Prévia do material em texto
Nº: POP-003-2013 Pág.: 1 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 POP: Ligação da Máquina Elaborado por: Felipe Alexandre de S. F. Nunes Aprovado por: Prof. D.Sc. Jorge Nei Brito Público-alvo: Professores e alunos que tenham a necessidade de usar a enchedora de cerveja KHS. 1. OBJETIVO - Orientar a realização do correto envase de cerveja no inicio da produção, para garantir o resultado de eficiência e qualidade do produto envasado. 2. DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO - Padrão aplicavél a enchedora KHS FSM 09523 da linha 511 do packaging da unidade Nova Minas. Figura 1. Enchedora. 3. REFERÊNCIAS - NM.2.PGP.PACK.511-B.000001 Padrão Gerencial de Processo Célula B Linha 511. - CENG.2.PTP.PACK.000007 Padrão Técnico Catálogo de Processos F – Envasamento de Cervejas em latas. -CENG.2.REG.QA.01.01.000007 VPO – PILAR QUALIDADE – Requisitos Legais e Especificações e Documentação. - CENG.2.REG.QA.04.000007 VPO – PILAR QUALIDADE – PPR e HACCP: Boas Práticas de Fabricação. - CENG.2.REG.QA.04.000012 Reaproveitamento de Embalagens. - CENG.2.REG.QA.07.000003 VPO – PILAR QUALIDADE – Produto não Conforme. - CENG.2.REG.QA.08.000002 VPO – PILAR QUALIDADE – Segurança Alimentar e Integridade do Produto. - CENG.2.REG.QA.10.000001 VPO – PILAR QUALIDADE – Regras de Qualidade para Procedimentos Operacionais. - CENG.2.REG.QA.02.000003 VPO – PILAR QUALIDADE – Metodologia Analítica: Boas Práticas em laboratório. - CENG.3.PO.MA.04.000001 VPO – PILAR QUALIDADE – Descarte de Efluentes para a Rede da ETEI. - CENG.2.REG.VPO.05.000004 VPO – PILAR MEIO AMBIENTE – Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais. - CENG.2.REG.VPO.03.000009 VPO – PILAR SEGURANÇA – Equipamento de Proteção Individual. - CENG.2.REG.VPO.03.000006 VPO – PILAR SEGURANÇA – Acesso Seguro e Bloqueio de Energia. Nº: POP-003-2013 Pág.: 2 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 4. FERRAMENTAS / RECURSOS NECESSÁRIOS - Regras de Qualidade. 4.1 ENCHIMENTOS DE LATAS Campo de aplicação: Linhas de Enchimentos de Latas - As latas devem ser pré-rinsadas por ar ionizado ou por água potável. - Deverá haver um alarme ou intertravamento no Rinser e consequentemente na Enchedora caso exista falha no Sistema de Rinsagem. O lote de latas cheias suspeitas de falha de rinsagem deve ser segregado da produção normal. - Os Pasteurizadores Túnel devem ter o sistema de controle de temperatura em funcionamento de forma a prevenir sobre-pasteurização do produto, o que impacta nas características de frescor do produto acabado. - A Temperatura da Cerveja na Saída do Pasteurizador Túnel não deve ser superior a 36°C e deve ser monitorada de forma a evitar problemas de condensação no Armazém de Produto Acabado. 4.2 ESTOCAGEM DE MATERIAIS DE EMBALAGEM Campo de aplicação: válido para todas as áreas que possuam estocagem de embalagens primárias (como rolhas, latas, tampas, garrafas etc.) e embalagens secundárias (rótulos, folhas separadas, cartões, stretch etc.). - A embalagem primária deve ser estocada separadamente de todos os produtos químicos, insumos de processo, matérias primas e aditivos. - Quando um residual de embalagem primária é transferida novamente para o armazem (material resultante de final de programação de linha de produção), este material deverá ser novamente fechado integralmente e selada em sua embalagem original, para evitar contaminações por poeira. - Garrafas de vidro vazias devem ser estocadas separadamente de todas as outras embalagens e produtos acabados para evitar a contaminação cruzada. - Todas as áreas de estocagem de embalagem devem estar limpas, secas e bem conservadas. - A avaliação de controle de pragas deve ser aplicada para todas as áreas de estocagem de embalagens primárias e secundárias. - O FIFO deve ser aplicado para todas as embalagens primárias e secundárias no seu recebimento e durante todo o tempo em que a mesma for mantida estocada na planta. - Todas as embalagens primárias devem ser totalmente rastreáveis do produto acabado até o fornecedor. - Toda embalagem não retornável deve ser estocada em área coberta do armazém. - Latas e garrafas vazias de produtos da companhia não devem ser usadas como recipientes de estocagem e manuseio que seja contrária a sua finalidade, atendendo integralmente as condições do padrão de reaproveitamento de embalagens. 