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CISTOS GENGIVAIS DO RECÉM-NASCIDO ROUND CLÍNICO CLÍNICA INTEGRAL INFANTIL III TUTORA Ana Larissa Holanda DISCENTES Aldilane Samara Costa Allany Kristina Dutra Antônio Carlos Morais Ana Karenine Santos Babuska Capistrano Emylle Karolayne P. S. Everson Holanda Narayana Borges Renata A. Bezerra de Lemos Valdenice Tereza da Silva A mãe de R.G.S., do sexo feminino, com dez meses de idade, procurou o Centro de Diagnóstico das Doenças da Boca, da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal Pelotas, relatando que há sete dias apareceu uma "bolinha" de coloração azulada na gengiva da sua filha. Após o exame clínico, verificou-se que a criança apresentava uma tumefação gengival mole de coloração azulada, depressível à palpação, na região de rebordo alveolar direito da maxila. Correspondendo à região do dente 52, medindo aproximadamente 1 centímetro. Durante a anamnese, a mãe relatou que a criança estava "chorosa" desde o aparecimento da lesão. DIAGNÓSTICO DEFINITIVO 1. Hematoma de Erupção DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS 1.Pérolas de Epstein 2. Nódulos de Bohn NÓDULOS DE BOHN PÉROLAS DE EPSTEIN ● Pápulas branco-amareladas; ● Múltiplas ou isoladas; ● Ocorrem ao longo da rafe palatina mediana; ● Surgem a partir do epitélio aprisionado ao longo da linha de fusão dos processos palatinos. ● Pápulas branco-amareladas; ● Múltiplos ou isolados; ● Encontrado, geralmente, no palato duro; ● Derivado de glândulas salivares menores. DÚVIDAS 1. Só diferenciamos a pérola de Epstein do Nódulo de Bohn histologicamente? 2. Como podemos ter certeza do diagnóstico, entre esses dois diagnósticos, clinicamente? 3. Em caso de infecção do hematoma de erupção, realizaremos apenas a drenagem ou prescrevemos ATB? PLANO DE TRATAMENTO Orientar a higiene bucal Orientação de massagem suave na região; Proservação( Necessidade de intervenção) HEMATOMA DE ERUPÇÃO HEMATOMA DE ERUPÇÃO O hematoma de erupção consiste em uma anomalia benigna associada a um dente em erupção. Esta alteração acomete apenas tecidos moles e caracteriza-se por retardar o irrompimento dentário, podendo ocorrer em dentes decíduos, permanentes e supranumerários. ETIOLOGIA Está associada à separação do folículo dentário ao redor da coroa do dente em erupção provocando um bloqueio da microinfiltração regional que ocorre pela mucosa gengival e o dente não irrompido. CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS Clinicamente a lesão aparece como uma tumefação translúcida, circunscrita, normalmente unilocular, regular, flutuante da crista óssea sobre o dente. Quando a cavidade cística que circunda a coroa do dente contém sangue, a tumefação tem a cor violácea ou azul escura daí a denominação “hematoma de erupção”. O exame radiográfico revela uma área radiotransparente associada de algum modo à coroa de um dente em erupção. CONDUTAS TERAPÊUTICAS A terapêutica utilizada e se não romper espontaneamente e indicado a ulectomia como objetivo de permitir um caminho para esse dente vir a ocupar a sua posição no arco dentário, esta manobra consiste na remoção dos tecidos que revestem a face incisal ou oclusal da coroa dentária de um dente não irrompido, podendo ser decíduo ou permanente. Desta forma, a ulectomia está indicada nos casos em que , sem outro motivo aparente ocorre o retardo da erupção dentária. REFERÊNCIAS https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/39281/R%20-%20E%20-%20VANESSA %20DE%20OLIVEIRA%20CASAGRANDE.pdf?sequence=2&isAllowed=y https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/odontologia/variacao-em-tecido-cisto- de-erupcao/30687 https://www.google.com/url?q=https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/39281/R%2520-%2520E%2520-%2520VANESSA%2520DE%2520OLIVEIRA%2520CASAGRANDE.pdf?sequence%3D2%26isAllowed%3Dy&sa=D&ust=1599860308588000&usg=AFQjCNFGxiBXY1EmiJlAHROZ8tCszm3uVQ https://www.google.com/url?q=https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/39281/R%2520-%2520E%2520-%2520VANESSA%2520DE%2520OLIVEIRA%2520CASAGRANDE.pdf?sequence%3D2%26isAllowed%3Dy&sa=D&ust=1599860308588000&usg=AFQjCNFGxiBXY1EmiJlAHROZ8tCszm3uVQ