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UNIP - Universidade Paulista _ DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos_

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03/11/2020 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos.
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EMENTA
A presente disciplina se propõe a propiciar o estudo acerca da Diversidade da Ciência Psicológica. Diversidade da Atuação do
Psicólogo em Contextos Específicos, especialmente em contextos de Saúde, Organizacional e Educação. Função Social da
Atuação do Psicólogo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A questão epistemológica fundamental da Psicologia como Ciência: a coexistência de perspectivas diferenciadas sobre o
fenômeno psicológico e a existência das diferentes abordagens.
2. As teorias psicológicas, seus principais conceitos e explicações sobre o fenômeno psicológico.
3. O fenômeno psicológico através dos tempos: uma leitura psicossocial sobre uma dada situação-problema.
4. A diversidade de atuação do psicólogo em seus vários contextos de atuação, como os da Saúde, Organizacional,
Educacional, Institucional e de Pesquisa.
5. Descrição de suas principais características e atividades, e a função social da atuação do Psicólogo nesses contextos.
6. Planejamento de intervenções: o quê, como e para que intervir.
7. A dimensão ética das teorias e práticas psicológicas.
8. O compromisso social da profissão do Psicólogo e sua implicação ideológica às práticas profissionais.
9. Produzir e/ou reproduzir conhecimento: discussão argumentativa sobre a prática e as teorias psicológicas.
 
VII – BIBLIOGRAFIA
 
BÁSICA
 
BASTOS, A. V. B.; GONDIM, S. M. G.; BORGES-ANDRADE, J. E. As mudanças no exercício profissional da psicologia no Brasil:
o que se alterou nas duas últimas décadas e o que vislumbramos a partir de agora? Em:
BASTOS, A. V. B. & GONDIM, S. M. G. (Orgs.) O trabalho do psicólogo no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2010, cap. 20.
 
CAMPOS, R. H. S. A função social do psicólogo. Em: YAMAMOTO, O. J. &
COSTA, A. L. F. (Orgs.) Escritos sobre a profissão de psicólogo no Brasil. Natal: EDUFRN, 2010, cap. 10.
 
FIGUEIREDO, L. C. Convergências e divergências: a questão das correntes de pensamento em psicologia. Transinformação,
4 (1-2-3): 15-26, jan/dez, 1992a.
 
COMPLEMENTAR
 
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Psicologia crítica do trabalho na sociedade contemporânea. Conselho Federal de
Psicologia. - Brasília: CFP, 2010.
 
CRUZ, L. R.; GUARESCHI, N. (Orgs.) Políticas públicas e assistência social: diálogo com as práticas psicológicas.
Petrópolis/RJ: Vozes, 2009.
 
GONÇALVES, M. G. M. Psicologia Subjetividade e Políticas Públicas São Paulo, Editora Cortez, 2013.
 
GONDIM, S. M. G.; BASTOS, A. V. B.; PEIXOTO, L. S. A. Áreas de atuação, atividades e abordagens teóricas do psicólogo
brasileiro. Em: BASTOS, A. V. B. & GONDIM, S. M. G. (Orgs.) O trabalho do psicólogo no Brasil. Porto Alegre: Artmed,
2010, cap. 9.
 
SILVA, N.; ZANELLI, J. C.; TOLFO, S. Dilemas éticos da atuação do psicólogo brasileiro. Em: BASTOS, A. V. B. & GONDIM, S.
M. G. (Orgs.) O trabalho do psicólogo no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2010, cap. 13.
 
LINKS PARA PESQUISA:
 
ESCÓSSIA, Liliana; MANGUEIRA, Maurício. Revista do Departamento de Psicologia - UFF, v. 17 - nº1, p.93-101, Jan./Junh.
2005.Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rdpsi/v17n1/v17n1a07.pdf. acessos em 09 dez. 2014.
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https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 2/16
 
LEITE, Jáder F.; DIMENSTEIN, Magda. Mal-estar na psicologia: a insurreição da subjetividade. Rev. Mal-Estar Subj., Fortaleza
, v. 2, n. 2, set. 2002 . Disponível em <https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?
SCRIPT<https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_isoref&pid=S1518-
61482002000200002&lng=pt&tlng=pt>=sci_arttext&pid=S1518-61482002000200002&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 09 
dez. 2014.
 