4.3 CONTROLE DE PRAGAS Campo de aplicação: todas as áreas internas e externas de produção e estocagem. Seguir os controles e realizar o gerenciamento conforme descrito no padrão corporativo de controle de pragas ou equivalente. - Todas as plantas e armazéns devem ter uma sistemática de avaliação da eficácia do controle de pragas para roedores, passáros e insetos. Entende-se que o cumprimento do cronograma de inspeção e controle de pragas, bem como a ausência completa de pragas na área industrial, assegura a eficácia deste programa. - O controle de pragas deve ser conduzido por uma empresa contratada aprovada corporativamente para este fim. Nº: POP-003-2013 Pág.: 3 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 - As sistemáticas do controle de pragas devem ser realizadas interna e externamente nas áreas industriais da unidade, sempre focando as áreas de maior risco e incidência. - Todas as caixas de armadilhas devem ser numeradas e rotuladas com os cuidados de segurança no manuseio. Estas armadilhas devem estar listadas e localizadas em um plano/planta atualizado da unidade. - Onde as caixas de armadilhas são usadas, estas devem ser fixas para prevenir eventual perda acidental da mesma ou do veneno. - As armadilhas contra pragas devem ser regularmente examinadas. 4.4 AMOSTRAGEM E AMOSTRAS DE REFERÊNCIA Campo de aplicação: válido para os laboratórios central e de campo das unidades que realizam análises de processo e produtos na rotina. Correlacionar com o padrão corporativa de boas práticas de laboratório. Amostragem de Produtos: - Vidrarias e frascos de amostragem devem estar em perfeitas condições de limpeza, para que não comprometam a confiabilidade das análises. Como também devem estas integras para garantir qualidade analítica e segurança operacional. - Atenção aos procedimentos analíticos e de amostragem que necessitam de acondicionamento. - Determinados procedimentos analíticos devem obedecer as regras de segurança de utilização de EPI’s, tais como aventais de laboratórios, luvas, óculos de ampla visão, entre outros equipamentos de proteção individual, cumprindo as diretrizes descritas no padrão de boas práticas de laboratório, além das orientações de segurança existente nos respectivos padrões. - Deve existir uma padronização na identificação de amostras, de modo que cada amostra tenha uma identificação única e correta, seguindo as especificações descritas no padrão utilizazação de amostra referência. - Deve ser planejada a amostragem de produtos em elaboração de modo que as amostras estejam disponíveis em tempo que não comprometa a sua integridade físico-quimica, sensorial e microbiológica. Se necessário, deve-se fazer uso de recursos para a preservação das amostras na área ou no laboratório (refrigeradores, recipientes termostáticos etc.). Amostras de Referência: - Placas de controle microbiológicas (branco) devem ser preparadas toda vez que as amostras são inoculadas para verificar a esterilidade dos reagentes e meios e para evitar falsos resultados positivos. Amostras teste (controle positivo) também devem ser usadas para avaliar os lotes de meios de cultura preparados no laboratório. 4.5 INICIO DE OPERAÇÃO APÓS CIP DE ENCHEDORAS DE GARRAFAS E LATAS Campode Aplicação: enchedora de garrafas e latas - Após o processo de CIP, o produto referente à primeira volta da enchedora deve ser coletado e analisado para verificação das análises determinadas (como pH e Sensorial) com o objetivo de detectar eventual contaminação do produto acabado por agentes de limpeza e/ou desvios de qualidade. Seguir os procedimentos descritos nos padrões corporativos correlacionados. - Se não forem encontrados desvios nos resultados das análises descritas acima, a produção pode ser reiniciada. Caso contrário, será necessária uma amostragem da segunda volta ou até que não sejam encontrados problemas. Nº: POP-003-2013 Pág.: 4 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 - A água de enxágue final do CIP da enchedora deve ser coletada e analisada para avaliar a ausência de residuos de agentes de limpeza, conforme determinações dos padrões corporativos aplicáveis. - Todos os agentes de limpeza utilizados no processo de CIP devem ser aprovados para uso em indústria alimentícia, conforme exigência do programa integridade do produto. Todos os bicos de enchimento, HDE’s e coberturas das estrelas devem ser limpos e enxaguados durante o processo de CIP da enchedora. 5. CUIDADOS DE SEGURANÇA - EPI’s necessários: Protetor auricular, boné de proteção, botina com palmilha de aço e óculos de segurança. - BPF: Uniforme branco (área fria), touca e máscara descartável (em caso de uso de barba). - Procedimentos de bloqueio de energia anexados à máquina. 6. ORIENTAÇÕES PARA USO DO EQUIPAMENTO KHS FSM PASSO O QUE FAZER COMO FAZER CUIDADOS ESPECIAIS 1 Verificar o produto a ser envasado. 1- Confirmando a programação do produto a ser envasado. 2- Confirmando com o operador da filtração se o produto esta OK. 3- Conferindo a receita no painel IHM ( 269, 350 ou 473 ml). 