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MONITORIA PHM II- 2020/2 ANATOMIA DA FACE ESCALPO AS CAMADAS Cinco camadas, cujas três primeiras (escalpo propriamente dito) estão intimamente conectadas e se movem como uma unidade; Método mnemônico; o S: Skin- pele; o C: close subcutaneous tissue- tecido conectivo denso; o A: aponeurose- gálea aponeurótica; o P: pericrânio- periósteo externo do crânio; ÁREA PERIGOSA TECIDO SUBAPONEURÓTICO FROUXO Contém as veias emissárias; Permite movimentos livres das três primeiras camadas; Facilmente rompida em feridas profundas no couro cabeludo; A infecção pode se difundir facilmente; Propagação da infecção através das veias emissárias para as estruturas intracranianas; IRRIGAÇÃO DO ESCALPO A carótida externa: A temporal superficial; A. auricular posterior; A. occipital; A. carótida interna: A. supratrocleares; A. supra-orbital; INERVAÇÃO DO ESCALPO Divisões do nervo trigêmeo (V NC); o N. oftálmico o N. supratroclear; o N supra-orbital; N maxilar o Ramo zigomáticotemporal; N. mandibular o Auriculotemporal; MÚSCULOS DO COURO CABELUDO: OCCIPTOFRONTAL 2 ventres occipitais occipital; 2 ventres frontais frontal; Aponeurose intermerdiária gálea aponeurótica; Inervado pelo nervo facial; Antagonistas do Mm. Orbiculares do olho; Movimentação para frente e para trás; Frontais: elevam supercílios (surpresa); FACE Parte anterior da cabeça, da fronte até o mento e de uma orelha externa à outra; MÚSCULOS DA FACE Situados no tecido subcutâneo; Músculos da mímica facial: todos os mm. Da expressão facial se desenvolvem a partir do 2° arco faríngeo e são supridos por seu nervo, o facial (7 NC); o Levantador do ângulo da boca; o Risório; o Zigomático maior; OBS: eles sempre atuam em conjunto. MONITORIA PHM II- 2020/2 INERVAÇÃO MOTORA DA FACE Pelo nervo facial, e seus ramos: o Temporal; o Zigomático; o Bucal; o Marginal da mandíbula; o Cervical; Função motora o Músculos da mimica facial (exceto o elevador da pálpebra superior); o Corda do tímpano; o Platisma; o Ventre posterior do digástrico; o Estilohióideo; o Horner; Função sensitiva (superficial): o Pavilhão auditivo; o Meato acústico externo; o Tímpano; Função gustativa o 2/3 anteriores da língua; Função vegetativa o Glândula lacrimal; o Submandibular; o Sublingual; VASCULARIZAÇÃO RAMOS DA ARTÉRIA FACIAL Artéria labial superior; A. labial inferior; Ramo nasal lateral; Artéria angular: é a terminação da facial, no ângulo médio ela se anastomosa com: o Ramo dorsal nasal; o Ramo palpebral da A. oftálmica (anastomose ACE e ACI); Borda inferior da mandíbula borda anterior do masseter direção súpero-anterior da face;. o Termina no ângulo medial anastomosando-se com ramos da artéria oftálmica; ARTÉRIA TEMPORAL SUPERIOR Menor ramo terminal da A. carótida externa; Emerge na fase entre a articulação temporomandíbula e a orelha entra na fossa temporal e termina no escalpo; Divide-se em ramos frontal e parietal; VEIAS DA FACE V. temporal superficial + V. maxilar Veia retromandibular; V retromandibular (raiz anterior) + V. facial; V. retromandibular (raiz posterior) + v. auricular posterior veia jugular externa; DRENAGEM LINFÁTICA LI. Parotídeos; LI submandibulares; LI submentuais; LI cervicais profundos; MONITORIA PHM II- 2020/2 VASCULARIZAÇÃO ARTERIAL DA CABEÇA E PESCOÇO Bases anatômicas para procedimentos cirúrgicos e anestesias locais. E a drenagem venosa e linfática pela disseminação de infecções e tumores. MONITORIA PHM II- 2020/2 As principais artérias da cabeça e pescoço são as duas artérias carótidas comuns. Elas ascendem no pescoço e cada uma se divide em dois ramos: artéria carótida externa e artéria carótida interna. A. CARÓTIDA COMUM: fornece o suporte vascular para a área externa da cabeça/crânio, para a face e a para maior parte