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* Marca Registrada da Ashland Inc. Página 1 de 4 Formulário Nº 028-00014 Boletim Informativo DERAKANE* Construções em PRFV são amplamente utilizadas em indústrias onde os ambientes são altamente corrosivos. Esses laminados são altamente corrosivos e, quando são feitos com as resinas éster-vinílicas DERAKANE*, formam uma barreira altamente resistente à corrosão entre o ambiente químico e o substrato. A tecnologia de aplicação é altamente especializada, o que exige uma larga experiência para a obtenção de laminados de qualidade. Assim sendo, para que os laminados possam apresentar excelente desempenho, é de extrema importância corrigir ou até mesmo prevenir possíveis defeitos na hora de aplicação. É importante observar que a grande maioria dos defeitos ocorre durante a mistura e a aplicação da resina, e são visíveis de alguma forma. A lista de defeitos apresentada a seguir pode ser usada como auxílio na identificação de problemas e técnicas corretas de fabricação. Reconhecimento de defeitos em PRFV DEFEITO NATUREZA POSSÍVEIS CAUSAS Bolhas de Ar Ar ocluso dentro e entre camadas de laminação; vazios de forma esférica, não interligados. Ar incorporado da resina durante a mistura. Superfície do molde mal preparada ou suja. Bolhas de ar não eliminadas durante a laminação. Bolhas Elevações arredondadas na su- perfície do laminado, de limites algumas vezes bem definidos. Cura da resina muito rápida. Umidade na resina, carga ou fibra de vidro. 14 SÉRIE TÉCNICA RESINAS DERAKANE* Como conhecer defeitos comuns em PRFV Página 2 de 4 * Marca Registrada da Ashland Inc. Formulário Nº 028-00014 Rachaduras de Impacto Separação completa do material ao longo da espessura, visível em ambas as superfícies. Impacto, isuficiência de reforço, ou alta concentração localizada de resina. Fissuras Trincas localizadas na superfície ou abaixo dela. Área isolada rica em resina. Impacto. Serviço intermitente, causando diferenças de tempe- ratura, ciclos de umedecimento /secagem e concentração da resina. Delaminação Separação em camadas. Saturação deficiente do vidro. Superfície suja. Teor de vidro muito elevado. Falha na remoção da proteção parafinada antes da adição de camadas. Olho de Peixe Pequena massa globular não incorporada pelo material circun- dante. Particularmente evidente em materias translúcidos ou transparentes. Superfície suja. Material estranho depositado sobre a resina. Ponto Seco Região de reforço não umectado com resina. Usualmente presente nas bordas. Quantidade insuficiente de resi- na. Acontece frequentemente em operações com molde. Borbulha Elevação superficial em forma de pequena borbulha de aspecto cônico. Usualmente rica em resina. Gotejamento de resina ou pe- quena bolha. Operação feita quando a resina já havia iniciado a cura. Orifícios Pequenas crateras na superfície, regulares ou não, de largura e profundidades similares. Bolhas de ar que sobem à superfície, curadas logo após colapsarem. * Marca Registrada da Ashland Inc. Página 3 de 4 Formulário Nº 028-00014 Bolsão de Resina Aparente acúmulo de resina em uma área pequena, localizada. Laminação deficiente (separação do vidro com substituição por resina). Risco Arranhão, risco ou canal rasos. Manuseio ou estocagem inade- quados. Buracos Bolsas de ar, de forma alongada, cobertas com fino filme de resina curada. Geralmente encontrados em tubulações de pequeno diâmetro, onde a cura se dá de dentro para fora. Vincos Imperfeições superficiais tipo vincos ou rugas, presentes em uma ou mais camadas de reforços moldados. Laminação incorreta. Cura muito rápida. Uso de resina velha. Dobras no filme desmoldante. Saiba que: Se é necessário ou não o reparo destes defeitos, dependerá fundamentalmente de quanto eles afetem a resistência mecânica ou química do laminado. 1. Bolhas e bolsas, se puderem ser quebradas facilmente, devem ser reparadas por lixamento, preenchendo-se os vazios com composto de enchimento e aplicando-se véu de superfície rico em resina. 2. Lascas, trincas superficiais, "olhos de peixe" ou riscos, muitas vezes irão permitir a penetração de umidade ou produtos químicos no vidro. Neste caso, eles devem ser lixados e cobertos com véu de superfície rico em resina. 3. Rachaduras, delaminações, grandes áreas secas e fraturadas são defeitos mais sérios, tanto na diminuição das resistências mecânica como química. Neste caso, deve ser efetuado um remendo através de uma laminação adicional ou remoção completa da área afetada. 4. Defeitos no laminado no lado em contato com o ambiente químico corrosivo são mais críticos. Pequenos defeitos nesta área, com exposição de fios de vidro, proporcionam, ao longo do tempo, propagação do agente químico através do vidro, causando problemas mais sérios. Página 4 de 4 * Marca Registrada da Ashland Inc. Formulário Nº 028-00014 5. A distância de observação da superfície deve ser tal que permita a visualização dos defeitos anteriormente mencionados. Essa inspeção deverá ser feita contra a luz, utilizando-se uma lâmpada de 200 a 300 watts. 6. Informações mais detalhadas de projeto e inspeção de tanques, tubos e acessórios em Plástico Reforçado com Fibra de Vidro podem ser encontradas na norma americana NBS - PS 15-69. A norma ASTM D2563 também trata com detalhes esses defeitos. Visite nossa página na internet: http://www.derakane.com Aviso: Não se infere liberdade alguma de nenhuma patente do fornecedor ou terceiros. 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