4- Conferindo no painel IHM o produto a ser envasado de acordo com a programação do PCP. Não esquecer de comunicar com o processo o produto a ser envasado. Nº: POP-003-2013 Pág.: 5 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 2 Ligar a enchedora em automático. 1- Verificando se as válvulas de ar comprimido, água, CO2 e sabão estão abertas. 2- Colocando a chave em marcha. 3 Enxaguar e resfriar a cúpula. 1- Solicitando envio de água desareada utilizando a função “enxaguar enchedora com água”. Avisar o operador da filtração o envio de água. Avisar descarte para o operador da ETEI 10 minutos antes de realizar o mesmo. Observar se a temperatura da cúpula está com Nº: POP-003-2013 Pág.: 6 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 2- Colocando a máquina em função de “espera”. 3- Fazendo o descarte da cúpula utilizando a função “esvaziar recipiente”. 5°C. 4 Liberar a entrada de cerveja e de latas. 1- Solicitando o envio de avanço de CO2 utilizando a função “avançar produto”, aguardando tempo de 5 minutos. Avisar descarte para o operador da ETEI 10 minutos antes da realização do mesmo. Observar se a temperatura da cerveja está com Nº: POP-003-2013 Pág.: 7 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 2- Solicitando envio de cerveja utilizando a função “avançar produto”. 3- Colocando a máquina na função de “espera”. 4- Enchendo a cúpula de cerveja utilizando a função “encher recipiente”. 5- Colocando a máquina na função “espera”. 3°C. Nº: POP-003-2013 Pág.: 8 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 6- Fazendo o descarte da cúpula utilizando a função “esvaziar recipiente”. 7- Enchendo a cúpula de cerveja utilizando a função “encher recipiente”. 8- Colocando a máquina na função de “espera”. Nº: POP-003-2013 Pág.: 9 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 9- Verificando o nível da cúpula (50% +/- 2) na segunda coluna do gráfico no painel. 10- Verificando a pressão interna da cúpula (entre 1,8 a 2,5 bar). 11- Verificando a pressão dos quebra bolhas (Quebra bolhas 1 e 2 fluxo baixo: 1 a 5 psi. Quebra bolhas 1 e 2 fluxo alto: 1 a 6 psi). Nº: POP-003-2013 Pág.: 10 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 12- Verificando a condutividade da cerveja de acordo com o padrão CENG.2.REG.QA.04.000007. VPO – PILAR QUALIDADE – PCR e HACCP: Boas práticas de Fabricação e padrão. CENG.2.PTP.PACK.000007 Padrão técnico Catálogo de Processo – Envasamento de Cervejas em latas. 13- Verificando o oxigênio da cerveja de acordo com o padrão CENG.2.PTP.PACK.000007 Padrão Técnico Catálogo de Processos F – Envasamento de cervejas em latas. Nº: POP-003-2013 Pág.: 11 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 14- Automaticamente a máquina passa para a função de “produção”. 15- Liberando a trava de latas dando início a produção. 16- Verificando a velocidade nominal da máquina (350 ml e 269 ml – 120.000 latas/hora e 473 ml – 90.000 latas/hora). 17- Verificando se a pressão dos manômetros de entrada da enchedora é de 6 a 8 bar. 5 Verificar stratec 1- Verificando se o stratec está ligado. Nº: POP-003-2013 Pág.: 12 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 2- Abrindo válvula de ar comprimido do stratec. 6 Realizar o teste de TPO e mosto 1- Aguardando até que a enchedora dê sua primeira volta, em seguida o técnico do laboratório coleta 3 latas, 1 para CO2, 1 para extrato e a outra para análise sensorial. Observar se o técnico fez a coleta das latas, se não estiver feito o operador da enchedora deverá coletar as mesmas. 7 Verificar se os testes estão dentro das especificações. 1- Verificando justamente com o técnico do laboratório o resultado das análises. 2- Realizando transbordo da cúpula utilizando a função no painel 100% no set point, caso o Em caso de análise fora de especificação somente. Nº: POP-003-2013 Pág.: 13 de 13 MANUTENÇÃO - Turma : EPN10 POP - Procedimento Operacional Padrão Versão Original: Outubro/2013 Próxima Revisão: Fevereiro/2014 teste tenha saído fora da faixa. 3- Retornando ao passo 4 deste padrão. 7. DADOS TÉCNICOS DO EQUIPAMENTO - O sistema de abastecimento por pressão, permite preencher embalagens com bebidas carbonatadas com extrema segurança, fornecendo precisão constante. Sendo mecânicos ou controlados por computador, o sistema oferece máximo de flexibilidade para enchimentos perfeitos. É caracterizado principalmente por trabalhar em alo desempenho e flexibilidade e com facil manuseio, além dos baixos custos de manutenção. 8. RESULTADOS ESPERADOS - Atingir niveis esperados de eficiência (%), qualidade PPB, que consiste em cumprir etapas fabris necessária à fabricação de determinados produtos e, com isso, desfrutar dos benefícios fiscais estabelecidos por lei. 9. AGRADECIMENTOS - Mayk Coelho que proveu a versão original do POP.