do pescoço. A. CARÓTIDA INTERNA: vasculariza as porções internas das cavidades craniana e a orbita. ARTÉRIAS VERTEBRAIS: cursam superiormente até ao cérebro dentro dos forames (buracos) transversos das vértebras cervicais, dando ramos meníngeos, musculares e espinhais para as estruturas adjacentes ARTÉRIA CARÓTIDA COMUM As artérias carótidas comuns diferem em comprimento e em seu modo de origem, são separadas na parte inferior do pescoço pelo espaço traqueal (onde se encontra a traqueia). Está contida em uma bainha, que é derivada da fáscia cervical profunda e inclui também a veia jugular interna e nervo vago. A. carótida comum direita: começa na bifurcação do tronco braquiocefálico, por trás da articulação esternoclavicular e está confinada ao pescoço. A. carótida comum esquerda: é um ramo direto da aorta da aorta, consiste em uma porção torácica e outra cervical. porção torácica da artéria carótida comum esquerda ascende do arco da aorta através do mediastino superior ao nível da articulação esternoclavicular esquerda, onde é contínua com a porção cervical. OBS: Na parte superior do pescoço, a glândula tireoide, a laringe e a faringe avançam entre os dois vasos. A nível da cartilagem tireóidea a A. carótida comum é ramificada em A. carótida comum interna e externa ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA A artéria carótida interna fornece a parte anterior do cérebro, o olho e seus apêndices, e envia ramos à testa e ao nariz. Ocasionalmente tem uma ou duas flexões perto da base do crânio, enquanto em sua passagem através do canal carotídeo e ao longo do lado do corpo do osso esfenoidal descreve uma curvatura dupla e se assemelha à letra itálica S. Ela pode ser dividida em quatro porções: cervical, petrosa, cavernosa e cerebral. Não emite ramos cervicais RAMOS DA ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA: seus ramos junto com a. vertebral fazem a irrigação do encéfalo. Na base do cérebro formam uma anastomose notável conhecida como o círculo arterial de Willis ou Polígono de Willis. ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA A artéria carótida externa ascende em ambos os lados do pescoço, ligeiramente inclinada para a frente primeiro e, em seguida, para trás e um pouco lateralmente atrás do colo da mandíbula, onde se divide nas a. maxilar interna a. temporal superficial. Na sua origem, esta artéria é mais superficial e colocada mais perto da linha média do que a carótida interna e está contida no triângulo carotídeo. Ela geralmente dá origem às artérias faríngea ascendente, tireóidea superior, lingual, facial, occipital e auricular posterior, e então entra na glândula parótida onde se divide em seus ramos terminais, artéria temporal superficial e maxilar. Os ramos da artéria carótida externa suprem a face, o couro cabeludo, a língua, os dentes superiores, os dentes inferiores, as gengivas, as tonsilas palatinas, os seios paranasais e a parte nasal da faringe, as orelhas externas e média, a faringe, a laringe e polo superior da glândula tireoide. OBS: Se anastomosam com ramos das artérias carótidas internas sobre o couro cabeludo, testa, face, órbita, parte nasal da faringe e cavidade nasal, e, também com ramos da artéria subclávia na faringe, laringe e glândulas tireoides. MONITORIA PHM II- 2020/2 RAMOS DA ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA: 1. artéria tireóidea superior 2. artéria facial 3. artéria faríngea ascendente 4. artéria occipital 5. artéria lingual 6. artéria auricular posterior 7. artéria temporal superficial 8. artéria maxilar (interna) RAMOS DA ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA Ramos anteriores Origem Irrigação Artéria tireóidea superior Altura da cartilagem tireo- hioidea Irriga a glândula tireoide Artéria lingual Acima