o arquivo em anexo VOLKSWAGEN;pdf 
 
 
 
 
 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 Z = caractere não significativo 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
 : P = São Bernardo do Campo 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
POSIÇÕES 1 2 3 
4 
 
5 
 
6 
7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 
7 
 
8 
9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
CARACTERES 9 B W Z Z Z 3 2 Z F P 0 2 7 0 0 8 
POSIÇÕES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 
12 
 
13 
 
14 
 
15 
 
16 
 
17 
 
 
 
7. Continue a decodificação, utilizando a tabela específica, dentro da fase 
encontrada (4ª fase): 
 
 
 
 
 
 
4ª a 6ª posições: ZZZ = caracteres não significativos. 
 
 
 
 
 
 
 
7ª e 8ª posições: 32 = Passat/Santana = tipo do veículo 
 
 
 
 
 
 
 
9ª posição: . 
 
 
 
 
 
 
 
11ª posição = localização da fábrica . 
 
 
 
 
 
 
 
12ª a 17ª posições: 027008 = número sequencial de montagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Há registro que o primeiro veículo motorizado chegou ao Brasil em 1891 e que 
várias montadoras tentaram se estabelecer em solo brasileiro até 1956, época em 
que a indústria automobilística foi implantada oficialmente. 
 
 O objetivo da A NBR 3 N° 6066, de julho de 1980, é estabelecer um sistema de 
numeração para identificação dos veículos rodoviários, uniformizando as informações 
sobre a estrutura, o conteúdo, a localização e a fixação do número de identificação do 
veículo – VIN. 
 
 O VIN é um código constituído por 17 caracteres alfabéticos ou numéricos, 
dividido em três seções: 1ª seção – WMI - Identificador internacional do fabricante 
(World Manufacturer Identifier); 2ª seção - VDS - Seção descritiva do veículo 
(Vehicle Descriptor Section) e 3ª seção- VIS - Seção indicadora do veículo 
(Vehicle Indicator Section). 
 
 De acordo com a NBR 3 nº 6066/80 da ABNT, o número de identificação do veículo 
(VIN) deve estar localizado no lado direito do veículo e, se possível, na metade dianteira. 
 
 De acordo com a NBR 3 nº 6066/80, para a fixação do VIN no veículo há duas soluções 
que, a critério do fabricante, podem ser adotadas simultaneamente no veículo: o VIN é 
gravado diretamente numa peça integrada ao veículo ou O VIN é gravado numa plaqueta 
que é fixada permanentemente ao veículo. 
 
 Codificação é a sequência de caracteres que individualizam o veículo. Cada fabricante 
cria, dentro dos padrões legais exigidos, a própria codificação para o VIN dos veículos 
por ele produzidos. 
 
 Decodificação é o significado de cada caractere do VIN do veículo, de acordo com o 
respectivo fabricante, o qual deve seguir os padrões legais exigidos. 
 
 
 
Exercícios 
 
Os exercícios a seguir têm como objetivo auxiliá-lo a compreender o processo de 
decodificação. Nos gabaritos eles aparecem resolvidos, por isto leia-os acompanhando o 
raciocínio de resolução. 
 
 
Exercícios - Considerando as tabelas da Ford para veículos tipo PASSEIO7, faça os 
seguintes exercícios, utilizando as dicas dos conteudistas: 
 
 
1. Extraia os períodos de todas as fases da FORD: 
 
2. Siga passo a passo a decodificação dos seguintes NIVs: 
 
 
 
7 Acessar o arquivo em anexo FORD DO BRASIL.pdf 
 
 
 
 
 
 
a) 0B30D000456 
 
 
b) 9BFCXXLB1CFM00500 
 
 
c) 8AFCZZFFF1J000054 
 
 
Veja o gabarito no arquivo em anexo gabaritoexercicio1modulo1.pdf 
 
 
] 
 
 
 
Apresentação do módulo 
 
No módulo 1 você estudou que a NBR 3 nº 6066/80 é uma norma técnica e 
não uma Lei, mas as suas normatizações subsidiaram e continuam como 
base de toda a legislação referente à identificação veicular. 
 
Neste módulo, você estudará os principais textos legais relacionados à 
identificação veicular. 
 
 
Objetivos do Módulo 
 
Ao final do estudo desse módulo, você será capaz de: 
 
 Listar, com base no Código Penal (alterado pela Lei nº 9426/96), os 
crimes relacionados à identificação veicular; 
 Enumerar, com base na Resolução nº 24, de 21 de maio de 1998, os 
critérios para identificação de veículos; 
 Compreender os sistemas de placas de identificação de veículos; 
 Analisar as características da Carteira Nacional de Habilitação. 
 
Estrutura do Módulo 
 
Aula 1 - Crimes relacionados à Identificação Veicular e as penas decorrentes, 
segundo o Código Penal (alterado pela Lei nº 9426/96). 
Aula 2 - Critérios para Identificação de Veículos 
Aula 3 - Sistemas de Placas de Identificação de Veículos 
Aula 4 - Carteira Nacional de Habilitação 
 
 
Aula 1 - Crimes relacionados à Identificação Veicular e as penas 
decorrentes 
 
 
] 
 
 
 
 
A Lei nº 9.426/96, de 24 de dezembro de 19961 alterou o Decreto-lei n° 2.848, 
de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal – Parte especial, no que diz 
respeito à receptação qualificada e à adulteração de sinal identificador de 
veículo automotor. Essa Lei auxiliou a colocar fim nas dúvidas que o servidor 
da área de Segurança Pública tinha sobre como apreender um veículo e como 
providenciar o enquadramento do condutor e/ou da pessoa ou grupo criminoso 
envolvido em falsificá-lo. 
 
Veja alguns dos artigos do Código Penal (após ter sido atualizado pela Lei nº 
9.426/96) que reforçam os tipos de crime relacionados à identificação 
veicular. 
 
Art. 155 
Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: § 5º A pena é de reclusão 
de três a oito anos, se a subtração for de veículo automotor que venha a ser 
transportado para outro Estado ou para o exterior. 
 
Art. 157 
Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou 
violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à 
impossibilidade de resistência: 
Pena - reclusão, de 4 (quatro) a 10 (dez) anos, e multa. (...) 
§ 2º - A pena aumenta-se de um terço até metade: (...) 
IV - se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para 
outro Estado ou para o exterior; 
V - se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade. 
§ 3º - Se da violência resulta lesão corporal grave, a pena é de reclusão, de 7 
(sete) a 15 (quinze) anos, além da multa; se resulta morte, a reclusão é de 20 
(vinte) a 30 (trinta) anos, sem prejuízo da multa. 
 
