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1 
 
 
 
MANUTENÇÃO 
TÉCNICA 
DE 
COMPUTADORES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DICAS & TRUQUES 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
Como saber se a placa mãe está realmente queimada? 
 
bom dia pessoal, 
tenho uma placa asus a7v600 
meu pc liga mas não joga a imagem no monitor, ja testei os periféricos e estão 
funcionando corretamente (memória, placa de vídeo, processador, fonte), mas 
ao ligar o pc o cooler funciona e a placa acende uma luz nela mas não 
aparece imagem no monitor, ja até reiniciei a bios e continua a mesma coisa. 
Alguém pode dar uma força?? 
 
 
1. Você pode verificar se o jumper de over volt esta na posição correta, 
esse jumper fica no lado superior esquerdo e esta marcado overvolt do 
lado dele na placa. 
2. Se não funcionar mudando o jumper de posição, tente retira-lo e teste 
sem; tive uma A7V600 que parou de funcionar, retirei o jumper e 
funcionou normal, pode ser seu caso. 
3. No caso de saber se esta queimada ou não ja é bem mais difícil, o fácil é 
saber se esta funcionando ou não hehe, as vezes a placa não esta 
queimada, mas não funciona, pode ter bios corrompida por exemplo, 
mas faça o teste do jumper para ver o resultado ok. 
4. Geralmente é Bios corrompido. É só regravá-lo e volta a funcionar. 
5. No caso de bios corrompido, o procedimento nesse caso não há muitas 
opções. Ou faz um Hot Swap (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_swap) no 
chip de Bios, com outra MoBo igual a sua, ou manda para empresas 
especializadas no serviço. Acho mais recomendável e é barato. Já usei os 
serviços dessa: http://www.mobofix.com.br 
 
Como saber se a placa mãe queimou 
 
Faça o teste indicado na dica abaixo: 
Como corrigir ERROS econflitos de hardware 
1. Primeiramente, para aqueles que não sabem NÃO se pronuncia a BIOS, e 
sim, BIOS (Basic Input/Output System - Sistema básico de entrada e saída 
de informações). Na verdade são instruções para comunicações interna 
que ocorrem entre o programa BIOS (via programa Setup, isto porque o 
programa Setup é uma cópia-rascunho do programa BIOS), o hardware 
do PC (dispositivos instalados) e o sistema operacional instalado no 
mesmo – Windows XP, por exemplo. Para ZERAR a placa-mãe de 
http://forum.clubedohardware.com.br/
http://forum.clubedohardware.com.br/
http://www.mercadolivre.com.br/jm/pms?site=347515&word=placa+de+v%EDdeo&id=2021&as_opt=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1658$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://www.mercadolivre.com.br/jm/pms?site=347515&word=processador&id=2021&as_opt=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1693$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://forum.clubedohardware.com.br/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_swap
http://www.mobofix.com.br/
4 
 
qualquer sinalização elétrica que possam estar armazanda nela, ou 
instruções armazenadas no programa Setup do BIOS, faça o seguinte: 
2. Desligue o PC, retire TODOS os dispositivos, inclusive a bateria, o módulo 
(ou módulos) de memória, placa gráfica, placa de modem, TUDO mesmo, 
e ligue o PC – logicamente nada acontecerá. 
3. A idéia é ZERAR a placa-mãe de qualquer sinal elétrico ou instruções 
armazenadas na mesma; 
4. Coloque o módulo de memória, ligue o PC e entre no programa Setup; 
5. Desligue o PC e coloque um dispositivo de cada vez; 
6. Caso seja algum conflito ou algum sinal elétrico de curto-circuito será 
corrigido; 
7. Ou então, você descobrirá quais dispositivos que estão entrando em 
conflitos e não deixa o PC ligar. 
 
Como saber se minha fonte está queimada? 
Faça o teste! 
Postado por Alex Ferreira na categoria Manutenção E Hardware no dia 16-08-
2009 
 
Sábado de manhã, você liga o PC com toda aquela vontade de olhar seus e-
mails e recados, mas o PC não dá sinal de vida. As luzes não acendem, não é 
emitido nenhum apito da placa mãe e as ventoinhas e o disco rígido não fazem 
barulho. E agora? Saiba que a probabilidade de sua fonte ter queimado é bem 
grande! Aprenda a fazer um teste bem simples que pode lhe fazer economizar 
alguns reais evitando chamar algum técnico para fazer um “trabalho” que você 
mesmo pode fazer aí em sua casa. 
 
Antes de mais nada, é sempre recomendado que você sempre faça uma 
verificação nos cabos e conectores entre seu PC e a tomada. Alguns casos 
podem ser resolvidos apenas no ato de puxar o fio da tomada e plugando-o 
novamente. Pra quem tem fonte com chave liga/desliga na parte traseira é 
bom verificar também. Não resolveu? Mãos à massa! 
http://www.iotecnologia.com.br/teste-fonte-queimada/
http://www.iotecnologia.com.br/teste-fonte-queimada/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
5 
 
Primeiro abra seu gabinete e desligue todos os conectores da fonte dos 
componentes internos, e de preferência retire a fonte de dentro do gabinete 
(basta tirar os 4 parafusos da parte traseira). Caso você não seja 
acostumado a mexer nos componentes internos, você pode fazer um “mapa” 
ou tirar uma foto para caso você esqueça onde ligar os plugues. De qualquer 
forma, não se preocupe, pois cada plugue só entra no conector correto. 
 
Com a fonte em mãos, localize o cabo de alimentação da placa mãe. Se você 
não sabe qual é esse conector, ele é o maior de todos, contém 20 ou 24 pinos. 
 
Veja na foto abaixo: 
 
 
O próximo passo é pegar um clipe de papel (sem pintura) ou um pedaço de fio 
metálico maleável com as pontas desencapadas. Dobre-o de forma que as duas 
pontas fiquem paralelas, ou seja, uma ao lado da outra. Com o cabo em mãos, 
localize o terminal do fio VERDE e insira uma das pontas do clipe dentro do 
terminal (não se preocupe, só existe um fio verde no conector). A outra ponta 
insira num terminal com fio PRETO, como indicado pelas setas da foto acima. 
 
Veja na foto abaixo como deverá ficar o procedimento explicado: 
 
 
1. Tudo OK? Então coloque a fonte sobre uma mesa e ligue o cabo de força 
à energia elétrica. 
http://img268.imageshack.us/img268/6779/retirarfonte.jpg
6 
 
2. Caso a ventoinha gire normalmente você tem um indicativo de que a 
fonte está trabalhando normalmente, logo o problema talvez não seja 
nela. 
3. Se ao ligar na energia não acontecer nada, provavelmente a sua fonte 
está com problemas. 
4. Nesses casos é recomendado trocar a fonte ou manda-la para 
a assistência técnica (coisa que eu não faria por diversos motivos). 
5. Caso você prefira comprar uma nova fonte, recomendamos a leitura do 
artigo “Qual a potência que o meu computador necessita?” de modo a 
fazer uma boa compra. Vale ressaltar que ao ir na loja, não caia na 
conversa dos vendedores e procure saber dos mínimos detalhes do 
produto escolhido. 
6. Marcas confiáveis são Cooler Master, OCZ, Corsair, Thermaltake, Akasa, 
Zalman e etc. FUJA DAS MARCAS CLONE, LEADERSHIP E C3 TECH! 
7. Lembre que o artigo se refere às fontes ATX! (alguém ainda usa AT?) 
 
Entenda de uma vez por todas a diferença 
entre processadores 32 e 64 bits 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 29-
09-2010 
 
Você vai a uma loja comprar um processador e então o vendedor lhe pergunta: 
"O senhor prefere um de 32 bits ou de 64 bits? Nós recomendamos o de 64 bits 
por ser mais rápido." 
Você escolheria o processador de 32 ou o de 64 bits? Porque? Será que um 
processador 64 bits é mais veloz que um de 32? Descubra de uma vez por todas 
a diferença entre essas duas tecnologias e nunca mais fique em dúvida quando 
lhe perguntarem sobre a diferença entre elas. 
 
Saiba o que é um bit 
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-fazer-quando-levar-um-computador-assistncia-tcnica/
http://www.iotecnologia.com.br/potencia-fonte/
http://www.iotecnologia.com.br/entenda-de-uma-vez-por-todas-a-diferenca-entre-processadores-32-e-64-bits/
http://www.iotecnologia.com.br/entenda-de-uma-vez-por-todas-a-diferenca-entre-processadores-32-e-64-bits/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/http://pt.wikipedia.org/wiki/Bit
7 
 
Imagine que seu processador de 64 bits é um ônibus de 64 lugares. Em uma de 
suas viagens (processamentos) , o ônibus tem que levar 64 pessoas (64 bits). 
Quantas viagens esse ônibus dará para levar os 64 passageiros até seu destino 
? Apenas uma viagem, não é isso?! 
Agora imagine que um outro ônibus (um outro processador) só tem 32 lugares 
e você precisa levar as mesmas 64 pessoas (os mesmos 64 bits). Dessa vez 
como o ônibus só tem capacidade para levar 32 de cada vez, ele precisará fazer 
duas viagens. 
 
Trazendo a analogia do ônibus para a computação, concluímos que um 
processador de 64 bits será útil em situações onde o número de informação a 
ser tratado é alto como em programas de design gráfico, conversão de vídeo e 
jogos 3D. Isso acontece porque ao invés do processador ter que “dar duas 
viagens” para tratar N dados, ele só precisará dar uma, economizando tempo. 
 
Certamente programas como Word, Bloco de Notas e Firefox não irão utilizar 
tantos dados ao ponto de um processador 32 bits não dar conta. Utilizar um 
processador de 64 bits para trabalhar com esses programas seria como deixar 
lugares desocupados no ônibus de 64 lugares. Já programas de 
geoprocessamento, por exemplo, exigem um alto poder computacional e 
consequentemente precisarão de todo o poder que os processadores 64 bits 
podem oferecer. 
 
Tenho um processador 64 bits. Posso instalar um sistema operacional 32? 
Pode. O que você não pode é instalar o sistema 64 bits em um processador 32. 
Normalmente você também pode usar programas 32 bits em processadores 64, 
mas não o contrário. 
 
Minha placa não possui driver 64 bits, posso utilizá-la com um driver de 32? 
Não. O contrário também não pode. 
 
Todo processador é 64 bits? 
Todos os processadores atuais suportam processamento 64 bits, com exceção 
dos processadores Atom. 
 
Todas as edições do Windows possuem versões em 64 bits? 
Não. Somente a partir do Windows XP a Microsoft disponibilizou versões 64 
bits dos seus sistemas operacionais. Entretanto o uso do Windows XP 64 bits 
não é indicado pela falta de drivers para esta versão que na época não teve a 
atenção que merecia dos fabricantes de placas. O mercado ainda não dava 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
8 
 
importância ao processamento 64 bits e por isso não produzia drivers para esta 
arquitetura, fazendo com que o XP 64 bits virasse um elefante branco. 
 
Além da vantagem citada no início do post, há algum outro benefício por trás 
dos processadores e sistemas operacionais 64 bits? 
Sim. Os processadores 64 bits oferecem suporte a 128GB de memória física e 
16TB dememória virtual. Os antigos 32 bits suportavam no máximo 4 GB de 
memória, o que era um problema para servidores de pequeno porte e para 
máquinas de entusiastas. Entretanto, para poder usar mais de 4GB de memória 
o sistema operacional também deve ser 64 bits. 
 
Entendendo o que é RAID 
Postado por David Bezerra na categoria Manutenção E Hardware no dia 21-
09-2010 
4 
Acredito que alguém já ouviu rumores sobre RAID, com base neste 
pensamento eu desenvolvi um esclarecimento sobre ele para vocês ficarem por 
dentro do assunto. 
RAID (Redundant Array of Independent Disks ou em português Conjunto 
Redundante de Discos Independentes) é uma tecnologia utilizada em 
armazenamento de discos que permite conectar dois ou mais HDs no sistema, 
duplicando os dados automaticamente (daí que vem o conceito de 
redundância) para backup em tempo real e garantir ganhos de desempenho e 
segurança. 
O RAID está dividido em vários níveis, dos quais é possível escolher o que mais 
se adéqua a sua necessidade ou situação, mas irei explicar somente os mais 
importantes. 
Mas aviso, caso venha a fazer um RAID verifique antes se todos os discos têm 
as mesmas caracteristicas, como velocidades de rotação iguais, mesma 
capacidade, mesma memória cachê e é recomendado ser do mesmo modelo. 
RAID 0 (Segmentação, fracionamento ou distribuição) 
Em inglês Stripping, esse método consiste em segmentar os dados consecutivos 
(faixas oustripes) que são distribuídos de forma sequencial entre os discos 
permitindo que os fragmentos possam ser lidos e gravados simultaneamente, 
aumentando a velocidade da taxa de transferência de forma proporcional à 
quantidade de HDs que estão trabalhando (Exemplo: Se em um HD isolado a 
taxa de transferência for de 100 MB/s, com 2 HDs será quase de 200 MB/s ao 
utilizar o RAID 0). Mas pelo outro lado da moeda, sua segurança fica em risco, 
pois um problema em um dos HDs fará você se lascar perder TODOS os dados 
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-e-memoria-virtual/
http://www.iotecnologia.com.br/entendendo-o-que-raid/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
9 
 
que estiverem guardados na sua máquina. Ou seja, ótimo desempenho e pouca 
confiança (“interessante essas duas palavras, no mundo da TI nunca a vi 
jogaram no mesmo time”). 
 
RAID 1 (Espelhamento) 
Conhecido como mirroring, consiste em copiar os dados de forma automática 
(sem nenhum tipo de modificação, segmentação ou outra coisa) que estão 
sendo salvos em um HD para o outro a fim de criar uma base de dados igual 
entre todos os HDs (daí o nome espelhamento – o que um HD faz, o outro faz 
igual). Nesse RAID a integridade dos dados é a mais alta, principalmente se for 
possível espelhar esses HDs à distância para prevenir perda de dados em casos 
de incêndios, desmoronamentos ou outras catástrofes. Além disso, na falha de 
um HD, o outro que está em paralelo irá imediatamente assumir o lugar 
do hardware defeituoso. Mas em contra partida, você “perderá” espaço e 
velocidade de gravação proporcionalmente a quantidade de HDs, embora 
ganhe velocidade de leitura proporcional a quantidade dos mesmos. 
 
RAID 4 
Nesse RAID, um disco irá armazenar a paridade (um cálculo efetuado com base 
nos dados gravados nos outros discos), assim, na hora em que um disco for 
danificado, a paridade irá refazer o conteúdo do HD avariado com base nas 
informações que ela tem. Sua vantagem é a sua alta taxa de leitura e 
possibilidade do aumento dos números de discos. A desvantagem é uma taxa 
10 
 
de gravação lenta e uma difícil reconstituição dos dados em relação ao RAID 1, 
por isso o fazem ser pouco utilizado, sendo subistituído pelo RAID 5. 
 
RAID 5 
Necessitando de pelo menos três HDs, esse RAID é o mais usado em servidores, 
ele tem o funcionamento semelhante ao RAID 4, mas com melhorias a fim de 
retirar algumas dificuldade comuns por esse tipo. As informações sobre 
paridade para os dados do arranjo são distribuídas ao longo de todos os discos 
do arranjo, em vez de serem armazenadas em um disco dedicado. 
Dessa forma, o gargalo de escrita é reduzido, pois como no RAID-4 a paridade 
era feita somente em um disco, a escrita era mais lenta devido à elevada taxa a 
ser gravada naquele disco, mas no novo caso, as escritas concorrentes nem 
sempre requerem acesso às informações sobre paridade em um disco 
dedicado. Contudo, o desempenho de escrita geral ainda sofre por causa do 
processamento adicional causado pela leitura, re-cálculo e atualização da 
informação sobre paridade. 
 
 
11 
 
Dissecando uma placa-mãe 
Postado por David Bezerra na categoria Manutenção E Hardware no dia 14-
09-2010 
1 
Quem trabalha com hardware certamente já está habituado com termos como 
chipset, socket e onboard. Entretanto, várias outras pessoas que trabalham 
com tecnologia da informação ainda desconhecem vários termos que 
qualificam uma placa-mãe e seu componentes. A fim de dar uma visão geral 
sobre os principais componentes de uma placa-mãe, resolvemos fazer este 
post. Espero que gostem 
 
A foto a seguir que contém algumas marcações que fiz representa a minha 
queridíssimaMotherboard, trata-se de um modelo Gygabyte GA-P35-DS3. 
Antes de mais nada, você sabe pra que diabos serve uma placa-mãe? É de 
comer? 
 
 
Não, ela não é de comer. Uma placa-mãe, também conhecida 
como Motherboard ou Mainboard(placa principal), é uma placa de circuito 
impresso que contém barramentos e locais específicos para conexão dos 
principais componentes do computador, como as memórias RAM, HDs, 
processador, vídeo, modens, pen drives e muitos outros dispositivos de 
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-tem-numa-placa-me/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/01.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/01.jpg
12 
 
entrada e saídas de dados (Inputs e Outputs – I/O) como mouse, teclado, 
impressoras e monitor. 
 
As características e o nível de qualidade de uma Motherboard devem ser tão 
importantes quanto o desempenho de um processador. Por isso não há razão 
de ter um processador extremamente potente instalado em uma placa-mãe 
fraca, pois o desempenho dele será limitado, além de poder acarretar 
travamentos comuns e sucessivos, seja pela sua placa de vídeo onboard ou pela 
perda de desempenho na velocidade de comunicação com as memórias RAMs. 
 
Na hora de montar seu computador não hesite em gastar dinheiro com a placa-
mãe. Porém, se a grana estiver em extinção no seu bolso, espere mais um 
pouco e em um momento mais oportuno compre uma placa-mãe de melhor 
qualidade. 
Acho que agora você tem uma noção básica do que é um placa-mãe, não é? 
Vamos para as explicações sobre cada marcação presente na foto que temos 
no início do post. 
 
N° 1: Socket. 
Do inglês, encaixe, é nesse onde conecta-se nada mais nada menos que o 
processador, isso mesmo, é bem ali que fica o encaixado o “cérebro” do seu 
computador, mas tenha cuidado, a CPU só deve ser instalada em placas-mães 
que têm o socket compatível. 
Como assim, socket compatível? 
Todo processador é fabricado para ser encaixado exatamente em um socket 
compatível com ele. Então, só poderemos instalar um determinado 
processador em uma determinada placa-mãe se os sockets deles forem iguais, 
ou seja, se o processador se encaixar na placa-mãe. Se eles não forem iguais 
sequer a conexão física entre os dois poderá ser feita. 
Se você quiser saber qual o socket da sua placa-mãe ou do seu processador – 
que são iguais – use o programa CPUZ. 
 
 
http://www.cpuid.com/softwares/cpu-z.html
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/02.jpg
13 
 
N° 2: Slots para memória RAMs 
São nesses locais que ficam conectadas as Memórias Principais do computador. 
Assim como existem os diferente encaixes (sockets) para os processadores, 
existem também encaixes diferentes para tipos diferentes de memória. Note 
que agora não chamamos mais os encaixes de socket, mas sim de slot. As 
memórias mais comuns atualmente são as DDR, DDR2 e DDR3. A diferença 
física entre as memória pode ser percebida quando se olha a fenda que existe 
em cada uma delas. Observe a imagem abaixo: 
 
Portanto, uma memória DDR2 fisicamente não ne encaixa numa placa-mãe que 
possui unicamente slots para DDR. Todavia, existem placas-mãe que tem 4 
slots: 2 para DDR e 2 para DDR2, suportando ambos os tipos de memória. Vale 
salientar que não se pode usar memórias DDR e DDR2 ao mesmo tempo, ou se 
usa uma, ou se usa outra. 
 
N° 3: Slot para Placa de Vídeo offboard 
É onde se conecta a placa de vídeo a fim de obter um melhor desempenho 
gráfico que é proporcional a seu tipo de placa. No caso da Motherboard da foto 
só é possível encaixar Placas Gráficas com barramento PCI Express 16x. 
 
N° 4: Slots PCI Express 1x 
Slots criado pela Intel com intensão de substituir os slots PCI. 
 
N° 5: Slots PCI (Peripheral Component Interconnect) 
Slots para conectar periféricos (fax/modens, placa de redes, placas 
controladores, etc) baseados na arquitetura IBM PC. 
 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/03.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/04.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/03.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/04.jpg
14 
 
N°6: Ponte norte (northbridge) 
A ponte norte é um dos principais componentes lógicos de uma placa-mãe pois 
tem o controle do FSB (Front Side Bus) que é o barramento de comunicação do 
processador com a memória principal e com componentes da placa-mãe. Ela é 
a responsável também pelo processamento de vídeo on-board. Tenha todo o 
cuidado na hora de escolher sua placa-mãe, preste atenção em qual chipset 
está levando pra casa. Chipsets da ATI têm fama de terem um processamento 
de vídeo de dar inveja. 
 
N°7: Ponte sul (southbridge) 
É conectado à ponte norte e sua função básica é controlar os dispositivos on-
board e de entrada e saída de dados (HDs IDE e SATA, Rede onboard, entradas 
USBs, som onboard, entre outros). 
 
Nº 8: Portas Serial Ata (SATA) 
 
É onde são encaixados os cabos de transferência de dados que ligam os HDDs 
(Hard DiskDrivers) e Drivers de CD/DVD/BluRay a placa mãe. Já falamos sobre 
o Sata aqui no blog. 
 
Velocidades de transferência de dados pelo padrão SATA: 
VELOCIDADES SATA I SATA II SATA III 
Frequência 1500 MHz 3000 MHz 6000MHz 
Bits/clock 1 1 1 
Codificación 8b10b 80% 80% 80% 
bits/Byte 8 8 8 
Velocidade real 150 MB/s 300 MB/s 600 MB/s 
 
http://www.iotecnologia.com.br/hds-sata-porque-voce-deve-comprar-um/
http://www.iotecnologia.com.br/hds-sata-porque-voce-deve-comprar-um/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/05.jpg
15 
 
Nº 9: Portas IDE 
(Integrated Drive Electronics) 
Padrão antecessor e mais lento do que o SATA. 
 
Lugar onde são encaixados os cabos que ligam HDs e unidades de CD/DVD à 
placa-mãe. Esses cabos, denominados de "flat cables", podem ser de 40 vias ou 
80 vias e suportam até dois Drivers. 
 
Diante do exposto podemos percebemos que a placa-mãe é de fato o 
componente mais importante do computador, mesmo que alguém diga “mas 
se eu tirar qualquer outra peça do meu PC ele não irá funcionar, como pode a 
Motherboard ser a mais importante?” a resposta é simples, pois é ela que 
controla, acessa e gerencia todas as partes do computador, além de que todos 
os outros itens da máquina deverem seguir o modelo e tipo que a placa mãe 
aceita. 
 
Dicas para uma formatação bem sucedida 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 13-
09-2010 
 
 
 
Quem nunca formatou um computador que atire o primeiro mouse! Certo, 
certo, vai aparecer um engraçadinho dizendo que nunca formatou um 
computador, mas tudo bem. O que temos para vocês são algumas dicas que 
farão a diferença na hora de formatar seu computador. Não deixe de ler, ok? 
Antes da formatação 
O maldito backup 
http://www.guiadohardware.net/faq/armazenamento/cabo-80-vias.html
http://www.guiadohardware.net/faq/armazenamento/cabo-80-vias.html
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-uma-formatao-bem-sucedida/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image7.png
16 
 
 
Vai formatar um computador? PelamordeDeus não esqueça do backup. Não 
salve apenas os Meus Documentos, mas tenha o cuidado de salvar também e-
mails, configurações e catálogo de endereços do Outlook, drivers, sites 
favoritos do navegador, emoticons e porque não as senhas armazenadas no 
browser. Acredite, muitas pessoas acabam se acostumando com as senhas 
salvas nos navegadores e terminam por esquecê-las. Portanto, salve-as 
também. 
Antecipe os downloads 
 
Quer os drivers atualizados? Vai precisar de novas versões dos programas? 
Antes de dar início à formatação, comece a fazer os downloads para acelerar o 
processo. Não preciso dizer que os downloads devem ser feitos em outra 
máquina né? 
A versão do Windows 
 
Não sejamos hipócritas, comercialmente o Windows é o sistema operacional 
dominante nas salas de suporte técnico, então falaremos sobre ele. Se a 
formatação será feita para outra pessoa, todo cuidado é pouco. Pergunte a ela 
qual versão do Windows ela quer. Sugira o Windows 7, mas não a obrigue a 
usá-lo, senãovocê terá que fazer como eu que tive que formatar um PC duas 
vezes porque quis que meu cliente de 78 anos saísse do XP para o 7. Eu já errei 
e estou te falando, não repita o erro. 
[Contribuição dos leitores Nicholas, Jack e Junin nos comentários] 
Retire o cabo de rede 
http://www.iotecnologia.com.br/backups-mais-fceis-rpidos-e-geis-tera-copy/
http://www.iotecnologia.com.br/5-programas-que-nao-podem-faltar-a-um-bom-tecnico/
http://www.iotecnologia.com.br/aprenda-a-fazer-o-backup-dos-seus-emoticons/
http://www.iotecnologia.com.br/qualquer-um-pode-ver-suas-senhas-no-firefox-acredite/
http://www.iotecnologia.com.br/qualquer-um-pode-ver-suas-senhas-no-firefox-acredite/
17 
 
 
Se seu computador estiver conectado a uma rede de computadores loca, retire 
o cabo de rede antes de iniciar a formatação. Se você não fizer isto pode ter 
seu computador novamente infectado. Acredite, isso é mais comum do que se 
imagina. 
Durante a formatação Crie mais de uma partição 
 
 
 
Talvez você não saiba, mas as chances da partição onde está instalado o 
sistema, ou seja, onde está a pasta WINDOWS e Arquivos de Programas, dar 
pau é centenas de vezes maior do que nas partições que contém somente 
arquivos. Além do mais, na próxima vez que você for formatar seu computador 
não precisará fazer backup, pois os dados estarão previamente backupeados na 
outra partição. Portanto, crie pelo menos uma segunda partição e direcione a 
pasta Meus Documentos pra ela. 
Não faça a formatação rápida se não estiver com pressa 
 
 
 
A formatação rápida do disco apenas faz limpeza rápida e superficial do HD. Já 
a formatação completa faz, além da limpeza de bits, checagens e correção de 
erros no HD (chkdsk /r) que futuramente pode lhe poupar de algumas dores de 
cabeça. Portanto, formatação rápida só em casos que exijam uma formatação, 
de fato, rápida. 
http://hitec.arthurgouveia.com.br/mudar-o-local-padrao-da-pasta-meus-documentos/
http://hitec.arthurgouveia.com.br/mudar-o-local-padrao-da-pasta-meus-documentos/
http://support.microsoft.com/kb/302686/pt-br
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image11.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image11.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image11.png
18 
 
Depois da formatação 
Instale o antivírus e verifique o backup 
 
 
 
Você fez o backup direitinho? Fez? Ótimo! Antes de colocar os arquivos que 
foram salvos de volta no HD tome o cuidado de escaneá-los antes com um 
antivírus previamente instalado. Se a formatação tiver sido motivada por vírus, 
o procedimento deve ser obrigatório e atenção redobrada. Você não vai querer 
ver seu sistema sendo infectado novamente logo na primeira utilização, vai? 
 
Desfragmente o HD 
 
 
 
Se você leu nosso post explicando como ocorre a fragmentação do disco, deve 
saber a importância de desfragmentá-lo após uma modificação brusca no 
sistema de arquivos. Quer modificação mais brusca do que a cópia de milhares 
de arquivos e a instalação de dezenas de programas em poucos minutos? 
 
Tá viciado nas instalação automática de drivers do Windows 7? Esqueça 
disto! 
 
 
 
Faça questão de instalar os drivers de vídeo e os do chipset recomendados pelo 
fabricante, pelo menos. Os drivers nativos e muitas vezes genéricos do 
http://www.iotecnologia.com.br/pra-que-serve-desfragmentacao/
19 
 
Windows 7 acabam por limitar a capacidade que seu computador tem de 
processar jogos, por exemplo. Levante esse traseiro, vá até o site do fabricante 
e instale os drivers mais atualizados que existirem por lá. 
 
FORMAT C: QUE NADA! ZERO FILL ARRANCA 
ATÉ A ALMA DO SEU HD 
Postado por Alex Ferreira na categoria Manutenção E Hardware no dia 30-07-
2010 
 
Imagine que você é um criminoso procurado pela Polícia Federal e tem 
arquivos no seu computador que podem lhe incriminar. O que é que você faz? 
Dá um shift + del ou um format c: no seu HD? Não importa de que modo você 
vai apagar seus dados, eles sempre poderão ser recuperados. Aliás… existe um 
método de "deleção" ou "deletação" (sei lá) de arquivos que verdadeiramente 
apaga seus dados e impossibilita qualquer tipo de recuperação: ele é o Zero 
Fill. Utilizando este método você tem a certeza de que nenhuma pessoa 
conseguirá recuperar seus arquivos mesmo após uma formatação. Saiba o que 
é, pra que serve e como funciona esse método que garante 100% de eficácia na 
hora de mandar seus arquivos para o inferno. 
 
 
 
1 – O que é? 
 
O Zero Fill é uma técnica de software que possibilita a remoção total de todos 
os dados contidos em um determinado disco rígido. Como dito no título desse 
post, ele é mais eficiente que a formatação convencional, pois esta ainda deixa 
a maioria dos nossos dados no disco após um certo tempo. 
 
2 – Por que ele é mais eficiente que a formatação convencional? 
http://www.iotecnologia.com.br/format-c-que-nada-zero-fill-arranca-at-a-alma-do-seu-hd/
http://www.iotecnologia.com.br/format-c-que-nada-zero-fill-arranca-at-a-alma-do-seu-hd/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
20 
 
 
Para responder esta pergunta necessitamos que você entenda o que acontece 
durante a formatação convencional. Ao utilizar o comando “format c:”, por 
exemplo, o utilitário de formatação vai apagar apenas uma parte especifica do 
disco rígido, ao invés de apagar todo o disco. Cada setor do nosso HD é 
composto por 3 partes menores, que são: Preâmbulo, o dado, e o ECC. 
Preâmbulo: responsável por indexar o dado, ele é quem diz que o dado está 
realmente ali naquele setor. 
 
Dado: dispensa explicações, não é? 
 
ECC: parte responsável pela detecção e correção de erros. 
Então… O que acontece é que a formatação convencional apaga apenas os 
preâmbulos, fazendo o Sistema Operacional considerar que não existem dados 
nos setores. O problema é que os dados propriamente ditos ainda se 
encontram no disco, o que lhe dá uma brecha para recuperar todos os dados. 
Basta apenas reconstruir os preâmbulos! 
O Zero Fill trabalha de maneira diferente, pois ele consiste em gravar 0’s em 
todos os locais possíveis do HD, o que faz com que todos os dados sejam 
praticamente exterminados! 
 
3 – Quando utilizar o Zero Fill no lugar da formatação comum? 
 
• Excluir um vírus que não pode ser excluído sem destruir o setor de 
inicialização. 
• Excluir informações confidenciais (senhas, fotos, etc.) por motivos de 
privacidade. 
• Verificar e marcar a existência de setores defeituosos. 
 
4 – Então o Zero Fill é uma formatação física do HD? 
 
Não, isso não existe. A formatação física só é feita apenas uma única vez, que é 
quando ele sai da fábrica. Porém, vale ressaltar que o Zero Fill deixa o seu HD 
praticamente igual a um HD novo, pois ele ainda te faz o favor de “excluir” os 
tão aclamados “bad blocks”. Devido a este fato algumas pessoas falam, 
erroneamente, que o Zero Fill é o mesmo que uma formatação física. 
 
5 – Ele pode estragar o meu HD de alguma forma? 
http://www.gdhpress.com.br/hardware/leia/index.php?p=cap6-2
http://www.iotecnologia.com.br/bad-block-o-matador-de-hds/
21 
 
 
Não. Lembre que o disco foi feito para ler e gravar dados, e o Zero Fill não faz 
nada além de gravar “zeros” em todos os locais do HD. 
 
