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SARGENTO FUZILEIRO NAVAL 
Preparatório para o Processo Seletivo aos Cursos de 
Sargentos 2020 
CF-SG FN 2024 
 
 
 
 
 
 
 
MATERIAL INTERNO EXCLUSIVO DOS ALUNOS DO PREPARATÓRIO AO PROCESSO SELETIVO. 
Proibida a reprodução total ou parcial. 
 
ESTAMOS JUNTOS! 
 
*De acordo com a Portaria nº 961/2019, do CpesFN. 
 
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Apresentação 
 
O presente trabalho é mais uma realização do Curso 
ADSUMUS que tem por finalidade levar aos candidatos do ao 
Curso de Habilitação a Sargento Fuzileiro Naval/2020/2024, um 
material compacto e completo, contendo todo o conteúdo 
bibliográfico estabelecido pela Portaria nº 961/2019, do 
CpesFN para o referido processo seletivo. 
Alertamos aos nosso alunos que a prova de 2019 conterá um 
total de 50 questões, abrangendo todo o conteúdo sugerido, 
portanto o candidato não deve se ater em um ou outro item do 
programa. 
Pelo exposto, consideramos de fundamental importância que 
candidato estude com afinco a presente Apostila e participe 
ativamente dos simulados que além de oferecer uma grande 
quantidade de questões, estará, também, preparando o 
candidato psicologicamente para o momento mais importante: a 
prova. 
Bons estudos e boa prova. 
 
Ailson Carlos Almeida 
Curso ADSUMUS 
 
 
LEMBREM-SE: 
 "AQUELES QUE ALIMENTAM MUITOS DESEJOS SÃO, 
GERALMENTE, DOTADOS DE POUCA FORÇA DE VONTADE. 
AQUELES QUE TÊM FORÇA DE VONTADE NÃO SÃO DISPERSIVOS. 
PARA CONCENTRAR OS ESFORÇOS NUM DETERMINADO 
OBJETIVO FAZ-SE NECESSÁRIO RENUNCIAR A MUITAS OUTRAS 
COISAS." 
 
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BIBLIOGRAFIA E PROGRAMA DOS ASSUNTOS DA PROVA DO 
C-Esp-HabSG/2024 
 
1. LEGISLAÇÃO 
 
a) Cerimonial da Marinha (Referência “j”) 
I) Considerações Gerais (Título I: Cap. 1 ao Cap. 3); 
II) Bandeiras (Título II: Cap. 1 ao Cap. 4); 
III) Honras aos Oficiais de Marinha (Título V: Cap. 1); 
IV) Datas Festivas (Título VII: Cap. 1 e Cap. 2); e 
V) Honras fúnebres (Título IX: Cap. 1 ao Cap. 3). 
 
b) Estatuto dos Militares (Referência “s”) 
I) Disposições Preliminares (Título I: Cap. I); 
II) Da Hierarquia Militar e da Disciplina (Título I: Cap. III); 
III) Do Cargo e da Função Militares (Título I: Cap. IV); 
IV) Das Obrigações Militares (Título II: Cap. I); 
V) Dos Deveres Militares (Título II: Cap. II); 
VI) Da Violação das Obrigações e dos DeveresMilitares (Título II: Cap. III); 
VII) Dos Direitos (Título III: Cap. I); e 
VIII) Das Prerrogativas (Título III: Cap. II). 
 
c) Regulamento Disciplinar para a Marinha (Referência “m”) 
I) Generalidades (Título I: Cap. I ao Cap. III); 
II) Das Contravenções Disciplinares (Título II: Cap. I ao Cap. II); 
III) Das Penas Disciplinares (Título III: Cap. I ao Cap. VII); 
IV) Da Parte, Prisão Imediata e Recursos (Título IV: Cap. I ao Cap. II); e 
V) Disposições Gerais (Título V). 
 
d) Ordenança Geral para o Serviço da Armada (Referência “l”) 
I) Conceituação das Forças (Título I: Cap. 1); 
II) Disposições Gerais (Título II: Cap. 1); 
III) Embarque e Distribuição de Praças (Título III: Cap. 3); 
IV) Disposições Gerais (Título IV: Cap. 1); 
V) Deveres das Praças (Título IV: Cap. 4); e 
VI) Serviços de Praças (Título VIII: Cap. 1 ao Cap. 3). 
 
e) Decreto nº 6.806/2009 (Referência “o”) 
I) Continências (Art. 1º, Art 2º e Art. 3º, Incisos I e II); e II) Honras Militares (Art. 3º, Inciso III). 
 
f) Decreto nº 3.897/2001 (Referência “n”) 
I) Diretrizes para o Emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (Art. 1º ao Art. 6º). 
 
g) Lei Complementar nº 97/1999, incluindo as alterações pelas Leis Complementares nº 117/2004 e nº 136/2010 (Referências “p”, “q” e “r”) 
I) Disposições Preliminares (Cap. I, Art. 1º e Art. 2º); 
II) Da Organização (Cap. II, Art. 3º ao Art. 11-A); 
III) Do Preparo (Cap IV, Art. 13 e Art. 14); 
IV) Do Emprego (Cap. V, Art. 15); e 
V) Das Disposições Complementares (Cap. VI, Art. 16 e Art. 17) 
 
 
h) Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (referência “k”) 
I) Das Forças Armadas (Título V: Cap. 2). 
 
 2. MANUAL BÁSICO DO FUZILEIRO NAVAL – (Referência “e”) 
 
a) Histórico dos Fuzileiros Navais (Cap. 1) 
I) Antecedentes (Art. 1.1); 
II) Primeira Fase (Art. 1.2); 
III) Segunda Fase (Art. 1.3); e 
IV) Terceira Fase (Art. 1.4). 
 
b) Tradições Navais (Cap. 2) 
I) Generalidade (Art. 2.1); 
II) A Gente de Bordo (Art. 2.2); 
III) Procedimentos Rotineiros (Art. 2.5); 
IV) Saudação entre Militares (Inciso 2.5.1); 
V) Saudar o Oficial de Serviço (Inciso 2.5.2); 
VI) Saudar o Pavilhão Nacional (Inciso 2.5.3); 
VII) Dar o Pronto da Execução de Ordem Recebida (Inciso 
2.5.4); 
VIII) Uniformes a bordo (Inciso 2.5.5); 
IX) A Linguagem do Mar (Art. 2.9); e 
X) O Navio e as Posições Relativas a Bordo (Inciso 2.9.1); e 
XI) Expressões do Cotidiano (Inciso 2.9.2). 
 
c) Hierarquia, Disciplina e Cortesia (Cap. 3) 
I) Hierarquia e Disciplina (Art. 3.1); 
II) Cortesia Militar (Art. 3.2); e 
III) Procedimento do Fuzileiro Naval em Diversas Situações 
(Art. 3.3). 
 
d) Direito da Guerra (Cap. 6) 
I) Normas Fundamentais (Art. 6.2); II) Responsabilidade pela Observância (Inciso 6.2.1); 
III) Evitar Sofrimentos Inúteis (Inciso 6.2.2); 
IV) Limitar os Danos e Destruições (Inciso 6.2.3); 
V) Atacar Somente Objetivos Militares (Inciso 6.2.4); 
VI) Lutar só Contra Combatentes (Inciso 6.2.5); 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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VII) Respeitar os Combatentes Inimigos que se Renderem 
(Inciso 6.2.6); 
VIII) Proteger os Combatentes Inimigo Feridos, Doentes ou 
Fora de Ação (Inciso 6.2.7); 
IX) Respeitar e Proteger os Civis (Inciso 6.2.8); 
X) Respeitar o Pessoal, os Veículos e as Instalações do 
Serviço de Saúde Militar ou Civil e da Cruz Vermelha 
(Inciso 6.2.9); 
XI) Regras de Comportamento (Inciso 6.3); 
XII) Em Relação aos Combatentes Inimigos (Inciso 6.3.1); 
XIII) Com Relação aos Civis (Inciso 6.3.2); 
XIV) Outras Normas (Inciso 6.3.3); e 
XV) Sinais Convencionais (Art. 6.4). 
f) Organização (Cap. 8) 
I) Organização do Comando da Marinha (Art. 8.3); 
II) Comando de Operações Navais (Art. 8.4); 
III) Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (Art. 8.5); 
IV) Força de Fuzileiros da Esquadra (Art. 8.6); 
V) Divisão Anfíbia (Art. 8.7); 
VI) Tropa de Reforço (Art. 8.8); 
VII) Fuzileiros Navais nos Distritos Navais (Art. 8.9); e 
VIII) OM de Instrução e Adestramento do CFN (Art. 8.11). 
 
g) Condicionamento Físico (Cap. 11) 
I) Generalidade (Art.11.1); e II) Orientações (Art. 11.2). 
 
h) Equipagens Individuais (Cap. 13) 
I) Generalidade (Art.13.1); 
II) Construções das equipagens (Art. 13.3); 
III) Equipagem Individual Básica de Combate (EIBC) (Inciso 13.3.1); 
IV) Equipagem Suplementar de Combate (ESC) (Inciso 13.3.2); 
V) Equipagem Individual para Fuzil (EIF) (Inciso 13.3.3); 
VI) Equipagem Individual para Pistola 9mm (EIP) (Inciso 13.3.4); e 
VII) Cuidados com a Equipagem (Art. 13.6). 
 
i) Higiene e Profilaxia das Doenças Infecto-Contagiosas (Cap. 14) 
I) Higiene em Campanha (Art. 14.3). 
 
j) Primeiros socorros (Cap. 15) 
I) Generalidades (Art. 15.1); 
II) Emergência (Inciso 15.1.1); 
III) Urgência (Inciso 15.1.2); 
IV) Princípios Gerais (Inciso 15.2); 
V) Vias Aéreas com Controle da Vertebral (Porção Cervical) 
(Inciso 15.2.1); 
VI) Respiração e Ventilação (Inciso 15.2.2); 
VII) Circulação com Controle da Hemorragia (Inciso 15.2.3); 
VIII) Incapacidade (Avaliação Neurológica) (Inciso 15.2.4); 
IX) Exposição e Exame (Inciso 15.2.5); 
X) Regras Básicas (Art. 15.3); 
XI) Parar a Hemorragia (Inciso 15.3.1); 
XII) Reanimação Cardiopulmonar – RCP (Inciso 15.3.2); 
XIII) Proteção de Ferimentos (Inciso 15.3.3); 
XIV) Animais e Plantas Venenosas (Art. 15.5); 
XV) Picadas de Cobra (Inciso 15.5.1); 
XVI) Plantas Venenosas (Inciso 15.5.2); 
XVII) Caravelas ou águas vivas (Inciso 15.5.3); 
XVIII) Picadas de Insetos (Inciso 15.5.4); 
XIX) Picadas de Aranhas e Escorpiões (Inciso 15.5.5); 
XX) Acidentes por Agentes Físicos (Art. 15.6); 
XXI) Choque Elétrico (Inciso 15.6.5); 
XXII) Envenenamento por Monóxido de Carbono (Inciso 15.6.6); e 
XXIII) Afogamento (Inciso 15.6.7). 
 
k) Navegação terrestre (Cap. 16) 
I) Generalidades (Art. 16.1); 
II) Cartas (Art. 16.2); 
III) Convenções Cartográficas (Art. 16.4); 
IV) Representação do Relevo (Art. 16.5); 
V) Escala da Carta (Art. 16.6); 
VI) Escala Numérica (Inciso 16.6.1); 
VII) Escala Gráfica (Inciso 16.6.2); 
VIII) Designação de Pontos na Carta (Art. 16.7); 
IX) Determinação das Direções (Art. 16.8); 
X) Direções-base (Inciso 16.8.1); 
XI) Azimutes (Inciso 16.8.2); 
XII) Contra-Azimutes (Inciso 16.8.3); 
XIII) Bússola (Art. 16.9); 
XIV) Medida de um Azimute (Inciso 16.9.4); 
XV) Medida de um Contra-Azimute (Inciso 16.9.5); 
XVI) Marcha Segundo um Azimute (Inciso 16.9.6); 
XVII) Orientação da Carta (Art. 16.10); 
XVIII) Como Trabalhar com a Carta e a Bússola (Art. 16.11); 
XIX) Determinação do Azimute dos Elementos Representadosna 
Carta (Inciso 16.11.1); 
XX) Determinação do Ponto Estação (Inciso 16.11.2); e 
XXI) Giro do Horizonte (Art. 16.13). 
 
l) Armamento do CFN (Cap. 17) 
I) Definições Básicas (Art. 17.1); 
II) Arma ou Lançador (Inciso 17.1.1); 
III) Munição (Inciso 17.1.2); 
IV) Armamento (Inciso 17.1.3); 
V) Raias (Inciso 17.1.4); 
VI) Cheio (Inciso 17.1.5); 
VII) Calibre (Inciso 17.1.6); 
VIII) Velocidade Teórica de Tiro (Inciso 17.1.7); 
IX) Velocidade Prática de Tiro (Inciso 17.1.8); 
X) Alcance Máximo (Inciso 17.1.9); 
XI) Alcance Útil (Inciso 17.1.10); 
XII) Cadência de Tiro (Inciso 17.1.11); 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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XIII) Ciclo de Funcionamento de uma Arma (Inciso 17.1.12); 
XIV) Generalidades Sobre as Armas Leves (Art. 17.2); 
XV) Armas Leves (Inciso 17.2.1); 
XVI) Classificação (Inciso 17.2.2); 
XVII) Fuzil de Assalto 5,56mm M16A2, Mod 705 (Art. 17.3); 
XVIII) Características (Inciso 17.3.1); 
XIX) Fuzil Automático 7,62mm M964 FAL (Art. 17.4); 
XX) Características (Inciso 17.4.1); 
XXI) Fuzil Metralhadora 7,62mm M964 FAP (Art. 17.5); 
 XXII) Características (Inceiso 17.5.1); 
XXIII) Metralhadora 5,56mm, MINIMI (Art. 17.6); 
XXIV) Características (Inciso 17.6.1); 
XXV) Metralhadora 7,62mm, Mod B 60-20, MAG (Art. 
17.7); 
XXVI) Características (Inciso 17.7.1); 
XXVII) Pistola 9mm PT92-BERETTA (Art. 17.8); 
XXVIII) Características (Inciso 17.8.1); 
XXIX) Submetralhadora 9mm TAURUS (Art. 17.9); 
XXX) Características (Inciso 17.9.1); 
XXXI) Metralhadora 12,7mm (.50) HB M2 QCB BROWNING 
(Art.17.10); 
XXXII) Características (Inciso 17.10.1); 
XXXIII) Espingarda 18,6mm (CAL 12) MOSSBERG (Art. 17.11); 
XXXIV)Características (Inciso 17.11.1); 
XXXV) Lança-Granada 40mm M203 (Art. 17.12); 
XXXVI)Características (Inciso 17.12.1); 
XXXVII)AT-4 (Art. 17.13); 
XXXVIII)Características (Inciso 17.13.1); 
XXXIX)Generalidades Sobre as Armas Pesadas (Art.17.16); 
XL) Generalidades (Inciso 17.16.1); 
XLI) Características dos Morteiros, Canhões e Obuseiros 
(Inciso 17.16.2); e 
XLII) Classificação do Armamento Pesado (Inciso 17.16.3). 
 
m) Medidas de Proteção (Cap. 18) 
I) Generalidades (Art. 18.1); 
II) Fortificações de Campanha (Art. 18.2); 
III) Limpeza dos Campos de Tiro (Inciso 18.2.1); 
IV) Espaldões (Inciso 18.2.2); 
V) Abrigos (Inciso 18.2.3); 
VI) Obstáculos (Inciso 18.2.4); 
VII) Camuflagem (Art. 18.3); 
VIII) Processos de Camuflagem (Inciso 18.3.1); e 
IX) Exigências Fundamentais da Camuflagem (Inciso 18.3.2). 
 
n) Introdução às Operações Anfíbias (Cap. 19) 
I) Meios Empregados (Art. 19.4); 
II) Movimento Navio-para-Terra (Inciso 19.4.1); 
III) Vida a Bordo (Art. 19.5); 
IV) Atividades a Bordo (Inciso 19.5.1); 
V) Pelotão do Navio (Inciso 19.5.2); e 
VI) Conduta a Bordo (Inciso 19.5.3). 
 
 
 
3. MANUAL DO COMBATENTE ANFÍBIO – (Referência “f”) 
 
 
a) Características de uma Área de Operações (Cap. 2) 
I) Aspectos Militares do Terreno (Art. 2.2); 
II) Conceituação dos Aspectos Táticos (Inciso 2.2.1); 
III) Formas Básicas do Terreno (Inciso 2.2.2); 
IV) Classificação do Terreno (Inciso 2.2.3); 
V) Compartimentação do Terreno (Inciso 2.2.5); 
VI) Natureza do Solo (Inciso 2.2.6); 
VII) Cursos d’água (Inciso 2.2.7); 
VIII) Vegetação (Inciso 2.2.8); 
IX) Construções e instalações (Inciso 2.2.9); e 
X) Vias de Transporte (Inciso 2.2.10); 
XI) Condições Climáticas, Meteorológicas e Aspectos 
Astronômicos (Art. 2.3); 
XII) Clima (Inciso 2.3.1); 
XIII) Condições Meteorológicas (Inciso 2.3.2); 
XIV) Aspecto Astronômicos (Inciso 2.3.3); 
XV) Influência do Terreno e nas Condições Climáticas e 
Meteorológicas nas Operações Militares (Art. 2.4); 
XVI) Trafegabilidade (Inciso 2.4.1); 
XVII)Visibilidade (Inciso 2.4.2); 
XVIII)Desempenho Operacional do Pessoal e Material (Inciso 
2.4.3); 
XIX) Emprego de Fumígenos (Inciso 2.4.4); e 
XX) Lançamento de Pára-quedistas (Inciso 2.4.5); 
 
b) Operações Anfíbias (Cap. 4) 
I) Generalidades (Art. 4.1); 
II) Modalidades de Operações Anfíbias (Art. 4.2); 
III) Assalto Anfíbio (AssAnf) (Inciso 4.2.1); 
IV) Incursão Anfíbia (IncAnf) (Inciso 4.2.2); 
V) Demonstração Anfíbia (Inciso 4.2.3); 
VI) Retirada Anfíbia (Inciso 4.2.4); 
VII) Propósito das Operações Anfíbias (Art. 4.3); 
VIII) AssAnf (Inciso 4.3.1); 
IX) IncAnf (Inciso 4.3.2); 
X) Demonstração Anfíbia (Inciso 4.3.3); 
XI) Retirada Anfíbia (Inciso 4.3.4); 
XII) Fases das Operações Anfíbias (Art. 4.4); 
XIII) Planejamento (Inciso 4.4.1); 
XIV) Embarque (Inciso 4.4.2); 
XV) Ensaio (Inciso 4.4.3); 
XVI) Travessia (Inciso 4.4.4); 
XVII) Assalto (Inciso 4.4.5); 
XVIII) MNT por Superfície e por Helicópteros (Art. 4.5); 
XIX) Períodos (Inciso 4.5.1); 
XX) Organização (Inciso 4.5.2); 
XXI) Números-Série (Inciso 4.5.3); 
XXII) Categorias de Desembarque (Inciso 4.5.4); 
XXIII) Desembarque dos Elementos de Assalto (Art. 4.6); 
XXIV) Tarefas Iniciais dos Elementos de Assalto (Inciso 4.6.1); 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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XXV) Conquista dos Objetivos Iniciais (Inciso 4.6.2); 
XXVI) Prosseguimento das Ações (Inciso 4.6.3); 
XXVII) Ações em Terra (Art. 4.7); 
XXVIII) Grupo de Combate e Esquadra de Tiro na Fase do 
Assalto (Art. 4.10); 
XXIX) Equipe de Embarcação de Desembarque ( Inciso 4.10.1); 
XXX) Equipe de Embarcação de VtrAnf (Inciso 4.10.7); e 
XXXI) Heliequipe (Inciso 4.10.8). 
 
c) Operações Terrestres (Cap. 5) 
I) Generalidades (Art. 5.1); 
II) Operações Ofensivas (Art. 5.2); 
III) Fases da Ofensiva (Inciso 5.2.1);IV) Tipos de Operações Ofensivas (Inciso 5.2.2); 
V) Formas de Manobra Táticas Ofensivas (Inciso 5.2.3); 
VI) Operações Ofensivas em Condições Especiais (Art. 5.4); 
VII) Ataque a uma Área Edificada (Inciso 5.4.1); 
VIII) Ataque a uma Área Fortificada (Inciso 5.4.2); 
IX) Transposição de Cursos de Água (Inciso 5.4.3); 
X) Operações Defensivas (Art. 5.5); 
XI) Classificação das Operações Defensivas (Inciso 5.5.1); 
XII) Fundamentos da Defensiva (Inciso 5.5.2); 
XIII) Organização de uma Área de Defesa (Inciso 5.5.3); 
XIV) Formas de Manobra Tática Defensiva (Inciso 5.5.4); 
XV) Outras Operações (Art. 5.6); XVI) Operação de Junção (Inciso 5.6.1); 
XVII) Operações de Substituição (Inciso 5.6.2); 
XVIII) Segurança da Área de Retaguarda (SEGAR) (Inciso 5.6.3); e 
XIX) Despistamento (Inciso 5.6.4); 
 
 
d) O Grupo de Combate e a Esquadra de Tiro (Cap. 6) 
I) Finalidade e Organização (Art. 6.2); 
II) Tarefas Individuais (Inciso 6.2.1); 
III) Armamento (Art. 6.3); 
IV) Apoio de Fogo para o GC (Art. 6.4); 
V) Apoio do PelFuzNav (Inciso 6.4.1); 
VI) Apoio da Companhia de Fuzileiros Navais (CiaFuzNav) (Inciso 6.4.2); 
VII) Apoio do Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais 
(BtlInfFuzNav) (Inciso 6.4.3); 
VIII) Outros Apoios (Inciso 6.4.4); 
IX) Técnica de Tiro (Art. 6.5); 
X) Determinação de Distâncias (Inciso 6.5.1); 
XI) Fogos dos Fuzis de Assalto e das Armas Automáticas e 
seus Efeitos (Inciso 6.5.2); 
XII) Lançador de granadas 40mm M 203 (Art. 6.6); 
XIII) Emprego (Inciso 6.6.1); 
XIV) Formações de Combate (Art. 6.9); 
XV) Formações Básicas da ET (Alínea a do inciso 6.9.1); 
XVI) Sinais (Art. 6.10); XVII) Apito (Inciso 6.10.1); 
XVIII) Sinais Especiais (Inciso 6.10.2); e 
XIX) Gestos (Inciso 6.10.3) 
 
 
e) Operações Sob Condições de Visibilidade Reduzida (Cap. 7) 
I) Tipos de Ataque Noturno (Art. 7.4); 
II) Ataques Iluminados (Inciso 7.4.1); 
III) Ataques Nao Iluminados (Inciso 7.4.2); 
IV) Ataques Apoiados (Inciso 7.4.3); 
V) Ataques Nao Apoiados (Inciso 7.4.4); 
VI) Características do Ataque Noturno (Art. 7.5); 
VII) Medidas de Coordenação e Controle (Art. 7.6); 
VIII) Hora do Ataque (Inciso 7.6.1); 
IX) Posição de Ataque (PAtq) (Inciso 7.6.2); 
X) Linha de Partida (LP) (Inciso 7.6.4); 
XI) Pontos de Liberação (PLib) (Inciso 7.6.5); 
XII) Linha Provável de Desenvolvimento (LPD) (Inciso 7.6.6); 
XIII) Objetivo (Obj) (Inciso 7.6.7); 
XIV) Linha Limite de Progressão (LLP) (Inciso 7.6.8); 
XV) Direção de Ataque (Inciso 7.6.9); 
XVI) Preparação para o Ataque Noturno (Art. 7.7); 
XVII) Execução do Ataque Noturno (Art. 7.8); 
XVIII) Progressao até o PLibGC (Inciso 7.8.1); 
XIX) Progressao do PLibGC até a LPD (Inciso 7.8.2); 
XX) Assalto (Inciso 7.8.3); e 
XXI) Consolidaçao e reorganizaçao (Inciso 7.8.4). 
 
f) Patrulhas (Cap. 8) 
I) Generalidades (Art. 8.1); 
II) Definição (Inciso 8.1.1); 
III) Classificação das Patrulhas (Inciso 8.1.2); 
IV) Organização (Art. 8.2); 
V) Funções Individuais em uma Patrulha (Art. 8.3); 
VI) Funções Básicas (Inciso 8.3.1); 
VII) Outras Funções (Inciso 8.3.2); 
VIII) Tarefas e Responsabilidades Comuns a todos os 
Componentes da Patrulha (Inciso 8.3.3); 
IX) Preparativos (Art. 8.4); 
X) Recebimento da Missão (Inciso 8.4.1); 
XI) Normas de Comando (Inciso 8.4.2); 
XII) Execução da Patrulha (Art. 8.5); 
XIII) Formações da Patrulha (Inciso 8.5.1); 
XIV) Técnicas de Movimento (Inciso 8.5.2); 
XV) Medidas de Controle de Movimento (Inciso 8.5.3); 
XVI) Saída das Linhas Amigas (Inciso 8.5.4); 
XVII) Medidas de Controle da Patrulha (Inciso 8.5.5); 
XVIII) Navegação (Inciso 8.5.6); 
XIX) Segurança (Inciso 8.5.7); 
XX) Regiões Perigosas (Inciso 8.5.8); 
XXI) Ações Imediatas em Contato com o Inimigo (Inciso 8.5.9); 
XXII) Patrulhas de Reconhecimento (Art. 8.6); 
XXIII) Generalidades (Inciso 8.6.1); 
XXIV) Patrulhas de Combate (Art. 8.7); 
XXV) Generalidades (Inciso 8.7.1); 
XXVI) Informações e Relatórios (Art. 8.8); 
XXVII) Generalidades (Inciso 8.8.1); 
XXVIII) Seleção dos Meios de Transmissão dos 
Conhecimentos (Inciso 8.8.2); 
XXIX) Documentos Capturados (Inciso 8.8.3); 
XXX) Relatório da Patrulha (Inciso 8.8.4); e 
XXXI) Crítica (Art. 8.9). 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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g) Marchas e Estacionamentos (Cap. 9) 
I) Generalidades (Art. 9.1); 
II) Marchas a pé (Art. 9.2); 
III) Tipos de Marchas a pé (Inciso 9.2.1); 
IV Velocidade de Marcha (Inciso 9.2.3); 
V) Altos nas Marchas a pé (Inciso 9.2.6); 
VI) Duração das Marchas (Inciso 9.2.7); 
VII) Disciplina de Marcha (Inciso 9.2.8); 
VIII) O pé e sua proteção (Inciso 9.2.9); 
IX) Recomendações Gerais (Inciso 9.2.10); 
X) Marcha Autorizada (Art. 9.3); 
XI) Organização da Coluna Motorizada (Inciso 9.3.1); 
XII) Formação na Coluna Motorizada (Inciso 9.3.4); 
XIII) Altos nas Marchas Motorizados (Inciso 9.3.5); 
XIV) Estacionamentos (Art. 9.4); 
XV) Tipos de Estacionamento (Inciso 9.4.1); e 
XVI) Procedimento em um Estacionamento (Inciso 9.4.2). 
 
h) Apoio de Fogo (Cap. 10) 
I) Generalidades (Art. 10.1); 
II) Armas de Apoio (Art. 10.2); 
III) Apoio de Fogo Naval (AFN) (Inciso 10.2.1); 
IV) Apoio Aéreo Ofensivo (Inciso 10.2.2); 
V) Apoio de Artilharia (Inciso 10.2.3); e 
VI) Centro de Coordenação de Apoio de Fogo (CCAF) (Art. 10.4). 
 
i) Defesa Contra Agentes Químicos (Cap. 14) 
I) Generalidades (Art. 14.1); 
II) Agentes Químicos (Art. 14.2); 
III) Classificação dos Agentes Químicos (Art. 14.4); 
IV) Classificação Quanto ao Estado Físico (Inciso 14.4.1); 
V) Classificação Básica (Inciso 14.4.2); 
VI) Classificação Quanto ao Emprego Tático (Inciso 14.4.3); 
VII) Classificação Fisiológica (Inciso 14.4.4); 
VIII) Outros Agentes (Inciso 14.4.5); 
IX) Descontaminação (Art. 14.6); e 
X) Agentes Descontaminação Naturais (Inciso 14.6.1). 
 
j) Comunicações (Cap. 15) 
I) Meios de Comunicações (Art. 15.2); 
II) Meio Ótico (Inciso 15.2.1); 
III) Meio Acústico (Inciso 15.2.2); 
IV) Meio Elétrico (Inciso 15.2.3);e 
V) Meio Postal (Inciso 15.2.4); 
VI) Procedimentos Fonia (Inciso 15.7); 
VII)Alfabeto fonético naval (Inciso 15.7.1); 
VIII) Algarismos (Inciso 15.7.2); e 
IX) Expressões do procedimento fonia (Inciso 15.7.3). 
 
 
k) Apoio Logístico (Cap. 16) 
I) Generalidades (Art. 16.1); 
II) Conceitos (Art. 16.2); 
III) Apoio de Serviço ao Combate (ApSvCmb ) (Inciso 16.2.2); 
IV) Apoio Logístico nas OpAnf (Art. 16.5); 
V) Estrutura de ApSvCmb da ForDbq (Inciso 16.5.1); 
VI) O Apoio Logístico durante as Fases de uma OpAnf (Inciso 16.5.2); 
VII) Apoio de Abastecimento (Art. 16.6); 
VIII) Suprimentos (Inciso 16.6.1); 
IX) Desembarque de Suprimentos (Inciso 16.6.2); 
X) Processos de Distribuição de Suprimentos (Inciso 16.6.3); e 
XI) Apoio de Saúde no Assalto Anfíbio (Art. 16.7).4. MANUAL DO PELOTÃO DE FUZILEIROS NAVAIS – (Referência “h”) 
 
a) Organização do Pelotão de Fuzileiros Navais (Cap. 1) 
I) O Pelotão de Fuzileiros Navais (Item 0101); 
II) O Grupo de Combate (GC) (Item 0102); e 
III) A Esquadra de Tiro (ET) (Item 0103). 
 
b) Formações de Combate e seus Empregos (Cap. 2) 
I) Generalidades (Item 0201); 
II) Formações do Pelotão de Fuzileiros Navais (Item 0202); 
III) Formações do Grupo de Combate (Item 0203); e 
IV) Formações da Esquadra de Tiro (Item 0204). 
 
c) Atividades de Inteligência no PelFuzNav (Cap. 4); 
I) Generalidades (Item 0401); 
II) Busca de Dados (Item 0402); e 
III) Contra-Inteligência (Item 0403). 
 
d) Marcha para o Combate (Cap. 6); 
I) Generalidades (Item 0601); 
II) Vanguarda (Item 0602); 
III) Flancoguarda (Item 0603); 
IV) Retaguarda (Item 0604); 
V) Postos Avançados durante os Altos (Item 0605); 
VI) O Pelotão na Vanguarda Desdobrada (Item 0606); e 
VII) Medidas de Coordenação e Controle (Item 0607). 
 
e) Ataque Coordenado (Cap. 7); 
I) Fases do Ataque (Item 0701); 
II) Fases da Preparação (Item 0702); 
III) Fases da Execução (Item 0703); 
IV) Fases da Continuação (Item 0704); 
V) Reserva (Item 0705); e 
VI) Medidas de Coordenação e Controle (Item 0706); 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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f) Operações Sob Condições de Visibilidade Reduzida (Cap. 8); 
I) O Pelotão de Fuzileiros Navais no Ataque Noturno (Item 0801); e II) Medidas de Coordenação e Controle (Item 0802). 
 
g) O PelFuzNav no Assalto Anfíbio (Cap. 9) 
I) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Fase do Planejamento (Item 0901); 
II) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Fase do Embarque (Item 0902); 
III) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Fase do Ensaio (Item 0903); 
IV) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Fase do Travessia (Item 0904); e 
V) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Fase do Assalto (Item 0905). 
 
h) Defesa de Área (Cap. 10); 
I) O Pelotão de Fuzileiros Navais em 1º Escalão (Item 1001); 
II) O Pelotão de Fuzileiros Navais na Reserva (Item 1002); 
III) Medidas de Coordenação e Controle (Item 1003); 
IV) Postos Avançados de Combate (Item 1005); e 
V) Conduta na Defesa (Item 1006). 
 
5. MANUAL DE FUNDAMENTOS DE FUZILEIROS NAVAIS – (Referência “a”) 
 
a) Guerra, Conflito, Poder e Funções de Combate (Cap. 1) 
I) Estilos de Condução dos Conflitos (Art. 1.3); 
II) Considerações Iniciais (Inciso 1.3.1); 
III) A Guerra de Atrito ( Inciso 1.3.2); 
IV) A Guerra de Manobra ( Inciso 1.3.3); e 
V) Poder de Combate (Art. 1.4). 
 
b) Os Fuzileiros Navais (Cap. 2) 
I) Corpo de Fuzileiros Navais (Art. 2.1); 
II) Caráter Naval e Anfíbio (Art. 2.2); 
III) Eixos Estruturantes (Art. 2.3); 
IV) Conjugado Anfíbio (Art. 2.4); 
V) Caráter Expedicionário (Art. 2.5); 
VI) Atividades de Fuzileiros Navais (Art. 2.14); 
VII) Atividades de Combate (Cmb) ( Inciso 2.14.1); 
VIII) Atividades de Apoio ao Combate (ApCmb) ( Inciso 2.14.2); e 
IX) Atividades de ApSvCmb ( Inciso 2.14.3); 
 
c) Guerra de Manobra (Cap. 3) 
I) Generalidades (Art. 3.1); 
II) O Ciclo OODA (Art. 3.2); 
III) Centro de Gravidade (Art. 3.3); 
IV) Vulnerabilidade Crítica (Art. 3.4); 
V) Superfícies e Brechas (Art. 3.5); 
VI) Foco de Esforço, Ponto Focal de Esforço e Esforço Principal (Art. 3.6); 
VII) Atribuição de Tarefa pelo Efeito Desejado (Art. 3.7); 
VIII) Ação Ditada pelo Reconhecimento (Art. 3.8); 
IX) Armas Combinadas (Art. 3.9); 
X) Intenção do Comandante (Art. 3.10); e 
XI) A Execução da Guerra de Manobra (Art. 3.11). 
 
d) Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais (Cap.4). 
I) Generalidades (Art. 4.1); 
II) Estrutura Básica dos GptOpFuzNav (Art. 4.2); 
III) Componente de Comando (CCmdo) ( Inciso 4.2.1); 
IV) Componente de Combate Terrestre (CCT) ( Inciso 4.2.2); 
V) Componente de Combate Aéreo (CCA) ( Inciso 4.2.3); 
VI) Componente de Apoio de Serviços ao Combate (CASC) ( Inciso 4.2.4); 
VII) Acúmulo de Funções de Comando de Componente ( Inciso 4.2.5); 
VIII) Outros Elementos ( Inciso 4.2.6); 
IX) Apoios Externos ao GptOpFuzNav ( Inciso 4.2.7); 
X) Preponderância de Esforços entre os Componentes ( Inciso 4.2.8); 
XI) Tipos de GptOpFuzNav (Art. 4.3); 
XII) Brigada Anfíbia (BAnf) ( Inciso 4.3.1); 
XIII) Unidade Anfíbia (UAnf) ( Inciso 4.3.2); 
XIV) Elemento Anfíbio (ElmAnf) ( Inciso 4.3.3); e 
XV) Os GptOpFuzNav e a Guerra de Manobra (Art. 4.8). 
 
 
6. MANUAL DE OPERAÇÕES MILITARES EM AMBIENTE URBANO DOS 
GRUPAMENTOS OPERATIVOS DE FUZILEIROS NAVAIS – (Referência “d”) 
 
a) Generalidades (Cap. 1) 
I) Introdução (Art. 1.1). 
 
b) Ações em Áreas Urbanas (Cap. 5) 
I) Ações ofensivas em Áreas Urbanas (Art. 5.5); 
II) Fases ( Inciso 5.5.1); 
III) Ações defensivas em Áreas Urbanas (Art. 5.6); 
IV) Características do Combate em Área Urbana ( Inciso 
5.6.1); e 
V) Técnicas e Procedimentos Especiais (Art. 5.7) 
 
c) Outras Considerações (Cap. 8) 
I) Ensinamentos Adquiridos (Art. 8.1); e 
II) Regras de Comportamento e Engajamento (Art. 8.2); e 
III) Orientações para o Emprego das REC ( Inciso 8.2.1). 
 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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7. MANUAL DE OPERAÇÕES DE PAZ DOS GRUPAMENTOS OPERATIVOS DE 
FUZILEIROS NAVAIS – (Referência “b”) 
 
 
a) As Operações de Paz, sua Estrutura e Tipificação (Cap. 2) 
I) Conceito (Art. 2.1); 
II) Denominação e Estrutura de uma Operação de Paz (Art. 2.2); 
III) Denominação ( Inciso 2.2.1); 
IV) Composição ( Inciso 2.2.2); 
V) Instrumentos Utilizados pela ONU (Art. 2.3); 
VI) Instrumentos Principais ( Inciso 2.3.1); 
VII) Outros Instrumentos (Inciso 2.3.2); 
VIII) Manutenção da Paz (Art. 2.4); 
IX) Imposição da Paz (Art. 2.5); 
X) Diferenças Básicas entre Imposição e Manutenção da Paz (Art. 2.6); 
XI) Consentimento ( Inciso 2.6.1); 
XII) Emprego da Força (Inciso 2.6.2); e 
XIII) Imparcialidade ( Inciso 2.6.3). 
 
b) O Batalhão de Proteção e outros GptOpFuzNav nas Operações de Paz (Cap. 8) 
I) Generalidades (Art. 8.1); 
II) O Batalhão de Proteção (Art. 8.2); e 
III) Outros GptOpFuzNav em Operações de Paz (Art. 8.4). 
 
