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01 O PENSAMENTO DE NICOLAU MAQUIAVEL

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Maira Silva

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Questões resolvidas

Os teóricos do absolutismo, geralmente, ou teciam suas perspectivas com base em experiências e conflitos vividos no interior de determinadas monarquias ou legitimavam o poder real por meio de uma análise comparativa entre as diferentes formas de governo já experimentadas. Nesse sentido, Nicolau Maquiavel escreveu seu livro mais famoso, O príncipe, dedicado a:
Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
Lorenzo de Médici, estadista florentino.
Luís XI, rei da França.
D. João III, rei de Portugal.
Fernando, rei de Espanha.

Para Maquiavel, o Princípe deve governar com:

Verdade
Táticas
SAbedoria
Vícios
Desonestidade

O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente de outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levam ao assassinato e ao roubo. MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009. No século XVI, Maquiavel escreveu 'O Príncipe', reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
inércia do julgamento de crimes polêmicos.
compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
neutralidade diante da condenação dos servos.
conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.

Com base no texto e nos conhecimentos sobre Maquiavel, é correto afirmar:
O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.
Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.

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Questões resolvidas

Os teóricos do absolutismo, geralmente, ou teciam suas perspectivas com base em experiências e conflitos vividos no interior de determinadas monarquias ou legitimavam o poder real por meio de uma análise comparativa entre as diferentes formas de governo já experimentadas. Nesse sentido, Nicolau Maquiavel escreveu seu livro mais famoso, O príncipe, dedicado a:
Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
Lorenzo de Médici, estadista florentino.
Luís XI, rei da França.
D. João III, rei de Portugal.
Fernando, rei de Espanha.

Para Maquiavel, o Princípe deve governar com:

Verdade
Táticas
SAbedoria
Vícios
Desonestidade

O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente de outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levam ao assassinato e ao roubo. MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009. No século XVI, Maquiavel escreveu 'O Príncipe', reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
inércia do julgamento de crimes polêmicos.
compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
neutralidade diante da condenação dos servos.
conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.

Com base no texto e nos conhecimentos sobre Maquiavel, é correto afirmar:
O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.
Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.

Prévia do material em texto

Disc.: PENSAMENTO POLÍTICO 
	2020.3 EAD (G) / EX
		Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
	
	 
		
	
		1.
		Os teóricos do absolutismo, geralmente, ou teciam suas perspectivas com base em experiências e conflitos vividos no interior de determinadas monarquias ou legitimavam o poder real por meio de uma análise comparativa entre as diferentes formas de governo já experimentadas. Nesse sentido, Nicolau Maquiavel escreveu seu livro mais famoso, O príncipe, dedicado a:
	
	
	
	Henrique VIII, Rei da Inglaterra.
	
	
	Lorenzo de Médici, estadista florentino.
	
	
	Luís XI, rei da França.
	
	
	D. João III, rei de Portugal.
	
	
	Fernando, rei de Espanha.
	
Explicação:
Importante ressaltar que "como o poder se funda exclusivamente em atos de força, é previsível e natural que pela força seja deslocado de um para outro senhor. Nem a religião nem a tradição, nem a vontade popular se legitimaram, e ele tem de contar exclusivamente com sua energia criadora. A ausência de um Estado Central e a extrema multipolarização do poder criam um vazio, que as mais fortes individualidades têm capacidade para ocupar."
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Com base em nossas aulas e nos materiais estudados sobre o pensamento de Maquiavel acerca da relação entre poder e moral, é correto afirmar.
	
	
	
	Maquiavel se preocupa em analisar a ação política considerando tão somente as qualidades morais do Príncipe que determinam a ordem objetiva do Estado.
	
	
	O sentido da ação política, segundo Maquiavel, tem por fundamento originário e, portanto, anterior, a ordem divina, refletida na harmonia da Cidade.
	
	
	Na reflexão política de Maquiavel, o fim que deve orientar as ações de um Príncipe é a ordem e a manutenção do poder.
	
	
	Para Maquiavel, a busca da ordem e da harmonia, em face do desequilíbrio e do caos, só se realiza com a conquista da justiça e do bem comum.
	
	
	A análise de Maquiavel, com base nos valores espirituais superiores aos políticos, repudia como ilegítimo o emprego da força coercitiva do Estado.
	