do osso hioide Parte posterior da língua, assoalho da boca, glândula sublingual e músculos da línguaArtéria facial Próxima ao ângulo da boca Glândula submandibular, musculo milo-hioideo e ventre anterior do digástrico, lábios, ângulo medial do olho Ramos mediais Origem Irrigação Artéria faríngea ascendente Nível da artéria lingual Irriga a faringe Ramos posteriores Origem Irrigação Artéria occipital Próxima ao ângulo da mandíbula Região occipital, ventre posterior do digástrico, estilo- hioideo e ECM Artéria auricular posterior Meato acústico externo e processo mastoide Orelha externa e parótida Ramos terminais Origem Irrigação Artéria maxilar Dentro da glândula parótida Irriga a região profunda da face e os dentes A. Meníngea média: forame espinhoso, dura-máter e ossos do crânio B. Alveolar inferior: tecidos do mento, milo-hiodeo, dentes inf, processo alveolar da gengiva C. Alveolar superior posterior: pré-molares sup. E processo alveolar da gengiva D. Infraorbital: terço médio da face E. Alveolar superior anterior: dentes incisivos e caninos sup Artéria temporal superficial Entre a ATM e o meato acústico externo Glândula parótida e regiões frontal, temporal e parietal (ramos) MONITORIA PHM II- 2020/2 TRONCO TIREOCERVICAL Se origina da artéria subclávia, e emite os seguintes ramos: 1. Artéria tireóidea inferior 2. Artéria cervical ascendente 3. Artéria cervical transversa 4. Artéria supraescapular OBS: Estes ramos são responsáveis por fornecer sangue fresco para a glândula tireoide, os músculos laterais da região superior do pescoço, o levantador da escápula, os romboides, o trapézio e o esternocleidomastóideo, e as estruturas adjacentes. MONITORIA PHM II- 2020/2 VASCULARIZAÇÃO VENOSA VEIAS DA CABEÇA E PESCOÇO - GERAL Após acompanhar as artérias com nome semelhante e drenar as suas respectivas estruturas, as três primeiras veias da lista se unem às veias jugulares internas e externas. Por sua vez, as últimas duas terminam nas veias subclávias e braquiocefálicas. 1. Veias faciais 2. Veias tireóideas inferior, média e superior 3. Veias vertebrais 4. Veias jugulares internas e externas MONITORIA PHM II- 2020/2 DRENAGEM LINFÁTICA LINFONODOS DA CABEÇA E CERVICAIS Existem vários agregados ou grupamentos de linfonodos na cabeça e no pescoço. Eles são importantes na drenagem linfática e no funcionamento adequado do sistema imunológico. LINFONODOS DA CABEÇA Cada grupo é responsável por drenar as estruturas em sua vizinhança. 1. Grupo fascial 2. Grupo submandibular 3. Grupo parotídeo 4. Grupo submentual 5. Grupo sublingual 6. Grupo mastóideo 7. Grupo occipital LINFONODOS DO PESCOÇO Os linfonodos do pescoço também são agrupados em conjunto. Entretanto não são organizados em grupos, mas formam três cadeias principais: 1. Cadeia horizontal superior 2. Grupo cervical lateral: grupo superficial, grupo profundo 3. Cadeia cervical anterior MONITORIA PHM II- 2020/2 ANATOMIA E FISIOLOGIA DO PESCOÇO ANATOMIA DE SUPERFÍCIE MONITORIA PHM II- 2020/2 MÚSCULOS DO PESCOÇO Grupo anterior: supra-hioides e infra- hioideos; Grupo lateral; Grupo posterior; Grupo pré- vertebral; GRUPO ANTERIOR Platisma; Supra-hióideo Digástrico, estilo-hióideo; Milo-hióideo, gênio-hioideo; Infra-hióideos Esterno-h., esterno-tir., tireo- hioideo; a) Platisma Inserção superior: face interna da mandíbula, pele da parte inferior da face e canto da boca; Inserção inferior: fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral maior e deltoide; Inervação: ramo cervical do nervo facial (sétimo par craniano); Ação: traciona o lábio inferior e o ângulo da boca (expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção à mandíbula. b) Músculos supra-hióideos Digástrico: formado por dois ventres unidos por um tendão, intermediário , fixado na incisura mastoidea