 
8. MANUAL DE OPERAÇÕES DE EVACUAÇÃO DE NÃO-COMBATENTES DOS 
GRUPAMENTOS OPERATIVOS DE FUZILEIROS NAVAIS – (Referência “c”) 
 
a) Considerações Iniciais (Cap.1) 
I) Generalidades (Art. 1.1); 
II) Enquadramento e Especificidades das Operações de 
Evacuação de Não-Combatentes (Art. 1.2); 
III) Diferença entre ENC e Incursão Anfíbia (Art. 1.3); 
IV) Tipos de Ambiente Operacional (Art. 1.4); 
V) Permissivo (Inciso 1.4.1); e 
VI) Hostil (Inciso 1.4.2). 
 
 
9. MANUAL DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS – (Referência “g”) 
 
a) Distúrbios (Cap.1) 
I) Generalidades (Art. 1.1); 
II) Conceitos Básicos (Art. 1.2); 
III) Agente de Pertubação da Ordem Pública (Inciso 1.2.1); 
IV) Ato Ameaçador (Inciso 1.2.2); 
V) Legítima Defesa (Inciso 1.2.3); 
VI) Autodefesa (Inciso 1.2.4); 
VII) Reação Mínima (Inciso 1.2.5); 
VIII) Proporcionalidade (Inciso 1.2.6); 
IX) Força Mínima (Inciso 1.2.7); 
X) Manifestação (Inciso 1.2.8); 
XI) Aglomeração (Inciso 1.2.9); 
XII) Multidão (Inciso 1.2.10); 
XIII) Tumulto (Inciso 1.2.11); 
XIV) Pertubação da Ordem Pública (Inciso 1.2.12); e 
XV) Turba (Inciso 1.2.13); 
 
b) A Companhia de Controle de Distúrbios (Cap.4) 
I) Generalidades (Art. 4.1); 
II) Organização Básica da Companhia de Controle de 
Distúrbios (Art. 4.2); 
III) Composição da Companhia de Controle de Distúrbios (Art. 4.3); e 
IV) PelCD (Inciso 4.3.2). 
 
c) Formações e Comandos (Cap.5) 
I) Formações do Pelotão de Controle de Distúrbios (Art. 5.3); 
II) Em Linha (Inciso 5.3.1); 
III) Em Cunha (Inciso 5.3.2); 
IV) Escalonado à esquerda/direita (Inciso 5.3.3); 
V) Apoio Lateral (Inciso 5.3.4); 
VI) Circular (Inciso 5.3.5); 
VII) Comandos (Art. 5.4); e 
VIII) Comando para as Formações (Inciso 5.4.1). 
 
d) Ações de Controle de Distúrbios (Cap.6) 
I) Emprego da Tropa de Controle de Distúrbios (Art. 6.2); 
II) Segurança da tropa (Art. 6.4); 
III) Segurança Durante o Movimento Motorizado (Inciso 6.4.1); 
IV) Segurança nas Marchas a pé (Inciso 6.4.2); 
V) Segurança no Movimento através das Ruas (Inciso 6.4.3); 
VI) Segurança dos Flancos e da Retaguarda (Inciso 6.4.4); e 
VII) Segurança no Emprego das Viaturas (Inciso 6.4.5). 
 
 
 
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10. DOUTRINA DE LIDERANÇA DA MARINHA – (Referência “i”) 
 
a) Elementos conceituais de Liderança (Cap. 1) 
I) Chefia e Liderança (Art. 1.2); 
II) Aspectos fundamentais da Liderança (Art. 1.3); 
III) Aspectos filosóficos ( Inciso 1.3.1); 
IV) Aspectos psicológicos (Inciso 1.3.2); 
V) Aspectos sociológicos (Inciso 1.3.3); 
VI) Estilos de liderança (Art. 1.4); 
VII) Liderança autocrática ( Inciso 1.4.1); 
VIII) Liderança participativa ou democrática ( Inciso 1.4.2); 
IX) Liderança delegativa (Inciso 1.4.3); 
X) Liderança transformacional ( Inciso 1.4.4); 
XI) Liderança transacional (Inciso 1.4.5); 
XII) Liderança orientada para tarefa ( Inciso 1.4.6); 
XIII) Liderança orientada para relacionamento ( Inciso 1.4.7); 
XIV) Seleção de estilos de liderança ( Art. 1.5); 
XV) Fatores de liderança ( Art. 1.6); 
XVI) O líder ( Inciso 1.6.1); 
XVII) Os liderados ( Inciso 1.6.2); 
XVIII) A situação (Inciso 1.6.3); 
XIX) A comunicação (Inciso 1.6.4); 
XX) Atributos de um líder ( Art. 1.7); 
XXI) Níveis de liderança ( Art. 1.8); 
XXII) Liderança direta ( Inciso 1.8.1); 
XXIII) Liderança Organizacional ( Inciso 1.8.2); 
XXIV) Liderança estratégica ( ( Inciso 1.8.3); 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
a) BRASIL Marinha do Brasil. Comando-Geral do Corpo de 
Fuzileiros Navais. CGCFN-0-1. Manual de Fundamentos 
de Fuzileiros Navais. 1.rev. Rio de Janeiro, 2013. 
 
b) _______. CGCFN-1-8. Manual de Operações de Paz dos 
Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais. 1.rev. Rio de 
Janeiro, 2009. 
 
c) _______. CGCFN-1-11. Manual de Operações de 
Evacuação de Não-Combatentes dos Grupamentos de 
Fuzileiros Navais. 1.ed. Rio de Janeiro, 2008. 
 
d) _______. CGCFN-31.1. Manual de Operações Militares 
em Ambiente Urbano dos Grupamentos Operativos de 
Fuzileiros Navais. 1.ed. Rio de Janeiro, 2008. 
 
e) _______. CGCFN-1003. Manual Básico do Fuzileiro Naval. 
1.ed. Rio de Janeiro, 2008. 
 
f) _______. CGCFN-1004. Manual do Combatente Anfíbio. 
1.ed. Rio de Janeiro, 2008. 
 
g) _______. CGCFN-31.3. Manual de Controle de Distúrbios. 
1.Rev. Rio de Janeiro, 2014. 
 
h) _______. CGCFN-3101.1. Manual do Pelotão de 
Fuzileiros Navais. 1.ed. Rio de Janeiro, 2008. 
 
i)_______.EMA-137. Doutrina de Liderança da Marinha. 
1.rev. Brasília 2013. 
 
j) _______. Portaria n° 368/MB, de 30 de novembro de 
2016, do GCM. Aprova o Cerimonial da Marinha. Ed. 
Revisada. Rio de Janeiro, 2009. 
 
k) _______. Presidência da República. Constituição da 
República Federativa do Brasil de 1988. Título V. Brasília, 
1988. Última alteração: 2017. 
 
l) _______. Secretria-Geral da Marinha. Diretoria do 
Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha. 
Ordenança Geral para o Serviço da Armada. Edição 
Revisada. Rio de Janeiro, 2009. 
 
m) _______. Regulamento Disciplina para a Marinha. 
Edição Revisada. Rio de Janeiro, 2009. 
 
 
n)_______. Decreto nº 3.897, de 24 de agosto de 2001. Fixa 
as diretrizes para o emprego das Forças Armadas na 
Garantia da Lei e da Ordem e dá outras Providências. 
Brasília, 2001 
 
o) _______. Decreto nº 6.806, de 25 de março de 2009. 
Delega competência ao Ministo de Estado de Defesa para 
aprovar o Regulamento de Continências, Honras e Sinais de 
Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas. Brasília, 
2009. 
 
p) _______. Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 
1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o 
preparo e o emprego das Forças Armadas. Brasília, 1999 
 
q) _______. Lei Complementar nº 117 de 2 de setembro de 
2004. Altera a Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 
1999, que dispõe sobre as normas gerais para a 
organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas, 
para estabelecer novas atribuições subsidiárias. Brasília, 
2010 
 
r) _______. Lei Complementar nº 136 de 25 de agosto de 
2010. Altera a Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 
1999, que dispõe sobre as normas gerais para a 
organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas, 
para Criar o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e 
disciplinar as atribuições do Ministro de Estado da Defesa. 
Brasília, 2010. 
 
s) _______. Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980. Dispõe 
sobre o Estatuto dos Militares. Última alteração:2012. 
 
 
 
Rio de Janeiro, RJ, em 03 de dezembro de 2019. 
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CERIMONIAL DA MARINHA 
 
TÍTULO I - CONSIDERAÇÕES GERAIS 
CAPÍTULO 1 - PROPÓSITO E CONCEITUAÇÃO BÁSICA 
 
Art. 1-1-1 Propósito - Estabelecer os procedimentos relativos ao cerimonial naval, a serem observados pela Marinha do 
Brasil (MB). 
Art. 1-1-2 Responsabilidade pelo cumprimento - É dever de todo o militar da Marinha que estiver investido de 
autoridade fazer cumprir este Cerimonial e exercer fiscalização quanto ao modo pelo qual seus subordinados o cumprem. 
Art. 1-1-3 Não observância do Cerimonial - As prescrições deste Cerimonial somente podem ser modificadas nas 
seguintes circunstâncias: 
I - quando o Ministro da Defesa, o Comandante da Marinha (CM) ou o Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), 
assim o determinar; 
II - quando aquele a quem forem devidas honras dispensá-las em atendimento às conveniências do serviço; e 
III - quando, no estrangeiro, o Comandante de Força ou de navio determinar sua alteração, de acordo com os 
costumes locais, e desde que não haja grave prejuízo ao serviço. 
Art. 1-1-4 Cadeia de comando - Cadeia de comando é a sucessão de comandos vinculados a um comando superior, por 
subordinação militar, em ordem imediata e direta. 
Art. 1-1-5 Almirante - Neste Cerimonial, a denominação Almirante refere-se ao círculo de oficiais-generais em tempo de 
paz, compreendendo os postos de Almirante-de-Esquadra, Vice-Almirante e Contra-Almirante, a menos que 
especificamente aplicado ao posto de Almirante. 
Art. 1-1-6 Comandante - Neste Cerimonial, a denominação Comandante significa o oficial de Marinha investido no cargo 
de comando. 
Art. 1-1-7 Não são prestadas honras - Não são prestadas honras pela Organização Militar (OM) ou por militar, nas 
seguintes circunstâncias: 
I - em faina geral, de emergência ou de evolução decorrente de manobra ou exercício; 
II - durante qualquer atividade cuja paralisação, mesmo que momentânea, possa afetar a segurança de pessoal ou 
material; e 
III - durante o Cerimonial à Bandeira. 
Art. 1-1-8 Não são prestados toques, continências e salvas - Não são prestados toques, continência de guarda e salvas: 
I - a qualquer autoridade, na presença de outra a quem caibam honras superiores, exceto durante transmissão de 
Comando; 
II - no período compreendido entre o arriar e o hastear da Bandeira Nacional; e 
III - durante funeral ou em dias de luto oficial, por motivos que não os previstos como honras fúnebres, a menos que 
especificamente autorizado pelos Comandantes de Distrito Naval. 
RESUMO DAS PROIBIÇÕES 
 
Art.1-1-7 NÃO SÃO PRESTADAS HONRAS PELA OM 
OU POR MILITAR; 
Art.1-1-8 NÃO SÃO PRESTADOS TOQUES 
CONTINÊNCIA DE GUARDA E SALVAS; 
I - Em faina geral, de emergência ou de evolução 
decorrente de manobra ou exercício; 
I – a qualquer autoridade, na presença de outra a 
quem caibam honras superiores, exceto durante 
transmissão de Comando; 
II - durante qualquer atividade cuja paralisação, 
mesmo que momentânea, possa afetar a segurança de 
pessoal ou material; e 
II – durante funeral ou em dias de luto oficial, por 
motivos que não os previstos como honras fúnebres, a 
menos que especificamente autorizado pelos ComDN; 
e 
III – durante o Cerimonial à Bandeira. III – no período compreendido entre o 
arriar e o hastear da Bandeira Nacional. 
 
 
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Art. 1-1-9 Toques de corneta - Os toques de corneta são os previstos no “Manual de Toques, Marchas e Hinos das 
Forças Armadas”. 
Art. 1-1-10 Ausência de corneteiro ou bandas - Nas OM em que não existir ou não estiver disponível corneteiro ou 
banda, são cancelados os toques, exórdiose hinos previstos ao longo deste Cerimonial, para serem por eles 
executados, mantidos os toques de apito. 
Art. 1-1-11 Justificativa por honras não prestadas - Quando, por qualquer circunstância, deixarem de ser prestadas 
a qualquer autoridade honras a que tenha direito, deve ser-lhe apresentada, antecipadamente ou sem demora 
após o evento, a devida justificativa. 
Art. 1-1-12 Amarra - Neste Cerimonial, denomina-se amarra à unidade de distância cujo valor é de duzentas jardas. 
Art. 1-1-13 Horário - O horário citado neste Cerimonial refere-se à hora local. 
Art. 1-1-14 Correspondência oficial - A correspondência oficial da MB emprega a terminologia usada neste 
Cerimonial. 
Art. 1-1-15 Aplicação às unidades aéreas de fuzileiros navais e Forças - As disposições deste Cerimonial referentes 
às OM de terra aplicam-se às unidades aéreas e de fuzileiros navais, aos respectivos Comandos de Força e às 
instalações terrestres da Esquadra e Forças Navais, exceto quando determinado em contrário. 
Art. 1-1-16 Navios-museu - As disposições deste Cerimonial aplicam-se aos navios-museu, no que for praticável e 
quando as circunstâncias o indicarem, como se estes fossem navios incorporados à Armada. 
Art. 1-1-17 Comandante da Marinha - As honras e o pavilhão previstos para o CM são estabelecidos em decorrência 
de exercer o comando, a direção e a gestão da Marinha. 
Art. 1-1-18 Honras de posto acima - É privativo do Presidente da República conceder, em casos excepcionais, como 
reconhecimento a relevantes serviços prestados à Marinha e ao País, honras de posto acima, a militares da reserva 
ou reformados. 
Art. 1-1-19 Guarda de Honra - Guarda de Honra é a tropa armada postada para prestar homenagem às autoridades 
militares e civis que a ela tenham direito. Para as Guardas de Honra serão cumpridas as disposições do Regulamento 
de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial das Forças Armadas. 
 
CAPÍTULO 2 - NORMAS DE CORTESIA E RESPEITO 
 
Art. 1-2-1 Comandante em partida ou regresso de comissão - O Comandante de OM, ao partir ou regressar de 
comissão, apresenta-se à autoridade a quem estiver diretamente subordinado e à autoridade de quem tiver 
recebido instruções especiais, exceto se dispensado de fazê-lo. 
Art. 1-2-2 Apresentação após a posse - Na primeira oportunidade após a posse, o Titular de OM apresentar-se-á à 
autoridade a quem estiver diretamente subordinado, caso não tenha sido essa a lhe investir no cargo. 
Art. 1-2-3 Auxílio à manobra do navio - O navio atracado próximo do local onde for atracar ou desatracar outro 
navio fornece pessoal para auxiliá-lo nessa manobra. 
Art. 1-2-4 Embarcação à disposição de Almirante - A embarcação da MB colocada à disposição de Almirante lhe é 
apresentada por oficial designado para tal. 
Art. 1-2-5 Permissão para largar - O militar mais antigo a bordo de embarcação miúda ou viatura, qualquer que 
seja seu nível hierárquico, pede licença para largar a quem lhe tiver prestado as honras de despedida, por meio da 
expressão “Com licença”, recebendo em troca a resposta “Está quem manda”. 
Art. 1-2-6 Embarque e desembarque de embarcação - Em embarcação miúda ou viatura, o mais antigo embarca 
por último e desembarca em primeiro lugar, observados, na embarcação, os seguintes procedimentos: 
I - no caso de Almirante ou do Titular da OM a que pertença à embarcação, o patrão e a respectiva guarnição 
levantam-se e fazem a continência individual, seguindo idêntico procedimento as demais pessoas nela presentes; 
II - no caso dos demais oficiais, apenas o patrão faz a continência; e 
III - em circunstâncias especiais, no desembarque, o mais antigo pode determinar que mais modernos 
desembarquem na sua frente utilizando-se da expressão “Salta quem pode”. 
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Art. 1-2-7 Dispensa de continência individual - A continência individual é a forma de saudação que o militar isolado, 
quando uniformizado, com ou sem cobertura, deve aos símbolos, à tropa formada e às autoridades, não podendo 
por estas ser dispensada, salvo quando um ou outro encontrar-se: 
I - em faina ou serviço que não possa ser interrompido; 
II - em postos de combate; 
III - praticando esportes; 
IV - sentado, à mesa de rancho; e 
V - remando ou dirigindo viatura. 
Art. 1-2-8 Quando a continência individual não é executada - A continência individual não é executada pelo militar 
que estiver: 
I - de sentinela, armado de fuzil ou outra arma que lhe impossibilite o movimento da mão direita; 
II - fazendo parte de tropa armada; 
III - em postos de continência ou de Parada; 
IV - impossibilitado de movimentar a mão direita; e 
V - integrando formatura comandada, exceto se: 
a) em honra à Bandeira Nacional; 
b) em honra ao Hino Nacional, quando este não for cantado; e 
c) quando determinado por quem o comandar. 
 
 
QUADRO RESUMO DE CONTINÊNCIA 
 
A continência PODE SER DISPENSADA quando um ou 
outros militares estiverem: 
A continência NÃO PODE SER EXECUTADA pelo militar 
que estiver: 
I – Em faina ou serviço que não possa ser interrompido; I – De sentinela, armado de fuzil ou outra arma que lhe 
impossibilite o movimento da mão direita; 
II – Em postos de combate; II – Fazendo parte da tropa armada; 
III – Praticando esportes; III – Em postos de continência ou de parada; 
IV – Sentado à mesa de rancho; e IV – Impossibilitado de movimentar a mão direita; e 
V – Remando ou dirigindo viatura; V – Integrando formatura comandada. 
Exceto se: 
a) Em honra à Bandeira Nacional; 
b) Em honra ao Hino Nacional, quando este não for 
cantado; e 
c) Quando determinado por quem o comandar. 
 
Art. 1-2-9 Continência por oficiais - Os oficiais, mesmo armados ou em formatura, fazem a continência individual 
durante as honras de portaló ou em outras circunstâncias em que a continência com a espada não for regulamentar. 
Art. 1-2-10 Posição “firme” - Nos navios, em face das condições do mar, a posição de sentido pode ser substituída 
por uma posição “firme”, que indique respeito. 
Art. 1-2-11 Caminhando em corredores e escadas - Em corredores estreitos ou escadas, em que não seja possível 
militares caminharem lado a lado, a dianteira do grupo é tomada pelo mais antigo, salvo no caso de visitas, quando 
o anfitrião segue à frente. 
 
 
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CAPÍTULO 3 - HONRAS DE PORTALÓ 
 
Art. 1-3-1 Honras de portaló - São denominadas honras de portaló a continência da guarda, “boys” e toques de 
corneta e apito, devidas na recepção ou despedida à autoridade. 
Art. 1-3-2 Local das honras - As honras de portaló são prestadas junto à escada do portaló ou prancha do navio ou 
no local para tal designado nas OM de terra. 
 
 
 
Art. 1-3-3 Portaló de honra - Nos navios, é considerado portaló de honra o portaló de boreste que for destinado 
ao uso dos oficiais. 
Art. 1-3-4 Prancha - Considera-se extremidade superior da prancha a que fica apoiada no navio. 
 
 
 
Art. 1-3-5 Procedimentos para as honras de portaló na recepção - As honras de portaló, na recepção, obedecem 
aos seguintes procedimentos: 
I - ao chegar a autoridade próximo ao patim inferior da escada de portaló, extremidade inferior da prancha ou 
local designado para recepção nas OM de terra, o oficial a quem caiba receber proclama, a viva voz, o vocativo a 
que tem direito a autoridade e comanda “Toque de presença”, sendo então executado, por corneta e apito, o toque 
de presença; e 
II - quando a autoridade atingir o patim superior da escada do portaló, a extremidade superior da prancha, ou o 
local da recepção em OM de terra, a autoridade que recebe comanda “Abre o toque”, sendo então iniciados, por 
apito e corneta, os toques correspondentes, ocasião em que os oficiais presentes prestam a continência individual 
e a guarda, as seguintes continências: 
a) apresenta armas para Almirantes ou autoridades de mesma ou maior precedência; 
b) faz “Ombro arma” para oficiais superiores ou autoridades de mesma precedência; e 
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c) para oficiais intermediários e subalternos ou autoridades de mesma precedência não é prestada 
continência da guarda. 
Art. 1-3-6 Procedimentos para as honras de portaló na despedida - As honras de portaló, na despedida, obedecem 
aos seguintes procedimentos: 
I - atingindo a autoridade o patim superior da escada do portaló, extremidade superior da prancha, ou local de 
despedida nas OM de terra, o oficial a quem caiba despedir proclama, a viva voz, o vocativo a que tem direito a 
autoridade e comanda “Abre o toque”, sendo então executado por corneta e apito o toque de presença e iniciados, 
independentemente de outro comando, os toques correspondentes; nesta ocasião, os oficiais presentes prestam 
a continência individual e a guarda, as continências devidas; e 
II - terminados os toques e continências, o oficial a quem caiba despedir dirige-se para o patim superior do 
portaló, ali permanecendo até a autoridade afastar-se. 
 
 
Art. 1-3-7 Honras entre o toque de silêncio e o hasteamento da Bandeira Nacional - As autoridades de qualquer 
precedência, que entrarem ou saírem de OM da MB no período entre o toque de silêncio e o hasteamento da 
Bandeira Nacional no dia seguinte, são recebidas ou despedidas pelo oficial de serviço ou por quem o estiver 
substituindo, conforme dispuser a organização da OM. 
Art. 1-3-8 Chegada ou saída de bordo por meios aéreos - As honras às autoridades que entrarem ou saírem de 
bordo por meios aéreos sofrem as seguintes modificações: 
I - em OM de terra ou navio-aeródromo, um oficial designado acompanha a autoridade entre a aeronave e o 
local onde são prestadas as honras; e 
II - nos demais navios, as honras são prestadas de forma e em local que não afetem a segurança de aviação, 
podendo a autoridade anfitriã, dependendo da situação, dispensar das honras a salva, a guarda e a banda, 
mantendo sempre os “boys” e o toque de apito. 
Art. 1-3-9 A quem cabe prestar - Cabe ao Titular da OM, ou quem lhe seguir em antiguidade na cadeia de comando, 
se houver impedimento para sua presença, prestar as honras de portaló às autoridades de maior ou igual posto. 
Art. 1-3-10 Ausência de quem de direito - Quando, por circunstâncias inevitáveis, a autoridade não for recebida 
por quem de direito, quem dirigir as honras de portaló apresenta escusas pelo sucedido e a acompanha à presença 
do Comandante ou Imediato da OM. 
Art. 1-3-11 Ausência da autoridade visitada - Dirigindo-se para bordo autoridade visitante de maior ou igual posto 
do que a autoridade visitada, e esta encontrar-se ausente, o oficial de serviço desce até o patim inferior da escada 
de portaló ou extremidade inferior da prancha, a fim de participar ao visitante a referida ausência; mantida a 
intenção da visita, a autoridade visitante aguarda que o oficial de serviço suba a prancha e retome seu lugar nas 
honras de portaló. 
Art. 1-3-12 Honras no capitânia - Nos navios capitânias: 
I - no curso ordinário do serviço, os cerimoniais de recepção e despedida relativos à Força são conduzidos por 
oficiais do Estado-Maior para tal designados; e 
II - ao Capitão-de-Bandeira não cabe prestar honras às autoridades em visita à Força. 
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Art. 1-3-13 Execução dos toques de apito - Cabe ao Mestre do navio a execução dos toques de apito referentes às 
honras de portaló devidas ao Comandante do navio ou autoridade superior, e ao Contramestre de Serviço nos 
demais casos. 
Art. 1-3-14 Posição do oficial de serviço - Nas honras de portaló, o oficial de serviço ocupa uma das seguintes 
posições: 
I - na presença do Comandante, Diretor ou oficiala quem caiba prestar as honras: 
a) à sua direita, afastado de um passo, quando o portaló for à boreste, ou nas OM de terra, e à mesma distância, 
porém à esquerda, se o portaló for a bombordo; e 
b) as presentes disposições referem-se aos portalós cujas escadas sejam voltadas para ré; se voltadas para 
vante, as posições são invertidas; e 
II - quando couber a si prestar as honras, fica voltado para o portaló tendo os “boys” e o contramestre formados 
entre a sua posição e o portaló. 
 
 
 
TÍTULO II – BANDEIRAS 
CAPÍTULO 1 – GENERALIDADES 
 
 
 
Art. 2-1-1 Hastear a bandeira - Hastear a bandeira significa içá-la e mantê-la desfraldada no tope do mastro, no 
tope do pau da bandeira ou no penol da carangueja. 
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Art. 2-1-2 Hastear a meia adriça - Hastear a bandeira à meia adriça significa içá-la completamente e, só então, 
trazê-la a uma posição que corresponda aproximadamente à metade da altura do penol da carangueja, do mastro 
ou do pau da bandeira. 
 
 
Art. 2-1-3 Mastro principal - É considerado mastro principal, quando houver mais de um: 
I - o mastro de ré, ou o mastro de maior guinda, conforme a classe do navio; e 
II - aquele em que é hasteada a Bandeira Nacional, nas OM de terra. 
 
Art. 2-1-4 - Colocação de bandeiras - Para fim de colocação de bandeiras, considera-se lado direito: 
I - nos mastros dotados de penol de carangueja - aquele que seria o bordo de boreste, se o mastro estivesse em 
um navio; e 
II - nos demais mastros - aquele que está à direita de um observador posicionado ao pé do mastro de costas 
para a formatura ou plateia. 
Art. 2-1-5 Localização dos signos - A fim de identificar a localização de seus signos, as bandeiras são imaginadas 
divididas por dois segmentos de retas perpendiculares entre si, resultando quadriláteros ou triângulos superiores 
e inferiores, direitos e esquerdos, com a tralha indicando o lado esquerdo das bandeiras. 
Art. 2-1-6 Pano de bandeira - Denomina-se pano à unidade com que se mede o tamanho de uma bandeira, tendo 
a bandeira de um pano 0,45 X 0,60m, a de dois panos 0,90 X 1,20m e assim sucessivamente. 
Art. 2-1-7 Alcance visual - Alcance visual de bandeiras é a distância máxima em que as bandeiras podem ser 
distinguidas. 
CAPÍTULO 2 - BANDEIRA NACIONAL 
Art. 2-2-1 Hasteamento - A Bandeira Nacional é hasteada diariamente, às 08:00h, mediante cerimonial específico. 
Art. 2-2-2 Arriamento - A Bandeira Nacional é arriada diariamente: 
I - ao pôr do Sol, mediante cerimonial específico, em todas as OM que mantenham serviço ininterrupto; e 
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II - cinco minutos antes de encerrar-se o expediente, sem cerimonial, nas demais OM. 
Art. 2-2-3 Local de hasteamento - Salvo quando este Cerimonial dispuser em contrário, o local de hasteamento é: 
I - o pau da bandeira, disposto à popa, nos navios no dique, fundeados, atracados ou amarrados; 
II - o mastro de combate ou o penol da carangueja do mastro principal, nos navios em movimento; e 
III - o mastro da fachada principal do edifício ou penol da carangueja do mastro para esse fim destinado, nas OM 
de terra. 
Art. 2-2-4 Cerimonial à Bandeira - O Cerimonial à Bandeira consiste dos seguintes procedimentos: 
I - às 07:55h, por ocasião do hasteamento, ou cinco minutos antes do pôr do Sol, no arriamento, é içado o 
galhardete “Prep” na adriça de bombordo ou da esquerda e anunciado, por voz, o “Sinal para Bandeira”, sendo 
então dado por corneta o toque de Bandeira; 
II - ao sinal, formam nas proximidades do mastro, com a frente voltada para a Bandeira, a guarda e, quando 
determinado, as bandas de música e marcial e a tripulação, obedecendo, sempre que possível, à seguinte 
disposição, a partir do mastro: 
a) em OM de terra, uma praça guarnecendo a adriça do “Prep”; b) uma praça, sem chapéu, guarnecendo a 
adriça da Bandeira Nacional; 
c) a guarda, tendo à sua frente, se no arriamento, três sargentos; 
d) o oficial de serviço, ou o militar designado para conduzir o cerimonial, acompanhado do corneteiro e 
contramestre; 
e) à retaguarda do oficial de serviço, ou, se não houver espaço suficiente, ao seu lado direito ou esquerdo, este 
preferencialmente, a banda de música e, em seguida, a banda marcial; e 
f) a tripulação agrupada ou fragmentada, conforme as normas internas da OM, ocupando posição destacada 
a oficialidade, formada por antiguidade, tendo à frente de todos aquele que preside a cerimônia; 
III - decorridos três minutos do sinal para a Bandeira, é tocado por corneta o “Primeiro Sinal”, ocasião em que 
todo o dispositivo já deve estar formado, na posição de descansar, todos com a frente voltada para a Bandeira; 
IV - um minuto após, é tocado por corneta o “Segundo Sinal”, quando então o oficial de serviço comanda sentido 
ao dispositivo, e solicita, da autoridade que preside a cerimônia, permissão para prosseguir com o cerimonial; 
V - às 08:00h, ou quando do pôr do Sol, o galhardete “Prep” é arriado e anunciado, por voz, “Arriou”, sendo 
então tocado, por corneta, o “Terceiro Sinal”; 
VI - imediatamente, o oficial de serviço comanda “Em continência”, ocasião em que o corneteiro toca apresentar 
armas, e em seguida, “Iça” ou “Arria”, seguindo-se, só então, o ponto do toque de “Apresentar arma”; 
VII - nessa ocasião, simultaneamente: 
a) é iniciado o hasteamento ou arriamento da Bandeira Nacional; 
b) todos os presentes prestam a continência individual; e 
c) é iniciado o toque de apito pelo contramestre e a execução do Hino Nacional ou marcha batida e, na ausência 
de banda de música ou marcial, os correspondentes toques de corneta; 
VIII - o movimento de hasteamento ou arriamento da Bandeira é contínuo e regulado de modo que o seu 
término coincida com o término do Hino ou toque; 
IX - também prestam continênciaaqueles que se encontrarem em recintos ou conveses abertos e no passadiço; 
os que estiverem cobertas abaixo ou em recintos fechados, e que ouvirem os toques, assumem a posição de 
sentido, exceto aqueles que estiverem no rancho, que continuam, normalmente e em silêncio, fazendo suas 
refeições; 
X - a critério da autoridade que preside o cerimonial, o Hino Nacional pode ou não ser cantado; se cantado, o é 
por todos e, nesse caso, não é feita a continência individual; 
XI - ao final do Hino, ou dos toques de corneta e apito, a continência é desfeita e, se houver guarda armada, o 
oficial de serviço ordena ao corneteiro tocar “Ombro arma”; 
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XII - terminado o arriamento, os três sargentos, sem se descobrirem, dobram a Bandeira, cuidando para que ela 
não toque o piso; cabe ao mais antigo desenvergá-la daadriça, ao sargento da esquerda da formatura segurar o lais 
da Bandeira e ao da direita, o lado da tralha; ao final, os sargentos voltam à formatura, o mais antigo comanda meia 
volta e dá o pronto ao oficial de serviço por meio de continência; 
os militares que guarneciam o galhardete “Prep” e a Bandeira, já com chapéu, acompanham os movimentos; 
XIII - terminado o hasteamento, aquele que içou coloca seu chapéu e volta-se para o oficial de serviço junto com 
o praça que guarneceu o galhardete “Prep”, dando o pronto da faina por meio de continência; 
XIV - o oficial de serviço, então, dá o pronto à autoridade que preside o cerimonial, fazendo-lhe continência e 
dizendo em voz alta “Cerimonial encerrado”, no hasteamento, ou “Boa noite”, no arriamento; 
XV - a autoridade que preside volta-se para os presentes e dá “Boa noite”, sendo este cumprimento respondido 
pelos oficiais; e 
XVI - a formatura é desfeita. 
Art. 2-2-5 Não participam do Cerimonial à Bandeira - O oficial de serviço no passadiço, timoneiro, sotatimoneiro, 
vigias e pessoal envolvido em fainas e manobras, cuja interrupção possa afetar a segurança, não participam do 
Cerimonial à Bandeira, estando dispensados de prestar a continência durante o arriar e hastear. 
Art. 2-2-6 Procedimentos em embarcações miúdas - A bordo de embarcação miúda em movimento, próxima ao 
local do hasteamento ou arriamento da Bandeira Nacional: 
I - de acordo com o meio de propulsão da embarcação, são executadas as manobras de levar remos ao alto; 
arriar as velas; ou parar a máquina; e 
II - dependendo do estado do mar, todos se levantam e, se uniformizados, prestam continência à Bandeira, 
exceto o patrão, que permanece atento à segurança da embarcação e do pessoal embarcado. 
Art. 2-2-7 Procedimentos em veículos - Os ocupantes de veículos transitando dentro de OM, próximos ao local do 
hasteamento ou arriamento da Bandeira Nacional, desembarcam e, se uniformizados, prestam continência à 
Bandeira, mantendo-se em sentido se em trajes civis. 
Art. 2-2-8 OM de terra designada para cerimonial - Nas áreas onde houver concentração de OM de terra, o 
Comandante Mais Antigo Presente (COMAP) pode designar uma OM, à qual cabe realizar diariamente o 
hasteamento e arriamento da Bandeira Nacional. 
Art. 2-2-9 Concentração de navios no mar - Os navios no mar, situados dentro do alcance visual de bandeiras, 
hasteiam e arriam a Bandeira Nacional em obediência aos sinais oriundos do navio onde se encontrar embarcado 
o COMAPEM. 
Art. 2-2-10 Concentração de navios no porto - Os navios docados ou atracados, situados dentro do alcance visual 
de bandeiras, hasteiam e arriam a Bandeira Nacional em obediência aos sinais oriundos: 
I - do navio onde se encontrar embarcado o COMAPEM, se este for mais antigo que o COMAP; ou 
II - da OM designada. 
Art. 2-2-11 Quando os navios mantém hasteada - Os navios mantêm hasteada a Bandeira Nacional, entre o pôr do 
Sol e 08:00h, nas seguintes situações especiais: 
I - quando avistado o Estandarte Presidencial; 
II - quando a bordo Chefe de Estado ou de Governo estrangeiro; 
III - quando a bordo o Ministro da Defesa; 
IV - quando a bordo o Comandante da Marinha; 
V - quando a bordo o Governador da Unidade da Federação a que pertencer o porto em que se encontrar o navio; 
VI - no porto, durante a entrada ou saída de navio da MB ou de Marinha de Guerra estrangeira, ou se esses 
hastearem suas bandeiras; 
VII - quando navegando próximo de terra; 
VIII - durante a entrada e saída de qualquer porto; 
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IX - durante o cruzamento, no mar, com outro navio, ou na passagem próxima de farol ou estação semafórica 
com guarnição; 
X - quando sobrevoado por alguma aeronave; 
XI - durante postos de combate; 
XII - à meia adriça, até as 23:59h do último dia estabelecido, nos casos de luto nacional, no Dia dos Mortos 
(Finados) e, nos navios abrangidos pelo ato administrativo, nos dias de luto municipal e estadual. 
XIII - quando fotografados ou filmados. 
Art. 2-2-12 Navios em mar aberto - Os navios em mar aberto podem prescindir da exibição da Bandeira Nacional, 
salvo nas seguintes situações: 
I - durante o cruzamento, no mar, com outro navio, ou na passagem próxima de farol ou estação semafórica com guarnição; 
II - quando sobrevoado por alguma aeronave; 
III - durante postos de combate; e 
IV - quando fotografados ou filmados. 
Art. 2-2-13 Quando as OM de terra mantêm hasteada - As OM de terra mantêm hasteada a Bandeira Nacional, 
entre o pôr do Sol e 08:00 h, nas seguintes situações: 
I - quando avistado o Estandarte Presidencial; 
II - quando a bordo Chefe de Estado ou de Governo estrangeiro; 
III - quando a bordo o Ministro da Defesa; 
IV - quando a bordo o Comandante da Marinha; 
V - quando a bordo o Governador da Unidade da Federação onde se localiza a OM; e 
VI - à meia adriça, até as 23:59h do último dia estabelecido, nos casos de luto nacional, no Dia dos Mortos(Finados) e, nas OM abrangidas pelo ato administrativo, nos dias de luto municipal e estadual. 
Art. 2-2-14 Quando as embarcações miúdas mantêm hasteada - As embarcações miúdas mantêm a Bandeira 
Nacional hasteada enquanto: 
I - os navios mantiverem o embandeiramento içado, nos dias de gala; 
II - conduzir o Presidente da República; Chefe de Estado ou de Governo estrangeiro; membros do Congresso 
Nacional, do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal Militar; Ministro de Estado; Comandante da 
Marinha; Comandante do Exército; Comandante da Aeronáutica; Governador da Unidade da Federação onde 
estiver a embarcação; e o Almirantado; 
III - em águas estrangeiras ou limítrofes internacionais, de dia ou de noite; 
IV - dirigir-se a navio estrangeiro ou nele permanecer atracada; 
V - para os casos previstos para hasteamento à meia adriça, seguirá os procedimentos adotados pelo navio-mãe; e 
VI - for assim determinado pela autoridade competente. 
Art. 2-2-15 Iluminação - Depois do pôr e antes do nascer do Sol a Bandeira Nacional, se hasteada, é mantida 
iluminada. 
Art. 2-2-16 Modo de dobrar - A Bandeira Nacional, no arriamento, após ser desenvergada, é dobrada da seguinte forma: 
I - segura pela tralha e pelo lais, é dobrada ao meio em seu sentido longitudinal, ficando para baixo a parte em que 
aparecem a estrela isolada Espiga e a parte do dístico “ORDEM E PROGRESSO”; 
II - ainda segura pela tralha e pelo lais, é, pela segunda vez, dobrada ao meio, novamente no seu sentido 
longitudinal, ficando voltada para cima a parte em que aparece a ponta de um dos ângulos obtusos do losango 
amarelo; a face em que aparece o dístico deve estar voltada para a frente da formatura; 
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III - a seguir é dobrada no seu sentido transversal, em três partes, indo a tralha e o lais tocarem o pano, pela parte de 
baixo, aproximadamente na posição correspondente às extremidades do círculo azul que são opostas; permanece 
voltada para cima e para a frente a parte em que aparecem a estrela isolada e o dístico; 
IV - ao final da dobragem, a Bandeira Nacional apresenta a maior parte do dístico para cima e é passada para o braço 
flexionado do mais antigo, sendo essa a posição para transporte; e 
V - para a guarda, pode ser feita mais uma dobra no sentido longitudinal, permanecendo o campo azul voltado para 
cima. 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 2-2-17 Guarda da Bandeira - Quando em tropa armada, a Bandeira Nacional é exibida de forma destacada, por 
uma guarda armada denominada Guarda da Bandeira, sendo conduzida pelo Porta-bandeira da seguinte forma: 
I - em posição de “Ombro arma”, o Porta-bandeira a conduz apoiada em seu ombro direito, inclinada, com o 
conto mais abaixo, mantendo, com a mão direita, o pano seguro na altura do peito e naturalmente caído ao lado 
recobrindo seu braço; 
II - desfilando em continência, o Porta-bandeira desfralda-a e posiciona-a verticalmente, colocando o conto no 
talabardão e, com a mão direita, cotovelo lançado para fora, auxiliada pela outra, segura a haste na altura do 
ombro; 
III - ocupa o centro da testa, ou a sua direita, se esta contar com número par de componentes; 
IV - não é abatida em continência; 
V - não é acompanhada, por mais de dois estandartes, exceto em cerimônias conjuntas com as demais Forças, 
quando este número pode ser maior; e 
VI - os estandartes são abatidos quando em continência. 
 