 
1
 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9426.htm] 
 
 
 
Art. 180 
Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou 
alheio, coisa que sabe ser produto de crime ou influir para que terceiro, de boa-
fé, a adquira, receba ou oculte: 
Pena – Reclusão, de um a quatro anos, e multa. 
 
Receptação qualificada 
 
§ 1º Adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, ter em depósito, 
desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma 
utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou 
industrial, coisa que deve saber ser produto de crime: Pena – Reclusão, de três 
a oito anos, e multa. 
§ 2º Equipara-se à atividade comercial, para efeito do parágrafo anterior, 
qualquer forma de comércio irregular ou clandestino, inclusive o exercido em 
residência. 
§ 3º Adquirir ou receber coisa que, por sua natureza ou pela desproporção 
entre o valor e o preço, ou pela condição de quem a oferece, deve presumir-se 
obtida por meio criminoso: 
Pena – Detenção, de um mês a um ano, ou multa, ou ambas as penas. 
§ 4º A receptação é punível, ainda que desconhecido ou isento de pena o autor 
do crime de que proveio a coisa. 
§ 5º Na hipótese do § 3º, se o criminoso é primário, pode o juiz, tendo em 
consideração as circunstâncias, deixar de aplicar a pena. Na receptação dolosa 
aplica-se o disposto no § 2º do Art. 155. 
§ 6º Tratando-se de bens e instalações do patrimônio da União, Estado, 
Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de 
economia mista, a pena prevista no caput deste artigo aplica-se em dobro. 
 
Adulteração de sinal identificador de veículo automotor 
Art. 311 
Adulterar ou remarcar número de chassi ou qualquer sinal identificador de 
 
 
] 
 
 
 
veículo automotor, de seu componente ou equipamento: 
Pena – Reclusão, de três a seis anos, e multa. 
§ 1º Se o agente comete o crime no exercício da função pública ou em razão 
dela, a pena é aumentada de um terço. 
§ 2º Incorre nas mesmas penas o funcionário público que contribui para o 
licenciamento ou registro do veículo remarcado ou adulterado, fornecendo 
indevidamente material ou informação oficial. 
 
 
 
] 
 
 
 
Aula 2 - Critérios para identificação de veículos 
 
A Resolução nº 24, de 21 de maio de 1998, estabelece o critério de 
identificação de veículos, a que se refere o Art. 114 do Código de Trânsito 
Brasileiro, destacando em seu Artigo 1º que: 
 Os veículos produzidos ou importados a partir de 1º de janeiro de 1999, 
para obterem registro e licenciamento, deverão estar identificados na 
forma desta Resolução. 
 Parágrafo único: Excetuam-se do disposto neste artigo, os tratores, os 
veículos protótipos utilizados exclusivamente para competições 
esportivas e as viaturas militares operacionais das Forças Armadas. 
 
Importante! 
Embora as Resoluções nºs 659/85 e nº 691/88 tenham sido revogadas pela 
Resolução nº 24, de 21 de maio de 1998, é importante conhecê-las, pois os 
veículos fabricados na época de suas vigências seguem os critérios 
estabelecidos por elas. 
 
Veja a seguir os principais pontos da Resolução n° 24. 
 
Gravação do VIN no chassi ou monobloco 
 Art. 2º 
A gravação do número de identificação veicular (VIN) no chassi ou monobloco, 
deverá ser feita, no mínimo, em um ponto de localização, de acordo com as 
especificações vigentes e formatos estabelecidos pela NBR 3 nº 6066/80 da 
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, em profundidade mínima 
de 0,2mm. 
 
§ 1º Além da gravação no chassi ou monobloco, os veículos serão 
identificados, no mínimo, com os caracteres VIS (número sequencial de 
produção) previsto na NBR 3 nº 6066, podendo ser, a critério do fabricante, por 
gravação, na profundidade mínima de 0,2mm, quando em chapas ou plaqueta 
 
 
] 
 
 
 
colada, soldada ou rebitada, destrutível quando de sua remoção, ou ainda por 
etiqueta autocolante e também destrutível no caso de tentativa de sua 
remoção, nos seguintes compartimentos e componentes: 
I – Na coluna da porta dianteira lateral direita; 
II – No compartimento do motor; 
III – Em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros, quando existentes; e 
IV – Em, pelo menos, dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, 
excetuados os quebra-ventos. 
 
 
Observação: 
Na prática, os itens I e II referem-se a etiquetas e os itens III e IV a gravações 
nos vidros. 
 
Outras modificações: 
A Resolução nº 24/98 do CONTRAN também: 
• Eliminou a obrigatoriedade da colocação da etiqueta no assoalho. 
• Modificou o teor do caractere da 10ª posição do NIV, que deixou de 
representar o ano de fabricação do veículo e passou a indicar o modelo (na 
prática, o ano-modelo). 
• Instituiu uma plaqueta ou etiqueta destrutível quando de sua remoção 
com a inscrição do ano de fabricação do veículo. 
 
No período de vigência da Resolução nº 691/88, ou seja, de 1988 a 1998, era 
obrigatório inserir, na 10ª posição do NIV, o caractere representativo do ano de 
fabricação do veículo. Portanto, quem examinar veículos fabricados nessa 
época, deverá estar atento à codificação respectiva. 
 
Para que você possa fixar seu aprendizado sobre os critérios para a 
identificação de veículos, observe o seguinte quadro-resumo. 
 
