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Craque NetoCraque Neto

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Curso de Psicologia
 Disciplina: Teorias e Sistemas Psicológicos II
O Eu Ideal e o Ideal do Eu
Freud fala que o eu ideal nos remete a uma instancia daquilo que gostariamos de ter sido, daquilo que o outro espera de nós, expectativas de nossos pais ou da sociedade. Corresponde a uma figura do narcisismo, na qual a imagem de nós mesmos teria desaparecido dentro do que o outro quer que sejamos, uma vez feito isso a nossa angustia cessaria. 
O ideal do eu é uma instancia secundária formada a partir do complexo de édipo, que diz o que nós temos que ser, como devemos ser e como devemos agir para desejar aquilo com o que nos identificamos. O ideal do eu é espécie de susbtituto dessa cerencial em que nossos pais e mães são seres supremos em poder e autoridade e que em algum momento temos que identificar que eles também são seres humanos e substituídos por outras instancias que também o representam. Para fazer essa substituição a figura necessária é o ideal do eu, a partir dele que montamos nossas estruturas de admiração, determinando a nossa moralidade e ideais reguladores. Enquanto o super eu diz “isso não pode” o ideal de eu apresenta para nós como formador dos nossos ideais formuladores, pelos quais nos orientamos, fornecendo a nós um farol que ilumina os nossos desejos. 
 O corte entre o eu ideal e o ideal do eu seria segundo Freud regulado pela angústia de castração, ou seja, o sujeito passaria a se regular também pelas trocas intersubjetivas.  Seria por esse deslocamento que o amor de si encontraria uma espécie de equilibrio relativo com o amor do outro, já que no regsitro do eu ideal o amor de si engoliria completamente o amor do outro.

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