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FREUD - LACAN - PSICANÁLISE - RESUMO - DISCURSO DA HISTÉRICA - DISCURSO DO MESTRE

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saber mais, do
paciente, depois que há essa relação transferencial que é a vinculação do amor ao saber,
quando o paciente começa em buscar na própria história, a falar, associar. É nesse
momento que o analista silencia mesmo, não se faça perguntas, a não ser que seja uma
coisa muito específica. Uma das funções é a relação Transferencial.
Clínica Psicanalítica
@Mentologikas - Resumos de Eliane Cavalcante
Fórmula da fantasia
Entrevistas 
preliminares
Experiência
de análise
Fantasia da completude:
Travessia 
da fantasia
O final de análise é chamado de travessia da fantasia onde a gente deixa o objeto
cair. 
Se a gente estiver como eu, a gente não consegue ouvir, pois vamos tentar entender, compreender,
encaixar e não vai ouvir os significantes. Não devemos ficar no lugar de pessoa, no lugar de EU. 
SIGMUND FREUD OBRAS COMPLETAS VOLUME 10 - AULA 11.11.2020
A gente recalca a representação da pulsão, os significantes da
pulsão oral, pulsão anal, pulsão escópica (que tem como objeto,
o olhar que está nas alucinações dos sujeitos psicóticos, aquela
voz que é real - Exemplo a voz do Van Gogh que corta a própria
orelha para tirar a voz) e pulsão invocante. 
Clínica Psicanalítica
@Mentologikas - Resumos de Eliane Cavalcante
Texto:
Freud e as suas
viscissitudes
O que a gente recalca?
Pulsão Oral
Pulsão anal
Pulsão escópica
Pulsão invocante
O FREUD diz isso, ficando muito aquém do ideal do analista, mistura com o material de outros pacientes
acontece raramente, uma eventual disputa com o analisando sobre ele ter dito ou não certa coisa, ou modo
como disse.
Ato falho
quando as vezes o paciente fala e faz o ato falho, e evidenciamos o ato falho,
as vezes o paciente diz: "eu não falei isso", o paciente não está mentindo na
verdade pois não foi ele quem falou, não foi o EU dele que falou, foi o corpo
falante que falou. E no momento em que ele faz o ato falho é como se fosse um 
 eclipse da consciência, acontece num segundo. Quando a pessoa faz o ato falho,
ela não está ali, então não foi ela quem falou, mas estamos ali atento e
apontamos o ato. 
Para Psicanálise - O que seria Deus? Esse infinito? essa grandiosidade?
Somos nós mesmos, é a parte de nós mesmos que nós perdemos. São esses objetos
seio, fezes, olhar e voz. 
Olha como isso é forte na Psicose e as relações da Psicose por exemplo com a
divindida. 
Caso Schreber 
e caso James Joyce
Um homem Psicótico que tinha delírios com Deus. Ele ia se tornar mulher para
Deus para fundar uma nova humanidade. Ele conseguiu dar com seu delírio, um
lugar no mundo. O James Joyce fez mais do que o Schreber pois nunca precisou
alucinar
Delírio ou metáfora
delirante 
LACAN chama delírio de metáfora delirante. O delírio é algo importante para o
paciente psicótico, pois dá a ele um lugar no mundo. Organiza ele. O problema na
Psicose é a alucinação, pois é complicado e grave, pois o objeto da pulsão
aparece, eles invadem. É o olhar, é a voz. É algum fragmento da vida do paciente
que não foi simbolizado. 
AV2: Serão 10 questões sendo 8 objetivas e 2 discursivas (Desde 5 lições até aqui) Todo o conteúdo que
a gente trabalhou. Não haverá trabalho. 
Prova
Deus
OBS -Semana que vem: texto do Antonio Quinet - As funções das entrevistas preliminares. 
SIGMUND FREUD OBRAS COMPLETAS VOLUME 10 - AULA 11.11.2020