Observe que esse quadro possui as mesmas cores da tabela 4 (módulo 1). Isto 
 
 
] 
 
 
 
é proposital e facilitará a compreensão do assunto, pois se relaciona à mesma 
legislação. 
QUADRO RESUMO DOS CRITÉRIOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE 
VEÍCULOS - CARACTERÍSTICAS DE CADA FASE
Antes da adoção 
da NBR 6066/80
Após a adoção da 
NBR 6066/80 até a 
edição das Res. 
659/85 e 691/88
Durante o período 
88 a 98 – Vigências 
das Res. 659/85 e 
691/88
Após a edição da 
Res. 24/98
VIN com variadas 
quantidades de 
caracteres, gravado 
na estrutura do 
veículo
VIN com 17 
caracteres, gravado 
na estrutura do 
veículo
VIN com 17 
caracteres, gravado 
na estrutura do 
veículo
VIN com 17 caracteres, 
gravado na estrutura do 
veículo
1 plaqueta de 
identificação 
contendo o VIN
1 plaqueta de 
identificação 
contendo o VIN
_________ _________
Sem etiquetas Sem etiquetas
3 etiquetas: assoalho, 
compartimento do 
motor e coluna da 
porta anterior direita
2 etiquetas: 
compartimento do 
motor e coluna da porta 
anterior direita
Sem gravação nos 
vidros
Sem gravação nos 
vidros
Gravação da VIS em 6 
vidros: anterior, 
posterior e 2 de cada 
lado
Gravação da VIS em 6 
vidros: anterior, 
posterior e 2 de cada 
lado
Diversos critérios 
de codificação, 
alguns até sem 
indicação do ano
Ano de fabricação ou 
ano-modelo na 10ª 
posição
Ano de fabricação na 
10ª posição
Ano-modelo na 10ª 
posição
_________ _________ _________
1 plaqueta contendo o 
ano de fabricação
 
 
 
Aula 3 - Sistema de Placas de Identificação de Veículos 
 
Nesta aula, você estudará a Resolução 231, de 15 de março de 2007 (que 
revogou a Resolução nº 45 /98, de 21 de maio de 1998). 
 
 
 
] 
 
 
 
A Resolução nº 231, de 15 de março de 2007, estabelece o Sistema de 
Placas de Identificação de Veículos, considerando o disposto nos Artigos 
115, 221 e 230 nos incisos I, IV e VI do Código de Trânsito Brasileiro - CTB. 
 
 
Importante! 
 A Resolução 231/07 revogou as Resoluções do CONTRAN Nº 783/94 e 
45/98. 
 A Resolução 231/07 (em vigor) foi alterada pelas Resoluções do 
CONTRAN Nº 241/07, 288/08 (revogada pela Resolução Nº 309), pela 
Deliberação do Contran nº 74/08 (referendada pela Resolução Nº 309); 
e pelas Resoluções Nº 309/09 e 372/11. 
 
3.1. Principais características das placas dos veículos 
 
3.1.1 Dimensões 
 As placas dianteira e traseira dos veículos particulares, de aluguel, 
oficial, de experiência, de aprendizagem e de fabricante devem possuir 
suas nas seguintes dimensões (aplicação em veículos tipos passeio, 
ônibus, caminhão, caminhoneta, e assemelhados):Altura (h) = 130 mm; e Comprimento (c) = 400 mm; altura do corpo dos 
caracteres (h) = 63 mm 
 
Exemplo de placa 
 
 
] 
 
 
 
Fonte: www.casadasplacas.com.br 
 A placa (traseira) de motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclo 
motorizados deve ter as seguintes dimensões: 
Altura (h) = 136 mm; comprimento (c) = 187 mm; altura do corpo dos 
caracteres (h) = 42 mm 
 
Exemplo de placa 
Fonte: www.casadasplacas.com.br 
 A placa (traseira) de motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclo 
motorizados (fabricados ou quando da mudança de município, a partir 
de 1º de janeiro de 2012) deve ter as seguintes dimensões (conforme 
item 3.1 do anexo, acrescentado pela R 372/11): 
Altura (h) = 170 mm; comprimento (c) = 200 mm; altura do corpo dos 
caracteres (h) = 53 mm 
 
Nota 1 
Presumivelmente só é obrigatório o uso de placas dianteira e traseira em 
veículos de 4 ou mais rodas, pois a Resolução 231/07 não cita 
explicitamente que se deva usar placa dianteira em motos ou 
assemelhados. 
 
 
 
] 
 
 
 
Nota 2 
Devido à Resolução 309/09 que alterou o item 1 do anexo da Resolução 
231/07: Quando a placa não couber no receptáculo a ela destinado no 
veículo o DENATRAN poderá autorizar, desde que devidamente 
justificado pelo seu fabricante ou importador, redução de até 15% 
(quinze por cento) no seu comprimento, mantida a altura dos caracteres 
alfanuméricos e os espaços a eles destinados. 
 
3.1.2 Outras informações (ainda sobre a Resolução Nº 231/07) 
 (Art.1º § 1º) As placas dianteira e traseira deverão conter, gravados em 
tarjetas removíveis a elas afixadas, a sigla identificadora da Unidade da 
Federação e o nome do Município de registro do veículo, exceto nas 
placas dos veículos oficiais, de representação, aos pertencentes a 
missões diplomáticas, às repartições consulares, aos organismos 
internacionais, aos funcionários estrangeiros administrativos de carreira 
e aos peritos estrangeiros de cooperação internacional. 
 (Art.1º § 2º) As placas excepcionalizadas no § anterior, deverão conter, 
gravados nas tarjetas ou, em espaço correspondente, na própria placa, 
os seguintes caracteres: 
I - veículos oficiais da União: B R A S I L; 
II - veículos oficiais das Unidades da Federação: nome da Unidade da 
Federação; 
III - veículos oficiais dos Municípios: sigla da Unidade da Federação e 
nome do Município. 
IV - As placas dos veículos automotores pertencentes às Missões 
Diplomáticas, às Repartições Consulares, aos Organismos 
Internacionais, aos Funcionários Estrangeiros Administrativos de 
Carreira e aos Peritos Estrangeiros de Cooperação Internacional 
deverão conter as seguintes gravações estampadas na parte central 
superior da placa (tarjeta), substituindo-se a identificação do Município: 
 
 
] 
 
 
 
a) CMD, para os veículos de uso dos Chefes de Missão Diplomática; 
b) CD, para os veículos pertencentes ao Corpo Diplomático; 
c) CC, para os veículos pertencentes ao Corpo Consular; 
d) OI, para os veículos pertencentes a Organismos Internacionais; 
e) ADM, para os veículos pertencentes a funcionários 
administrativos de carreira estrangeiros de Missões Diplomáticas, 
Repartições Consulares e Representações de Organismos 
Internacionais; 
f) CI, para os veículos pertencentes a peritos estrangeiros sem 
residência permanente que venham ao Brasil no âmbito de Acordo 
de Cooperação Internacional. 
 
