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EDUCAÇÃO E PRÁTICAS INCLUSIVAS (1)

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em sala, focado 
no desenvolvimento de conteúdos em grupos pequenos, mediados por pelos professores, 
apostando na participação e cooperação ativa dos estudantes, parece ser uma lógica 
para seguir para chegar aos objetivos garantindo o sucesso do processo. 
Acredita-se que as crianças e jovens aprendem melhor se estiverem aos pares, 
desde que orientados de forma correta. 
O tempo é necessário e importante para os alunos que demonstram algumas 
necessidades para oferecer uma resposta das suas atividades, levando em consideração 
a qualidade deste tempo no procedimento ensino/aprendizagem. 
O ambiente da sala de aula deve ser um local pelo qual a competição ocupe o 
lugar da cooperação, o trabalho desenvolvido em grupo se sobreponha dos individuais, a 
parceria com o grupo pedagógico seja desejada e jamais rejeitada. 
A escola construtiva não realiza provas ou testes para se averiguar o índice de 
aprendizagem dos alunos, já que os professores acompanham a aprendizagem dos 
alunos continuadamente, tais avaliações são desnecessárias, 
Contudo, a escola realiza avaliações diagnósticas, instrumentos utilizados pelos 
professores para entender suas especificidades de intercessão que atua para que ocorra 
um aproveitamento melhor dos alunos. 
 
2.3 REFLEXÃO DIANTE AS PRÁTICAS INCLUSIVAS NAS PERSPECTIVAS DA 
INLCUSÃO 
 
Para Mantoan (2015, p.69), sobre as práticas pedagógicas a inclusão: 
 
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[...] não prevê o uso de prática/método de ensino escolar específico para esta ou 
aquela dificuldade ou deficiência em aprender. O aluno aprende no seu limite e se 
o ensino for de boa qualidade, os professos levaram em conta tal limite e, 
explorará suas possibilidades. Não se trata em aceitar de forma passiva o 
desempenho escolar, e sim em agir de forma realista e com coerência e admitir 
que a escola existe para formar novas gerações, mais capacitadas e privilegiadas. 
(MANTOAN, 2015, p.69). 
 
Neste modelo inovador de inclusão, a efetivação e reorganização da proposta 
necessita se construir dinâmicas educacionais novas; a desconstrução de que todos os 
alunos aprendem ao mesmo tempo e da mesma maneira; necessita uma reestruturação 
na área pedagógica voltada a ensinar toda a turma, que vai além de inserir apoios e 
práticas específicas.Ou melhor, o processo reforça a importância em refletir diante as 
práticas inclusivas em comtemplar as questões relacionadas a diversidade e a inclusão do 
alunoque possui necessidades educacionais especiais diante nas turmas regulares de 
ensino, e pensar e expor as articulações e o funcionamento ou não da atividade regular 
na escola em relação a sala com recursos multifuncionais de Atendimento Educacional 
Especializado. 
Segundo Pacheco (2007) as práticas inclusivas precisam serem flexíveis e 
colaborativa e possuir uma abordagem diversificada. O processo de inclusão deve fazer 
com que as escolas se ajustem a todas aqueles que queiram e desejam se matricular na 
sua localidade, e não esperar que determinada criança que possua alguma necessidade 
especial tenham que se ajustar à escola. “Diante as necessidades educacionais 
especiais, todos os que possui alguma necessidade educacional especial, devem possuir 
acesso total na escola normal”, (PACHECO, 2007, p.15), onde a escola deverá acomodá-
la diante uma metodologia e prática inclusiva voltada a criança atendendo suas 
necessidades. 
Se a unidade escolar se propõe em trabalhar baseada nos paradigmas da inclusão, 
isto deve estar expresso no seu plano político pedagógico, o documento que norteia a 
organização bem como as propostas pedagógicas, que inclui sua inclui também a 
dinâmica em sala, o trabalho dos educadores, as ações da equipe de gestão conjunta 
com os responsáveis, pesquisadores e demais docentes, com propósito de respeitar, 
acolher e valorizar as diversidades que se apresentarem, possibilitando que todos 
participem nas práticas educacionais cotidianas. 
 
