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Nomes: Arthur Nunes Marche, Giulia Vicente Destro. O melasma é uma hipermelanose, mais comum entre descendentes hispânicos que vivem em áreas tropicais, mas não é raro entre os asiáticos. Predomina em mulheres, principalmente na idade fértil, podendo persistir ou mesmo iniciar na menopausa. Os homens são responsáveis por 10% dos casos. É retratado como um problema estético e com poucas maneiras eficácias para tratamento. ● Buscar meios de reduzir a síntese de melanina, inibir a formação de melanossomas e promover sua degradação a partir do medicamento pycnogenol, um composto padronizado da casca do pinheiro marítimo francês, sendo um ótimo antioxidante. ● É uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica que ocorre em ambos os sexos, porém apresenta-se mais recorrentes em mulheres e principalmente, indivíduos que ficam expostos ao sol e gestantes. ● Facilmente diagnosticada, porém com grande resistência aos tratamentos encontrados. Caracteriza-se por formar manchas na derme e epiderme pela alta produção de melanina através dos melanócitos. ● São células dendríticas, embriologicamente derivadas dos melanoblastos, os quais se originam da crista neural, migrando para a pele logo, após fechamento do tubo neural. Essa migração pode ocorrer para vários destinos, sendo que os sinalizadores para os quais direcionam tal processo, ainda precisam ser melhor caracterizados. ● Melanócitos são células fenotipicamente importantes, responsáveis pela pigmentação da pele e dos pêlos, contribuindo para a tonalidade cutânea, conferindo proteção direta aos danos causados pela RUV. ● Se localizam em vários lugares quando completamente desenvolvidos, como: ● Olhos (epitélio pigmentar retiniano, íris e coróide), ouvidos (estrias vasculares), sistema nervoso central (leptomeninges), matriz dos pêlos, mucosas e pele. ● Estão localizados, na camada basal da epiderme e, ocasionalmente, na derme. Projetam seus dendritos, através da camada malpighiana, onde transferem seus melanossomas aos ceratinócitos. Essa associação melanócito-ceratinócito é denominada: unidade epidérmico-melânica, e é constituída, nos humanos, por um melanócito e cerca de trinta e seis ceratinócitos. Os melanócitos não estão fixos na epiderme. ● Onde a melanina fica armazenada ● Organelas elípticas e altamente especializadas. ● Armazenamento da tirosinase ● Produção de Melanina ● O desenvolvimento e tamanho dos melanócitos determinaram a cor da pele. ● Desempenha importante papel fotoprotetor contra danos da RUV ● Principal pigmento biológico relacionado a pigmentação cutânea. ● O elemento inicial do processo biossintético da melanina é a tirosina. ● eumelanina (marrom-preta) ou feomelanina (amarela-vermelha). ● Em presença de oxigênio molecular, a tirosinase oxida a tirosina em dopa e esta em dopaquinona. A partir desse momento, a presença ou ausência de cisteína determina o rumo da reação para síntese de eumelanina ou feomelanina. ● A ativação dos melanócitos se deve a grande exposição ou doenças pigmentantes, que por sua vez, produzem alta quantidade de melanina atingindo preferencialmente na face, embora possa acometer também região cervical, torácica anterior e membros superiores. ● Influências genéticas ● Exposição à RUV, ● Gravidez, ● Terapias hormonais, ● Cosméticos, ● Drogas fototóxicas, ● Endocrinopatias, ● Fatores emocionais, ● Medicações anticonvulsivantes, Sendo que predisposição genética e exposição à raios solares apresentam grande influência para o desenvolvimento. O Pycnogenol possui a capacidade de inibir a tirosina, também ação na regulação da biossíntese de melanina, eficiente poder antioxidante e antimelanogênico, suprimindo o radical hidroxilia e óxido nítrico, efetiva ação em reciclar a vitamina C e regenerar a vitamina E, assim aumentando por meios endógenos a função antioxidante das enzimas do organismo. Além disso, o produto demonstrou ser seguro, dada a baixa incidência de efeitos colaterais O melasma é uma doença muito frequente em mulheres, sendo comprovado em estudos que não há diferenciação entre dérmico e epidérmico, mas sim, na presença de um grau maior ou menor de melanina na derme. Ressalta-se, no entanto, a tendência de os melasmas dérmicos serem os que evoluem há mais tempo e/ou os que ocorrem em mulheres que engravidaram mais vezes. Além disso o pycnogenol demonstrou tamanha eficácia, pois inibe a capacidade da tirosina (elemento inicial do processo biossintético de melanina), além de ser um antimelanogênico. Uma das vantagens de uso é a baixa incidência de efeitos colaterais e a significativa redução com o uso do medicamento. Paciente antes do tratamento Paciente após 90 dias com tratamento ● MIOT, L. D. B. et al. Fisiopatologia do melasma. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 84, n. 6, p. 623–635, dez. 2009. ● PINTO, C. A. S. et al. The use of pycnogenol in thetreatment of melasma. Surgical&CosmeticDermatology, v. 7, n. 3, 2015. ● NI, Z.; MU, Y.; GULATI, O. Treatment of melasma with Pycnogenol((R)). Phytotherapyresearch : PTR, v. 16, p. 567–71, 1 out. 2002. ● PONZIO, H. A. S. Contribuição à classificação clínica e histopatológica dos melasmas. 1995. ●