6 – Por que meu fabricante recomenda que eu não o faça frequentemente? 
 
Perceba que o processo como um todo estressa bastante o seu disco. Um HD 
de 2TB, por exemplo, pode levar muitas horas (mais de 12) de trabalho 
constante. Como ele é feito por componentes mecânicos, pode ocasionar um 
desgaste excessivo dessas partes. 
7 – Posso fazer o processo em apenas uma partição ao invés de todo o disco? 
 
Não, só é possível fazer em todo o HD. É tudo ou nada, literalmente. 
 
8 – Mas afinal, onde eu baixo o software pra fazer isso? 
 
Isso vai variar de fabricante para fabricante. É altamente recomendável que 
você use apenas os utilitários da fabricante do seu HD. Usar a ferramenta da 
Samsung em um Seagate pode lhe dar dores de cabeça. Então você deverá ir 
até o site do fabricante do seudisco e procurar pelo utilitário correto. 
 
Baixe o utilitário da Seagate 
 
Baixe o utilitário da Samsung 
 
Aterramento: Utilidade e Importância 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 24-
05-2010 
 
Falaremos hoje sobre um tópico que tem sido destacado nos cursos técnicos e 
superiores de TI – principalmente nos de infraestrutura – mas que na prática 
não tem recebido a devida importância. Falaremos sobre o aterramento. 
Para muitos profissionais da área de infraestrutura e principalmente da área 
técnica de hardware, a utilidade e a importância de um bom aterramento ainda 
são pouco conhecidas. Apesar ter cada vez mais destaque nos cursos técnicos e 
superiores de TI, o aterramento ainda é deixado em segundo plano – ou nem é 
lembrado – ao se projetar a rede elétrica de um prédio/casa. São comuns as 
situações onde um pseudotécnico diz ao usuário que “pode quebrar aquele 
terceiro pino ou usar um T (ou benjamim)” para descartar o aterramento. Isso 
é ridículo! Como um profissionais chega ao ponto de ignorar algo que foi tão 
http://www.seagate.com/www/pt-br/support/downloads/seatools
http://www.samsung.com/global/business/hdd/support/utilities/Support_HUTIL.html
http://www.iotecnologia.com.br/aterramento-utilidade-e-importancia/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/cursos/
22 
 
martelado nos cursos que ele frequentou e que é tão importante para a 
segurança do usuário e do próprio equipamento? A discussão de hoje irá 
abordar os principais conceitos referentes ao aterramento e sua importância 
para o funcionamento dos equipamentos que dele precisam.O aterramento da 
rede elétrica é definido internacionalmente pela norma EIA/TIA 607A. Nesta 
norma estão especificados todos os procedimentos, equipamentos e 
tolerâncias de medidas que devem ser utilizadas na hora de projetar e construir 
um aterramento. 
A “preocupação do aterramento” basicamente se restringe à segurança das 
pessoas que usam os equipamentos de informática – computadores – e ao bom 
funcionamento dos próprios equipamentos. 
Utilizando um eletrodo de aterramento – como também é chamada a haste de 
cobre – aenergia estática acumulada na carcaça metálica destes equipamento 
terá por onde escoar e não causará choques nem funcionamento intermitente 
destes equipamentos. Para quem não sabe, as tensões geradas pelo atrito 
entre os corpos – o qual chamamos de energia estática – podem chegar a 
40000V se não forem dissipadas por algum condutor. E como foi dito 
anteriormente, o fio terra ligado a haste de aterramento são os responsáveis 
por escoar toda essa energia acumulada nos corpos. 
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o organismo 
responsável pelas especificações técnicas e normatização de produtos, serviços 
e instalações, definiu 4 níveis baseados na resistência do aterramento para se 
determinar sua qualidade. 
 Entre 0 e 5 Ohms —> Excelente; 
 Entre 6 e 15 Ohms —> Ótimo; 
 Entre 16 e 30 Ohms —> Aceitável; 
 Maior que 30 Ohms —> Condenado, ineficiente; 
Essa medição é feita através de um aparelho medidor de resistência de 
aterramentos, o chamado terrômetro. 
Além de existir essa maneira para se verificar a qualidade do aterramento, 
existe outra maneira que diz que a tensão medida entre o neutro e o terra não 
pode ser maior que 5V nem igual a 0V. Confesso que não sei de onde veio esta 
definição nem com base em que ela foi formulada, mas é muito comum ouvir 
pessoas ditarem esta regra. 
Alguns cuidados devem ser tomados ao construir uma malha de aterramento. 
O primeiro é que só deve haver um único aterramento para o prédio/casa, pois 
se houver várias hastes atuando cada uma com um aterramento independente, 
poderá surgir uma tensão entre elas que inutilizará todo o trabalho feito para 
se construir a malha. 
http://www.iotecnologia.com.br/7-perguntas-e-respostas-sobre-energia-estatica/
23 
 
O segundo cuidado é que nunca se deve usar o fio neutro ligado ao pino terra 
da tomada, pois a corrente de um curto circuito na rede elétrica e correntes de 
fuga irão para o pino terra fazendo com que ele se torne, além de inútil, 
perigoso. 
 
Todas as informações repassadas nos textos abaixo, de minha autoria, não 
tem como intuito condenar, muito menos de incentivar qualquer prática de 
aterramento, muito menos por conta própria sem a orientação de um 
profissional no local da obra! O intuito é apenas o de criar uma cultura, um 
conhecimento melhor em cima de um assunto tão complexo e controverso 
como o aterramento elétrico. Em vista disso, não me responsabilizo por 
qualquer tipo de dano, pessoal ou material, que possam advir de práticas ou 
interpretações equivocadas do exposto abaixo. Procure sempre um 
profissional qualificado na sua região 
 
TEXTO ATUALIZADO EM: 22/10/2010 
 
Há algumas décadas atrás, ou melhor, no início da década passada, mas de 
forma mais corriqueira nas décadas anteriores, o uso do cinto de segurança nos 
automóveis era algo raro de se ver, ou o sujeito utilizava só pra viajar ou 
apresentava a desculpa de que está indo só ali na padaria, ou está dentro da 
sua cidadezinha onde a velocidade é baixa e há poucos carros, então não 
precisa por o cinto. 
 
Foram feitas várias campanhas de conscientização do uso do cinto de 
segurança até que hoje a grande maioria das pessoas nem pensam em utiliza-
lo, virou algo automático, é entrar no carro e afivelar o cinto. Eu pelo menos 
sou assim, virou algo completamente natural. 
 
O mesmo acontece hoje no nosso pais, e na maioria dos paises em 
desenvolvimento, quem dirá naqueles países miseráveis, com relação ao "fio 
terra". 
 
"Fio terra" na verdade é o nome popular dado ao condutor de proteção ou 
condutor de segurança, também conhecido pelas siglas "PE", de "Protection 
Earth". Por norma ele deve vir na cor verde ou verde com amarelo - condutor 
zebrado ou "brasileirinho", como também são conhecidos, nos Estados Unidos 
entretanto permite-se que o condutor terra seja "nú", ou seja, desemcapado. 
Dessa forma, essas cores deverão ou deveriam ser utilizadas apenas no 
24 
 
condutor de segurança, mas infelizmente é comum não respeitarem esse 
código de cores. 
Em 2006 o presidente Lula assinou um decreto obrigando que em todas as 
instalações o fio terra obrigatoriamente deve estar presente. Mas há décadas 
já existe a recomendação e obrigação do seu uso em normas da ABNT, mas não 
é respeitado até hoje, principalmente em instalações residenciais onde mal se 
tem uma planta baixa feita antes de construir, quem dirá um projeto elétrico. 
 
A adoção do aterramento tem vários motivos, mas o principal é a proteção das 
pessoas. Por incrível que pareça, muitos técnicos de informática instalam esse 
condutor - de forma errada diga-se de passagem, mas com o intuito de 
proteger apenas o equipamentos ou no máximo pra parar de dar aqueles 
choquinhos causados pela fuga de corrente natural da fonte de alimentação do 
computador, o que é algo bastante equivocado e realmente NÃO protege por si 
só contra todos os problemas, além de criar outros que em primeiro momento 
ou por anos e anos, ficam ocultos. 
 
Além do fato dele ser um condutor de proteção para as pessoas que 
manuseiam os equipamentos, ele tem funções secundárias de proteção ao 
equipamento. O aterramento também é utilizado por exemplo em torres de 
celular, sistemas de para-raios prediais (SPDA), para proteger principalmente as 
pessoas e a estrutura do prédio contra fortes descargas e indiretamente fazer 
parte da proteção dos equipamentos instalados dentro dessas construções, 
mas nessa questão, um SPDA não consegue proteger os equipamentos por si 
só. Esse sistema precisa estar coordenado com outros sistemas pra que a 
proteção seja efetiva. Enfim, pensar no fio terra como solução pra qualquer 
tipo de queima é um conceito errado. 
 
O aterramento é um "cinto de segurança" para você, usuário do equipamento. 
Este foi criado como um meio seguro pra referenciar a tensão descarregada nascarcaças metálicas dos equipamentos que funcionam à eletricidade, tirando 
essa carcaça de um potencial "flutuante" pra um potencial da Terra ou seja, 0V. 
Veja que coloquei o "t" de "terra", em maiúsculo, por uma razão nobre, Terra - 
Planeta Terra. Tem muita gente por aí achando que preguinho na parede ou fio 
enterrado num vaso de plantas é um aterramento! Absurdos assim e outros 
mais bizarros como amarrar o fio terra na janela (QUE PERIGO!) ocorrem por 
esse brasilzão afora. Aterramento não é aterrar um fio simplesmente, não é 
toca-lo na terra, é mais complexo do que isso. Aterrar, em termos básicos, é 
conseguir um perfeito contato com o planeta Terra, da forma que as correntes 
de fuga, seja de qualquer forma que elas venham a ocorrer, possam ir à Terra 
25 
 
mantendo o potencial das massas aterradas em 0V ou na pior das hipóteses em 
25V (em ambientes molhados) e 50V (em ambientes secos), evitando assim, 
eletrocuções. Ambos valores de 25e 50V são valores normalizados como 
seguros para o toque do ser humano. 
 
Enfim, colocando as carcaças num potencial igual igual ao da terra, 0V, não há 
circulação de elétrons pelo corpo do ser humano. Vejam que elétrons precisam 
de uma diferença de potencial entre um ponto e outro para que haja corrente 
elétrica, para que haja um fluxo de elétrons. No caso de um equipamento vier a 
falhar, seja por uma queda no chão, seja por um fio descascado ou derretido 
por qualquer razão e que venha a tocar na sua carcaça metálica, o que que 
aconteceria se não tivesse um fio ligado à Terra atado na sua carcaça? Sim, o 
usuário tomaria um choque daqueles! Se as condições forem ideais, esse 
choque pode ser mortal. O que são condições ideais? Geralmente pés 
descalços, mãos suadas, corpo molhado, piso molhado, tempo de exposição à 
essa descarga, caminho que ela faz pelo seu corpo até a Terra, etc. Havendo 
então uma conexão intencional com o planeta Terra nessa carcaça, os elétrons 
"acharão" mais fácil ir para a Terra do que pro seu corpo e depois pro chão. A 
resistência é muito menor pelo condutor de segurança do que pelo corpo 
humano. 
 
A complexidade do assunto aterramento é tamanha que há livros inteiros 
dedicados só a esse assunto, já que o aterramento pode assumir tanto um 
papel funcional dentro da rede elétrica, como um papel passivo, apenas de 
segurança quando solicitado e é esse o qual está em foco aqui, o condutor de 
segurança, ou o vulgo "fio Terra". Essa complexidade se deve às questões 
funcionais que depende de um bom aterramento e às questões de segurança 
ao usuário, como também a segurança dos equipamentos, ao se adotar um 
condutor ligado à Terra como via de segurança, já que o simples implantar 
deste condutor adiciona mais uma complexidade em todo sistema ou seja, é 
uma linha a mais pra se gerar disturbios elétricos. Antes tinhamos Fase e 
Neutro, que já são passíveis de distúrbios elétricos entre si. Com uma linha a 
mais, prestando outro papel, os problemas só aumentam e o pior, muitas vezes 
são problemas ocultos que poderão se manifestar "amanhã" ou daqui uma 
década. 
 
Ao contrário do que as pessoas em geral acreditam, o simples fato de atar um 
fio ao solo, numa haste metálica, geralmente cobreada, não resolve os 
problemas relativos à segurança, só complica as coisas! Sim, a carcaça irá parar 
de dar choquinhos, mas isso é só parte do problema. 
26 
 
 
Por um lado essa proteção é importante, por outro abre portas pra disturbios 
elétricos. 
 
"Mas como assim? Como que um fiozinho atado na carcaça do equipamento e 
enficado na terra, vai gerar problemas? Ainda mais que eu fiz isso e o gabinete 
do meu computador parou de dar choques!" 
 
No "ramo" do aterramento existem várias coisas a serem levadas em conta ao 
implantar esse condutor à Terra. Coisas como ambiente no qual esse sistema 
será usado, hospital, locais com atmosfera inflamável, residências, prédios, etc. 
Depois vem a analise do solo, suas caracteristicas elétricas condutivas, tipos e 
numeros de pontos enficados na Terra a serem utilizados, como se conseguir o 
resultado esperado em determinado tipo de solo e também a topologia de 
aterramento a ser utilizada. É comum o leigo achar que fio terra é fio terra, só 
atá-lo à Terra e pronto, mas existem topologias a serem escolhidas pra cada 
situação, estudos e técnicas, dependendo da funcionalidade que se quer desse 
sistema. Nesse texto só focarei um pouco nas topologias e não nas técnicas de 
como se construir malhas, isso é um assunto mais complexo e que o usuário 
residencial nem precisaria saber. O usuário doméstico não precisa analisar seu 
solo e utilizar de várias técnicas pra conseguir um aterramento de segurança. 
Se o padrão de energia, onde fica o medidor de luz, for relativamente recente, 
ele já conta com um aterramento feito pela CIA Elétrica e esse, se tomado 
devidas precauções, pode, E DEVE, ser o aterramento de segurança também! 
Mas reforçar esse aterramento com mais hastes bem espaçadas, não há 
problema algum, e é até recomendável.Só se deve tomar precaução em saber 
como que o neutro da red está aterrado fora de sua casa. É muito perigoso 
adotar esse tipo de aterramento, colocando hastes só na sua casa e saber 
depois que o neutro da rede externa não está aterrado ou não é aterrado nas 
residências da vizinhança. Explicarei mais obre isso abaixo quando eu explicar 
sobre a topologia "TN". Nesses casos deve se ou aterrar o neutro de cada casa 
atendida pelo mesmo transformador ou utilizar outro esquema de 
aterramento. Felizmente no Brasil predomina o neutro multi-aterrado 
 
Bem, existem vários esquemas ou topologias de aterramento, cada uma com 
suas vantagens e desvantagens. Um exeemplo é ao adotarmos uma topologia 
tal qual não permita que o equipamento siga funcionando durante uma falha, o 
que pode ser prejudicial, como por exemplo em ambientes hospitalares, onde 
um equipamento não pode parar imediatamente na ocorrência de uma falha 
elétrica à carcaça do equipamento, principalmente em UTI's ou salas de 
27 
 
exames invasivos. O aterramento ainda é importante nesses ambientes, mas 
detectores de falta à terra precisam existir pra notificar às pessoas que algo 
está com fuga elevada à Terra e que deve ser corrigido o quanto antes, nesses 
ambientes a topologia adotada se chama IT, onde o caminho da corrente tem 
um impedimento ou impedância elétrica, fazendo com que na primeira falta a 
corrente não suba ao ponto de cortar a energia por meio de um disjuntor. Já 
num local onde há uma atmosfera inflamável, não pode haver faiscamento, um 
aterramento em certas topologias não pode ser utilizado por gerar uma 
corrente de curto-circuito elevadissima, podendo criar arcos voltaicos, nesse 
caso o esquema TN deveria ser evitado ou usado com extrema precaução e uso 
de dispositivos DR. Apesar do esquema TN-S ser um esquema de aterramento 
relativamente seguro, não deveria ser usada indiscriminadamente nesses 
locais, nem em locais onde não se pode garantir a integridade do consutor 
neutro, explicarei mais em breve. 
 
A topologia a ser adotada deve ser analisada pelo engenheiro que fará projeto 
elétrico, sendo que em cada ambiente e topologia escolhida deve estar aliada à 
dispositivos de alerta e proteção necessários pra que uma desvantagem de 
uma topologia não vire um risco maior do que se não existisse o aterramento, 
para que o aterramento cumpra suas funções de fato. Como mencionado 
anteriormente, o aterramento por si só não faz tudo. Numa residência ou um 
estabelecimento comercial, em geral o esquema TN-S a partir do medidor de 
luz é preferível aos outros. Quando o neutro é multiaterrado ao longo da rede 
elétrica, esse esquema na verdade se chama TN-C-S e não TN-S, TN-S fica sendo 
só a porção do medidor de energia em diante. 
 
Existem basicamente 5 tipos de topologias de aterramento. Veja bem que 
estou comentando aqui só a topologia em si e não os métodos de medição, 
técnicas de instalação das hastes metalicas, tipos de hastes, análises de solo, 
etc, paramelhorar a eficiência elétrica do mesmo. Esse texto só tem a intenção 
de dar uma uma visão um pouco mais apurada do assunto. 
 
Topologias ou esquemas de aterramento: 
 
Será apresentada primeiramente o esquema de aterramento em si e logo em 
seguida as suas vantagens, desvantagens e riscos de adota-lo. 
 
 
 
 
28 
 
1 - Esquema TT 
 
Essa topologia é de certa forma incorreta e a mais difundida, principalmente no 
meio de TI (Tecnologia da Informação) do Brasil, na verdade quando o próprio 
técnico de informática decide "aterrar" o computador, em predios de Data 
Centers, muito provavelmente há um projeto elétrico e nesses o sistema de 
aterramento deve ter sido executado corretamente. A topologia TT é a mais 
difundida, na minha opinião, por ser o método de aterramento mais fácil de se 
implementar e manter. Essa topologia basicamente se caracteriza pelo enficar 
uma ou mais hastes no solo e derivar dali o fio Terra para os pontos finais de 
uso. 
 
Porque o uso dessa topologia, principalmente se for pra ser usada nos meios 
informáticos, é incorreta? 
 
Para não ser radical, não devemos dizer que é incorreto usar o esquema TT, 
mas sim que deveria ser usado sabendo o porquê de se usá-lo ou não. 
 
Existe algumas complexidades as quais os usuários de informática não possuem 
conhecimento ao adotar essa topologia, são elas: 
 
1 – Equipamentos da tecnologia da informação e eletrônicos em geral usam 
técnicas para tanto melhorar o seu funcionamento, como por exemplo torná-
los mais imunes à certas interferências como também evitar que interferências 
produzidas internamente saiam do mesmo de volta para a rede elétrica. Uma 
das técnicas usadas é colocar capacitores entre as linhas Fase-Terra e Neutro-
29 
 
Terra da fonte de alimentação. Para quem não sabe, o fio neutro é um 
condutor aterrado (mais à frente mostrarei a razão de não ser recomendado 
usar o fio neutro interno da construção como fio Terra). Mesmo estando 
aterrado, e esperançosamente bem aterrado pela CIA Elétrica, ele pode 
apresentar algumas condições na qual pode ser arriscado para o usuário e para 
o equipamento. Explicarei mais adiante. 
 
Anteriormente comentei que a eletricidade para que onseguisse fluir haveria a 
necessidade de uma DDP (Diferença De Potencial) entre ambos pontos. Por 
algumas razões, o potencial do fio neutro pode se elevar, por sobrecarga nesse 
condutor, por estar mal aterrado, por rompimento em um ponto onde faz com 
que ele perca seu referencial do o "center tap" do transformador da 
rua/prédio. Se esse rompimento ocorrer num ponto onde o neutro ainda possa 
estar aterrado em vários locais, o risco é bem menor. Enfim, nesse exemplo 
aqui será tratado o problema de diferença de potencial entre neutro e terra 
quando há descargas atmosféricas. 
 
Veja a situação, você tem um aterramento na topologia TT, o fio Terra da sua 
tomada está numa haste no seu jardim ou no seu quintal e o neutro está 
aterrado em vários pontos como no poste de medição (padrão), nos seus 
vizinhos, no poste do transformador, etc. Aqui já daria pra perceber que uma 
DDP entre o neutro e o seu aterramento "xing-ling" é muito fácil de acontecer, 
correto? Ou seja, tensão será criada na malha de condutor neutro da rede e 
como seu aterramento em relação ao aterramento do neutro flutuarão seus 
potenciais entre si, poderá haver uma corrente bem alta passando de um terra 
à outro tendo como caminho a fonte de alimentação do seu eletrônico. Como 
já comentando, as linhas Neutro-Terra de eletrônicos informáticos possuem 
capacitores atados entre ambas. Percebe-se então o que poderia ocorrer numa 
flutuação de potencial entre essas linhas. No mínimo esses capacitores 
explodiriam e a elevada corrente poderia criar campos magnéticos que levaria 
junto outros componentes do computador. Outro fator agravante, geralmente 
as linhas neutro e Terra estão bem próximas na placa de circuito da fonte, 
mesmo que os capacitores agüentem o tranco, se forem de qualidade muitas 
vezes agüentam, poderá ocorrer arcos voltaicos entre neutro e Terra também, 
podendo danificar a fonte de qualquer forma. 
 
Nos casos onde é inevitável o uso do esquema TT, como em redes aéreas onde 
a continuidade do neutro é duvidosa, tão bem como seu aterramento, há como 
se minimizar esse risco por meio da instalação instalação de DPS’s (Dispositivos 
de Proteção contra Surtos) entre Neutro e Terra. Nesse caso deve-se tomar a 
30 
 
precaução de selecionar um DPS da mais alta capacidade disponível e se 
possível algum que utilize a tecnologia "Spark Gap", por possuir uma alta 
capacidade para correntes de surto com curvas de elevação e descrescimento 
mais lentas como a de 10/350 microsegundos. Os dispositivos com Spark Gap 
suporta algo em torno de 50 à 120kA de corrente e um DPS mais barato à 
varistor, suporta na melhor das hipóteses 25kA @ 10/350 microsegundos. No 
míninimo deve se usar um DPS que suporte 12,5kA em 10/350us entre 
neutro/terra o que equivaleria 60kA @ 8/20us. 
 
O terceiro problema com o esquema TT é o de choque elétrico. A solução nesse 
caso é a implementação de Dispositivos DR, o qual será comentado abaixo: 
 
1 – Tensão de passo: Tensão de passo é um fenômeno que ocorre quando um 
gradiente de energia , causado por uma descarga elétrica na(s) haste(s) 
aterrada(s) isoladamente ou quando a descarga é muito intensa em cima 
dessa(s) haste(s). Quando ocorre uma descarga elétrica pro solo, esse 
gradiente elétrico se propaga para todos os lados da haste, de forma mais 
perigosa pra quem está há um ou dois metros da(s) haste(s) - numa descarga 
de uma Fase pra terra, no caso de raios a distância de perigo é maior. Quanto 
mais dificuldade esse ponto de descarga tiver pra dissipar esse energia pro 
solo, devido n fatores, pior o perigo. Entenda por descarga qualquer energia 
descendo à Terra, seja por uma falha do equipamento ou por descargas 
atmosféricas. 
 
O perigo está no momento em que uma pessoa caminha nessa zona de risco, 
nesse gradiente de energia sendo dissipada à Terra. Os passos da pessoa 
tendem a estar em potenciais diferentes e zonas com potenciais elétricos 
diferentes, então quando um pé saí do solo e o outro permanece, nesse ato de 
caminhar, a eletricidade pode subir por um pé, e descer pelo outro ao tocar no 
solo, pela DDP criada entre um pé e outro, eletrocutando o indivíduo ou animal 
que cruzar nesse gradiente. Isso pode acontecer principalmente se o solo ou a 
pessoa tiverem molhados, a pessoa descalça. E se esse evento ocorrer na rede 
elétrica externa de distribuição, onde há linhas de alta tensão, a camada de 
borracha fina do solado do calçado não irá isolar nada. Por isso se você ver um 
fio do poste caido no chão, nem passe perto. E se você tiver dentro de um 
veiculo acidentado, permaneça dentro dele até chegar ajuda e não toque nas 
partes de metal, mas se for necessário sair do veiculo, não toque no metal caso 
o condutor elétrico esteja em contato com a lateria e pule com os dois pés 
juntos e calcaçados, os dois pés devem tocar ao mesmo tempo no solo, vá 
pulando com os pés juntos, até uma distancia boa do ponto em que o fio 
31 
 
estiver em contato com o solo, mas de qualquer forma é melhor ficar onde 
você está até a ajuda chegar! 
 
Porque no esquema TT isso é mais crítico? Nesse esquema dificilmente se 
consegue dissipar grande energia à Terra sem que com isso grande parte dela 
fique “presa” nas proximidades da superficie da haste porque é difícil conseguir 
uma resistência tão baixa no esquema TT igual á do esquema TN, ainda mais 
com uma ou poucas hastes e pouco espaçadas uma das outras. Um piso de 
borracha grossa em volta das hastes poderia servir como um paliativo em 
descargas de baixa tensão. Mas no caso do uso de dispositivos DR, os quais são 
obrigatórios em qualquer esquema TT, isso seria de menor preocupação, ainda 
assim descargas atmosféricas poderiam criar um grande grandiente de tensão 
de passo entre dois pontos aterrados independentemente, sendo assim 
necessário queno esquema TT se utilize também obrigatoriamente um DPS de 
alta capacidade de dissipação de corrente, entre neutro-terra. Ele fará o papel 
de equipotencializar essas duas linhas momentaneamente durante uma 
descarga atmosférica. 
 
2- Tensão de contato: A tensão de contato é aquela que pode se desenvolver 
nas carcaças quando da falha no equipamento que venha a energiza-lo. No 
esquema TT isso é crítico. Como eu havia comentado, é muito difícil conseguir 
uma resistência baixa o suficiente. E qual a necessidade disso? Se a 
resistência/impedância é alta demais, no momento em que ocorrer uma falha 
desse tipo, o disjuntor ou fusivel da sua casa ou do seu protetor local, não vai 
atuar, já que a corrente não tem como se elevar ao "infinito" para que um 
simples disjuntor ou fusível venha atuar, em termos técnicos temos uma baixa 
corrente de curto-circuito. Mesmo que se tenha um aterramento TT com a 
resistência relativamente baixa, digamos de 5 Ohms, a atuação do disjuntor ou 
fusível não é rápida o suficiente ou nem mesmo atua. O tempo é um fator 
crítico aqui, porque um dos fatores importantes que está entre a vida e a morte 
de uma pessoa que esteja em contato com uma carcaça energizada 
acidentalmente, é o tempo de contato. O disjuntor precisa agir 
instantaneamente, portanto para que o potencial da carcaça não se eleve 
acima de 25 ou 50V AC 
 
Qual seria a solução nesse caso? O dispositivo DR! Mesmo assim deve se tomar 
a precaução de testá-lo periodicamente através do botão de teste 
disponibilizado na frente do dispositivo. 
 
Sem alongar demais, a siga DR vem de “Diferencial Residual”. A função do DR é 
32 
 
monitorar o ”balanceamento” entre a corrente que “entra” e a que ” sai” pela 
fiação ou seja, a corrente que vem pelo fio fase e o que retorna pelo condutor 
neutro ou outra fase. Idealmente a diferença entre o que entra e sai é 0. Há 
naturalmente pequenas fugas em qualquer instação, então o valor absoluto 
não dá exatamente 0, mas para efeitos de ilustração, essa diferença dá 0. 
Quando ocorre um choque elétrico ou uma fuga para à Terra por qualquer 
razão, o DR desarma o circuito, protegendo o usuário. Na verdade, por norma, 
o uso de DR é estritamente obrigatório no esquema TT, e é a única forma de se 
proteger o usuário nesse topologia. Mesmo que o aterramento TT apresente 
uma resistência elevada, digamos uns 800 Ohms, um dispositivo DR de alta 
sensibilidade (30mA) é capaz de proteger o usuário prontamente. Bem, 
basicamente esses são o principais problemas em se adotar a topologia TT, mas 
que se tomada devidas precauções, pode ser usado caso outra topologia não 
ser recomendada. 
 
Esquema TN-C: 
 
 
O TN-C consiste em usar o mesmo fio neutro das caixas de tomada/passagem 
para ligar o pino de aterramento dos equipamentos. Em principio essa técnica 
é válida e funciona como um aterramento de baixa impedância, mas há riscos 
grandes nessa topologia. 
 
1 – O neutro tem corrente trafegando pelo mesmo e dependendo de alguns 
fatores e desequilíbrios na rede, esse condutor passa a não ter mais seu 
potencial em 0 volt, sendo assim, pode apresentar um risco de choque elétrico, 
principalmente se esse neutro se romper em alguma caixa de passagem. 
33 
 
 
2 - A proximidade da corrente em fluxo no neutro pode gerar interferências nos 
equipamentos ao ligar o seu fio terra diretamente no neutro. Quanto menor a 
proximidade do terra do equipamento ao neutro, maiores as chances de 
ocorrerem interferências sendo que uma distância de pelo menos uns 10 
metros já elimina bastante as chances de ocorrerem interferências. 
 
3 – Há o risco de alguém mexendo em alguma tomada ou caixa de passagem 
inverter os fios, daí poderíamos ter até 220V na carcaça do equipamento. 
 
Há poucos casos onde o esquema TN-C é viável, mas deve ser evitado ao 
máximo e mesmo nesses casos as precauções a serem tomadas são tão 
grandes que é melhor mesmo não ter aterramento, mas apenas um dispositivo 
DR ligado no quadro, o que seria muito mais seguro e mesmo assim não há 
razões para não adotar outra topologia a não ser financeiras. 
 
Vale dizer que DR é incompativel com o esquema TN-C, já que nunca poderia 
atuar numa falha Fase-Carcaça (Terra), já que fio neutro e fio terra seriam a 
mesma coisa nessa topologia. 
 
Esquema TN-C-S: 
 
 
34 
 
A topologia TN-C-S é um misto da TN-C com a TN-S. Numa rede de distribuição 
típica, o neutro é aterrado e chega até o seu medidor de luz em esquema TN-C 
e é aterrado novamente, desse ponto em diante ele segue em TN-C até a caixa 
de disjuntores. Desse ponto em diante, se ligarmos o fio terra no neutro e 
derivá-lo separadamente do condutor neutro, está feito um esquema TN-C-S. 
Entretanto, em qualquer rede onde temos o neutro multi-aterrado e 
derivarmos o fio terra em qualquer ponto, o esquema continuará sendo um 
TN-C-S, apenas a porção onde há a separação em diante, consideramos TN-S. 
Logo globalmente o esquema é sempre um TN-C-S. A diferença fica de onde 
derivamos o fio terra, quanto mais longe de uma haste de aterramento, menos 
seguro. 
 
A vantagem em utilizar esse esquema é a facilidade de se obter um 
aterramento confiável, de baixissima impedância, muitas vezes menos que 0,5 
Ohms, podendo-se assim utilizar apenas disjuntores para a proteção do 
usuário, salvo casos onde o circuito é muito longo já que quanto mais longo o 
circuito e menor a "bitola" da fiação, maiores as chances do disjuntor não agir 
rápido o suficiente. De qualquer forma, isso não é de grande preocupação num 
ambiente residencial, onde as distâncias são sempre relativamente pequenas. 
De qualquer forma, um dispositivo DR resolveria esse problema e é sempre 
muito bem vindo. 
 
Esse esquema pode apresentar algumas desvantagens do esquema TN-C, mas 
com menos riscos, só que ainda pode, apesar de mais dificil que no esquema 
TN-C, ter elevação de potencial no fio terra após separado do neutro na caixa 
de disjuntores. O esquema TN-C-S onde o fio terra é derivado a partir do 
neutro do quadro de disjntores pode ser usado caso não haja nenhuma 
alternativa, e é recomendável que se use DR, mas nesse caso o fio Terra 
propriamente dito tem que ser derivado do neutro antes do neutro passar pelo 
DR. Mais recomendável que se derive o fio terra na haste da entrada ou dentro 
do quadro de medição. 
 