 
 
 
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2.4 PLANO POLÍTICO PEDAGÓGICO 
 
O plano político pedagógico é uma ferramenta teórica metodológica que 
determinaas relações entre escola e comunidade. É muito importante que esteja de 
acordo com os ideais da educação inclusiva na formação do ensino. Ele que direciona 
tudo o que ser feito, qual o público alvo e como deverá se fazer. Ele é o elo de ligação 
entre o processo educacional e comunidade. 
O plano político pedagógico “requer uma profunda reflexão das funções da escola, 
assim como a explicitação de seu papel social e a clara definição de caminhos, formas 
operacionais e ações a serem empreendidas por todos os envolvidos com o processo 
educativo” (VEIGA, 2003, p.09). Na educação inclusiva a escola deve propor a 
organização de um sistema de educação que leve em consideração as necessidades dos 
alunos, onde o mesmo deve ter sua estrutura voltada a essas necessidades. 
 
2.5 PAPEL DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
 
Em meio ás necessidades educacionais especiais, o professor assume um papel 
de grande importância dento em vista que o educador é uma autoridade que direciona o 
procedimento e as práticas inclusivas que irá intervir e criar condições apropriadas do 
conhecimento. 
O educador é um mediador entre o conhecimento e o aluno, é função dele 
promover práticas educativas que atendam as necessidades dos alunos fazendo com que 
eles consigam superar o senso comum avançando sua potencialidade afetiva, intelectual 
e social, quebrando possíveis barreiras que os impediam. 
É essencial que os educadores mudem sua visão de incapacidade dos indivíduos 
com necessidade para um olhar pautado nas possibilidades, construindo atividades 
diversas, com ênfase no respeito as diferenças e nas múltiplas inteligências. 
Conforme afirma Minetto (2008, p.101), para que isso seja possível: 
 
Os professores precisam se organizar com antecedência, fazer seus 
planejamentos detalhadamente e registra as coisas que deram certo e rever 
depois o que poderiam ser alteradas para melhor. Precisa-se olhar os resultados e 
perceber quanto os alunos se beneficiam através de tais práticas inclusivas. 
 
As atuações pedagógicas é um procedimento de estudo, investigação e solução 
dos problemas, com isso, os professores se deparam com certos desafios, que deveram 
ser solucionados para que supere os limites que foram impostos, fazendo com que os 
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professores busquem novas práticas, identificando as possibilidades em cada criança 
com a função de encontrar suas possibilidades fazendo com que eles aprendam com as 
outras crianças superando seus limites. Diante de tais desafios, os professores devem 
planejar as aulas com práticas inclusivas que ofereçam acesso as diversas oportunidade 
na sala de aula. 
A função do professor é de intervir nas tarefas em que os alunos não possuam 
autonomia para realizar sozinhos, auxiliando-os a sentirem capazes de realiza-las. Com 
esta dinâmica os professores selecionam práticas de ensino bem como de apoio para 
confrontar, compartilhar e resolver sus conflitos cognitivos. 
 
3 CONCLUSÃO 
 
Para se construir uma sociedade respeitadora da pluralidade a educação inclusiva 
se torna um fator primordial. Para que isso ocorra de forma efetiva é essencial que os 
envolvidos neste processo assumem os desafios propostos e que acreditem que se possa 
formar uma escola que inclua a todos. 
Desta maneira, essa educação irá deixar de ser uma formalização, algo garantido 
em documentos educacionais ou pela legislação e será vista como algo mais real dentro 
do contexto escolar.Deve se tornar realidade a todas a todos o direito a permanência e 
igualdade na escola, não havendo descriminação. 
Se faz necessário refletir diante as práticas inclusivas, concebendo a sala não 
apenas como sendo um espaço geográfico e sim um local onde o educador, com seu 
papel de socializar os conhecimentos o faça de forma articulada entre o conhecimento 
sistematizado e o vivenciado pelos educandos na sociedade em que