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UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU ENFERMAGEM/BIOMEDICINA Markyanne Lourenço Leal Relatório de aulas práticas da disciplina de bioquímica humana do curso de enfermagem/biomedicina CARUARU-PE 2018 Markyanne Lourenço Leal Relatório de aulas práticas da disciplina de bioquímica humana do curso de enfermagem/biomedicina Relatório de aulas práticas da disciplina de bioquímica humana ministrada pela Profa. Dra. Bárbara V. M. Silva Correia no semestre 2018.2, como requisito avaliativo. Caruaru-PE 2018 SUMÁRIO Páginas 1. INTRODUÇÃO................................................................04 2. MATERIAIS E MÉTODOS...............................................05 2.1 procedimentos operacionais...........................................06 e 07 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO........................................08 4. CONCLUSÃO.................................................................09 5. REFERÊNCIAS..............................................................10 1. INTRODUÇÃO Unidas por ligações peptídicas, as proteínas são polímeros de aminoácido, e nelas são encontrados normalmente 20 aminoácidos. Definida em quatro níveis de organização molecular, as proteínas se divide em: Primária: A estrutura primária refere-se ao seguimento simples dos aminoácidos, ligados por associações peptídicas. Secundária: A estrutura secundária se desenvolve em um nível de enrolamento helicoidal, podendo ser dividido em alfa-hélice, beta folha ou beta pregueadas, onde o beta folha são produzidas de duas ou mais cadeias polipeptídicas ao contrário da alfa-hélice. Terciária: Definida através da cadeia primária a estrutura terciária apresenta uma aparência tridimensional equivalente ao enovelamento global de sua cadeia polipeptídica. Possui interações iônicas e hidrofóbicas e pontes de hidrogênio e dissulfeto e são ligações covalentes. Quaternária: Constituída por mais de uma cadeia polipeptídica, diferenciada ou não, que se aglomeram e se estabelecem para formar a estrutura total da proteína. A albumina é uma proteína globular a mais presente no sangue, produzida no fígado e tem função de transporte e regulação da pressão osmótica. A dosagem de albumina serve para avaliar doenças hepáticas ou doenças renais e também o estado nutricional. 2. MATERIAIS E MÉTODO Materiais e vidrarias utilizadas: · 03 tubos de ensaio · 01 pipeta graduada (5 µL) · 01 pipeta semiautomática (10µL) · 10 ponteiras descartáveis · 01 caneta de identificação de tubo de ensaio · 01 cronômetro · 01 suporte para tubo de ensaio Matéria-prima/insumo ou analito: · Amostra de soro ou plasma Reagentes e soluções: · 01 kit para determinação de albumina Equipamentos: · 01 geladeira · 01 espectrofotômetro Procedimento experimental: 1.branco 2.teste 3.padrão · Identificar e adicionar 2,0 mL do cromógeno, em cada tubo. 2.teste · Adicionar 10µl da amostra (soro). Amostra: soro eritrócitos 3.padrão · Adicionar 10µl da solução padrão de albumina. 1- 2- · Homogeneizar por inversão durante 2 minutos. v · Transferir os reagentes de cada tubo para 3 cubetas identificando-as na mesma ordem (B,T e P). v B- T- P- · Levar as cubetas ao espectrofotômetro e proceder ás leituras das observâncias de T e P em comprimento de onda de 630nm, utilizar a cubeta B para zerar o aparelho; · Anotar os valores obtidos com as leituras de T e P e realizar o cálculo. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Para se obter um resultado é feito um cálculo com a seguinte fórmula: C padrão albumina FC= __________________ C albumina= FC x DO teste DO padrão Cálculo obtido: 3,8 FC=_______ = 12,96 C albumina= 12,96 x 0,382 0,293 C albumina= 4,95 O resultado é a quantificação da albumina, onde o valor considerado normal é 3,5 a 5 g por cada 100ml de sangue, a quantidade obtida no cálculo relata um paciente com a taxa albumina normal. Algumas causas de alteração dessa proteína estando alta no sangue são: · Desnutrição; · Cirrose no fígado; · Perda de proteínas por queimaduras. A albumina baixa pode ocorrer por diversos motivos como: · Alcoolismo; · Deficiência hereditária; · Leucemias; · Diabetes. 4. CONCLUSÃO A prática de caracterização de proteínas (dosagem de albumina) foi significativa na formação e embasamento á nível de conhecimento. Foi relatada a formação e estrutura das proteínas, em seguida ao praticarmos o que antes foi visto apenas a teoria. Possibilitou um melhor entendimento do assunto, deixando mais fixo o aprendizado. A metodologia aplicada pela docente é perfeitamente fácil de ser compreendida, e o suporte em aula é definitivamente essencial e abrangido. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise R.. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2012. JOHNSON, Alberts; RAFF, Lewis; WALTER, Roberts. Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre: Artmed, 2010.