do temporal; Inserção superior: face inferior da mandíbula, pele da parte inferior da face e do canto da boca; Inserção inferior: fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral maior e deltoide; Inervação: ramo cervical do nervo facial (sétimo par craniano); Ação: traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca (expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção a mandíbula; MONITORIA PHM II- 2020/2 Estilo-hioideo: insere-se no processo estiloide e no osso hioideo, acompanha o ventre posterior do digástrico; Inserção superior: processo estiloide; Inserção inferior: corpo do osso hioideo; Inervação: nervo facial (sétimo par craniano); Ação: elevação e retração do osso hioideo; Milo-hióideo: fibras fixadas na parte interna da mandíbula, bilateral e obliquamente, forma o diafragma oral. Inserção superior: linha milo-hioidea da mandíbula; Inserção inferior: corpo do osso hioide; Inervação: nervo mandibular (ramo do nervo trigêmeo- quinto par craniano); Ação: elevação do osso hioide e da língua; Gênio hioideo: origina-se no tubérculo mentoniano e osso hioideo, os dois ligam-se na linha média; Inserção superior: espinha mentoniana da mandíbula; Inserção inferior: corpo do osso hioide; Inervação: nervo hipoglosso (C1); Ação: tração anterior do osso hioide e da língua; MONITORIA PHM II- 2020/2 c) Músculos infra-hióideos Esternohióideo Inserção superior: corpo do osso hioideo; Inserção inferior: face posterior do manúbrio do esterno e ¼ medial da clavícula; Inervação: ramos da alça cervical (n. do hipoglosso) com fibras C1 à C3; Ação: baixar o osso hioide; Esternotireóideo Inserção superior: cartilagem tireoide; Inserção inferior: face posterior do manúbrio esterno; Inervação: ramos da alça cervical (N. do hipoglosso) com fibras C1 a C3; Ação: abaixar a cartilagem tireoide; Tireóideo Inserção superior: corno maior do osso hioideo; Inserção inferior: cartilagem tireóide; MONITORIA PHM II- 2020/2 Inervação: nervo do hipoglosso (C1 e C2); Ação: baixar o osso hioide; Omohióideo Inserção superior: corpo do osso hioideo; Inserção inferior: borda superior da escápula; Inervação: ramos da alça cervical (N. do hipoglosso) com fibras C1 à C3; Ação: baixar o osso hioide; GRUPO LATERAL M. esternocleidomastoideo: fixado superiormente ao processo mastoideo e occipital. Inferiormente no terço medial da clavícula e manúbrio. Exerce proteção aos grandes vasos do pescoço. Mm. Escalenos: inseridos nos processos transversos das vértebras cervicais C1 a C7 e nos dois primeiros arcos costais. Compostos de escalenos médios, anteriores e posteriores. Considerados o assoalho dos esvaziamentos cervicais. GRUPO POSTERIOR Trapézio: tem inserção superior na protuberância occipital; É considerado o limite lateral do esvaziamento cervical; Esplênios da cabeça e do pescoço: inseridos na linha occipital superior, no processo mastoide, nos processos mastoide, nos processos transversos da sétima vértebra cervical e na terceira, quarta e quinta vértebras torácicas; Semiespinhais da cabeça e do pescoço: músculos profundos situados na linha média posterior do pescoço; Retroposterior menor e retroposterior maior da cabeça; Obliquo superior e inferior da cabeça; MONITORIA PHM II- 2020/2 MONITORIA PHM II- 2020/2 DRENAGEM LINFÁTICA E NÍVEIS CERVICAIS Divisão adotada em 1930 no memorial; Nível V: triângulo posterior = músculo esternocleidomastóideo, m. trapézio e clavícula; XI, Plexo cevical e braquial; Nível VI: osso hioide, A. carótida comum e borda superior do esterno; Nível VII: carótidas comuns e arco aórtico; Linfonodo aumentado, endurecido, indolor em adultos deve ser considerado como metástico até que se prove o contrário.Localização do linfonodo sugere o sitio do tumor primário. MONITORIA PHM II- 2020/2 FÁSCIAS CERVICAIS