A equipotencialização de qualquer superfície condutiva dentro da construção é 
um outro tema importante ao utilizarmos um esquema TN-C-S, está adicionado 
um texto mais abaixo onde fala sobre o assunto, mas basicamente devemos 
equipotencilizar ou seja, ligar à mesma malha de aterramento por exemplo 
uma tubulação de metal, uma tubulação de gás, banheiras metalicas, dutos de 
ar-condicionado, esquadrias, box de banheiro que possua hastes de metal 
tocando no piso, etc. Isso é importante porque se por ventura o neutro assumir 
um valor superior à 25V, o terra poderá também assumir o mesmo nível de 
35 
 
tensão e se isso ocorrer enquanto manusei-se um equipamento aterrado e o 
usuario toque no mesmo instante nessas superfícies condutoras estranhas à 
instalação elétrica, o choque poderá ser fatal! Mas se ambas superfícies 
tiverem aterradas no mesmo ponto, não há choque elétrico ou o choque não 
será fatal! Por isso, EQUIPOTENCIALIZAR É IMPORTANTE! 
 
O uso desse esquema é desencorajado por alguns estudiosos onde a rede 
externa é aérea por causa do risco de furto ou rompimento do neutro, mas o 
risco é considerado pequeno quando temos o neutro aterrado em diversos 
pontos, inclusive na entrada da casa. De qualquer forma, esse esquema não 
deveria ser usado onde o neutro é passível de se romper e o seu aterramento 
não é garantido. Outro problema que comentei mais atrás e prometei explica-
lo melhor é com relação novamente ao aterramento do neutro. Se apenas sua 
casa tiver o neutro aterrado e o neutro externo não for aterrado, nem mesmo 
na entrada de cada casa, a coisa se complica bastante. Caso o neutro principal 
que vai direto ao transformador perder contato com o mesmo,a carga de 
consumo de toda vizinhança vai procurar sua(s) haste(s) local e a bomba estaria 
armada, todo esse sistema assumiria tensão elevada e a corrente indo de 
encontro com sua haste seria tão alta que poderia até derreter as hastes ou 
gerar algum incêndio. 
 
O uso de qualquer esquema TN tb é desencorajado onde as altas correntes de 
curto-circuito podem gerar danos, como onde se lida com inflamáveis ou por 
exemplo o equipamento é muito sensível a altas correntes de curto-circuito, 
como um motor elétrico por exemplo, podendo nesses casos haver um 
rompimento do isolamento do enrrolamento do motor. 
 
No esquema TN-C-S o neutro deve ser aterrado em quanto mais pontos forem 
possíveis, desde que antes do dispositivo DR. 
 
O uso de DPS's no esquema TN-C-S é importante entre as Fases e Neutro ou 
Terra, e apenas entre Neutro-Terra quando a distância do ponto de separação 
de condutores neutro e terra for superior a 3 metros. 
 
Esquema TN-S: 
 
 
 
36 
 
 
 
O esquema TN-S consiste em termos um condutor terra separado desde o 
transformador na rua ou seja, o neutro só é aterrado uma vez, num único 
ponto e ao longo de toda rede neutro e terra seguirem num condutor distinto, 
junto com as fases. É um esquema incomum de se ver no Brasil, onde teriamos 
por exemplo ao invés de 4 condutores (3 Fases + Neutro) na rede, teríamos na 
rua 5 condutores, um deles sendo o condutor terra de proteção. Em alguns 
países isso é comum, mas geralmente toda rede é subterrânea. 
 
Vantagens: 
 
- Diminuição dos perigos de tensão de passo pelo aterramento ser em ponto 
único. 
 
- Baixa impedância, permitindo rápida atuação dos dispositivos seccionadores, 
fusíveis ou disjuntores, no caso de falhas internas no equipamento, desde que 
sejam obedecidas distâncias e bitolas de condutores. Numa residência típica, 
mesmo bem grandes, essas distâncias não vem tanto a ser uma questão crucial. 
De qualquer forma, o uso de dispositivo DR é recomendável hoje em dia em 
qualquer topologia de aterramento em que seu uso é possível. 
 
A recomendação do uso de DPS's é a mesma do esquema TN-C-S e TT, todas as 
linhas devem ser protegidas pro DPS's. 
 
A desvantagem do esquema TN-S é o uso de 5 condutores ao longo de toda 
instalação, externa e interna, aumentando muito os custos. 
37 
 
 
Existem os mesmos riscos existentes do esquema TN-C-S, mas de forma mais 
reduzida devido o comprimento que percorre o fio terra até o ponto final de 
uso e devido o neutro estar ligado junto com terra apenas no "pé" do 
transformador, o que dificulta o seu rompimento e mesmo que isso ocorra, o 
terra ainda estaria ligado direto ao "center tap" do transformador e aterrado 
logo abaixo ou seja, elimina-se vários pontos vulneráveis que poderia ocorrer 
ao longo do neutro. 
 
Em redes áereas é dificilimo ver o uso de um esquema TN-S, no Brasil 
predominha o esquema TN-C externamente e TN-S internamente, sendo assim 
um esquema TN-C-S global. 
 
Em ambos esquemas TN-C-S e TN-S se houver o rompimento do neutro, as 
carcaças poderiam assumir valores de tensão de até igual a tensão de fases, 
mas tudo dependerá do ponto onde o neutro se romper, felizmente num rede 
com neutro multi-aterrado as chances disso ocorrer são pequenas, mas caso 
ocorra por exemplo na entrada de sua residência, onde possua uma haste, sua 
casa ficaria "pendurada" nessa haste e provavelmente nada funcionará ou a 
tensão cairá bastante ao ligar algum equipamento de maior consumo. Tensão 
de passo poderá surgir em volta da haste, as tensões de fase poderão oscilar 
bastante, podendo gerar até queimas dos equipamentos e as carcaças 
assumirem valores de tensão variada, tudo dependerá da carga imposta e da 
qualidade do aterramento local. Essa situação deve ser resolvida o mais 
imediatamente possível, deve-se desligar o disjuntor geral até corrigido o 
problema. 
 
A terceira e ultima desvantagem, geralmente acusada pelos audiofilos, é que 
qualquer topologia TN-C topologia pode induzir alguns ruídos em seus 
equipamentos de alta fidelidade e/ou prejudicar a dinâmica sonora. No 
esquema TN-C isso é nem real, no esquema TN-C-S, dependendo de onde for 
derivado o terra, as chances são pequenas e no TN-S bem remotas e no TT 
inexistente, tudo isso vai depender também da definição sonora do seu 
equipamento e do seu ouvido, além da qualidade acústica do seu ambiente. 
 
Esquema IT: 
38 
 
 
 
 
A topologia IT é utilizada em ambientes hospitalares onde não se pode ter um 
desligamento instantâneo dos equipamentos no caso de um fio de energia vier 
a tocar na carcaça. Uma impedância é colocado no caminho que a corrente 
dessa falta passaria, pra que a impedância seja alta (mas não tão alta), o 
suficiente pra que o disjuntor não desarme repentinamente e mantenha os 
equipamentos funcionando corretamente. Geralmente são utilizados 
detectores de falta à terra, pra alertar as pessoas desse evento e logo, a 
correção do mesmo. 
 
Há várias questões que devem ser respeitadas nessa topologia, tudo em prol da 
vida do paciente, questões essa que só um engenheiro elétrico bem 
conceituado saberá lidar. 
 
------------------------------------ 
 
Normas atuais exigem que todas as malhas de aterramento independentes 
sejam interligadas em um ponto especifico, um ponto equipotencial de 
condutores à Terra, mas nem sempre isso é possível e onde não é possível há 
medidas que podem ser tomadas para eliminar ou reduzir problemas, cito o 
uso de fibras ópticas na comunicação entre dois prédios com aterramentos 
distintos, já que fibra óptica não conduz eletricidade. As outras precauções são 
seccionamento em tempo hábil, no caso com uso de dispositivos DR no 
39 
 
esquema TT, proteção contra surtos elétricos por meio do uso de DPS's, etc. 
 
Um exemplo de malha que devem estar equipotencialidas são as malhas dos 
sistemas de para-raios. Elas devem estar intelirgadas também com a malha de 
aterramento do neutro e de segurança, devem formar uma malha única ou um 
anel em volta da construção. Independente disso NÃO se pode ligar o fio terra 
da tomada no cabo de descida do para-raios ou na estrutura metalica do 
prédio, isso é terminantemente proibido e perigoso! Só se pode acontecer essa 
interligação no ponto equipotencial entre as malhas, há um local correto pra se 
fazer isso, geralmente o mais próximo da Terra possivel, longe dos 
equipamentos numa barra de equipotencialização ou mesmo diretamente no 
solo. 
 
Bem, espero que eu possa ter esclarecido os pontos principais das implicações 
em se ter um sistema de aterramento mal feito. Uma frase que gosto muito é: 
 
"Ruim sem aterramento, pior com um mal feito." 
Obrigado! 
 
Adendo: 
 
Imagem do aterramento local, feito pela CIA Elétrica e a forma utilizada pra se 
derivar o condutor de proteção desse ponto. Esse aterramento está em 
esquema TN-C-S ou TN-S a partir desse ponto: 
 
Exemplo de um padrão de energia aterrado: 
 
Pasta Térmica: Técnicas, verdades e mitos 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 19-
04-2010 
10 
 
A pasta térmica aplicada sobre o processador tem como função aumentar 
o contato entre o processador e o dissipador. Essa aplicação se faz necessária 
http://www.iotecnologia.com.br/pasta-termica-tecnicas-verdade-mitos/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/contato/
40 
 
devido às ranhuras microscópicas que existem nas superfícies 
dos processadores e na base dos dissipadores. O espaço vazio nestas ranhuras 
é então ocupado pela pasta, aumentando a transferência de calor entre 
processador e dissipador. 
Muitas pessoas acham que aplicação da pasta não merece atenção, mas alguns 
cuidados devem ser tomados ao aplicar a pasta: 
 
Limpe as superfícies antes da aplicação: Quem está removendo o adesivo 
térmico ou uma pasta antiga para a aplicação de uma nova, deve limpar 
totalmente a superfície antes de fazer a aplicação. Os resíduos podem dificultar 
a transferência de térmica entre os componentes. O ideal é que a limpezaseja 
feita com álcool isopropílico – para evitar oxidações – e um pano macio ou 
guardanapo absorvente. 
 
 
Seu processador deve ficar limpo que nem este 
 
Aplique a pasta com o dedo: Particularmente prefiro aplicar a pasta térmica 
com os dedos envolvidos em um plástico, pois a aplicação fica mais homogênea 
que com o uso de uma espátula, por exemplo. Se por acaso você não tiver um 
plástico por perto, pode aplicar com o dedos sem nada mesmo.Há quem diga 
que esse modo não é muito profissional e que a gordura existente na pele pode 
comprometer a transferência de calor. A menos que você tenha acabado de 
comer uma coxinha de R$0,50 sem guardanapos, não há porque se preocupar 
com a “gordura da pele”. Claro, antes de aplicar a pasta lave as mãos com 
sabão. 
 
*Não aplique pasta em excesso: A primeira vista parece interessante aplicar 
muita pasta a fim de aumentar a transferência de calor e a dissipação deste, 
mas existem dois motivos que provam o contrário. 
O primeiro é que ao se colocar o processador a pasta vai transbordar (não 
encontrei uma palavra melhor) e sujar os componentes da placa-mãe. O 
problema não é sujeira que ela vai causar, mas o curto-circuito que ela vai 
formar entre os componentes, já que a pasta térmica possui metais em sua 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
41 
 
composição fazendo com que ela seja um ótimo condutor elétrico (a prata é o 
componente principal das melhores pastas térmicas). 
O segundo motivo é que ao invés de aumentar a condução de calor entre o 
processador e o dissipador, o excesso de pasta térmica diminuirá 
consideravelmente essa transferência. Isto se deve pelo fato de que em 
excesso ela deixará de desempenhar sua função, que é a de preencher as 
ranhuras microscópicas presentes no processador e no dissipador, e irá ocupar, 
de fato, um espaço entre os dois, fazendo com que deixe de existir o contato 
direto entre o processador e o dissipador do cooler. 
 
 
 
Qual a diferença entre pastas condutoras e não condutoras? 
A diferença entre elas é simples. As pastas condutoras possuem componentes 
que conduzem melhor o calor, como a prata. As não condutoras não – mas não 
deixam de conduzir o calor, apenas o conduzem com menor eficiência.Existem 
algumas pastas que conduzem bem o calor, mas usam materiais que não 
conduzem eletricidade, como a cerâmica. 
Se o seu processador não é um Duron da vida, não é overclocado (acabei de 
inventar a palavra) ou não tem problemas de aquecimento, não há motivos 
para investir numa pasta condutora. 
 
Com quanto tempo devo reaplicar a pasta? 
Normalmente a pasta é reaplicada durante a limpeza do micro, que deve 
acontecer pelo menos de ano em ano. Mas se você notar que a pasta resseca – 
endurece – com poucos meses, troque de pasta. Se o problema continuar, 
aumente a frequência com que você substitui ela. 
 
Posso usar pasta de dente ao invés da pasta térmica? 
Acreditem, esta pergunta existe. E não pense que a pasta dental vai “refrescar” 
seu processador, como disse um rapaz que comentou um vídeo no YouTube, 
porque ela não vai. Só use pasta térmicas. 
 
42 
 
Quanto custa essa tal de pasta térmica? 
Aqui no bairro popular onde moro e onde se concentram 70% das lojas de 
eletrônica da cidade, um potinho com 15g de pasta térmica não condutora, 
custa R$2,50. Pastas condutoras com prata ou cerâmica costumam custar entre 
R$20 e R$40. Uma sugestão de pasta térmica dada pelo leitor do blog e amigo 
de MSN foi a Artic Silver 5, à venda no Mercado Livre. 
 
No-break é no-break ou tem algo a mais? 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 13-
04-2010 
2 
 
 
Na semana passada falamos um pouco sobre estabilizadores e sobre 
“acessórios” que julgamos desejáveis existirem nestes equipamentos. Neste 
post você vai conhecer alguns recursos opcionais que podem acompanhar um 
no-break e o que eles podem fazer pelo seu equipamento – e por você. 
Como já sabemos, um estabilizador tem como função estabilizar tensões e 
filtrar ruídos. Já o no-break, em um momento de ausência de corrente (um 
blackout, por exemplo), assume a alimentação do seu computador através de 
uma bateria, fazendo com que mesmo na ausência de energia elétrica nas 
tomadas, seu computador possa ser utilizado. 
Ok, sabemos que um no-break basicamente fornece energia na ausência desta. 
Então quais os diferenciais entre dois no-breaks com especificações elétricas 
idênticas? Conheça alguns dos itens que realmente fazem a diferença na hora 
de comprar seu UPC. 
 
Conexão para bateria externa: Alguns no-breaks populares já vêm com este 
tipo de conexão, que como o próprio nome sugere, possibilita a conexão de 
mais uma bateria ao no-break aumentando sua autonomia. A adição de uma 
bateria extra – normalmente baterias de carro – sai mais em conta do que a 
compra de um no-break com a autonomia desejada. Este tipo de conexão é 
muito solicitada para no-breaks que alimentarão servidores que precisam estar 
ininterruptamente ligados. 
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-138494489-pasta-termica-arctic-silver-5-prata-artic-o-r-i-g-i-n-a-l--_JM
http://www.iotecnologia.com.br/nobreaks-opcionais/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/
43 
 
 
Cabo usado para conectar uma bateria de carro a um no-break (Isto não é uma 
gambiarra). 
 
Conexão serial: O computador e o no-break são conectados através de um 
cabo serial ou USB que em conjunto com um software fornecido pelo 
fabricante, “avisa” ao computador que a bateria está próxima de acabar. O 
computador então é desligado através de um comando do próprio programa, 
evitando assim o corrompimento do sistema operacional devido a um 
desligamento incorreto. 
 
Proteção LAN/Ethernet: Este tipo de proteção evita que o equipamento de 
rede ou o computador conectado a um cabo UTP sofram com sobretensões. 
 
 
Battery Save: Este recurso faz com que o no-break, durante uma ausência de 
alimentação, não alimente suas saídas caso não haja nenhum dispositivo em 
funcionamento conectado a elas. O battery save proporciona um 
prolongamento da vida útil das baterias. 
 
Autodiagnóstico de baterias: A maioria dos problemas que acontecem com os 
no-breaks estão relacionados com a bateria. Com o recurso de autodiagnóstico 
o problema nas baterias poderá ser identificado antes que cause algum 
transtorno ao usuário. Diga-se de passagem que ele também facilita a vida do 
pessoal do suporte técnico – ou CPD, como queira. 
44 
 
Net Adapter: Em conjunto com um software disponibilizado pelo fabricante, o 
Net Adapter fornece informações sobre o estado em que o no-break se 
encontra através uma interface Web via acesso remoto. Este é um recurso 
bastante interessante quando se possui dezenas de no-breaks e é preciso estar 
informado sobre suas condições de funcionamento. 
 
Os itens considerados opcionais para estabilizadores também podem ser 
encontrados em no-breaks. 
Espero que Vossa Excelência tenha entendido os recursos que expliquei 
brevemente neste post. Dúvidas, sugestões e críticas, nos comentários 
 
Estabilizadores são todos iguais? 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 09-
04-2010 
14 
 
 
Ao contrário do que muitos pensam, os estabilizadores surgiram bem antes dos 
microcomputadores. Sua principal função era de proteger eletrodomésticos – 
como televisores e geladeiras – das bruscas variações de tensão da precária 
rede elétrica do Brasil. Posteriormente seu uso foi direcionado para proteger os 
microcomputadores que eram mais sensíveis às variações de tensão e hoje são 
encarados como itens indispensáveis à instalação elétrica de um computador – 
o que não é absolutamente verdadeiro. 
 
Até o ano de 2008 vigorava a NBR 14373:1999 que exigia pouco dos 
equipamentos estabilizadores no que diz respeito ao seu nível de proteção. 
Com a publicação da NBR 14373:2006, o INMETROpassou a exigir dos 
fabricantes que itens que até então eram opcionais, como filtro de linha e 
protetores surto, fossem obrigatórios nesses equipamentos. 
Fontes com PFC ativo não necessitam de estabilizadores, pois estes chegam a 
comprometer o funcionamento da fonte devido às altas latências na correção 
das tensões. – Gabriel Siqueira 
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile?uid=16086059868224209809
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/0aaf/
45 
 
De acordo com a nova norma, os estabilizadores de tensão fabricados a partir 
de janeiro de 2008 devem conter obrigatoriamente os seguintes itens: 
a) Filtro de linha – reduz os ruídos provenientes da rede elétrica; 
b) Protetor contra surtos da rede elétrica – proteção contra descargas elétricas; 
c) Desligamento automático – desliga a saída do estabilizador quando a rede 
elétrica estiver fora das condições de operação; 
d) Protetor térmico – proteção adicional contra sobrecarga; 
e) Aumento da faixa de tensão de entrada – 45% em redes 110V, 115V,120V e 
127V e 40% em 220V; 
f) True-RMS – permite o funcionamento correto do estabilizador em redes 
elétricas distorcidas; 
g) Sensor de potência – desliga o estabilizador quando o usuário utilizar 
equipamentos que excedam a potência do estabilizador. 
Hoje existem dezenas de fabricantes e outras centenas de modelos dos mais 
variados tipos. Assim, temos que ter uma certa cautela na hora de escolher o 
melhor equipamento, visto que, estabilizar a tensão todos eles estabilizam e 
possuem os principais recursos básicos de proteção, então o que vai fazer a 
diferença na hora de escolher entre um estabilizador ou outro serão seus 
adicionais. Conheça alguns deles: 
 
Protetor telefônico: Vários estabilizadores populares vêm com este tipo de 
proteção que tem como finalidade a retenção de cargas elétricas que possam 
chegar ao computador/telefone/modem através do cabeamento telefônico – 
que também possui corrente elétrica. Não são raros os casos onde o telefone 
de alguém explode devido ao surto de tensão. 
 
 
 
Recarga USB: Com o advento de dispositivos recarregáveis através da porta 
USB, esse recurso tornou-se um diferencial nos estabilizadores e hoje é um 
item indispensável para quem possui meia dúzia de gadgets recarregáveis via 
USB. Além do mais, usando o carregador do estabilizador, não há a necessidade 
de deixar o computador ligado somente para recarregar seu MP3, por exemplo. 
 
Bivolt Automático: Este recurso é extremamente indispensável àquelas 
pessoas que vivem em regiões onde há várias tensões na rede elétrica, como 
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/1e35-2/
46 
 
no estado de São Paulo e Minas Gerais, onde as concessionárias entregam 
tensões que vão de 115V aos 240V. A questão do bivolt ser automático é que 
com esta funcionalidade de auto-seleção, há menos chances do usuário 
confundir-se ou, num momento de distração, ligar o equipamento na tensão 
errada, queimando-o. 
 
Porta fusível externo: Quem já queimou um estabilizador com fusível interno 
sabe o quanto é chato e as vezes até complicado fazer a substituição. Com um 
porta fusível externo a manutenção do equipamento em virtude do 
rompimento do fusível fica muito mais prática, podendo ser concluída em 3 
minutos. Até um leigo poderia resolver seu problema sem a necessidade de um 
técnico. 
 
 
Chave liga/desliga embutida: Não negue: Você já desligou seu estabilizador 
com o pé sem querer. A chave liga/desliga embutida fornece uma proteção 
para aqueles que insistem em colocar o estabilizador próximo aos pés. Evite 
desligamentos involuntários com a chave embutida. 
 
 
Leds indicadores de sobre/subtensão: Por padrão os estabilizadores só devem 
vir com o led que indica que o equipamento está ligado. Já os leds adicionais 
indicam se está ocorrendo um problema de sub ou sobretensão na sua rede 
elétrica, contribuindo assim, para que você possa tomar as providências 
cabíveis de acordo com a situação – ou você quer passar o dia inteiro medindo 
a tensão com um multímetro? 
Bem, estes são os itens adicionais que são bastante interessantes e que não 
estão muito distantes do poder de compra da maioria das pessoas. 
Indicarmos um produto que atende a 5 dos 6 itens listados acima: 
o estabilizador Hexus 500VA da Microsol. Na loja online do Ponto Frio ele está 
http://protecaoeletrica.pontofrio.com.br/Estabilizador-Hexus-500VA-Auto-115V-Preto-Completo-47118.html?Filtro=C56_C70_C254
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/fusivel/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/modulo-isolador/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/fusivel/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/modulo-isolador/
47 
 
custando R$141,55 à vista. Um pouco mais caro que um estabilizador comum, 
mas o dinheiro estará sendo bem gasto. 
 
 
 
No próximo post mostraremos o que levar em conta na hora de comprar seu 
no-break. Até mais! 
Leituras recomendadas pelo Gabriel 
Aterramento. Aterra… o que?! 
Avaliação e fotos de filtros de linha 
Veja porque não se devem usar estabilizadores 
 
Você já ouviu um tlec? 
 
Com esse título ai fica até difícil de imaginar do que se trata o tópico, entretanto 
vocês irão entender logo logo. Venho me debatendo há muito tempo sobre o 
quão danoso pode vir a ser um estabilizador em uma alimentação para nosso 
PC.. A maioria dos colegas leitores até conseguem me entender quando falo na 
substituição do estabilizador por um filtro, quando falo nas "benesses" de um 
bom filtro ou de um supressor de transientes.. 
 
O que eu tenho visto uma maior resistência dos leitores é sempre na questão... 
Mas um estabilizador faz mal mesmo??? Sempre fica aquele misto de dúvida no 
ar, associado com um apego à coisa, com um misto de medo da ruptura com 
aquele ente tão querido que nos deu tanta segurança de que nosso PC estava 
muito protegido na na sua gestão... Então resolvi tirar uma foto do Tlec... 
 
Primeiramente vamos apresentar o Tlec para quem não o conhece, ou não o 
ouviu ainda. O Tlec é aquela batida de relé, de dentro do estabilizador, quando a 
sua lógica decide que está na hora de comutar a saída para uma nova posição, 
uma nova tomada de energia, cerca de 6 volts ou mais alta ou mais baixa do que 
aquela em que se está tirando energia nesse momento. 
Sempre disse a todos que me ouviam, liam, que a comutação desses taps é uma 
proeza mais ou menos catastrófica, uma vez que esses contatos dos relés, dos 
quais não tenho (ainda) nenhuma foto, ficam ao longo do tempo iguais a uma 
galocha furada. O nível de "bouncing" ou repicar, de um contato desses é 
http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=254237
http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=232290
http://www.youtube.com/watch?v=VK9gtF1S71M
http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=226130
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-estabilizadores/0aaf/
48 
 
alguma coisa muito grande. Nesse repicar de contato nossa fonte está sendo 
estressada e espúrios de tensão alta estão sendo gerados na entrada. Ai seu PC 
tem tudo para entupir, congelar, quer por falta de corrente na entrada da fonte 
quer pela RFI/MFI gerada pelo faiscamento desse contato. Já mostrei no outro 
dia como é que fica uma chave de luz ao longo do tempo, imagine o relé do 
estabilizador, chaveando uma carga maior e com não linearidade de corrente. 
 
 
Fontes Braview? Fuja delas ! 
Posted by Danilo Augusto | Posted in Manutenção E Hardware | Posted on 
18-01-2010 
Post sugerido por Jefferson Igor 
 
Há pouco mais de 1 mês o Clube do Hardware testou a fonte Braview ATX-
700 e teve uma surpreendente constatação: As fontes da série ATX da Braview 
são montadas com fontes remanufaturadas compradas no quilo.O que me 
causou mais indignação foi saber que essas fontes eram vendidadas como 
novas, sem nenhuma indicação de que aquele produto se tratava de um 
produto remanufaturado fruto do lixo tecnológico proveninente dos países 
desenvolvidos. De fato os consumidores estavam sendo enganados. 
 
http://www.iotecnologia.com.br/fontes-braview/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1844/
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1844/
49 
 
O que fazer ao levar um computador à assistência 
técnica 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E 
Hardware no dia 16-01-2010 
Essa semana aconteceu um episódio comigo, numa assistência 
técnica, que me fez abrir os olhos sobre que medidas e atitudes 
nós devemos tomar antes de entregar um computador ou um 
hardware específico numa assistência técnica ou mesmo a um 
técnico da nossa confiança. 
SE NÃO QUISER SABER O QUE ACONTECEU, PULE ESSES PRÓXIMOS 3 
PARÁGRAFOS. 
Eu estava com um Acer One 150 de uma cliente e fui substituir o HD dele por 
um novo. Vi um vídeo-tutorial no YouTube pra ver como eu deveria proceder 
pra efetuar a substituição. Desmontei o bicho todo direitinho, instalei o HD, 
fechei ele e por fim liguei-o. Pra minha felicidade deu tudo certo, entre na 
BIOS, vi o HD detectado, dei um F10 pra salvar tudo e reiniciei o net… e reiniciei 
o net… e reiniciei o net… FUUUUUUU!!! NÃO APARECEU MAIS NADA NA TELA E 
O TECLADO PAROU DE RESPONDER!!! Não pensei duas vezes. Levei o AO150 
para o rapaz que conserta notebooks pra mim. 
 
Chegando lá, contei o que havia acontecido e mostrei a ele o que estava 
acontecendo. No outro dia de manhã liguei pra assistência – que não é 
autorizada da Acer – e recebi a triste notícia de que o netbook havia queimado, 
não funcionava nada. Já conformado com o prejuízo de R$1100,00 fui buscá-lo. 
No meio do caminho Paulo Alexandre, um amigo meu, falou comigo e pediu 
para que eu levasse o netbook para ver o que ele e mais outros amigos nossos 
poderiam fazer. Chegando lá, tentei ligar o net e mais uma constatação… O 
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-fazer-quando-levar-um-computador-assistncia-tcnica/
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-fazer-quando-levar-um-computador-assistncia-tcnica/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/image5.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/image6.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/image5.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/image6.png
50 
 
danado não liga mais. Leds não acendem, coolers não giram e o processador 
não esquenta. 
Levei o netbook de volta. Falei com o cara e ele disse que a placa-mãe havia 
queimado e que era por isso que ele nem sequer acendia mais. Indignado, eu 
disse que o netbook chegou lá ligando, com leds acendendo, cooler girando e 
bateria carregando. Daí ele disse: Você me mostrou ele com a bateria 
carregada, mas quando descarrega não funciona, nem sequer retirando ela e 
ligando o netbook direto na tomada está funcionando. No meu pensamento eu 
sabia que ele ligava de todos os modos possíveis, mas o fato é que eu não 
mostrei todos os modos possíveis a ele não tinha como provar de que ele é 
quem estava errado e que provavelmente havia piorado o que eu já tinha feito. 
Moral da história: O cara esculhambou o Acer de R$1100,00. eu vou ter que 
pagar outro e não há nada que eu possa fazer pra provar que ele fez algo de 
errado. 
 
Depois dessa história toda – e de mais algumas que já passei na minha vida, 
digamos, pré-profissional – tirei algumas lições que vou passar pra você agora. 
Faça das dicas abaixo um ritual para que toda vez que for entregar um 
equipamento qualquer a um técnico, você cheque esses itens e só assim confie 
seu computador, seu notebook a um profissional. 
 
Regra Nº 1: Antes de entregar um equipamento a um técnico/empresa faça 
questão de mostrar o que está acontecendo com ele, como ele está naquele 
momento e peça, sem nenhuma vergonha, para que ele assine um termo 
confirmando as condições do equipamento.; 
 
Regra Nº 2: Pode parecer meio paranóico, mas sempre que puder marque seu 
equipamento e partes dele de alguma forma, a fim de identificar peças que por 
ventura possam ser substituídas sem sua autorização. Memórias, HDs e 
baterias são os preferidos dos técnicos safados; 
 
Regra Nº 3: Observe bem as condições físicas da carcaça/gabinete ao ser 
entregado ao técnico. Peça para que ele constate se há arranhões, amassados, 
rachadura ou qualquer outro dano. Se por acaso na devolução o equipamento 
vier com alguma avaria, tente resolver o problema com o técnico. Se ele não 
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ladrao.jpg
51 
 
resolver e tiver algum registro – por exemplo, CREA – procure o conselho. Se 
ele fizer parte de uma empresa procure o gerente, o proprietário ou na pior das 
hipóteses o PROCON. 
 
Regra Nº 4: Ao receber o diagnóstico do problema não exite em perguntar a 
causa do problema, o porque daquela solução e se há outros modos de 
resolver o mesmo problema. 
 
Regra Nº 5: Desconfie de diagnósticos do tipo “perda total”. Em 99,9% dos 
casos há recuperação e/ou utilidade para boa parte do equipamento. Até hoje 
nunca recebi um computador que placa-mãe, HD, processaodor, memória e 
fonte tenham sido danificados. Nestes casos peça o equipamento de volta e 
leve para outro profissional. 
 
Regra Nº 6 (por sugestão do Nicholas): Jamais assuma a responsabilidade de 
levar um equipamento de alguém a outro técnico, em outras palavras, jamais 
terceirize o seu serviço pois se acontecer o que aconteceu comigo, por 
exemplo, você é o culpado. Ao invés de dizer “me dê o notebook que eu levo 
pra um amigo meu que ajeita”, diga “Olha, fulaninho ali ajeita, o celular dele é 
8888-8888”, mais fácil né ? 
Acho que é isso pessoal. Sempre prestem muita atenção a diagnósticos 
sobrenaturais e sempre, eu disse SEMPRE observem e mostre ao técnico as 
condições em que o equipamento está indo pra sua bancada. 
Espero que essa minha triste – e cara – experiência tenha servido para algumas 
que leem nosso blog. 
 