 
Art. 2-2-18 Modo de dispor - A Bandeira Nacional é exibida e conduzida na seguinte forma: 
I - quando hasteada em janela, porta, sacada ou balcão, fica ao centro, se isolada ou se acompanhada de número par 
de outras bandeiras ou estandartes civis ou militares; em posição que mais se aproxime do centro, ou à direita deste, se 
acompanhada de número ímpar de outras bandeiras ou estandartes; 
II - quando em préstito ou procissão, não é conduzida na horizontal e vai ao centro da testa da coluna, se isolada; à 
direita desta, se houver outra bandeira; e à frente do centro da testa da coluna, a dois metros de distância, se houver 
outras duas ou mais bandeiras; 
III - quando distendida e sem mastro, em rua ou praça, entre edifícios, ou em portas, é colocada de modo que o lado 
maior do retângulo fique na horizontal e a estrela isolada voltada para cima; 
IV - quando disposta em sala ou salão, por motivo de reuniões, conferências ou solenidades, fica distendida por detrás 
da cadeira de quem as preside, ou do local da tribuna, sempre acima da cabeça de quem a ocupa e disposta como no 
inciso III; 
V - quando em florão, sobre escudo ou qualquer outra peça que agrupe diversas bandeiras, ocupa o centro, não 
podendo ser menor do que as outras nem colocada abaixo delas; 
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VI - nos mastros ou adriças, se figurar junto com bandeira de outra nação ou bandeira-insígnia, é colocada à mesma 
altura; se acompanhada de estandartes de corporações militares ou bandeiras representativas de instituições ou 
associações civis, fica acima; 
VII - quando em recinto privativo de autoridade, fica ao lado direito de sua mesa de trabalho ou em outro local em 
que fique realçada; e 
VIII - quando distendida sobre ataúde, durante enterro, tem a tralha voltada para o lado da cabeceira do ataúde; é 
amarrada à urna para evitar que esvoace nos deslocamentos do cortejo, sendo retirada por ocasião do sepultamento. 
Art. 2-2-19 Disposição de outras bandeiras e estandartes - A disposição de outras bandeiras e estandartes exibidos em 
conjunto com a Bandeira Nacional obedece às seguintes regras: 
I - em posições mais próximas à Bandeira Nacional são dispostas as bandeiras de outras nações, seguindo-se os 
estandartes militares, cabendo aos estandartes civis as posições mais afastadas; 
II - a precedência entre as bandeiras e estandartes civis obedece aocritério da ordem alfabética das nações e 
instituições que representam, na língua portuguesa; entre os estandartes militares, ao critério de antiguidade dos 
Titulares das OM que representam, considerando-se o estandarte da Marinha como o de maior precedência; e 
III - inicia-se a disposição com a de maior precedência à direita da Bandeira Nacional, a que se segue à esquerda e 
assim sucessivamente. 
 
Art. 2-2-20 Hasteamento Simultâneo - Ocorrendo o hasteamento junto com bandeira de outra nação ou 
estandarte, a Bandeira Nacional é hasteada em primeiro lugar e arriada por último. 
Art. 2-2-21 Cerimonial no estrangeiro - O navio da MB, quando em porto estrangeiro, hasteia e arria a Bandeira Nacional 
de acordo com o horário do cerimonial do país a que pertencer o porto. 
Art. 2-2-22 Entrada e saída de bordo - Durante o Cerimonial à Bandeira é vedada a entrada ou saída de pessoas e 
veículos na OM que o realiza, salvo se localizada próxima à via pública, quando a interrupção do trânsito deve 
ocorrer, com o mínimo de prejuízo possível ao tráfego de pessoas e veículos, entre o “Segundo Sinal” e o término 
do Cerimonial. 
Art. 2-2-23 Saudação diária - Aquele que pela primeira vez no dia chegar à OM, ou dela retirar-se pela última vez no dia, 
saúda a Bandeira Nacional, se hasteada, para ela voltado, assim que: 
I - a bordo de navio, atingir o patim superior do portaló ou a extremidade superior da prancha; e 
II - em OM de terra, transitando a pé, defrontar-se com o mastro onde estiver hasteada. 
Art. 2-2-24 Saudação à passagem - Todos saúdam a Bandeira Nacional quando diante de si passar conduzida em desfile 
militar, fazendo alto aquele que estiver em marcha. 
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Art. 2-2-25 Arriamento seguido de hasteamento - No pôr do Sol, se a Bandeira tiver que permanecer içada, é cumprido 
o cerimonial para arriamento e, ao término, ela volta a ser hasteada. 
Art. 2-2-26 Hasteamento e arriamento sem cerimonial - A Bandeira Nacional é hasteada ou arriada sem cerimonial: 
I - em manobra de troca de mastro; 
II - quando tiver que ser hasteada após a hora do arriamento; e 
III - ao ser arriada no início do cerimonial de hasteamento, às 07:55h ou no Dia da Bandeira às 11:55h, 
se, por motivo previsto neste Cerimonial, já estiver içada na ocasião; e 
IV - ao ser arriada nas situações estabelecidas nos incisos XII do art. 2-2-11, VI do art. 2-2-13, II do art. 9-1-12 e I do art. 
9-1-15. 
Art. 2-2-27 Proibições - É vedado: 
I - fazer saudação com a Bandeira Nacional, salvo em retribuição à saudação idêntica feita por outro navio ou 
estabelecimento; 
II - usar Bandeira Nacional que não se encontre em bom estado de conservação; 
III - usar Bandeira Nacional como reposteiro ou pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, cobertura 
de placas, retratos, painéis ou monumentos a serem inaugurados; 
IV - usar Bandeira Nacional para prestação de honras de caráter particular por parte de qualquer pessoa natural ou 
entidade coletiva; 
V - colocar quaisquer indicações ou emblemas sobre a Bandeira Nacional; e 
VI - abater a Bandeira Nacional em continência. 
 
CAPÍTULO 3 
BANDEIRAS-DISTINTIVOS 
 
Art. 2-3-1 Bandeiras-Distintivos - São denominadas bandeiras-distintivos as bandeiras constantes do Apêndice a 
este Cerimonial e destinadas a caracterizar estabelecimentos, forças, unidades de tropa e os navios incorporados à 
MB, bem como as condições em face de comissões que forem cometidas, a saber: 
I - Bandeira do Cruzeiro; 
II - Flâmula de Fim de Comissão; 
III - Bandeira da Cruz Vermelha; 
IV - Estandartes; e 
V - Símbolos. 
 
Art. 2 -3-2 Bandeira do Cruzeiro - A Bandeira do Cruzeiro é usada nas seguintes condições: 
I - hasteada e arriada diariamente, no “pau do jeque”, simultaneamente com a Bandeira Nacional, em todos os navios 
incorporados à MB, quando estes estiverem no dique, fundeados, amarrados ou atracados; e 
II - hasteada à meia adriça quando assim o for a Bandeira Nacional, por motivo de luto ou funeral. 
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Art. 2-3-3 Flâmula de Fim de Comissão - A Flâmula de Fim de Comissão é hasteada no tope do mastro principal nos 
navios incorporados à MB, substituindo a Flâmula de Comando, ao término de comissão igual ou superior a seis meses, 
quando o navio iniciar a aterragem ao porto final da comissão, sendo arriada no pôr do Sol que se seguir. 
Art. 2-3-4 Bandeira da Cruz Vermelha - A Bandeira da Cruz Vermelha é mantida hasteada permanentemente, em tempo 
de guerra: 
I - nos navios-hospital, nos acampamentos e nos estabelecimentos hospitalares, em mastro ou adriça diferente de 
onde estiver içada a Bandeira Nacional; e 
II - na proa das embarcações miúdas empregadas em serviços de saúde e das embarcações-hospital de forças de 
desembarque. 
Art. 2-3-5 Estandartes - O uso e guarda dos estandartes da Marinha, do Corpo de Fuzileiros Navais e das OM autorizadas 
a possuir estandarte próprio se dá de acordo com as seguintes regras: 
I - o estandarte da Marinha é ostentado por tropa armada da MB, sempre acompanhando a Bandeira Nacional; 
II - o estandarte do Corpo de Fuzileiros Navais pode ser usado por todas as unidades de Fuzileiros Navais de escalão 
igual ou superior a uma companhia, sempre acompanhando a Bandeira Nacional; 
III - os demais estandartes são conduzidos ou exibidos exclusivamente por sua tropa, sempre acompanhando a 
Bandeira Nacional; e 
IV - os estandartes devem ser guardados no gabinete do Comandante ou em outro lugar de destaque da OM. 
Art. 2-3-6 Símbolos - Os símbolos são bandeiras-distintivos que identificam as forças, unidades e subunidades de tropa,armada ou não, em desfiles e formaturas, sendo envergados: 
I - em hastes adaptáveis à boca do cano do fuzil; 
II - ao paralama dianteiro direito da viatura do comandante da tropa; ou 
III - em mastro próprio, quando então denominam-se “guião”. 
 
 
 
CAPÍTULO 4 - BANDEIRAS-INSÍGNIAS 
 
 
 
 
Art. 2-4-1 Bandeiras-insígnias - São denominadas bandeiras-insígnias as bandeiras constantes do Apêndice a este 
Cerimonial destinadas a assinalar a presença de determinada autoridade em OM da MB, bem como distinguir os 
cargos de autoridades militares ou civis, a saber: 
I - Estandarte Presidencial; 
II - Pavilhões de Oficiais de Marinha: 
a) Patrono da Marinha; 
b) Comandante da Marinha; 
c) Almirantado; 
d) Chefe do Estado-Maior da Armada; 
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e) Comandante de Operações Navais; 
f) Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais; 
g) Chefe do Estado-Maior de Defesa; 
h) Almirante; 
i) Almirante-de-Esquadra; 
j) Vice-Almirante; 
k) Contra-Almirante; 
l) Comandante-em-Chefe da Esquadra (ComemCh); 
m) Almirante Comandante de Força; 
n) CMG Comandante de Força; 
o) CF ou CC Comandante de Força; 
p) COMAPEM; e 
q) Capitão dos Portos; 
III - Bandeiras-insígnias de autoridades civis: 
a) Vice-Presidente da República; 
b) Ministro de Estado da Defesa; 
c) Ministro de Estado; 
d) Embaixador; 
e) Encarregado de Negócios; e 
f) Cônsul-Geral; e 
 
IV - Flâmulas: 
a) de Comando; e 
b) de Oficial Superior. 
Art. 2-4-2 Flâmula de Comando - A Flâmula de Comando é a insígnia privativa dos oficiais de Marinha quando no 
exercício do cargo de comando, vedado seu uso em navio não incorporado à Armada. 
Art. 2-4-3 Flâmula de Oficial Superior - A Flâmula de Oficial Superior é hasteada nas embarcações miúdas que 
conduzam oficial superior uniformizado, sendo arriada tão logo o oficial desembarque. 
Art. 2-4-4 Local de hasteamento - As bandeiras-insígnias são hasteadas: 
I - no tope do mastro principal dos navios e OM de terra ou no lais da verga de boreste, como determinado neste 
Cerimonial; 
II - no lais da maior verga, no penol da carangueja ou no topo do mastro das embarcações e navios a vela, desde 
que não seja onde se encontre içada a Bandeira Nacional; e 
III - em haste apropriada, denominada pau da flâmula, na proa das embarcações miúdas. 
Art. 2-4-5 Quando são hasteadas - Quando são hasteadas As bandeiras-insígnias são mantidas asteadas: 
I - em caráter permanente, no respectivo navio, unidade ou estabelecimento, quando referente à autoridade 
exercendo o cargo de comando; 
II - em caráter transitório, na respectiva OM de terra, quando referente à autoridade exercendo o cargo de direção, 
enquanto esta permanecer a bordo; 
III - em caráter permanente, nos navios capitânias, quando referente ao Comandante de Força embarcado; 
IV - em caráter transitório, na OM visitada, quando referente à autoridade superior pertencente à cadeia de comando, 
substituindo a bandeira-insígnia da autoridade exercendo o cargo de comando ou direção; e 
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V - em caráter eventual, na OM visitada, como determinado neste Cerimonial, em honra a autoridade visitante não 
pertencente à cadeia de comando. 
Art. 2-4-6 Concentração de OM de terra - Nos locais onde haja concentração de OM de terra, com a Bandeira Nacional 
hasteada em um único mastro, apenas o mais antigo presente das OM da área mantém o pavilhão hasteado. 
Art. 2-4-7 Quando podem ser substituídas - A bandeira-insígnia de autoridade no exercício de cargo de comando, salvo 
por ocasião da transmissão do cargo, quando obedece a regras próprias, somente é substituída: 
I - pelo Estandarte Presidencial; 
II - pelo pavilhão da autoridade a que esteja subordinada na cadeia de comando; 
III - pela Flâmula de Fim de Comissão; e 
IV - pelo pavilhão do Patrono da Marinha, no dia 13 de dezembro, no caso de OM onde haja cerimônia de entrega 
da Medalha do Mérito Tamandaré. 
Art. 2-4-8 Estandarte Presidencial - Estando içado o Estandarte Presidencial, nenhuma bandeira representativa de 
qualquer outra autoridade, com exceção do pavilhão do Patrono da Marinha, pode permanecer içada. 
Art. 2-4-9 Hasteamento do pavilhão do Almirantado - Quando o Almirantado estiver a bordo de OM, seu pavilhão 
permanecerá hasteado simultaneamente com o pavilhão da autoridade presente de maior antiguidade da cadeia de 
comando e, se for o caso, da bandeira-insígnia de autoridade não pertencente à cadeia de comando com maior 
precedência. 
Art. 2-4-10 Hasteamento do pavilhão do CEMA - Quando o CEMA estiver a bordo de OM que não lhe seja subordinada, 
seu pavilhão: 
I - permanece içado simultaneamente com o pavilhão da autoridade presente de maior antiguidade da cadeia de 
comando e, se for o caso, da bandeira-insígnia de autoridade não pertencente à cadeia de comando com maior 
precedência; e 
II - somente é substituído pelo pavilhão do Comandante da Marinha ou do Almirantado. 
Art. 2-4-11 Demais autoridades visitantes - A bandeira-insígnia das demais autoridades não pertencentes à cadeia de 
comando somente é hasteada, na forma prevista neste Cerimonial, quando a autoridade for a de maior precedência 
presente na OM. 
Art. 2-4-12 Hasteamento durante salva - Quando, na forma prevista neste Cerimonial, a bandeira-insígnia de autoridade 
visitante for içada durante a salva de partida, ela será hasteada imediatamente antes do primeiro tiro e arriada após o 
último tiro. 
Art. 2-4-13 Hasteamento Simultâneo - A disposição das bandeiras-insígnias içadas simultaneamente no tope do mastro 
principal, salvo por ocasião da transmissão de comando, que obedece a regras próprias, é a seguinte: 
I - a bandeira-insígnia da autoridade de maior precedência, não pertencente à cadeia de comando, ocupa a adriça de 
boreste ou da direita; 
II -a bandeira-insígnia da autoridade presente de maior antiguidade da cadeia de comando ocupa a adriça central ou de 
bombordo; e 
III - quando o Almirantado ou o CEMA estiverem a bordo juntamente com outra autoridade visitante de maior 
precedência, a bandeira-insígnia desta é içada na adriça de boreste, exceto para o Estandarte Presidencial que obedece 
a regras próprias, e o pavilhão do Almirantado ou CEMA, na adriça central ou de bombordo. 
Art. 2-4-14 Hasteamento no Capitânia - O pavilhão de Comandante de Força é mantido hasteado permanentemente no 
navio capitânia, salvo se essa autoridade estiver em outro navio sob seu comando, quando então: 
I - o navio capitânia arria o pavilhão e mantém içada a Flâmula de Comando; e 
II - o navio visitado arria a Flâmula de Comando e mantém içado o pavilhão. 
Art. 2-4-15 Comandante de Distrito Naval ou Comandante Naval - O pavilhão de Comandante de Força relativo a 
Comandante de Distrito Naval ou Comandante Naval é mantido hasteado no navio subordinado apenas enquanto aquela 
autoridade permanecer a bordo. 
Art. 2-4-16 Concentração de Forças ou navios - Quando Forças ou navios estiverem próximos entre si, dentro do alcance 
visual de bandeiras, somente o navio onde se encontrar o oficial mais antigo hasteia o pavilhão do COMAPEM. 
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Art. 2-4-17 Força-tarefa comandada por comandante de navio - O Oficial Superior Comandante de navio ao se fazer ao 
mar comandando organização por tarefa arvora o pavilhão de Comandante de Força correspondente ao seu posto. 
Art. 2-4-18 Quando podem ser arriadas - As bandeiras-insígnias podem ser arriadas durante combate ou operações de 
guerra, se assim julgarem conveniente os oficiais que a elas tiverem direito. 
Art. 2-4-19 Uso nas embarcações Miúdas - Nas embarcações miúdas, as bandeiras-insígnias somente são usadas durante 
o período entre o nascer e o pôr do Sol e enquanto conduzirem oficial ou autoridade civil a que se refira, da seguinte 
forma: 
I - somente é hasteada a bandeira-insígnia da autoridade de maior precedência ou mais antiga presente; 
II - quando forem conduzidas simultaneamente autoridade sem direito à bandeira-insígnia e outra menos preeminente 
ou mais moderna, mas com tal direito, nenhuma bandeira-insígnia é hasteada; e 
III - em traje civil, têm direito ao uso de sua bandeira-insígnia apenas os Almirantes e os Titulares da OM a que pertencer 
a embarcação miúda. 
Art. 2-4-20 Uso em viatura - O oficial de marinha com direito a pavilhão pode, por ocasião de solenidade oficial e quando 
uniformizado, usar miniatura do respectivo pavilhão na viatura que o transportar, disposta em haste apropriada fixada 
no paralama direito dianteiro. 
Art. 2-4-21 Presença do Ministro da Defesa - Quando o Ministro da Defesa estiver a bordo de OM da MB, a bandeira-
insígnia de Ministro de Estado permanece hasteada simultaneamente com o pavilhão da autoridade presente de maior 
antiguidade da cadeia de comando. 
Art. 2-4-22 Hasteamento do pavilhão do Comandante da Marinha - Quando o Comandante da Marinha estiver a bordo 
de OM da MB, seu pavilhão: 
I - permanece hasteado, sendo somente substituído pelo Estandarte Presidencial; e 
II - permanece içado no mastro do pátio do Comando da Marinha, do Distrito Naval ou do COMAP enquanto o 
Comandante da Marinha estiver presente na Capital Federal, na sede do Distrito Naval ou em outra localidade em que 
haja OM de Marinha, respectivamente. 
TÍTULO V 
 CAPÍTULO 1 - HONRAS AOS OFICIAIS DE MARINHA 
REGRAS GERAIS 
 Art. 5-1-1Direito às honras de portaló 
Todos os oficiais, ao entrarem ou saírem de OM da MB, têm direito às honras de portaló. 
Art. 5-1-2 As honras aos oficiais de marinha, quando o Presidente da República estiver no mar, dentro da distância 
máxima de salva, restringem-se às honras de portaló. 
Art. 5-1-3 As honras aos oficiais de marinha, quando se encontrar na OM visitada autoridade de maior 
precedência, restringem-se às honras de portaló; caso a autoridade de maior precedência se encontre nas 
proximidades do local das honras, essas limitar-se-ão às continências de guarda e "boys", não sendo dados toques. 
Art. 5-1-4 Toques de apito - Há toques de apito e corneta específicos para cada círculo hierárquico de oficiais e 
para as seguintes autoridades: 
I - Ministro da Marinha; 
II - Chefe do Estado-Maior da Armada; 
III - Comandante de Operações Navais; 
IV - Comandante Geral do Corpo de Fuzileiros Navais 
V- Comandante-em-Chefe da Esquadra; 
VI - Almirante Comandante de Força; 
VII - Almirante Comandante; 
VIII - Almirante; 
IX - Oficial Superior Comandante de Força; 
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X - Oficial Superior Comandante; e 
XI - Oficiais Intermediários Comandantes. 
Art. 5-1-5 O oficial no exercício do Comando só tem direito ao toque de Comandante no navio, unidade ou 
estabelecimento em que exerce tal cargo; os Comandantes de Força podem receber toques de Comandante de 
Força em OM não-subordinadas. 
Art. 5-1-6 Há exórdios de marcha de continência específicos para as seguintes autoridades: 
I - Patrono da Marinha; 
II - Ministro da Marinha; 
III - demais membros do Almirantado. 
Exórdios 
Há exórdios de marcha de continência específicos para as seguintes autoridades: 
I - Patrono da Marinha; 
II - Ministro da Marinha; 
III - demais membros do Almirantado. 
Art. 5-1-7 Vocativos 
Os seguintes vocativos são utilizados: 
I - o Ministro da Marinha, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Comandante de Operações Navais, o 
Comandante Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, o Comandante-em-Chefe da Esquadra são anunciados pelos 
cargos que exercem; 
II - os demais Almirantes são anunciados pelo posto, seguido, quando for o caso, da expressão "Comandante de 
Força" ou "Comandante"; 
III - os oficiaissuperiores, intermediários ou subalternos são anunciados pelo respectivo círculo hierárquico, 
seguido da expressão "Comandante de Força" ou "Comandante", quando for o caso. 
Art. 5-1-8 Na recepção e despedida das autoridades abaixo mencionadas o número de "boys" é o seguinte: 
I - oito "boys": Almirante, Almirante-de-Esquadra e Vice-Almirante; 
II - seis "boys": Contra-Almirante; 
III - quatro "boys": oficial superior; 
IV - dois "boys": demais oficiais. 
Art. 5-1-9 Caso as dimensões do convés não permitam acomodar os boys no número requerido, ou as 
circunstâncias assim indicarem, a autoridade a quem caiba receber ou despedir pode autorizar: 
I - posicionar dois "boys" junto ao patim inferior da escada de portaló ou extremidade inferior da prancha; 
II - reduzir a quantidade de "boys", mantendo-a em número par. 
Art. 5-1-10 O uniforme determinado para as honras de portaló, quando diferente do uniforme do dia, é de uso 
obrigatório apenas para aqueles que nelas tomarem parte, exceto se for devida à autoridade visitante a honraria 
de postos, quando o uniforme determinado para as honras é geral para toda a tripulação visitada. 
Art. 5-1-11 As honras de passagem ao Ministro da Marinha e Almirantado são prestadas com a tripulação formada 
em postos de Parada 
TÍTULO VII - DATAS FESTIVAS 
CAPÍTULO 1 - CONCEITUAÇÃO 
 
Art. 7-1-1 Datas festivas - São denominadas datas festivas os dias em que, pela significação de suas datas, se 
realizam cerimônias cívico-militares. 
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Art. 7-1-2 Dias de grande gala - Os dias de grande gala são as datas festivas em que se comemora o aniversário da 
Independência (7 de setembro) e da Proclamação da República (15 de novembro). 
Art. 7-1-3 Dias de pequena gala - Os dias de pequena gala são as datas festivas em que se comemora o Dia da 
Confraternização Universal (1º de Janeiro), o Dia de Tiradentes (21 de abril), o Dia do Trabalho (1º de maio), o 
Aniversário da Batalha Naval do Riachuelo - Data Magna da Marinha (11 de junho), o Dia da Bandeira (19 de 
novembro), o Dia do Marinheiro (13 de dezembro) e o Natal (25 de dezembro). 
 
 
CAPÍTULO 2 - HONRAS NAS DATAS FESTIVAS 
 
Art. 7-2-1 Honras nos dias de grande gala - Nos dias de grande gala, é observado o seguinte cerimonial: 
I - embandeiramento em arco nos navios, das 08:00h até o pôr do Sol; 
II - após o cerimonial de hasteamento ou arriamento da Bandeira Nacional, e depois de executar o Hino Nacional, 
a banda de música toca o Hino da Independência ou o da Proclamação da República, conforme a data, cantado por 
todos; e 
III - execução de salva de vinte e um tiros, às 12:00h, por estação para tal designada, nas cidades sedes de Distrito 
Naval e Comando Naval. 
Art. 7-2-2 Honras no dia Onze de Junho - No Aniversário da Batalha Naval do Riachuelo - Data Magna da Marinha 
-, é observado o seguinte cerimonial: 
I - o uniforme do dia é do grupo alexandrino; 
II - os navios embandeiram nos topes das 08:00 h até o pôr do Sol; 
III - às 08:00 h, logo após o Cerimonial à Bandeira, os navios dos COMAPEM e as OM de terra hasteiam os Sinais de 
Barroso, exceto onde ocorrer a cerimônia de entrega de condecorações da “Ordem do Mérito Naval”, sendo o sinal 
“O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever” içado na adriça de boreste ou da direita e o sinal “Sustentar o 
fogo que a vitória é nossa” na adriça de bombordo ou da esquerda; 
IV - as OM que realizarem as cerimônias de entrega de condecorações da “Ordem do Mérito Naval”, quando do seu 
início, executam, em sequência, o hasteamento dos Sinais de Barroso, o Toque da Vitória, o Toque de Comandante-
em-Chefe e salva de dezessete tiros, por estação para tal fim designada; 
V - quando houver a participação de convidados civis ou militares de outras Forças, inclusive estrangeiros, os Sinais 
de Barroso são hasteados sequencialmente e precedidos 
de anúncio explicativo; 
VI - os Sinais de Barroso são arriados cinco minutos antes do pôr do Sol, imediatamente antes de ser tocado o “Sinal 
para a Bandeira”; e 
VII - as OM que realizarem as cerimônias de entrega de condecorações da “Ordem do Mérito Naval” em outras 
datas podem, quando autorizadas pelo Comandante do Distrito Naval, cumprir o cerimonial previsto para o Dia 
Onze de Junho. 
Art. 7-2-3 Honras no Dia da Bandeira - No Dia da Bandeira, é observado o seguinte cerimonial: 
I - às 08:00 h é executado normalmente o Cerimonial à Bandeira Nacional; 
II - às 11:55 h é anunciado por voz “Sinal para a Bandeira”, sendo içado o galhardete “Prep”, arriada a Bandeira 
Nacional e dado por corneta o toque de Bandeira, prosseguindo-se normalmente o cerimonial para o hasteamento 
da Bandeira Nacional; 
III - às 12:00 h os navios embandeiram nos topes; e 
IV - após o hasteamento da Bandeira, são cremadas as Bandeiras Nacionais substituídas durante o ano e executada 
salva de vinte e um tiros, por estação para tal fim designada e, em seguida, cantado o Hino à Bandeira por todos os 
presentes, acompanhados ou não por banda de música. 
Art. 7-2-4 Honras no dia Treze de Dezembro - No Dia do Marinheiro, é observado o seguinte cerimonial: 
I - navios da MB - embandeiram nos topes das 08:00 h até o pôr do Sol; 
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II - OM onde se realizam cerimônias de entrega de condecorações da “Medalha Mérito Tamandaré”: 
a) ao início da cerimônia, executam, em sequência, o hasteamento do pavilhão do Patrono da Marinha, o “Exórdio do 
Patrono da Marinha”, salva de dezenove tiros por estação para tal fim designada e, em seguida, o arriamento do pavilhão 
do Patrono da Marinha; e 
b) durante o período em que o pavilhão do Patrono da Marinha permanecer içado, só podem permanecer hasteadas no 
mastro principal, e com precedência sobre o mesmo, as seguinte bandeiras:1. a Bandeira Nacional, hasteada em OM de terra ou no penol da carangueja de navios no mar; 
2. o estandarte do Presidente da República, se presente à cerimônia; 
3. o pavilhão do Vice-Presidente da República, se presente à cerimônia e ausente o Presidente da República; e 
4. a Bandeira Nacional, hasteada por motivo de embandeiramento nos topes ou da presença a bordo do Presidente do 
Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal, Senado Federal ou Câmara dos Deputados; e 
III - as OM que realizarem as cerimônias de entrega de condecorações da “Medalha Mérito Tamandaré” em outras datas 
podem, quando autorizadas pelo Comandante do Distrito Naval, cumprir o cerimonial previsto para o Dia do Marinheiro. 
Art. 7-2-5 Demais dias de pequena gala - Nas datas de pequena gala de 1o de janeiro, 21 de abril, 1o de maio e 25 
de dezembro, os navios da MB embandeiram nos topes das 08:00 h ao pôr do Sol. 
Art. 7-2-6 Datas festivas de Unidades da Federação - Os navios participam das comemorações referentes às datas 
festivas de Unidades da Federação onde estiverem atracados, cumprindo embandeiramento em arco. 
Art. 7-2-7 Presença de navios estrangeiros - O COMAPEM, no porto brasileiro onde se encontrarem navios de 
guerra estrangeiros e nacionais, ou o Comandante do Distrito, na sua sede, deve: 
I - às vésperas da data festiva, com antecedência de, pelo menos, vinte e quatro horas, mandar um oficial participar 
ao COMAPEM estrangeiro o motivo, natureza e horário do cerimonial que é executado, convidando-o para que 
seus navios também participem das honras; e 
II - no dia seguinte ao da realização do cerimonial, mandar um oficial agradecer a participação estrangeira. 
Art. 7-2-8 Participação de tropas estrangeiras - As Forças estrangeiras que participem, em território brasileiro, de 
paradas em comemoração a data festiva, nacional 
ou estrangeira, têm posição de destaque na vanguarda das forças em parada, devendo ser observado o seguinte: 
I - pequeno destacamento de forças brasileiras precede, se possível, as forças estrangeiras, como guarda de honra; 
II - a precedência entre as forças estrangeiras obedece a critérios de: 
a) antiguidade entre os comandantes das forças; 
b) antiguidade entre os comandantes de destacamentos em parada; e 
c) ordem alfabética das nações representadas, na língua portuguesa; e 
III - se o desfile for em comemoração a data festiva de nação estrangeira, o destacamento da nação festejada tem 
precedência sobre os demais. 
Art. 7-2-9 Comemorações em portos estrangeiros - Os navios, em porto estrangeiro, comemoram os dias de grande 
e pequena gala, devendo o COMAPEM ou Comandante: 
I - dar ciência à autoridade naval estrangeira anfitriã, com antecedência adequada, do motivo, natureza e horário 
das honras; e 
II - formular convite para participação de representações das Marinhas estrangeiras presentes no porto. 
TÍTULO IX - HONRAS FÚNEBRES 
CAPÍTULO 1 - REGRAS GERAIS 
 