Importante! 
Com referência à placa de identificação dos veículos relacionados 
nas letras “a” até “f”, e os procedimentos necessários para obtê-la, 
em conformidade com o RENAVAM, a Resolução 286/2008 institui 
(no Art. 2º) que: 
“o registro do veículo, a expedição do Certificado de Registro e a 
designação da combinação alfanumérica da placa de identificação 
serão realizadas pelos órgãos executivos de trânsito dos Estados e 
do Distrito Federal mediante a apresentação de autorização 
expedida pelo Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores.” 
Igualmente, todo ato de mudança de categoria, ou propriedade, será 
procedido pelos mesmos órgãos executivos de trânsito mediante as 
exigências relacionadas no Art. 3º. 
 
3.1.3. Disposições 
 
 (Art.1º § 3°) A placa traseira será obrigatoriamente lacrada à estrutura do 
veículo, juntamente com a tarjeta, em local de visualização integral. 
(Resolução Nº 231/07) 
 
 
] 
 
 
 
 (Art. 1º § 4°) Os caracteres das placas de identificação serão gravados 
em alto relevo. (Resolução Nº 231/07) 
 (Art. 6º) A partir de 1º de janeiro de 2008, ficam obrigados a utilizar 
placa traseira de identificação com película refletiva os veículos de 2 ou 
3 rodas do tipo de motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclo (redação 
modificada pela Resolução Nº 241/07): 
a) que foram registrados na categoria aluguel; 
b) que foram registrados nas demais categorias a partir de 1º de janeiro 
de 2008; 
c) que foram transferidos de município a partir de 1º de janeiro de 2008. 
Importante! 
Aos demais veículos (registrados antes de 1º de janeiro de 2008) é 
facultado o uso de placas com película refletiva, desde que atendidas 
as especificações do anexo desta Resolução. (Parágrafo único do 
Art. 6º, válido até 1º/01/2012} 
Os demais veículos, fabricados a partir de 1º de janeiro de 2012, 
deverão utilizar obrigatoriamente, placas e tarjetas confeccionadas 
com película refletiva, atendidas as especificações do Anexo desta 
Resolução. (Parágrafo único do Art. 6º, válido a partir de 1º/01/2012 
= Nova redação dada pela Resolução Nº 372/11, de 18/03/11.) 
 
 (Art.8º) Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de identificação 
nos veículos em que a aplicação do dispositivo de engate para reboques 
resultar no encobrimento, total ou parcial, da placa traseira localizada no 
centro geométrico do veículo. (Resolução Nº 231/07) 
 
 
] 
 
 
 
 (Art. 9º § único) A segunda placa de identificação será lacrada na parte 
estrutural do veículo em que estiver instalada (pára-choque ou 
carroceria). (Resolução Nº 231/07) 
3.1.4. Demais Características 
 O código de cadastramento do fabricante da placa e da tarjeta será 
composto por um número de 3 algarismos, seguido da sigla da Unidade 
da Federação e dos dois últimos algarismos do ano de fabricação, 
gravados em alto ou baixo relevo, em cor igual a do fundo da placa 
(anexo, item 7). (Observação: na prática, em algumas placas os anos de 
fabricação aparecem marcados com 4 algarismos. Veja na foto que 
ilustra as inscrições do fabricante.) 
 
 Os veículos, após identificados, deverão ter sua placa traseira lacrada à 
estrutura (apenas a placa traseira, conforme item 12 do anexo) com 
lacre de material sintético virgem ou metálico, de uso exclusivo e com 
identificação do órgão de trânsito responsável. Deve ter características 
de inviolabilidade e permitir a passagem de arame galvanizado trançado 
por seu interior. 
 
 
] 
 
 
 
 A Resolução nº 231/2007 não especifica cor para os lacres. Apenas 
estabelece que deverão ter dimensões mínimas de 15 x 15 x 4mm . 
Lacre da placa com inscrição do DETRAN, 
com a UF e o ano do emplacamento
 
 
Observação 
O item 5.1 do anexo da Resolução 231/07 (não modificado pela Resolução 
241/07) especifica as cores das placas e das tarjetas. 
Os conteúdos relacionando as cores das placas e das tarjetas, bem como a 
distribuição de placas aos estados serão apresentados no Módulo 3 – O 
Sistema RENAVAM. 
 
 
AULA 4 – CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO 
 
 
Nesta aula você tomará conhecimento das características das CNHs anteriores 
e irá estudar a Resolução nº 192, 30 de março de 2006, que regulamenta a 
expedição do documento único da atual CNH - Carteira Nacional de 
Habilitação, considerada novíssima, com novo leiaute e requisitos de 
segurança. 
 
 
] 
 
 
 
 
Histórico e características 
 
1) A carteira antiga regulamentada pela Resolução nº 734/89 não oferecia 
espaço para fotografia e possuíapoucos detalhes de segurança. 
 
 
Exemplo: carteira antiga 
 
 
 
Características: sem fotografia e poucos detalhes de segurança. 
 Validade original da carteira: de 18 a 40 anos 
Considerando não vencidos os exames de sanidade física e mental: 
 Validade até o motorista completar 40 anos 
Limites impostos pela Resolução 276/98: 
 – 30 dias após o vencimento, para recadastrar e participar do cadastro de 
condutores RENACH, para não ter a carteira cancelada. 
 – Prazo máximo para cadastramento no cadastro de condutores RENACH e 
 
 
] 
 
 
 
inclusão na BINCO: 31/janeiro/2012. 
 
 
2) A carteira nova, criada pela Resolução nº 765/93, alterada pela 
Resolução nº 71/98, trouxe muitas inovações, incluiu fotografia e 
detalhes de segurança contra falsificações, como também passou a ser 
aceita como documento de identidade. 
 
 
a) Carteira nova (a partir de 1993/98), modelo apresentado na internet: 
 
 
 
 
Fontes: http://www.depurar.net/noticias/contran-estabelece-novas-regras-para-
obtencao-de-cnh-2009 ou 
http://www.fraudes.org/showpage1.asp?pg=258 , consulta em setembro/2011. 
 
 
Desde quando a CNH é considerada oficialmente como documento 
de identidade? 
 
A Lei 9.503/97, que instituiu o atual CTB, em seu Art. 159, dispõe que “A 
Carteira Nacional de Habilitação, expedida em modelo único e de acordo com 
http://www.fraudes.org/showpage1.asp?pg=258
 
 
] 
 
 
 
as especificações do CONTRAN, atendidos os pré-requisitos estabelecidos 
neste Código, conterá fotografia, identificação e CPF do condutor, terá fé 
pública e equivalerá a documento de identidade em todo o território nacional.” 
A Resolução 168/04, modificada pela Resolução 169/05, no seu parágrafo 3º, 
normatiza que a CNH deve produzir seus efeitos legais quando apresentada no 
original e dentro do prazo de validade. 
 