Dicas para comprar seu computador: Escolhendo o HD 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 18-
09-2009 
 
Depois de umas 3 semanas sem tocar no assunto, aqui estamos nós retomando 
a série “Dicas para comprar seu computador”. Depois de falarmos sobre a 
escolha do conjunto, do processador e da memória, falaremos sobre o que 
deve ser levado em conta ao escolher um HD. Será que a única coisa que conta 
é a quantidade de gigabytes que o HD consegue armazenar, ou devemos 
observar outros itens ? 
Ao contrário do que quase todo mundo pensa, não é só a capacidade de 
armazenamento que define se um HD é bom ou não, mas características como 
o tipo de tecnologia usada no hard disk, tamanho do buffer, rotação e outras 
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-sugestao-comprar-hd/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-computador/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-computador/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-processador/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-seu-computador-escolhendo-a-memria-ram/
52 
 
variantes determinam e muito a performance de um HD. Para que você fique 
por dentro do que faz um HD ser O bom, vamos explicar cada um desses 
conceitos aqui 
Sata X IDE: Atualmente existem 2 grandes padrões (tecnologias) de HDs, o Sata 
e o IDE. Para facilitar a comparação entre ambos, fizemos esta tabela: 
 
 Sata IDE 
Velocidade 300 MB/s 133 MB/s 
Fácil de Encontrar? Sim Não 
Preço(HD de 160GB)* R$ 144,41¹ R$ 161,41² 
Precisa Configurar Master/Slave ? Não Sim 
Haverá aperfeiçoamento da Tecnologia 
? 
Sim Não 
 
Além de todos estes fatores que pesam contra o padrão IDE (ou PATA) ainda há 
a questão da circulaçãodo ar dentro do gabinete prejudicada pelos largos 
cabos IDE em comparação com os cabos Sata. Observe a diferença entre eles (o 
vermelho é o Sata e o cinza o IDE): 
 
 
 
Rotação: Para entender a influência da rotação na performance dos HDs seria 
interessante que você visse esse vídeo, pois além de explicar qual a 
importância da rotação, o vídeo faz um belo de um resumo sobre o 
funcionamento do HD, muito bom mesmo. A parte que importa para o 
entendimento da rotação inicia em 2:25 e termina em 3:05; 
Viu o quanto é importante a rotação do HD ? Quanto maior a velocidade em 
que os discos girarem, mais dados passarão pela cabeça de leitura. Atualmente 
53 
 
a maioria dos notebooks vêm com HDs de 5400 RPM, pois estes consomem 
menos energia, mas alguns notes trazem consigo HDs de 7200RPM. Quanto aos 
Desktops a maioria esmagadora de HDs são de 7200 RPM, mas existem 
velocidades que vão de 5400 a 15000 RPM. Quanto mais rotações, melhor. 
 
Cache: Assim como os processadores, os HDs também possuem uma memória 
cache que é responsável por guardar os últimos dados acessados no HD de 
forma que quando solicitados novamente não precisem ser procurados mais 
uma vez pela cabeça de leitura, que é muito mais lenta que a esta memória, 
claro. Ao contrário do que parece o tamanho da memória cache não influi 
taaanto assim no desempenho pois ela só tem utilidade na leitura de arquivos 
pequenos, devido ao seu tamanho reduzido. Normalmente os HDs comuns vem 
com 8 OU 16MB de memória cache. Os mais gordunhos possuem 32MB. 
Portanto não se deixe levar muuuuuito pelo tamanho dela pois ao contrário do 
que acontece com o processador, onde dobrando a quantidade do cache L2 
ocorre um aumento de 10% na performance, nos HDs esse aumento é de 
apenas 1%. 
 
Suporte ao NCQ: Quase todos os HDs Sata atuais têm suporte ao NCQ. Este 
recurso permite à cabeça de leitura fazer a escolha pelo melhor e menor 
caminho a ser seguido quando ela estiver procurando um arquivo. Complicado 
né ? Observe a imagem abaixo: 
 
 
Utilizando o NCQ a velocidade do disco pode ser aumentada em até 10%. Este 
recurso não é nenhuma implementação eletrônica ou mecânica no HD, mas 
apenas uma modificação implantada no firmware do disco através de software. 
Vai comprar HD ? NCQ nele ! 
 
Capacidade de Armazenamento: Já ouvi muita gente chegando na loja e 
dizendo “Me dê o maior HD que tiver aí!”, daí o vendedor chega com uma 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
54 
 
belezinha de 1.5TB. A pergunta é: Será que essa pessoa necessita disso 
tudo? Será que ela não está gastando dinheiro em vão? Eu sei que espaço em 
disco nunca é demais, mas usuários comuns não precisam de discos gigantes. 
Discos desse tamanho são usados por tratadores de imagem, pirateiros, 
editores de vídeo, servidores… Portanto a única dica aqui é: Invista num HD 
que supra as suas necessidades e um pouco mais. Agora… Se você tem $$ 
sobrando… Meta a cara e compre 
Além de todas essas características há também a questão do fabricante. Por 
experiência própria posso afirmar que Seagate e Samsung são as melhores 
marcas. Fuja de Maxtor e Western Digital. Beleza ? 
 
Ao final deste post podemos fazer uma síntese do que seria um HD bom. 
Vamos lá: 
Padrão: Sata 
Rotação: Pelo menos 7200RPM 
Cache:16MB 
Suporte a NCQ 
Fabricante: Seagate 
 
Para quem quiser se aprofundar mais nessa história de HDs, indico os seguintes 
posts: 
O que é a taxa de transferência interna? 
HD: Relação Custo/Benefício. Vale a pena investir num TOP de Linha ? 
Cache de Disco (buffer) 
NCQ, Tempo de Busca e MTBF 
 
http://www.gdhpress.com.br/hardware/leia/index.php?p=cap5-11
http://www.gdhpress.com.br/blog/hds-medindo-o-desempenho/
http://www.guiadohardware.net/termos/cache-de-disco-ou-buffer-de-disco
http://www.gdhpress.com.br/blog/ncq-tempo-de-busca-e-mtbf/
55 
 
Taxa de Transferência Interna (Internal Transfer Rate) 
 
A taxa de transferência interna é a velocidade "real" do HD ao ler arquivos 
gravados em setores seqüenciais. Se tivéssemos à mão todas as especificações 
do HD, incluindo o número de setores por trilha, seria simples calcular a taxa de 
leitura real do HD. 
Em um HD que tivesse 1584 setores por trilha na área mais externa dos discos 
e 740 na área mais interna, com 2 patters, rotação de 7200 RPM, tempo de 
busca Track-to-Track de 0.8 ms e Head Switch Time de 0.6 ms, por exemplo, 
teríamos o seguinte: 
Cada trilha externa possui 1584 setores, cada um com 512 bytes, de forma que 
temos 792 KB por trilha. 
Os discos giram a 7200 RPM, de forma que temos 120 rotações por segundo. 
Dividindo um segundo por 120 rotações, temos 8.33 milissegundos para cada 
rotação completa do disco, que corresponde à leitura de cada trilha. 
Como o disco tem 2 platters, temos um total de 4 trilhas por cilindro. Para ler 
cada cilindro, a cabeça de leitura precisa realizar 3 chaveamentos entre as 
cabeças (0.6 ms cada) e em seguida precisa mover o braço de leitura para o 
cilindro seguinte, o que demora mais 0.8 ms. 
Somando tudo, a leitura de cada cilindro demora aproximadamente 36 ms, o 
que significa que temos a leitura de 27.7 cilindros por segundo. 
Cada cilindro é composto por 4 trilhas, o que corresponde a 3.093 MB. Se o HD 
consegue ler 27.7 deles por segundo, significaria que o nosso HD hipotético 
teria uma taxa de transferência interna (nas trilhas externas) de 
aproximadamente 85.9 MB/s. 
Nas trilhas internas a densidade cai para apenas 1.44 MB por cilindro (já que 
cada trilha possui apenas 740 setores), de forma que a taxa de leitura cai para 
apenas 40.1 MB/s. 
Ao ler pequenos arquivos, temos a interferência do cache de disco, mas ao ler 
uma grande quantidade de arquivos, ele deixa de ser eficaz (já que armazena 
apenas uma pequena quantidade de dados), de forma que a taxa real de 
transferência cai para os valores da taxa de transferência interna, variando 
entre 85.9 MB/s e 40.1 MB/s, de acordo com a parte do disco que estivesse 
sendo lida. 
Quando houver referências à "Internal Transfer Rate" ou "Buffer to Disc" nas 
especificações de um HD, pode ter certeza de tratar-se da velocidade 
"máxima", atingida quando são lidos setores seqüenciais nas bordas do disco. 
Tenha em mente que no centro do disco você obterá um pouco menos da 
metade do número divulgado. 
56 
 
No caso dos HDs de notebook, ou de HDs que utilizam platters de 2.5" (como o 
Raptor), a diferença entre a taxa de leitura nas trilhas internas e externas é 
menor, numa relação de aproximadamente 2/3 em vez de 1/2. 
O grande problema é que os fabricantes raramente divulgam o número de 
setores por trilha, nem o Head Switch Time dos HDs, de forma que acaba sendo 
impossível calcular diretamente a taxa de transferência interna com base nas 
especificações. Normalmente, você encontrará apenas o número de setores 
por trilhas visto pelo BIOS (64), que não tem nenhuma relação com o número 
real. 
Resta então usar o método empírico, realizando um teste longo de leitura, 
como o teste realizado pelo HD Tach, onde são lidos grandes volumes de 
dados, começando pela borda e prosseguindo até o centro dos discos. O cache 
pode ajudar o início da leitura, mas os dados armazenados logo se esgotam, 
deixando apenas a taxa real. 
 
Um bom lugar para pesquisar sobre as taxas de leitura (e outros índices) de 
diversos modelos é a tabela do Storage Review, disponível 
no: http://www.storagereview.com/comparison.html. 
 
Outra tabela recomendada é a disponível no 
TomsHardware: http://www23.tomshardware.com/storage.html. 
 
Outra curiosidade é que é comum que os fabricantes produzam alguns 
modelos de HDs onde não são utilizadas todas as trilhas dos discos, de forma a 
criar HDs com capacidades definidas, que se adaptem a determinados nichos 
do mercado. Imagine, por exemplo, que o fabricante X está produzindo todos 
os seus discos usando platters de 200 GB. Isso significaria que ele teria modelos 
de 200, 400, 600 e 800 GB, de acordo com o número de platters usados. 
Imagine agora que o fabricanteY, que ainda usa uma técnica anterior de 
produção, lança um HD de 160 GB, que é mais barato que o de 200 GB do 
fabricante X e por isso começa a roubar mercado dele. 
Ao invés de reduzir o custo do HD de 200 GB e perder dinheiro na venda de 
todos os HDs, o fabricante X pode criar um HD de 160 GB fazendo uma simples 
alteração no firmware do HD de 200 GB, que faça a controladora deixar de usar 
as trilhas mais externas do disco. Ele pode agora vender estes HDs de "160 GB" 
a um preço mais baixo, sem ter que mexer no preço do restante da linha. Por 
incrível que possa parecer, isto é bastante comum. 
Ao medir o desempenho deste HD "castrado", você perceberia que a diferença 
entre o desempenho nas trilhas internas e externas é bem menor que nos 
outros modelos. O tempo de acesso médio tende também a ser um pouco 
http://www.storagereview.com/comparison.html
http://www23.tomshardware.com/storage.html
57 
 
menor, já que a cabeça de leitura precisa se deslocar por uma área menor do 
disco. 
 
HDs: Medindo o desempenho 
Publicado em 27/08/2008 – 10:48 
por Carlos Morimoto 
O desempenho do HD é determinado basicamente pela densidade dos discos, 
velocidade de rotação e, em menor grau, pelo tamanho do cache de leitura e 
suporte ao NCQ. Por ser um componente mecânico, não existe muito o que os 
fabricantes possam fazer para melhorar o desempenho de forma considerável 
sem mexer nesses fatores. 
Outra questão é que o mercado de HDs é um ramo incrivelmente competitivo, 
de forma que tecnologias revolucionárias, como, por exemplo, a técnica de 
gravação perpendicular, são rapidamente adotadas por todos os fabricantes, já 
que os que não são capazes de acompanhar a evolução tecnológica 
simplesmente não conseguem se manter no mercado. 
Em se tratando de HDs "normais", destinados ao mercado de consumo, dois 
HDs produzidos na mesma época, com a mesma velocidade de rotação e a 
mesma quantidade de cache, tendem a possuir um desempenho muito 
parecido. 
Na hora da compra você deve se preocupar mais em não levar para casa HDs 
antigos, baseados em tecnologias obsoletas que por algum motivo tenham 
ficado parados no estoque dos distribuidores. Um HD de 120 GB produzido em 
2007 muito provavelmente possuirá um único platter e será mais rápido que 
um HD produzido um ano atrás, com a mesma capacidade, mas que utilize dois 
platters, mesmo que ambos sejam de 7200 RPM e sejam vendidos por mais ou 
menos o mesmo preço. 
Existem ainda casos de HDs "premium", que utilizam tecnologias recentemente 
introduzidas ou mudanças radicais no design e dessa forma conseguem ficar 
um passo à frente em termos de desempenho. Eles naturalmente ficam no 
topo das tabelas comparativas, mas em geral não são uma boa opção de 
compra fora de nichos muito específicos, pois sempre possuem um custo por 
megabyte muito mais alto. 
http://www.gdhpress.com.br/blog/hds-medindo-o-desempenho/
http://www.gdhpress.com.br/
58 
 
Um bom exemplo são os Maxtor Atlas 15K II, uma série de HDs SCSI que até 
2006 estavam entre os mais rápidos do mercado, em detrimento da 
capacidade de armazenamento. 
Como você pode ver na foto a seguir, embora o Atlas 15K II fosse um HD de 
3.5", internamente ele utilizava discos de 2.5", similares aos usados em 
notebooks. O menor diâmetro dos discos reduz a capacidade de 
armazenamento, mas permitiu que os discos girassem a 15.000 RPM. O menor 
diâmetro também permitiu reduzir o tempo de acesso (já que a distância a ser 
percorrida pelas cabeças de leitura era menor) o que, combinado com outras 
melhorias, resultou num HD Ultra 320 SCSI com tempo de acesso de apenas 5.5 
ms e taxa de leitura seqüencial (nas trilhas externas) de 98 MB/s: 
 
O problema é que, além de caro, a capacidade de armazenamento era 
pequena, mesmo para os padrões da época. O modelo com 1 platter 
armazenava apenas 37 GB, enquanto o modelo com 4 armazenava 147 GB. Ou 
seja, você pagaria até US$ 1.000 para ter uma capacidade equivalente à de um 
HD low-end. 
De uma forma geral, o melhor em termos de custo-benefício é comprar HDs de 
geração atual, escolhendo entre os modelos de baixo custo e substituir o HD a 
cada 18 ou 24 meses, se possível revendendo o antigo (por algum motivo os 
HDs costumam ser um item valorizado no mercado de componentes usados, 
talvez porque todo mundo sempre precisa de mais espaço ;). Dessa forma, você 
vai conseguir sempre manter o seu equipamento relativamente atualizado, 
gastando pouco. 
59 
 
Acaba sendo muito melhor do que gastar o dobro, tentando comprar "o 
melhor HD", que vai estar desatualizado da mesma forma daqui a dois anos. 
Tenha em mente que a vida útil de qualquer equipamento é limitada, então só 
vale a pena gastar mais se o ganho de desempenho realmente for lhe trazer um 
retorno tangível ao longo desse período. 
Em um servidor, o investimento em HDs topo de linha pode compensar em 
muitos casos, já que um melhor desempenho equivale a mais requisições e, 
conseqüentemente, mais clientes atendidos. A perda acumulada de algumas 
visitas diárias, ao longo de alguns anos, poderia corresponder a um prejuízo 
equivalente a várias vezes o valor investido nos HDs, por exemplo. 
Mas, tenha em mente que o perfil de uso de disco em um servidor é bem 
diferente do uso em um desktop típico, sem contar que, dada a sua 
importância, pequenos ganhos de desempenho podem realmente compensar 
pequenas extravagâncias, o que não é o caso de um desktop típico. 
Por mais que você mantenha vários programas abertos e realize muitas 
operações ao mesmo tempo, não vai conseguir chegar nem perto do que 
acontece num servidor web, por exemplo, que precisa responder a um grande 
volume de requisições simultâneas a cada segundo. 
Num servidor típico, são realizadas um enorme número de pequenas leituras, 
que são usadas para montar as páginas ou arquivos que serão enviados aos 
clientes. Um fórum com um grande número de mensagens pode facilmente 
resultar em um banco de dados de 10 ou mesmo 20 GB, contendo uma 
infinidade de pequenas mensagens de texto e ter 1000 ou 2000 visitantes 
simultâneos em determinados períodos. 
Para cada página a ser exibida, o servidor precisa ler várias entradas dentro do 
banco de dados (o tópico propriamente dito, informações sobre os usuários e 
assim por diante). Mesmo com o uso de caches, não é difícil imaginar que 
tantas requisições simultâneas levam o desempenho dos HDs ao limite. Nesse 
cenário, qualquer redução no tempo de acesso representa um grande ganho de 
desempenho. 
Em um desktop, o HD acaba sendo mais relacionado ao tempo de boot e 
carregamento dos programas, por isso a taxa de transferência acaba sendo o 
item mais importante. A única operação que se aproxima um pouco do que 
acontece nos servidores é o uso intensivo de swap, onde o HD também precisa 
realizar um grande número de pequenas leituras. Entretanto, nesses casos o 
60 
 
problema não seria o HD, mas sim a falta de memória RAM. O único swap bom 
é o swap que não é feito. 
Existem ainda casos onde o desempenho simplesmente não é um fator 
importante, como por exemplo no caso de HDs secundários, usados apenas 
para guardar arquivos ou fazer backup, onde você acessa os dados apenas 
esporadicamente. Nesses casos, o melhor negócio é simplesmente procurar os 
HDs com o menor custo por megabyte, dentro da capacidade de que você 
precisa e escolher um baseado na reputação do fabricante. Em casos como 
este, um HD mais lento, de 5400 RPM, pode ser até desejável, já que eles 
consomem menos energia e geram menos calor que os de 7200 RPM. 
De qualquer forma, é importante entender os fatores que determinam o 
desempenho dos HDs, de forma a não ser enganado pelas frases floridas 
usadas pelos fabricantes e não fazer feio nas rodas de amigos. :) 
61 
 
Tempo de Busca (Seek Time) 
 
Ao comparar dois HDs fabricados na mesma época, que utilizam a mesma 
velocidade de rotação e possuem uma capacidade e número de discos similar 
(o que indica que possuem mais ou menos a mesma densidade), o tempo de 
buscaé provavelmente o único fator que pode diferir de forma significativa 
entre os dois. 
O tempo de busca indica o tempo que a cabeça de leitura demora para ir de 
uma trilha à outra do disco, ou seja, indica a performance do actuator usado no 
HD. O tempo de busca é importante, pois ele é o fator que mais influencia no 
tempo de acesso e conseqüentemente na performance geral do HD. 
 
Existem três índices diferentes para o cálculo do tempo de busca: Full 
Stroke, Track-to-Track e Average. 
 
O primeiro (Full Stroke) indica o tempo que a cabeça de leitura demora para se 
deslocar da primeira até a última trilha do HD, o que normalmente demora 
entre 15 e 20 milissegundos. Como é o maior dos três, este valor não costuma 
ser divulgado muito abertamente pelos fabricantes. 
O Track-to-Track é justamente o oposto; o tempo que a cabeça demora para 
mudar de uma trilha para a seguinte. Como a distância a ser percorrida é muito 
pequena, ele costuma ser muito baixo, inferior a 1 milissegundo. Como ele é o 
valor mais baixo dos três, muitos fabricantes divulgam o valor do Track-to-
Track nas especificações, omitindo os outros dois. 
Finalmente, temos o Average (valor médio), que é justamente um meio termo 
entre os dois. Ele indica o tempo médio que a cabeça demora para se 
locomover até um setor aleatório do HD. Ao pesquisar nas especificações, 
procure justamente se informar sobre o valor Average, já que ele é o mais 
indicativo dos três. 
Aqui temos as especificações de um Samsung HD300LJ, um HD de 300 GB e 
7.200 RPM, que era um modelo de médio custo no início de 2007: 
 
Track to Track: 0.8 ms 
Average: 8.9 ms 
Full Stroke: 18 ms 
 
Aqui temos as de um Western Digital Raptor X, um "topo de linha" de 10.000 
RPM, que utiliza platters de 2.5". O menor diâmetro dos discos faz com que ele 
tenha apenas 150 GB de capacidade (2 discos), mas em troca permitiu obter 
tempos de acesso bem mais baixos: 
62 
 
Read Seek Time: 4.6 ms 
Write Seek Time: 5.2 ms (average) 
Track-To-Track Seek Time: 0.4 ms (average) 
Full Stroke Seek: 10.2 ms (average) 
 
Veja que as descrições usadas pela Samsung e pela Western Digital são 
ligeiramente diferentes. 
Tanto o "Average" da Samsung quanto o "Read Seek Time" da WD referem-se 
ao tempo de busca médio para operações de leitura. A WD incluiu também o 
Write Seek Time, que é o tempo de busca para operações de gravação, que é 
sempre um pouco mais alto e por isso nem sempre divulgado nas 
especificações. 
Como você pode ver, esses são dois exemplos extremos. O Raptor possui 
tempos de busca quase 50% menores, mas em compensação é mais caro e 
possui menos da metade da capacidade do Samsung. Você acaba pagando 
muito mais caro pela maior performance. 
 
Cache de Disco (ou Buffer de disco) 
O cache não é essencial apenas para a memória RAM. Um dos grandes 
responsáveis pelo desempenho dos HDs atuais é novamente o ilustre cache. 
Apesar disso, o cache de disco funciona de uma forma um pouco diferente do 
cache da memória RAM. 
Em primeiro lugar temos uma pequena quantidade de cache instalada no 
próprio HD. Este cache pode ser de 512 KB, 1 MB, 2 MB, ou até mais, 
dependendo do modelo. A função deste primeiro cache é basicamente a 
seguinte: 
Geralmente ao ler um arquivo, serão lidos vários setores seqüenciais. A forma 
mais rápida de fazer isso é naturalmente fazer com que a cabeça de leitura leia 
de uma vez todos os setores da trilha, passe para a próxima trilha seguinte, leia 
todos os seus setores, passe para a próxima e assim por diante. Isso permite 
obter o melhor desempenho possível. O problema é que na prática não é assim 
que funciona. O sistema pede o primeiro setor do arquivo e só solicita o 
próximo depois de recebê-lo e certificar-se de que não existem erros. 
Se não houvesse nenhum tipo de buffer, a cabeça de leitura do HD acabaria 
tendo que passar várias vezes sobre a mesma trilha, lendo um setor a cada 
passagem, já que não daria tempo de ler os setores seqüencialmente depois de 
todo tempo perdido antes de cada novo pedido. 
http://www.guiadohardware.net/termos/cache-de-disco-ou-buffer-de-disco
63 
 
Graças ao cache, este problema é resolvido, pois a cada passagem a cabeça de 
leitura lê todos os setores próximos, independentemente de terem sido 
solicitados ou não. Após fazer sua verificação de rotina, o sistema solicitará o 
próximo setor, que por já estar carregado no cache será fornecido em tempo 
recorde. 
Os dados lidos pelas cabeças de leitura, originalmente são gravados no cache, e 
a partir dele, transmitidos através da interface IDE ou SCSI. Caso a interface 
esteja momentaneamente congestionada, os dados são acumulados no cache 
e, em seguida transmitidos de uma vez quando a interface fica livre, evitando 
qualquer perda de tempo durante a leitura dos dados. Apesar do seu tamanho 
reduzido, o cache consegue acelerar bastante as operações de leitura de dados. 
Claro que quanto maior e mais rápido for o cache, maior será o ganho de 
performance. 
Para complementar este primeiro nível de cache, os sistemas operacionais 
criam um segundo cache de disco usando a memória RAM. No Windows 95/98 
esta quantidade é fixa, mas a partir do Windows 2000 o tamanho do cache de 
disco varia de acordo com a quantidade de memória RAM disponível. Neste 
cache ficam armazenados também últimos dados acessados pelo processador, 
permitindo que um dado solicitado repetidamente possa ser retransmitido a 
partir do cache, dispensando uma nova e lenta leitura dos dados pelas cabeças 
de leitura do HD. Este sistema é capaz de melhorar assustadoramente a 
velocidade de acesso aos dados quando estes forem repetitivos, o que 
acontece com freqüência em servidores de rede ou quando é usada memória 
virtual. 
Isso explica o por quê dos grandes servidores utilizarem vários gigabytes de 
memória RAM. Além da memória consumida pelos aplicativos, é essencial que 
tenham um enorme cache de disco. Assim, ao invés de ler os dados a partir do 
HD, o servidor pode trabalhar na maior parte do tempo lendo os dados a partir 
do cache na memória RAM que será sempre muito mais rápido. 
HDs: NCQ, tempo de busca e MTBF 
Publicado em 28/08/2008 – 10:58 
por Carlos Morimoto 
A grande maioria dos HDs SATA atuais suporta o NCQ, onde a controladora 
utiliza o tempo ocioso, entre uma leitura e outra, para estudar e reorganizar a 
ordem das leituras seguintes, de forma que elas possam ser executadas na 
ordem em que seja necessário o menor movimento possível dos discos. É como 
no caso de um ônibus, que precisa fazer um itinerário passando por diversos 
http://www.gdhpress.com.br/blog/ncq-tempo-de-busca-e-mtbf/
http://www.gdhpress.com.br/
64 
 
pontos da cidade. Com o NCQ o motorista tem autonomia para fazer alterações 
na rota, de acordo com as condições do trânsito, escolhendo a rota mais 
rápida. 
Esta ilustração fornecida pela nVidia mostra como o sistema funciona. O HD à 
esquerda não possui suporte a NCQ, de forma que, ao realizar 4 leituras a 
setores aleatórios do disco ele precisa realizá-las em ordem, fazendo com que 
sejam necessários um número maior de rotações do disco, À direita, o HD com 
NCQ usa um atalho para realizar a mesma seqüência de leitura em menos 
tempo, lendo os setores fora de ordem: 
 
Na prática, o NCQ pode melhorar a taxa de transferência do HD em até 10% em 
situações específicas, onde são lidos diversos arquivos pequenos espalhados 
pelo HD, como durante o carregamento do sistema operacional, ou de um 
programa pesado, mas faz pouca diferença quando você está transferindo 
grandes arquivos. De qualquer forma, ele é uma otimização implementada via 
software, que não aumenta o custo de produção dos discos e não tem contra 
indicações. 
Tem seguida temos a questão do cache, que, embora não seja tão importante 
para o desempenho quanto geralmente se pensa, permite à controladora 
executar um conjunto de operações úteis para melhorar o desempenho. 
Geralmente ao ler um arquivo, serão lidos vários setores seqüenciais. A forma 
mais rápida de fazerisso é, naturalmente, fazer com que a cabeça de leitura 
leia de uma vez todos os setores da trilha, passe para a trilha seguinte, passe 
para a terceira e assim por diante. Isso permite obter o melhor desempenho 
possível. 
65 
 
O problema é que na prática não é assim que funciona. O sistema pede o 
primeiro setor do arquivo e só solicita o próximo depois de recebê-lo e 
certificar-se de que não existem erros. Se não houvesse nenhum tipo de buffer, 
a cabeça de leitura do HD acabaria tendo que passar várias vezes sobre a 
mesma trilha, lendo um setor a cada passagem, já que não daria tempo de ler 
os setores seqüencialmente depois de todo tempo perdido antes de cada novo 
pedido. 
Graças ao cache, este problema é resolvido, pois a cada passagem a cabeça de 
leitura lê todos os setores próximos, independentemente de terem sido 
solicitados ou não. Após fazer sua verificação de rotina, o sistema solicitará o 
próximo setor, que por já estar carregado no cache será fornecido em tempo 
recorde. 
Nos HDs atuais, o cache pode ser usado também nas operações de escrita. 
Imagine, por exemplo, que a controladora está ocupada lendo um arquivo 
longo e o sistema solicita que ela atualize um pequeno arquivo de log. Em vez 
de precisar parar o que está fazendo, a controladora pode armazenar a 
operação no cache e executá-la mais adiante, em um momento de ociosidade. 
Nos HDs SATA com NCQ, a controladora possui liberdade para reorganizar as 
operações, realizando-as de forma que sejam concluídas mais rápido. A 
controladora passa então a armazenar os dados no cache, de forma que, 
depois de concluídas as operações, possa organizar os dados e entregá-los na 
ordem correta para o sistema. 
O espaço excedente é usado para armazenar os últimos arquivos acessados, de 
forma que eles possam ser fornecidos rapidamente caso sejam requisitados 
novamente. A principal vantagem de usar um cache maior seria justamente ter 
mais espaço para arquivos. A questão é que o sistema operacional também 
mantém um cache de leitura e gravação utilizando a memória RAM que, por 
ser maior que o cache do HD, acaba sendo mais eficiente e também mais 
rápido, já que o cache do HD tem sua velocidade de transferência limitada à 
velocidade da interface IDE ou SATA, enquanto o cache feito pelo sistema 
operacional está limitado apenas à velocidade de acesso da própria memória 
RAM. Esse é o principal motivo de um HD com mais cache não ser tão mais 
rápido quanto se pensa. Uma pequena quantidade de cache é importante por 
causa de todos os recursos que vimos, mas a partir de um certo ponto, o 
tamanho do cache acaba fazendo pouca diferença. 
66 
 
Concluindo, duas informações que constam nas especificações dos HD e que 
são freqüentemente mal entendidas são o MTBF e o service life, que se 
destinam a dar uma idéia estimada da confiabilidade do HD. 
MTBF significa "Mean Time Between Failures" ou "tempo médio entre falhas". 
A maioria dos HDs de baixo custo, destinados ao mercado doméstico, possuem 
MTBF de 300.000 ou 600.000 horas, enquanto os modelos high-end, ou 
destinados a servidores, normalmente ostentam um MTBF de 1.200.000 horas. 
Complementando temos o "service life" ou "component design life", que 
normalmente é de 5 anos. 
Como era de se esperar, o service life indica o tempo de vida "recomendado" 
pelo fabricante. Como o HD é composto por componentes mecânicos, um certo 
desgaste é acumulado durante o uso, culminando na falha do HD. Um service 
life de 5 anos indica que o HD é projetado para durar 5 anos e que a grande 
maioria das unidades deve realmente resistir ao tempo especificado. 
O MTBF, por sua vez, não é uma indicação do tempo de vida do HD, mas sim 
indica a percentagem de chance do HD apresentar defeito antes do final do 
service life. Se o service life é de 5 anos e o MTFB é de 600.000 horas, significa 
que existe uma possibilidade de 1.4% do seu HD apresentar defeito antes disso. 
Parece complicado, mas na verdade não é tanto :). A idéia é que se você tivesse 
um datacenter com 1.000 HDs iguais, um deles pifaria em média a cada 
600.000 horas somadas (somando os 1.000 HDs), ou seja a cada 25 dias, ao 
longo dos primeiros 5 anos de uso. Depois isso, você pode esperar que a taxa 
de mortalidade seja cada vez maior nos anos seguintes, embora um pequeno 
número dos HDs possa resistir a 10 anos de uso ou mais. 
Outra forma de explicar seria que, se você substituísse seu HD por outro igual a 
cada 5 anos, aposentando os antigos, seriam necessárias (em média) 600.000 
horas, ou seja, 68.4 anos para que você perdesse os dados por causa de falha 
em um dos HDs. Ou seja, tudo gira em torno de possibilidades. Se você for 
"sortudo", mesmo um HD com MTBF de 1.200.000 horas pode pifar no 
primeiro mês de uso, da mesma forma que o HD de 200 reais do vizinho pode 
resistir durante 10 anos e ainda voltar a funcionar depois de removido o pó 
acumulado ;). O MTBF apenas serve como um indicativo da possibilidade de 
qualquer um dos dois extremos ocorrer. 
67 
 
NCQ 
 
A grande maioria dos HDs SATA atuais suporta o NCQ, onde a controladora 
utiliza o tempo ocioso, entre uma leitura e outra, para estudar e reorganizar a 
ordem das leituras seguintes, de forma que elas possam ser executadas na 
ordem em que seja necessário o menor movimento possível dos discos. É como 
no caso de um ônibus, que precisa fazer um itinerário passando por diversos 
pontos da cidade. Com o NCQ o motorista tem autonomia para fazer alterações 
na rota, de acordo com as condições do trânsito, escolhendo a rota mais 
rápida. 
Esta ilustração fornecida pela nVidia mostra como o sistema funciona. O HD à 
esquerda não possui suporte a NCQ, de forma que, ao realizar 4 leituras a 
setores aleatórios do disco ele precisa realizá-las em ordem, fazendo com que 
sejam necessários um número maior de rotações do disco, À direita, o HD com 
NCQ usa um atalho para realizar a mesma seqüência de leitura em menos 
tempo, lendo os setores fora de ordem: 
 
HD sem NCQ (à esquerda) e com NCQ 
Na prática, o NCQ pode melhorar a taxa de transferência do HD em até 10% em 
situações específicas, onde são lidos diversos arquivos pequenos espalhados 
pelo HD, como durante o carregamento do sistema operacional, ou de um 
programa pesado, mas faz pouca diferença quando você está transferindo 
grandes arquivos. De qualquer forma, ele é uma otimização implementada via 
software, que não aumenta o custo de produção dos discos e não tem contra 
indicações. 
 
