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Aulas de Revisão 1-5 Ética na Saúde

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os receptores. 
Além destas, há ainda aspectos éticos envolvidos como o direito ou não de humanos em utilizar-se de animais para fins de retirada de órgãos. 
Tema da Apresentação
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O alotransplante intervivos, naturalmente implica na utilização de órgãos e tecidos específicos e na necessidade de respeitar-se ao preceito ético da não maleficência do doador. 
Isto é, não podemos promover uma doação se a mesma produzir no doador algum tipo de dano ou prejuízo a sua saúde geral. 
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O alotransplante de doador cadáver é de fato o mais comumente utilizado para a grande maioria dos casos e a principal questão ética envolvida diz respeito ao critério de morte, na medida em que esta precisa ser atestada para que se promova a remoção do órgão. 
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Os critérios e caracterização de morte
	O Conselho Federal de Medicina, através da Resolução CFM 1480/97, alterou o critério de morte que anteriormente estava vinculado à falência cardiorrespiratória para a morte encefálica, possibilitando com isso, grande avanço na viabilidade e efetividade das doações. Assim, neste tipo de doação por cadáver, a questão, hoje, resume-se praticamente à forma de obtenção dos órgãos. 
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1998 - medida provisória
2001 - promulgada Lei 10.211/2001(que alterou alguns dos dispositivos da Lei dos transplantes original de 1997) 
2007 - Lei 11.633 que incluiu um artigo na lei original sobre o direito a informação sobre os benefícios da doação de placenta e sangue do cordão umbilical.
A legislação brasileira substitui o critério de doação voluntária pelo do consentimento familiar, onde o cônjuge ou parente na linha sucessória assume a responsabilidade pela autorização da doação.
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De modo geral, podemos resumir os aspectos vinculados à questão da doação de órgãos a um conjunto de princípios éticos gerais, nos quais, se vinculam intrinsecamente as questões dos transplantes. São eles:
Princípio da intangibilidade corporal (associa de modo absoluto o corpo à identidade pessoal – integridade pessoal).
Princípio da solidariedade (possibilidade que os indivíduos têm de sacrificar sua individualidade em detrimento do bem da comunidade (de outros).
Princípio da totalidade (entende o corpo como uma unidade, sendo cada parte do mesmo avaliada de acordo com o todo).
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A estes princípios éticos gerais, somam-se ainda aspectos específicos que se traduzem em princípios do biodireito próprios para as situações de transplantes. Dentre eles, destacam-se:
Princípio da autonomia
Princípio da confidencialidade
Princípio da gratuidade
Princípio da não discriminação
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O princípio da autonomia, pelo qual qualquer coleta de tecidos ou órgãos tem de passar pelo consentimento do doador.
O princípio da confidencialidade, pelo qual se preserva o direito do indivíduo doador em decidir qual a informação sua que autoriza a veiculação ao receptor e qual quer manter em anonimato.
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O princípio da gratuidade, que estabelece que o órgão ou tecido apenas poderá ser dado e nunca vendido, visto que não se trata de objetos e sim partes da própria individualidade.  
Há, ainda, o princípio da não discriminação, em que a seleção dos receptores só pode ser feita mediante critérios médicos. 
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Assunto 5 – Reprodução assistida 	
	Novas tecnologias têm influenciado em relação às alternativas de manipulação genética, no desenvolvimento de técnicas de transplantes e também nos aspectos relacionados à fertilização e reprodução humana.
	Manipulação genética = está diretamente relacionada com o processo de manipulação dos genes num organismo. Geralmente envolvem o isolamento, a manipulação e a introdução de DNA num denominado “corpo de prova”. 
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O que pode ser considerado “vida humana”?
Em que momento a vida biológica deve ser reconhecida como pessoa?
Vida humana para a Igreja católica:
1987 - A Igreja Católica possui um extenso documento intitulado “Instrução sobre o respeito à vida humana em suas origens e a dignidade da procriação em resposta a determinadas questões da atualidade” .
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Neste documento (Donum Vitae) datado de 1987, fica formalmente estabelecido que, pela perspectiva da Igreja, o início da vida humana se dá no momento em que ocorre a fecundação.
2008 - Mais recentemente, em 2008, publica outro documento sobre aspectos de Bioética ligados à dignidade humana onde reforça este entendimento.
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A partir de 2008 considera como lícitas as tecnologias de fertilização que auxiliam os casais a procriarem desde que estas respeitem a preservação do ato procriativo em si e considera moralmente ilícitas as tecnologias que dissociam a procriação do ato sexual como a criogenia ou a fecundação “in vitro”.
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Além da perspectiva eclesiástica há ainda outros critérios de abordagens mais direcionadas aos aspectos do desenvolvimento embrionário. Alguns destes critérios vinculam o início da vida humana:
Ao início dos batimentos cardíacos (3 a 4 semanas).
Ao surgimento da atividade do tronco cerebral (8 semanas).
Ao início da atividade neocortical (12 semanas).
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Ao surgimento dos movimentos respiratórios (20 semanas).
Ao aparecimento do ritmo sono-vigília (28 semanas).
Há ainda quem defenda que o ser humano se caracteriza apenas a partir do surgimento da consciência e do “comportamento moral” (18 a 24 meses pós-parto).
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1978 - nascimento do primeiro “bebê de proveta” na Inglaterra. O nascimento desta criança foi de tal importância para o desenvolvimento cientifico e tecnológico na área da saúde que foi instituído na Inglaterra, em 1981, um comitê de investigação sobre fertilização humana e embriologia. O resultado deste comitê foi a publicação, três anos após sua instalação, do chamado Relatório Warnock. 
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	1992 – Brasil - Resolução CFM 1358/92 - Normas Éticas para Utilização das Técnicas de Reprodução Assistida. 
	2010 - Resolução CFM 1957/2010 – revoga a anterior e ressalta: “Não constitui ilícito ético a reprodução assistida post mortem desde que haja autorização prévia específica do (a) falecido (a) para o uso do material biológico criopreservado, de acordo com a legislação vigente”.
	Existem ainda legislações ligadas ao Congresso e à ANVISA.
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ABORTO
Existem condições previstas na legislação brasileira para a autorização de abortos legais (estupro e risco de vida materno) e a partir de abril de 2012 foi aprovada a autorização do aborto de bebês anencéfalos. 
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RESUMINDO
Assunto 1 – Ética e Moral 
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Assunto 2 – Bioética 
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Assunto 3 – Pesquisas biomédicas
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Assunto 4 – Transplantes
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Assunto 5 – Reprodução Assistida
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