Fáscia superficial: plano subplastimal; Fáscia cervical média: envolve mm. Infra-hioide e se continua na bainha carótida; Fáscia pré-traqueal: visceral, recobre tireoide laringe, traqueia e desce até pericárdio; Fáscia pré-vertebral: profunda, espaço retrofaríngeo. TRÍGONOS CERVICAIS (TRIÂNGULOS) DUCTO TORÁCICO Recebe linfa da maior parte do organismo; Faz um arco por trás da ACC (carótida comum)/VJI (jugular interna) anterior ao m.escaleno anterior; Pode terminar: V. jugular interna; Ângulo da junção da VJI com a VSE; V. subclávia esquerda; V. braquiocefálica; Lesão: drenagem quilosa- fístula linfática: quilotórax e ascite quilosa; PLEXO CERVICAL MONITORIA PHM II- 2020/2 N GLOSSOFARÍNGEO: Origem: sulco póstero do bulbo; Forame: jugular (X, XI, VJI); Função sensitiva recebe informações provenientes do terço posterior da língua, úvula, faringe. Superficie interna da MT e conduto auditivo externo; Motora: inerva os músculos estilofaringeo e o constritor superior da faringe; Componente autônomo parassimpático, inervando a glândula parótida; Nervo de Jacobson (otalgia reflexa); Nervo de Hering- seio carotídeo e controle neurológico da frequência cardíaca e da pressão arterial; Clinica N Glossofaríngeo: Nervo de Hering: seio carótideo e controle neurológico da frequência cardíaca da pressão arterial- reversão de crises de TPSV; Nervo de Jacobsen (otalgia reflexa): em tumores de orofaringe, pode-se ter otalgia reflexa por sensibilização do IX par (inervação sensitiva do terço posterior da língua e orofaringe), que, por sua vez, faz conexão com o nervo timpânico de Jacobsen; N auricular de Arnold: já nos tumores de supraglote, o ramo interno do nervo laríngeo recorrente pode ser sensibilizado, ocasionando otalgia reflexa por sensibilização concomitante do nervo auricular de Arnold com o qual faz conexão (ambos são ramos do X par); N. VAGO Origem: bulbo; Forame: jugular (IX e XI) dorsal e lateral a ACC envolto pela bainha carotídea; Função parassimpática; Vago direito: cruza anteriormente a ASD e dorsalmente a VSD; Vago esquerdo: cruza anteriormente ao arco; Ramos: Gânglio inferior: 1-ramo faríngeos (2 ou 3)- anastomose com os ramos faríngeos do IX para formar o plexo faríngeo; 2- N. laríngeo superior (2 ramos) a) Interno: inervação sensitiva da porção supra-glótica. Nessa topografia, pode se anastomosar aos ramos do nervo laríngeo recorrente (NLR) e formar a alça de galeno; b) Externo: função motora, mantendo as pregas vocais tensionadas (mm criocotireóideo); 3- N laríngeo recorrente: Direito ( cruza anteriormente a ASD e recorre), e Esquerdo: cruza o arco e recorre; 4- ramos cardíacos cervicais superior, inferior e torácicos (formam o plexo cardíaco); 5-Ramos pulmonares, esofágicos e abdominais; Inervação parassimpática: Redução da frequência cardíaca e atividade contrátil do coração; Redução da secreção e constrição brônquica; Ativação da secreção e movimento peristáltico do estomago; Lesão do nervo vago: Monitorização intra-operatória; Sintomas variam conforme o local da lesão; Vagotomia: redução da secreção gástrica; Lesão do ramo laríngeo recorrente- unilateral: disfonia. E sendo bilateral: adução = traqueostomia se abdução voz soprosa; N. FRÊNICO Formado por fibras motoras que derivam de C3, C4 e C5, desce por diante do músculo escaleno anterior, passa junto ao pericárdio, para de distribuir no diafragma; MONITORIA PHM II- 2020/2 N. ACESSÓRIO OU ESPINHAL Origem: parte posterior da oliva abaixo das raízes do nervo vago; Forame: jugular (IX e X); Fibras motoras para os músculos trapézio e esternocleidomastóide; Lesão: síndrome do ombro caído e perde força nos movimentos de rotação da cabeça. Sindrome de Collet- Sicard: várias paralisias de nervos cranianos resultante de um schwannoma ou tumor glômico jugular