68 
 
Verificando e trazendo pixels travados de volta à vida 
nos LCD 
Postado por Alex Ferreira na categoria Manutenção E Hardware no dia 31-08-
2009 
 
 
Um problema cada vez mais comum entre monitores LCD, o pixel travado (ou 
dead pixel, se preferir). 
 
Aprenda a corrigir esse defeito que de tão comum acabou se tornando uma 
limitação nas telas de cristal líquido. Não conhece o termo? Ele é usado para 
mostrar quando um pequeno ponto (pixel) de sua tela assume uma cor fixa e 
não consegue mudar novamente. Continue lendo! 
 
Entendendo porque acontece! 
 
Cada pixel de uma tela LCD pode assumir milhões de cores, sendo muitas delas 
até imperceptíveis ao olho humano. A tela funciona bloqueando a luz entre 
dois substratos que ficam logo atrás do cristal liquido. O que acontece é que 
quando um pixel encontra-se sempre iluminado ou apagado, ou emitindo uma 
única cor independente da imagem exibida, significa que ele encontra-se 
travado ou morto. 
 
Pixel travado quer dizer que o pixel assumiu uma cor fixa, ou seja, o pixel 
funciona, mas não muda de cor. 
 
Pixel morto significa que o pixel simplesmente não funciona mais, ou seja, para 
esses casos não há solução. 
 
Os fabricantes de monitores consideram que até quatro pixels defeituosos é 
um número aceitável, consequência normal da tecnologia. Um monitor só é 
trocado quando mais de quatro pixels se encontram defeituosos. 
 
Tentando trazê-los via software 
http://www.iotecnologia.com.br/trazendo-pixels-volta-lcd/
http://www.iotecnologia.com.br/trazendo-pixels-volta-lcd/http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
69 
 
Esse é sem dúvidas o método mais fácil, prático e seguro. 
Existem vários programas que prometem restaurar os pixels. Nesse artigo 
falaremos sobre o UDPixel, que pode ser baixado AQUI. 
 
 
 
Para verificar se sua tela possui pontos defeituosos, clique na cor preferida no 
lado esquerdo do programa. Sua tela ficará da cor que você selecionou, daí o 
trabalho é com você, basta procurar pontos que estão com uma cor diferente. 
Caso escolha a opção “Run Cycle”, o programa irá alternar de cor 
periodicamente. 
 
Caso você ache pontos suspeitos, está na hora de ir para o próximo passo! 
No lado direito, terá uma caixa com o nome “Flash Windows” e ao lado um 
número para selecionar. Insira o número de pixels defeituosos nesta caixa. 
Agora basta clicar em “Start” e irá abrir quadrados piscantes. Mova os 
quadrados até o pixel com defeito e deixe lá fazendo o trabalho. Caso queira 
alterar a cor, basta clicar com o botão direito no quadrado. 
O tempo de correção pode variar. Alguns usuários afirmam levar pouquíssimo 
tempo para normalizar o ponto defeituoso, já alguns relatam levar um pouco 
mais de tempo. Tudo vai depender do estado de sua tela, em alguns casos 
pode ser impossível normalizar o pixel. 
 
Tentando esfregar a tela 
 
Outro método (muito arriscado) é o de esfregar a tela de leve com um pano, 
porém esta é uma alternativa com menos chances de sucesso. Também pode 
http://www.baixaki.com.br/download/udpixel.htm
70 
 
usar o dedo, mas tem que se ter muito cuidado, pois uma pressão muito 
grande pode danificar seu monitor completamente. 
Lembre que pela internet não é difícil de se achar métodos caseiros para 
resolver o problema de pixels travados. Alguns chegam a ser loucura, usando 
objetos pontiagudos que podem danificar permanentemente a tela. Qualquer 
deslize pode ser fatal para o seu monitor, e a melhor opção sempre é levar a 
uma assistência técnica especializada caso o método por software não resolva. 
Bom, essa foi mais uma dica. Caso tenha alguma sugestão, critica ou opinião 
sinta-se à vontade para deixar nos comentários. Até a próxima 
 
Dicas para comprar seu computador: Escolhendo a 
memória RAM 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 17-
08-2009 
 
Atualmente existem 2 tipos principais de memória: DDR2 e DDR3. É sobre essa 
primeira que iremos tratar. A performance de uma memória RAM não é 
definida somente pela quantidade de megas ou gigas que ela possui, mas 
outros fatores influenciam na sua velocidade e qualidade. Apesar de outras 
várias caracterísitcas da memória, não há muito o que falar sobre elas, tudo é 
muito direto e simples.Antes de mais nada vamos entender a nomenclatura 
das memórias DDR2. 
Quando nós formos comprar uma memória devemos conhecer sua 
nomenclatura que geralmente é exposta desta forma DDR xxx/yyyy. Esse xxx é 
a frequência com que a memória trabalha e o yyyy é a quantidade de dados 
que essa memória consegue processar. Vamos a um exemplo: 
Memória DDR2 800/6400. Neste caso temos uma memória com frequência de 
800 Mhz e fluxo de dados de até 6400 MB. E de onde vem esses 6400 MB ? 
A cada ciclo a memória envia até 64 bits e se você leu nosso post Entendendo 
os bits e os bytes você deve saber que 8 bits equivalem a 1 byte, portanto, 64 
bits = 8 bytes. Se a cada ciclo temos 8 bytes, então a 800 cliclos temos 
6.400.000 bytes que é igual a 6400 MB. Quer que eu desenhe ? 
8 bytes * 800 Mhz = 6.400.000 bytes / 1000 = 6400MB 
Entendeu ? 
 
Agora vamos ao que interessa. 
http://www.iotecnologia.com.br/o-que-fazer-quando-levar-um-computador-assistncia-tcnica/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-seu-computador-escolhendo-a-memria-ram/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-para-comprar-seu-computador-escolhendo-a-memria-ram/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/entendendo-os-bits-e-os-bytes/
http://www.iotecnologia.com.br/entendendo-os-bits-e-os-bytes/
71 
 
Frequência: As memórias, assim como os processadores, possuem uma 
velocidade de operação. No caso das DDR2 elas são tabeladas como 400 Mhz, 
533 Mhz, 667 Mhz, 800 Mhz, 1066 Mhz. Atualmente as memórias de 400 e 533 
Mhz já estão em desuso e não são encontradas com facilidade no comércio, a 
maioria dos computadores hoje trazem consigo uma memória de 800 Mhz. 
Latência: A memória RAM leva certo tempo para entregar um dado solicitado, 
esse tempo é chamado de CAS Latency. Nas memórias DDR2 existem times de 
2, 2,5 e 3 ciclos por clock. Agora você deve escolher a memórias com a menor 
latência, com o menor CAS, pois quantomenor, mais rápida será a memória. 
Dual Channel: As memórias RAM por padrão trabalham com um canal de 64 
bits, utilizando o recurso de Dual Channel elas passam a trabalhar a 128 bits 
fazendo com que, teoricamente, a memória passe a ter um fluxo de dados 
dobrado. É como se você pegasse uma estrada e duplicasse ela para que 
pudessem passar mais carros ao mesmo tempo. Mas… o que é preciso pra 
ativar esse recurso ? Preciso comprar uma placa ? Instalar um programa ? Não, 
você não precisa fazer nada disso. A única coisa que você precisa fazer é 
comprar memórias idênticas, com mesma frequência, latência, capacidade e, 
para não ter problema algum, do mesmo fabricante. Pronto, suas memórias 
funcionarão em Dual Channel. 
 
 
 
Quantos gigas ou megas devo comprar ? Atualmente o recomendável é 1GB 
pra poder rodar com tranquilidade o Windows XP. Quem quiser se aventurar 
com Windows Vista e 7 o ideal é ter em mãos 2 GB para usufruir tudo que o 
sistema pode lhe oferecer. Assim como dinheiro, quanto mais memória, 
melhor. Use e abuse 
 
E se eu quiser comprar mais que 4 GB ? Para usar mais de 4 GB de memória 
RAM seu sistema operacional deve ser 64 bits, seja Windows XP, Vista ou 
Seven, ele deve ser a versão de 64 bits. O seu processador também ( é claro ) 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/image3.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/image3.png
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/image3.png
72 
 
deve ter suporte a instruções de 64 bits. Caso você não use um sistema 
operacional e um processador de 64 bits, por mais que você tenha, sei lá, uns 8 
GB de memória, o S.O. só vai reconhecer e usar 4GB. Portanto, antes de 
investir em RAM, planeje o sistema operacional e o processador. 
Para complementar esse post indico as seguintes leituras: 
Conhecendo o Dual-Channel 
Entenda as memórias DDR2 
O que é a tecnologia Dual-Channel 
Acho que é isso pessoal, espero que vocês tenham compreendido o que deve 
ser levado em conta ao escolher uma memória. Dúvidas ? Comente 
UPDATE: LEIA O 4º POST DA SÉRIE 
 
CONHECENDO O DUAL CHANNEL (MEMÓRIA) 
Alucard - 21/8/2006 
Por definição, Dual Channel é uma nova arquitetura feita para os controladores 
de memória de um computador. Tem como característica o aumento da largura 
de banda das memórias, desde que se use números pares de pentes em canais 
separados. 
Com isso, a controladora de memória poderá acessar os módulos de memória 
simultaneamente, dobrando a largura de banda teórica. 
É aconselhável o uso de pentes de memória idênticos para o melhor 
funcionamento do Dual Channel. 
A memória de um computador é uma área de armazenamento temporário para 
as informações que serão tratadas pela CPU. Quanto mais rápido uma memória 
puder se comunicar com a CPU, melhor será a performance do sistema como 
um todo. 
No passado, as memórias atendiam às necessidades das respectivas CPU´s, 
porém com o tempo, a habilidade de um sistema enviar dados para o 
processador, e o mesmo tratá-los evoluiu de maneira muito mais rápida do que 
as memórias podem suportar, logo se tornando um gargalo na performance do 
sistema. 
Para que esse problema de gargalo fosse resolvido, a Intel formou algumas 
parcerias e desenvolveu o conceito de Dual Channel paraas memórias. 
http://www.boadica.com.br/dica/521/conhecendo-o-dual-channel-%28memoria%29
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1046
http://www.baixaki.com.br/info/2098-o-que-e-a-tecnologia-dual-channel-.htm
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-sugestao-comprar-hd/
73 
 
Para ilustrar esse conceito, vamos imaginar um funil por onde entram os dados 
a serem executados, ao chegarem na controladora de memória e na memória 
em si, eles passam por um fino gargalo. 
 
O Dual Channel provê mais um caminho para os dados poderem chegar até o 
processador, e a controladora de memória do sistema cuida para que o 
caminho inverso (do processador para a memória) também seja duplicado, 
para que não ocorra falta de sincronismo. 
 
74 
 
A controladora de memória de um sistema Intel típico fica situada no chipset 
da placa-mãe, todos os dados a serem processados pela CPU, e os resultados 
desse processamento passam por essa controladora de memória, sendo que os 
dados só podem fluir em um sentido de cada vez, similar a um semáforo, que 
controla o trânsito em uma estrada aonde apenas um carro pode circular de 
cada vez. 
 
Quando se habilita o dual channel, nós dobramos essa estrada, e agora a 
controladora de memória pode controlar o dobro da informação. Pois agora ela 
pode enviar e receber dados ao mesmo tempo para os pares de memória. 
 
 
 
75 
 
A esse fluxo de informação é dado o nome de largura de banda. 
A largura de banda é calculada em Bytes (1 Byte = 8 bits), e a controladora de 
memória é capaz de mover dados a 64bits pode vez quando em single-channel, 
dobrando para 128bits quando habilitado o dual-channel. 
Para calcular a largura de banda de uma memória DDR, basta fazer: 
Velocidade da memória (MHz) X Número de bits transferido por canal (64bits 
ou 8Bytes) X Número de canais (single ou dual) 
Logo, para um típico sistema single channel, teríamos: 
400MHz x 8Bytes (64bits) x 1 = 3200MBps 
Ao habilitarmos o Dual-Channel, teríamos: 
400MHz x 8Bytes (64bits) x 2 = 6400MBps 
Resultando em um incrível aumento na largura de banda de nosso sistema. 
Um processador PENTIUM4 com FSB de 800MHz de FSB (Front Side Bus, 
velocidade com a qual o processador se comunica com o chipset), é capaz de 
suportar até 6400MBps de transferência de dados. Com apenas um canal de 
64bits, estaríamos usando apenas metade dessa capacidade, deixando o 
processador “faminto” por dados. Ao habilitar o Dual Channel, o sistema terá 
sua plena capacidade atingida. 
Para habilitar o Dual Channel, primeiramente você precisa saber se o chipset de 
sua placa-mãe suporta essa característica. 
Depois, precisa de módulos de memória iguais, e com isso quero dizer: mesma 
velocidade (DDR333, 400, 533...), mesma capacidade (256MB, 512MB, 1GB...) e 
mesmo número de chip´s de memória em cada lado do pente. 
Lembrando que a tecnologia AMD64 incorporou a controladora de memória ao 
próprio processador, eliminando o gargalo que o chipset criava e permitindo 
que as memórias se comuniquem diretamente com o processador. 
Com isso há um aumento significativo no aproveitamento da largura de banda, 
e uma maior velocidade ao se tratar dados. 
76 
 
Em ambientes multi-processados, os processadores Intel tem que dividir sua 
largura de banda entre si para cada processador adicionado ao sistema, pois 
teremos vários processadores querendo se comunicar com a mesma 
controladora de memória, enquanto os processadores AMD64 por ter a 
controladora embutida, multiplicam a largura de banda para cada processador 
adicionado. 
Nota pessoal: 
Estou cansado de ver por ai muitos “ténicos” dizer que Dual-Channel dobra a 
velocidade da memória, E ISSO NÃO É VERDADE!!!!!! 
 DUAL CHANNEL NÃO DOBRA A VELOCIDADE DA MEMÓRIA NEM AQUI E 
NEM NA CHINA. 
 Dual-Channel dobra a LARGURA DE BANDA!!!! 
Como vimos nos cálculos lá em cima, a única coisa que dobra é o número de 
canais de comunicação, as memórias CONTINUAM funcionando com a mesma 
freqüência e mesmas latências. 
Exatamente como uma em estrada aonde se tem um limite de velocidade 
(single-channel), e o que você faz para aumentar a vazão dos carros é adicionar 
OUTRA estrada e não aumentar o limite de velocidade. 
Referências: 
 http://www.kingston.com/newtech/MKF_520DDRwhitepaper.pdf 
 http://en.wikipedia.org/wiki/Dual_channel 
Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre Memórias DDR, DDR2 e DDR3 
Introdução 
Neste tutorial exploraremos as principais diferenças técnicas entre as 
memórias DDR, DDR2 e DDR3. Aproveite! 
Antes de começarmos a falar especificamente sobre cada um dos tipos de 
memória, você precisa saber que DDR, DDR2 e DDR3 são memórias do tipo 
SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory), isto é, síncronas, 
o que significa que elas utilizam um sinal de clock para sincronizar suas 
transferências. DDR significa Double Data Rate ou Taxa de Transferência 
Dobrada, e memórias desta categoria transferem dois dados por pulso de 
http://www.kingston.com/newtech/MKF_520DDRwhitepaper.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Dual_channel
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1046
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clock. Traduzindo: elas conseguem obter o dobro do desempenho de 
memórias sem este recurso trabalhando com o mesmo clock (memórias 
SDRAM, que não estão mais disponíveis para PCs). 
Por causa desta característica, essas memórias são rotuladas com o dobro 
do clock real máximo que elas conseguem trabalhar. Por 
exemplo, memórias DDR2-800 trabalham a 400 MHz, memórias DDR2-1066 
e DDR3-1066 trabalham a 533 MHz, memórias DDR3-1333 trabalham a 
666,6 MHz e assim por diante. 
 
 
Figura 1: Sinal de clock e modo DDR. 
É muito importante notar que esses clocks são valores máximos que a 
memória pode oficialmente usar; isto não significa que a memória 
trabalhará com essas “velocidades” automaticamente. Por exemplo, se 
você instalar memórias DDR2-1066 em um computador que pode acessar 
apenas memórias a até 400 MHz (800 MHz DDR) – ou se seu micro estiver 
configurado erroneamente –, as memórias serão acessadas a 400 MHz (800 
MHz DDR) e não a 533 MHz (1.066 MHz DDR). Isto acontece porque o sinal 
de clock é gerado pelo o controlador de memória, um circuito que está 
localizado fora da memória (no chip ponte norte da placa-mãe ou embutido 
no processador, dependendo do processador usado). 
O esquema de nomenclatura DDRx-yyyy (onde x é a geração da tecnologia e 
yyyy é o clock da memória DDR) em teoria é usado apenas para os chips de 
memória. Os módulos de memória – a pequena placa de circuito impresso 
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78 
 
onde os chips de memória estão soldados – utilizam um esquema de 
nomenclatura diferente: PCx-zzzz, onde x é a geração da tecnologia e zzzz é 
a taxa de transferência máxima teórica (também chamada largura de banda 
máxima). Este número indica a quantidade de bytes que podem ser 
transferidos por segundo entre o controlador de memória e o módulo de 
memória, assumindo que uma transferênciade dados será realizada a cada 
pulso de clock. Esta conta é facilmente feita multiplicando o clock DDR em 
MHz por oito. Isto nos dará a taxa de transferência máxima teórica em 
MB/s (megabytes por segundo). Por exemplo, as memórias DDR2-800 têm 
uma taxa de transferência máxima teórica de 6.400 MB/s (800 x 8) e os 
módulos de memória que utilizam este tipo de memória são chamados PC2-
6400. Em alguns casos o número é arredondado. Por exemplo, as memórias 
DDR3-1333 têm uma taxa de transferência máxima teórica de 10.666 MB/s, 
mas os módulos de memória que utilizam este tipo de memória são 
chamados PC3-10666 ou PC3-10600, dependendo do fabricante. 
É realmente importante entender que esses valores são máximos teóricos e 
eles nunca são obtidos. Isto acontece porque na conta estamos assumindo 
que a memória enviará dados para o controlador de memória a cada pulso 
de clock, o que simplesmente não acontece. O controlador de memória e a 
memória precisam trocar comandos (por exemplo, um comando instruindo 
a memória para fornecer um dado armazenado em determinada posição) e 
durante este tempo a memória não estará transferindo dados. 
Agora que você sabe o básico sobre as memórias DDR, vamos falar sobre as 
diferenças entre as três gerações existentes. 
 
Velocidades 
Uma das principais diferenças entre as memórias DDR, DDR2 e DDR3 é a 
maior taxa de transferência que cada geração consegue fornecer. Abaixo 
nós listamos as velocidades mais comuns para cada geração. Alguns 
fabricantes podem oferecer chips de memória capazes de trabalhar com 
outras velocidades não listadas aqui – por exemplo, memórias especiais 
voltadas para os entusiastas em overclock. Os clocks terminados em 33 e 
66 MHz são na verdade dizimas periódicas (33,3333 e 66,6666, 
respectivamente). 
Memória 
Clock 
Real 
Taxa de Transferência Máxima 
Teórica 
Módulo de 
Memória 
DDR200 100 MHz 1.600 MB/s PC-1600 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/2
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/2
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/2
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/2
79 
 
DDR266 133 MHz 2.133 MB/s PC-2100 
DDR333 166 MHz 2.666 MB/s PC-2700 
DDR400 200 MHz 3.200 MB/s PC-3200 
DDR2-400 200 MHz 3.200 MB/s PC2-3200 
DDR2-533 266 MHz 4.266 MB/s PC2-4200 
DDR2-667 333 MHz 5.333 MB/s PC2-5300 
DDR2-800 400 MHz 6.400 MB/s PC2-6400 
DDR2-
1066 
533 MHz 8.533 MB/s PC2-8500 
DDR3-800 400 MHz 6.400 MB/s PC3-6400 
DDR3-
1066 
533 MHz 8.500 MB/s PC3-8500 
DDR3-
1333 
666 MHz 10.666 MB/s PC3-10600 
DDR3-
1600 
800 MHz 12.800 MB/s PC3-12800 
 
 
 
Tensões de Alimentação 
As memórias DDR3 necessitam de uma tensão de alimentação menor do que 
as memórias DDR2, que por sua vez necessitam de uma tensão de 
alimentação menor do que as memórias DDR. Isto significa que as memórias 
DDR3 consomem menos energia do que as memórias DDR2, que por sua vez 
consomem menos energia do que as memórias DDR. 
Tipicamente as memórias DDR são alimentadas com 2,5 V, as memórias 
DDR2 são alimentadas com 1,8 V e as memórias DDR3 são alimentadas com 
1,5 V (embora existam módulos DDR3 alimentados com 1,6 V ou 1,65 V e 
chips que necessitem apenas de 1,35 V podem se tornar comum no futuro). 
Alguns módulos de memória podem necessitar tensões de alimentação 
maiores do que as listadas na tabela abaixo. Isto acontece especialmente 
com memórias que trabalham com clocks maiores do que os oficiais (por 
exemplo, memórias para overclock). 
Tecnologia Tensão de Alimentação Típica 
DDR 2,5 V 
DDR2 1,8 V 
DDR3 1,5 V 
 
 
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3rias+DDR3&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=4547$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
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Latência 
A latência é o tempo que o controlador de memória precisa esperar entre a 
requisição de um dado e sua efetiva entrega. Ela também é conhecida como 
Latência do CAS (Column Address Strobe) ou simplesmente CL. Este número é 
expresso em pulsos de clock. Por exemplo, uma memória CL3 significa que o 
controlador de memória precisa esperar três pulsos de clock até que o dado 
seja fornecido após a sua solicitação. Com uma memória CL5 o controlador 
de memória terá de esperar mais: cinco pulsos de clock. Portanto você deve 
sempre procurar por módulos de memória com a menor latência possível. 
 
 
Figura 2: Latência. 
As memórias DDR3 têm latências maiores do que as memórias DDR2, que por 
sua vez têm latências maiores do que as memórias DDR. As memórias DDR2e 
DDR3 têm um parâmetro adicional chamado AL (Additional Latency ou 
Latência Adicional) ou simplesmente A. Com as memórias DDR2 e DDR3 a 
latência total será CL+AL. Felizmente praticamente todas as memórias DDR2 
e DDR3 são AL 0, o que significa que não há necessidade de latência 
adicional. Abaixo nós resumimos os valores mais comuns de latências. 
Tecnologia Latência Típica Outras Latências Disponíveis 
DDR 3 2, 2,5 
DDR2 5 3, 4 
DDR3 7 6, 8, 9 
Isto significa que as memórias DDR3 demoram mais pulsos de clock para 
começarem a transferir dados do que as memórias DDR2 (assim como as 
memórias DDR2 demoram mais pulsos de clock para começarem a transferir 
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81 
 
dados se comparado com as memórias DDR), mas isto não significa 
necessariamente uma espera de tempo maior (isto só é verdade quando 
comparamos memórias trabalhando com o mesmo clock). 
Por exemplo, uma memória DDR2-800 CL5 demorará menos tempo (ou seja, 
será mais rápida) para começar a fornecer dados do que uma memória DDR3-
800 CL7. No entanto, como as memórias são de “800 MHz”, ambas oferecem 
a mesma taxa de transferência máxima teórica (6.400 MB/s). Além disso, é 
importante lembrar que a memória DDR3 consumirá menos energia do que 
memória DDR2. 
Ao comparar módulos com clocks diferentes você precisa fazer algumas 
contas para poder comparar as latências. Preste atenção que estamos 
falando em “pulsos de clock”. Quando o clock é maior, cada pulso de clock é 
menor (ou seja, o período é menor). Por exemplo, em uma memória DDR2-
800, cada pulso de clock leva 2,5 ns (1 ns = 0,000.000.001segundo) – a conta 
é simples, período = 1 / frequência (note que você precisa usar o clock real e 
não o clock DDR nesta fórmula; para facilitar as coisas nós compilamos uma 
tabela de referência abaixo). Portanto, supondo uma memória DDR2-800 
com CL 5, a espera inicial será de 12,5 ns (2,5 ns x 5). Agora suponha uma 
memória DDR3-1333 com CL 7. Com esta memória cada pulso de clock tem 
um período de 1,5 ns (veja na tabela baixo), portanto o tempo de espera 
(latência) será de 10,5 ns (1,5 ns x 7). Portanto apesar de a latência desta 
memória DDR3 parecer ser maior (7 vs. 5), o tempo de espera é, na verdade, 
menor. Portanto não saia por aí achando que as memórias DDR3 têm 
latências piores do que as memórias DDR2: isto dependerá do clock que você 
estiver falando. 
Clock DDR Clock Real Período do Clock 
200 MHz 100 MHz 10 ns 
266 MHz 133 MHz 7,5 ns 
333 MHz 166 MHz 6 ns 
400 MHz 200 MHz 5 ns 
533 MHz 266 MHz 3,75 ns 
666 MHz 333 MHz 3 ns 
800 MHz 400 MHz 2,5 ns 
1.066 MHz 533 MHz 1,875 ns 
1.333 MHz 666 MHz 1,5 ns 
1.600 MHz 800 MHz 1,25 ns 
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3ria+DDR2&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=9948$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
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82 
 
Normalmente os fabricantes anunciam as temporizações da memória como 
uma série de vários números separados por traços (por exemplo, 5-5-5-5, 7-
10-10-10, etc). A latência do CAS é sempre o primeiro número desta série. 
Veja os exemplos nas Figuras 3 e 4. Se você quiser saber o que cada um dos 
outros números significa leia nosso tutorial Entendendo as Temporizações 
das Memórias RAM. 
 
 
Figura 3: DDR2-1066 com CL 5. 
 
 
Figura 4: DDR3-1066 com CL 7. 
 
Pré-busca 
As memórias dinâmicas armazenam dados dentro de uma matriz de 
pequenos capacitores. As memórias DDR transferem dois bits de dados por 
pulso de clock da matriz da memória para o seu buffer interno de entrada e 
saída. Isto é chamado pré-busca de 2 bits. Nas memórias DDR2 este caminho 
de dados interno foi aumentado para quatro bits e nas memórias DDR3 ele 
foi aumentado novamente para oito bits. Isto é na verdade o macete que 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/968
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http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/5
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http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3rias+DDR3&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=4547$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
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http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30740
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83 
 
permite que memórias DDR3 trabalhem com clocks mais elevados do que as 
memórias DDR2, que por sua vez trabalham com clock mais elevados do que 
as memórias DDR. 
Os clocks que estamos nos referindo até agora são os clock do 
“mundoexterno”, ou seja, na interface de entrada e saída da memória, onde 
a comunicação entre a memória e o controlador de memória acontece. 
Internamente, no entanto, a memória trabalha de uma maneira um pouco 
diferente. 
Para entender melhor esta idéia vamos comparar chips de memória DDR-
400, DDR2-400 e DDR3-400 (nós sabemos que memórias DDR3-400 não 
existem; incluímos na comparação apenas para efeitos didáticos). Esse três 
chips trabalham externamente a 200 MHz transferindo dois dados por pulso 
de clock, obtendo um desempenho externo como se estivessem trabalhando 
a 400 MHz. Internamente, no entanto, o chip DDR transfere dois bits entre a 
matriz da memória e o buffer de entrada e saída, portanto para 
compatibilizar a velocidade da interface de entrada e saída este caminho de 
dados tem que trabalhar a 200 MHz (200 MHz x 2 = 400 MHz). Como nas 
memórias DDR2 este caminho de dados foi aumentado de dois para quatro 
bits, elas podem trabalhar com a metade do clock para obter o mesmo 
desempenho (100 MHz x 4 = 400 MHz). Com as memórias DDR3 acontece a 
mesma coisa: o caminho dos dados foi dobrado novamente para oito bits, 
portanto elas podem trabalhar com a metade do clock das memórias DDR2 
ou apenas ¼ do clock das memórias DDR para obter o mesmo desempenho 
(50 MHz x 8 = 400 MHz). 
 
clique para ampliar 
Figura 5: Entendendo a pré-busca. 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/5
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/5
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30742
84 
 
Dobrando o caminho de dados de cada geração significa que cada nova 
geração de memória pode ter modelos de chips com o dobro do clock 
máximo obtido na geração anterior. Por exemplo, as memórias DDR-400, 
DDR2-800 e DDR3-1600 trabalham internamente com o mesmo clock (200 
MHz). 
 
Terminação Resistiva 
Nas memórias DDR a terminação resistiva necessária está localizada naplaca-
mãe, enquanto que nas memórias DDR2 e DDR3 esta terminação está 
localizada dentro dos chips de memória – técnica chamada ODT, On-Die 
Termination. 
Isto é feito para fazer com que os sinais fiquem mais “limpos”. Na Figura 5 
você pode ver o sinal que chega no chip de memória. No lado esquerdo você 
ver os sinais em um micro que usa terminação na placa-mãe (memórias DDR) 
e no lado direito você ver os sinais em um micro que usa terminação dentro 
dos chips (memórias DDR2 e DDR3). Mesmo um leigo pode facilmente notar 
que os sinais no lado direito são mais limpos e estáveis do que os sinais do 
lado esquerdo. No quadrado amarelo você pode comparar a diferença na 
janela de tempo – esta janela é o tempo que a memória tem que ler ou 
escrever dados. Com o uso da terminação embutida no chip esta janela é 
maior, permitindo que clocks mais elevados sejam obtidos já que a memória 
tem mais tempo para ler ou escrever dados. 
 
Figura 6: Comparação entre terminação na placa-mãe e terminação embutida 
no chip da memória. 
 
Aspecto Físico 
Finalmente nós temos as diferenças no aspecto físico. Você compra chips de 
memória já soldados em uma placa de circuito impresso chamada “módulo 
de memória”. Os módulos para cada geração de memória DDR são 
fisicamente diferentes e você não conseguirá instalar um módulo DDR2 em 
uma soquete DDR3, por exemplo. A menos que sua placa-mãe tenha 
soquetes DDR2 e DDR3 ao mesmo tempo (apenas alguns modelos suportam 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/5
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/6
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=placa-m%E3e&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1692$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=placa-m%E3e&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1692$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3rias+DDR2&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=9948$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/6http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/6
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/7
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/7
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/7
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=placa-m%E3e&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1692$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30743
85 
 
ambos os tipos) você não pode fazer atualização da sua memória DDR2para 
DDR3 sem substituir a placa-mãe e eventualmente o processador (se em seu 
micro o controlador de memória estiver integrado no processador, como 
acontece com todos os processadores da AMD e com o processador Core i7 
da Intel). A mesma coisa é válida com as memórias DDR e DDR2: tirando 
algumas raras exceções, você não pode substituir as memórias DDR por 
DDR2. Módulos DDR2 e DDR3 têm a mesma quantidade de pinos, porém o 
chanfro delimitador está em uma posição diferente. 
Módulo de Memória Quantidade de Pinos 
DDR 184 
DDR2 240 
DDR3 240 
 
 
Figura 7: Diferença entre os contados de borda das memórias DDR e DDR2. 
 
