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REEMBASAMENTO FUNCIONAL.
Aluna: Keile Anne Silva
PPR Noturno 8.P/ Prof. Guibson
MOLDAGEM FUNCIONAL
Nos casos de PPR dentossuportadas, o modelo de trabalho é suficiente para a confecção da base da prótese, uma vez que as forças oclusais são dirigidas ao longo eixo dos dentes pilares. Assim, a base da prótese manterá uma relação de contato com a mucosa do rebordo residual.
REEMBASAMENTO FUNCIONAL
A técnica de reembasamento funcional
consiste na adição de uma nova camada de material à superfície interna da base da prótese, a qual proporciona o perfeito assentamento desta sobre a mucosa do rebordo residual.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Na, primeiramente, deve-se recortar a margem da prótese e criar espaço para o material de moldagem copiar os tecidos móveis da região do fundo de saco do vestíbulo e do assoalho da boca para o arco inferior
Deve-se aquecer godiva em bastão e acrescentá-la na margem da base da prótese, levar a prótese à cavidade oral do paciente e guiar o posicionamento das bochechas e da língua
deve-se desgastar o interior da base da prótese para fornecer espaço ao material de moldagem, que deve ser uma pasta de óxido de zinco e eugenol ou uma pasta de polissulfeto, de acordo com as características de resiliência da fibromucosa de revestimento do rebordo residual.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Figura 01 - PPR cuja região do selado periférico foi moldada com godiva em bastão, e a parte interna pronta para desgaste, a fim de criar espaço para o material de moldagem utilizado na moldagem funcional.
Deve-se manipular o material selecionado para a moldagem funcional com o cuidado em utilizar a relação pasta/catalisador recomendada pelo fabricante. Inserir o material no interior da base da prótese em pequenas camadas para não aprisionar ar no interior da massa do material. Inserir a prótese na boca do paciente.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Figura 02 – PPR com material de moldagem sendo levada à boca do paciente. 
Solicitar que o paciente mantenha a boca aberta enquanto o profissional realiza as movimentações para moldagem funcional.
Figura 03 – Tracionamento da bochecha do paciente para moldagem funcional.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Após a presa do material, na moldagem funcional, deve-se remover a prótese da boca do paciente.
Figura 04 – Vista interna do molde obtido após a moldagem funcional.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Procedimento para a produção do modelo corrigido num caso de prótese superior em que o paciente queixava-se de que ela não parava ao falar e deslocava (intruía) ao mastigar alimentos mais duros. Essa técnica é mais utilizada para os casos de PPR de extremidade livre inferior que requeiram correção. 
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Figura 05 – Modelo de trabalho sendo recortado no sentido anteroposterior até a região adjacente ao último pilar, na área de extremidade livre.
Figura 06 – Modelo de trabalho já recortado, com área de extremidade livre a ser reembasada destacada.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Figura 07 – Vista lateral do modelo de trabalho alterado com sulcos de retenção. 
Figura 08 – PPR após a moldagem funcional assentada sobre o modelo de trabalho alterado.
Figura 09 – Gesso tipo III sendo vertido no modelo de trabalho alterado.
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
Figura 10 – Modelo de trabalho alterado antes da inclusão e prensagem. 
Figura 11 – Vista oclusal externa da PPR após reembasamento
Figura 38 – Vista interna da PPR após reembasamento
TÉCNICA DE REEMBASAMENTO FUNCIONAL
QUESTIONÁRIO
1. Em que consiste a técnica de reembasamento funcional? 
consiste na adição de uma nova camada de material à superfície interna da base da prótese, a qual proporciona o perfeito assentamento desta sobre a mucosa do rebordo residual.
“
”
2. Quais os critérios para conservação do rebordo alveolar e dos dentes suportes?
É necessário um correto planejamento e moldagem funcional, visando diminuir as forças
de alavancas provenientes da mastigação.
“
”
3. Quais os fatores determinam a necessidade de reembasamento?
Tipo de prótese, grandes reabsorções alveolares, adaptação correta da base, oclusão dos dentes
artificiais e rotação da prótese parcial removível.
“
”
4. O que caracteriza a necessidade de reembasamento da prótese? 
Ocorre devido a desadaptação pela reabsorção do rebordo e compressão da mucosa alveolares, e pode ser avaliada clinicamente pela sua movímentação, provocada pelo profissional.
“
”
5. O que protege o reembasamento? 
O reembasamento das próteses de extremidade livre protege os dentes suportes e alterações patológicas na ATM.
“
”

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