Art. 9-1-1 Conceituação - Honras fúnebres são homenagens póstumas prestadas aos despojos mortais de militar 
ou de autoridade civil, de acordo com a posição hierárquica que ocupava. 
Art. 9-1-2 Autoridade que determina - As honras fúnebres são determinadas: 
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I - pelo Presidente da República, Ministro de Estado da Defesa, Comandante da Marinha, Comandante de Distrito 
Naval ou Titular da OM à qual pertencia o militar falecido; 
II - pelo Presidente da República, Ministro de Estado da Defesa e Comandante da Marinha, em caráter excepcional, 
aos despojos mortais de Chefe de Missão Diplomática 
estrangeira falecido no Brasil ou de insigne personalidade, inclusive quanto ao transporte em viatura especial e 
acompanhamento por tropa; 
III - excepcionalmente, o Presidente da República, o Ministro de Estado da Defesa e o Comandante da Marinha podem 
determinar que sejam prestadas Honras Fúnebres aos despojos mortais de Presidente do Congresso Nacional, Presidente 
da Câmara dos Deputados, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro de Estado ou Secretário Especial da 
Presidência da República equiparado a Ministro de Estado, assim como o seu transporte, em viatura especial, 
acompanhada por tropa; e 
IV - as Honras Fúnebres prestadas a Chefes de Missão Diplomática estrangeira ou às autoridades mencionadas no 
inciso III do presente artigo seguem as mesmas prescrições estabelecidas para o Comandante da Marinha. 
Art. 9-1-3 Luto oficial - A par das honras fúnebres que venham a ser prestadas, podem os Governos nos âmbitos Federal, 
Estadual ou Municipal determinar que seja observado luto oficial por determinado período de dias. 
Art. 9-1-4 Guarda fúnebre - Guarda fúnebre é a tropa armada postada para render honras aos despojos mortais de 
militares e autoridades civis que a elas tenham direito. 
Art. 9-1-5 Escolta fúnebre - Escolta fúnebre é a tropa destinada ao acompanhamento dos despojos mortais de 
autoridades civis e de militares falecidos quando em serviço ativo. 
Art. 9-1-6 Cobertura do Féretro - Até o ato de inumação, o féretro de militar ativo ou inativo da MB é coberto com a 
Bandeira Nacional. 
Art. 9-1-7 Sinal de luto - O sinal de luto, em fita de crepe na cor preta, a ser usado somente quando determinado por 
autoridade competente, consiste: 
I - na Bandeira Nacional e nos estandartes, de laço atado junto à esfera armilar ou lança; 
II - nos uniformes dos oficiais e praças, de braçal na manga esquerda, a quinze centímetros do ombro; 
III - nos tambores, de faixa envolta no fuste; e 
IV - nas cornetas, de pequeno laço atado ao cordão. 
Art. 9-1-8 Sepultamento no mar - Quando as circunstâncias obrigarem ao sepultamento no mar, as honras fúnebres, 
caso as condições permitam, limitam-se ao seguinte, observando-se a função, posto ou graduação que o falecido tinha 
em vida: 
I - o navio responsável pelo sepultamento paira sob máquinas, assim como os que o acompanham; 
II - são executadas as honras de portaló, seguidas de três descargas de fuzilaria, antes de ser lançado ao mar o féretro; 
III - logo após, inicia a salva final, quando devida, ocasião em que a bandeira-insígnia a que tinha direito o morto é 
atopetada, sendo arriada ao término da salva; e 
IV - os despojos mortais vão, se possível, em caixão fechado, broqueado, e suficientemente lastrado para garantir a 
submersão. 
Art. 9-1-9 Honras na saída de bordo do féretro - Quando na saída de féretro de bordo, as honras fúnebres prestadas a 
militar ou autoridade civil consistem das continências inerentes às honras de portaló devidas em vida ou aquelas que, 
por ocasião de seu falecimento, tenha o Governo resolvido conceder, da seguinte forma: 
I - são hasteadas à meia adriça a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro; 
II - com a guarnição, descoberta, concentrada nas proximidades, são prestadas as honras de portaló; 
III - seguem-se três descargas de fuzilaria e, se devido, a salva; 
IV - a bandade música, se presente, toca acordes de marcha fúnebre, antes de cada descarga de fuzilaria; e 
V - após a saída do féretro, a Bandeira Nacional e de Cruzeiro são atopetadas. 
Art. 9-1-10 Cortejo no mar - O cortejo no mar, para acompanhamento do féretro, é organizado da seguinte forma: 
I - constituição, tendo em vista o grau hierárquico ou função exercida pelo falecido: 
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a) Comandante de Força - cada navio da respectiva Força faz-se representar, pelo menos, com uma 
embarcação levando oficial, suboficial e praças; 
b) Comandante de navio ou oficial embarcado - participam as embarcações disponíveis do navio, levando, cada 
uma, oficial, suboficial e praças; 
c) Suboficial - participam, pelo menos, duas embarcações conduzindo um oficial, suboficiais e destacamento 
de praças; e 
d) Praça - participa, pelo menos, uma embarcação conduzindo um oficial, um suboficial e seis outras praças; 
II - a embarcação que transportar féretro hasteia à meia adriça a Bandeira Nacional e a bandeira-insígnia que 
competia ao falecido quando em vida; 
III - as demais embarcações do cortejo hasteiam somente a Bandeira Nacional à meia adriça; e 
IV - os navios da MB hasteiam à meia adriça a Bandeira 
Nacional sempre que passar próximo o cortejo fúnebre oficial ou navio de guerra com bandeira em funeral. 
Art. 9-1-11 Honras em terra - Quando em terra, as honras fúnebres prestadas a militar da MB, com a participação 
de tropa da MB, obedecem ao seguinte: 
I - iniciam com o toque de presença, correspondente ao devido em vida, quando o féretro alcançar a direita da 
guarda fúnebre, seguindo-se o de continência; 
II - o féretro para ao chegar em frente ao Comandante da guarda fúnebre, ocasião em que são dadas três 
descargas de fuzilaria, tocando a banda de música, se presente, acordes de marcha fúnebre, antes de cada 
descarga; 
III - caso o efetivo da guarda fúnebre seja maior do que uma companhia: 
a) durante as descargas, o restante da tropa permanece em “Ombro arma”, sendo os acordes da marcha 
fúnebre iniciados logo após a voz de “Preparar” dada pelo oficial que comandar o funeral; e 
b) após as descargas, o comandante da guarda fúnebre dá voz de “Apresentar arma” e “Olhar à direita”, 
quando então o féretro desfila diante da tropa em continência, tocando a banda de música, se presente, marcha 
fúnebre; e 
IV - a salva e o “Toque de silêncio”, se devidos, são executados ao baixar o corpo à sepultura. 
Art. 9-1-12 Prescrições especiais para os dias de funeral e luto oficial - Nos dias de funeral e de luto oficial: 
I - não são executados toques de continência nem dadas salvas por outros motivos que não sejam os previstos 
neste Título, a menos que especificamente autorizado pelos Comandantes de Distrito Naval; 
II - a Bandeira Nacional é hasteada à meia adriça, sendo observado o cerimonial completo, com todas as honras 
e toques de continência; durante postos de combate ou por ocasião de fotografias ou filmagem é atopetada; 
quando conduzida por tropa, ostenta o sinal de luto. Enquanto perdurar o luto oficial, permanecerá à meia 
adriça, também, após o pôr do Sol e até as 23:59h do último dia estabelecido; 
III - não é executado o Hino Nacional, exceto por ocasião do Cerimonial à Bandeira Nacional; 
IV - a Bandeira do Cruzeiro é hasteada à meia adriça acompanhando a Bandeira Nacional; 
V - nas OM onde se realizem honras fúnebres, as guardas e sentinelas têm as armas em funeral; 
VI - para os procedimentos não previstos neste Cerimonial referentes às honras fúnebres, são cumpridas as 
disposições do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas; 
e 
VII - mediante autorização do Comandante do Distrito Naval da área, as cerimônias militares, tais como 
formaturas e graduações, cujas datas de realização, por serem especiais, não devem ser alteradas, podem ser 
realizadas por completo, observado o inciso I deste artigo. 
Art. 9-1-13 Quando não são prestadas as honras - As honras fúnebres não são prestadas, mas transferidas, se 
possível, para outra ocasião: 
I - nos dias de festa nacional; e 
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II - nos dias de grande gala do país estrangeiro, em cujo porto se encontrar navio da MB. 
Art. 9-1-14 Quando podem ser dispensadas - As honras fúnebres podem ser dispensadas, a critério da autoridade 
competente: 
I - quando o falecido as houver dispensado em vida; 
II - quando solicitação nesse sentido partir da própria família; 
III - quando a comunicação do falecimento chegar tardiamente; 
IV - no caso de perturbação da ordem pública; e 
V - em condições adversas de tempo. 
Art. 9-1-15 No Dia dos Mortos - No dia 2 de novembro, data consagrada ao culto aos mortos: 
I - os navios e OM embandeiram à meia adriça de 08:00 h até as 23:59h; eII - durante o embandeiramento à 
meia adriça, as embarcações miúdas mantêm nessa posição a Bandeira Nacional. 
Art. 9-1-16 Presente em porto nacional navio de guerra estrangeiro - guerra estrangeiros, o COMAPEM: 
I - manda, com a possível antecedência, oficial participar aos COMAPEM estrangeiros o motivo e a natureza das 
honras fúnebres que são prestadas pelos navios da MB; e 
II - terminadas as honras fúnebres, manda oficial agradecer aos COMAPEM dos navios estrangeiros que nelas 
houverem tomado parte. 
Art. 9-1-17 Em países Estrangeiros - Não obstante o disposto neste Cerimonial, as honras fúnebres em países 
estrangeiros devem pautar-se ao que for neles de uso. 
Art. 9-1-18 Guarda fúnebre em porto estrangeiro - Quando em porto estrangeiro ocorrer, a bordo de navio da MB, 
o falecimento de militar ou civil com direito a honras fúnebres, compete ao COMAPEM solicitar à autoridade local 
competente, por intermédio do agente diplomático ou consular brasileiro, permissãopara desembarcar a guarda 
fúnebre, que junto ou não com a escolta fúnebre tiver de prestar as devidas honras. 
 
CAPÍTULO 2 - FALECIMENTO DE AUTORIDADES 
 
Art. 9-2-1 Presidente da República - Quando ocorrer o falecimento do Presidente da República, os navios da MB prestam 
as seguintes honras fúnebres: 
I - navios surtos no porto onde forem conduzidas as honras: 
a) na hora determinada para o início das honras fúnebres, içam o embandeiramento à meia adriça; 
b) a estação de salva ou o navio designado salva com vinte e um tiros; quinze minutos após, inicia nova salva de 
vinte e um tiros, com o intervalo entre os tiros convenientemente ajustado para que o último ocorra quinze minutos 
antes do término das honras fúnebres; ao término das honras é dada outra salva de vinte e um tiros; 
c) logo após a execução do último tiro, os navios arriam o embandeiramento à meia adriça e hasteiam à meia adriça 
a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro; e 
d) se o enterro se der em data posterior ao dia do início das honras, os vinte e um tiros periódicos são iniciados ao 
nascer do sol do dia do enterro. 
II - navios surtos em outros portos, no dia designado por autoridade competente, prestam honras idênticas às 
descritas no inciso I, de conformidade com os entendimentos junto ao Governador ou primeira autoridade local, quando 
nos portos nacionais, ou agentes diplomáticos ou consulares brasileiros, quando nos portos estrangeiros. 
Art. 9-2-2 Chefe de nação Estrangeira - Quando em porto nacional forem determinadas honras fúnebres por motivo de 
falecimento de Chefe de Nação estrangeira, os navios da MB prestam as honras previstas para o Presidente da República, 
com as seguintes alterações: 
I - a Bandeira Nacional hasteada à meia adriça no mastro principal é substituída pela bandeira da nação enlutada; 
II - não são dados os tiros periódicos; e 
III - caso estejam presentes navios de guerra da nação enlutada, são observados os horários de início e término das 
honras fúnebres realizadas pelos visitantes. 
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Art. 9-2-3 Ministro da Defesa e Comandante da Marinha - Quando ocorrer o falecimento do Ministro da Defesa ou do 
Comandante da Marinha, as OM da MB prestam as seguintes honras fúnebres: 
I - OM de terra sediadas e navios surtos no porto onde forem conduzidas as honras: 
a) na hora determinada para o início das honras fúnebres, hasteiam à meia adriça a Bandeira Nacional e, os navios, 
também a do Cruzeiro; 
b) simultaneamente, a estação de salva ou o navio designado inicia salva de dezenove tiros, com o intervalo entre 
os tiros convenientemente ajustado para que o último ocorra quinze minutos antes do término das honras fúnebres; ao 
término das honras é dada nova salva com dezenove tiros; 
c) logo após a execução do último tiro, são atopetadas a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro; e 
d) se o enterro se der em data posterior ao dia do início das honras, os dezenove tiros periódicos são iniciados ao 
nascer do sol do dia do enterro. 
II - em outras localidades, inclusive estrangeiras, hasteiam à meia adriça a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro, desde 
o início até o término das honras fúnebres. 
Art. 9-2-4 Governador de Estado - Por ocasião de falecimento de Governador de Unidade da Federação, os navios da 
MB que se encontrarem em porto da respectiva Unidade prestam as honras fúnebres idênticas às previstas para o 
Ministro da Defesa. 
Art. 9-2-5 Almirantado - Quando ocorrer o falecimento de um dos membros do Almirantado, as OM da MB prestam as 
honras fúnebres idênticas às previstas para o Ministro da Defesa, sem tiros periódicos e com a salva, ao término das 
honras fúnebres,de dezessete tiros. 
Art. 9-2-6 Demais Almirantes - Quando ocorrer o falecimento de Almirante que não seja membro do Almirantado, são 
prestadas as seguintes honras fúnebres: 
I - na hora determinada para início das honras, os navios e unidades subordinadas, surtos ou localizadas no porto 
onde serão conduzidas as honras, hasteiam à meia adriça a Bandeira Nacional e, os navios, também a do Cruzeiro; 
II - caso a autoridade falecida exercesse cargo de Comando ou Direção, seu pavilhão é hasteado à meia adriça no 
capitânia ou OM onde servia, conforme o caso; 
III - ao término das honras, a estação de salva, o navio, ou unidade designada dá salva correspondente à autoridade 
falecida; e 
IV - logo após o último tiro, a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro são atopetadas e arriado o pavilhão. 
Art. 9-2-7 Oficial superior Comandante de Força - Por ocasião de falecimento de Oficial Superior Comandante de Força, 
são prestadas, pelos navios e unidades subordinados, no que couber, as honras fúnebres estabelecidas para Almirantes. 
Art. 9-2-8 Comandante de navio - Ao Comandante de navio da MB que falecer, qualquer que seja o seu posto, são 
prestadas as seguintes honras fúnebres: 
I - quando ocorrer a bordo, até a saída do corpo, o navio que comandava hasteia à meia adriça a Bandeira Nacional, 
do Cruzeiro e a Flâmula de Comando; se o navio for Capitânia, a Flâmula de Comando é hasteada à meia adriça, sem 
prejuízo do pavilhão de Comandante de Força que se encontra hasteado; logo após a saída, são atopetadas a Bandeira 
Nacional e a do Cruzeiro e arriada a Flâmula de Comando; e 
II - quando ocorrer em terra, as honras fúnebres são as previstas para serem prestadas a militar da MB falecido em 
terra, com a participação de guarda fúnebre. 
Art. 9-2-9 Servidor público - No navio da MB onde ocorrer o falecimento de servidor público brasileiro, por ocasião da 
saída do corpo de bordo é hasteada à meia adriça a Bandeira Nacional. 
Art. 9-2-10 Agente Diplomático - Quando ocorrer o falecimento de agente diplomático brasileiro no país em que for 
acreditado, os navios da MB que se encontrarem em porto do mesmo país prestam as seguintes honras fúnebres: 
I - para Embaixador: 
a) no dia do funeral, mantêm hasteadas à meia adriça a Bandeira Nacional e a bandeira-insígnia de Embaixador, 
ambas no mastro principal, e a do Cruzeiro, desde às 08:00 h até o pôr do Sol, ou até a hora do sepultamento, caso ocorra 
antes; 
b) no pôr do Sol ou no momento do sepultamento, caso ocorra antes, o navio do COMAPEM atopeta o pavilhão de 
Embaixador e dá uma salva de dezenove tiros; e 
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c) logo após a execução do último tiro, são atopetadas a Bandeira Nacional e a do Cruzeiro e arriada a bandeira-
insígnia, quando terminam as honras fúnebres; e 
II - para Chefes de Missão, as devidas a Embaixador, devendo a bandeira-insígnia correspondente ser hasteada, à 
meia adriça, apenas no navio do COMAPEM e o número de tiros da salva, o que competia à autoridade quando viva. 
Art. 9-2-11 Agente Consular - Quando ocorrer o falecimento de agente consular brasileiro em país estrangeiro, os navios 
da MB que se encontrarem em porto sob a jurisdição do respectivo distrito consular prestam as honras fúnebres devidas 
a agente diplomático Chefe de Missão, devendo a bandeira-insígnia correspondente ser hasteada, à meia adriça, apenas 
por ocasião da salva, sendo arriada ao término. 
 
CAPÍTULO 3 - FALECIMENTO DE MILITARES DA MB INATIVOS 
 
Art. 9-3-1 Quando são prestadas - Mediante solicitação expressa da família de militar falecido na situação de 
inatividade, os Comandantes de Distrito Naval podem autorizar que sejam prestadas honras fúnebres, como 
previsto neste Cerimonial. 
Art. 9-3-2 Ex-Ministros da Marinha e ex-Comandantes da Marinha - Aos ex-Ministros da Marinha e ex-
Comandantes da Marinha cabem as seguintes honras: 
I - guarda fúnebre, com o efetivo de uma companhia, formada em alas no interior da necrópole, e grupo de 
combate nas proximidades da sepultura, o qual realiza as descargas de fuzilaria; 
II - comissão de representação designada e chefiada pelo COMAP na área de jurisdição do Distrito Naval onde 
se situa a necrópole; e 
III - honras de portaló ao alcançar o féretro a guarda fúnebre. 
Art. 9-3-3 Almirantes - Aos Almirantes cabem as seguintes honras: 
I - guarda fúnebre com o efetivo de um pelotão, formado em alas no interior da necrópole, e grupo de combate 
nas proximidades da sepultura, o qual realiza as descargas de fuzilaria; 
II - comissão de representação designada pelo Comandante de Distrito Naval, em cuja área de jurisdição se situa 
a necrópole, chefiada por Contra-Almirante; e 
III - honras de portaló ao alcançar o féretro a guarda fúnebre. 
Art. 9-3-4 Oficiais Superiores - Aos oficiais superiores cabem as seguintes honras: 
I - guarda fúnebre, com o efetivo de um grupo de combate, nas proximidades da sepultura, o qual realiza as 
descargas de fuzilaria; e 
II - comissão de representação designada pelo Comandante de Distrito Naval, em cuja área de jurisdição se situa 
a necrópole, chefiada por oficial superior. 
Art. 9-3-5 Oficiais Intermediários e Subalternos - Aos oficiais intermediários e subalternos cabem a seguinte honra: 
Comissão de representação designada pelo Comandante de Distrito Naval, em cuja área de jurisdição se situa a 
necrópole, chefiada por oficial intermediário. 
Art. 9-3-6 Praças - Às praças cabem as seguintes honras: 
I - suboficiais e sargentos: Comissão de representação designada pelo Comandante de Distrito Naval, em cuja 
área de jurisdição se situa a necrópole, chefiada por oficial subalterno; 
II - cabos, marinheiros e soldados: Comissão de representação designada pelo Comandante de Distrito Naval, 
em cuja área de jurisdição se situa a necrópole, chefiada por suboficial ou primeiro-sargento. 
Art. 9-3-7 Reduções das honras devidas - A critério do COMAP, no caso de ex-Ministros da Marinha, ou do 
Comandante de Distrito Naval, nos demais casos, as honras fúnebres previstas para militares inativos podem ser 
reduzidas, tendo em vista a disponibilidade de meios, os efetivos de pessoal e a localização da necrópole. 
 
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ESTATUTO DOS MILITARES 
 
TÍTULO I - Generalidades 
CAPÍTULO 1- Disposições Preliminares 
Art. 1º - O presente Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos membros das 
Forças Armadas. 
Art. 2° - As Forças Armadas, essenciais à execução da política de segurança nacional, são constituídas pela Marinha, 
pelo Exército e pela Aeronáutica, e destinam-se a defender a Pátria e a garantir os poderes constituídos, a lei e a 
ordem. São Instituições nacionais, permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, 
sob a autoridade suprema do Presidente da República e dentro dos limites da lei. 
Art. 3° - Os membros das Forças Armadas, em razão de sua destinação constitucional, formam uma categoria 
especial de servidores da Pátria e são denominados militares. 
§ 1º - Os militares encontram-se em uma das seguintes situações: 
a) na ativa: 
I - os de carreira; 
II - os incorporados às Forças Armadas para prestação de serviço militar inicial, durante os prazos previstos na 
legislação que trata do serviço militar, ou durante as prorrogações daqueles prazos; 
III - os componentes da reserva das Forças Armadas quando convocados, reincluídos, designados ou 
mobilizados; 
IV - os alunos de órgão de formação de militares da ativa e da reserva; e 
V - em tempo de guerra, todo cidadão brasileiro mobilizado para o serviço ativo nas Forças Armadas. 
b) na inatividade: 
I - os da reserva remunerada, quando pertençam à reserva das Forças Armadas e percebam remuneração da 
União, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação ou mobilização; 
II - os reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores estejam dispensados, 
definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuem a perceber remuneração da União; e 
III - os da reserva remunerada e, excepcionalmente, os reformados, executando tarefa por tempo certo, 
segundo regulamentação para cada Força Armada. 
(Redação dada pela Lei no 9.442, de 14 de março de 1997) (Vide Decreto no 4.307, de 2002) 
§ 2º - Os militares de carreira são os da ativa que, no desempenho voluntário e permanente do serviço militar, 
tenham vitaliciedade assegurada ou presumida. 
Art. 4° - São considerados reserva das Forças Armadas: 
I - individualmente: 
a) os militares da reserva remunerada; e 
b) os demais cidadãos em condições de convocação ou de mobilização para a ativa. 
II - no seu conjunto: 
a) as Polícias Militares; e 
b) os Corpos de Bombeiros Militares. 
§ 1o - A Marinha Mercante, a Aviação Civil e as empresas declaradas diretamente devotadas às finalidades 
precípuas das Forças Armadas, denominada atividade efeitos de mobilização e de emprego, reserva das Forças 
Armadas. 
§ 2o - O pessoal componente da Marinha Mercante, da Aviação Civil e das empresas declaradasdiretamente 
relacionadas com a segurança nacional, bem como os demais cidadãos em condições de convocação ou mobilização 
para a ativa, só serão considerados militares quando convocados ou mobilizados para o serviço nas Forças 
Armadas. 
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Art. 5° - A carreira militar é caracterizada por atividade continuada e inteiramente devotada às finalidades precípuas 
das Forças Armadas, denominada atividade militar. 
§ 1o - A carreira militar é privativa do pessoal da ativa, inicia-se com o ingresso nas Forças Armadas e obedece 
às diversas sequências de graus hierárquicos. 
§ 2o - São privativas de brasileiro nato as carreiras de oficial da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. 
Art. 6° - São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em 
atividade” ou “em atividade militar”, conferidas aos militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou 
missão, serviço ou atividade militar ou considerada de natureza militar, nas organizações militares das Forças Armadas, bem 
como na Presidência da República, na Vice-Presidência da República, no Ministério da Defesa e nos demais órgãos quando 
previsto em lei, ou quando incorporados às Forças Armadas. (Redação dada pela Medida Provisória no 2.215-10, de 31 de 
agosto de 2001) 
Art. 7° - A condição jurídica dos militares é definida pelos dispositivos da Constituição que lhes sejam aplicáveis, 
por este Estatuto e pela Legislação, que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. 
Art. 8o - O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber: 
I - aos militares da reserva remunerada e reformados; 
II - aos alunos de órgão de formação da reserva; 
III - aos membros do Magistério Militar; e 
IV - aos Capelães Militares. 
Art. 9o - Os oficiais-generais nomeados Ministros do Superior Tribunal Militar, os membros do Magistério Militar e 
os Capelães Militares são regidos por legislação específica. 
 
CAPÍTULO 3 
Da Hierarquia Militar e da Disciplina 
Art. 14 - A hierarquia e a disciplina são a base institucional das Forças Armadas. A autoridade e a responsabilidade 
crescem com o grau hierárquico. 
§ 1o - A hierarquia militar é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes, dentro da estrutura das Forças 
Armadas. A ordenação se faz por postos ou graduações; dentro de um mesmo posto ou graduação se faz pela 
antiguidade no posto ou na graduação. O respeito à hierarquia é consubstanciado no espírito de acatamento à 
sequência de autoridade. 
§ 2o - Disciplina é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições 
que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo 
perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo. 
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§ 3o - A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos em todas as circunstâncias da vida entre militares 
da ativa, da reserva remunerada e reformados. 
Art. 15 - Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os militares da mesma categoria e têm a finalidade 
de desenvolver o espírito de camaradagem, em ambiente de estima e confiança, sem prejuízo do respeito mútuo. 
Art. 16 - Os círculos hierárquicos e a escala hierárquica nas Forças Armadas, bem como a correspondência entre os 
postos e as graduações da Marinha, do Exército e da Aeronáutica são fixados nos parágrafos seguintes e no Quadro 
em anexo. 
 
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§ 1o - Posto é o grau hierárquico do oficial, conferido por ato do Presidente da República ou do Ministro de 
Força Singular e confirmado em Carta Patente. 
§ 2o - Os postos de Almirante, Marechal e Marechal-do-Ar somente serão providos em tempo de guerra. 
§ 3o - Graduação é o grau hierárquico da praça, conferido pela autoridade militar competente. 
§ 4o - Os Guardas-Marinha, os Aspirantes-a-Oficial e os alunos de órgãos específicos de formação de militares 
são denominados praças especiais. 
§ 5o - Os graus hierárquicos inicial e final dos diversos Corpos, Quadros, Armas, Serviços, Especialidades ou 
Subespecialidades são fixados, separadamente, para cada caso, na Marinha, no Exército e na Aeronáutica. 
§ 6o - Os militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, cujos graus hierárquicos tenham denominação 
comum, acrescentarão aos mesmos, quando julgado necessário, a indicação do respectivo Corpo, Quadro, Arma 
ou Serviço e, se ainda necessário, a Força Armada a que pertencerem, conforme os regulamentos ou normas em 
vigor. 
§ 7o - Sempre que o militar da reserva remunerada ou reformado fizer uso do postoou graduação, deverá fazê-
lo com as abreviaturas respectivas de sua situação. 
Art. 17 - A precedência entre militares da ativa do mesmo grau hierárquico, ou correspondente, é assegurada 
pela antiguidade no posto ou graduação, salvo nos casos de precedência funcional estabelecida em lei. 
§ 1o - A antiguidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da assinatura do ato da respectiva 
promoção, nomeação, declaração ou incorporação, salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. 
§ 2o - No caso do parágrafo anterior, havendo empate, a antiguidade será estabelecida: 
a) entre militares do mesmo Corpo, Quadro, Arma ou Serviço, pela posição nas respectivas escalas numéricas 
ou registros existentes em cada força; 
b) nos demais casos, pela antiguidade no posto ou graduação anterior; se, ainda assim, subsistir a igualdade, 
recorrer-se-á, sucessivamente, aos graus hierárquicos anteriores, à data de praça e à data de nascimento para 
definir a precedência, e, neste último caso, o de mais idade será considerado o mais antigo; 
c) na existência de mais de uma data de praça, inclusive de outra Força Singular, prevalece a antiguidade do 
militar que tiver maior tempo de efetivo serviço na praça anterior ou nas praças anteriores; e 
d) entre os alunos de um mesmo órgão de formação de militares, de acordo com o regulamento do respectivo 
órgão, se não estiverem especificamente enquadrados nas letras a, b e c. 
§ 3o - Em igualdade de posto ou de graduação, os militares da ativa têm precedência sobre os da inatividade. 
§ 4o - Em igualdade de posto ou de graduação, a precedência entre os militares de carreira na ativa e os da 
reserva remunerada ou não, que estejam convocados, é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou 
graduação. 
Art. 18 - Em legislação especial, regular-se-á: 
I - a precedência entre militares e civis, em missões diplomáticas, ou em comissão no País ou no estrangeiro; e 
II - a precedência nas solenidades oficiais. 
Art. 19 - A precedência entre as praças especiais e as demais praças é assim regulada: 
I - os Guardas-Marinha e os Aspirantes-a-Oficial são hierarquicamente superiores às demais praças; 
II - os Aspirantes, alunos da Escola Naval, e os Cadetes, alunos da Academia Militar das Agulhas Negras e da Academia 
da Força Aérea, bem como os alunos da Escola de Oficiais Especialistas da Aeronáutica, são hierarquicamente superiores 
aos suboficiais e aos subtenentes; 
III - os alunos de Escola Preparatória de Cadetes e do Colégio Naval têm precedência sobre os Terceiros-Sargentos, 
aos quais são equiparados; 
IV - os alunos dos órgãos de formação de oficiais da reserva, quando fardados, têm precedência sobre os Cabos, aos 
quais são equiparados; e 
V - os Cabos têm precedência sobre os alunos das escolas ou dos centros de formação de sargentos, que a eles são 
equiparados, respeitada, no caso de militares, a antiguidade relativa. 
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TÍTULO I 
Capítulo 4 - Do Cargo e da Função Militares 
 
Art. 20 – Cargo militar é um conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades cometidos a um militar em 
serviço ativo. 
§ 1o – O cargo militar, a que se refere este artigo, é o que se encontra especificado nos Quadros de Efetivo 
ou Tabelas de Lotação das Forças Armadas ou previsto, caracterizado ou definido como tal em outras 
disposições legais. 
§ 2o – As obrigações inerentes ao cargo militar devem ser compatíveis com o correspondente grau 
hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específica. 
Art. 21 – Os cargos militares são providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de 
qualificação exigidos para o seu desempenho. 
Parágrafo único – O provimento de cargo militar far-se-á por ato de nomeação ou determinação expressa da 
autoridade competente. 
Art. 22 – O cargo militar é considerado vago a partir de sua criação e até que um militar nele tome posse, ou 
desde o momento em que o militar exonerado, ou que tenha recebido determinação expressa da autoridade 
competente, o deixe e até que outro militar nele tome posse de acordo com as normas de provimento previstas 
no parágrafo único do artigo anterior. 
Parágrafo único – Consideram-se também vagos os cargos militares cujos ocupantes tenham: 
a) falecido; 
b) sido considerados extraviados; 
c) sido feitos prisioneiros; e 
d) sido considerados desertores. 
Art. 23 – Função militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo militar. 
Art. 24 – Dentro de uma mesma organização militar, a sequência de substituições para assumir cargo ou 
responder por funções, bem como as normas, atribuições e responsabilidades relativas, são as estabelecidas 
na legislação ou regulamentação específica, respeitadas a precedência e a qualificação exigidas 
para o cargo ou o exercício da função. 
Art. 25 – O militar ocupante de cargo provido em caráter efetivo ou interino, de acordo com o parágrafo único 
do artigo 21, faz jus aos direitos correspondentes ao cargo, conforme previsto em dispositivo legal. 
Art. 26 – As obrigações que, pela generalidade, peculiaridade, duração, vulto ou natureza, não são catalogadas 
como posições tituladas em "Quadro de Efetivo", "Quadro de Organização", "Tabela de Lotação" ou dispositivo 
legal, são cumpridas como encargo, incumbência, comissão, serviço ou atividade, militar ou de natureza 
militar. 
Parágrafo único – Aplica-se, no que couber, a encargo, incumbência, comissão, serviço ou atividade, militar ou 
de natureza militar, o disposto neste Capítulo para cargo militar. 
 
TÍTULO II Das Obrigações e dos Deveres Militares 
CAPÍTULO 1 - Das Obrigações Militares 
SEÇÃO I - Do Valor Militar 
 
Art. 27 - São manifestações essenciais do valor militar: 
I - o patriotismo, traduzido pela vontade inabalável de cumprir o dever militar e pelo solene juramento de 
fidelidade à Pátria até com o sacrifício da própria vida; 
II - o civismo e o culto das tradições históricas; 
III - a fé na missão elevada das Forças Armadas; 
IV - o espírito de corpo, orgulho do militar pela organização onde serve; 
V - o amor à profissão das armas e o entusiasmo com que é exercida; e 
VI - o aprimoramento técnico-profissional. 
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SEÇÃO II Da Ética Militar 
 
Art. 28 - O sentimento do dever, o pundonor militar e o decoro da classe impõem, a cada um dos integrantes das 
Forças Armadas, conduta moral e profissional irrepreensíveis, com a observância dos seguintes preceitos da ética 
militar: 
I - amar a verdade e a responsabilidade como fundamento de dignidade pessoal; 
II - exercer, com autoridade, eficiência e probidade, as funções que lhe couberem em decorrência do cargo; 
III - respeitar a dignidade da pessoa humana; 
IV - cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as instruções e as ordens das autoridades competentes; 
V - ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados; 
VI - zelar pelo preparo próprio, moral, intelectual e físico e, também, pelo dos subordinados, tendo em vista o 
cumprimento da missão comum; 
VII - empregar todas as suas energias em benefício do serviço; 
VIII - praticar a camaradagem e desenvolver, permanentemente, o espírito de cooperação; 
IX - ser discreto em suas atitudes, maneiras e em sua linguagem escrita e falada; 
X - abster-se de tratar, fora do âmbito apropriado, de matéria sigilosa de qualquer natureza; 
XI - acatar as autoridades civis; 
XII - cumprir seus deveres de cidadão; 
XIII - proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular; 
XIV - observar as normas da boa educação; 
XV - garantir assistência moral e material ao seu lar e conduzir-se como chefe de família modelar; 
XVI - conduzir-se, mesmo fora do serviço ou quando já na inatividade, de modo que não sejam prejudicados os 
princípios da disciplina, do respeito e do decoro militar; 
XVII - abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou 
para encaminhar negócios particulares ou de terceiros; 
XVIII - abster-se, na inatividade, do uso das designações hierárquicas; 
a) em atividades político-partidárias; 
b) em atividades comerciais; 
c) em atividades industriais; 
d) para discutir ou provocar discussões pela imprensa a respeito de assuntos políticos ou militares, 
excetuando-se os de natureza exclusivamente técnica, se devidamente autorizado; e 
e) no exercício de cargo ou função de natureza civil, mesmo que seja na Administração Pública. 
XIX - zelar pelo bom nome das Forças Armadas e de cada um de seus integrantes, obedecendo e fazendo 
obedecer os preceitos da ética militar. 
Art. 29 - Ao militar da ativa é vedado comerciar ou tomar parte na administração ou gerência de sociedade ou dela 
ser sócio ou participar, exceto como acionista ou quotista, em sociedade anônima ou por quotas de 
responsabilidade limitada. 
§ 1o - Os integrantes da reserva, quando convocados, ficam proibidos de tratar, nas organizações militares e nas 
repartições públicas civis, de interesse de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. 
§ 2o - Os militares da ativa podem exercer, diretamente, a gestão de seus bens, desde que não infrinjam o 
disposto no presente artigo. 
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§ 3o - No intuito de desenvolver a prática profissional, é permitido aos oficiais titulares dos Quadros ou Serviços 
de Saúde e de Veterinária o exercício de atividade técnico-profissional no meio civil, desde que tal prática não 
prejudique o serviço e não infrinja o disposto neste artigo. 
Art. 30 – Os Ministros das Forças Singulares poderão determinar aos militares da ativa da respectiva Força que, 
no interesse da salvaguarda da dignidade dos mesmos, informem sobre a origem e natureza dos seus bens, sempre 
que houver razões que recomendem tal medida. 
 
Capítulo 2 - Dos Deveres Militares 
SEÇÃO I Conceituação 
 
Art. 31 - Os deveres militares emanam de um conjunto de vínculos racionais, bem como morais, que ligam o 
militar à Pátria e ao seu serviço, e compreendem, essencialmente: 
 I - a dedicação e a fidelidade à Pátria, cuja honra, integridade e instituições devem ser defendidas mesmo 
com o sacrifício da própria vida; 
II - o culto aos Símbolos Nacionais; 
III - a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias; 
IV - a disciplina e o respeito à hierarquia; 
V - o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens; e 
VI - a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. 
 
SEÇÃO II 
Do Compromisso Militar 
Art. 32 - Todo cidadão, após ingressar em uma das Forças Armadas mediante incorporação, matrícula ou nomeação, 
prestará compromisso de honra, no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres militares 
e manifestará a sua firme disposição de bem cumpri-los. 
Art. 33 - O compromisso do incorporado, do matriculado e do nomeado, a que se refere o artigo anterior, terá 
caráter solene e será sempre prestado sob a forma de juramento à Bandeira na presença de tropa ou guarnição 
formada, conforme os dizeres estabelecidos nos regulamentos específicos das Forças Armadas, e tão logo o militar 
tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento de seus deveres como integrante 
das Forças Armadas. 
§ 1o - O compromisso de Guarda-Marinha ou Aspirante-a-Oficial é prestado nos estabelecimentos de formação, 
obedecendo o cerimonial ao fixado nos respectivos regulamentos. 
§ 2o - O compromisso como oficial, quando houver, será regulado em cada Força Armada. 
SEÇÃO III 
Do Comando e da Subordinação 
Art. 34 - Comando é a soma de autoridade, deveres e responsabilidades de que o militar é investido legalmente 
quando conduz homens ou dirige uma organização militar. O comando é vinculado ao grau hierárquico e constitui 
uma prerrogativa impessoal, em cujo exercício o militar se define e se caracteriza como chefe. 
Parágrafo único - Aplica-se à direção e à chefia de organização militar, no que couber, o estabelecido para comando. 
Art. 35 - A subordinação não afeta, de modo algum, a dignidade pessoal do militar e decorre, exclusivamente, da 
estrutura hierarquizada das Forças Armadas. 
Art. 36 - O oficial é preparado, ao longo da carreira, para o exercício de funções de comando, de chefia e de direção. 
Art. 37 - Os graduados auxiliam ou complementam as atividades dos oficiais, quer no adestramento e no emprego 
de meios, quer na instrução e na administração. 
Parágrafo único - No exercício das atividades mencionadas neste artigo e no comando de elementos subordinados, 
os suboficiais, os subtenentes e os sargentos deverão impor-se pela lealdade, pelo exemplo e pela capacidade 
profissional e técnica, incumbindo-lhesassegurar a observância minuciosa e ininterrupta das ordens, das regras do 
serviço e das normas operativas pelas praças que lhes estiverem diretamente subordinadas e a manutenção da 
coesão e do moral das mesmas praças em todas as circunstâncias. 
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Art. 38 - Os Cabos, Taifeiros Mores, Soldados de Primeira Classe, Taifeiros de Primeira Classe, Marinheiros, 
Soldados, Soldados de Segunda Classe e Taifeiros de Segunda Classe são, essencialmente, elementos de execução. 
Art. 39 - Os Marinheiros Recrutas, Recrutas, Soldados Recrutas e Soldados de Segunda Classe constituem os 
elementos incorporados às Forças Armadas para a prestação do serviço militar inicial. 
Art. 40 - Às praças especiais cabe a rigorosa observância das prescrições dos regulamentos que lhes são pertinentes, 
exigindo-se-lhes inteira dedicação ao estudo e ao aprendizado técnico-profissional. 
Parágrafo único - Às praças especiais também se assegura a prestação do serviço militar inicial. 
Art. 41 - Cabe ao militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar, pelas ordens que emitir e pelos atos 
que praticar. 
Art. 42 – A violação das obrigações ou dos deveres militares constituirá crime, contravenção ou transgressão 
disciplinar, conforme dispuser a legislação ou regulamentação específica. 
§ 1o – A violação dos preceitos da ética militar será tão mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de 
quem a cometer. 
§ 2o – No concurso de crime militar e de contravenção ou transgressão disciplinar, quando forem da mesma 
natureza, será aplicada somente a pena relativa ao crime. 
 
 
CAPÍTULO 3 - Da Violação das Obrigações e dos Deveres Militares 
 
SEÇÃO I 
Conceituação 
Art. 42 – A violação das obrigações ou dos deveres militares constituirá crime, contravenção ou transgressão 
disciplinar, conforme dispuser a legislação ou regulamentação específica. 
§ 1o – A violação dos preceitos da ética militar será tão mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico 
de quem a cometer. 
§ 2o – No concurso de crime militar e de contravenção ou transgressão disciplinar, quando forem da mesma 
natureza, será aplicada somente a pena relativa ao crime. 
Art. 43 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos, ou a falta de exação no cumprimento 
dos mesmos, acarreta para o militar responsabilidade funcional, pecuniária, disciplinar ou penal, consoante a 
legislação específica. 
Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional, pecuniária, disciplinar ou penal poderá concluir pela 
incompatibilidade do militar com o cargo, ou pela incapacidade para o exercício das funções militares a ele 
inerentes. 
Art. 44 – O militar que, por sua atuação, se tornar incompatível com o cargo, ou demonstrar incapacidade no 
exercício de funções militares a ele inerentes, será afastado do cargo. 
§ 1o – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da 
função: 
a) o Presidente da República; 
b) os titulares das respectivas pastas militares e o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas; e 
c) os comandantes, os chefes e os diretores, na conformidade da legislação ou regulamentação específica de 
cada Força Armada. 
§ 2o – O militar afastado do cargo, nas condições mencionadas neste artigo, ficará privado do exercício de 
qualquer função militar até a solução do processo ou das providências legais cabíveis. 
Art. 45 – São proibidas quaisquer manifestações coletivas, tanto sobre atos de superiores quanto as de caráter 
reivindicatório ou político. 
 