 
Figura 8: Diferença entre os contados de borda das memórias DDR2 e DDR3. 
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3ria+DDR2&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=9948$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=processador&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1693$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=processadores&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1693$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=Mem%F3rias+DDR2&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=9948$$as_display_type=G$$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$$as_order_id=MAS_OFERTADOS$$as_price_min=25
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30744
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30745
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30744
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30745
86 
 
Todos os chips DDR2 e DDR3 utilizam encapsulamento BGA (Ball Grid Array), 
enquanto que os chips DDR quase sempre utilizam encapsulamento TSOP 
(Thin Small-Outline Package). Existem alguns poucos chips DDR com 
encapsulamento BGA no mercado (como os chips da Kingmax), mas eles não 
são muito comuns. Na Figura 9 você pode ver como um chip TSOP em um 
módulo DDR se parece, enquanto que na Figura 10 você ver como um chip 
BGA em um módulo DDR2 se parece. 
 
 
Figura 9: Chips DDR quase sempre utilizam encapsulamento TSOP. 
 
 
Figura 10: Chips DDR2 e DDR3 utilizam encapsulamento BGA. 
 
 
 
 
 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Memorias-DDR-DDR2-e-DDR3/1046/7
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30746
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30747
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30746
http://www.clubedohardware.com.br/fullimage.php?image=30747
87 
 
O que é a tecnologia Dual Channel? 
Utilizar este recurso pode melhorar muito o desempenho do seu computador, 
confira como habilitar o Dual Channel. 
Antes de chegar no termo Dual Channel, talvez seja importante que você saiba 
um pouco sobre memórias em geral. Já faz muito tempo que as memórias vêm 
evoluindo junto aos computadores, sendo que atualmente não basta possuir 
uma grande quantidade de memória, mas, também, é fundamental que este 
componente seja muito veloz. Ao longo do tempo, as memórias foram 
mudando de padrão, tanto fisicamente quanto virtualmente. Hoje, a memória 
que a maioria dos computadores utiliza é a DDR2 (caso você ainda não conheça 
o que é memória DDR, leia nosso artigo que explica o termo). 
A memória é, sem dúvida, um dos componentes que tem maior influência no 
desempenho geral do computador. Ela é responsável por armazenar os dados 
temporariamente enquanto o processador calcula e realiza as tarefas 
ordenadas pelo usuário. O grande problema das memórias consiste na baixa 
velocidade em que elas trabalham, fator que limita muito o processador, que 
deve esperar pacientemente pela transferência de dados. 
Na maioria das vezes, as memórias apenas tinham sua frequência (clock) e 
algumas temporizações alteradas, contudo, nem sempre isso influenciava 
muito no desempenho. Pensando nisso, o mercado de hardware teve que 
encontrar outra solução: colocar as memórias para trabalhar em conjunto. 
A velocidade aumenta quando utilizamos memórias aos pares 
Ao perceber que os computadores estavam ficando um pouco lento e que 
somente aumentar a frequência não seria suficiente, a solução foi alterar o 
controlador de memória das placas-mãe, ou até mesmo, dos processadores. As 
memórias precisam trabalhar em “duplas” para poder utilizar a tecnologia Dual 
Channel (duplo canal), ou seja, é necessário instalar dois pentes de memória na 
placa-mãe. 
Um conceito bem técnico 
Dual Channel é o recurso que permite ao chipset ou ao processador efetuar 
uma comunicação com dois canais de memória simultaneamente. As memórias 
http://www.baixaki.com.br/info/1775-o-que-e-ddr-.htm
88 
 
trabalham simultaneamente e fornecem o dobro da largura de dados do 
barramento. O comum das memórias DDR é trabalhar com a incrível 
quantidade de 64 bits, mas com o recurso Dual Channel, este valor “dobra” e 
fica em 128 bits. 
O que preciso para habilitar a tecnologia Dual Channel? 
 
Como já citado, a tecnologia de duplo canal só funciona quando se utiliza 
memórias aos pares. Portanto, você precisará comprar dois pentes de 
memória, ou quatro. Vale frisar que para ativar o recurso é necessário 
memórias com frequências, tamanho e temporizações idênticas, de preferência 
até da mesma marca (assim você evita muitos problemas). Ou seja, para 
habilitar 4 GB de memória em Dual Channel, você deverá comprar dois pentes 
de 2 GB ou então, quatro pentes de 1 GB. 
Além das memórias, é preciso atentar para o modelo da sua placa-mãe. O 
chipset (nas placas-mãe para processadores Intel) é o responsável por trabalhar 
com a tecnologia Dual Channel, e caso ele não suporte este recurso, nem 
adianta você investir em vários pentes de memória. Usuários que utilizavam 
processadores Intel, devem consultar o manual da placa-mãe para saber se o 
chipset suporta o Dual Channel. Já quem possui um processador AMD, pode se 
despreocupar, porque os processadores com soquete 939, 940, AM2 e AM2+ 
são totalmente compatíveis com a tecnologia, independendo da placa-mãe e 
do chipset. 
Como habilitar o Dual Channel? 
Tudo depende muito da configuração do seu computador. Antes de habilitar, é 
necessário verificar se a memória já não está operando em Dual Channel. Para 
verificar isso é muito simples, basta baixar um programa, como o CPU-Z (ou 
outro de sua preferência), e observar se nas especificações das memórias 
consta o termo “Dual Channel”. 
http://www.baixaki.com.br/download/cpu-z.htm
89 
 
 
Bom, se a sua memória ainda não está trabalhando em Dual Channel, vamos 
solucionar o problema. Habilitar o modo de operação Dual Channel depende 
apenas da maneira com que você instalou os pentes de memória. O grande 
problema consiste no seguinte: grande parte dos fabricantes não utiliza o 
padrão para ajudar o usuário, mas para a felicidade de quem é mais esperto, 
nos manuais das placas-mãe, sempre vêm descritoem quais soquetes você 
deve conectar os pentes para que o Dual Channel seja utilizado. 
 
Placas-mãe com somente dois espaços para memória RAM não possuem 
segredos, apenas instale o par de memória nos dois slots. Já as placas-mãe 
mais robustas trazem quatro slots de memória, fator que confunde muito o 
usuário. Além disso, as fabricantes adotam cores para “facilitar” a instalação 
das memórias. É fato que não facilita nem um pouco, mas para que você não 
tenha que pesquisar no manual, elaboramos a imagem abaixo que exibe como 
instalar as memórias nestas placas. 
 
90 
 
Legenda: Repare que para trabalhar em Dual Channel, cada módulo de 
memória deve ser instalado em um canal. Portanto, se você for utilizar dois 
módulos de memória em uma placa com quatro slots, instale o primeiro 
módulo no slot A1 e o outro no slot B1. Caso queira instalar mais dois módulos, 
instale-os nos slots restantes. Vale frisar que o sistema de cores nem sempre é 
válido (depende da fabricante da placa-mãe), então procure sempre consultar 
o manual da placa-mãe. Caso a informação não conste no manual, 
simplesmente instale os módulos nos slots 1 e 3 (ou 2 e 4). 
O conceito não é tão simples e entendê-lo é ainda mais difícil, mas em síntese o 
recurso Dual Channel seria o que está descrito acima. Espero que você tenha 
compreendido e possa participar comentando a respeito ou acrescentando 
novas informações. 
 
Dicas para comprar seu computador: Escolhendo o 
processador 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 05-
08-2009 
No segundo post da série Dicas para comprar seu 
computador (leia o primeiro post da série) explicaremos as 
principais características que você deve ter em mente ao 
comprar um processador. 
Ao contrário do que muita gente pensa, o desempenh o de 
um processador não se deve somente a sua “velocidade”, 
ou seja, aqueles Ghz que você vê nos comerciais, mas a performance desses ch 
ips de silício depende de vários outros fatores como número de núcleos, 
memória cache e mais recentemente tem se dado importância ao TDP. Achou 
esses nomes meio hã… complicados ? Relax Vamos ver o que siginifica cada 
um deles e de acordo com o uso que você irá fazer do seu com putador, 
indicaremos a melhor escolha. 
 
Daquelas 4 principais características a mais importante, sem 
dúvidas é aquantidade de cores ( de núcleos ) de um 
processador. Atualmente a maioria dos processadores vem 
como pelo menos 2 núcleos, isso significa que (a grosso 
modo) existem 2 processadores dentro de 1 só. Com o uso de 
mais de 1 núcleo as tarefas são dividadas para os dois 
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-processador/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-processador/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/dicas-comprar-computador/
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/processadorcustom.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/processadorcustom.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/processadorcustom.jpg
91 
 
Muitas pessoas acham que o desempenho é divido por 2 também, mas não, os 
dois núcleos trabalham de forma totalmente independente ( com algumas 
exceções ). 
Fizemos um artigo que explica bem direitinho como reconhecer se os 
processadores são Dual Core, Triple Core ou Quad Core através do seu nome. 
Outra característica que importa é a memória cache do processador. “E 
processador tem memória?” Tem sim. É a memória cache L2. 
Para entendermos o que é a memória cache do processador vamos entender o 
que é o Cache em si. Quando acessamos uma página na internet pela primeira 
vez ela demora a carregar, não é ? Quando você acessa essa mesma página 
pela segunda vez ela carrega muito mais rápido. Pois é, a informação ( imagens, 
html, flashs ) daquela página são salvos ( mesmo que você não perceba ) no seu 
computador para que quando você for acessar o site novamente, você não 
precise baixar o site todo, pois ele já estará no seu PC. O cache do processador 
funciona de forma parecida, só que ao invés de sites, imagens e flash ele 
guarda instruções e dados que estão sendo usados para que dá próxima vez 
que for usar eles, o processador não precise ir na memória RAM ( ir ao site ), 
baixar as instruções ( baixar as imagens, html… ) e processar (exibir), pois tudo 
que ele precisa já vai está nele. 
Hoje você encontra em processadores baratos ( leia-se 
Sempron e Celeron ) 256KB ou no mááximo 512 KB de cache 
L2. O mínimo de memória cache que se deve ter para ter 
uma boa experiência com o PC é 1 MB. Portanto, quanto 
mais memória cache, melhor. 
Processadores com mais de um núcleo compartilham a 
memória cache, dividindo-a pelo número de núcleos do 
processador. 
Depois de observar a quantidade de núcleos e de memória cache do 
processador, você deve deve observar seu clock, ou seja, sua velocidade, 
seus gigahertz. Sem sombra de dúvidas, quanto mais Ghz melhor. O porém de 
quanto mais melhor é que, quanto mais veloz for o processador mais ele vai 
esquentar e mais ele vai consumir de energia. Comprar um processador entre 2 
e 3 Ghz já é o bastante. 
Uma característica que ultimamente tem sido levada em conta é o TDP. O 
Thermal Design Power representa a quantidade máxima de energia que o 
sistema de refrigeração do computador precisa dissipar, em outras palavras, é 
a relação entre o quanto o processador esquena e o quanto o sistema de 
regrigeração ( cooler, water cooler ) consegue resfriar. Com um TDP alto, por 
exemplo 120 W, seu processador esquentará muito, comsumirá muito e fará 
com que a ventoinha do cooler gire ao máximo, provocando um aumento 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
92 
 
considerável de ruído. Portanto, quer ter um computador silencioso, que 
consuma pouca energia e esquente pouco, procure processadores com TDP 
baixo, até 65 W. 
Para complementar esse post, fizemos um que explica a nomenclatura 
utilizada atualmente pela AMD e pela Intel nos seus processadores. Vale a 
pena dar uma conferida. 
O Alexandre Ziebert, do Fórum PCs, fez duas série muiiito boas falando sobre 
os processadores AMD e Intel. Dê uma passadinha por lá 
Agradeço em especial ao Alan, da comunidade do Clube do Hardware que deu 
total atenção as minhas dúvidas e a todas as pessoas que responderam ao meu 
tópico. 
Espero que este post ajude você a escolher seu próximo processador 
 
Entendendo a nomenclatura dos processadores 
 
As duas maiores fabricantes de processadores são a Intel e a AMD. Cada uma 
dessas empresas adota um determinada nomenclatura para passar algumas 
informações ao consumidor a partir do nome do processador. Aparentemente 
a nomenclatura desses processadores é um tanto que confusa, mas com um 
pouco de atenção e conhecimento podemos identificar muitas de suas 
características. 
Vamos começar pelas dicas da Intel. 
Todo processador Quad Core ( que possui 4 núcleos ) começa com a letra Q, de 
Quad. Por exemplo: Q9550, Q8400s, Q9300… 
Todo processador Dual Core ( que possui 2 núcleos ) começa com a letra E. Por 
exemplo: E7500, E6750, E4700… 
A nomenclatura dos Core iX é dividida hierarquicamente da seguinte forma: 
Core i7: Processadores de alto desempenho ( e alto custo ); 
Core i5: Processadores de desempenho intermediário; 
Core i3: Processadores de desempenho básico ( mas não é um Celeron da vida 
); 
Se o processador for um Atom significa que ele foi feito para netbooks ( 
aqueles EeePCs da vida ) 
Se for um Xeon, significa que ele foi feito para servidores 
Se o processador que você for comprar tiver o nome Celeron no meio, significa 
que este é um processador de baixo desempenho e baixo custo, digamos que 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.forumpcs.com.br/review.php?r=256854&page=1http://www.forumpcs.com.br/review.php?r=256771&page=1
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=537789603025323658
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=370981
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/intelcustom.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/intelcustom.jpg
93 
 
ele seja uma versão “castrada” de um processador melhor. Esses Celerons 
normalmente acompanham aqueles computadores que são vendidos por R$ 
799,00 nas Casas Bahia. ( Celerons podem ser dual core ). 
Agora que você entendeu a nomenc latura da Intel, vamos entender a da AMD 
( note que a AMD sempre possui processadores equivalentes aos da Intel ). 
 
Todo processador que terminar com X2, X3 e X4 possui 2,3 e 4 núcleos, 
respectivamente. Por exemplo: Athlon 64 X2 4400. 
Observe que sempre ao lado, no nome de um processador AMD, vai existir 
uma numeração. Essa numeração não significa a frequência ( ou velocidade ) 
do processador, é apenas a indicação do modelo. 
As versões que possuem FX no final do nome têm o multiplicador liberado, 
sendo ideais para overclock. 
Se você comprar um processador e o nome dele for Sempron alguma coisa, 
você estará levando um processador ultra básico para casa. Com memória 
cache e single core ( único núcleo ( nenhum processador Sempron é Dual Core) 
Processadores Phenom são os concorrentes diretos do Core iX da Intel. Exitem 
os Phenom e os Phenom II ( o II é o melhor ). Eles são processadores de alto 
desempenho ( custam bem menos que os Core iX ). 
Os processadores Turion são aqueles feitos para notebook. 
Se for um Opteron, significa que ele é um processador feito para servidores, 
assim como o Xeon da Intel. 
Mas afinal, quais são os melhores processadores de cada fabricante? Quando 
for comprar não analise somente o clock do processador, pois o clock é apenas 
uma parte do conjunto. Muitos vendedores por ai estufam o peito e dizem 
“leve esse processador, ele é 3.2 e é melhor que aquele 2.6 ali”, e é aí onde 
mora o perigo, pois o de 3,2 pode ser um Celeron, enquanto o 2,6 seria um 
Dual Core, e como vimos o Celeron pede água na frente de um Dual Core 
convencional. 
Quando sair às compras, analise o processador que possuir o maior número, no 
caso dos Intel e dos AMD’s mais recentes (Dual, Quad Core e iX; Phenom II e 
Athlon II). Por exemplo: 
E8400, E8500, E8600… Qual o melhor? O que possuir o maior número. 
Phenom II X4 920 e Phenom II X4 955. Quem é o melhor? O de maior número. 
Só tome cuidado para não analisar processadores diferentes, veja no exemplo 
que só comparei processadores da mesma familia, pois possuem a mesma 
arquitetura. No caso da Intel, não misture E com Q ou i7. 
Acretido que com essas dicas você poderá ter uma idéia geral do uso e de 
algumas características dos processadores. 
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/amdcustom.gif
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/amdcustom.gif
94 
 
 
Memristor: Conheça a tecnologia que vai revolucionar 
o futuro das memórias de armazenamento 
 
Graças a nanotecnologia, a eletrônica e a informática vem evoluindo bastante 
nos últimos anos. Graças a ela foi possível criar processadores cada 
vez menores e mais eficientes, chipsets, memórias, etc.. Se não fosse por ela a 
Informática não seria a mesma, porém um problema ainda não tinha sido 
resolvido. A dependência de energia. 
Ninguém nunca havia conseguido construir uma memória 
RAM que conseguisse armazenar dados sem energia 
elétrica, nem que seja por um milionésimo de segundo. Já 
os discos rígidos não sofrem com a perda de dados por falta 
de eletricidade, pois usam o magnetismo para driblar essa 
limitação, porém eles sofrem com a baixa velocidade na troca de dados. 
Sempre que ligamos o computador, o sistema operacional é enviado do HD 
para a memória RAM, que por sua vez é acessada pelo processador. Se o 
processador tivesse que buscar os dados diretamente no HD o tempo de 
espera seria bem maior devido a baixa velocidade. Essa limitação nos discos 
rígidos sempre foi um “gargalo” para a Informática, que sempre esbarrou no 
problema. 
Recentemente a HP anunciou um novo componente, o 
Memristor. Componente que já existia no papel desde 
1971, teorizado por Leon Chua. Veja na foto ao lado como 
o Memristor se parece. Estranho, não é? Lembre que é 
impossível vê-lo a olho nu, pois ele é incrivelmente 
pequeno, cerca de 50 nm e pouco menos de 200 átomos. 
Para se ter idéia do tamanho dele, comparar um 
Memristor a um capacitor seria como comparar um barco à Lua. 
O Memristor promete muito, por ter tamanho extremamente pequeno a 
tendência é que aos poucos os fabricantes adotem esta tecnologia em suas 
peças devido a velocidade incrivelmente maior e independência de energia 
elétrica. Provavelmente o futuro do armazenamento será os memristores, pois 
eles tem uma capacidade de armazenamento incrivelmente maior que os HDs 
e os SSDs. Apenas 1cm² é suficiente para armazenar 125MB, ou seja, no mesmo 
espaço de um SSD será possível armazenar 1,5TB. 
No caso das memórias RAM imagine: “por acaso acaba a energia elétrica em 
sua casa e você não salvou nada do que estava aberto. Mas aí você lembra que 
seu computador já é dotado de memristores, os quais salvaram o estado do 
http://www.iotecnologia.com.br/memristor/
http://www.iotecnologia.com.br/memristor/
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
95 
 
computador antes de tudo desligar e claro, eles não perderam as informações 
que estavam em sua tela. Fantástico, não?” 
Para os gamers de plantão, fabricantes como Sony, Nintendo e Microsoft 
poderiam usar os Memristores para substituir as memórias dos consoles, 
podendo assim acabar de vez com os “loadings” entre as fases daquele seu 
jogo favorito. 
Como podemos ver essa nova tecnologia só promete melhorias para o mundo 
da informática e da eletrônica, pois as aplicações não se limitam apenas a 
informática. A HP já anunciou que tem vários protótipos em fase de testes para 
que a tecnologia seja cada vez mais aperfeiçoada. Espera-se que os primeiros 
produtos que usem essa tecnologia sejam comercializados por volta de 2015. 
E ai, o que você achou dessa novidade? Será que vem mesmo em 2015? Deixe 
sua opinião para discutirmos sobre o assunto, que provavelmente será o nosso 
futuro. 
 
Economize dinheiro e use até 9 computadores em 1 só 
Postado por Danilo Augusto na categoria Manutenção E Hardware no dia 11-
07-2009 
23 
 
Antes de mais nada agradeço a atenção dada pela ThinNetworks ao nosso e-
mail, respondendo prontamente a nossa solicitação de material para podermos 
construir um post de qualidade. Agradeço em especial ao Sr. Christiano Borja 
que foi quem nos respondeu e nos enviou algumas informações e imagens à 
respeito do Buddy. 
Atualmente existe muitos empreendimentos que necessitam do uso de várias 
máquinas, que exigem o mesmo desempenho do micro e executam 
basicamente as mesmas tarefas. Caixas nos supermercados, laboratórios de 
informática em escolas, terminais de auto-atendimento em clínicas… Enfim, 
exemplos não faltam para mostrar que em muitos locais seria preferível o uso 
de uma só máquina que substituiria o trabalho, consumo e manutenção de 
várias outras. 
http://www.iotecnologia.com.br/buddy-varios-pcs-em-um/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2009/07/esquema-9pcs.png
96 
 
Imagine um supermercado, com 9 caixas. Seria mais interessante ter 2 
computadores e “tranf ormar” esses 2 em 9 ou ter que comprar e manter 8 
máquinas ? A resposta parece óbvia. 
O que eu vou apresentar aqui é uma tecnologia de uma empresa brasileira, 
a ThinNetworks, que faz com que existam e funcionem até 8 estações de 
trabalho em uma só. 
A ThinNetwork vende o Kit Buddy Lite, que nada mais é do que uma placa de 
vídeo ( com 1, 2 ou 4 saídas ), um adaptador USB para conectar teclado e 
mouse e a licença para o uso doprograma que disponibiliza o 
compartilhamento de máquina. 
O funcionamento para usarmos 2 computadores em 1 só é o seguinte… 
Ao invés de comprarmos mais outro computador, nós compramos o Kit. A placa 
de vídeo que acompanha o Kit é instalada no PC juntamente com esse 
adaptador que você vê na imagem abaixo: 
 
Essa placa de vídeo e esse adaptador é que serão o hardware da “nova 
máquina”. Neles serão conectados o novo monitor e o novo teclado e mouse. 
Depois de instalarmos os drives devemos instalar o software Buddy, que será 
responsável por compartilhar o computador para o outro monitor, teclado e 
mouse. 
Quando o Buddy estiver instalado, será necessários criar a conta que o novo 
usuário do PC irá utilizar para logar na máquina.Feito isto, acessamos o Buddy ( 
que já deverá estar instalado ) e iremos definir o hardware a ser usado. Não 
entendeu ? Vamos lá… 
Temos agora 2 monitores, 2 teclados e 2 mouses 
Na tela do Buddy definiremos assim: 
http://www.thinnetworks.com.br/index.php
97 
 
 
Para quem ainda não entendeu diremos para o Buddy o seguinte: Buddy, o 
monitor, teclado e mouse número 1 trabalharão em conjunto. Quando eu 
mexer o mouse 1 o cursor que aparece no monitor 1 se mexerá. Quando eu 
digitar algo, esse texto digitado aparecerá no monitor. O mesmo vale para o 
outro trio. 
Assim que o PC reiniciar iremos nos deparar com a já conhecida tela de login do 
Windows: 
 
Logaremos normalemente nas duas estações com os respectivos usuários. O 
mesmo login não pode ser usado nas duas telas ao mesmo tempo ( por isso 
criamos outro usuários ). Pronto ! A partir daí poderemos usar normalmente o 
PC. Navegar pela internet, digitar um documento, ver uma apresentação de 
slides… Tudo isso em dois monitores diferentes, com duas áreas de trabalho 
independentes uma da outra. Em suma, teremos 2 pessoas trabalhando em 
apenas 1 PC que se transformou em 2 ( para quem sabe o que é o Terminal 
Service, o Buddy funciona como um TS, só que localmente e sem lag ). 
98 
 
Qual a vantagem de se utilizar essa tecnologia ? 
Vamos fazer os cálculos… 
1 Computador de baixo custo com a seguinte configuração: 
Processador: Intel Celeron 450 2.2Ghz 
Memória: 2GB 
Hard Disk: 320GB 
Teclado: Português Brasil ABNT2, 107 teclas, PS/2 
Mouse: PS/2, 2 botões, com scroll, óptico 
Monitor: Widescreen 17’ 
Nas Lojas Americanas sai por R$1200,00 à vista. 
1 Licença do Windows XP Professional: R$699,00 
2 computadores desse, sem Windows nem Office, custariam R$2400,00. 
2 licenças do Windows XP custariam R$ 1400,00 
+________________________________________________________ 
TOTAL = R$3800,00 
—————————————————————————————————- 
Agora vejamos o custo que teríamos comprando o Kit Buddy Lite: 
1 Computador de baixo custo com a seguinte configuração: 
Processador: Intel Celeron 450 2.2Ghz 
Memória: 2GB 
Hard Disk: 320GB 
Teclado: Português Brasil ABNT2, 107 teclas, PS/2 
Mouse: PS/2, 2 botões, com scroll, óptico 
Monitor: Widescreen 17’ 
Nas Lojas Americanas sai por R$1200,00 à vista. 
1 Licença do Windows XP Professional: R$699,00 
1 outro monitor de 17’, outro teclado e outro mouse sairiam por R$500,00 
1 Kit Buddy Lite R$ 380,00 
+________________________________________________________ 
TOTAL = R$2780,000 
Note que essa é a economia só com a aquisição de equipamento. Faça a 
comparação entre fazer um upgrade de memória em um laboratório com 20 
micros e fazer o mesmo upgrade num laboratório que possui o Buddy onde 
existem apenas 5 máquinas que funcionam como 20 ( cada uma com 4 
monitores ). 
Agora imagine o custo com manutenção… Ao invés de consertar 4 máquinas, 
precisaremos consertar e descobrir o problema somente em uma. 
O consumo de energia cairá drasticamente. 1 PC comum consome o 
equivalente a 250 W e mais 35 W do monitor. Vamos pegar um laboratório de 
99 
 
informática com 20 máquinas, cada uma consumindo 250 W + 1 monitor para 
cada uma consumindo 34 W. 
20 máquinas x 385 W = 5700 W de consumo 
Serão 20 máquinas gerando calor e obrigando a aquisição ou de mais uma 
aparelho de ar-condicionado ou de um mais potente, acarretando maior 
quantidade de energia consumida. 
Agora imagine o mesmo laboratório, só que usando 1 Buddy com 4 portas para 
cada PC, ou seja, 5 estações para cada PC ( 4 monitores e a máquian onde o 
Buddy está instalado ). Teremos: 
5 máquinas * 285 W = 1425 W 
15 monitores * 35 W = 525 W 
_______________________ 
TOTAL = 1950 W de consumo do laboratório 
Essa economia de energia elétrica durante 1 ano já é o bastante pra você 
investir em outras coisas na sua empresa ou na sua escola. 
Em suma, não faltam motivos para que a sua instituição, escola, clínica, 
farmácia, escritório de advocacia, contabilidade, concessionária, call center… 
ou empresa adote o Buddy Lite como alternativa para a redução de custos. Um 
kit que oferece economia energética, menos gastos e perda de tempo com 
manutenção, menos gastos com upgrades, menos gastos com aquisição de 
equipamentos e licenças… Enfim, uma tecnologia que vale a pena ser testada, 
avaliada e implantada no seu negócio. 
Grandes empresas e instituições como Riachuelo, SENAI, Secretaria de 
Educação do Rio de Janeiro e Microlins já adotaram o Buddy. 
Caso seja seu interesse conhecer mais essa tecnologia, que não é cara, ou até 
mesmo solicitar uma placa para teste com acompanhamento de pessoal 
qualificado, entre emcontato no meu e-mail: augusto.cefetrn@hotmail.com 
Espero que tenha ficado claro o conteúdo e o entendimento deste post. 
 
Guia de Compras dos Monitores LCD 
 
http://img262.imageshack.us/img262/6808/riachuelocustom.jpg
http://img30.imageshack.us/img30/5831/thinnews13marounidadese.jpg
http://img29.imageshack.us/img29/8126/thinnewsmicrolinscustom.jpg
http://www.iotecnologia.com.br/contato/
mailto:augusto.cefetrn@hotmail.com
http://www.iotecnologia.com.br/guia-de-compras-dos-monitores-lcd/
100 
 
O erro mais comum dos brasileiros é sempre comprar produtos pela estética, 
deixando de lado o desempenho. Se você sair à rua e fizer uma pesquisa rápida 
vai perceber que uma boa parte das pessoas levaria um produto X porque é 
mais bonito que produto Y, mesmo sem pesquisar o que o produto Y tem de 
bom. Devido a isso, muitos compram um monitor bonito, mas com péssimo 
desempenho. Isso mesmo amigo. Os monitores também têm suas 
características que vão definir se ele é bom ou ruim. 
Um exemplo que vou dar é desse monitor ali em cima, um AOC que é elegante 
com apenas 9,7 mm de espessura. No fim do artigo vou dar ele como exemplo 
para o que acabei de falar no parágrafo anterior. Abaixo, você confere o que 
deve ser levando em conta na escolha do seu LCD. 
 
O QUE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO 
 
1.Taxa de contraste 
 
Uma das mais importantes, senão a mais importante característica. Ela quem 
mede a diferença de brilho entre a quantidade de branco máxima e a 
quantidade de preto máxima que o monitor consegue gerar. Trocando em 
miúdos, quanto maior a taxa de contraste mais vivas serão as cores, e 
consequentemente mais bela a imagem vai ser. Hoje é possível encontrar 
monitores com 50.000:1, mas prefira sempre mais do que 15.000:1. 
 
2.Brilho 
 
O brilho é quem indica a visibilidade da imagem em ambientes mais claros. Os 
monitores atuais geralmente possuem brilho de 300 cd/m² (candelas por metro 
quadrado). O brilho é um pouco diferente do contraste. O brilho ideal vai 
depender do ambiente, por exemplo, para um escritório o ideal seria entre 250 
a 300 cm/m², já para uso em notebooks que são usados em ambientes abertos 
ou monitores que ficam expostos em ambientes iluminados, dê preferência a 
taxa de brilho maior. 
 
3.Contraste dinâmico 
 
Se o monitor possuir essa característica, significa que quando ativada tal opção, 
o monitor vai ajustar o brilho automaticamente dependendo da imagem 
gerada na tela. Essa característica é muito eficaz, pois sempre que uma imagem 
necessitar de um brilho maior ou menor, o monitor se auto-ajusta, melhorando 
a qualidade da imagem. 
101 
 
4.Tempo de resposta 
 
É muito importante frisaresse item! Se você é daqueles que não abre mão de 
um joguinho no tempo livre, preste atenção nessa característica. O tempo de 
resposta é o tempo que um pixel leva para passar do preto ao branco. O tempo 
é medido em milissegundos e quanto menor for ele, melhor. Para o usuário 
comum o recomendado seria 5ms para baixo, já para gamers, 2ms é o 
recomendado. Se o tempo for muito alto a imagem gerada pode ficar sem 
nitidez , sem qualidade em movimentos muito rápidos e gerando aqueles 
fantasmas, já que o monitor não acompanha a velocidade da imagem. 
 
5.Conexões 
Os conectores mais comuns que vemos em monitores são os D-Sub (o famoso 
VGA), porém ele já esta entrando em desuso (poucas placas de vídeo vem com 
essa conexão hoje), por ser uma conexão analógica. Quando for comprar um 
monitor dê preferência aos que possuam entradas DVI ou HDMI, que além de 
ser mais recentes, são digitais. Se você não tiver problemas com o seu bolso, 
leve um com HDMI, pois é a melhor conexão que temos atualmente, e pode 
facilmente ser adaptada para DVI. 
 
 
 
http://4.bp.blogspot.com/_sEqNDmXbQqU/Sei0m7Tq0jI/AAAAAAAAALs/H0CtaLMg3AE/s1600-h/Untitled-1.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_sEqNDmXbQqU/SejDFrdoSGI/AAAAAAAAAL0/0kdKJHyjlp4/s1600-h/dica4angulodevisao(1).jpg
http://4.bp.blogspot.com/_sEqNDmXbQqU/Sei0m7Tq0jI/AAAAAAAAALs/H0CtaLMg3AE/s1600-h/Untitled-1.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_sEqNDmXbQqU/SejDFrdoSGI/AAAAAAAAAL0/0kdKJHyjlp4/s1600-h/dica4angulodevisao(1).jpg
102 
 
6.Ângulo de visão 
 
Para alguns pode ser um fator irrelevante, mas pra quem trabalha com vendas 
ou necessita expor a imagem para muitas pessoas esse pode ser um fator 
crucial. Os LCD possuem um certo ponto onde não é possível ver de forma 
satisfatória a imagem. Um exemplo disso são os caixas eletrônicos. Eles têm 
monitores com baixíssimo ângulo de visão, permitindo que apenas quem esteja 
exatamente na frente consiga ler o que tem nele. Na hora da compra, quanto 
maior melhor. 
Agora que você já tem uma boa noção do que levar em conta na hora de 
escolher o monitor, vamos falar do AOC que citei no começo do artigo.Vamo 
analisar as suas características. 
 
