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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CAMPUS NITEROI JULHO - 2020 Pós-graduação em Gestão Empresarial Disciplina: Estratégia Empresarial Docente: Adriano Gomes Discente: Mirian Rachel de Souza Melo de Alcântara Matricula: 202006014746 TRABALHO ANÁLISE SWOT DE UMA CORRETORA DE SEGUROS ANÁLISE SWOT DE UMA CORRETORA DE SEGUROS SWOT é a sigla de “Strengths, Weaknesses, Oppotunities, Threats”, cuja tradução literal é Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças. Trata-se, conforme Machado (2005), de ferramenta estratégica adotada para análise dos ambientes interno e externo de uma organização, sendo de grande relevância para o processo de tomada de decisão. Para Muller (2014, p. 50) A análise SWOT é uma série de decisões sobre que oportunidades serão aproveitadas, que ameaças serão enfrentadas, que pontos fracos serão consertados e que pontos fortes serão vendidos para sua maior valorização por parte dos clientes. A análise interna viabiliza identificar os pontos fortes e fracos da empresa. Na sequência os pontos fortes e fracos da corretora de seguros serão demostrados. Pode-se identificar os seguintes pontos fortes (forças) da Corretora de seguros: • Ótima localização e boa infraestrutura; • Equipe qualificada e especializada; • Conhecimentos dos produtos que estão sendo comercializados; • Obtenção das certificações obrigatórias; • Atuação em vários tipos de seguros; • Atendimento personalizado para cada cliente; • Maior corretora da cidade; Em contrapartida, seus pontos fracos (fraquezas) são os seguintes: • Pouca divulgação em marketing; • Pequeno grupo de funcionários; • Pouco investimento em tecnologia; Na análise externa é capaz de verificar quais são as oportunidades e ameaças da organização no mercado onde está introduzida. Na sequência constata-se as oportunidades e ameaças da organização pesquisada. • As oportunidades vislumbradas são as seguintes: • Baixo número de concorrentes; • Aumento de bens não segurados; • Crescimento no mercado de seguros; • Pessoas mais conscientes da importância do seguro; Já as ameaças são: • Corretores autônomos; • Crescimento de sinistros fraudulentos; • Pouco poder de barganhas junto aos fornecedores; REFERÊNCIAS MACHADO, R. T. M. Estratégia e competitividade em organizações agroindustriais. Lavras: UFLA/FAEPE, 2005 MULLER, José Cláudio. Planejamento estratégico, indicadores e processos. São Paulo: Ed Atlas, 2014.