A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) é provavelmente o melhor 
documento de identificação disponível hoje no Brasil, tendo em vista os 
seguintes motivos: 
1 - Tem prazo de validade definido, com foto relativamente recente; 
2 - Contém muitas características de segurança e informações importantes, tais 
como nº do RG e filiação; 
3 - É um documento unificado, com número nacional único para cada condutor, 
e validade nacional. 
 
b) Características da CNH da Resolução 765/93, alterada pela 
Resolução 71/98, conforme fotografia de cartaz de divulgação da 
época: 
 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 
 Três números de identificação 
 
A Resolução 192, de 30 de março de 2006, regulamenta a expedição do 
documento único da CNH, com novo leiaute e requisitos de segurança: 
 
O documento de habilitação terá dois números de identificação nacional e um 
número de identificação estadual (Art.2º) 
 O primeiro terá 9 caracteres mais 2 dígitos de verificação e será único 
para cada condutor, não sendo permitida sua reutilização para outro. 
 O segundo será formado por 8 caracteres mais um dígito verificador de 
segurança e identificará cada espelho de CNH expedida. 
 O terceiro será o número do formulário RENACH, documento de coleta 
de dados do condutor gerado a cada serviço, composto de 11 caracteres, 
sendo as 2 primeiras posições formadas pela sigla da UF expedidora e a 
última opcionalmente por um dígito verificador de segurança (o 
número do formulário RENACH identificará a UF onde o condutor 
foi habilitado ou realizou alterações de dados no seu prontuário pela 
 
 
] 
 
 
 
última vez; o formulário RENACH que dá origem às informações 
da BINCO e autorização para impressão da CNH deverá ficar 
arquivado em segurança no órgão ou entidade executiva de trânsito 
do Estado ou do Distrito Federal). (Resolução 192/2006) 
 
 
 
 
Veja exemplo no próximo quadro: 
 
 
 Novas dimensões 
 
As dimensões da nova CNH são: 
 
Documento aberto: 85 x 120mm 
Documento dobrado: 85 x 60mm 
 
 
 
 Mais características de segurança 
A mais nova CNH possui 10 características de segurança na parte superior 
do documento, mais 11 na parte inferior. 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 
 
 
1- Foto personalizada, não impacto em policromia, com alta definição. 
2- Filigrana negativa incorporando textos de identificação. 
3- Fundo invisível sensível à luz ultravioleta (Brasão da República, 
Bandeira do Brasil e geométrico positivo) 
4- Fundo off-set numismático duplex, com brasão da República 
incorporado. 
5- Microtexto positivo e negativo com falha em talho-doce. 
6- Personalização não impacto à cores (vermelho) 
7- Papel de segurança (Mould Made) 
8- Texto de identificação e numeração tipográfica com dígito verificador, 
sensível à luz ultravioleta. 
9- Fundo anti-scanner duplex, tarja geométrica positiva e microletra 
negativa “CNH”. 
 
 
] 
 
 
 
10- Brasão da república em talho doce. 
 
 
 
1- Fundo off-set numismático duplex, com bandeira estilizada. 
2- Microtexto positivo e negativo com falha técnica em talho-doce. 
3- Registro coincidente (see-through) 
4- Número identificador da CNH criptográfico. 
5- Filigrana negativa incorporando textos de identificação. 
6- Holograma 
7- Fundo geométrico positivo em off-set. 
8- Fio de microtextos positivos “DENATRAN” em talho-doce. 
9- Fundo anti-scanner duplex, tarja geométrica positiva e microletra 
negativa “CNH”. 
10- Texto de identificação e numeração tipográfica com dígito verificador, 
sensível à luz ultravioleta. 
11- Imagem latente “Original”. 
 
 
] 
 
 
 
 
 
 
 
Finalizando... 
 
Nesse módulo você estudou que: 
 
• A Lei nº 9.426/96, que modifica artigos do código penal, 
estabelece as penas para os crimes relacionados à identificação 
veicular; 
• A Resolução nº 24, de 21 de maio de 1998, estabelece o critério 
de identificação de veículos a que se refere o Art. 114 do Código 
de Trânsito Brasileiro; 
• A Resolução nº 231, de 15 de março de 2007, estabelece que as 
placas dianteira e traseira deverão conter, gravados em tarjetas 
removíveis a elas afixadas, a sigla identificadora da Unidade da 
Federação e o nome do Município de registro do veículo, exceto 
nas placas dos veículos oficiais, de representação, aos 
pertencentes a missões diplomáticas, às repartições consulares, 
aos organismos internacionais, aos funcionários estrangeiros 
administrativos de carreira e aos peritos estrangeiros de 
cooperação internacional. 
 A placa traseira será obrigatoriamente lacrada à estrutura do 
veículo, juntamente com a tarjeta, em local de visualização 
integral. 
• A segunda placa traseira de identificação (caso de reboques) será 
lacrada na parte estrutural do veículo em que estiver instalada 
(pára-choque ou carroceria). 
• A Resolução nº 192, de 30 de março de 2006, regulamenta a 
expedição do documento único da Carteira Nacional de 
Habilitação - CNH, com novo leiaute e requisitos de segurança. 
 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 Quadro ilustrativo das características de segurança da mais nova 
carteira 
(foto de divulgação pela internet. Disponível em 
http://www.fraudes.org/showpage1.asp?pg=258): 
 
Exercícios: 
 
1. Considerando as legislações vigentes, marque (V) para as sentenças 
verdadeiras e (F) para as falsas: 
F 
 
 
] 
 
 
 
adquirir, receber, transportar, conduzir 
ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto 
de crime ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou 
oculte.
V 
De acordo com a Resolução nº 24/98, do CONTRAN, a gravação do 
número de identificação veicular (VIN) no chassi ou monobloco, 
deverá ser feita, no mínimo, em um ponto de localização, de acordo 
com as especificações vigentes e formatos estabelecidos pela NBR 3 
nº 6066/80 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, 
em profundidade mínima de 0,2mm.
F 
A Resolução nº 24/98, do CONTRAN, não eliminou a obrigatoriedade 
da colocação da etiqueta no assoalho, mas modificou o teor do 
caractere da 11ª posição do NIV, que deixou de representar o ano defabricação do veículo e passou a indicar o modelo (na prática, o ano-
modelo).
V 
De acordo com o que estudou, é possível presumir que só é 
obrigatório o uso de placas dianteira e traseira em veículos de 4 ou 
mais rodas. Não é obrigatório o uso de placa dianteira em 
motocicletas. 
V 
A Resolução nº 231/2007 não especifica cor para os lacres. Apenas 
estabelece que deverão ter dimensões mínimas de 15 x 15 x 4mm . 
 