Tela: 15″ Widescreen 
Tempo de Resposta: 16ms 
Brilho: 200 cd/m² 
Relação de Contraste: 1200:1 (Dinâmico) 
Conector de Vídeo: Analógico (RGB) 
Resolução: 1280 x 800 @ 60 Hz 
Garantia: 1 Ano 
 
Pontos Positivos: Possui Contraste Dinâmico. 
 
Pontos Negativos: Tempo de Resposta altíssimo, brilho um pouco baixo, 
contraste muito abaixo de um monitor decente e possui conector obsoleto. 
 
O Site da AOC não informa o ângulo de visão do monitor, mas se você tiver a 
oportunidade de ver esse monitor, perceba que se você não estiver 
exatamente na frente dele, você não consegue ver muito bem, devido ao baixo 
ângulo de visão que ele oferece. E isso ainda é agravado devido à beleza. Sabe 
por quê? A tela dele é brilhante (diferente da maioria, que tem tela fosca) e o 
brilho da própria tela faz com que ela sirva como uma espécie de espelho, ou 
seja, ele pode refletir a luz se você não estiver na frente dele. 
Depois de usar esse monitor como exemplo, deixo a pergunta: 
“Vale mesmo a pena comprar um produto só porque é do Mickey Mouse?“ 
Depois de todas essas dicas, espero que pensem bem se vale a pena sacrificar o 
desempenho pela beleza. Claro que existem monitores aqui no Brasil que 
conseguem juntar a beleza ao desempenho em um mesmo equipamento, mas 
infelizmente acabam saindo um pouco mais caro. 
 
http://www.aoc.com.br/2007/php/index.php?req=produto&prd_id=178&ctg_id=57
103 
 
Qual potência minha fonte deve ter ? 
 
 
Você vai numa loja comprar uma fonte de alimentação pra seu computador e o 
vendedor lhe pergunta: "Qual a potência da fonte você quer ?"… Você saberia 
responder ? 
Todo aparelho que utiliza energia elétrica precisa de fonte que fornece uma 
certa potência. Uma dúvida comum entre boa parte dos usuários é qual a 
potência que a fonte dele deve ter para suprir as necessidades energéticas do 
computador. Além de se preocupar com a fonte, você tem 4 motivos a mais pra 
se preocupar com ela. 
Para facilitar o cálculo da potência necessária, o Newegg oferece uma 
calculadora de potência, para que você calcule a potência aproximada sua 
fonte. Ao contrário de sites comoExtreme Power Suply Calculator, o Newegg é 
bem simples e objetivo, com apenas 6 ítens para marcar. Observe a imagem 
abaixo: 
 
 
 
Na opção CPU você define qual o processador que seu computador usa. A 
divisão é feita de um modo genérico. Com o programas CPUZ, como já falamos 
em um artigo, você pode identificar o seu processador e sua família a onde tem 
"Name" e "Code Name", como na imagem abaixo: 
http://www.iotecnologia.com.br/potencia-fonte/
http://www.iotecnologia.com.br/fontes-de-alimentacao-4-coisas-para-se-preocupar/
http://www.iotecnologia.com.br/fontes-de-alimentacao-4-coisas-para-se-preocupar/
http://educations.newegg.com/tool/psucalc/index.html
http://extreme.outervision.com/psucalculatorlite.jsp
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SeisWJr4_FI/AAAAAAAAAXk/OFQe9Po9XZo/s1600-h/Fonte+5+(Custom).jpg
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SeiE6lSjPgI/AAAAAAAAAXU/0QX0o1tv3as/s1600-h/calculadora.JPG
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SeisWJr4_FI/AAAAAAAAAXk/OFQe9Po9XZo/s1600-h/Fonte+5+(Custom).jpg
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SeiE6lSjPgI/AAAAAAAAAXU/0QX0o1tv3as/s1600-h/calculadora.JPG
104 
 
 
 
Na opção Motherboard, você define a sua placa-mãe através de 4 
opções: Regular, High-end, Workstation e Server. Se você não sabe em que 
caso a sua placa-mãe se encaixa, escolha a opção Regular (95% das pessoas 
tem placas-mãe assim). 
 
A próxima opção, VGA Card, se refere a sua placa de vídeo. Se você não tem 
placa de vídeo off board, escolha a opção "Integrated on the Motherboard". 
Caso contrário escolha o modelo da sua placa de vídeo. Ao lado dessa opção 
você pode escolher a quantidade de placas de vídeo existentes no PC. 
OBS:Esse procedimento só precisa ser feito por quem tem placa de vídeo 
off.Para descobrir o modelo da placa de vídeo aperte de uma vez só as teclas 
Windows e Pause Break, siga até a aba Hardware, clique no botão gerenciador 
de dispositivos e clique no ícone "Adaptadores de Vídeo". Lá estará o modelo 
da sua placa. 
 
Na opção de baixo, Memory ,você define a quantidade e o tipo de memória 
RAM instalada. Caso você não saiba nem a quantidade nem o tipo da memória, 
você pode conferir no CPUZ, na aba Memory. Ao lado, coloque o número de 
pentes de memória instalados. 
 
Logo depois, em ODD, você define o tipo de leitor que você tem no seu micro. 
Essa opção é bem clara. Ao lado você escolhe o número de leitores que seu 
computador possui. 
 
Combo: Combo é um leitor que grava, lê e reproduz CDs e DVDs. 
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SeiekJIUleI/AAAAAAAAAXc/EQp99SB5-J4/s1600-h/cpuz+(Custom).JPG
105 
 
Na última opção, você escolhe a rotação do seu HD. Confesso que não conheço 
e nem encontrei algum programa que mostrasse essa informação ( se você 
conhecer, por favor, fale-nos nos comentários ), mas boa parte dos HDs são 
7.200 RPM, com excessão dos notebooks que em sua maioria são 5.400 RPM ( 
a diferença de consumo entre 7.200 e 5.400 é muito pequena, não fará muita 
diferença no resultado final ). Ao lado, você define o número de HDs que 
funcionam na sua máquina. 
 
Depois de preencher as 6 informações solicitadas, você clica no 
botão Calculate e recebe logo abaixo da calculadora, você confere a potência 
aproximada da que você necessita.Some pelo menos mais 30% da potência 
informada para garantir upgrades futuros. 
 
Agora, quando você for comprar sua fonte diga: "Eu quero uma fonte de 450W, 
reais", por exemplo. Sempre compre de potências real, essa é a garantia de 
que você compra uma fonte que realmente lhe oferece a potência indicada. 
Você tem alguma dúvida de como fazer o cálculo ou de como descobrir algum 
item seu ? Deixe sua dúvida nos comentários e responderemos o mais rápido 
possível, beleza ? 
 
Recupere partições deletadas ou perdidascom o Find 
and Mount 
 
Um dia desses, fui criar uma partição com o particionador do Windows e acabei 
deletando minha partição com TODOS os meus arquivos, 60GB de 
informação… Entrei nos cantos e recantos da internet à procura de uma 
solução, e numa dessas entrelinhas doGoogle, conheci o Find and Mount – em 
português, Localizar e montar. O programa literalmente procura e monta as 
partições deletadas ou corrompidas do sistema. Aprenda nesse tutorial como 
usar o programinha que salvou minha pele, ou melhor, meus dados. 
Utilizando o programa 
Ao abrir o programa, você de cara percebe que mesmo sendo em inglês, o Find 
and Mount é simples de ser entendido. Logo na primeira tela você vê seus 
discos rígidos. Para escanear a unidade à procura da partição 
perdida/corrompida, basta clicar com o botão direito sobre o HD 
correspondente e escolher a opção Scan,como na imagem abaixo: 
http://www.iotecnologia.com.br/recupere-particoes-deletadas-ou-perdidas-com-o-find-and-mount/
http://www.iotecnologia.com.br/recupere-particoes-deletadas-ou-perdidas-com-o-find-and-mount/
http://www.iotecnologia.com.br/o-google-e-seus-nmeros/
http://findandmount.com/download/
106 
 
 
O Find and Mount possui 3 modos de operação. O modo Intelectual Scan que é 
a maneira mais rápida, e mais superficial, de se procurar as partições. O 
modo Normal Scan que vasculha todas as partes do disco que alocam as 
tabelas padrão de partição. O último e mais abrangente método, o Thorought 
Scan, faz uma busca minuciosa em todo o disco rígido, procurando setor por 
setor. Normalmente o primeiro método já encontra sua partição. Se ele não 
encontrar, parta logo para o terceiro método. 
 
 
Assim que o escaneamento terminar, você encontrará sua partição. Clique 
sobre ela e selecione a opção “Mount As”, lá em cima. Uma janela se abrirá e 
você definirá a letra da partição a ser montada. Após isso, é só ir em Meu 
Computador e acessar sua partição normalmente. 
Nota: Na versão demo, o Find and Mount copia seus arquivo da partição 
recuperada a no máximo 512KB/seg. 
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SdgWsOD2eaI/AAAAAAAAAUs/2AYqP7eGaeQ/s1600-h/programa.JPG
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SdgWsH5baxI/AAAAAAAAAUk/rGy5jM-Ujos/s1600-h/modos.JPG
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SdgWsOD2eaI/AAAAAAAAAUs/2AYqP7eGaeQ/s1600-h/programa.JPG
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SdgWsH5baxI/AAAAAAAAAUk/rGy5jM-Ujos/s1600-h/modos.JPG
107 
 
Uma outra função do programa é a criação de imagens das suas partições, uma 
forma de backup. Para criar um backup é simples, basta você selecionar a 
partição a ser salva, clicar no botão Create Image e escolher o destino da 
imagem. Para abrir uma imagem criada, clique em Open Imagem e aponte para 
a imagem. 
Agora que você conhece o Find and Mount, utilize-o e resolva suas 
cagadas Se você conhece um software melhor, ou equivalente, nos diga, 
comente 
 
Consultando informações de hardware 
 
Alguma vez você precisou verificar o modelo da placa-mãe, a frequência e o 
tipo da memória ou até mesmo a família do processador ? 
O CPU-Z tem tudo isso e muito mais informações. Apesar de ter somente 
595KB, o pequeno programa dá conta do recado quando o assunto é 
informação de hardware. 
Ao contrário de softwares como Sandra e Everest, o CPUZ é bem mais enxuto, 
trazendo consigo informações que realmente são necessárias para uma 
listagem do hardware. 
O programa fornece informações do processador, memória cache, memória 
RAM, e placa-mãe. Dados como voltagem e velocidade do núcleo, são 
fornecidas em tempo real. 
http://www.iotecnologia.com.br/consultando-informacoes-de-hardware/
108 
 
 
 
Além da opção de mostrar as informações na interface do programa, o CPU-Z 
oferece ainda a geração de um relatório, que pode ser em HTML ou em TXT. 
Nota:O modo HTML é mais organizado. 
O software é free com um inglês bem simplificado. Faça o download do CPUZ 
para na versão de 32 bits e 64 bits. 
Ainda esta semana mostraremos como calcular a potência necessária para seu 
computador, usando o CPU-Z. 
 
http://www.cpuid.com/downloads/cpu-z/1.55-32bits-en.zip
http://www.cpuid.com/downloads/cpu-z/1.55-64bits-en.zip
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/Sd13Cx3KiyI/AAAAAAAAAW8/KDSibE0K-V8/s1600-h/cpuz.jpg
109 
 
Descubra falhas estressando seu computador 
Posted by Danilo Augusto | Posted in Manutenção E Hardware | Posted on 
13-03-2009 
3 
 
Pessoas estressadas falham. Computadores estressados também falham. 
Vamos apresentar a você alguns programas que tem como função estressar o 
computador para descobrir onde e em que situações ocorrem falhas na 
máquina. Esses são os chamados testes de Benchmark. 
 
Estresse seu Processador 
 
Existem programas muito conhecidos de estresse de processador como o 
3DMark, Aquamark3, Super Pi… mas nenhum deles é páreo o bastante para 
derrubar o CPU Stability Teste. Esse software é capaz de pôr seu computador 
com verdadeiros 100% de processamento. Executando vários algoritmos de 
alto peso computacional, como Whetstone e a série de Fibonnaci em loop, o 
CPU Stability Test oferece 3 opções de estresse. O modo normal, o modo CPU 
Warming ( apenas esquentar o processador ) e o modo TroubleShooting ( 
resolução de problemas. O modo normal é o modo indicado para o maioria dos 
testes, já o modo Warming as vezes estressa tanto seu processador que ele 
pára de responder, o que não indica um problema, mas sim a eficiência do 
programa.Depois de alguns minutos de teste ( para ter certeza recomenda-se 
pelo menos 2 horas) o técnico pode descobrir indícios de problemas de 
aquecimento, seja por um cooler mal encaixado, seja por um sistema de 
ventilação mal dimensionado. Para descobrir a relação entre estresse e 
temperatura, devemos utilizar um outro software que funcionará 
paralelamente ao Stability Test, o SpeedFan. Esse programa mostra a 
temperatura de todos os sensores do computador como do processador, placa-
mãe e HD dispondo da informação através de gráficos, para que o usuário 
possa verificar o andamento da temperatura.Abaixo você confere a imagem 
http://www.iotecnologia.com.br/descubra-falhas-estressando-seu-computador/
http://www.iotecnologia.com.br/categoria/manutencao/
http://files3.majorgeeks.com/files/7d12b66d3df6af8d429c1a357d8b9e1a/diagnostics/stabilitytest.exe
http://www.almico.com/speedfan437.exe
http://novohamburgo.org/ferrovelho/img/2008_estresse1.jpg
110 
 
dos dois programas em funcionamento, juntamente com o Gerenciador de 
Tarefas, que mostra os 100% de uso dos dois núcleos. 
 
 
 
É importante lembrar que, em modo de estresse, as temperaturas não devem 
ser maior do que 60º C ( isso não é uma regra absoluta ). 
Entenda um pouco mais sobre a temperatura máxima dos processadores. 
 
Estresse seu HD 
 
Não são raros os casos de HDs IDE ( PATA ) que funcionam com uma taxa de 
transferência lá embaixo devido ao uso de cabos flat de 40 vias, e não de 80. 
Quando isso acontece, a taxa de tranferência que é pra ser de 133MB/sec, 
passa a ser de 33MB/sec ou até menos que isso. Para verificar em qual modo 
seu HD funciona, vá até a aba Info e lá embaixo você confira o padrão 
suportado ( Supported ) e o padrão ativo ( Active ), se o Suportado for igual ao 
ativo, isso é o máximo que seu HD pode fazer. Caso contrário, verifique o que 
pode está acontecendo, use o Google. Observe a imagem do HD Tune: 
 
 
Meu HD está funcionando como é pra ser. O seu está ? 
 
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/645
http://www.iotecnologia.com.br/o-google-e-seus-nmeros/
http://www.hdtune.com/download.html
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/Sbo4emIikKI/AAAAAAAAAQc/tkOSbtxVZSc/s1600-h/Teste.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SbpKClSecII/AAAAAAAAAQs/-BiEGd3hBsk/s1600-h/HDD.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/Sbo4emIikKI/AAAAAAAAAQc/tkOSbtxVZSc/s1600-h/Teste.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SbpKClSecII/AAAAAAAAAQs/-BiEGd3hBsk/s1600-h/HDD.jpg
111 
 
Utilizando o HD Tune, você também pode detectar a velocidade de 
tranferência, leitura egravação. Na aba Error Scan você pode fazer um teste 
para encontrar setores defeituosos (os bad block )no HD. Indo na aba Health, 
você confere informações sobre a saúde do hard disk, fornecidas pelo Smart. 
Entenda um pouco mais sobre os cabos de 40 e 80 vias, modos de operação do 
HD eSmart Disk. 
 
Estresse sua memória RAM 
 
Inúmeros problemas são causados por memórias defeituosas ou sujas. 
Problemas como tela azul, travadas e reinicializações aleatórias, erros na 
utilização de certos programas… Enfim, motivos é que não faltam para 
desconfiar da memória RAM. Para fazer a verificação delas, foi criado o 
MemTest86 que acessa todos os setores da sua memória para encontrar erros. 
O programa dispõe de 11 modos de teste que rodam em loop, e acessando os 
setores da memória, encontram erros e os reporta para o usuário. Quando 
erros são detectados, linhas vermelhas como as da imagem abaixo aparecem 
fornecendo informações sobre o problema. 
 
 
http://www.iotecnologia.com.br/bad-block-o-matador-de-hds/
http://www.guiadohardware.net/faq/armazenamento/cabo-80-vias.html
http://www.infowester.com/hds2.php
http://www.boadica.com.br/dica/207/entendendo-o-s-m-a-r-t
http://img116.imageshack.us/img116/7206/memtest9io.jpg
112 
 
Você pode tentar limpar os contatos da memória com um Spray limpa contatos 
( ou com borracha ) ou substituir a memória, porque mais cedo ou mais tarde, 
ela irá apresentar problemas. 
 
Existe uma versão que roda sobre o Sistema Operacional, mas que por não 
poder acessar os setores que já estão sendo utilizados pelo SO e pelos 
programas, faz com que o teste não tenha a confiabilidade que teria rodando 
em um LiveCD. Baixe o arquivo ISO, que possui apenas 523Kb,e grava-o num 
CD. 
 
Conheça o MemTest86 neste artigo do Guia do Hardware. 
 
Conclusão 
 
Esses são os programas que utilizo para diagnosticar problemas nos 
computadores dos meus clientes. Quase sempre descubro se o problema é ou 
não no componente testado. Se for substituo ou tento reparar, se não for, não 
perco tempo e parto para outra possibilidade. 
Conhece outras ferramentas ? Compartilhe o conhecimento, coopere conosco 
e com seus colegas de profissão escrevendo nos comentários os programas que 
você indica para descobrir problemas. 
Espero que você tenha aprendido um pouco mais sobre como e quando utilizar 
estas ferramentas. Faça bom uso. 
 
7 Perguntas e Respostas sobre Energia Estática 
 
Muitas pessoas, inclusive técnicos, têm dúvidas quando o assunto é energia 
estática. A fim de tirarmos algumas dessas dúvidas, fizemos este FAQ com 
perguntas e respostas. 
 
1.Basta tocar no gabinete pra descarregar a energia estática ? 
Não. O simples ato de tocar no gabinete não vai descarregar a energia estática. 
Para que o “descarrego” ( isso me lembra o Igreja Universal ? ) aconteça, o 
gabinente precisa está ligado à tomada e a tomada deve está aterrada. Além 
disso, você deve tocar na parte que não esteja com nenhum tipo de tinta, pois 
estas tintas que cobrem o latão (zinco) de que o gabinete é feito, tem como 
função o isolamento elétrico. 
 
2.Usando uma pulseira anti-estática estarei protegido? 
http://www.memtest86.com/memtest86-3.5.iso.zip
http://www.guiadohardware.net/artigos/usando-memtest/
http://www.iotecnologia.com.br/7-perguntas-e-respostas-sobre-energia-estatica/
113 
 
Não. A pulseira por si só não apresenta nenhuma proteção. A “garra-jacaré” 
que existe na pulseira deve está presa a algo aterrado, como o gabinete ou o 
próprio fio de aterramento., caso contrário, a pulseira não servirá de nada. 
 
3.As luvas protegem contra energia estática ? 
As luvas comuns, de borracha ou tecido não têm propriedades para dissipar 
energia estática. Além do mais a energia estática não precisa de um material 
condutor para surgir, basta haver atrito entre os materiais. Vale lembrar que 
existem luvas anti-estáticas que são feitas especialmente para dissipar a 
energia. 
 
 
4.Como a estática pode queimar um chip ? 
A carga estática acumulada no nosso corpo pode ser de milhares de volts, por 
exemplo,40.000 Volts! Imagina 40 mil volts num chip que funciona a 3 volts… 
Seria um estrago… 
 
5.Porque com 40 mil volts no meu corpo não levo um tremendo choque ? 
O que faz você sentir o choque não é a tensão, mas sim a corrente , que na 
energia estática é muuuuito pequena. 
 
6.Componentes guardados em gavetas, pedaços de jornal, sacola estão 
imunes à estática ? 
NÃO! Esse é um grande erro de técnicos. Aqui perto da minha casa mesmo, 
semana passada, vi um técnico guardando uma memória num pedaço de 
jornal, lamentável .Materiais como papel, plástico, roupas, são potenciais 
geradores de cargas eletrostáticas. Componentes devem ser guardados nas 
embalagens originais, em sacos anti-estáticos. Existem lojas online que vendem 
embalagens anti-estáticas, como a embalagem abaixo: 
 
http://www.centrin.com.br/loja/detalhes.asp?CategoriaPai=123&Categoria=152&produto=3159
http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&f=68677590_6725.jpg&v=P
http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&f=68677590_6725.jpg&v=P
http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&f=68677590_6725.jpg&v=P
114 
 
 
 
7.A pulseira anti-estática tira a energia da outra mão também ? 
Acreditem, essa pergunta existe. A pulseira retira toda a carga eletrostática do 
seu corpo, consequentemente, todo seu corpo estará protegido, inclusive sua 
outra mão. 
Em breve, iremos bem a fundo sobre como surgem as cargas eletrostáticas. Se 
alguém tiver alguma pergunta a respeito do assunto, fique a vontade e poste 
nos comentários para tirarmos as dúvidas. 
 
Fontes: 
Fórum do Guia do Hardware 
 
 
 
Atualização da Bios: 3 mocinhos e 1 vilão 
 
 
 
Embora seja um processo simples, a atualização da BIOS é um processo 
perigoso e que muitas vezes pode acabar fazendo com que seu computador 
deixe de funcionar, literalmente. 
Para mostrar a você que nem sempre vale a pena correr o risco de inutilizar sua 
placa-mãe, preparamos este artigo afim de lhe mostrar, que as vezes, atualizar 
a BIOS não é uma boa. 
Primeiramente, vamos ver quais os motivos nos levam a atualizar a BIOS… 
 
1º Mocinho: Suporte à hardware é o principal mocinho que leva os fabricantes 
a lançarem novas versões da BIOS. Placas-mãe com socket AM2, costumam 
http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=149114
http://www.guiadohardware.net/comunidade/eletricidade-estatica/140871/1.html
http://www.iotecnologia.com.br/atualizacao-da-bios-3-mocinhos-e-1-vilao/
http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS
http://feeds2.feedburner.com/iotecnologia
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SZo-iSy1_EI/AAAAAAAAANc/YcQrkNjYEK0/s1600-h/perigo.miniatura.jpg
http://feeds2.feedburner.com/iotecnologia
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SZo-iSy1_EI/AAAAAAAAANc/YcQrkNjYEK0/s1600-h/perigo.miniatura.jpg
http://feeds2.feedburner.com/iotecnologia
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SZo-iSy1_EI/AAAAAAAAANc/YcQrkNjYEK0/s1600-h/perigo.miniatura.jpg
115 
 
sempre ter novas versões para suportar os processadores da AMD. Em placas-
mãe antigas, houve um intenso número de lançamento de BIOS para suportar a 
tecnologia UltraDMA. 
 
2º Mocinho: O aumento de desempenho de algum recurso da placa-mãe é o 
segundo mocinho na atualização da uma BIOS. Por exemplo, podemos ter um 
aumento no desempenho do vídeo on-board do computador, ou para 
aumentar o desempenho de certos barramentos; 
 
3º Mocinho: Corrigir algum (uns) bug (s) das versões anteriores como oferecer 
suporte a discos de grande capacidade, ou então destravar alguma opção de 
overclock. 
 
1º Vilão: O único motivo para não atualizar a BIOS é não ter motivo. Isso 
mesmo. Milhares de pessoas decidem atualizar a BIOS simplesmente porque 
saiu uma versão nova. Se você é uma dessas pessoas, tome cuidado, você pode 
está correndo um risco desnecessário. Por exemplo, uma nova versão foi 
lançada, a única modificação foi o suporte ao Phenom X4 II 940BE, se você não 
tem o maldito Phenom X4 II 940BE, pra que diabos você vai atualizar a BIOS ? 
Durante a atualização da BIOS, todocuidado é pouco. Uma versão que não é 
pra sua placa-mãe, uma queda de energia, um arquivo de atualização 
corrompido… Tudo isto conspira para que a operação de atualização dê errado. 
Agora que você sabe todos os motivos e “desmotivos” para atualizar a BIOS, 
cabe a você decidir se vale ou não a pena atualizá-la. 
Fonte:InfoWester 
 
Placa de Vídeo… Memória é tudo ? 
 
É comum chegarmos em lojas de informática e vermos aquelas placas de vídeo 
com 512Mb ou até mesmo 1Gb de Vram (memória RAM da VGA) e 
compulsivamente comprar a mais barata com a maior memória, mas quando 
se fala em placa de vídeo, nem sempre quantidade é sinônimo de qualidade. 
Na introdução deste artigo, vimos que memória não é tudo numa placa de 
vídeo. Mas porque memória não diz tudo? 
É simples, muitas dessas placas não tem um GPU (Núcleo de processamento 
gráfico) que use adequadamente toda essa memória, além disso temos dois 
outros problemas : 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
http://www.infowester.com/tutatualbios.php
http://www.iotecnologia.com.br/placa-de-video-memoria-e-tudo/
116 
 
Normalmente as placas com mais memória operam em velocidades mais 
lentas.Por exemplo, a GeForce 8600GT pode trabalhar com memórias GDRR3 a 
1800Mhz ou DDR800Mhz, a escolha fica a critério do fabricante. 
Ainda temos a diferença de tecnologia e preço. Alguns fabricantes, além de 
fazer com que o usuário pense que quanto mais memória melhor, ainda 
cobram mais por essas placas, um exemplo clássico é o caso da GeForce 
FX5200 de 256Mb que é inferior (em mais de 30%) a uma GeForce 6200 com 
128Mb,e ainda sim é mais cara que a 6200. 
Mas porque essa diferença ? 
A FX5200 oferece suporte ao DirectX 9, enquanto a GeForce 6200 suporta o 
DirectX 9.0c. É esse suporte (mais algumas modificações, já que se trata de 
outra arquitetura) que faz com que a 6200 tenha uma performance superior 
em jogos mais atuais, já que ela suporta nativamente o DirectX 9.oc. 
Se você pretende jogar um Crysis em 1280×1024 com AA (Anti-Serrilhado) 4x e 
AF (Filtro Anisotrópico) 16x, você deve superdimensionar sua placa de víde, 
por exemplo, comprar um Radeon 4850, para extrair o máximo que a placa tem 
a oferecer. 
Devemos também nos atentar as saídas existentes na placa. Passou-se o tempo 
em que uma saída DVI era suficiente, hoje, no mínimo, tem que ter uma saída 
HDMI. Usamos a saída HDMI quando vamos ligar uma placa de vídeo em 
qualquer televisão de Alta Definição. 
HDMI já está virando passado! Isso mesmo, já temos uma porta mais nova, a 
Display Port. Ela usa um conector mais fino e com maior largura de banda e é 
mais resistente que outros conectores. O DisplayPort tem mais largura de 
banda que o DVI, por exemplo, ele pode enviar dados em apenas um cabo para 
uma TV de 30”, enquanto o DVI precisa de um conector duplo. 
Abaixo, uma DisplayPort: 
117 
 
 
 
O gargalo no hardware do computador 
 
Se seu computador possui um gargalo de hardware, certamente sua placa de 
vídeo não terá o desempenho que teria com um hardware a altura. 
Como já foi dito em outro artigos, gargalo de hardware é quando um item do 
computador ( HD, memória… ) limitam o desempenho de outro ( placa de 
vídeo, processador ). 
Então, não adianta você comprar uma placa de vídeo Radeon 4870×2 para 
rodar Quake Wars em 2560×1600 com um processador Celeron de 1,8Ghz 
single-core. Moral da história, se você quer ter um um bom desempenho da 
sua placa de vídeo, tenha um hardware a altura dela, para que os outros 
componentes não sejam um fator limitante de seu desempenho.Pense no 
sistema como um todo. 
Como exemplo, preparamos esses dois “modelos” para que não haja gargalos 
no seu computador: 
Para uma VGA até GeForce 9600GT ou Radeon 4670 use no mínimo um Athlon 
X2 5200+ ou Core 2 Duo E7300. 
Para uma VGA até a Radeon 4870 ou GeForce GTX280 use um AMD Phenom X3 
720 ou um Core 2 Quad Q6600, para VGAs Dual-Chip (Radeon 4850×2 , 4870×2 
ou GeForce GTX295) use um AMD Phenom X4 940 ou Core 2 Quad Q9650. 
Conclusão. Não basta ter memória para ter qualidade, é necessário que haja 
recursos atualizados como DirectX10, entradas novas e acima de tudo, ter um 
hardware à altura da sua placa de vídeo. 
Em breve, mostraremos o que você deve saber antes de investir seu dinheiro 
em uma placa de vídeo. 
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SZQWM4JsITI/AAAAAAAAALg/3ff9TE1dess/s1600-h/AMD_RV635_XT_DisplayPort_02.jpg
118 
 
Até logo. 
Artigo criado por Jefferson Igor 
 
HDs Sata – Porquê você deve comprar um 
 
Quase todos os computadores fabricados hoje já vêm equipados com HDs Sata, 
mas muitas pessoas ainda possuem discos rígidos PATA ( como alguns 
preferem, IDE ). Será que está na hora de fazer um upgrade no seu pc… Será 
que vale a pena substituir ou incrementar mais um disco rígido ?É o que 
veremos… 
 
 
 
1. Refrigeração e Organização: HDs Sata são amigos da refrigeração do 
computador. Eles não possuem aqueles largos cabos flat que atrapalham 
na circulação de ar do seu micro. Além disso, eles deixa o interior do seu 
gabinete mais organizado; 
 
2. Velocidade:O mais veloz disco rígido IDE, teoricamente, alcança a 
velocidade de no máximo 133Mb/s.Já os HDs Sata tranferem a uma 
velocidade máxima de 300Mb/s. E o padrão Sata promete mais, já está 
em desenvolvimento o Sata com tranferência de 600Mb/s; 
3. Custo:Os discos IDE custam muito mais caro que um Sata. Por exemplo, 
naWaz Store, fizemos a comparação entre dois HD Seagate Barracuda, 
confira na tabela abaixo: 
 
http://www.iotecnologia.com.br/hds-sata-porque-voce-deve-comprar-um/
http://www.waz.com.br/
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SY4B76gwXwI/AAAAAAAAAIY/38cr6W8JIGE/s1600-h/sata-ide-legenda.png
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SY4iQ8Lrg1I/AAAAAAAAAIo/WBaZhjWcIbo/s1600-h/comparativoide-sata.PNG
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SY4B76gwXwI/AAAAAAAAAIY/38cr6W8JIGE/s1600-h/sata-ide-legenda.png
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SY4iQ8Lrg1I/AAAAAAAAAIo/WBaZhjWcIbo/s1600-h/comparativoide-sata.PNG
119 
 
4. Praticidade: Em alguns HDs Sata ( principalmente aquele usados em 
servidores ) possuem o recurso Hot Swap, que ao pé da letra significa 
“troca quente”, ou seja, mesmo com o computador ligado você pode 
retirar o HD da máquina, sem ter que desligar o servidor e interromper os 
serviços, assim como fazemos com os pen drivers. Também temos os HDs 
eSata ( eSata = HD Sata externo ), que ao invés de usar adaptadores USB ( 
que limitam a transferência de dados ) usa conectores feitos para a 
própria interface, que garantem a velocidade do padrão; 
 
Abaixo, um conector eSata: 
 
 
É… As cartas estão na mesa, agora resta a você decidir se vale a pena ou não 
investir num HD mais veloz, mais prático e por incrível que pareça… Mais 
Barato! 
Fonte: 
Wikipedia 
 
HDs Comparados: 
 
Seagate Barracuda IDE 
 
Seagate Barracuda Sata 
Fontes de Alimentação: 4 coisas para se preocupar 
 
Neste artigo não pretendo fazer uma análise técnica das fontes e seus 
componentes, mas sim, lhe orientar e mostrar como escolher a fonte 
adequada, explicar alguns conceitos, e acima de tudo, mostrar o porquê de 
escolher uma fonte de qualidade. 
Todo componente do computador tem um determinado consumo de energia e 
a escolha correta de uma fonte começa por aí, sabendo o seu consumo. Mas 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Serial_ATA
http://www.waz.com.br/hd/seagate_st380215a.php?codprod=89757
http://www.waz.com.br/hd/seagate_st380815as.php?codprod=89688
http://www.iotecnologia.com.br/fontes-de-alimentacao-4-coisas-para-se-preocupar/
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SY4CKvXSqeI/AAAAAAAAAIg/greLqg4g8es/s1600-h/e-sata.jpg
120 
 
será que sabendo o consumo da fonte temos as informações necessárias para 
comprar uma boa fonte? 
A resposta é Não. Devemos conhecer outros fatores que influenciam na hora 
da escolha de uma fonte de alimentação. Abaixo listo alguns que com certeza 
vão fazer diferença na vida útil do seu computador e no seu bolso também. 
1.Eficiência:Todo componente eletrônico trabalhacom uma determinada 
eficiência, por exemplo, se a eficiência de uma fonte for igual a 50%, para cada 
300 watts entregues pela fonte, ela estará consumindo 600 watts ! Vamos fazer 
os cálculos.Supondo que essa fonte com 50% de eficiência fica ligada 8 horas 
por dia, durante 30 dias, trabalhando com sua capaciade máxima de 
300watts. 
 