Explicação:
Para Maquiavel os fins justificam os meios.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Para o devido entendimento das concepções de Maquiavel faz-se necessário observar o período em que viveu esse filósofo. De acordo com suas concepções marque a única alternativa que NÃO se enquadra:
	
	
	
	É previsível e natural que pela força o poder seja deslocado para outro senhor.
	
	
	A ausência de um estado central e a extrema multipolarização do poder criam um vazio, que as mais fortes individualidades têm capacidade para ocupar.
	
	
	Esmagar ou reduzir à impotência a oposição interna, atemorizar os súditos para evitar subversões são políticas que se fazem necessárias para o controle da ordem política:
	
	
	O líder sempre deve acolher o que determina a maioria da população
	
	
	A ilegitimidade do poder gera situações de crise e instabilidade permanente.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Para Maquiavel, o Princípe deve governar com:
	
	
	
	SAbedoria
	
	
	Vícios
	
	
	Verdade
	
	
	Táticas
	
	
	Desonestidade
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Maquiavel é considerado um importante pensador político moderno. Sua principal obra é O Príncipe, que, segundo alguns, é destinado à reabilitação dos aristocratas, já que a obra era nada mais que um manual da política. O grande mérito da abordagem de Maquiavel sobre a política pode ser traduzida:
	
	
	
	O enfoque de suas análises é o estudo do poder não formalizado no Estado.
	
	
	Maquiavel permanece fiel ao pensamento utópico de interpretação da realidade política.
	
	
	Maquiavel compreende que a realidade política decorre de uma predestinação divina.
	
	
	Ele compreende a política como resultado do acaso.
	
	
	Maquiavel rompe com a tradição humanista baseada no abstrato.
		
	Gabarito
Comentado
	
	
	
	
	 
		
	
		6.
		O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente de outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levam ao assassinato e ao roubo. MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009. No século XVI, Maquiavel escreveu "O Príncipe", reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
	
	
	
	bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
	
	
	inércia do julgamento de crimes polêmicos.
	
	
	compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
	
	
	neutralidade diante da condenação dos servos.
	
	
	conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe
	
Explicação:
Para manter a ordem social há de ter "esmagar ou reduzir à impotência a oposição interna, atemorizar os súditos para evitar a subversão e realizar alianças com outros principados constituem o eixo da administração."
	
	
	
	 
		
	
		7.
		"A escolha dos ministros por parte de um príncipe não é coisa de pouca importância: os ministros serão bons ou maus, de acordo com a prudência que o príncipe demonstrar. A primeira impressão que se tem de um governante e da sua inteligência, é dada pelos homens que o cercam. Quando estes são eficientes e fiéis, pode-se sempre considerar o príncipe sábio, pois foi capaz de reconhecer a capacidade e manter fidelidade. Mas quando a situação é oposta, pode-se sempre dele fazer mau juízo, porque seu primeiro erro terá sido cometido ao escolher os assessores". (MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2004. p. 136.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre Maquiavel, é correto afirmar:
	
	
	
	As atitudes do príncipe são livres da influência dos ministros que ele escolhe para governar.
	
	
	Basta que o príncipe seja bom e virtuoso para que seu governo obtenha pleno êxito e seja reconhecido pelo povo.
	
	
	O povo distingue e julga, separadamente, as atitudes do príncipe daquelas de seus ministros.
	
	
	Um príncipe e seu governo são avaliados também pela escolha dos ministros.
	
	
	A escolha dos ministros é irrelevante para garantir um bom governo, desde que o príncipe tenha um projeto político perfeito.
	
Explicação:
Importante que não há ilegitimidade do poder porque "gera situações de crise e instabilidade permanente, onde somente o cálculo político, a astúcia e a ação rápida e fulminante contra os adversários são capazes de manter o príncipe. Esmagar ou reduzir à impotência a oposição interna, atemorizar os súditos para evitar a subversão e realizar alianças com outros principados constituem o eixo da administração".
	
	
	
	 
		
	
		8.
		"Todos os Estados, todos os domínios que exerceram e exercem poder sobre homens, foram e são, ou Repúblicas ou principados¿ (Maquiavel, O Príncipe, capítulo I). O trecho expõe a concepção de Maquiavel no que se refere à classificação das formas de governo. Segundo esse autor, as duas diferentes formas de governo são:
	
	
	
	República e Monarquia
	
	
	República e Despotismo
	
	
	Despotismo e Monarquia
	
	
	Democracia e Monarquia
	
	
	Democracia e Despotismo

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