Prova a6 Direito Trabalhista
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Prova a6 Direito Trabalhista


DisciplinaDireito do Trabalho I35.081 materiais521.327 seguidores
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Marina, sendo frentista no posto de combustível deveria receber o pagamento do adicional de periculosidade que se caracteriza por colocar em risco a integridade física ou mesmo a vida do empregado, apesar de fornecer luvas de algodão não exime o empregador de tal pagamento.
Nos primeiros 15 dias o salário deverá ser feito pela empresa, após os 15 dias com a perícia médica do INSS e devidamente afastado como no presente caso e assim, receber o devido pagamento através do INSS. Ainda, o pagamento pela Previdência Social, não exclui a responsabilidade civil da empresa. A dispensa automática está incorreta, pois, encontrando-se em situação de tratamento médico, deveria ter a garantia de estabilidade pelo prazo mínimo de doze meses (podendo ser mais).
Pela negligência quanto às normas padrão de segurança do trabalho para o uso da proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra o responsável, com obrigação de indenizar os danos materiais e extrapatrimoniais sofridos pelo empregado, desde que comprove culpa ou dolo do empregador através da Justiça Federal e a Marina, poderá ingressar com Reclamação Trabalhista de Acidente de Trabalho na Justiça do Trabalho, solicitando além do adicional de periculosidade, a indenização por danos morais e até mesmo reintegrar na empresa, além da devida remuneração por todo o período do contrato suspenso.
A natureza jurídica da paralização noticiada é a de greve, reconhecida na Constituição Federal de 1988, para que não se caracterize como abusiva deve observar a prévia tentativa de negociação, a qual foi realizada, pelas inúmeras tentativas com o empregador, mas, será considerada abusiva pois, não preenche todos os requisitos. O Secolir baseia-se na unidade sindical, que é o sistema no qual os sindicatos se unem por ação própria, ainda, por ser sindical tem o princípio da especificidade que é a permissão da sindicalização pelo critério de categorias similares ou conexas. 
dos seguintes textos jornalísticos, disserte sobre as funções constitucionais das entendidas sindicais brasileiras, bem como sobre os limites jurídicos à negociação coletiva e ao exercício de seu poder normativo que justificariam as decisões noticiadas:
 NOTÍCIA 1 \u2013 \u201cTST mantém nulidade de norma que dava preferência à contratação de sindicalizados \u2013 Para a SDC, a norma estimula a sindicalização forçada.
A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho confirmou a nulidade da cláusula de convenção coletiva que estabelecia preferência de contratação para empregados sindicalizados. Segundo o entendimento da seção, a norma representa \u201cclaro estímulo à sindicalização forçada da categoria\u201d. (...)\u201d (Fonte: Notícias do TST  - 22/04/2019)
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NOTÍCIA 2 \u2013 \u201cCláusula de norma coletiva que limita atestado médico a três dias por mês é nula \u2013 A jurisprudência do TST não fixa limite temporal para a validade de atestados.
A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a recurso do Sindicato da Indústria de Preparação de Óleos Vegetais e Animais, Sabões e Velas do Estado do Pará contra declaração de nulidade da Cláusula 20ª de Convenção Coletiva, pactuada com categoria profissional e que limitava a aceitação de atestados médicos e odontológicos não emitidos por serviços médicos das empresas ou conveniados a três dias por mês. A decisão fundamenta-se no Precedente Normativo 81 da SDC, que não estabelece limite temporal para a validade dos atestados. (...)\u201d (Fonte: Notícias do TST \u2013 5/12/2018)
Na primeira notícia temos o confronto com a liberdade individual do trabalhador de vinculação e desvinculação ao sindicato profissional. Assim, violando até mesmo a Constituição Federal em que ninguém é obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a sindicato.
Na segunda notícia, não há limitação quanto ao número de dias que podem ser justificados, principalmente em caso de inaptidão de trabalho, ainda mais, pelo fato de trazer o devido atestado médico com o CID, violando o direito a autonomia privada coletiva .