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CLARETIANO CENTRO UNIVERSITÁRIO GRADUAÇÃO BACHARELADO EM ENFERMAGEM DÁVILA KALINE DOS SANTOS PINHEIRO PORTFÓLIO DE SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO Quadro de Vacinas CRUZEIRO DO SUL 2020 DÁVILA KALINE DOS SANTOS PINHEIRO PORTFÓLIO DE SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO Quadro de Vacinas Portfólio descritivo apresentado ao Curso de Graduação Bacharelado de Enfermagem do Centro Universitário Claretiano, a ser utilizado como diretrizes para obtenção de aprovação no trabalho de conclusão do 4° semestre da disciplina de Saúde do Adulto e do Idoso Orientador(a): Emanoele Farias Tamarana CRUZEIRO DO SUL 2020 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 04 2. QUADRO DE VACINAS 05 3. CONCLUSÃO 06 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 07 4 1. INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial e, no Brasil, as modificações se dão de forma radical e bastante acelerada, processo que, do ponto de vista puramente demográfico, deve-se unicamente ao rápido e sustentado declínio da fecundidade. Além dessa constatação, atualmente têm-se observado, nas relações que a sociedade estabelece com o idoso, não apenas uma mudança de valores, mas um aumento da esperança de vida, passando o idoso a ser merecedor de cuidado e atenção especiais inexistentes nos últimos dois séculos. No entanto, cotidianamente, os idosos brasileiros vivem angústias com a desvalorização das aposentadorias e pensões, com medos e depressão, com a falta de assistência e de atividades de lazer, com o abandono em hospitais ou asilos, além de enfrentar, ainda, todo o tipo de obstáculos para assegurar alguma assistência por meio de planos de saúde. A disposição de vacinas e métodos preventivos eficazes no processo de adesão e melhora da saúde deste grupo social, deve ser reforçada e monitorada com a devida recomendação médica, evitando o acometimento de distúrbios metabólicos. Assim, o presente trabalho tem como objetivo a formulação de um calendário de vacinas destinado a este grupo de indivíduos, para manter- se o funcionamento adequado de determinadas funções do organismos e protegendo os idosos da adesão a patologias, vírus ou qualquer agente infeccioso externo. 5 2. QUADRO DE VACINAS VACINA PROTEÇÃO CONTRA COMPOSIÇÃO VACINA- ÇÃO BÁSICA REFORÇO IDA- DE MÍN. IDA- DE MÁX INTERVALO DOSAGEM VIA DE ADM AGULHA RECO- MENDA- DA EVENTOS ADVERSOS Hepatite B (HB recombinante) (2) Hepatite B Partícula da cápsula do vírus antígeno de superfície 3 doses - - - 2ª dose 1mês após1ª dose, 3ª dose 5 meses após 2ª dose 0,5 ml ate 19 anos, acima 1,0 Intra- muscular. 25x6 25x7 Reações locais. Febre, cefaleia, fadiga, púrpura. Desconforto gastrointerite leve. Difteria, Tétano (dT) Difteria e Tétano Produto de bactéria (Toxina) 3 doses A cada 10 anos ou 5 se houver ferimento - - 60 dias 0.5 ml Intra- muscular 25x6 25x7 Reações locais, nódulos. Febre, cefaleia, abscessos, sonolência, vômitos, linfonodomegalia. Febre Amarela (FA) Febre Amarela (4) Vírus vivo atenuado 1 dose - - - - 0,5 ml Subcutâ-nea 13x4,5 Reações locais. Febre, mialgia, cefaleia. D. Viscerotrópica. Aguda. Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) (5) Sarampo, Caxumba e Rubéola Vírus vivo atenuado 1 dose (>29 anos) - - 49 anos - 0,5 ml Subcutâ-nea 13x4,5 Febre, cefaleia, exantema, artralgia, artrite, púrpura trombocitop. Analaxia. Influenza (9) Gripe por Influenza Vírus fracionado, inativado 1 dose Dose anual 60 anos - - 0.5 ml Intra- muscular 25x6 25x7 Reações locais, cefaleia, febre, mal-estar, mialgia. SGB. Pneumocócica 23-valente (Pncc 23) (10) Meningites bacterianas, Pneumonias, Sinusite etc. Polissacarídeo capsular de 23 sorotipos pneumococos 1 dose A cada 5 anos se necessário 60 anos - - 0,5 ml Intra- muscular 25x6 25x7 Reações locais, febre, mialgias, artralgia, cefaleia, astenia. 6 3. CONCLUSÃO Atualmente discute-se a necessidade de humanizar o cuidado, a assistência e a relação com o usuário do serviço de saúde. O SUS instituiu uma política pública de saúde que, apesar dos avanços acumulados, hoje ainda enfrenta fragmentação do processo de trabalho e das relações entre os diferentes profissionais, fragmentação da rede assistencial, precária interação nas equipes, burocratização e verticalização do sistema, baixo investimento na qualificação dos trabalhadores, formação dos profissionais de saúde distante do debate e da formulação da política pública de saúde, entre outros aspectos tão ou mais importantes do que os citados aqui, resultantes de ações consideradas desumanizadas na relação com os usuários do serviço público de saúde. Dessa forma, o grande desafio é oferecer suporte de qualidade de vida para essa imensa população de idosos, na sua maioria de nível socioeconômico e educacional baixo e com prevalência de doenças crônicas e incapacitantes. Cabe aos profissionais de saúde juntamente com os líderes públicos aderir a metodologias que busquem manter de maneira mais eficaz e consistente a saúde deste grupo social da comunidade. O monitoramento e reforço adequado das vacinas bem como uma alimentação saudável, a pratica de exercícios físicos e o atendimento periódico dos idosos, são mecanismos eficazes que devem ser trabalhados para obter os resultados esperados. 7 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SAÚDE DA PESSOA IDOSA: PREVENÇÃO E PROMOÇÃO À SAÚDE INTEGRAL. Disponível em: <https://saude.gov.br/saude-de-a- z/saude-da-pessoa-idosa> . Acesso em 04 de junho de 2020. SBM. Imunização de adultos e idosos, base para estudos e decisões. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/books/forum-imunizacao-de- adultos-idosos-2018.pdf> Acesso em: 04 de junho de 2020. ATENÇÃO A SAÚDE DA PESSOA IDOSA E ENVELHECIMENTO. Acesso em 04 de junho de 2020. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude_pessoa_idosa_envelhecimento_v12.pdf>