MIRANDA, Luciana Lobo. Subjetividade: a desconstrução de um conceito. In: SOUZA, Solange Jobim. Subjetividade em
questão: a infância como crítica da cultura. Rio de Janeiro: 7 letras, 2005, 2a. ed. p. 29-45. Disponível em:
https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=
uowXKpnUY6IC&oi=fnd&pg=PA29&dq=desnaturalização+++subjetividade&ots=NNG5Q3AONz&sig=_1P32aCyQ_5Qt33rlnK-
l9aAgj0#v=onepage&q=desnaturalização + subjetividade&f=false<https://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=
uowXKpnUY6IC&oi=fnd&pg=PA29&dq=desnaturalização+++subjetividade&ots=NNG5Q3AONz&sig=_1P32aCyQ_5Qt33rlnK-
l9aAgj0#v=onepage&q=desnaturalização + subjetividade&f=false>. acessos em 09 dez. 2014.
Exercício 1:
Uma escola da rede pública encaminha para uma clínica-escola 30 crianças, todas elas cursando a primeira série do Ensino Fundamental. A queixa principal
dos professores é que essas crianças não aprendem. A partir disto, considere as afirmações abaixo:
 
I. Um psicólogo escolar crítico poderia levantar como hipótese um problema de ordem sócio-cultural. A escola poderia não estar adequada na tarefa de
alfabetizar estas crianças que seriam provenientes de realidades sócio-culturais diferentes daquela esperada pelo sistema.
II. Um psicólogo escolar crítico poderia encaminhar todas as crianças para um psicodiagnóstico interventivo, para que fossem submetidas a testes de
inteligência, porque descartariam possíveis deficiências.
III. Um psicólogo escolar crítico poderia encaminhar todas as crianças para um diagnóstico psicopedagógico, uma vez que a queixa é de distúrbio de
aprendizagem.
IV. Um psicólogo clínico levantaria como hipótese problema de ordem institucional. O fracasso escolar poderia ser decorrente de fatores intra-escolares.
V. Um psicólogo clínico poderia visitar a escola para entender melhor o encaminhamento das crianças.
 
Assinale a alternativa correta:
A)
As afirmações I, II e V estão corretas. 
B)
As afirmações I, IV e V estão corretas.
C)
A afirmação I está correta.
D)
As afirmações I e V estão corretas.
E)
As afirmações I, III e IV estão corretas.
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D)
Comentários:
D) Na alternativa II e III (incorretas) diz que o psicólogo escolar crítico encaminharia todas as crianças para o
psicodiagnóstico para descartar possíveis deficiências. O psicólogo escolar não deve ter esse posicionamento, pois o
psicodiagnóstico visa verificar muito mais questões do que apenas a deficiência, inteligência ou aplicação de testes. A
afirmativa IV também é incorreta, por indicar que o psicólogo clínico deveria problematizar na ordem institucional,
culpabilizando apenas a escola pelo fracasso na aprendizagem 
Exercício 2:
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Marcos tem 10 anos e está na 4ª série do Ensino Fundamental. Não sabe ler nem escrever. Só faz cópias em letra de forma. Sua professora se queixa dos
maus comportamentos de Marcos: é agressivo com os colegas, não fica muito tempo sentado e atrapalha as aulas fazendo micagem para chamar a
atenção. Atribui à dinâmica familiar a causa desses problemas: a mãe trabalha o dia todo e não tem tempo para se dedicar e educar os filhos; o pai é
alcoólatra e já esteve preso em razão de brigas.Marcos foi encaminhado para atendimento psicológico em um posto de saúde.
O psicólogo atento às novas concepções de fracasso escolar deverá priorizar:
 
A)
A análise das práticas institucionais, buscando formas de intervir no cotidiano escolar responsável pela produção do fracasso escolar.
B)
O atendimento da criança, realizando um psicodiagnóstico para detectar as causas emocionais desses comportamentos inadequados produtores do
fracasso escolar.
C)
Visita à escola, porque o problema pode estar na relação da professora com este aluno.
D)
Atendimento familiar, pois o fracasso escolar deve ser um sintoma de uma dinâmica familiar conturbada.
E)
Observação em sala de aula, para verificar o método de ensino, as estratégias e a didática da professora que não devem estar adequados ao perfil da
criança.
O aluno respondeu e acertou.

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