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SEÇÃO II 
Dos Crimes Militares 
 
Art. 46 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares, em tempo de paz e em tempo de guerra, 
e dispõe sobre a aplicação aos militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. 
 
SEÇÃO III 
Das Contravenções ou Transgressões Disciplinares 
 
Art. 47 – Os regulamentos disciplinares das Forças Armadas especificarão e classificarão as contravenções ou 
transgressões disciplinares e estabelecerão as normas relativas à amplitude e aplicação das penas disciplinares, à 
classificação do comportamento militar e à interposição de recursos contra as penas disciplinares. 
§ 1o – As penas disciplinares de impedimento, detenção ou prisão não podem ultrapassar 30 (trinta) dias. 
§ 2o – À praça especial aplicam-se, também, as disposições disciplinares previstas no regulamento do 
estabelecimento de ensino onde estiver matriculada. 
 
SEÇÃO IV 
Dos Conselhos de Justificação e de Disciplina 
 
Art. 48 – O oficial presumivelmente incapaz de permanecer como 
militar da ativa será, na forma da legislação específica, submetido a Conselho de Justificação. 
§ 1o – O oficial, ao ser submetido a Conselho de Justificação, poderá ser afastado do exercício de suas funções, 
a critério do respectivo Ministro, conforme estabelecido em legislação específica. 
§ 2o – Compete ao Superior Tribunal Militar, em tempo de paz, ou a Tribunal Especial, em tempo de guerra, 
julgar, em instância única, os processos oriundos dos Conselhos de Justificação, nos casos previstos em lei 
específica. 
§ 3o – A Conselho de Justificação poderá, também, ser submetido o oficial da reserva remunerada ou reformado 
presumivelmente incapaz de permanecer na situação de inatividade em que se encontra. 
Art. 49 – O Guarda-Marinha, o Aspirante-a-Oficial e as praças com estabilidade assegurada, presumivelmente 
incapazes de permanecerem como militares da ativa serão submetidos a Conselho de Disciplina e afastados das 
atividades que estiverem exercendo, na forma de regulamentação específica. 
§ 1o – O Conselho de Disciplina obedecerá a normas comuns às trêsForças Armadas. 
§ 2o – Compete aos Ministros das Forças Singulares julgar, em últimainstancia, os processos oriundos dos 
Conselhos de Disciplina convocados no âmbito das respectivas Forças Armadas. 
§ 3o – A Conselho de Disciplina poderá, também, ser submetida a praça na reserva remunerada ou reformada, 
presumivelmente incapaz de permanecer na situação de inatividade em que se encontra. 
 
TÍTULO III Dos Direitos e das Prerrogativas dos Militares 
CAPÍTULO I Dos Direitos 
 
SEÇÃO I 
Enumeração 
Art. 50 - São direitos dos militares: 
I - a garantia da patente em toda a sua plenitude, com as vantagens, prerrogativas e deveres a ela inerentes, 
quando oficial, nos termos da Constituição; 
II - o provento calculado com base no soldo integral do posto ou graduação que possuía quando da transferência 
para a inatividade remunerada, se contar com mais de trinta anos de serviço; (Redação dada pela Medida Provisória 
no 2.215-10, de 31.8.2001) 
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III - o provento calculado com base no soldo integral do posto ou graduação quando, não contando trinta anos 
de serviço, for transferido para a reserva remunerada, ex officio, por ter atingido a idade-limite de permanência 
em atividade no posto ou na graduação, ou ter sido abrangido pela quota compulsória; e 
(Redação dada pela Medida Provisória no 2.215-10, de 31.8.2001) 
IV - nas condições ou nas limitações impostas na legislação e regulamentação específicas: 
a) a estabilidade, quando praça com 10 (dez) ou mais anos de tempo de efetivo serviço; 
b) o uso das designações hierárquicas; 
c) a ocupação de cargo correspondente ao posto ou à graduação; 
d) a percepção de remuneração; 
e) a assistência médico-hospitalar para si e seus dependentes, assim entendida como o conjunto de atividades 
relacionadas com a prevenção, conservação ou recuperação da saúde, abrangendo serviços profissionais médicos, 
farmacêuticos e odontológicos, bem como o fornecimento, a aplicação de meios e os cuidados e demais atos 
médicos e paramédicos necessários; 
f) o funeral para si e seus dependentes, constituindo-se no conjunto de medidas tomadas pelo Estado, quando 
solicitado, desde o óbito até o sepultamento condigno; 
g) a alimentação, assim entendida como as refeições fornecidas aos militares em atividade; 
h) o fardamento, constituindo-se no conjunto de uniformes, roupa branca e roupa de cama, fornecido ao 
militar na ativa de graduação inferior a Terceiro-Sargento e, em casos especiais, a outros militares; 
i) a moradia para o militar em atividade, compreendendo; 
1) alojamento em organização militar, quando aquartelado ou embarcado; e 
2) habitação para si e seus dependentes: em imóvel sob a responsabilidade da União, de acordo com a 
disponibilidade existente; 
j) (Revogada pela Medida Provisória no 2.215-10) 
l) a constituição de pensão militar; 
m) a promoção; 
n) a transferência a pedido para a reserva remunerada; 
o) as férias, os afastamentos temporários do serviço e as licenças; 
p) a demissão e o licenciamento voluntários; q) o porte de arma quando oficial em serviço ativo ou em 
inatividade, salvo caso de inatividade por alienação mental ou condenação por crimes contra a segurança do Estado 
ou por atividades que desaconselhem aquele porte; 
r) o porte de arma, pelas praças, com as restrições impostas pela respectiva Força Armada; e 
s) outros direitos previstos em leis específicas. 
§ 1o - (Revogado pela Medida Provisória no 2.215-10) 
a) o oficial que contar mais de 30 (trinta) anos de serviço, após o ingresso na inatividade, terá seus 
proventos calculados sobre o soldo correspondente ao posto imediato, se em sua Força existir, em tempo de paz, 
posto superior ao seu, mesmo que de outro Corpo, Quadro, Arma ou Serviço; se ocupante do último posto da 
hierarquia militar de sua Força, em tempo de paz, o oficial terá os proventos calculados tomando-se por base o 
soldo de seu próprio posto, acrescido de percentual fixado em legislação específica; 
b) os subtenentes e suboficiais, quando transferidos para a inatividade, terão os proventos calculados sobre 
o soldo correspondente ao posto de segundo-tenente, desde que contém mais de 30 (trinta) anos de serviço; e 
c) as demais praças que contém mais de 30 (trinta) anos de serviço, ao serem transferidas para a 
inatividade, terão os proventos calculados sobre o soldo correspondente à graduação imediatamente superior. 
§ 2o - São considerados dependentes do militar: 
I - a esposa; 
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II - o filho menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou interdito; 
III - a filha solteira, desde que não receba remuneração; 
IV - o filho estudante, menor de 24 (vinte e quatro) anos, desde que não receba remuneração; 
V - a mãe viúva, desde que não receba remuneração; 
VI - o enteado, o filho adotivo e o tutelado, nas mesmas condições dos itens II, III e IV; 
VII - a viúva do militar, enquanto permanecer neste estado, e os demais dependentes mencionados nos 
itens II, III, IV, V e VI deste parágrafo, desde que vivam sob a responsabilidade da viúva; 
VIII - a ex-esposa com direito à pensão alimentícia estabelecida por sentença transitada em julgado, 
enquanto não contrair novo matrimônio. 
§ 3º São, ainda, considerados dependentes do militar, desde que vivam sob sua dependência econômica, 
sob o mesmo teto, e quando expressamente declarados na organização militar competente: 
a) a filha, a enteada e a tutelada, nas condições de viúvas, separadas judicialmente ou divorciadas, desde 
que não recebam remuneração; 
b) a mãe solteira, a madrasta viúva, a sogra viúva ou solteira, bem como separadas judicialmente ou 
divorciadas, desde que, em qualquer dessas situações, não recebam remuneração; 
c) os avós e os pais, quando inválidos ou interditos, e respectivos cônjuges, estes desde que não recebam 
remuneração; 
d) o pai maior de 60 (sessenta)anos e seu respectivo cônjuge, desde que ambos não recebam remuneração; 
e) o irmão, o cunhado e o sobrinho, quando menores ou inválidos ou interditos, sem outro arrimo; 
f) a irmã, a cunhada e a sobrinha, solteiras, viúvas, separadas judicialmente ou divorciadas, desde que não 
recebam remuneração; 
g) o neto, órfão, menor inválido ou interdito; 
h) a pessoa que viva, no mínimo há 5 (cinco) anos, sob a sua exclusiva dependência econômica, comprovada 
mediante justificação judicial; 
i) a companheira, desde que viva em sua companhia há mais de 5 (cinco) anos, comprovada por justificação 
judicial; e 
j) o menor que esteja sob sua guarda, sustento e responsabilidade, mediante autorização judicial. 
§ 4o Para efeito do disposto nos §§ 2o e 3o deste artigo, não serão considerados como remuneração os 
rendimentos não provenientes de trabalho assalariado, ainda que recebidos dos cofres públicos, ou a remuneração 
que, mesmo resultante de relação de trabalho, não enseje ao dependente do militar qualquer direito à assistência 
previdenciária oficial. 
Art. 51 - O militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior 
hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração, queixa ou representação, segundo 
regulamentação específica de cada Força Armada. 
§ 1o - O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: 
a) em 15 (quinze) dias corridos, a contar do recebimento da comunicação oficial, quando o ato que decorra 
de inclusão em quota compulsória ou de composição de Quadro de Acesso; e 
b) em 120 (cento e vinte) dias, nos demais casos. 
§ 2o - O pedido de reconsideração, a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. 
§ 3o - O militar só poderá recorrer ao Judiciário após esgotados todos os recursos administrativos e deverá 
participar esta iniciativa, antecipadamente, à autoridade à qual estiver subordinado. 
Art. 52 - Os militares são alistáveis, como eleitores, desde que oficiais, guardas-marinha ou aspirantes-a-oficial, 
suboficiais ou subtenentes, sargentos ou alunos das escolas militares de nível superior para formação de oficiais. 
Parágrafo único - Os militares alistáveis são elegíveis, atendidas as seguintes condições: 
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a) se contar menos de 5 (cinco) anos de serviço, será, ao se candidatar a cargo eletivo, excluído do serviço ativo 
mediante demissão ou licenciamento ex officio; e 
b) se em atividade, com 5 (cinco) ou mais anos de serviço, será, ao se candidatar a cargo eletivo, afastado, 
temporariamente, do serviço ativo e agregado, considerado em licença para tratar de interesse particular. Se eleito, 
será, no ato da diplomação, transferido para a reserva remunerada, percebendo a remuneração a que fizer jus em 
função do seu tempo de serviço. 
SEÇÃO II 
Da Remuneração 
Art. 53 - A remuneração dos militares será estabelecida em legislação específica, comum às Forças Armadas, 
e compreende: (Redação dada pela Medida Provisória no 2.215-10, de 31 de agosto de 2001) 
I - na ativa: (Redação dada pela Lei no 8.237, de 1991) 
a) soldo, gratificações e indenizações regulares. (Redação dada pela Lei no 8.237, de 1991) 
II - na inatividade: (Redação dada pela Lei no 8.237, de 1991) 
a) proventos, constituídos de soldos ou quotas de soldo e gratificações incorporáveis; (Redação dada pela 
Lei no 8.237, de 1991) 
b) adicionais. (Redação dada pela Lei no 8.237, de 1991) 
Art. 54 - O soldo é irredutível e não está sujeito a penhora, sequestro ou arresto, exceto nos casos previstos 
em lei. 
Art. 55 - O valor do soldo é igual para o militar da ativa, da reserva remunerada ou reformado, de um mesmo 
grau hierárquico, ressalvado o disposto no item II do caput do art 50. 
Art. 56 - Por ocasião da sua passagem para a inatividade, o militar terá direito a tantas quotas de soldo quantos 
forem os anos de serviço, computáveis para a inatividade, até o máximo de 30 (trinta) anos, ressalvado o 
disposto no item III do caput do art 50. 
Parágrafo único - Para efeito de contagem das quotas, a fração de tempo igual ou superior a 180 (cento e 
oitenta) dias será considerada 1 (um) ano. 
Art. 57 - Nos termos do § 9o, do artigo 93 da Constituição, a proibição de acumular proventos de inatividade 
não se aplica a militares da reserva remunerada e aos reformados quanto ao exercício de mandato eletivo, 
quanto ao de função de magistério ou de cargo em comissão ou quanto ao contrato para prestação de serviços 
técnicos ou especializados. 
Art. 58 - Os proventos de inatividade serão revistos sempre que, por motivo de alteração do poder aquisitivo 
da moeda, se modificarem os vencimentos dos militares em serviço ativo. 
Parágrafo único - Ressalvados os casos previstos em lei, os proventos da inatividade não poderão exceder a 
remuneração percebida pelo militar da ativa no posto ou graduação correspondente aos dos seus proventos. 
 
SEÇÃO III 
Da Promoção 
Art. 59 - O acesso da hierarquia militar, fundamentado principalmente no valor moral e profissional, é seletivo, 
gradual e sucessivo e será feito mediante promoções, de conformidade com a legislação e regulamentação de 
promoções de oficiais e de praças, de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado de carreira para os militares. 
Parágrafo único - O planejamento da carreira dos oficiais e das praças é atribuição de cada um dos Ministérios das 
Forças Singulares. 
Art. 60 - As promoções serão efetuadas pelos critérios de antiguidade, merecimento ou escolha, ou, ainda, por 
bravura e post mortem. 
§ 1o - Em casos extraordinários e independentes de vagas, poderá haver promoção em ressarcimento de preterição. 
§ 2o - A promoção de militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os critérios de 
antiguidade ou merecimento, recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica, como se houvesse sido 
promovido, na época devida, pelo critério em que hora é feita sua promoção. 
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Art. 61 - A fim de manter a renovação, o equilíbrio e a regularidade de acesso nos diferentes Corpos, Quadros, Armas 
ou Serviços, haverá anual e obrigatoriamente um número fixado de vagas à promoção, nas proporções abaixo 
indicadas: 
I - Almirantes-de-Esquadra, Generais-de-Exército e Tenentes-Brigadeiros - 1/4 (um quarto) dos respectivos 
Corpos ou Quadros; 
II - Vice-Almirantes, Generais-de-Divisão e Majores-Brigadeiros - 1/4 (um quarto) dos respectivos Corpos ou 
Quadros; 
III - Contra-Almirantes, Generais-de-Brigada e Brigadeiros - 1/4 (um quarto) dos respectivos Corpos ou Quadros; 
IV - Capitães-de-Mar-e-Guerra e Coronéis - no mínimo 1/8 (um oitavo) dos respectivos Corpos, Quadros, Armas 
ou Serviços; 
V - Capitães-de-Fragata e Tenentes-Coronéis - no mínimo 1/15 (um quinze avos) dos respectivos Corpos, 
Quadros, Armas ou Serviços; 
VI - Capitães-de-Corveta e Majores - no mínimo 1/20 (um vinte avos) dos respectivos Corpos, Quadros, Armas 
ou Serviços; e 
VII - Oficiais dos 3 (três) últimos postos dos Quadros de que trata a alínea b, do inciso I do artigo 98, 1/4 para o 
último posto, no mínimo 1/10 para o penúltimo posto, e no mínimo 1/15 para o antepenúltimo posto, dos respectivos 
Quadros, exceto quando o último e o penúltimo postos forem Capitão-Tenente ou Capitão e 1o Tenente, caso em que 
as proporções serão no mínimo 1/10 e 1/20 respectivamente. (Redação dada pela Lei no 7.666, de 1988) 
§ 1o - O número de vagas para promoção obrigatória em cada ano-base para os postos relativos aos itens IV, V, 
VI e VII deste artigo será fixado, para cada Força, em decretos separados, até o dia 15 (quinze) de janeiro do ano 
seguinte. 
§ 2o - As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas, 
cumulativamente, aos cálculos correspondentes dos anos seguintes, até completar-se pelo menos 1 (um) inteiro que, 
então, será computado para obtenção de uma vaga para promoção obrigatória. 
§ 3o - As vagas serão consideradas abertas: 
a) na data da assinatura do ato que promover, passar para a inatividade, transferir de Corpo ou Quadro, demitir 
ou agregar o militar; 
b) na data fixada na Lei de Promoções de Oficiais da Ativa das Forças Armadas ou seus regulamentos, em casos 
neles indicados; e 
c) na data oficial do óbito do militar. 
Art. 62 - Não haverá promoção de militar por ocasião de sua transferência para a reserva remunerada ou reforma. 
 
 
SEÇÃO IV 
Das Férias e de Outros Afastamentos Temporários do Serviço 
 
AFASTAMENTO É REMUNERADO? 
TEMPO DE SERVIÇO 
EXIGIDO 
CONTA COMO TEMPO SERVIÇO 
1. FÉRIAS: 30 DIAS; SIM QUALQUER TEMPO SIM 
2. NÚPCIAS : 8 DIAS; SIM QUALQUER TEMPO SIM 
3 . LUTO : 8 DIAS SIM QUALQUER TEMPO SIM 
4. INSTALAÇÃO : ATÉ 10 DIAS SIM QUALQUER TEMPO SIM 
5. TRANSITO : ATÉ 30 DIAS SIM QUALQUER TEMPO SIM 
6. LTSP : ATÉ 2 ANOS SIM QUALQUER TEMPO SIM 
7. LTSPF : ATÉ 2 ANOS SIM QUALQUER TEMPO SIM 
8. LESM : 6 MESES SIM 10 ANOS SIM 
9. LTIP: ATÉ 2 ANOS NÃO 10 ANOS NÃO 
10 . LAC : ATÉ 3 ANOS NÃO 10 ANOS NÃO 
 
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Art. 63 - Férias são afastamentos totais do serviço, anual e obrigatoriamente concedidos aos militares para 
descanso, a partir do último mês do ano a que se referem e durante todo o ano seguinte: 
§ 1o - O Poder Executivo fixará a duração das férias, inclusive para os militares servindo em localidades especiais. 
§ 2o - Compete aos Comandantes Militares regulamentar a concessão de férias. 
§ 3o - A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde, nem por 
punição anterior decorrente de contravenção ou transgressão disciplinar, ou pelo estado de guerra, ou para que 
sejam cumpridos atos de serviço, bem como não anula o direito àquela licença. 
(Redação dada pela Medida Provisória no 2.215-10, de 31 de agosto de 2001) 
§ 4o - Somente em casos de interesse da segurança nacional, de manutenção da ordem, de extrema necessidade 
do serviço, de transferência para a inatividade, ou para cumprimento de punição decorrente de contravenção ou 
de transgressão disciplinar de natureza grave e em caso de baixa a hospital, os militares terão interrompido ou 
deixarão de gozar na época prevista o período de férias a que tiverem direito, registrando-se o fato em seus 
assentamentos. 
§ 5o (Revogado pela Medida Provisória no 2.215-10) 
Art. 64 - Os militares têm direito ainda aos seguintes períodos de afastamento total do serviço, obedecidas as 
disposições legais e regulamentares, por motivo de: 
I - núpcias: 8 (oito) dias; 
II - luto: 8 (oito) dias; 
III - instalação: até 10 (dez) dias; e 
IV - trânsito: até 30 (trinta) dias. 
Art. 65 - As férias e os afastamentos mencionados no artigo anterior são concedidos com a remuneração prevista 
na legislação específica e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. 
Art. 66 - As férias, instalação e trânsito dos militares que se encontram a serviço no estrangeiro devem ter 
regulamentação idêntica para as três Forças Armadas. 
 
SEÇÃO V 
 Das Licenças 
 
Art. 67 - Licença é a autorização para afastamento total do serviço, em caráter temporário, concedida ao militar, 
obedecidas às disposições legais e regulamentares. 
§ 1o - A licença pode ser: 
a) (Revogada pela Medida Provisória no 2.215-10) 
b) para tratar de interesse particular; 
c) para tratamento de saúde de pessoa da família; 
d) para tratamento de saúde própria; e 
e) para acompanhar cônjuge ou companheiro(a). (Redação Lei no 11.447, de 2007) 
§ 2o - A remuneração do militar licenciado será regulada em legislação específica. 
§ 3o - A concessão da licença é regulada pelo Comandante da Força. (Redação dada pela Medida Provisória no 
2.215-10, de 31 de agosto de 2001) 
Art. 68 (Revogado Medida Provisória no 2.215-10, de 31 de agosto de 2001) 
§ 1o A licença especial tem a duração de 6 (seis) meses, a ser gozada de uma só vez; quando solicitado pelo 
interessado e julgado conveniente pela autoridade competente, poderá ser parcelada em 2 (dois) ou 3 (três) meses. 
§ 2o O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. 
§ 3o Os períodos de licença especial não gozados pelo militar são computados em dobro para fins exclusivos de 
contagem de tempo para a passagem à inatividade e, nesta situação, para todos os efeitos legais. 
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§ 4o A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para 
que sejam cumpridos atos de serviço, bem como não anula o direito àquelas licenças. 
§ 5o Uma vez concedida a licença especial, o militar será exonerado do cargo ou dispensado do exercício das 
funções que exercer e ficará à disposição do órgão de pessoal da respectiva Força Armada, adido à Organização 
Militar onde servir. 
Art. 69. Licença para tratar de interesse particular é a autorização para o afastamento total do serviço, concedida 
ao militar, com mais de 10 (dez) anos de efetivo serviço, que a requeira com aquela finalidade. 
Parágrafo único. A licença de que trata este artigo será sempre concedida com prejuízo da remuneração e da contagem 
de tempo de efetivo serviço, exceto, quanto a este último, para fins de indicação para a quota compulsória. 
Art. 69-A. Licença para acompanhar cônjuge ou companheiro (a) é a autorização para o afastamento total do 
serviço, concedida a militar com mais de 10 (dez) anos de efetivo serviço que a requeira para acompanhar cônjuge 
ou companheiro (a) que, sendo servidor público da União ou militar das Forças Armadas, for, de ofício, exercer 
atividade em órgão público federal situado em outro ponto do território nacional ou no exterior, diverso da localização 
da organização militar do requerente. (Incluído pela Lei no 11.447, de 2007) 
§ 1o A licença será concedida sempre com prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de efetivo serviço, 
exceto, quanto a este último, para fins de indicação para a quota compulsória. (Incluído pela Lei no 11.447, de 2007). 
§ 2o O prazo limite para a licença será de 36 (trinta e seis) meses, podendo ser concedido de forma contínua ou 
fracionada. (Incluído pela Lei no 11.447, de 2007) 
§ 3o Para a concessão da licença para acompanhar companheiro(a), há necessidade de que seja reconhecida a 
união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, de acordo com a legislação específica. (Incluído 
pela Lei no 11.447, de 2007) 
§ 4o Não será concedida a licença de que trata este artigo quando o militar acompanhante puder ser passado à 
disposição ou à situação de adido ou ser classificado/lotado em organização militar das Forças Armadas para o 
desempenho de funções compatíveis com o seu nível hierárquico. (Incluído pela Lei no 11.447, de 2007) 
§ 5o A passagem à disposição ou à situação de adido ou a classificação/ lotação em organização militar, de que 
trata o § 4o deste artigo, será efetivada sem ônus para a União e sempre com a aquiescência das Forças Armadas 
envolvidas. 
(Incluído pela Lei no 11.447, de 2007) 
Art. 70. As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. 
§ 1o - A interrupção da licença especial, da licença para tratar de interesse particular e da licença para acompanhar 
cônjuge ou companheiro(a) poderá ocorrer: (Redação dada pela Lei no 11.447, de 2007) 
a) em caso de mobilização e estado de guerra; 
b) em caso de decretação de estado de emergência ou de estado de sítio; 
c) para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual; 
d) para cumprimento de punição disciplinar, conforme regulamentação de cada Força. (Redação dada pela 
Medida Provisória no 2.215-10, de 31 de agosto de 2001) 
e) em caso de denúncia ou de pronúncia em processo criminal ou indiciação em inquérito militar, a juízo da 
autoridade que efetivou a denúncia, a pronúncia ou a indiciação. 
§ 2o - A interrupção da licença para tratar de interesse particular e da licença para acompanhar cônjuge ou 
companheiro(a) será definitiva quando o militar for reformado ou transferido, de ofício, para a reserva remunerada. 
§ 3o - A interrupção da licença para tratamento de saúde de pessoa da família, para cumprimento de pena 
disciplinar que importe em restrição da liberdade individual, será regulada em cada Força. 
 
SEÇÃO VI 
Da Pensão Militar 
Art. 71 - A pensão militar destina-se a amparar os beneficiários do militar falecido ou extraviado e será paga 
conforme o disposto em legislação específica. 
§ 1o - Para fins de aplicação da legislação específica, será considerado como posto ou graduação do militar o 
correspondente ao soldo sobre o qual forem calculadas as suas contribuições. 
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§ 2o - Todos os militares são contribuintes obrigatórios da pensão militar correspondente ao seu posto ou 
graduação, com as exceções previstas em legislação específica. 
§ 3o - Todo militar é obrigado a fazer sua declaração de beneficiários que, salvo prova em contrário, prevalecerá 
para a habilitação dos mesmos à pensão militar. 
Art. 72 - A pensão militar defere-se nas prioridades e condições estabelecidas em legislação específica. 
TÍTULO III 
CAPÍTULO II - Das Prerrogativas 
SEÇÃO I- Constituição e Enumeração 
Art. 73 - As prerrogativas dos militares são constituídas pelas honras, dignidades e distinções devidas aos graus 
hierárquicos e cargos. 
Parágrafo único - São prerrogativas dos militares: 
a) uso de títulos, uniformes, distintivos, insígnias e emblemas militares das Forças Armadas, correspondentes 
ao posto ou graduação, Corpo, Quadro, Arma, Serviço ou Cargo; 
b) honras, tratamento e sinais de respeito que lhes sejam assegurados em leis e regulamentos; 
c) cumprimento de pena de prisão ou detenção somente em organização militar da respectiva Força cujo 
comandante, chefe ou diretor tenha precedência hierárquica sobre o preso ou, na impossibilidade de cumprir esta 
disposição, em organização militar de outra Força cujo comandante, chefe ou diretor tenha a necessária 
precedência; e 
d) julgamento em foro especial nos crimes militares. 
Art. 74 - Somente em caso de flagrante delito o militar poderá ser preso por autoridade policial, ficando esta 
obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade militar mais próxima, só podendo retê-lo na delegacia ou posto 
policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. 
§ 1o - Cabe à autoridade militar competente a iniciativa de responsabilizar a autoridadepolicial pelo não 
cumprimento do disposto neste artigo e ainda que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso 
militar ou não lhe der tratamento devido ao seu posto ou graduação. 
§ 2o - Se durante o processo e julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso militar, a 
autoridade militar competente, mediante requisição da autoridade judiciária, mandará guardar os pretórios ou 
tribunais por força federal. 
Art. 75 - Os militares da ativa, no exercício de funções militares, são dispensados do serviço na instituição do Júri e 
do serviço na Justiça Eleitoral. 
SEÇÃO II Do Uso dos Uniformes 
Art. 76 - Os uniformes das Forças Armadas, com seus distintivos, insígnias e emblemas, são privativos dos militares 
e simbolizam a autoridade militar, com as prerrogativas que lhe são inerentes. 
Parágrafo único - Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes, distintivos, 
insígnias e emblemas militares, bem como seu uso por quem a eles não tiver direito. 
Art. 77 - O uso dos uniformes com seus distintivos, insígnias e emblemas, bem como os modelos, descrição, 
composição, peças acessórias e outras disposições, são os estabelecidos na regulamentação específica de cada 
Força Armada. 
§ 1o - É proibido ao militar o uso dos uniformes: 
a) em manifestação de caráter político-partidária; 
b) em atividade não-militar no estrangeiro, salvo quando expressamente determinado ou autorizado; e 
c) na inatividade, salvo para comparecer a solenidades militares, a cerimônias cívicas comemorativas de datas 
nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular, desde que autorizado. 
§ 2o - O oficial na inatividade, quando no cargo de Ministro de Estado da Marinha, do Exército ou da Aeronáutica, 
poderá usar os mesmos uniformes dos militares na ativa. 
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§ 3o - Os militares na inatividade cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe 
poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes por decisão do Ministro da respectiva Força Singular. 
Art. 78 - O militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que use e aos distintivos, emblemas ou 
às insígnias que ostente. 
Art. 79 - É vedado às Forças Auxiliares e a qualquer elemento civil ou organizações civis usar uniformes ou ostentar 
distintivos, insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados nas Forças Armadas. 
Parágrafo único - São responsáveis pela infração das disposições deste artigo, além dos indivíduos que as tenham 
cometido, os comandantes das Forças Auxiliares, diretores ou chefes de repartições, organizações de qualquer 
natureza, firmas ou empregadores, empresas, institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido 
sejam usados uniformes ou ostentado distintivos, insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os 
adotados nas Forças Armadas. 
 
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REGULAMENTO DISCIPLINAR PARA A MARINHA 
 
TÍTULO I - GENERALIDADES 
CAPÍTULO 1- Do Propósito 
 
Art. 1º O RDM tem por propósito a especificação e a classificação das contravenções disciplinares e o 
estabelecimento das normas relativas à amplitude e à aplicação das penas disciplinares, à classificação do 
comportamento militar e à interposição de recursos contra as penas disciplinares. 
 
CAPÍTULO 2 - Da Disciplina e da Hierarquia Militar 
 
Art. 2º Disciplina é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições 
que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo 
perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo. 
Parágrafo único – A disciplina militar manifesta-se basicamente pela: 
a) Correção de atitudes 
b) Utilização total das energias em prol do serviço; 
c) Cooperação espontânea em benefício da disciplina coletiva e da eficiência da instituição; e 
d) Obediência pronta às ordens do superior. 
Art. 3º Hierarquia Militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura militar. A 
ordenação se faz por postos ou graduações; dentro de um mesmo posto ou graduação, se faz pela antigüidade 
no posto ou na graduação. 
Parágrafo único – O respeito à hierarquia é consubstanciado no espírito de acatamento à seqüência de 
autoridade. 
Art. 4º - A boa educação militar não prescinde da cortesia. É dever de todos, em serviço ou não, tratarem-se 
mutuamente com urbanidade, e aos subordinados com atenção e justiça. 
 
CAPÍTULO 3 – Da Esfera de Ação Disciplinar 
 
Art. 5º - As prescrições do RDM aplicam-se aos militares da Marinha da ativa, da reserva remunerada e aos 
reformados. 
 
TÍTULO II - Das contravenções disciplinares (Art. 6º ao Art. 12º); e 
CAPÍTULO 1- Definição e Especificação 
 
Art. 6º - Contravenção Disciplinar é toda ação ou omissão contrária às obrigações ou aos deveres militares 
estatuídos nas leis, nos regulamentos, nas normas e nas disposições em vigor que fundamentam o Organização 
Militar, desde de que não incidindo no que é capitulado pelo Código Penal Militar como crime. 
Art. 7º - São contravenções disciplinares: 
1. dirigir-se ou referir-se a superior de modo desrespeitoso; 
2. censurar atos de superior; 
3. responder de maneira desatenciosa ao superior; 
4. dirigir-se ao superior para tratar de assunto de serviço ou de caráter particular em inobservância à via 
hierárquica 
5. deixar o subalterno, quer uniformizado quer trajando à paisana, de cumprimentar o superior quando 
uniformizado, ou em traje civil, desde que o conheça; ou deixar de prestar-lhe as homenagens e sinais de 
consideração e respeito previstos nos regulamentos militares; 
6. deixar deliberadamente de responder ao cumprimento do subalterno; 
7. deixarde cumprir ordem recebida da autoridade competente; 
8. retardar, sem justo motivo, o cumprimento de ordem recebida da autoridade competente; 
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9. aconselhar ou concorrer para o não cumprimento de qualquer ordem de autoridade competente ou para o 
retardamento da sua execução; 
10. induzir ou concorrer intencionalmente para que outrem incida em contravenção; 
11. deixar de comunicar ao superior a execução de ordem dele recebida; 
12. retirar-se da presença de superior sem a sua devida licença ou ordem para fazê-lo; 
13. deixar o oficial presente a solenidade interna ou externa onde se encontrem superiores hierárquicos de 
apresentar-se ao mais antigo e saudar os demais; 
14. deixar, quando estiver sentado, de oferecer seu lugar ao superior, ressalvadas as exceções regulamentares previstas; 
15. representar contra o superior: 
a) sem prévia autorização deste; 
b) em inobservância à via hierárquica; 
c) em termos desrespeitosos; e 
d) empregando argumentos falsos ou envolvendo má fé. 
16. deixar de se apresentar, finda a licença ou cumprimento de pena, aos seus superiores ou a quem deva fazê-
lo, de acordo com as normas de serviço de Organização Militar; 
17. permutar serviço sem autorização do superior competente; 
18. autorizar, promover, tomar parte ou assinar representação ou manifestação coletiva de qualquer caráter contra 
superior; 
19. recusar pagamento, fardamento, equipamento ou artigo de recebimento obrigatório; 
20. recusar-se ao cumprimento de castigo imposto; 
21. tratar subalterno com injustiça 
22. dirigir-se ou referir-se a subalterno em termos incompatíveis com a disciplina militar 
23. tratar com excessivo rigor preso sob sua guarda; 
24. negar licença a subalterno para representar contra ato seu; 
25. protelar licença, sem motivo justificável, a subalterno para representar contra ato seu; 
26. negar licença, sem motivo justificável, a subalterno para se dirigir a autoridade superior, a fim de tratar dos seus 
interesses; 
27. deixar de punir o subalterno que cometer contravenção, ou de promover sua punição pela autoridade competente; 
28. deixar de cumprir ou fazer cumprir, quando isso lhe competir, qualquer prescrição ou ordem regulamentar; 
29. ofender física ou moralmente qualquer pessoa, procurar desacreditá-la ou concorrer para isso, desde que 
não seja tal atitude enquadrada como crime; 
30. desrespeitar medidas gerais de ordem policial, embaraçar sua execução ou concorrer para isso; 
31. desrespeitar ou desconsiderar autoridade civil; 
32. desrespeitar, por palavras ou atos, a religião, as instituições ou os costumes de país estrangeiro em que se achar; 
33. faltar à verdade ou omitir informações que possam conduzir à sua apuração; 
34. portar-se sem compostura em lugar público; 
35. apresentar-se em Organização Militar em estado de embriaguez ou embriagar-se e comportar-se de modo 
inconveniente ou incompatível com a disciplina militar em Organização Militar; 
36. contrair dívidas ou assumir compromissos superiores às suas possibilidades, comprometendo o bom nome da classe; 
37. esquivar-se a satisfazer compromissos assumidos de ordem moral ou pecuniária; 
38. não atender a advertência de superior para satisfazer débito já reclamado; 
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39. participar em Organização Militar de jogos proibidos, ou jogar a dinheiro os permitidos; 
40. fazer qualquer transação de caráter comercial em Organização militar 
41. estar fora do uniforme determinado ou tê-lo em desalinho; 
42. ser descuidado no asseio do corpo e do uniforme; 
43. ter a barba, bigode, as costeletas, o cavanhaque ou o cabelo fora das normas regulamentares; 
44. dar, vender, empenhar ou trocar peças de uniformes fornecidas pela União; 
45. simular doença; 
46. executar intencionalmente mal qualquer serviço ou exercício; 
47. ser negligente no desempenho da incumbência ou serviço que lhe for confiado; 
48. extraviar ou concorrer para que se extraviem ou se estraguem quaisquer objetos da Fazenda Nacional ou documentos 
oficiais, que estejam sob sua responsabilidade direta; 
49. deixar de comparecer ou atender imediatamente à chamada para qualquer exercício, faina, manobra ou formatura; 
50. deixar de se apresentar, sem motivo justificado, nos prazos regulamentares, à OM para que tenha sido transferido e, às 
autoridades competentes, nos casos de comissões ou serviços extraordinários para que tenha sido nomeado ou 
designado; 
51. deixar de participar em tempo à autoridade a que estiver diretamente subordinado a impossibilidade de comparecer à 
Organização Militar ou a qualquer ato de serviço a que esteja obrigado a participar ou a que tenha que assistir; 
52. faltar ou chegar atrasado, sem justo motivo, a qualquer ato ou serviço de que deva participar ou a que deva assistir; 
53. ausentar-se sem a devida autorização da OM onde serve ou do local onde deva permanecer; 
54. ausentar-se sem a devida autorização da sede da OM onde serve; 
55. deixar de regressar à hora determinada à OM onde serve; 
56. exceder licença; 
57. deixar de comunicar à OM onde serve mudança de endereço domiciliar; 
58. contrair matrimônio em desacordo com a legislação em vigor; 
59. deixar de se identificar quando solicitado por quem de direito; 
60. transitar sem Ter em seu poder documento atualizado comprobatório de identidade; 
61. trajar à paisana em condições que não as permitidas pelas disposições em vigor; 
62. permanecer em OM em traje civil, contrariando instruções em vigor; 
63. conversar com sentinela, vigia, plantão ou, quando não autorizado, com preso; 
64. conversar, sentar-se ou fumar, estando de serviço e quando não for permitido pelas normas e disposições da OM 
65. fumar em lugar onde seja proibido fazê-lo, em ocasião não permitida,ou em presença de superior que não seja do seu 
círculo, exceto quando dele tenha obtido licença; 
66. penetrar nos aposentos de superior, em paióis e outros lugares reservados, sem a devida permissão ou ordem 
para fazê-lo; 
67. entra ou sair da OM por acesso que não o determinado; 
68. introduzir clandestinamente bebidas alcoólicas em OM; 
69. introduzir clandestinamente matérias inflamáveis, explosivas, tóxicas ou outras em OM, pondo em risco a segurança, e 
desde que não seja tal atitude enquadrada como crime; 
70. introduzir ou estar de posse em OM de publicações prejudiciais à moral e à disciplina; 
71. introduzir ou estar de posse em OM de armas ou instrumentos proibidos; 
72. portar arma sem autorização legal ou ordem escrita de autoridade competente; 
73. dar toques, fazer sinais, içar ou arriar a Bandeira Nacional ou insígnias, disparar qualquer arma se ordem; 
74. conversar ou fazer ruído desnecessário por ocasião da faina, manobra, exercício ou reunião para qualquer serviço; 
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75. deixar de comunicar em tempo hábil ao seu superior imediato ou a quem de direito o conhecimento que tiver de 
qualquer fato que possa comprometer a disciplina ou a segurança da OM, ou afetar os interesses da Segurança Nacional; 
76. ser discreto em relação a assuntos de caráter oficial, cuja divulgação possa ser prejudicial à disciplina ou à boa ordem do 
serviço; 
77. discutir pela imprensa ou por qualquer outro meio de publicidade, sem autorização competente, assunto militar, exceto 
de caráter técnico não sigiloso e que não se refira à Defesa ou à Segurança Nacional; 
78. manifestar-se publicamente a respeito de assuntos políticos ou tomar parte fardado em manifestações de caráter 
político-partidário; 
79. provocar ou tomar parte em OM em discussão a respeito de política ou religião; 
80. faltar com o respeito devido, por ação ou omissão, a qualquer dos símbolos nacionais, desde que em situação não 
considerada como crime; 
81. fazer uso indevido de viaturas, embarcações ou aeronaves pertencentes à Marinha, desde que o ato não constitua crime; 
82. disparar arma em OM por imprudência ou negligência; 
83. concorrer para a discórdia ou desarmonia ou cultivar inimizades entre os militares ou seus familiares; e 
84. disseminar boatos ou notícias tendenciosas. 
Parágrafo único – são também consideradas contravenções disciplinares todas as omissões do dever militar não especificadas 
no presente artigo, desde de que não qualificadas como crime nas leis penais militares, cometidas contra preceitos da 
subordinação e regras de serviço estabelecidos nos diversos regulamentos militares e determinações das autoridades 
superiores competentes. 
CAPÍTULO 2 - Da Natureza das Contravenções e suas Circunstâncias 
 
Art. 8º – As contravenções disciplinares são Classificadas em graves e leves – conforme o dano – grave ou leve – 
que causarem à disciplina ou ao serviço, em virtude da sua natureza intrínseca, ou das conseqüências que delas 
advierem, ou puderem advir, pelas circunstâncias em que forem cometidas. 
Art. 9º - No concurso de crime militar e de contravenção disciplinar, ambos de idêntica natureza, será aplicada 
somente a penalidade relativa ao crime. 
Parágrafo Único – No caso de descaracterização de crime para contravenção disciplinar, esta deverá ser julgada 
pela autoridade a que o contraventor estiver subordinado. 
 
