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Tratamento do melasma a partir do uso de pcynogenol

Material sobre melasma e uso do pycnogenol. Aborda epidemiologia e fisiopatologia (melanócitos, melanosomas, tirosinase, síntese de eumelanina/feomelanina), fatores desencadeantes (RUV, gravidez, hormônios, medicamentos, genética) e ações do pycnogenol: inibição da tirosinase, efeito antimelanogênico, antioxidante, reciclagem de vitaminas C/E, baixa incidência de efeitos colaterais e redução das manchas após 90 dias.

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Nomes: Arthur Nunes Marche, Giulia Vicente Destro.
O melasma é uma hipermelanose, mais comum entre 
descendentes hispânicos que vivem em áreas tropicais, mas não é 
raro entre os asiáticos. Predomina em mulheres, principalmente na 
idade fértil, podendo persistir ou mesmo iniciar na menopausa. Os 
homens são responsáveis por 10% dos casos. É retratado como um 
problema estético e com poucas maneiras eficácias para 
tratamento.
● Buscar meios de reduzir a 
síntese de melanina, inibir a 
formação de melanossomas e 
promover sua degradação a 
partir do medicamento 
pycnogenol, um composto 
padronizado da casca do 
pinheiro marítimo francês, 
sendo um ótimo antioxidante.
● É uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica que ocorre em 
ambos os sexos, porém apresenta-se mais recorrentes em mulheres e 
principalmente, indivíduos que ficam expostos ao sol e gestantes.
● Facilmente diagnosticada, porém com grande resistência aos 
tratamentos encontrados. Caracteriza-se por formar manchas na 
derme e epiderme pela alta produção de melanina através dos 
melanócitos. 
● São células dendríticas, embriologicamente derivadas dos 
melanoblastos, os quais se originam da crista neural, migrando 
para a pele logo, após fechamento do tubo neural. Essa migração 
pode ocorrer para vários destinos, sendo que os sinalizadores para 
os quais direcionam tal processo, ainda precisam ser melhor 
caracterizados.
● Melanócitos são células fenotipicamente importantes, responsáveis 
pela pigmentação da pele e dos pêlos, contribuindo para a tonalidade 
cutânea, conferindo proteção direta aos danos causados pela RUV.
● Se localizam em vários lugares quando completamente 
desenvolvidos, como: 
● Olhos (epitélio pigmentar retiniano, íris e coróide), ouvidos (estrias vasculares), 
sistema nervoso central (leptomeninges), matriz dos pêlos, mucosas e pele.
● Estão localizados, na camada basal da epiderme e, ocasionalmente, na derme. 
Projetam seus dendritos, através da camada malpighiana, onde transferem seus 
melanossomas aos ceratinócitos. Essa associação melanócito-ceratinócito é 
denominada: unidade epidérmico-melânica, e é constituída, nos humanos, por um 
melanócito e cerca de trinta e seis ceratinócitos. Os melanócitos não estão fixos na 
epiderme.
● Onde a melanina fica armazenada
● Organelas elípticas e altamente 
especializadas.
● Armazenamento da tirosinase
● Produção de Melanina
● O desenvolvimento e tamanho dos 
melanócitos determinaram a cor da 
pele.
● Desempenha importante papel 
fotoprotetor contra danos da RUV
● Principal pigmento biológico relacionado a pigmentação cutânea.
● O elemento inicial do processo biossintético da melanina é a tirosina.
● eumelanina (marrom-preta) ou feomelanina (amarela-vermelha).
● Em presença de oxigênio molecular, a tirosinase oxida a tirosina em dopa e esta em 
dopaquinona. A partir desse momento, a presença ou ausência de cisteína determina o 
rumo da reação para síntese de eumelanina ou feomelanina.
● A ativação dos melanócitos se deve a grande exposição ou 
doenças pigmentantes, que por sua vez, produzem alta 
quantidade de melanina atingindo preferencialmente na 
face, embora possa acometer também região cervical, 
torácica anterior e membros superiores.
● Influências genéticas
● Exposição à RUV,
● Gravidez, 
● Terapias hormonais,
● Cosméticos, 
● Drogas fototóxicas, 
● Endocrinopatias, 
● Fatores emocionais,
● Medicações anticonvulsivantes,
Sendo que predisposição genética e exposição à raios 
solares apresentam grande influência para o 
desenvolvimento. 
O Pycnogenol possui a capacidade de inibir a tirosina, também ação na 
regulação da biossíntese de melanina, eficiente poder antioxidante e 
antimelanogênico, suprimindo o radical hidroxilia e óxido nítrico, efetiva ação 
em reciclar a vitamina C e regenerar a vitamina E, assim aumentando por 
meios endógenos a função antioxidante das enzimas do organismo. Além 
disso, o produto demonstrou ser seguro, dada a baixa incidência de efeitos 
colaterais
O melasma é uma doença muito frequente em mulheres, sendo comprovado em estudos que não há 
diferenciação entre dérmico e epidérmico, mas sim, na presença de um grau maior ou menor de 
melanina na derme. Ressalta-se, no entanto, a tendência de os melasmas dérmicos serem os que 
evoluem há mais tempo e/ou os que ocorrem em mulheres que engravidaram mais vezes. Além disso 
o pycnogenol demonstrou tamanha eficácia, pois inibe a capacidade da tirosina (elemento inicial do 
processo biossintético de melanina), além de ser um antimelanogênico. Uma das vantagens de uso é 
a baixa incidência de efeitos colaterais e a significativa redução com o uso do medicamento. 
Paciente antes do tratamento Paciente após 90 dias com tratamento
● MIOT, L. D. B. et al. Fisiopatologia do melasma. Anais 
Brasileiros de Dermatologia, v. 84, n. 6, p. 623–635, 
dez. 2009. 
● PINTO, C. A. S. et al. The use of pycnogenol in 
thetreatment of melasma. 
Surgical&CosmeticDermatology, v. 7, n. 3, 2015. 
● NI, Z.; MU, Y.; GULATI, O. Treatment of melasma 
with Pycnogenol((R)). Phytotherapyresearch : PTR, 
v. 16, p. 567–71, 1 out. 2002. 
● PONZIO, H. A. S. Contribuição à classificação clínica 
e histopatológica dos melasmas. 1995. 
●

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