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Resumo sobre a estética kantiana: trata do juízo estético como não justificável racionalmente; do "livre jogo" entre entendimento e imaginação; da função do Belo; e da distinção entre Belo e Sublime, este último ligado à grandeza e à mistura de dor e prazer (ex.: precipício).

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A ESTÉTICA KANTIANA
Ex.: Podemos discutir sobre arte, mas não conseguimos explicar porque gostamos dela.
“A função do Belo é o próprio Belo”
“Um livre jogo entre o entendimento e a imaginação”
O ato de gostar de algo pela sua estética não pode ser justificado racionalmente, mas está entre o nosso intermédio de sentimentos, sejam eles o prazer e a harmonia.
O Belo e o Sublime
O sublime é a sensação de grandiosidade, aquela que te faz sentir pequeno, mesmo diante de uma bela paisagem.
É espantoso e assustador.
“O sublime distingue-se do belo pelo fato de provocar perturbações filosóficas ligadas a uma mistura de dor e prazer”
(JIMENEZ, 1999, p. 136)
Ex.: O precipício que lhe da a sensação de horror, de pequeno em comparação ao vasto universo.
SUBLIME
BELO

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