Art.10–São 
circunstâncias 
agravantes das 
contravenções 
disciplinares: 
a) Acúmulo de contravenções simultâneas e correlatas; 
b) Reincidência; 
c) Conluio de duas ou mais pessoas; 
d) Premeditação 
e) Ter sido praticada com ofensa à honra e ao pundonor militar; 
f) Ter sido praticada durante o serviço ordinário ou com prejuízo do serviço; 
g) Ter sido cometida estando em risco a segurança da OM; 
h) Maus antecedentes militares; 
i) Ter o contraventor abusado da sua autoridade ou funcional; e 
j) Ter cometido a falta em presença de subordinado. 
Art. 11 – São 
circunstâncias 
atenuantes da 
contravenção 
Disciplinar: 
 
a) Bons antecedentes militares; 
b) Idade menor 18 anos; 
c) Tempo de serviço militar menor de seis meses; 
d) Prestação anterior de serviços relevantes já reconhecidos; 
e) Tratamento em serviço ordinário com rigor não autorizado pelos 
regulamentos militares; e 
f) Provocação. 
Art.12 – São 
circunstâncias 
justificativas ou 
dirimentes da 
contravenção 
disciplinar: 
a) ignorância plenamente comprovada da ordem transgredida; 
b) força maior ou caso fortuito plenamente comprovado; 
c) evitar mal maior ou dano ao serviço ou a ordem pública; 
d) ordem de superior hierárquico; 
e) legítima defesa, própria ou de outrem. 
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TÍTULO III - Das Penas Disciplinares (Art.13º ao Art. 33º) 
CAPÍTULO 1 - Da Classificação e Extensão 
 
Art.13- As contravenções definidas e classificadas no Título anterior serão punidas com penas disciplinares. 
Art.14- As penas disciplinares são as seguintes: 
a) para Oficiais da ativa: 
1. repreensão; 
2. prisão simples, até 10 dias; e 
3. prisão rigorosa, até 10 dias. 
b) para Oficiais da reserva que exerçam funções de atividade: 
1.repreensão; 
2.prisão simples, até 10 dias; 
3.prisão rigorosa, até 10 dias; e 
4.dispensa das funções de atividade. 
c) para os Oficiais da reserva remunerada não 
compreendidos na alínea anterior e os 
reformados: 
1. repreensão; 
2. prisão simples, até 10 dias; e 
3. prisão rigorosa, até 10 dias. 
d) para Suboficiais: 
1. repreensão 
2. prisão simples, até 10 dias; 
3. prisão rigorosa, até 10 dias; e 
4. exclusão do serviço ativo, a bem da disciplina. 
e) para Sargentos: 
1. repreensão; 
2. impedimento, até 30 dias; 
3. prisão simples, até 10 dias 
4. prisão rigorosa, até 10 dias; e 
5. licenciamentoou exclusão do serviço 
ativo, a bem da disciplina. 
 
f) para Cabos Marinheiros e Soldados: 
1. repreensão; 
2. impedimento, até 30 dias; 
3. serviço extraordinário, até 10 dias; 
4. prisão simples, até 10 dias; 
5. prisão rigorosa, até 10 dias; e 
6. licenciamento ou exclusão do serviço ativo, a bem da 
disciplina. 
 
PENAS PREVISTAS NO RDM 
PENAS PREVISTAS NO 
RDM 
PENAS DE ACORDO COM OS POSTOS E 
GRADUAÇÕES 
OF RR 
EM 
ATIVIDA
DE 
OF 
RM1 
OF SO SG CB 
SD/M
N 
Afastamento das Funções 
de Atividades 
SIM NÃO NÃO NÃO NÃO 
NÃ
O 
NÃO 
Repreensão SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM 
Prisão Rigorosa até 10 dias SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM 
Prisão Simples até 10 dias SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM 
Exclusão do SAM a Bem 
da Disciplina 
NÃO NÃO NÃO SIM SIM SIM SIM 
Licenciamento do SAM a 
Bem da Disciplina 
NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM SIM 
Impedimento até 30 dias NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM SIM 
Serviço extra até 10 dias NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM 
 
 
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Parágrafo Único – Às praças da reserva ou reformadas aplicam-se as mesmas penas estabelecidas neste artigo, de 
acordo com a respectiva graduação. 
Art. 15 – Não será considerada como pena a admoestação que o superior fizer ao subalterno, mostrando-lhe 
irregularidade praticada no serviço ou chamando sua atenção para fato que possa trazer como conseqüência 
uma contravenção. 
Art. 16 – Não será considerado como pena o recolhimento em compartimento fechado, com ou sem sentinela, 
bem como a aplicação de camisa de força, algemas ou outro meio de coerção física de quem for atacado de 
loucura ou excitação violenta. 
Art. 17 – Por uma única contravenção não pode ser aplicada mais de uma punição. 
Art. 18 – A punição disciplinar não exime o punido da responsabilidade civil que lhe couber. 
 
CAPÍTULO 2 - Da Competência e Jurisdição para Imposição 
Art. 19 – Têm competência para impor penas disciplinares as seguintes autoridades: 
a) a todos os militares da Marinha: 
- O Presidente da República e o Comandante da Marinha. 
b) aos seus comandados ou aos que servem sobre sua direção ou ordem: 
 
O chefe, vice-chefe e subchefes do EMA; 
O comte, Chefe do Estado-Maior e o Subchefes do CON; 
O SGM; 
Os Diretores Gerais; 
O CGCFN; 
Os Comandantes dos DN e Comandos Navais; 
Os Comtes das Forças Navais, Aeronavais e de FuzNav; 
Os Presidentes e Encarregados de OM; 
Os Diretores dos Órgãos do Setor de Apoio; 
O Comandante de Apoio do CFN; 
Os Comandantes de Navios e Unidades de Tropa; 
Os Diretores de estabelecimentos de Apoio ou Ensino; 
Os Chefes de Gabinete; e 
Os Capitães de Portos e seus Delegados. 
 
c) nos casos em que a Direção ou Chefia de Estabelecimento ou Repartição for exercida por servidor civil : 
- o oficial mais antigo da ativa da OM 
§ 1º - Os Almirantes poderão delegar esta competência, no todo ou em parte, a Oficiais subordinados. 
§ 2º - Os Comandantes de Força observarão a Competência preconizada na OGSA. 
§ 3º - A pena de licenciamento e exclusão do Serviço Ativo da Marinha, será imposta pelo MM ou por 
autoridade que dele tenha recebido delegação de Competência. 
§4º - a pena de Licenciamento do SAM “ex-officio”, a bem da disciplina, será aplicada às Praças prestando 
serviço militar inicial pelo Comandante de DN ou de Comando Naval onde ocorreu a incorporação, de acordo com 
o Regulamento da Lei do Serviço Militar. 
§5º - A pena de dispensa das funções de atividade será imposta privativamente pelo CM. 
§6º - Os Comandantes dos DN ou Comando Naval têm competência, ainda, para aplicar punição aos 
militares da reserva remunerada ou reformados que residem ou exerce atividade na área de jurisdição do 
respectivo comando, respeitada a precedência hierárquica. 
Art. 20 – Quando duas autoridades, ambas com jurisdição disciplinar sobre o contraventor, tiverem 
conhecimento da falta caberá o julgamento à autoridade mais antiga ou à mais moderna, se o seu superior assim 
o determinar. 
Parágrafo Único – A autoridade mais moderna deverá manter o mais antigo informado a respeito da falta, 
dos esclarecimentos que se fizerem necessários, bem como, quando julgar a falta, participar a pena imposta e os 
motivos que orientaram sua disposição. 
 
 
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CAPÍTULO 3 - Do Cumprimento 
COMO CUMPRIR AS PENAS DISCIPLINARES 
PUNIÇAO RESUMO DE CUMPRIMENTO DAS PENAS 
DISCIPLINARES 
REPREENSÃO 
PÚBLICA 
VERBAL 
Presença do contraventor seu 
círculo e círculos superiores 
ESCRITA 
Em documento que será dado 
conhecimento aos círculos 
acima. 
PARTICULAR 
VERBAL 
Presença única do 
contraventor. 
ESCRITA 
Ofício reservado ao 
contraventor. 
VERBAL 
NÃO LANÇA NO LIVRO REGISTRO 
DE CONTRAVENÇÕES ou O.S. 
PARTICULAR 
NÃO LANÇA NOS ASSENTAMENTOS 
DO CONTRAVENTOR. 
IMPEDIMENTO 
Permanecer na Organização Militar, sem prejuízo de qualquer 
serviço que lhe competir 
SERVIÇO EXTRA 
Desempenho de qualquer serviço interno, inclusive faina, em 
dias e horas em que 
não lhe competir esse serviço. 
Art. 24 – A pena de prisão simples consiste no recolhimento: 
PRISÃO SIMPLES 
- Oficial, Suboficial ou Sargento na OM, sem prejuízo do 
serviço interno que lhe couber; 
- Demais Praça, à sua coberta na OM, sem prejuízo dos 
serviços internos que lhe couberem, salvo os de 
responsabilidade e confiança. 
 
PRISÃO 
RIGOROSA 
- Oficial, Suboficial ou Sargento nos recintos que na OM 
forem destinados ao uso de seu círculo. 
- Demais Praça, Prisão fechada. 
 
Art. 21 – A repreensão consistirá na declaração formal de que o contraventor é assim punido por haver cometidodeterminada contravenção, podendo ser aplicada em particular ou não. 
§ 1º - Quando em particular, ser aplicada diretamente pelo superior que a impuser; verbalmente, na presença 
única do contraventor; por escrito, em ofício reservado a ele dirigido. 
§ 2º - Quando pública, será aplicada pelo superior, ou por sua delegação: 
a) verbalmente: 
1. Ao Oficial - na presença de Oficiais do mesmo posto ou superiores; 
2. Ao SO – nos círculos de Oficiais e SO; 
3. Ao SG – nos círculos de Oficiais, SO e SG; e 
4. Às Praças de graduação inferior a SG – em formatura da guarnição, ou parte dela, a que pertencer o 
contraventor. 
b) por escrito em documento do qual será dado conhecimento aos mesmos círculos acima indicados. 
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Art. 22 – A pena de impedimento obriga o contraventor a permanecer na OM, sem prejuízo de qualquer serviço 
que lhe competir. 
Art. 23 – A pena de serviço extraordinário consistira no desempenho pelo contraventor de qualquer serviço 
interno, inclusive faina em dias e horas em que não lhe competir este serviço. 
Art. 24 – A pena de prisão simples consiste no recolhimento: 
a) do Oficial, SO ou SG na OM ou outro local determinado, sem prejuízo do serviço interno que lhe couber; e 
b) da Praça à sua coberta na OM ou outro local determinado sem prejuízo dos serviços internos que lhe 
couberem, salvo os de responsabilidades e confiança. 
Art. 25 – A pena de prisão rigorosa consiste no recolhimento: 
a) do Oficial, SO ou SG aos recintos que OM forem destinados ao uso de seu círculo; e 
b) da Praça, à prisão fechada. 
§ 1º - Quando na OM não houver lugar ou recinto apropriado ao cumprimento da prisão rigorosa com a 
necessária segurança ou em boas condições de higiene, o Comandante ou autoridade equivalente solicitará que 
esse cumprimento seja feito em outra OM em que isso seja possível. 
§ 2º - A critério da autoridade que as impôs, as penas de prisão simples e prisão rigorosa poderão ser 
cumpridas pelas praças como determina o art. 22 ( impedimento), computando-se 2 dias de impedimento para 
cada dia de prisão simples e 3 dias de impedimento para cada dia de prisão rigorosa. 
§ 3º - Não será considerada agravação da pena deste artigo a reclusão do Oficial SO ou SG a camarote com 
ou sem sentinela quando sua liberdade puder causar dano à ordem ou à disciplina. 
 
CAPÍTULO 4 - Das Normas para Imposição 
Art. 26 – Nenhuma pena será imposta sem ser ouvido o contraventor e serem devidamente apurados os fatos. 
§ 1º - Normalmente a pena deverá ser imposta dentro do prazo de 48 horas, contadas do momento em que a 
contravenção chegou ao conhecimento da autoridade que tiver que impô-la. 
§ 2º- O Oficial que lançou a Contravenção disciplinar em Livro de Registro de Contravenção deverá dar 
conhecimento dos seus termos à referida Praça, antes do julgamento da mesma. 
§ 3º - Quando houver necessidade de maiores esclarecimentos sobre a contravenção, a autoridade mandará 
proceder a sindicância ou, se houver indício de crime, a inquérito, de acordo com as normas e prazos legais. 
§ 4º - Durante o período de sindicância de que trata o parágrafo anterior, o contraventor poderá ficar detido 
na OM ou em qualquer outro local que seja determinado. 
§ 5º - Os militares detidos para averiguação de contravenções disciplinares não devem comparecer a 
exercícios e fainas, nem executar serviço algum. 
§ 6º - A prisão ou detenção de qualquer militar e o local onde se encontra deverão ser comunicados 
imediatamente à sua família ou a pessoa por ele indicada, de acordo com a Constituição Federal. 
§ 7º - Nenhum contraventor será interrogado se desprovido da plena capacidade de entender o caráter 
contravencional de sua ação ou omissão, devendo, nessa situação, ser recolhido a prisão, em benefício da 
manutenção da ordem ou de sua própria segurança. 
Art. 27 – A autoridade julgará com imparcialidade e isenção de ânimo a gravidade da contravenção, sem 
condescendência ou rigor excessivo, levando em conta as circunstâncias justificativas ou atenuantes, em face das 
disposições deste regulamento e tendo sempre em vista os acontecimentos e a situação pessoal do contraventor. 
Art. 28 - Toda pena disciplinar, exceto repreensão verbal, será imposta na forma abaixo: 
a) para Oficiais e Suboficiais, mediante Ordem de Serviço que contenha resumo do histórico da falta, seu 
enquadramento neste regulamento, as circunstâncias atenuantes ou agravantes e a pena imposta; e 
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b) para Sargentos e demais Praças: mediante lançamento nos respectivos livros de Registro de Contravenções, 
onde constará o histórico da falta, seu enquadramento neste Regulamento, as circunstâncias atenuantes ou 
agravantes e a pena imposta. 
Art. 29- Quando o contraventor houver cometido contravenções simultâneas mas não correlatas, ser-lhe-ão 
impostas penas separadamente. 
Parágrafo único- se essas penas consistirem em prisão rigorosa e seu total exceder o máximo fixado no art. 14, 
serão cumpridas em parcelas não maiores do que esse prazo, com intervalos de cinco dias. 
Art. 30- A pena de licenciamento ex-officio”do Serviço Ativo da Marinha, a bem da disciplina, será imposta ás Praças 
com estabilidade assegurada, como disposto no Estado dos Militares e nos Regulamentos do Corpo de Praças da 
Armada e do Corpo de Praças do Corpo de Fuzileiros Navais. 
Art. 31- A pena de exclusão da Marinha será imposta: 
a) a bem da disciplina ou por conveniência do serviço; 
b) por incapacidade moral 
§ 1º- A bem da disciplina ou por conveniência do serviço , a pena será imposta sempre que a Praça, de 
graduação inferior a Suboficial, houver sido punida no espaço de um ano com trinta dias de prisão rigorosa ou 
quando for julgado merecê-la por um Conselho de Disciplina, por má conduta habitualou inaptidão profissional. 
§ 2º- Por incapacidade moral, será imposta quando houver cometido ato julgado aviltante ou infamante por 
um Conselho de Disciplina. 
Art.32- A pena de exclusão do Serviço Ativo da Marinha, a bem da disciplina, será aplicada “ex-officio” ás Praças 
com estabilidade assegurada, como disposto no Estatuto dos Militares. 
Art.33- O licenciamento “ex-officio” e a exclusão do Serviço Ativo da Marinha, a bem da disciplina, inabilita o 
militar para exercer cargo, função ou emprego na Marinha. 
Parágrafo único- A sua situação posterior relativa á reserva será determinada pela Lei do Serviço Militar e pelo 
Estatuto dos Militares. 
CAPÍTULO 5 - Da Contagem do Tempo de Punição 
Art. 34 - O tempo que durar o impedimento de que trata o artigo 26, § 3o, será levado em conta: 
a) integralmente para o cumprimento de penas de impedimento; 
b) na razão de 1/2 para as de prisão simples; e 
c) na razão de 1/3 para as de prisão rigorosa. 
Art. 35 - O tempo passado em hospitais (doentes hospitalizados) não será computado para cumprimento de pena 
disciplinar. 
CAPÍTULO 6 - Do Registro e da Transcrição 
Art. 36 - Para o registro das contravenções cometidas e penas impostas, haverá nas Organizações Militares dois 
livros numerados e rubricados pelo Comandante ou por quem dele haja recebido delegação, sendo um para os 
Sargentos e outro para as demais Praças. 
Art. 37 - Todas as penas impostas, exceto repreensões em particular, serão transcritas nos assentamentos do 
contraventor, logo após o seu cumprimento ou a solução de recursos interpostos. 
§ 1o - Para Sargentos e demais Praças, esta transcrição será feita na Caderneta Registro, independente de ordem 
superior. 
§ 2o - Para Oficiais e Suboficiais, cópia da Ordem de Serviço que publicou a punição será remetida à DPMM ou 
CApCFN, conforme o caso, a fim de ser anexada aos documentos de informação referentes ao Oficial ou Suboficial 
punido. 
(Alterado pelo Decreto no 94.387, de 29 de maio de 1987) 
§ 3o - A transcrição conterá o resumo do histórico da falta cometida e a pena imposta. 
 
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CAPÍTULO 7 
 Da Anulação, Atenuação, Agravamento, Relevamento e Cancelamento 
 
(Alterado pelo Decreto no 94.387, de 29 de maio de 1987) 
Art. 38 - O disposto no artigo 19 não inibe a autoridade superior na Cadeia de Comando de tomar conhecimento 
ex officio de qualquer contravenção e julgá-la de acordo com as normas deste Regulamento, ou reformar o 
julgamento de autoridade inferior, anulando, atenuando ou agravando a pena imposta, ou ainda relevando o seu 
cumprimento. 
§ 1o - A revisão do julgamento poderá ocorrer até 120 (cento e vinte) dias após a data da sua imposição. Fora 
desse prazo só poderá ser feita, privativamente, pelo Ministro da Marinha. 
§ 2o - Quando já tiver havido transcrição da pena nos assentamentos, será dado conhecimento à DPMM ou ao 
CApCFN, conforme o caso, para efeito de cancelamento ou alteração. 
§ 3o - A competência para relevar o cumprimento da pena é atribuição das mesmas autoridades citadas nas 
alíneas a) e b) do artigo 19, cada uma quanto às punições que houver imposto, ou quanto às aplicadas pelos seus 
subordinados. 
Esse relevamento poderá ser aplicado: 
a) por motivo de serviços relevantes prestados à Nação pelo contraventor, privativamente, pelo Presidente da 
República e pelo Ministro da Marinha; e 
b) por motivo de gala nacional ou passagem de Chefia, Comando ou Direção, quando o contraventor já houver 
cumprido pelo menos metade da pena. 
Art. 39 - Poderá ser concedido ao militar o cancelamento de punições disciplinares que lhe houverem sido 
impostas ex officio ou mediante requerimento do interessado, desde que satisfaça as seguintes condições 
simultaneamente: 
a) não ter sido a falta cometida atentatória à honra pessoal, ao pundonor militar ou ao decoro da classe; 
b) haver decorrido o prazo de cinco anos de efetivo serviço, sem qualquer punição, a contar da data do 
cumprimento da última pena. (Alterado pelo Decreto no 1.011, de 22 de dezembro de 1993) 
c) ter bons serviços prestados no período acima, mediante análise de suas folhas de alterações; e 
d) ter parecer favorável de seu Chefe, Comandante ou Diretor. 
§ 1o - O militar, cujas punições disciplinares tenham sido canceladas, poderá concorrer, a partir da data do ato 
de cancelamento, em igualdade de condições com seus pares em qualquer situação da carreira. 
§ 2o - Além das autoridades mencionadas na letra a) do artigo 19, a competência para autorizar o 
cancelamento de punições cabe aos Oficiais-Generais em cargo de Chefia, Comando ou Direção, obedecendo-se à 
Cadeia de Comando do interessado, não podendo ser delegada. 
§ 3o - A autoridade que conceder o cancelamento da punição deverá comunicar tal fato à DPMM ou CApCFN, 
conforme o caso. 
§ 4o - O cancelamento concedido não produzirá efeitos retroativos, para quaisquer fins de carreira. 
 
TÍTULO IV - DA PARTE, PRISÃO IMEDIATA E RECURSOS 
CAPÍTULO 1 - Da Parte e da Prisão Imediata 
 
Art. 40 - Todo superior que tiver conhecimento, direto ou indireto, de contravenção cometida por qualquer 
subalterno, deverá dar parte escrita do fato à autoridade sob cujas ordens estiver, a fim de que esta puna ou 
remeta a parte à autoridade sob cujas ordens estiver o contraventor, para o mesmo fim. 
Parágrafo único - Servindo superior e subalterno na mesma Organização Militar e sendo o subalterno Praça de 
graduação inferior a Suboficial, será efetuado o lançamento da parte no Livro de Registro de Contravenções 
Disciplinares. 
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Art. 41 - O superior deverá também dar voz de prisão imediata ao contraventor e fazê-lo recolher-se à sua 
Organização Militar quando a contravenção ou suas circunstâncias assim o exigirem, a bem da ordem pública,da 
disciplina ou da regularidade do serviço. 
Parágrafo único - Essa voz de prisão será dada em nome da autoridade a que o contraventor estiver diretamente 
subordinado, ou, quando esta for menos graduada ou antiga do que quem dá a voz, em nome da que se lhe 
seguir em escala ascendente. Caso o contraventor se recuse a declarar a Organização Militar em que serve, a voz 
de prisão será dada em nome do Comandante do Distrito Naval ou do Comando Naval em cuja jurisdição ocorrer 
a prisão. 
Art. 42 - O superior que houver agido de acordo com os artigos 40 e 41 terá cumprido seu dever e resguardada 
sua responsabilidade. A solução que for dada à sua parte pela autoridade superior é de inteira e exclusiva 
responsabilidade desta, devendo ser adotada dentro dos prazos previstos neste Regulamento e comunicada ao 
autor da parte. 
Parágrafo único - A quem deu parte assiste o direito de pedir à respectiva autoridade, dentro de oito dias úteis, 
pelos meios legais, a reconsideração da solução, se julgar que esta deprime sua pessoa ou a dignidade de seu 
posto, não podendo o pedido ficar sem despacho. Para tanto, a autoridade que aplicar a pena disciplinar deverá 
comunicar ao autor da parte a punição efetivamente imposta e o enquadramento neste Regulamento, com as 
circunstâncias atenuantes ou agravantes que envolveram o ato do contraventor. 
Art. 43 - O subalterno preso nas condições do artigo 41 só poderá ser solto por determinação da autoridade a 
cuja ordem foi feita a prisão, ou de autoridade superior a ela. 
Art. 44 - Esta prisão, de caráter preventivo, será cumprida como determina o artigo 24. 
 
CAPÍTULO 2 - Dos Recursos 
 
Art. 45 - Àquele a quem for imposta pena disciplinar será facultado solicitar reconsideração da punição à 
autoridade que a aplicou, devendo esta apreciar e decidir sobre a mesma dentro de oito dias úteis, contados do 
recebimento do pedido. 
Art. 46 - Aquele a quem for imposta pena disciplinar poderá, verbalmente ou por escrito, por via hierárquica e em 
termos respeitosos, recorrer à autoridade superior à que a impôs, pedindo sua anulação ou modificação, com 
prévia licença da mesma autoridade. 
§ 1o - O recurso deve ser interposto após o cumprimento da pena e dentro do prazo de oito dias úteis. 
§ 2o - Da solução de um recurso só cabe a interposição de novos recursos às autoridades superiores, até o 
Ministro da Marinha. 
§ 3o - Contra decisão do Ministro da Marinha, o único recurso admissível é o pedido de reconsideração a essa 
mesma autoridade. 
§ 4o - Quando a punição disciplinar tiver sido imposta pelo Ministro da Marinha, caberá interposição de 
recurso ao Presidente da República, nos termos definidos no presente artigo. 
Art. 47 - O recurso deve ser remetido à autoridade a quem dirigido, dentro do prazo de oito dias úteis, 
devidamente informado pela autoridade que tiver imposto a pena. 
Art. 48 - A autoridade a quem for dirigido o recurso deve conhecer do mesmo sem demora, procedendo ou 
mandando proceder às averiguações necessárias para resolver a questão com justiça. 
Parágrafo único - No caso de delegação, para proceder a estas averiguações será nomeado um Oficial de posto 
superior ao do recorrente. 
Art. 49 - Se o recurso for julgado inteiramente procedente, a punição será anulada e cancelado tudo quanto a ela 
se referir; se apenas em parte, será modificada a pena. 
Parágrafo único - Se o recurso fizer referência somente aos termos em que foi aplicada a punição e parecer à 
autoridade que os mesmos devem ser modificados, ordenará que isso se faça, indicando a nova forma a ser 
usada. 
 
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TÍTULO V - DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
Art. 50 Aos Guardas-Marinha, Aspirantes, Alunos do Colégio Naval e Aprendizes-Marinheiros serão aplicados, 
quando na Escola Naval, Colégio Naval ou nas Escolas de Aprendizes, as penas estabelecidas nos respectivos 
regulamentos, e mais as escolares previstas para faltas de aproveitamento; quando embarcados, as que este 
Regulamento determina para Oficiais e Praças, conforme o caso. 
Art. 51 O militar sob prisão rigorosa fica inibido de ordenar serviços aos seus subalternos ou subordinados, mas 
não perde o direito de precedência às honras e prerrogativas inerentes ao seu posto ou graduação. 
Art. 52 Os Comandantes de Organizações Militares farão com que seus respectivos médicos ou requisitados para 
tal visitem com freqüência os locais destinados a prisão fechada, a fim de proporem, por escrito, medidas que 
resguardem a saúde dos presos e higiene dos mesmos locais. 
Art. 53 Os artigos deste Regulamento que definem as contravenções e estabelecem as penas disciplinares devem 
ser periodicamente lidos e explicados à guarnição. 
Art. 54 A Jurisdição disciplinar, quando erroneamente aplicada, não impede nem restringe a ação judicial militar. 
 
PRAZOS PREVISTOS NO RDM 
PRAZOS FINALIDADE CONTADO A PARTIR DE QUANDO 
48 H Impor a pena 
Do momento em que a autoridade toma conhecimento 
da contravenção. 
8 DIAS 
ÚTEIS 
Recursos 
Para a autoridade- do recebimento de pedido.Para o 
Conraventor – do cumprimento da pena. 
Reconsideração da 
pena 
Para a autoridade que deu parte – se julgar que a pena 
imposta deprime sua pessoa ou a dignidade de seu 
posto. 
120 DIAS Revisão de julgamento Da data da sua imposição. 
5 ANOS Cancelamento Da data do cumprimento da última pena. 
 
 
 
 
 
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ORDENANÇA GERAL PARA O SERVIÇO DA ARMADA 
TÍTILO – I - FORÇAS E NAVIOS 
 CAPÍTULO 1 – Conceituação de Forças 
 
Art. 1-1-1 Armada é a totalidade de navios, meios aéreos e de fuzileiros, destinados ao serviço naval, pertencentes 
ao Estado e incorporados à Marinha do Brasil. 
Art. 1-1-2 Força é uma parcela da Armada, posta sob Comando único e constituída para fins operativos ou 
administrativos.Art. 1-1-3 Esquadra é o conjunto de Forças e navios soltos, posto sob Comando único, para fins administrativos. 
O Comandante de Esquadra terá todas as prerrogativas de Comandante de Força e o título de Comandante-em-
Chefe. 
Art. 1-1-4 Força Naval é a Força constituída por navios, para fins administrativos. 
Parágrafo único - As Forças Navais poderão ser denominadas de ou subdivididas em Flotilhas, Divisões, Esquadrões 
ou Grupamentos. 
Art. 1-1-5 Força Aeronaval é a Força constituída por unidades aéreas ou por navios e unidades aéreas, para fins 
administrativos 
§ 1º - As Forças Aeronavais poderão ser denominadas de ou subdivididas em Grupos. 
§ 2º - Constituem-se em unidades aéreas os esquadrões de aeronaves. 
Art. 1-1-6 Força de Fuzileiros Navais é a Força constituída por unidades de fuzileiros navais, para fins 
administrativos. 
§ 1º - As Forças de Fuzileiros Navais poderão ser denominadas de ou subdivididas em Divisões e Tropas. 
§ 2º - Constituem-se em unidades de fuzileiros navais os batalhões, os grupos, os grupamentos e as companhias 
independentes. 
 
 MARINHA DO BRASIL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ARMADA - Totalidade de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais 
pertencentes ao estado e incorporados à MB 
ESQUADRA 
Conjunto de Forças e navios soltos, posto sob Comando único, para fins administrativos. 
FORÇA 
Parcela da Armada 
Posta sob comando 
Único com fins 
ADMINISTRATIVO OU 
OPERATIVO 
FORÇA NAVAL 
Constituída por navios 
Para fins 
ADMINISTRATIVOS 
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ORGANIZAÇOES DENOMINAÇÃO OU 
SUBDIVISÃO 
CONSTITUEM-SE EM UNIDADES... 
Forças Navais (Navios) Flotilhas, Divisões, Esquadrões 
ou Grupamentos. 
Navais os navios. 
Forças Aeronavais (navios e 
unidades aéreas) 
Grupos Aéreas os esquadrões de aeronaves 
Forças de FN (unidades de 
fuzileiros navais) 
Divisões e Tropas De Fuzileiros Navais os Batalhões, os 
Grupos, os Grupamentos e as 
Companhias independentes 
 
Art. 1-1- 7 Força-Tarefa é uma Força constituída para a condução de operações navais em cumprimento a 
determinada missão. 
Parágrafo único - As Forças-Tarefa terão a denominação que lhes for dada pela autoridade que ordenar 
suas constituições e se subdividirão em Grupos-Tarefa, Unidades-Tarefa e Elementos-Tarefa. 
 
 
 
 
Art. 1-1-8 Qualquer fração de Força-Tarefa que dela se separar temporariamente para cumprir uma tarefa será 
denominada Força Destacada, se não tiver denominação própria. 
 
TÍTULO II - ORGANIZAÇÃO 
CAPÍTULO 1 - Disposições Gerais 
 
ORGANIZAÇÕES REGIDOS POR: ELABORADO DE 
ACORDO COM 
NORMAS BAIXADAS 
COMPETENCIA 
PARA 
APROVAÇÃO 
Navios, Unidades 
Aéreas e Unidades 
de FN 
ORGANIZAÇÃO DE 
COMBATE e 
ORGANIZAÇÃO 
ADMINISTRATIVA 
Pelo EMA 
Pelo EMA 
CM ou RCB 
Delegação CM ou 
RCB Delegação 
OM de Terra Ato de Criação 
Regulamento 
Regimento Interno 
- - - - - - - - 
Pelo EMA 
 
Pelo EMA 
- - - - - - - - - - - - 
 CM ou RCB 
Delegação 
 CM ou RCB 
Delegação 
 
Art. 2-1-1 A preparação dos navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais para combate e sua conduta 
durante o mesmo serão regidas por uma Organização de Combate. 
Art. 2-1-2 As atividades administrativas das forças, navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais serão 
regidas por uma Organização Administrativa. 
Parágrafo único - A Organização Administrativa dos navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais serão 
elaboradas com base nas respectivas Organizações de Combate e deverá atender, na distribuição do pessoal, tanto 
quanto possível, a que trabalhem juntos, nas diferentes fainas e tarefas, os que irão trabalhar juntos em combate. 
Art. 2-1-3 A Organização Administrativa deverá abordar, entre outros, os seguintes pontos: 
a) Distribuição das tarefas por setor da OM e fixação das atribuições dos respectivos encarregados; 
b) Distribuição do pessoal por setor da OM; 
c) Fixação das incumbências e atribuições das Praças; 
d) Distribuição do material; 
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SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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e) Distribuição do pessoal pelos diversos serviços e postos (Detalhes de Serviços e Tabelas Mestras); 
f) Fainas comuns e de emergências, e sua execução; e 
g) Rotinas das tarefas normais diárias, semanais e mensais, e sua execução. 
Art. 2-1-4 A elaboração das organizações das forças, navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros navais será 
pautada em normas baixadas pelo Estado-Maior da Armada. 
Art. 2-1-5 É da competência do Ministro da Marinha, ou das autoridades que tenham recebido expressa delegação 
de competência para tal, a aprovação das Organizações de forças, navios, unidades aéreas e unidades de fuzileiros 
navais. 
Art. 2-1-6 As Organizações Militares (OM) de terra são estruturadas com base em três documentos fundamentais: 
Ato de Criação, Regulamento e Regimento Interno. 
§ 1o – Ato de Criação é o documento que especifica propósito, a subordinação, a sede, o posto do Comandante 
e a constituição de um núcleo de implantação, quando necessário. 
§ 2o – Regulamento é o ato administrativo que complementa o Ato de Criação permitindo que, em âmbito geral, 
possam ser conhecidas a sua missão, organização, estrutura e outros dados de interesse. 
§ 3o – Regimento Interno é o ato administrativo que complementa o Regulamento, ordenando seu 
detalhamento e permitindo que, em âmbito interno, sejam disciplinadas todas as atividades rotineiras da OM. 
Art. 2-1-7 A elaboração dos Regulamentos e Regimentos Internos das OM de terra será pautada em normas 
baixadas pelo Estado-Maior da Armada. 
Art. 2-1-8 É da competência do Ministro (Comandante) da Marinha ou das Autoridades que tenham recebido 
expressa delegação de competência para tal a aprovação dos Regulamentos e RegimentosInternos das OM de 
terra. 
Art. 2-1-9 O número e a qualificação do pessoal necessário para exercer os diversos cargos nas OM serão fixados 
em Tabelas de Lotação aprovadas pelo (Comandante) Ministro da Marinha, ou por autoridade que tenha recebido 
expressa delegação de competência para tal. 
Parágrafo único - Nos casos em que uma Tabela de Lotação não mais satisfizer às novas exigências do serviço, será 
proposta pelo Comandante a alteração da existente. 
Art. 2-1-10 As autoridades competentes proverão as OM com pessoal necessário para atender às respectivas 
lotações. 
Art. 2-1-11 Os Oficiais, exceto o Comandante, que servem numa OM constituem a sua Oficialidade. 
Parágrafo único - Os Guardas-Marinha também farão parte da Oficialidade, porém com as restrições inerentes à 
sua situação de Praças Especiais. 
Art. 2-1-12 As Praças que servem numa OM constituem a sua Guarnição. 
Art. 2-1-13 A Oficialidade e a Guarnição de uma OM constituem a sua Tripulação. 
 