 
2. No modelo de CNH seguinte visualize as posições dos dois 
números de identificação nacional, do número de identificação 
estadual e do código de segurança. 
 
 
] 
 
 
 
 
 
Gabarito abaixo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação: para validação do número de segurança de CRV consulte o 
site 
https://denatran.serpro.gov.br/index2.htm 
 
 
 
 
Módulo 3 – O Sistema RENAVAM 
Apresentação do módulo 
 
Você sabe o que é RENAVAM? 
 
Se até o momento você respondia que RENAVAM é apenas o Registro Nacional de 
Veículos Automotores, espere até o final da leitura deste módulo, pois você descobrirá 
muito mais informações a respeito do projeto que implementou uma série de mudanças 
que auxiliam a identificação veicular. 
 
Neste módulo você irá estudar a definição, o histórico, e as mudanças importantes 
introduzidas pelo sistema RENAVAM. 
 
Objetivos do módulo 
 
Ao final do estudo desse módulo, você será capaz de: 
 
 Definir o que é RENAVAM; 
 Analisar o histórico do RENAVAM; 
 Compreender as mudanças introduzidas pelo sistema RENAVAM. 
 
 
Estrutura do módulo 
Aula 1 – Definição, Conceito, Objetivos e Histórico 
Aula 2 - Mudanças Introduzidas pelo Sistema RENAVAM 
Aula 3 – O Projeto RENAVAM 
 
 
 
 
Aula 4 – Usuários das Informações do RENAVAM 
Aula 5 – Distribuição de Novas Placas 
 
 
 
 
Aula 1 – Definição, conceito, objetivos e histórico 
 
1.1. Definição 
 
 O RENAVAM é um sistema informatizado destinado a integrar as informações sobre todos os 
veículos produzidos ou em circulação no território nacional. 
 
1.2. Conceito e objetivos do Projeto RENAVAM 
 
A ideia central do Projeto RENAVAM foi obter informações sobre a frota nacional de veículos 
automotores por meio da interligação das Bases de Dados Estaduais. 
 
As informações tornaram-se acessíveis através de recursos de teleprocessamento, 
possibilitando o alcance dos seguintes objetivos: 
 
• Individualizar a identificação veicular (principal objetivo técnico); 
• Desburocratizar os órgãos de trânsito; 
• Recadastrar a frota nacional; 
• Uniformizar procedimentos; 
• Reduzir a impunidade; 
• Disponibilizar informações mais confiáveis sobre a frota nacional; 
• Eliminar agentes intermediários; 
• Combater a corrupção; e 
 
 
 
 
• Instrumentalizar ações de combate a roubos/furtos de veículos. 
 
1.3. Histórico 
 
Para que possa analisar o histórico do RENAVAM é necessário compreender cinco 
pontos importantes: 
 
a. Necessidade histórica; 
b. Regulamentação; 
c. Funcionamento; 
d. Modelo Tecnológico 
e. Equipamento. 
 
Estude, a seguir, sobre cada um deles! 
 
a) A necessidade histórica: com a extinção da Taxa Rodoviária Única -TRU e a criação 
do IPVA1, as informações sobre veículos e seus proprietários passaram a ser 
administradas unicamente pelos DETRANs, no âmbito de cada Estado. Com isso, os 
dados cadastrados atendiam apenas às necessidades específicas locais, não 
possibilitando uma consolidação em nível nacional. 
 
 
b) A regulamentação: O Ministério da Justiça, sentindo essa carência (de consolidação), 
regulamentou, em 06 de março de 1986, o Registro Nacional de Veículos Automotores – 
RENAVAM, padronizando, em nível nacional, as informações relativas a veículos 
automotores administradas pelos Órgãos Estaduais de Trânsito. 
 
1
 Imposto sobre propriedade de Veículos Automotores, de responsabilidade da Secretaria da Fazenda. 
Esse imposto é cobrado na época do licenciamento anual do veículo 
 
 
 
 
 
c) O funcionamento: O Projeto Central RENAVAM é a consolidação dessas informações 
por meio da interligação das Bases de Dados Estaduais, tornando-as acessíveis através 
de recursos de teleprocessamento. 
 
 
d) O modelo tecnológico: “O modelo tecnológico é complexo e único na América Latina”. 
Essa era a informação que constava do folheto informativo do Ministério da 
Justiça/DENATRAN, que circulou à época da implantação. A definição do modelo 
tecnológico iniciou-se em 1985, quando da concepção do RENAVAM, e foi concluída em 
1991, quando da interligação dos primeiros Estados que entraram em operação no 
sistema. 
 
e) O equipamento: admite a utilização de equipamentos de marcas diferentes (inicialmente 
IBM e UNYSIS) através de tradutores (Processadores de Comunicação chamados 
GATEWAYs). Em decorrência, é possível a interligação de bases de dados residentes 
em equipamentos (chamados HARDWAREs) heterogêneos dos Estados. 
 
 
 
Aula 2 - Mudanças introduzidas pelo sistema RENAVAM 
 
A seguir você estudará as várias as mudanças que foram introduzidas pelo sistema 
RENAVAM. 
 
2.1. A mudança da maneira de cadastramento 
 
No sistema antigo, o controle do Governo era baseado nas informações das notas fiscais dos 
 
 
 
 
veículos. 
No Sistema RENAVAM, as informações fornecidas pelas montadoras são os dados 
utilizados para controle dos veículos. 
Esses dados (pré-cadastramento) são inseridos na Base de Índice Nacional - BIN e são 
utilizados pelos DETRANs na emissão dos documentos dos respectivos veículos. 
 
2.2. A mudança do modelo da placa padrão nacional 
 
Na execução do projeto RENAVAM foi prevista a mudança do modelo da placa padrão nacional, 
para possibilitar a individualização dos veículos também nesse aspecto. 
 
As placas de duas letras e quatro números forneciam, de acordo com folhetos do DENATRAN, 
cerca de seis milhões e meio de combinações, quantidade insuficiente e que ocasionava sua 
duplicação ou triplicação frente à frota nacional, estimada na época em dezoito milhões de 
veículos. 
 