do forame jugular. N HIPOGLOSSO Origem: trígono do hipoglosso no tronco cerebral; Forame: canal do hipoglosso; Raiz superior da ansa (alça) cervical, que inerva a porção anterior do músculo omo-hioideo, esternotireoideo e esterno-hioideo; Um ramo muscular conhecido como nervo para o músculo tiro-hioideo; Mais ramos musculares que inervem o estiloglosso, hioglosso, gênio-hioideo e genioglosso (músculos extrínsecos da língua) Obs: o único músculo da língua que não é inervado pelo nervo hipoglosso é o mm. Palatoglosso. MONITORIA PHM II- 2020/2 TIREÓIDE Uma das maiores glândulas endócrinas do corpo; Produção de hormônio tireoidiano, que controla a velocidade do metabolismo; Produção de calcitonina, que controla o metabolismo do cálcio; Tireóide influencia todas as áreas do corpo, exceto ela própria, baço, testículos e útero; RELAÇÃO ANATÔMICA: Anteriormente: músculo plastima (subcutâneo), esternocleidomastóideo (ECM) e músculos infra-hióideos; Posteriormente: traqueia; Póstero-medialmente: nervos laríngeos recorrentes (lesão bilateral = paralisia das pregas vocais- asfixia) e estômago; Ao nível das vértebras C5 a T1; Formada pelos lobos D e E, situados em posição anterolateral em relação à laringe e à traqueia. Um istmo une os lobos sobre a traqueia, em geral anteriormente ao segundo e terceiro anéis traqueais. VASCULARIZAÇÃO 2 pares de Aa. e 3 pares de Vv; ARTÉRIA Aa. tireóidea superior: supre a face anterossuperior da glândula. Origem: Aa carótidas externas; Aa tireóideas inferiores: supre a face posteriormente da glândula. Origem: As subclávias. VEIAS DA GLÂNDULA TIREOIDE 3 pares de veias tireóideas formam o plexo venoso tireóideo; a) Veias tireóideas superiores: acompanham as artérias tireóideas superiores. Drenam os polos superiores da glândula tireoide; b) Veias tireóideas médias: não acompanham, mas seguem trajeto paralelo às artérias tireóideas inferiores e drenam a região intermédia dos lobos. VTS e VTM drenam para as veias jugulares internas; c) Veias tireóideas inferiores: drenam os polos inferiores. VTI drenam para as veias braquiocefálicas posteriormente ao manúbrio do esterno. MONITORIA PHM II- 2020/2 VARIAÇÕES ANATÔMICAS Lobo piramidal: na parte superior do istmo (40% das pessoas); Artéria ima: presença de pequena artéria na borda inferior do istmo (10% das pessoas); Origem: tronco braquiocefálico- arco da aorta, artérias subclávia, carótida comum direita ou torácica interna. DRENAGEM LINFÁTICA Linfonodos pré laríngeos pré-traqueais paratraqueais; Linfonodos pré laríngeos linfonodos cervicais superiores; Linfonodos pré-traqueais e linfonodos paratraqueais linfonodos cervicais profundos inferiores; Na parte lateral, os vasos linfáticos situados ao longo das veias tireóideas superiores seguem diretamente para linfonodos cervicais profundos inferiores; Alguns vasos linfáticos drenam para os linfonodos braquiocefálicos ou para o ducto torácico; TIREOIDECTOMIA Ligamento de Berry: espessamento da fáscia pré-traqueal que liga os lobos tireoideanos à traqueia e a parte inferior da cartilagem cricóidea; NLR; PARATIREOIDES Produz o paratormônio (PTH) que controla o metabolismo do fósforo e do cálcio no sangue; São pequenas, ovais e achatadas. Situam-se externamente à cápsula tireóidea na metade medial da face posterior de cada lobo da GT, dentro de sua bainha; As glândulas paratireoides superiores situam-se 1 cm acima do ponto de entrada das artérias tireóideas inferiores da GT. Elas tem posição mais constante do que as inferiores e geralmente situam-se na margem inferior da cartilagem cricóidea; MONITORIA PHM II- 2020/2 As glândulas paratireoides inferiores situam-se portodos polos inferiores da glândula tireoide, mas podem ocupar várias posições. Estão localizadas 1 cm abaixo do ponto de entrada arterial.