TÍTULO III - Normas sobre Pessoal 
CAPÍTULO 3 - Embarque e distribuição de Praças 
 
Art. 3-3-1 Todas as Praças, ao embarcarem em qualquer OM, serão apresentadas pelo Sargenteante-Geral ao 
Imediato, a quem cabe distribuí-las internamente. 
Art. 3-3-2 Os Suboficiais e o Mestre, ao embarcarem, serão também apresentados ao Comandante da OM e 
posteriormente, em parada, ao setor da OM em que forem servir, pelos respectivos encarregados. 
Parágrafo único – O Suboficial mais antigo será apresentado aos outros Suboficiais por Oficial indicado pelo 
Imediato. 
Art. 3-3-3 As Praças serão distribuídas pelas incumbências, por seus respectivos encarregados, de acordo com as 
respectivas Tabelas Mestras. 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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TÍTULO IV - DEVERES DO PESSOAL 
CAPÍTULO 1 - Disposições Gerais 
 
Art. 4-1-1 Todos os Oficiais e Praças, quer a bordo, quer em terra, em serviço ou não, devem: 
a) proceder de acordo com as normas de boa educação civil e militar e com os bons costumes, de modo a 
honrar e preservar as tradições da Marinha; 
b) respeitar a legislação em vigor, obedecer aos superiores e conhecer e cumprir as normas e instruções da 
Marinha; 
c) empenhar-se em dirigir ou executar as tarefas de que forem incumbidos com o máximo de zelo e dedicação; e 
d) empregar os maiores esforços em prol da glória das armas brasileiras e sustentação da honra nacional, 
mesmo nas circunstâncias mais difíceis e quaisquer que sejam os perigos a que se possam achar expostos. 
Art. 4-1-2 A autoridade de cada um promana do ato de designação para o cargo que tiver que desempenhar; ou da 
ordem superior que tiver recebido; começa a ser exercida com a posse nesse cargo ou com o início da execução da 
ordem; a autoridade corresponde inteira responsabilidade pelo bom desempenho no cargo ou pela perfeita 
execução da ordem. 
Parágrafo único - Aplica-se, da mesma forma, o disposto nesse artigo a encargo, incumbência, comissão, serviço ou 
atividade militar. 
Art. 4-1-3 Todos são individualmente responsáveis, dentro de sua esfera de ação: 
a) por negligência, imprevidência, fraqueza ou falta de energia no cumprimento de deveres e no desempenho 
de suas atribuições; 
b) por imperícia na direção ou execução de fainas, ou no desempenho de atribuições para as quais estejam 
legalmente qualificados; 
c) por infração à legislação em vigor, às disposições desta Ordenança e às normas e instruções da Marinha; 
d) por abuso ou exercício indevido de autoridade; e 
e) por prejuízos causados à Fazenda Nacional. 
Parágrafo único - Em substituição, por deficiência de pessoal ou inexistência de pessoal legalmente habilitado, 
ninguém da Marinha pode negar-se a assumir cargos, mesmo que inerentes a posto ou graduação superior; a 
responsabilidade do substituto fica limitada pela habilitação que legalmente tiver. 
Art. 4-1-4 Sempre que Oficiais, Praças ou quaisquer militares a serviço da Marinha, ainda que subordinados a 
diferentes Comandos, concorrerem acidentalmente a uma mesma faina que exija a cooperação de todos – quer 
seja por terem recebido ordem para isso, quer por se acharem reunidos por circunstâncias – o mais antigo, 
respeitados os casos especiais estabelecidos nesta Ordenança, assumirá o comando ou a direção da faina que 
tiverem que executar. 
Art. 4-1-5 Cumpre ao superior: 
a) manter, em todas as circunstâncias, na plenitude e sua autoridade a disciplina, a boa ordem nas fainas e 
serviços e a estrita execução da legislação em vigor, da presente Ordenança e das normas e instruções da 
Marinha; 
b) exigir o respeito e a obediência que lhe são devidos por seus subordinados; e 
c) conduzir seus subordinados, estimulando-os, reconhecendo-lhes os méritos, instruindo-os, admoestando-os 
e punindo-os ou promovendo sua punição de conformidade com a lei. 
Parágrafo único - O superior evitará sempre utilizar-se de palavra ou ato que possa desconceituar seus 
subordinados, enfraquecer a consideração que lhes é devida e melindrar seu pundonor militar ou dignidade 
pessoal. 
Art. 4-1-6 O superior é responsável: 
a) pelo acerto, oportunidade e conseqüências das ordens que der; e 
b) pelas conseqüências da omissão de ordens, nos casos em que for de seu dever providenciar. 
SUA APROVAÇÃO É A NOSSA MISSÃO! 
 
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Parágrafo único - As ordens devem ser emitidas de forma clara, concisa e precisa. 
Art. 4-1-7 Cumpre ao subordinado: 
a) respeitar seus superiores e ter para com eles a consideração devida, quer estejam ou não presentes; e 
b) obedecer às ordens dos superiores. 
Parágrafo único – As ordens verbais dadas pelo superior, ou em seu nome, obrigam tanto como se fossem por 
escrito. Se tais ordens, por sua importância, puderem envolver grave responsabilidade para o executor, este poderá 
pedir que lhe sejam dadas por escrito, o que não poderá ser recusado. 
Art. 4-1-8 subordinadoé responsável: 
a) pela execução das ordens que receber; e 
b) pelas conseqüências da omissão em participar ao superior, em tempo hábil, qualquer ocorrência que 
reclame providência, ou que o impeça de cumprir a ordem recebida. 
Parágrafo único - O subordinado deixa de ser responsável pelo não cumprimento de uma ordem recebida de 
superior quando outro superior lhe der outra ordem que prejudique o cumprimento da primeira e nela insistir, 
apesar de cientificado pelo subordinado da existência da ordem anterior. Deve, porém, participar a ocorrência ao 
primeiro, logo que possível. 
Art. 4-1-9 Os superiores e subordinados não devem limitar-se apenas ao cumprimento das tarefas que lhes tiverem 
sido cometidas, procurando ajudar-se mutuamente na execução das mesmas. 
Art. 4-1-10 O subordinado dará o pronto a seu superior da execução das ordens que dele tiver recebido. Quando 
circunstâncias insuperáveis impossibilitarem sua execução, ou ocorrência não prevista aconselhar a conveniência 
de retardar, de modificar ou de não cumprir as ordens recebidas, dará conhecimento imediato do fato ao seu 
superior, ou logo que possível, para que este providencie como julgar conveniente. 
Parágrafo único - Caso, porém, não haja tempo de fazer essa participação, nem de esperar novas ordens, 
subordinado resolverá, sob sua responsabilidade, como lhe parecer mais conveniente ao serviço. 
Art. 4-1-11 Qualquer subordinado que receber uma ordem e entender que de sua execução possa resultar prejuízo 
ao serviço deverá ponderar respeitosamente, expondo as razões em que se fundamenta, por assim o entender; 
mas, se o superior insistir na execução da referida ordem, obedecerlhe-á de pronto e lealmente, podendo, depois 
de a cumprir, representar a este respeito ao Comandante ou à autoridade imediatamente superior à que lhe tiver 
dado a ordem, de acordo com o prescrito no artigo 4-1-27 desta Ordenança. 
Art. 4-1-12 Todos devem respeitar a religião, as instituições, os costumes e os usos do país em que se acharem. 
Art. 4-1-13 Todos devem tratar-se mutuamente com respeito e polidez, e com atenção e justiça os subordinados. 
Parágrafo único - No exercício de suas atribuições, é vedado ao pessoal qualquer intimidade. 
Art. 4-1-14 Todo superior deve fazer cessar prontamente as contendas que presenciar a bordo entre mais 
modernos e, em caso de insulto, injúria, ameaça ou vias de fato, prender os transgressores e endereçar parte de 
ocorrência aos respectivos Comandantes. 
Art. 4-1-15 O militar que presenciar qualquer irregularidade em que se envolva pessoal da Marinha, ou verificar 
desvio de objetos pertencentes à Fazenda Nacional e atos comprometedores da segurança das Organizações 
Militares (OM) da Marinha deve, conforme as circunstâncias, reprimir de pronto esses atos, ou dar parte deles com 
a maior brevidade a seu Comandante ou à autoridade competente 
Art. 4-1-16 Todo militar que tiver conhecimento de notícia, ainda que vaga, de algum fato que, direta ou 
indiretamente, possa comprometer as tarefas da sua ou de outras OM, ou que tenha relação com os interesses 
nacionais, tem rigorosa obrigação de o participar de pronto –verbalmente ou por escrito, com conveniente reserva 
– ao seu Comandante, pelos canais competentes ou em caso de urgência, diretamente. 
Art. 4-1-17 Todo Oficial ou Praça pode, sempre que for conveniente à ordem, à disciplina ou à normalidade do 
serviço, prender à sua ordem ou à de autoridade competente, quem tiver antigüidade inferior à sua. 
§ 1º - Pode, também, em flagrante de crime inafiançável, prender à ordem de autoridade superior qualquer 
Oficial ou Praça de antigüidade superior à sua. 
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§ 2 -Em qualquer caso, quem efetuar a prisão dará logo parte circunstanciada, por escrito e por intermédio do 
próprio Comandante, à autoridade a que o preso estiver diretamente subordinado. 
Art. 4-1-18 Os militares presos na forma prevista no “caput” do artigo anterior só poderão ser postos em liberdade 
por determinação da autoridade a cuja ordem tiver sido efetuada a prisão, ou de autoridade superior. 
Art. 4-1-19 Se pessoa estranha à Marinha cometer crime a bordo, será presa e autuada em flagrante delito, em 
seguida, será apresentada à autoridade competente. 
Art. 4-1-20 A continência individual é a saudação devida pelo militar de menor antigüidade, quando uniformizado, 
a bordo ou em terra, aos mais antigos da Marinha, do Exército, da Aeronáutica e dos países estrangeiros, ainda que 
em traje civil; neste último caso, desde que os conheça. 
§ 1º - Em trajes civis, o mais moderno assumirá postura respeitosa, e cumprimentará formalmente o mais 
antigo, utilizando-se das expressões usadas no meio civil. 
§ 2º - Os mais antigos devem responder tanto à saudação quanto à continência individual dos mais modernos. 
Art. 4-1-21Oficial ou a Praça, ao dirigir-se a superior, tomará a posição de sentido e prestar-lhe-á continência. 
Art. 4-1-22 É obrigatório possuir todos os uniformes previstos na legislação em vigor, em quantidade suficiente. O 
pessoal embarcado deve manter a bordo os uniformes para serviço, licença e representação em condições de 
pronto uso. 
Art. 4-1-23 O uniforme do dia é obrigatório, a bordo, para todos os Oficiais e Praças. 
Art. 4-1-24 Aos Oficiais, Suboficiais e Primeiros-Sargentos é permitido entrar e sair à paisana das OM em que 
servem. (TODOS PODEM) 
§ 1º - O Ministro da Marinha e os Comandantes de Força, ou de navio escoteiro no exterior, considerando 
circunstâncias especiais, poderão ampliar ou restringir estatuído neste artigo. 
§ 2º - O traje civil permitido será estabelecido pelo Ministro da Marinha. 
Art. 4-1-25 Nas Estações de Comando no mar, na Tolda e na Sala de Estado, ou locais equivalentes, só deverão 
permanecer aqueles que estiverem em efetivo serviço. 
§ 1º - É vedado ao pessoal, a não ser em ato de serviço, permanecer no passadiço no bordo em que estiver um 
Almirante, o Comandante da Força ou do navio. 
§ 2º - Salvo exigência do serviço, só transitarão pelas escotilhas e passagens da câmara e camarotes de 
Almirante, Comandante e Oficiais os que neles respectivamente se alojarem, ou que a estes forem assemelhados 
ou superiores. 
Art. 4-1-26 Em qualquer compartimento ou local das OM, à passagem de qualquer Oficial, todos os subordinados 
devem tomar a posição de sentido, desde que não resulte prejuízo para as fainas em andamento ou interrupção de 
rancho. 
Parágrafo único - Sempre que possível, nos locais e horários de recreação, o Oficial dispensará essa formalidade. 
Art. 4-1-27 O subordinado que se julgar com fundamento para ponderar sobre qualquer ato de superior que lhe 
pareça ilegal ou ofensivo tem direito de dirigir-lhe, verbalmente ou por escrito, representação respeitosa. Se o 
superior deixar de atendê-la, ou não a resolver do modo que lhe pareça justo, poderá representar ao Comandante 
da OM em que serviro superior, pedida a devida permissão, que não lhe poderá ser negada. 
Parágrafo único - Se o ato tiver sido praticado pelo próprio Comandante, ou se a decisão deste não for considerada 
satisfatória, o subordinado poderá, da mesma forma, representar contra este ou recorrer de sua decisão à 
autoridade imediatamente superior. 
Art. 4-1-28 As ponderações, representações e manifestações coletivas sobre atos dos superiores são proibidas. 
Art. 4-1-29 O subordinado, em suas relações verbais ou escritas com o superior, usará sempre de expressões 
respeitosas. 
Art. 4-1-30 O superior, conquanto deva dirigir-se ao subordinado em termos corteses, dará sempre suas ordens em 
linguagem e tom imperativos. 
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Art. 4-1-31 Na correspondência, quer do subordinado para o superior, quer deste para aquele, são proibidas 
expressões que envolvam, direta ou indiretamente, ofensa, insulto ou injúria a alguém. 
Art. 4-1-32 Todas as representações, partes ou requerimentos que militares da Marinha dirigirem a autoridades 
superiores devem ser encaminhados por intermédio do seu respectivo Comandante, o qual os transmitirá a quem 
de direito, dando sua própria informação a respeito, antes de decorrido prazo de oito dias desde o seu recebimento. 
Art. 4-1-33 Se a representação, parte ou requerimento estiver escrito de modo contrário ao que é preceituado 
nos artigos anteriores, o Comandante o reterá em seu poder, fazendo ciente ao respectivo autor para que o 
substitua, modificando sua linguagem. Se o autor, dentro de prazo nunca maior de oito dias, não atender ao 
Comandante, este fará pelos canais competentes a remessa à autoridade a quem for dirigido o documento, desde 
que o mesmo não contenha insulto, ofensa ou injúria, anexando sua informação e justificando a demora. 
Art. 4-1-34 Se a representação, parte ou requerimento, ao ser apresentado, contiver insulto, ofensa ou injúria, o 
Comandante não o encaminhará e punirá seu autor; aquele documento somente servirá para o processo que 
deverá ser instaurado posteriormente. 
Art. 4-1-35 Só o Comandante, ou subordinado por ele autorizado, poderá fazer comunicação verbal ou escrita 
para fora de sua unidade, sobre assuntos operativos ou administrativos de sua OM. 
Art. 4-1-36 Nenhum militar poderá, a não ser que devidamente autorizado, discutir ou divulgar por qualquer meio 
assunto de caráter oficial, exceto os de caráter técnico não sigiloso e que não se refiram à Defesa ou à Segurança 
Nacional. 
§ 1º – É vedado ao militar manifestar-se publicamente a respeito de assuntos políticos ou tomar parte fardado 
em manifestações de caráter político partidário. 
§ 2º – Em visitas a portos nacionais ou estrangeiros caberá exclusivamente ao Comandante Mais Antigo Presente 
Embarcado (COMAPEM) o estabelecimento dos contatos externos para fins do disposto neste artigo. 
Art. 4-1-37 Todas as pessoas, pertencentes ou não à Marinha, que se acharem, ainda que ocasionalmente, a bordo 
de uma unidade, independente de seu posto, graduação ou categoria, ficarão sujeitas às normas em vigor nessa 
unidade. 
Art. 4-1-38 Todas as pessoas estranhas à Marinha que se acharem a bordo por qualquer motivo, por ocasião de 
combate ou fainas de emergência, serão obrigadas a ocupar o posto ou local que lhes designar o Comandante do 
navio, salvo se forem de antigüidade superior à do Comandante, caso em que só voluntariamente poderão 
cooperar. 
Art. 4-1-39 É vedado aos militares o uso de barba, cavanhaque, costeletas e do corte de cabelo que não sejam os 
definidos pelas normas em vigor. 
§ 1º – O uso de bigode é permitido aos Oficiais, Suboficiais e Sargentos. 
§ 2º – O militar que necessitar encobrir lesão fisionômica poderá usar barba, bigode, cavanhaque ou cabelo fora 
das normas em vigor, desde que esteja autorizado pelo seu respectivo Comandante. 
§ 3º – O militar que tiver sua fisionomia modificada deverá ser novamente identificado. 
Capítulo 3 -Deveres das Praças Especiais quando Embarcadas 
 
Art. 4-3-1 As Praças Especiais ficarão sujeitas às normas das OM e terão, sempre que possível, seus alojamentos e 
ranchos à parte. 
Art. 4-3-2 As Praças Especiais serão distribuídas pelas Divisões, a fim de complementarem os conhecimentos 
adquiridos em seus Órgãos de Formação. 
Art. 4-3-3 As Praças Especiais ficarão obrigadas aos estudos, aulas e exercícios determinados pelo Comandante, 
em cumprimento aos programas expedidos pela autoridade competente. 
Parágrafo único - Em benefício do aproveitamento nos trabalhos e estudos, as Praças Especiais poderão ser, a juízo 
do Comandante, dispensadas de algumas das tarefas e serviços mencionados no presente Capítulo. 
Art. 4-3-4 As Praças Especiais, no que se refere às tarefas de bordo, devem: 
a) tomar parte nas fainas e exercícios da OM, e Ter máxima atenção àquelas a que assistirem; 
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b) auxiliar os encarregados dos setores nos quais estiverem distribuídas; 
c) auxiliar o pessoal de serviço; e fazer os serviços de rancho que lhes forem atribuídos. 
Art. 4-3-5Às Praças Especiais matriculadas em Órgãos de Formação de Oficias caberá, além do disposto no artigo 
anterior, dirigir, sob supervisão e responsabilidade de Oficiais, fainas e exercícios compatíveis com o adestramento 
já recebido. 
Parágrafo único - Os alunos do Colégio Naval deverão participar daquelas atividades, sob supervisão e 
responsabilidade dos Oficiais de bordo. 
Art. 4-3-6 As Praças Especiais matriculadas em Escolas de Formação de Oficias e no Colégio Naval têm a obrigação 
de se impor às Praças mais modernas, evitar intimidade e exigir tratamento militar apropriado à sua posição 
hierárquica. 
TÍTULO IV - CAPÍTULO 4 - Deveres das Praças 
 
Art. 4-4-1 Atribuição principal - A atribuição principal das Praças é a execução das tarefasnecessárias à manutenção 
e operação dos equipamentos e à conservação de compartimentos de suas OM. 
Art. 4-4-2 - Deveres gerais - Além do disposto no Capítulo 1 deste Título, são deveres específicos de todas as Praças 
da Marinha: 
a) cumprir as instruções que tiverem para o serviço, executando-as e fazendo com que sejam bem executadas 
por seus subordinados; 
b) desempenhar em serviço, no porto ou em viagem, as tarefas que lhes forem determinadas; 
c) tomar parte nas mostras, fainas e exercícios, ocupando para isto o posto que lhes for designado; e 
d) participar dos exercícios de cultura física e desportos. 
Art. 4-4-3 - Deveres de acordo com as graduações - Os deveres das Praças, conforme suas graduações, serão, de 
modo geral, os seguintes: 
a) os Suboficiais serão auxiliares diretos dos Oficiais em todos os atos de serviços e na execução das fainas que 
aqueles dirigirem; 
b) os Sargentos serão auxiliares diretos dos Suboficiais, ou dos Oficiais, conforme a OM em que servirem, em 
todos os atos de serviço e na execução das fainas que aqueles auxiliarem ou dirigirem; e 
c) os Cabos e Marinheiros executarão qualquer serviço que contribua para o cumprimento de tarefa atribuída à 
OM a que pertencerem, com responsabilidade pela parte que lhes couber. 
Art. 4-4-4 Distribuição por incumbências - As Praças serão distribuídas por incumbências, de acordo com as 
habilitações correspondentes às suas graduações e às especialidades, observado o grau de competência que exijam 
do executor, para que este seja responsável pela execução da tarefa de que for incumbido. 
Art. 4-4-5 Os deveres das Praças relativos às suas incumbências serão fixados nos Regimentos Internos ou nas 
Organizações Administrativas e de Combate. 
TÍTULO VIII - SERVIÇOS DE PRAÇAS 
CAPÍTULO 1 - Suboficiais e Sargentos 
 
Art. 8-1-1 No porto, os Suboficiais e Sargentos serão distribuídos por Divisões de Serviço que, sempre que 
possível, serão em número igual ao das Divisões de Oficiais, obedecendo-se aos mesmos critérios já estabelecidos 
anteriormente. 
Art. 8-1-2 Em viagem, os Suboficiais e Sargentos serão distribuídos por Quartos de Serviço, cujo número deverá 
ser igual ao das Divisões de Oficiais. 
Art. 8-1-3 A critério do Comandante, o Mestre, o Fiel, o Mestre d’Armas e os Supervisores poderão ser 
dispensados de concorrer à Escala de Serviço. 
Art. 8-1-4 O Mestre acompanhará o pernoite do Comandante; a critério deste, o Fiel, o Mestre-d’Armas e os 
Supervisores acompanharão o pernoite dos demais Oficiais. 
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CAPÍTULO 2 - Cabos e Marinheiros 
 
Art. 8-2-1 No porto, os Cabos e Marinheiros serão distribuídos por três Quartos de Serviço, permanecendo a bordo após o 
licenciamento apenas aqueles efetivamente constantes do detalhe de serviço. 
Art. 8-2-2 Em viagem, os Cabos e Marinheiros serão distribuídos por três Quartos, os quais se sucederão continuadamente no 
serviço. 
Parágrafo único – Para os serviços que exijam maior esforço físico ou continuada atenção e concentração, poderão ser 
escaladas mais de uma Praça por Quarto, que se revezarão em intervalos de tempo menores. 
Art. 8-2-3 A critério do Comandante, Cabos e Marinheiros, em função das incumbências que exercem a bordo, poderão ser 
dispensados de concorrer à Escala de Serviço. 
 
CAPÍTULO 3 - Guardas e Sentinelas 
 
Art. 8-3-1 Nas OM cuja organização preveja, ou em que as circunstâncias exijam, haverá uma Guarda, cujo efetivo 
será proporcional aos serviços que lhes forem atribuídos. 
Art. 8-3-2 À Guarda compete: 
a) executar o serviço de sentinelas; 
b) participar de cerimonial; e 
c) desempenhar qualquer outra atividade necessária à manutenção da ordem e segurança da OM. 
Art. 8-3-3 O Corpo da Guarda será localizado normalmente nas proximidades do posto do Oficial de Serviço. 
Art. 8-3-4 O Comandante da Guarda ficará diretamente subordinado ao Oficial de Serviço, cabendo-lhe: 
a) fiscalizar o serviço das sentinelas; 
b) manter as praças da Guarda prontas para reforçar o posto de qualquer sentinela, ou ocupar o que lhe for 
designado; 
c) participar ao Oficial de Serviço todos os fatos relativos ao serviço da Guarda; e 
d) organizar o detalhe de serviço das praças da Guarda. 
Parágrafo único – No caso de não haver Comandante da Guarda, suas atribuições serão exercidas pelo Cabo da 
Guarda. 
Art. 8-3-5 Ao Cabo da Guarda compete: 
a) distribuir as sentinelas pelos postos e transmitirlhes as ordens que tenham que cumprir e assistir à sua 
substituição; 
b) acudir, prontamente, ao chamado de qualquer das sentinelas e transmitir ao Oficial de Serviço as 
comunicações que estas lhe fizerem; e 
c) fazer a ronda dos postos das sentinelas, especialmente à noite. 
Art. 8-3-6 A sentinela é responsável e inviolável, segundo as prerrogativas que a Lei lhe confere, sendo punido 
com severidade quem atentar contra sua autoridade e integridade. 
Art. 8-3-7 No exercício de seu serviço, deve a sentinela portar-se com zelo, serenidade e energia compatível 
com a autoridade que lhe é atribuída. 
Art. 8-3-8 Os deveres, o número de sentinelas e seus respectivos postos serão regulados pelo Regimento Interno 
ou Organização Administrativa da OM. 
Art. 8-3-9 As sentinelas não podem abandonar seus postos sem terem sido rendidas na presença do Cabo da 
Guarda. 
Art. 8-3-10 O serviço de Guarda será de vinte e quatro horas; o de sentinela será de duas horas, ficando 
reduzido de uma hora se a temperatura ou condições de tempo forem severas, não devendo uma mesma praça 
fazer mais de oito horas de serviço dentro das vinte e quatro horas. 
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DECRETO Nº 6.806, DE 25 DE MARÇO DE 2009. 
 
REGULAMENTO DE CONTINÊNCIA 
 
Art. 1o É delegada competência ao Ministro de Estado da Defesa, vedada a subdelegação, para aprovaro 
Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas. 
Art. 2o O Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas, 
cujas prescrições serão aplicáveis às situações diárias da vida castrense, estando o militar de serviço ou não, em 
área militar ou em sociedade, nas cerimônias e solenidades de natureza militar ou cívica, terá por finalidade: 
I - estabelecer as honras, as continências e os sinais de respeito que os militares prestam a determinados 
símbolos nacionais e às autoridades civis e militares; 
II - regular as normas de apresentação e de procedimento dos militares, bem como as formas de tratamento e 
a precedência; e 
III - fixar as honras que constituem o Cerimonial Militar no que for comum às Forças Armadas. 
Art. 3o O Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas 
observará os seguintes preceitos: 
I - terão continências: 
a) a Bandeira Nacional: 
1. ao ser hasteada ou arriada diariamente em cerimônia militar ou cívica; 
2. Por ocasião da cerimônia de incorporação ou desincorporação nas formaturas; 
3. Quando conduzida por tropa ou por contingente de Organização Militar; 
4. Quando conduzida em marcha, desfile ou cortejo, acompanhada por guarda ou por organização civil em 
cerimônia cívica; e 
5. Quando, no período compreendido entre oito horas e o pôr-do-sol, um militar entra a bordo de navio de 
guerra ou dele sai ou quando, na situação de “embarcado”, avista-a ao entrar a bordo pela primeira vez ou ao 
sair pela última vez; 
b) o Hino Nacional, quando executado em solenidade militar ou cívica; 
c) o Presidente da República; 
d) o Vice-Presidente da República; 
e) os Presidentes do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal; 
f) o Ministro de Estado da Defesa; 
g) os demais Ministros de Estado quando em visita de caráter oficial; 
h) os Governadores de Estado, de Territórios Federais e do Distrito Federal nos respectivos territórios ou, 
quando reconhecidos ou identificados, em qualquer parte do País em visita de caráter oficial; 
i) os Ministros do Superior Tribunal Militar quando reconhecidos ou identificados; 
j) os militares da ativa das Forças Armadas, mesmo em traje civil; nesse último caso, quando for obrigatório o 
seu reconhecimento em função do cargo que exerce ou, para os demais militares, quando reconhecidos ou 
identificados; 
l) os militares da reserva ou reformados quando reconhecidos ou identificados; 
m) a tropa quando formada; 
n) as Bandeiras e os Hinos das Nações Estrangeiras, nos casos das alíneas “a” e “b” deste inciso; 
o) as autoridades civis estrangeiras correspondentes às constantes das alíneas “c” a “h” deste inciso quando 
em visita de caráter oficial; 
p) os militares das Forças Armadas estrangeiras quando uniformizados e, se em trajes civis, quando 
reconhecidos ou identificados; e 
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q) os integrantes das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, corporações consideradas forças 
auxiliares e reserva do Exército; 
II - terão continência da tropa os símbolos e as autoridades relacionadas nas alíneas “a” a “j”, “m” a “o” e “q” 
do inciso I deste artigo e, ainda: 
a) os militares da reserva ou reformados quando uniformizados; e 
b) os militares das Forças Armadas estrangeiras quando uniformizados; 
III - terão direito a honras militares: 
a) o Presidente da República; 
b) o Vice-Presidente da República; 
c) o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal quando incorporados; 
d) o Ministro de Estado da Defesa; 
e) os demais Ministros de Estado quando em visita de caráter oficial a organização militar; 
f) os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica; 
g) o Superior Tribunal Militar quando incorporado; 
h) os militares das Forças Armadas; 
i) os Governadores dos Estados, dos Territórios Federais e do Distrito Federal quando em visita de caráter 
oficial a organização militar; 
j) os Chefes de Missão Diplomática; 
l) os Ministros Plenipotenciários de Nações Estrangeiras e os Enviados Especiais; e 
m) outras autoridades, desde que expressa e excepcionalmente determinado pelo Presidente da República, 
pelo Ministro de Estado da Defesa ou pelo Comandante da Força Singular que prestará a homenagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DECRETO nº 3.897/2001 
 
DIRETRIZES PARA O EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS 
NA GARANTIA DA LEI E DA ORDEM, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS 
 
Art. 1º As diretrizes estabelecidas neste Decreto têm por finalidade orientar o planejamento, a coordenação e a 
execução das ações das Forças Armadas, e de órgãos governamentais federais, na garantia da lei e da ordem. 
 
 
Art. 2º É de competência exclusiva do Presidente da República a decisão de emprego das Forças Armadas na 
garantia da lei e da ordem. 
§ 1º A decisão presidencial poderá ocorrer por sua própria iniciativa, ou dos outros poderes constitucionais, 
representados pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, pelo Presidente do Senado Federal ou pelo 
Presidente da Câmara dos Deputados. 
§ 2º O Presidente da República, à vista de solicitação de Governador de Estado ou do Distrito Federal, poderá, 
por iniciativa própria, determinar o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem. 
Art. 3º Na hipótese de emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem, objetivando a preservação 
da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, porque esgotados os instrumentos a isso 
previstos no art. 144 da Constituição, lhes incumbirá, sempre que se faça necessário, desenvolver as ações de 
polícia ostensiva, como as demais, de natureza preventiva ou repressiva, que se incluem na competência,constitucional e legal, das Polícias Militares, observados os termos e limites impostos, a estas últimas, pelo 
ordenamento jurídico. 
Parágrafo único. Consideram-se esgotados os meios previstos no art. 144 da Constituição, inclusive no que 
concerne às Polícias Militares, quando, em determinado momento, indisponíveis, inexistentes, ou insuficientes ao 
desempenho regular de sua missão constitucional. 
Art. 4º Na situação de emprego das Forças Armadas objeto do art. 3o, caso estejam disponíveis meios, conquanto 
insuficientes, da respectiva Polícia Militar, esta, com a anuência do Governador do Estado, atuará, parcial ou 
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totalmente, sob o controle operacional do comando militar responsável pelas operações, sempre que assim o 
exijam, ou recomendem, as situações a serem enfrentadas. 
§ 1º Tem-se como controle operacional a autoridade que é conferida, a um comandante ou chefe militar, para 
atribuir e coordenar missões ou tarefas específicas a serem desempenhadas por efetivos policiais que se encontrem 
sob esse grau de controle, em tal autoridade não se incluindo, em princípio, assuntos disciplinares e logísticos. 
§ 2º Aplica-se às Forças Armadas, na atuação de que trata este artigo, o disposto no caput do art. 3o anterior 
quanto ao exercício da competência, constitucional e legal, das Polícias Militares. 
Art. 5º O emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem, que deverá ser: 
 Episódico, 
 Em área previamente definida e 
 Ter a menor duração possível, 
Abrange, ademais da hipótese objeto dos arts. 3º e 4º, outras em que se presuma ser possível a perturbação da 
ordem, tais como as relativas a eventos oficiais ou públicos, particularmente os que contem com a participação de 
Chefe de Estado, ou de Governo, estrangeiro, e à realização de pleitos eleitorais, nesse caso quando solicitado. 
Parágrafo único. Nas situações de que trata este artigo, as Forças Armadas atuarão em articulação com as 
autoridades locais, adotando-se, inclusive, o procedimento previsto no art. 4º. 
Art. 6º A decisão presidencial de emprego das Forças Armadas será comunicada ao Ministro de Estado da Defesa 
por meio de documento oficial que indicará a missão, os demais órgãos envolvidos e outras informações 
necessárias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO de 1999 
Lei Complementar nº 97/1999, incluindo as alterações pelas Leis 
Complementares nº 117/2004 e nº 136/2010 
 
Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA 
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: 
 
CAPÍTULO I- DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Seção I - Da Destinação e Atribuições 
Art. 1o As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais 
permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do 
Presidente da República e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa 
de qualquer destes, da lei e da ordem. 
Parágrafo único. Sem comprometimento de sua destinação constitucional, cabe também às Forças Armadas o 
cumprimento das atribuições subsidiárias explicitadas nesta Lei Complementar. 
Seção II - Do Assessoramento ao Comandante Supremo. 
Art. 2o O Presidente da República, na condição de Comandante Supremo das Forças Armadas, é assessorado 
I - no que concerne ao emprego de meios militares, pelo Conselho Militar de Defesa; e 
II - no que concerne aos demais assuntos pertinentes à área militar, pelo Ministro de Estado da Defesa. 
§ 1o O Conselho Militar de Defesa é composto pelos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica 
e pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. 
§ 2o Na situação prevista no inciso I deste artigo, o Ministro de Estado da Defesa integrará o Conselho Militar 
de Defesa na condição de seu Presidente. 
 
CAPÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO 
Seção I - Das Forças Armadas 
 
Art. 3o As Forças Armadas são subordinadas ao Ministro de Estado da Defesa, dispondo de estruturas próprias. 
 