Como você estudou no módulo 2, o modelo da placa substitutiva, hoje utilizada, apresenta sete 
caracteres, sendo três letras e quatro números, permitindo, de acordo com folhetos do 
DENATRAN, cento e setenta e cinco milhões de combinações. Esses caracteres identificam 
o veículo, enquanto que as cores indicam a finalidade de utilização. 
 
2.3. A nova placa-modelo dos veículos 
 
De acordo com a finalidade de utilização dos veículos, suas placas devem seguir a seguinte 
combinação de cores, conforme estabelecido pela Resolução 231 de 15 de março de 2007, que 
revogou e substituiu as Resoluções 783/84 e 45/98: 
 
Tabela 6 – Tabela de Cores/ Conteúdos das Tarjetas 
 
 
 
 
 
 
Existem ainda outros tipos de placas com finalidades específicas. Veja a tabela a seguir: 
 
 
Tabela 7 – Placas com Finalidades Específicas 
 
CORES UTILIZAÇÃO 
CONTEÚDO DAS 
TARJETAS 
Fundo preto com caracteres 
dourados. A placa 
apresenta o Brasão da 
República do lado esquerdo 
Carros oficiais de prefeitos, 
presidentes da câmara, do 
senado, de assembleias e 
ministros de tribunais. 
(U) = Brasil 
(E) = nome da UF 
(M) = nome da UF + nome do 
município 
Fundo verde com caracteres 
brancos 
Veículos em experiência ou 
em fase de testes pelas 
montadoras 
Nome da UF + município de 
registro 
Fundo preto com caracteres 
cinzas. 
Veículos de colecionadores Nome da UF + município de 
registro 
Fundo branco com 
caracteres vermelhos 
Veículo de auto-escola. 
Aprendizagem 
Nome da UF + município de 
registro 
Fundo azul com caracteres 
brancos 
Missão Diplomática, Corpo 
Diplomático ou Consular. 
Organismo Internacional, e 
Acordo de Cooperação 
Internacional. 
Nome da UF + 
CMD (para Chefe da Missão 
Diplomática) 
CD (para Corpo Diplomático) 
CC (para Corpo Consular) 
OI (para Organismos 
Internacionais) 
ADM (para funcionáriosde 
carreira do MD, CD, CC e OI) 
 
 
 
 
CI (para Peritos estrangeiros de 
Acordo de Cooperação 
Internacional) 
 
A mudança de gestão 
 
 A implantação da nova placa fez parte de uma ação conjunta dos Governos Estaduais e Federal 
dentro do Projeto RENAVAM, tendo como gestor o DENATRAN. 
 
A implantação do sistema RENAVAM nos Estados demorou 8 anos, 4 meses e 8 
dias, tendo iniciado em 20/02/1990 com a distribuição das primeiras placas ao Estado do 
Paraná, e terminado em 28/06/1998, com a distribuição das últimas placas da primeira série ao 
Estado do Amapá. 
Para entender o “porquê” da demora, considere o cumprimento dos itens funcionamento, modelo 
tecnológico e equipamentos (aula 1) frente às dificuldades técnicas, financeiras e burocráticas 
para aquisição dos equipamentos e treinamento da mão-de-obra. 
 
Onde o veículo foi emplacado pela primeira vez? 
 A partir da implantação da nova placa-modelo dos veículos, o DENATRAN, como gestor 
do sistema RENAVAM, distribuiu as primeiras séries de sequências específicas aos 
Estados da Federação. De acordo com a Tabela de Destinação de Placas, você pode 
verificar onde o veículo foi emplacado pela primeira vez. 
 Observe que as letras são agrupadas na ordem alfabética convencional, tendo-se 
utilizado o alfabeto completo, inclusive com as letras K, W e Y. 
 Exemplos: 
AAA-0001 É um veículo emplacado no Paraná. 
JDR-0001 É um veículo emplacado no Distrito Federal. 
 
 
 
 
Observando a tabela 8, você irá constatar que nem todo veículo com placa iniciada em 
“J” foi emplacado no DF, pois outros estados também foram contemplados com esta 
letra (BA, AM, MT e PA), por isso, é importante observar o agrupamento de letras 
fornecido na tabela. 
 
 
Tabela 8 - DESTINAÇÃO DE PLACAS 
(por época da implantação do sistema RENAVAM ) 
 
UF DATA INAUGURAL SÉRIE INICIAL SÉRIE FINAL 
PR 20/02/90 AAA - 0001 BEZ - 9999 
SP 18/10/91 BFA - 0001 GKI - 9999 
MG 01/08/91 GKJ - 0001 HOK - 9999 
MA 04/11/91 HOL - 0001 HQE - 9999 
MS 05/11/91 HQF - 0001 HTW - 9999 
CE 17/03/92 HTX - 0001 HZA - 9999 
SE 13/07/92 HZB - 0001 IAP - 9999 
RS 22/09/92 IAQ - 0001 JDO - 9999 
DF 03/08/92 JDP - 0001 JKR - 9999 
BA 28/12/92 JKS - 0001 JSZ - 9999 
PA 20/07/93 JTA - 0001 JWE - 9999 
 
 
 
 
AM 05/08/93 JWF - 0001 JXY - 9999 
MT 13/09/93 JXZ - 0001 KAU - 9999 
GO 09/11/93 KAV - 0001 KFC - 9999 
PE 29/03/94 KFD - 0001 KME - 9999 
RJ 21/03/94 KMF - 0001 LVE - 9999 
PI 28/03/94 LVF - 0001 LWQ - 9999 
SC 05/10/94 LWR - 0001 MMM - 9999 
PB 30/06/95 MMN - 0001 MOW - 9999 
ES 22/01/96 MOX - 0001 MTZ - 9999 
AL 23/05/96 MUA - 0001 MVK - 9999 
TO 06/11/96 MVL - 0001 MXG - 9999 
RN 12/11/97 MXH - 0001 MZM - 9999 
AC 10/03/98 MZN - 0001 NAG - 9999 
RR 18/06/98 NAH - 0001 NBA - 9999 
RO 08/06/98 NBB - 0001 NEH - 9999 
AP 28/06/98 NEI - 0001 NFB - 9999 
 
Fonte: DENATRAN 
 
 
 
 
 
 
Aula 3 - O Projeto RENAVAM 
 
O projeto RENAVAM foi concebido em módulos, com as seguintes finalidades: 
 
 Pré-Cadastramento - Cadastro dos dados de componentes e características dos 
veículos automotores na CENTRAL RENAVAM (Base Índice Nacional – BIN). 
 