 
Tempo = Horas por dia * Dias do mês; 
Consumo Total=(Potência*Tempo)/ 1000; 
Então… 
Tempo = 8 horas por dia * 30 dias = 240 horas 
Sendo assim… 
Consumo Total = (600 watt * 240 horas)/1000 = 144 kW/h 
Aqui em Natal, onde moro, 1 kW/h custa R$0,42, então multiplicando os 144 
kW/h por R$0,42 temos um total de R$60,48 na nossa conta de energia. 
Metade desse valor, ou seja, R$30.24 foi embora devido à baixa eficiência da 
fonte. Daí você se pergunta, pra onde vão os 300 watts que não são 
consumidos ? Fácil, eles se transformam em calor e são dissipados. Portanto, se 
você não quer pagar por energia que é transformada em calor, compre fontes 
eficientes. 
2.Fabricante : O mercado brasileiro sofre com a comercialização de fontes 
genéricas, que não são capazes de fornecer a potência especificada na 
embalagem, nem são fabricadas com compenentes de qualidade. Chegar na 
loja pedindo “A fonte mais barata” não é uma boa, pois a mais barata 
certamente será genérica e certamente comprometerá seu computador 
futuramente. Alguns fabricantes se destacam no mercado mundial de fontes 
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYz2s_9f_rI/AAAAAAAAAGg/cAbPWeC3H0E/s1600-h/Fonte+5.jpg
121 
 
como Corsair, Zalman, OCZ, Thermaltake, Seventeam, Enermax e Cooler 
Master. 
3.Capacidade para upgrades : Hoje em dia cada vez mais comum um 
computador com uma placa de vídeo “mid-end” (9600GT ou 4670, por 
exemplo) que exigem o uso de um conector adicional de energia, agora 
imagine você comprar uma boa fonte mas não prestar atenção neste detalhe ? 
Precisa nem falar… Outro exemplo é a quantidade de conectores SATA. Muitas 
fontes vem com apenas 2 onectores Serial ATA, limitando um futuro upgrade 
com discos rígidos ou com leitores. 
4.Potência :Existe um ditado que diz assim: “Desgraça só presta se for grande”, 
pois bem, com a potência das fontes não é diferente, quanto mais potência, 
melhor.Obviamente, se você possui um extinto K6-II, não há necessidade de 
comprar uma fonte de 700W. Mas se você vai comprar um computador, ou 
apenas a fonte, deve-se pensar no futuro, comprando fontes com pelo menos 
30% de potência acima do que você necessita. Afinal, ninguém merece ter que 
trocar uma boa ( e cara ) só porque comprou uma processador novo. 
Essas são as nossas dicas para que você ao comprar uma fonte faça um compra 
mais inteligente, economizando na conta de luz e na manutenção do seu 
computador 
Em breve, falaremos sobre como calcular o consumo do seu computador e 
como tirar proveito de alguns recursos oferecidos para diminuir o consumo de 
energia. 
Até breve! 
Leia nosso artigo “Computador: O que considerar na hora da compra” 
 
5 Programas que não podem faltar a um bom técnico 
 
O I/O Tecnologia preparou esta lista onde você confere 5 ótimos programas 
share ou freeware que não podem faltar no seu bolso, quer dizer, no seu pen 
driver. 
 
 
http://www.iotecnologia.com.br/computador-o-que-considerar-na-hora-da-compra/
http://www.iotecnologia.com.br/5-programas-que-nao-podem-faltar-a-um-bom-tecnico/
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfBTGrmqVI/AAAAAAAAACE/hBctLhTxvkw/s1600-h/Driver-Magician_2.png
122 
 
1.Faça o backup dos seus drivers antes de formatar o PC: 
 
O Driver Magician é um programinha que faz o backup dos seus drivers para 
que você não se preocupe mais com CDs de instalação, nem perca tempo 
procurando os drivers nos sites dos fabricantes Apesar de ser shareware ( 
software pago ), ele executa as principais funções que você precisa para o 
backup; 
 
 
 
2.Estresse seu processador e verifique problemas de aquecimento: 
 
O SpeedFan e o CPU Stability Test juntos formam uma dupla imbatível para 
identificar problemas de aquecimento no seu computador. O CPU Stability 
também exibe as tensões das principais entradas e dispositivos do computador. 
Execute os dois ao mesmo tempo e confira os resultados. Ambos são 
freewares; 
 
3.Desinstale programas na força bruta: 
 
Aquele programa chatinho não quer desinstalar ? Revo Uninstaller nele! O 
Revo Uninstaller possui dois modos de desinstalação, o Standart e o Modo de 
Caça, que remove até a alma dos programas teimosos. Além da ferramenta da 
remoção, o Revo possui um “msconfig” mais completo e um limpador de 
rastros do Office e do IE.O software é free e possui a opção de Português 
brasileiro; 
http://www.drivermagician.com/DriverMagician.exe
http://www.almico.com/speedfan437.exe
http://fileforum.betanews.com/sendfile/961353653/1/1233633024.ab4d70a122d019427baa377f4c003182fea71026/StabilityTest.exe
http://dw.com.com/redir?edId=3&siteId=4&oId=3000-2096_4-10687648&ontId=2096_4&spi=e02260b8aea1dc72ba7870e3d5f35002&lop=link&tag=tdw_dltext&ltype=dl_dlnow&pid=10998807&mfgId=6294459&merId=6294459&pguid=st-Y@woPjGEAAHuENDQAAAAf&destUrl=http%3A%2F%2Fwww.download.com%2F3001-2096_4-10687648.html%3Fspi%3De02260b8aea1dc72ba7870e3d5f35002%26part%3Ddl-RevoUnins
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfA4roZNaI/AAAAAAAAAB8/lO5ecY0fkgQ/s1600-h/Speed+Fan.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfCkSXqOiI/AAAAAAAAACU/roly35ArZGk/s1600-h/rv.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfA4roZNaI/AAAAAAAAAB8/lO5ecY0fkgQ/s1600-h/Speed+Fan.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfCkSXqOiI/AAAAAAAAACU/roly35ArZGk/s1600-h/rv.jpg
123 
 
 
 
4.Verifique a configuração do seu PC: 
 
Se você quer ver as características de hardware e software do seu computador, 
você precisa do HWiNFO32. Com sua versão portable, o HWiNFO32 é leve e 
intuitivo. Além de listar seu hardware e software, esse programa faz 
Benchmark ( teste em determinado dispositivo ) e o monitora as temperaturas 
dos sensores do seu computador. O programa é free e possui sua versão com 
instalador e versão portátil. 
 
 
 
5.Dê suporte remoto ao seu vizinho, a sua namorada, ao seu cliente: 
Você precisa ajudar alguém que está longe? O Team Viewerfoi feito pra você. 
Este software supre todas as suas necessidades durante um suporte remoto, 
ele possui bate-papo, transferência de arquivos, VPN, modo de apresentação e 
além do mais, é em português e free para uso não comercial. O Team Viewer 
funciona mesmo em redes roteadas, você não precisar abrir nem direcionar 
portas no firewall. 
Espero que com essas dicas você possar desenvolver um trabalho melhor, mais 
prático e consequentemente, mais rápido. Se achar algum programa 
interessante e útil nos diga.Fique a vontade para tirar suas dúvidas. 
 
http://fileforum.betanews.com/sendfile/950009060/2/1233721207.5ac61471c6f6289ea4954a5c3fe7a0a503389ad7/hw32_237.zip
http://www.teamviewer.com/download/TeamViewer_Setup_pt.exe
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfC9GbiO2I/AAAAAAAAACk/R9Cfdxn-byg/s1600-h/hwinfo.gif
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfCowdl21I/AAAAAAAAACc/avjkkdqW5RM/s1600-h/tv.jpg
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfC9GbiO2I/AAAAAAAAACk/R9Cfdxn-byg/s1600-h/hwinfo.gif
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYfCowdl21I/AAAAAAAAACc/avjkkdqW5RM/s1600-h/tv.jpg
124 
 
Computador: O que considerar na hora da compra 
 
 
 
Atualmente, com essa onda de compras de computadores em lojas como 
Carrefour, Casas Bahia, Insinuante e afins, fica a pergunta: O que é um 
computador BOM ? O que faz dele ser de boa ou de má qualidade ? Com o 
corte de impostos por parte do governo, as empresas integradoras de PC como, 
Megaware, Lenovo, Kennex, passaram a ter grandes lucros vendendo 
computadores de baixo custo. Mas até onde esse baixo custo vale a pena? Será 
que as empresas não adotam o Linux somente pra participar do programa de 
incentivo fiscal do governo? Ou elas realmente põe nas nossas mãos 
computadores de “vergonha”? Para não cair nas armadilhas do marketing, nós 
preparamos este artigo pra vocêAdiante! 
 
Primeiro devemos ter em mente que um computador é a soma dos 
componentes, isso quer dizer que não basta ter um excelente processador para 
ter uma boa máquina, é necessário que se analise o “conjunto da obra”, 
porque senão esbarraremos num gargalo.Mas o que seria esse tal de gargalo ? 
É simples, gargalo de hardware é quando um componente limita a 
performance do computador como um todo, por exemplo, imagine uma 
máquina top de linha, tudo de primeira qualidade, mas só tem 256Mb de 
memória RAM. Nem é preciso dizer o desempenho que essa máquina terá.Para 
montar uma máquina com qualidade temos que conhecer um pouco dos 
componentes, então vamos lá: 
 Placa-mãe : Esse item é um dos mais subestimados É comum vermos 
pessoas escolhendo produtos apenas pela marca, mas não é bem assim, 
todas as marcas tem seus altos e baixos e sempre devemos nos apegar as 
especificações e testes realizados, por exemplo, tem placas-mãe da ECS 
que são melhores que da ASUS, isso nos mostra a discrepância que pode 
existir entre as marcas e modelos. Devemos nos atentar a pequenos 
detalhes na hora de escolher uma placa-mãe, por exemplo, temos que ver 
http://www.iotecnologia.com.br/computador-o-que-considerar-na-hora-da-compra/
http://www.iotecnologia.com.br/linux-ou-gnulinux/
http://feeds2.feedburner.com/iotecnologia
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYs-2fkUpUI/AAAAAAAAAF4/faodBmBW1H0/s1600-h/sem+t%C3%83%C2%ADtulo.bmp
http://feeds2.feedburner.com/iotecnologia
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125 
 
se ainda há capacitores eletrolíticos na placa-mãe, esse é um sinal de 
baixa qualidade, temos que ver os processadoresque a placa suporta, o 
tipo de memória, o chipset, enfim, como eu disse, há uma série de 
características que devem ser levadas em conta. 
 Processador: Esse é um item bastante curioso, antes de pensar em 
escolher um bom processador, devemos nos atentar a longevidade da 
plataforma como um todo, não adianta comprar um PC hoje, se amanhã 
sairá um melhor e custando o mesmo preço, por isso devemos nos 
atentar principalmente a plataforma INTEL. A INTEL é famosa por 
“esquecer” dos usuários quando cria uma nova plataforma, por exemplo, 
em 2006 foi lançado o Core 2 Duo e todos pensaram “e agora ?”, a INTEL 
simplesmente disse, que para se usar um Core 2 Duo tínhamos que trocar 
a placa-mãe, já que a retro-compatibilidade não existia, isso deixou muita 
gente na mão, porquê tinham Pcs novos, mas não podiam fazer um 
Upgrade de processador, mas na frente a INTEL lançou o Nehalem (2008), 
e novamente esqueceram dos usuários, resumindo, quem tinha um 
Pentium 4, estava fadado a morrer com ele, ou comprar quase um PC 
novo por causa da INTEL, isso tudo somado ao “custo Brasil”, torna difícil 
fazer qualquer Upgrade no PC. 
 Memória : Esse item é talvez o que mais sofre com a falta de pesquisa dos 
usuários, que só querem saber da quantidade e não da qualidade da 
memória, tem uma enorme gama de parâmetros a serem analisados, mas 
muitas vezes deixamos de lado só por preguiça ou por não pesquisar, para 
comprar memórias, devemos atentar para as latências (tempos de espera 
para uma determinada tarefa), frequência e tensão de operação, 
devemos também comprar sempre aos pares, para assim, desfrutarmos 
do Dual-Channel, que nos ajuda a obeter uma maior taxa de transferência 
e assim aumentar o desempenho do PC. Muitos dizem erroneamente, que 
o Dual Channel aumenta a frequência de operação das memórias, mas 
esse é um grande erro, o Dual Channel aumenta a largura da banda ( de 
64 bits pra 128 bits), o que proporciona um teórico aumento de 100% na 
taxa de transferência, outro detalhe é a nova plataforma da INTEL que usa 
Triple Channel, ao invés do Dual Channel, isso faz com que sejam 
necessários 3 pentes para poder usar o recurso. Outro ponto que também 
merece destaque são os fabricantes, sempre que pudermos (e o 
orçamento der) devemos optar por memórias de fabricantes renomados 
como:Patriot, Corsair, G.Skill, Kingston, OCZ. Eles normalmente usam 
chips de boa qualidade. Chamo a atenção também para a excelente 
capacidade de overclock das memórias Patriot. 
http://www.iotecnologia.com.br/nomenclatura-nome-processadores/
126 
 
 HD : Ultimamente temos dado atenção à grande capacidade dos Disco 
Rígidos. Mas assim como os outros componentes,devemos pesquisar 
outras características que fazem a diferença entre um HD e outro. Por 
exemplo, muitos discos Seagate sofreram bastante com um firmware 
“podre” que foi lançado, onde os Hds viravam “tijolos” sem utilidade, 
talvez se eles participasse de fóruns, comunidades ou pelo menos 
consultassem o Google, não teria caido nessa cilada. Outro fato 
importante, e atentar para a escolha de HDs SATA-II, pois assim 
garantimos um disco rígido com uma velocidade teórica de 300Mb/s, ao 
contrário dos antigos HDs IDE com taxa de transferência máxima de 
133Mb/s,Boas marcas de Hds são a Western Digital, Seagate, a Samsung 
também pode entrar na lista, apesar de ter uma fama de “fraca”, quando 
o assunto é armazenamento. 
Em breve, falaremos sobre as fontes e suas peculiaridades. Acompanhe! 
 
Dissecando o Hiren’s CD – Criando imagens e 
clonando partições 
 
Hoje vamos aprender um pouco mais sobre as ferramentas de clonagem que o 
Hiren’s CD tem a nos oferecer. Na verdade não pretendo fazer desse post um 
tutorial para utilização desses programas, mas sim um comparativo entre eles, 
cabendo a você leitor, o apronfundamento no tema. 
Quem nunca desejou não ter o trabalho de formatar o computador, que atire a 
primeira pedra! Pois é… a coisa mais chata para os técnicos e alguns usuários 
entendidos é a tal da formatação. O HD ferrou, a partição foi perdida, o MBR 
foi apagado! Oh meu Deus, quanta miséria. Lá vai você atrás de drivers, 
atualizações, programas, enfim, a maior perda de tempo e um trabalhão 
danado. E quando você perde aquela monografia que já estava na conclusão, 
ou o save daquele jogo que você passou o ano todo pra conseguir zerar… 
Seria ótimo se existisse alguma programa que criase imagens perfeitas do seu 
HD, com seus arquivos, seu papel de parede, suas atualizações, seus drivers e 
programas e tudo mais que você achasse que deveria está lá. 
Pois bem, esses programinhas existem e no post de hoje, vamos fazer um 
comparativo das 3 principais ferramentas de clonagem existentes no Hiren’s 
CD. Teremos no paredão os softwares: 
 
1.Symantec Image Center; 
2.Norton Ghost; 
http://www.iotecnologia.com.br/o-google-e-seus-nmeros/
http://www.iotecnologia.com.br/dissecando-o-hirens-cd-criando-imagens-e-clonando-particoes/
http://www.iotecnologia.com.br/dissecando-o-hirens-cd-criando-imagens-e-clonando-particoes/
127 
 
3.Acronis True Image; 
 
!!!Todos os programas foram testados com modo de compactação normal e 
com todas as suas opções em modo padrão. 
!!!Ao contrário do que alguns pensam, o clone feito é do espaço ocupado, e 
não da partição. 
Foram levados em consideração características como usabilidade, design e 
compactação da imagem criada. 
Vamos aos testes! 
O Symantec Image Center: 
 
 
 
O software da Symantec,que eu não conhecia, à primeira vista me pareceu 
conciso e que ia direto ao ponto, não foi diferente.O Symantec Image Center 
logo na primeira tela mostra pra que veio. Apesar de não possuir um design 
muito elegante, o programinha faz o que promete e com apenas 4 cliques você 
restaura sua partição.Nos nossos testes, com uma partição de 5 GB totais e 2.7 
GB ocupados, o Image Center conseguiu obter uma taxa de compactação de 
31,5%. 
O Norton Ghost: 
 
 
 
Quando se fala em clonagem o primeiro programa que nos vem a cabeça é o 
Ghost! Com versões que rodam no Windows e rodam no DOS ( no caso do 
Hiren’s ), o Ghost possui as mesmas funções do Symantec Image Center, nada 
de diferente.Agora, se o design do Symantec já não era essas coisas, o que 
dizer do Ghost ?! Apesar de ter um design menos privilegiado de efeitos ( mais 
feio ), o Ghost também é objetivo nos seus menus, mas algumas pessoas ainda 
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYohCSJn9BI/AAAAAAAAADw/M9CP448KByk/s1600-h/Symantec-inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYomVtF0g8I/AAAAAAAAAD4/hZ6i5kzg_FM/s1600-h/ghost-inicial.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYohCSJn9BI/AAAAAAAAADw/M9CP448KByk/s1600-h/Symantec-inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYomVtF0g8I/AAAAAAAAAD4/hZ6i5kzg_FM/s1600-h/ghost-inicial.jpg
128 
 
conseguem clonar a partição suja sobre a limpa ¬¬’. Além do suporte aos HDs e 
drivers de CD, este programa ainda oferece suporte a rede,pen drivers e discos 
SCSI .O Norton Ghost alcançou uma compactação de 31,8%. 
 
Acronis True Image: 
 
 
Este programinha desbanca os concorrentes quanto ao design e usabilidade. 
 
 
 
 
Com uma interface e temas idênticos aos do Windows XP, o True Image é bem 
intuitivo e além das funções básica de clonagem, possui 2 ferramentas, o 
“Manage Acronis Secure Zone”, que cria uma zona secura para o Windows, 
afim de isolá-lo de modificações, e o “Acronis Startup Recovery Manager”, que 
a cada vez que o computador é reinicializado, ele é restaurado ao ponto 
definido, ideal para lan houses. Uma coisa que senti falta nesse programa foi o 
não suporte a drivers de CD-ROM, sendo que voce só tem a opção de backup 
em pen driver ( que é bastante lento ) e em outra partição ou disco local. Com 
uma compactação de 37% na taxa normal ( ele possui ainda a o modo mega e o 
modo ultra ) o Acronis True Image sai na frente quanto ao tamanho das 
imagens geradas. 
Conclusão: 
O Symantec, visivelmente, não é o melhor deles, possui a menor taxa de 
compactação e poucos recursos. O Ghost, apesar do design seco, é objetivo e 
ainda é uma boa opção para quem deseja criar imagens de HDs em diversos 
tipos de mídia. O Acronis, foi o que mais me chamou atenção pelos recuros 
extras que dispõe, pela usabilidade e pela taxa de compressão, o que mais 
pesou na sua avaliação foi a ausência de suporte a drivers de CD-
ROM.Concluído os testes, deixo a critério de vocês a escolha do melhor 
programa de clonagem de discos. 
O próximo artigo da série Dissecando o Hiren’s CD vai falar sobre as 
ferramentas de anti-vírus deste fantástico CD. Fique ligado 
 
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYoqySFJlpI/AAAAAAAAAEA/Nm8Qb6nA7hc/s1600-h/acronis-incial.jpg
129 
 
Hoje nós vamos falar sobra a principal ferramenta de particionamento de HDs, 
vamos falar sobre o Partition Magic.Esse programa pode ser útil para pessoas 
que fizeram um particionamento errado do HD, e desejam criar mais uma 
partição para instalar outro sistema operacional sem precisar formatar o 
computador, ou para criar uma partição onde possa guardar seus arquivos. 
Além da função de particionamento, o Partition Magic faz testes no seu HD a 
procura de erros, mescla partições, formata unidades e converte sistemas de 
arquivos. 
Agora mãos à obra! 
Nestes artigos vou trabalhar com o Hiren’s na versão texto, que é a mais 
comum de se encontrar. 
Para chegarmos ao menu do Hiren’s devemos dar boot pelo CD-ROM. Feito 
isso, chegaremos à seguinte tela: 
 
Selecionamos a opção “Start BootCD”, damos um “enter” e chegamos à 
próxima tela, o menu principal do Hiren’s: 
 
Este menu resume todas as funcionalidades desse fantástico CD. Como já foi 
dito, utilizaremos o Partition Magic neste tutorial de particionamento, que é 
uma das funções que o Hiren’s CD disponibiliza. 
Vá na primeira opção do Menu acima, dê um enter. Ao dar um enter, você verá 
uma tela semelhante à do menu e lá terá a opção do Partition Magic, 
selecione-a. 
PS: Antes de utilizar esta ferramenta, faça um backup de seus arquivos. 
Ao abrir o Partition Magic, você irá se deparar com a seguinte tela: 
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeHxZ970eI/AAAAAAAAABM/06KWDm3MqXM/s1600-h/Hirens-tela_inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeISKolY4I/AAAAAAAAABU/ibbcWzwN884/s1600-h/Hirens-menu_principal.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeHxZ970eI/AAAAAAAAABM/06KWDm3MqXM/s1600-h/Hirens-tela_inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeISKolY4I/AAAAAAAAABU/ibbcWzwN884/s1600-h/Hirens-menu_principal.jpg
130 
 
 
Na tela acima, você pode observar algumas informações que o Partiton traz, 
como o tipo de sistema de arquivos ( neste caso é o NTFS ), o tamanho da 
partição em MB (4,988.9 MB), o espaço utilizado (2,083.6 MB) e o espaço livre 
(2,905.3 MB). 
Esse espaço livre ou “Unused MB” é o espaço que pode ser utilizado para a 
criação de uma nova partição. 
Criando uma nova partição a partir de uma já existente: 
Selecione uma das partições que aparecem no Partition Magic, clique com o 
botão direto sobre ela e selecione a primeira opção “Resize / Move”. Abrirá a 
janela abaixo: 
 
 
 
Na lacuna “Free Space Before” é onde você vai configurar o tamanho de sua 
nova partição ( que não deve ultrapassar o espaço livre ). Você pode definir o 
tamanho digitando os números na lacuna, ou então, puxando a barrinha cor de 
rosa conforme o tamanho desejado. Ao fim do processo, você deve formatar a 
nova partição e enfim utilizá-la. 
Lembre-se, ao terminar uma ação, você deve clicar no botão “Apply” para 
aplicar as modificações. 
 
Dica:Antes de redimensionar e/ou criar suas partições, desfragmente o HD. 
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYePObhlQxI/AAAAAAAAABc/E9l-LRv4V_g/s1600-h/Partiton+Magic+-+Tela+Inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeS2D3pZhI/AAAAAAAAABk/rAdFy31y1-M/s1600-h/Partition+Magic-Resize_Move.jpg
http://4.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYePObhlQxI/AAAAAAAAABc/E9l-LRv4V_g/s1600-h/Partiton+Magic+-+Tela+Inicial.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_s9rJAbnTgGw/SYeS2D3pZhI/AAAAAAAAABk/rAdFy31y1-M/s1600-h/Partition+Magic-Resize_Move.jpg
131 
 
Ainda nesta semana aprenderemos como clonar partições a partir do Hiren’s 
CD Boot. Fique de Olho! 
 
Verifique se um produto Kingston é falsificado. Em 1 
minuto. 
 
Você por acaso encontrou uma loja onde vendem-se pen drives Kingston 8GB 
por R$50,00 ( eu encontrei ) e está em dúvida se ele é original ? 
 
A Kingston oferece no seu próprio site um validador para verificar a genuidade 
de seus produtos. No site, você pode verificar tanto a genuinidade das 
memórias flash ( pen drives, por exemplo ) como pode verificar também os 
módulos de memória. Todo o processo em português. Para quem não tem a 
embalagem, pode observar alguns detalhes do pen drive. 
Dê uma passadinha por lá e verifique seu pen drive. Afinal, leva somente 1 
minutinho. 
Em breve, falaremos o porquê de não comprar um pen drive falsificado.Fique 
ligado 
 
Registro de garantia 
A Kingston, com seus produtos de memória, tornou-
se sinônimo de garantia em todo o mundo. Isso é 
evidente, sobretudo, com o enorme crescimento 
sustentado que há ocorrido na Ásia. A Kingston 
utiliza somente componentes de alta qualidade, 
projetos de engenharia rigorosos, cada produto é testado 100% e todos os 
produtos de memória estão respaldados por una garantia ilimitada. 
(Visitehttp://www.Kingston.com/warranty para mais detalhes.) 
 
No entanto, como outras empresas globais que fabricam produtos de 
qualidade, o fato de Kingston ter aumentado o reconhecimento de sua marca 
na Ásia, não a torna imune à falsificação. A Kingston encontrou vários módulos 
de memória falsificados, que são vendidos no mercado como so fossem 
fabricados pela empresa Kingston, representando sua marca. 
 
Para proteger da melhor maneira possível os interesses de nossos clientes e a 
imagem da Kingston, bem como a qualidade de sua marca, criamos este site 
http://www.iotecnologia.com.br/verifique-se-um-produto-kingston-e-falsificado-em-1-minuto/
http://www.iotecnologia.com.br/verifique-se-um-produto-kingston-e-falsificado-em-1-minuto/
http://www.kingston.com/brasil/verify/
http://blogdodito.com.br/como-identificar-pendrive-kingston-falsificado/http://www.kingston.com/warranty
132 
 
para permitir a verificação de forma instantânea, se a memória que você 
adquiriu é genuína da Kingston, ou não. 
 
Clique aqui para registrar / verificar módulos de memória 
 
Clique aqui para registrar / verificar produtos de memória flash 
 
Como Identificar Pendrive Kingston Falsificado 
Publicador por Dito na categoria Dicas 
Muitos de vocês devem conhecer o Pendrive Kingston DataTraveler, já que ele 
é um dos mais vendidos (se não for o mais vendido) aqui no Brasil. 
Para quem não conhece pelo nome, talvez já tenha visto, são esses aqui: 
 
 Devido à grande quantidade de vendas desse modelo (como eu havia dito), 
aumentam muito mais as chances desse pendrive ser falsificado. Por esse 
motivo, eu vou dar algumas dicas para não ser enganado e diferenciar o 
original do falsificado: 
1. A Kingston não fabrica pendrives OEM. Portanto, comprar o produto 
(supostamente novo) sem embalagem é pedir pra ser enganado. 
2. O blister dos pendrives Kingston são fechados a vácuo. Isso significa que você 
pode precisar de uma tesoura ou algo do tipo para abrir a embalagem. Se ao 
tentar abrir sua embalagem, você perceber que conseguiu abrir com muita 
facilidade, desconfie! 
3. No verso da embalagem, você encontra instruções de uso do seu pendrive. 
Essas instruções aparecem em diferentes idiomas, e devem obrigatoriamente 
estar em Português também. Se a embalagem mostra Instruções em um idioma 
só, ou não tem instruções em Português, seu produto provavelmente é falso. 
Embalagem original 
http://www.kingston.com/brasil/verify/verify_moduleversion_selection.asp
http://www.kingston.com/brasil/verify/verifyflash.asp
http://blogdodito.com.br/como-identificar-pendrive-kingston-falsificado/
http://blogdodito.com.br/author/dito/
http://blogdodito.com.br/category/dicas/
133 
 
 
http://nenhuma/
134 
 
 
 
4. Nunca compre qualquer produto Kingston se a embalagem contiver textos 
em Chinês, Japonês, ou qualquer outro idioma asiático. Os idiomas dos textos 
nas embalagens geralmente são Inglês, Francês, Espanhol, Português, e nas 
mais antigas também em Italiano, Holandês e Polonês. 
5. Analise bem o código de barras do produto. Se encontrar as letras FE ao lado 
do número da peça ou em qualquer parte da etiqueta (como DTI/xxxFE), não 
compre, isso só existe em pendrives falsos. 
6. Os pendrives DataTraveler (não retráteis) originais, são vendidos somente 
nas seguintes cores e capacidades: 
Vermelho – Capacidade de 128MB 
135 
 
Verde – Capacidade de 256MB 
Azul – Capacidade de 512MB 
Cinza – Capacidade de 1GB 
Verde-Limão – Capacidade de 2GB 
Roxo – Capacidade de 4GB 
Preto – Capacidade de 8GB 
Há também o modelo Preto Retrátil, também de 8GB, que tem um visual 
diferente. 
Agora tem todas as capacidades no modelo retrátil também, mas cuidado pois 
o nome da linha também mudou, a linha dos retráteis se chama DT100, a linha 
convencional se chama DTI 
8. O mais importante! Saiba de quem você está comprando! Alguns produtos 
falsificados são difíceis de serem identificados, por isso, se você conhece e 
confia na pessoa/loja em que está comprando, obviamente corre bem menos 
risco! 
Está desconfiado que seu pendrive é falso? Vamos fazer o teste então! 
Há duas formas de descobrir se seu pendrive Kingston realmente é original. No 
próprio site oficial da Kingston, há uma ferramenta que verifica se seu produto 
é original. Não só os pendrives, mas qualquer produto Kingston. 
Clique aqui e verifique se seu produto Kingston é original! 
(Para pendrives, escolha a opção ‘Verificar produtos de memória flash’) 
Se você acabou de descobrir que seu pendrive é falsificado, ainda resta uma 
esperança! Será que pelo menos ele tem a mesma capacidade que o vendedor 
(ou a embalagem) diz que tem? Esse teste também funciona para pendrives de 
outros fabricantes: 
Veja neste link como fazer o teste de capacidade do seu Pendrive 
 
 
 
 
 
http://www.kingston.com/Brasil/verify/default.asp
http://www.pendrivenet.com.br/dicas.asp?id_dica=140&chave_tecnica=uni
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