 
 Art. 3o-A. O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, órgão de assessoramento permanente do Ministro de 
Estado da Defesa, tem como chefe um oficial-general do último posto, da ativa ou da reserva, indicado pelo 
Ministro de Estado da Defesa e nomeado pelo Presidente da República, e disporá de um comitê, integrado pelos 
chefes de Estados-Maiores das 3 (três) Forças, sob a coordenação do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças 
Armadas. 
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 § 1o Se o oficial-general indicado para o cargo de Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas estiver 
na ativa, será transferido para a reserva remunerada quando empossado no cargo. 
 § 2o É assegurado ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas o mesmo grau de precedência 
hierárquica dos Comandantes e precedência hierárquica sobre os demais oficiais-generais das 3 (três) Forças 
Armadas. 
 § 3o É assegurado ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas todas as prerrogativas, direitos e 
deveres do Serviço Ativo, inclusive com a contagem de tempo de serviço, enquanto estiver em exercício. 
 CEMB, CMEB e CEMFAB 
 
 Art. 4o A Marinha, o Exército e a Aeronáutica dispõem, singularmente, de 1 (um) Comandante, indicado pelo 
Ministro de Estado da Defesa e nomeado pelo Presidente da República, o qual, no âmbito de suas atribuições, 
exercerá a direção e a gestão da respectiva Força. 
Art. 5o Os cargos de Comandante da Marinha, do Exército e da Aeronáutica são privativos de oficiais-generais do 
último posto da respectiva Força. 
§ 1o É assegurada aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica precedência hierárquica sobre 
os demais oficiais-generais das três Forças Armadas. 
§ 2o Se o oficial-general indicado para o cargo de Comandante da sua respectiva Força estiver na ativa, será 
transferido para a reserva remunerada, quando empossado no cargo. 
§ 3o São asseguradas aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica todas as prerrogativas, direitos 
e deveres do Serviço Ativo, inclusive com a contagem de tempo de serviço, enquanto estiverem em exercício. 
Art. 6o O Poder Executivo definirá a competência dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica 
para a criação, a denominação, a localização e a definição das atribuições das organizações integrantes das 
estruturas das Forças Armadas. 
 Art. 7o Compete aos Comandantes das Forças apresentar ao Ministro de Estado da Defesa a Lista de Escolha, 
elaborada na forma da lei, para a promoção aos postos de oficiais-generais e propor-lhe os oficiais-generais para 
a nomeação aos cargos que lhes são privativos. 
Parágrafo único. O Ministro de Estado da Defesa, acompanhado do Comandante de cada Força, apresentará os 
nomes ao Presidente da República, a quem compete promover os oficiais-generais e nomeá-los para os cargos 
que lhes são privativos. 
Art. 8o A Marinha, o Exército e a Aeronáutica dispõem de efetivos de pessoal militar e civil, fixados em lei, e dos 
meios orgânicos necessários ao cumprimento de sua destinação constitucional e atribuições subsidiárias. 
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Parágrafo único. Constituem reserva das Forças Armadas o pessoal sujeito a incorporação, mediante mobilização 
ou convocação, pelo Ministério da Defesa, por intermédio da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, bem como as 
organizações assim definidas em lei. 
Seção II Da Direção Superior das Forças Armadas 
 
Art. 9o O Ministro de Estado da Defesa exerce a direção superior das Forças Armadas, assessorado pelo Conselho 
Militar de Defesa, órgão permanente de assessoramento, pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas e pelos 
demais órgãos, conforme definido em lei. 
§ 1o Ao Ministro de Estado da Defesa compete a implantação do Livro Branco de Defesa Nacional, documento 
de caráter público, por meio do qual se permitirá o acesso ao amplo contexto da Estratégia de Defesa Nacional, em 
perspectiva de médio e longo prazos, que viabilize o acompanhamento do orçamento e do planejamento plurianual 
relativos ao setor. 
§ 2o O Livro Branco de Defesa Nacional deverá conter dados estratégicos, orçamentários, institucionais e 
materiais detalhados sobre as Forças Armadas, abordando os seguintes tópicos: 
 I - cenário estratégico para o século XXI; 
 II - política nacional de defesa; 
 III - estratégia nacional de defesa; 
 IV - modernização das Forças Armadas; 
 V - racionalização e adaptação das estruturas de defesa; 
 VI - suporte econômico da defesa nacional; 
 VII - as Forças Armadas: Marinha, Exército e Aeronáutica; 
 VIII - operações de paz e ajuda humanitária. 
§ 3o O Poder Executivo encaminhará à apreciação do Congresso Nacional, na primeira metade da sessão 
legislativa ordinária, de 4 (quatro) em 4 (quatro) anos, a partir do ano de 2012, com as devidas atualizações: 
I - a Política de Defesa Nacional; 
 II - a Estratégia Nacional de Defesa; 
 III - o Livro Branco de Defesa Nacional. 
Art. 11. Compete ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas elaborar o planejamento do emprego conjunto 
das Forças Armadas e assessorar o Ministro de Estado da Defesa na condução dos exercícios conjuntos e quanto à 
atuação de forças brasileiras em operações de paz, além de outras atribuições que lhe forem estabelecidas pelo 
Ministro de Estado da Defesa. 
Art. 11-A. Compete ao Ministério da Defesa, além das demais competências previstas em lei, formular a política 
e as diretrizes referentes aos produtos de defesa empregados nas atividades operacionais, inclusive armamentos, 
munições, meios de transporte e de comunicações, fardamentos e materiais de uso individual e coletivo, admitido 
delegações às Forças. 
CAPÍTULO IV - DO PREPARO 
 
Art. 13. Para o cumprimento da destinação constitucional das Forças Armadas, cabe aos Comandantes da Marinha, 
do Exército e da Aeronáutica o preparo de seus órgãos operativos e de apoio, obedecidas as políticas estabelecidas 
pelo Ministro da Defesa. 
§ 1o O preparo compreende, entre outras, as atividades permanentes de planejamento, organização e 
articulação, instrução e adestramento, desenvolvimento de doutrina e pesquisas específicas, inteligência e 
estruturação das Forças Armadas, de sua logística e mobilização. 
§ 2o No preparo das Forças Armadas para o cumprimento de sua destinação constitucional, poderão ser 
planejados e executados exercícios operacionais em áreas públicas, adequadas à natureza das operações, ou em 
áreas privadas cedidas para esse fim. 
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§ 3o O planejamento e a execução dos exercícios operacionais poderão ser realizados com a cooperação dos 
órgãos de segurança pública e de órgãos públicos com interesses afins. 
Art. 14. O preparo das Forças Armadas é orientado pelos seguintes parâmetros básicos 
I - permanente eficiência operacional singular e nas diferentes modalidades de emprego interdependentes; 
II - procura da autonomia nacional crescente, mediante contínua nacionalização de seus meios, nela incluídas 
pesquisa e desenvolvimento e o fortalecimento da indústria nacional; 
III - correta utilização do potencial nacional, mediante mobilização criteriosamente planejada. 
 
CAPÍTULO V - DO EMPREGO 
 
Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e 
da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que 
determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais, observada a seguinte forma de 
subordinação: 
I - ao Comandante Supremo, por intermédio do Ministro de Estado da Defesa, no caso de Comandos 
conjuntos, compostos por meios adjudicados pelas Forças Armadas e, quando necessário, por outros órgãos; 
II - diretamente ao Ministro de Estado da Defesa, para fim de adestramento, em operações conjuntas, ou por 
ocasião da participação brasileira em operações de paz; 
III - diretamente ao respectivo Comandante da Força, respeitada a direção superior do Ministro de Estado da 
Defesa, no caso de emprego isolado de meios de uma única Força. 
 
 
 
§ 1o Compete ao Presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou 
em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais, por intermédio dos Presidentes 
do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados. 
§ 2o A atuação das Forças Armadas, na garantia da lei e da ordem, por iniciativa de quaisquer dos poderes 
constitucionais, ocorrerá de acordo com as diretrizes baixadas em ato do Presidente da República, após esgotados 
os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, 
relacionados no art. 144 da Constituição Federal. 
§ 3o Consideram-se esgotados os instrumentos relacionados no art. 144 da Constituição Federal quando, em 
determinado momento, forem eles formalmente reconhecidos pelo respectivo Chefe do Poder Executivo Federal 
ou Estadual como indisponíveis, inexistentes ou insuficientes ao desempenho regular de sua missão 
constitucional. 
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§ 4o Na hipótese de emprego nas condições previstas no § 3o deste artigo, após mensagem do Presidente da 
República, serão ativados os órgãos operacionais das Forças Armadas, que desenvolverão, de forma episódica, em 
área previamente estabelecida e por tempo limitado, as ações de caráter preventivo e repressivo necessárias para 
assegurar o resultado das operações na garantia da lei e da ordem. 
§ 5o Determinado o emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem, caberá à autoridade 
competente, mediante ato formal, transferir o controle operacional dos órgãos de segurança pública necessários 
ao desenvolvimento das ações para a autoridade encarregada das operações, a qual deverá constituir um centro 
de coordenação de operações, composto por representantes dos órgãos públicos sob seu controle operacional ou 
com interesses afins. 
§ 6o Considera-se controle operacional, para fins de aplicação desta Lei Complementar, o poder conferido à 
autoridade encarregada das operações, para atribuir e coordenar missões ou tarefas específicas a serem 
desempenhadas por efetivos dos órgãos de segurança pública, obedecidas as suas competências constitucionais 
ou legais. 
§ 7o A atuação do militar nos casos previstos nos arts. 13, 14, 15, 16-A, nos incisos IV e V do art. 17, no inciso III 
do art. 17-A, nos incisos VI e VII do art. 18, nas atividades de defesa civil a que se refere o art. 16 desta Lei 
Complementar e no inciso XIV do art. 23 da Lei no 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral), é considerada 
atividade militar para os fins do art. 124 da Constituição Federal. 
 
CAPÍTULO VI 
DAS DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES 
 
Art. 16. Cabe às Forças Armadas, como atribuição subsidiária geral, cooperar com o desenvolvimento nacional e 
a defesa civil, na forma determinada pelo Presidente da República. 
Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, integra as referidas ações de caráter geral a participação em 
campanhas institucionais de utilidade pública ou de interesse social. 
Art. 16-A. Cabe às Forças Armadas, além de outras ações pertinentes, também como atribuições subsidiárias, 
preservadas as competências exclusivas das polícias judiciárias, atuar, por meio de ações preventivas e repressivas, 
na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores, independentemente da posse, da propriedade, da 
finalidade ou de qualquer gravame que sobre ela recaia, contra delitos transfronteiriços e ambientais, isoladamente 
ou em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, executando, dentre outras, as ações de: 
I - patrulhamento; 
II - revista de pessoas, de veículos terrestres, de embarcações e de aeronaves; e 
III - prisões em flagrante delito 
Parágrafo único. As Forças Armadas, ao zelar pela segurança pessoal das autoridades nacionais e estrangeiras em 
missões oficiais, isoladamente ou em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, poderão exercer as 
ações previstas nos incisos II e III deste artigo. 
Art. 17. Cabe à Marinha, como atribuições subsidiárias particulares: 
I - orientar e controlar a Marinha Mercante e suas atividades correlatas, no que interessa à defesa nacional; 
II - prover a segurança da navegação aquaviária; 
III - contribuir para a formulação e condução de políticas nacionais que digam respeito ao mar; 
IV - implementar e fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos, no mar e nas águas interiores, em 
coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, federal ou estadual, quando se fizer necessária, em razão de 
competências específicas. 
V – cooperar com os órgãos federais, quando se fizer necessário, na repressão aos delitos de repercussão 
nacional ou internacional, quanto ao uso do mar, águas interiores e de áreas portuárias, na forma de apoio logístico, 
de inteligência, de comunicações e de instrução. 
Parágrafo único. Pela especificidade dessas atribuições, é da competência doComandante da Marinha o trato dos 
assuntos dispostos neste artigo, ficando designado como "Autoridade Marítima", para esse fim.
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CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO 
BRASIL DE 1988 
 
TÍTULO V 
Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas 
 
CAPÍTULO II 
Das Forças Armadas 
 
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais 
permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente 
da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, 
da lei e da ordem. 
§ 1º Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego 
das Forças Armadas. 
§ 2º Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares. 
§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser 
fixadas em lei, as seguintes disposições: (Incluído pela EC n. 18/1998) 
I – as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da 
República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e 
postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas; (Incluído pela EC n. 
18/1998) 
II – o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente, ressalvada a 
hipótese prevista no art. 37, XVI, c, será transferido para a reserva, nos termos da lei; (Redação dada pela EC n. 77/2014) 
III – o militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil 
temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ressalvada a hipótese prevista no art. 37, XVI, c, ficará 
agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antiguidade, 
contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois 
anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei; (Redação dada pela EC n. 77/2014) 
IV – ao militar são proibidas a sindicalização e a greve; (Incluído pela EC n. 18/1998) 
V – o militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos;(Incluído pela EC n. 18/1998) 
VI – o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por 
decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; 
(Incluído pela EC n. 18/1998) 
VII – o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por 
sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior; (Incluído pela EC n. 18/1998) 
VIII – aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV, e no art. 37, XI, XIII, XIV e XV, 
bem como, na forma da lei e com prevalência da atividade militar, no art. 37, XVI, c; (Redação dada pela EC n. 77/2014) 
IX – (Revogado pela EC n. 41/2003) 
X – a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de 
transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações 
especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de 
compromissos internacionais e de guerra. (Incluído pela EC n. 18/1998) 
 
Art. 143. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei. 
§ 1º Às Forças Armadas compete, na forma da lei, atribuir serviço alternativo aos que, em tempo de paz, após 
alistados, alegarem imperativo de consciência, entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção 
filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar. 
§ 2º As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz, sujeitos, porém, a 
outros encargos que a lei lhes atribuir.
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MANUAL BÁSICO DO FUZILEIRO NAVAL 
CAPÍTULO 1 - HISTÓRICO DOS FUZILEIROS NAVAIS 
 
1.1 - ANTECEDENTES 
A Brigada Real da Marinha foi criada em Lisboa a 28 de agosto de 1797 por alvará de D. Maria I, e suas raízes 
remontam a 1618, data de criação do Terço da Armada da Coroa de Portugal, primeiro corpo militar constituído 
em caráter permanente naquele país. 
O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) originou-se dessa brigada, cujos componentes aportaram no Rio de Janeiro 
a 7 de março de 1808, guarnecendo as naus utilizadas pela Família Real e a Corte Portuguesa, para transmigrar para 
o Brasil em decorrência das Guerras Napoleônicas. 
No Brasil, a Brigada Real da Marinha ocupou a Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, em 21 de março de 
1809, por determinação do Ministro da Marinha D. João Rodrigues de Sá e Menezes - Conde de Anadia. 
Ao longo de sua existência, o CFN recebeu várias denominações, podendo sua história ser dividida em três 
fases principais, de acordo com as características básicas de sua atuação: 
- de 1808 a 1847, atuando como Artilharia da Marinha; 
- de 1847 a 1932, atuando como Infantaria da Marinha; e 
- a partir de 1932, sendo empregado como uma combinação de tropas de variadas características. 
Em todas essas fases, o exercício de atividades de guarda e segurança de instalações navais ou de interesse da 
Marinha tem sido constante. Na fase recente, a capacitação para a realização de desembarques nas Operações 
Anfíbias (OpAnf), de acordo com o conceito atual, tem definido a atuação do CFN. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.1 - Estandarte da Brigada Real da Marinha 
 
1.2 - PRIMEIRA FASE 
Na primeira fase, houve ênfase no emprego dos Fuzileiros Navais (FN) para guarnecerem a artilharia das naus 
e embarcações armadas. Os artilheiros-marinheiros constituíam-se nos únicos militares profissionais de carreira 
existentes nas guarnições dos navios. Em virtude de sua formação militar, tinham acesso ao armamento portátil e 
contavam com a confiança dos comandos que, por meio deles, se impunham à marinhagem sempre que era 
necessário o emprego da força. Por estas mesmas razões, adquiriram condições de praticar a abordagem, defender 
seus navios contra esse tipo de ação e, desembarcando, combater em terra. 
Neste período, participaram ativamente de todas as operações navais nas quais a Marinha se envolveu, sendo 
dignas de realce a expedição contra Caiena, as lutas pela consolidação da Independência, a pacificação das 
Províncias dissidentes e a Guerra da Cisplatina. 
O CFN recebeu as seguintes denominações nesta etapa de sua existência: 
- 1821 - Batalhão da Brigada Real da Marinha destacado no Rio de Janeiro; 
- 1822 - Batalhão de Artilharia da Marinha do Rio de Janeiro; 
- 1826 - Imperial Brigada de Artilharia da Marinha; e 
- 1831 - Corpo de Artilharia de Marinha. 
 
 
 
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Fig1.2 - Almirante Rodrigo Pinto Guedes, Barão do Rio da Prata, 
primeiro Comandante da Brigada Real da Marinha no Brasil 
 
1.3 - SEGUNDA FASE 
Esta fase iniciou com a criação do Corpo de Imperiais Marinheiros a quem cabia guarnecer a artilharia dos 
navios e embarcações, passando os FN a serem empregados como infantaria na realização de abordagens, na 
defesa das naus e na realização de desembarques. Entretanto, em decorrência de seu melhor preparo, mantiveram, 
durante algum tempo, várias tarefas referentes à Artilharia da Marinha. 
A artilharia dos FN evoluiu de artilharia naval para artilharia de posição e artilharia de desembarque, 
culminando no Grupo de Artilharia de Campanha do Regimento Naval. 
Nesta fase, os soldados-marinheiros participaram de guerras externas, como as campanhas contra Oribe e 
Rosas, contra Aguirre, e a Guerra do Paraguai. 
As denominações a seguir foram as que o CFN recebeu nesta importante fase: 
- 1847 - Corpo de Fuzileiros Navais; 
- 1852 - Batalhão Naval; 
- 1895 - Corpo de Infantaria da Marinha; 
- 1908 - Batalhão Naval; e 
- 1924 - Regimento Naval. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.3 - Tomada do “Forte Sebastopol” (1864) Campanha contra Aguirre 
 
Vale destacar que, na campanha contra Aguirre, os FN desempenharam papel relevante na tomada da Praça 
Forte Paissandu, quando o 2o Sargento Francisco Borges de Souza se destacou por seu heroísmo e destemor. Esse 
episódio ficou conhecido entre os combatentes pelo nome de “Tomada do Forte Sebastopol”. 
Por sua vez, o Batalhão Naval participou com todo seu efetivo na longa e cruenta Guerra da Tríplice Aliança 
(1864). Das 1845 praças que constituíam o efetivo do Batalhão Naval à época, 1428 estavam embarcadas nas 
unidades navais em operações no Prata,sendo 585 artilheiros e 843 fuzileiros. 
 
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Fig 1.4 - Batalha Naval do Riachuelo 
 
1.4 - TERCEIRA FASE 
A denominação de Corpo de Fuzileiros Navais, em 1932, em substituição à anterior, Regimento Naval, 
assinalou o início da terceira fase, que vem se caracterizando por franca expansão e aprimoramento, mas 
conservando a tradição de disciplina e confiança, a qual, originária da época da Brigada Real da Marinha, manteve-
se através dos tempos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.5 - Evolução dos uniformes do Corpo de Fuzileiros Navais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.6 - Exercício de Artilharia do Corpo de Fuzileiros Navais, nos anos 30 
 
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Deve ser destacada uma série de fatos ocorridos em relativo curto espaço de tempo que permitiram esta 
evolução: 
1. - a formação dos primeiros oficiais FN na Escola Naval; 
2. - o extraordinário desenvolvimento das OpAnf na Segunda Guerra Mundial; 
3. - a expansão da Marinha; 
4. - o aprimoramento técnico-profissional dos oficiais por meio de cursos, estágios e visitas ao exterior; 
5. - a criação do Campo da Ilha do Governador e, nele, o Centro de Instrução (hoje Centro de Instrução 
Almirante Sylvio de Camargo) e a Companhia Escola (hoje Centro de Instrução Almirante Milcíades 
Portela Alves, localizado no Campo de Guandu do Sapê, no subúrbio carioca de Campo Grande, RJ); e 
6. - a obtenção de áreas para adestramento e a construção de aquartelamentos. 
 
O progresso material alcançado, ao qual se adicionou o devido embasamento doutrinário, possibilitou o 
incremento de exercícios com forças navais de países amigos que culminaram com o adestramento interaliado na 
Ilha de Vieques, Porto Rico, juntamente com FN norte-americanos, holandeses e ingleses. 
 
Nesta fase, o CFN, como um todo ou em parte, atuou em acontecimentos relevantes da história do Brasil, a 
saber: 
1. - posição legalista nas Revoluções Constitucionalista (1932) e Integralista (1938); 
2. - Segunda Guerra Mundial com destacamentos embarcados, Companhias Regionais nos portos de 
onde nossas forças navais participavam do conflito e destacamento na Ilha da Trindade; e 
3. - posição democrática na Revolução de 1964. 
 
Por ocasião do conflito entre a Índia e o Paquistão, em 1965, o Brasil, como membro da Organização das 
Nações Unidas (ONU), enviou observadores militares com uma representação do CFN, o mesmo ocorrendo na luta 
deflagrada entre Honduras e El Salvador. 
Nas operações levadas a efeito pela Organização dos Estados Americanos (OEA) na República Dominicana, o 
CFN enviou um Grupamento Operativo (GptOp) integrando o Destacamento Brasileiro da Força Interamericana de 
Paz (FAIBRAS), um dos componentes da Força Interamericana de Paz (FIP). De março de 1965 a setembro de 1966, 
esse GptOp foi revezado três vezes, cumprindo as tarefas recebidas com exemplar disciplina e eficiência técnico-
profissional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.7 - Contingente do Corpo de Fuzileiros Navais em São Domingos (1965) 
 
Nos últimos anos e em atendimento às solicitações da ONU, o Brasil tem enviado militares de suas forças 
armadas (FA) para várias regiões em conflito no mundo. O CFN, como uma tropa de elite, tem participado 
ativamente dessas Missões de Paz, com observadores militares ou mesmo tropa. Desta forma, os FN do Brasil já 
marcaram presença em El Salvador; em Honduras; na antiga Iugoslávia; em Moçambique; em Ruanda; em Angola; 
no Equador; no Peru e no Haiti. O elevado grau de profissionalismo dos seus militares, aliado à disciplina, é fator 
fundamental para o êxito nesses tipos de operações e tem contribuído para que o Brasil, cada vez mais, seja um 
membro atuante na nova ordem internacional. 
 
 
 
 
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Também, no âmbito interno, por diversas vezes o CFN teve atuação destacada no restabelecimento da ordem, 
juntamente com a participação das demais forças singulares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.8 - Contingente de Fuzileiros Navais em Angola - 1995 a 1998 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 1.9 - Contingente de Fuzileiros Navais no Haiti 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 2 
TRADIÇÕES NAVAIS 
2.1 - GENERALIDADES 
O presente capítulo aborda as tradições navais e a sua linguagem, sem pretensão de esgotar o assunto, mas tão-
somente disseminar conhecimentos iniciais àqueles que começam, como fuzileiro naval, a vida de bordo, em qualquer 
Organização Militar (OM) da Marinha do Brasil (MB). Todos os militares, quer a bordo, quer em terra, em serviço ou não, 
devem proceder de acordo as normas de boa educação civil e militar e com os bons costumes, de modo a honrar e 
preservar as tradições da Marinha. 
 
2.2 - A GENTE DE BORDO 
O Comandante é a autoridade suprema de bordo. O Imediato é o oficial cuja autoridade se segue, em qualquer 
caso, à do Comandante. É, portanto, o substituto eventual do Comandante. 
A gente de bordo compõe-se do Comandante e da Tripulação. O Imediato e os demais oficiais constituem a 
oficialidade. As praças constituem a guarnição. A oficialidade e a guarnição formam a tripulação da OM. 
As ordens emanam do Comandante e são feitas executar pelo Imediato, coordenador de todos os trabalhos de 
bordo e que exerce a gerência das atividades administrativas. 
 
2.5 - PROCEDIMENTOS ROTINEIROS 
2.5.1 - Saudação entre militares 
A saudação entre militares é a continência. Ela é uma reminiscência do antigo costume que tinham os combatentes 
medievais, metidos em suas armaduras, levarem a mão direita à têmpora para suspender a viseira e permitir a sua 
identificação, ao serem inspecionados por um superior. 
 
2.5.2 - Saudar o oficial de serviço 
Todos que entram a bordo obrigatoriamente saúdam o oficial de serviço e pedem licença para entrar a bordo. Da 
mesma forma, para retirar-se de bordo, qualquer pessoa deve obter permissão do oficial de serviço e dele se despedir. 
 
2.5.3 - Saudar o pavilhão nacional 
É costume, ao entrar-se a bordo pela 1a vez no dia, saudar o pavilhão nacional, bem como ao retirar-se de bordo. 
 
2.5.4 - Dar o pronto da execução de ordem recebida 
O subordinado dará o pronto a seu superior da execução das ordens que dele tiver recebido, bem como o 
manterá informado do andamento das tarefas por ele determinadas. 
 
2.5.5 - Uniformes a bordo 
É obrigatório possuir a bordo todos os uniformes previstos, em quantidade suficiente e em condições de pronto 
uso. 
 
2.9 - A LINGUAGEM DO MAR 
Este artigo contém uma pequena mostra de expressões de uso consagrado na Marinha do Brasil, visando a uma 
adaptação inicial com a linguagem própria da Força: a linguagem do homem do mar. 
 
2.9.1 - O navio e as posições relativas a bordo 
a) Nomenclatura das partes mais importantes 
 
I) Casco 
É o corpo do navio sem levar em consideração os mastros, aparelhos e outros acessórios. Não possui uma forma 
geométrica única, sendo sua principal característica ter um plano de simetria (plano diametral), que se imagina passar 
pelo eixo da quilha, dividindo-o, verticalmente, em duas partes no sentido do comprimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 2.1 - Vista de uma seção do casco de um navio 
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 II) Quilha 
É a peça estrutural básica do casco do navio, disposta na parte mais baixa do seu plano diamentral, em quase todo o 
seu comprimento. É considerada a "espinha dorsal" do navio. 
 
III) Cavernas 
São assim chamadas as peças curvas que se fixam transversalmente à quilha do navio e que servem para dar forma 
ao casco e sustentar o chapeamento exterior. 
 
IV) Costado 
É a parte do forro exterior do casco situada entre a borda e a linha de flutuação a plena carga. 
 
 V) Anteparas 
São as separações verticais que subdividem, em compartimentos, o espaço interno do casco, em cada 
pavimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig 2.2 - As partes mais importantes do navio 
VI) Proa 
É a extremidade dianteira ou anterior do navio. 
 
VII) Popa 
É a extremidade posterior do navio. 
 
VIII) Bordos 
São as duas partes simétricas em que o casco é dividido pelo plano diametral. Boreste (BE) é a parte à direita, e 
bombordo (BB) à esquerda, supondo-se o observador situado no plano diametral e olhando para a proa. 
 
IX) Convés 
É a denominação atribuída aos pavimentos com que o navio é dividido no sentido da altura. O primeiro pavimento 
contínuo de proa a popa, contando de cima para baixo, que é descoberto em todo ou em parte, tem o nome de convés 
principal. Abaixo do convés principal, os conveses são designados da seguinte maneira: segundo convés, terceiro convés, 
etc. Eles também podem ser chamados de cobertas. Um convés parcial, acima do principal, é chamado convés da 
superestrutura. 
 
X) Convés de vôo ou convôo 
É o convés principal dos navios-aeródromos, que se estende de popa a proa, constituindo sua pista de decolagem e 
pouso. 
 
XI) Superestrutura 
É a construção feita sobre o convés principal, estendendo-se ou não de um bordo a outro, e cuja cobertura é, 
em geral, ainda, um convés. 
 
XII) Castelo da proa ou simplesmente castelo 
É a superestrutura na parte extrema da proa. 
 
XIII) Tombadilho 
É a superestrutura na parte extrema da popa. 
 
XIV) Superestrutura central 
É a existente a meia-nau. Nela normalmente são encontrados dois importantes conveses: o tijupá, convés 
geralmente aberto e mais elevado do navio, onde é instalada a agulha magnética padrão e outros instrumentos que não 
devem ficar cobertos; imediatamente abaixo do tijupá, encontra-se o passadiço, pavimento dispondo de uma ponte 
(passagem) na direção de BB a BE, de onde o Comandante dirigi a manobra do navio e onde permanece o oficial de 
quarto. 
 
XV) Porão 
É o espaço entre o convés mais baixo e o fundo do navio. Nos navios transporte, ele é, também, o compartimento 
estanque onde se acondiciona a carga. 
 
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XVI) Bailéu 
É um pavimento parcial abaixo do último pavimento contínuo, isto é, no espaço do porão. Nele fazem-se paióis 
ou outros compartimentos semelhantes. É, também, uma expressão naval utilizada para designar a prisão a bordo. 
Essa acepção decorre do fato de, na Marinha antiga, tais prisões ficarem situadas no bailéu dos navios. 
 
 XVII) Portaló 
É a abertura feita na borda ou passagens nas balaustradas, por onde o pessoal entra e sai do navio, ou por 
onde passa a carga leve. Há um portaló de BB e um de BE, sendo esse último considerado o portaló de honra dos 
navios de guerra. 
 
b) Posições relativas a bordo 
I) A vante e a ré 
Diz-se que qualquer coisa é de vante ou está a vante (AV) quando está na proa, e que é de ré ou está a ré (AR) 
quando está na popa. Se um objeto está mais para a proa que outro, diz-se que está por ante-a-avante (AAV) dele; 
se está mais para a popa, diz-se que está por ante-a-ré (AAR). 
 
 II) Cobertas abaixo 
Diz-se que algo se encontra cobertas abaixo quando está nos conveses cobertos. 
 
III) Cobertas acima 
Diz-se de atividade, faina, etc. realizada no convés ou em pavimento a céu aberto. 
 
IV) No convés 
Diz-se que algo se encontra no convés quando está em um convés descoberto. 
 
2.9.2 - Expressões do cotidiano 
a) Safo 
É talvez a palavra mais usual na Marinha. Serve para tudo que está correndo bem ou que faz correr as coisas 
bem: “oficial safo”, “marinheiro safo”. “A faina está safa”. “Consegui safar o navio do banco de areia”. “A entrada 
é safa, pode demandar: não há obstáculos”. 
 
b) Onça 
Também de grande uso. É dificuldade: “onça de dinheiro”, “onça de sobressalente”. Estar na onça é estar em 
apuros. “A onça está solta”, quer dizer que tudo está ruim a bordo, tudo de ruim acontece. Vem a expressão de 
uma velha história de uma onça de circo solta a bordo. 
 
c) Safa-onça 
É a combinação das duas expressões anteriores. Significa salvação. “safa-onça” é tudo que soluciona uma 
emergência. “Safei a onça agarrando uma táboa que flutuava”. “O meu safa-onça foi um pedaço de queijo, que 
ainda restava no barco; do contrário, morreria de fome”. “Este livro é o safa-onça de inglês”. 
 
d) Pegar 
É o contrário de estar safo. Significa entravar, não conseguir andar direito. “Tenente, o rancho está pegando, 
não chegou a carne”. “Este Mestre D’armas não serve; com ele tudo pega”. “Comandante, não pude chegar a 
tempo, a lancha pegou bem no meio da baía”. 
Parece que a expressão vem de pegar tempo ou seja pegar mau tempo. “Aquele fuzileiro não conseguiu safar-
se para a parada: pegou tempo para arranjar um gorro de fita novo”. 
 
e) Caverna mestra 
Oficial ou praça que, por achar-se há muito tempo no navio e ser dedicado às coisas de bordo, torna-se profundo 
conhecedor dos problemas e peculiaridades do mesmo. 
 
f) Bóia de espera, ficar na bóia de espera 
Esperar a vez; aguardar promoção. 
 
g) Cochar 
Proteger; cuidar com preferência de (alguém); proporcionar as melhores situações a. 
Cocha é o empenho ou a recomendação de pessoa importante. É também a pessoa que faz esse empenho ou 
recomendação. Cochado, por sua vez, é o protegido, recomendado. 
h) Voga 
Ritmo ou regime imprimido a uma atividade ou trabalho. Voga picada significa uma voga puxada, com ritmo 
acelerado. 
 
i) Arvorar - Desistir de uma empreitada. Suspender a execução de uma atividade determinada anteriormente.
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CAPÍTULO 3 
HIERARQUIA, DISCIPLINA E CORTESIA 
 
 
 
3.1 - HIERARQUIA E DISCIPLINA 
A hierarquia e a disciplina são a base institucional das forças armadas. A autoridade e a responsabilidade 
crescem com o grau hierárquico. 
A hierarquia militar é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes, dentro da estrutura das forças armadas. 
A ordenação se faz por posto ou graduação; dentro de um mesmo posto ou graduação se faz pela antigüidade no 
posto ou na graduação. O respeito à hierarquia é consubstanciado no espírito de acatamento à seqüência de 
autoridade. 
Disciplina é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que 
fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo 
perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo. 
A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos em todas as circunstâncias da vida entre os militares 
da ativa, da reserva remunerada e reformados. 
Quando se fala de disciplina no Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), não se quer referir 
aos regulamentos, às punições ou a uma condição de subserviência. O que se quer dizer é a exata execução 
das ordens, decorrente de uma obediência inteligente e voluntária, e não de uma disciplina baseada somente no 
temor. 
A punição de militares por quebra da disciplina é as vezes necessária, mas apenas para 
corrigir os rumos daqueles que ainda não foram capazes de fazer parte de uma equipe. 
A disciplina é necessária a fim de assegurar a correta execução das ações ordenadas, as quais serão de grande 
importância, principalmente nas situações de combate. O fuzileiro naval (FN) precisa ser capaz de reconhecer e 
enfrentar o medo por ser este o inimigo da disciplina em determinadas situações. O medo não controlado 
transformar-se-á em pânico, e a unidade que entrar em pânico não será mais uma unidade disciplinada e sim uma 
turba. Não há pessoa sã que não sinta medo, mas com disciplina e moral elevado, todos podem enfrentar o perigo. 
Um FN aprende a ser disciplinado adquirindo um senso de obrigação para com ele próprio, com seus 
companheiros, com seu comandante e com o CFN. Ele aprende que é membro de uma equipe organizada, treinada 
e equipada com o propósito de engajar e derrotar o inimigo. A meta final da disciplina militar é a eficiência em 
combate, a fim de garantir que uma unidade lute corretamente, conquiste seus objetivos, cumpra a missão 
recebida e auxilie outras unidades na execução de suas tarefas. 
 
Um Comandante é investido da mais alto grau de autoridade, que se estende, inclusive, aos assuntos que 
dizem respeito aos indivíduos que estejam sob suas ordens. Incluem-se nesse caso, a preocupação com a 
alimentação,o cuidado e o modo de usar os uniformes, os hábitos de higiene, as condições de saúde e os fatores 
morais, todos afetando direta ou indiretamente as vidas de cada um. 
É importante que o FN obedeça prontamente às ordens de seu omandante, o qual é particularmente 
interessado no bem-estar dos homens sob seu comando. Desenvolvendo o hábito da pronta obediência a todas as 
ordens, o FN alcançará a disciplina individual e da unidade. 
Será demasiadamente tarde adquirir disciplina no campo de batalha. É preciso que ela seja conseguida em 
tempo de paz nas atividades diárias. Um FN treina com seus companheiros de modo que, como uma equipe, 
consigam cumprir tarefas com variados graus de dificuldade e possam se orgulhar de seus atos. O FN deve se 
comportar como um representante de uma tradicional e gloriosa instituição e não como um indivíduo isolado. 
 
3.2 - CORTESIA MILITAR 
Todo militar deve provas de disciplina e cortesia aos superiores, como tributo natural à autoridade de que se 
acham investidos por lei, manifestadas em todas as circunstâncias por atitudes e gestos precisos e rigorosamente 
observados. 
A espontaneidade e a correção dos sinais de respeito são indícios seguros do grau de disciplina das corporações 
militares, bem como da educação e do grau de instrução profissional de seus integrantes. 
 
3.6 - PROCEDIMENTOS DO FUZILEIRO NAVAL EM DIVERSAS SITUAÇÕES 
Quando um FN que está fumando ou conduzindo pequeno embrulho com a mão direita 
encontra um superior, passa para a mão esquerda o cigarro ou o embrulho e faz-lhe a continência 
regulamentar. 
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Se o FN encontrar um superior numa escada cede-lhe o melhor lugar e saúda-o fazendo alto, com a frente 
voltada para ele. 
Todo FN deve se levantar sempre que passar uma tropa nas proximidades de onde se encontra; caso esteja 
andando, deverá parar, voltando a frente para essa tropa. 
No quartel, navio ou outro estabelecimento militar, a praça, diariamente, faz Alto para a continência ao 
Comandante na primeira oportunidade que o encontrar. Das outras vezes, gira a cabeça com vigor, encarando-o. 
Fora dessas dependências, cumprimenta o superior sempre que encontrá-lo. 
Quando um militar entra em um estabelecimento público, percorre com o olhar o recinto para verificar se 
há algum superior presente; se houver, o militar, do lugar onde está, faz-lhe a continência. 
O FN que entrar em um quartel ou navio deverá prestar continência à Bandeira Nacional, se estiver hasteada, 
e apresentar-se imediatamente ao oficial-de-serviço. 
Quando dois militares se locomovem juntos, o mais moderno dá a direita ao mais antigo. Numa calçada, o 
mais moderno deslocar-se-á deixando o lado interno da calçada para o deslocamento do mais antigo. 
Em embarcações ou viaturas, o embarque é feito do mais moderno para o mais antigo. 
Por ocasião do desembarque, os militares saem em ordem decrescente de antigüidade. 
Os lugares de honra deverão ser reservados aos mais antigos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CAPÍTULO 6 
DIREITO DA GUERRA 
 
6.1 - GENERALIDADES 
A História registra que a disciplina e o moral contribuíram para inúmeras vitórias militares. Tais virtudes são 
desenvolvidas por uma série de atitudes, dentre as quais ressalta a observância das normas que regulam os 
conflitos armados, no que concerne ao comportamento individual de cada combatente diante das Leis da Guerra. 
As Convenções de Genebra e de Haia estabeleceram essas normas, que passaram, com o peso de lei, a 
fundamentar o Direito Internacional Humanitário, no campo dos conflitos armados. De um modo geral, pode-se 
dizer que essas leis têm por finalidade proteger os combatentes fora de combate e as pessoas que não participam 
das hostilidades, bem como as pessoas encarregadas de prestar auxílio às vítimas, ou seja, integrantes devidamente 
autorizados dos serviços de saúde e religiosos, sejam esses militares ou civis, e da Cruz Vermelha. 
O Brasil ratificou as convenções e aderiu aos seus protocolos adicionais, o que, em outras palavras, significa 
que se comprometeu a respeitar e fazer respeitar, em todas as circunstâncias, as normas estabelecidas. 
É dever, pois, de todo o fuzileiro naval (FN), conhecer e obedecer as regras que regem os conflitos armados, 
nos seus aspectos fundamentais, que serão apresentados neste capítulo. 
 
6.2 - NORMAS FUNDAMENTAIS 
6.2.1 - Responsabilidade pela observância 
Respeitar as regras do Direito da Guerra é uma obrigação precípua de todo militar. 
Cada combatente é individualmente responsável pela sua observância, mas os Comandantes são os únicos 
responsáveis por fazerem com que seus subordinados as respeitem. 
Antes de dar a ordem para uma ação militar, o Comandante deve avaliar o risco de cada uma das alternativas 
para cumprir a missão recebida e verificar se elas não violam nenhuma das regras do Direito da Guerra. 
 
6.2.2 - Evitar sofrimentos inúteis 
O Direito da Guerra também rege a conduta do combate e o uso de certas armas, com o fim de evitar 
sofrimentos ou males que sejam excessivos em relação à vantagem militar que possam proporcionar. A necessidade 
militar não admite a crueldade, quer dizer infligir um sofrimento sem motivo, ou por vingança. 
 
6.2.3 - Limitar os danos e destruições 
O Direito da Guerra estabelece que os danos e as destruições devem se limitar ao necessário para impor a sua 
própria vontade ao adversário. Não podem ser excessivos em relação à vantagem militar prevista. Por conseguinte, 
só se utilizarão armas, métodos e meios de combate que causem os danos inevitáveis para cumprir a missão 
recebida. 
 
6.2.3 - Limitar os danos e destruições 
O Direito da Guerra estabelece

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