 Atualização Cadastral - Registro na CENTRAL RENAVAM de toda atualização ocorrida 
com os dados do veículo, desde o primeiro registro até a sua baixa final, incluindo 
mudança de propriedade, mudança de características e transferência para outra Unidade 
da Federação, com ou sem troca de proprietário. 
 
 Roubos/Furtos - Registro na CENTRAL RENAVAM, através dos Órgãos de Segurança 
Estaduais, das informações de ocorrência de roubo/furto, recuperação ou devolução de 
um veículo. 
 
 Multas - Permitem aos Órgãos Autuadores o controle e a cobrança efetiva das multas 
resultantes de infrações cometidas por um veículo em outra Unidade da Federação, que 
não a de seu licenciamento ou em Rodovias Federais. 
 
 Controle de Fronteiras - Controla a permanência, em território nacional, de veículos 
licenciados em outros países, inclusive com a cobrança de multas de infrações de 
Trânsito cometidas por seus condutores; e a saída de veículos licenciados no país para o 
estrangeiro. 
 
 Estatísticas – A partir das informações da CENTRAL RENAVAM, são geradas 
estatísticas, que ficam disponíveis em terminais para consultas e em relatórios editados 
periodicamente. 
 
 Consultas - Permitem o acesso às informações, na CENTRAL RENAVAM, por qualquer 
 
 
 
 
usuário devidamente credenciado pelo DENATRAN, via terminal de vídeo ou telex. 
 
 Controle Gerencial - Fornece ao DENATRAN, como gestor do projeto, informações 
atualizadas sobre o processamento do sistema, permitindo o controle sobre quem 
acessa ou fornece as informações. 
 
 
Aula 4 - Usuários das informações do RENAVAM 
 
De acordo com folhetos do DENATRAN, os usuários efetivos e potenciais das 
informações do RENAVAM são: 
 
 
 Órgãos de Trânsito e Transporte; 
 Órgãos de Segurança Pública; 
 Órgãos Fazendários; 
 Entidades Privadas. 
 
Estude, a seguir, sobre cada um deles: 
 
Órgãos de Trânsito e Transporte 
 Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN 
 Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN 
 Departamentos de Trânsito – DETRANs (âmbito estadual) 
 Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte - DNIT 
 Departamentos de Estradas e Rodagens – DERs (âmbito estadual) 
 Órgãos Municipais de Trânsito 
 
 
 
 
 
Órgãos de Segurança Pública 
 Secretarias Estaduais de Segurança Pública Departamento de Polícia Federal 
 Departamento de Polícia Rodoviária Federal 
 Delegacias de Roubos e Furtos de Veículos 
 Polícias Militares 
 Polícias Civis 
 
Órgãos Fazendários 
 Secretarias Estaduais da Fazenda 
 Secretarias da Receita Federal 
 
 Entidades privadas 
 Seguradoras 
 Montadoras 
 Revendedoras de Veículos 
 CNTT – Confederação Nacional dos Transportes Terrestres 
 NTC – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística 
 Público em geral, e outros. 
 
 
AULA 5 – DISTRIBUIÇÃO DE NOVAS PLACAS 
 
Veja a seguir a tabela 9 que mostra a distribuição de novas placas 
 
Tabela 9 – Distribuição de Novas Placas 
 
UF 
Data do 
documento de 
distribuição (pelo 
 
Série inicial 
 
Série final 
 
 
 
 
DENATRAN) 
GO (2ª SEQUÊNCIA) 20/08/03 NFC - 0001 NGZ - 9999 
MA (2ª SEQUÊNCIA) 12/06/06 NHA - 0001 NHT - 9999 
PI (2ª SEQUÊNCIA) 07/03/07 NHU - 0001 NIX - 9999 
MT (2ª SEQUÊNCIA) 08/02/07 NIY - 0001 NJW - 9999 
GO (3ª SEQUÊNCIA) 22/11/07 NJX - 0001 NLU - 9999 
AL (2ª SEQUÊNCIA) 03/03/08 NLV - 0001 NMO - 9999 
MA (3ª SEQUÊNCIA) 18/09/08 NMP- 0001 NNI - 9999 
RN (2ª SEQUÊNCIA) 21/07/08 NNJ - 0001 NOH - 9999 
AM (2ª SEQUÊNCIA) NOI – 0001 NPB - 9999 
MT (3ª SEQUÊNCIA) 13/10/08 NPC - 0001 NPQ - 9999 
PB (2ª SEQUÊNCIA) 10/12/08 NPR - 0001 NQK - 9999 
CE (2ª SEQUÊNCIA) 08/12/08 NQL – 0001 NRE - 9999 
MS (2ª SEQUÊNCIA) 19/02/09 NRF - 0001 NSD - 9999 
PA (2ª SEQUÊNCIA) 18/02/09 NSE - 0001 NTC - 9999 
SP (Série ESPECIAL?) 29/07/09 SAV - 0001 SAV – 9999 
BA (2ª SEQUÊNCIA) 20/11/09 NTD - 0001 NTW – 9999 
 
 
 
 
MT (4ª SEQUÊNCIA) 20/11/09 NTX – 0001 NUG – 9999 
RR (2ª SEQUÊNCIA) 23/12/09 NUH – 0001 NUL - 9999 
 
 
A seguir, veja novas placas, ainda sem confirmação oficial das sequências e datas de 
distribuição pelo DENATRAN. 
 
Tabela 10 – Novas placas ainda sem confirmação oficial 
 
 
UF 
Data do 
documento de 
distribuição 
(pelo 
DENATRAN) 
 
Série inicial 
 
Série final 
CE (3ª SEQUÊNCIA) NUM – 0001 NVF – 9999 
SE (2ª SEQUÊNCIA) NVG – 0001 NVN – 9999 
GO (4ª SEQUÊNCIA) NVO – 0001 NWR – 9999 
MA (4ª SEQUÊNCIA) NWS – 0001 NXT – 9999 
PE (2ª SEQUÊNCIA) NXU – 0001 NXW – 9999 
RR (3ª SEQUÊNCIA) NXX – 0001 NYG – 9999 
BA (3ª SEQUÊNCIA) NYH – 0001 NZZ – 9999

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