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Testes Especiais
Testes provocativos baseados na biomecânica do movimento para isolar as estruturas lesadas.
• São testes realizados/utilizados para determinação de um diagnóstico.
• Eles ajudam a descobrir ou confirmar lesão/alteração/dor em determinada estrutura.
• Há vários testes para cada tipo de articulação
• Estes serão realizados somente quando houver alguma indicação de que podem ser úteis para a determinação de um diagnóstico.
Arco doloroso: a dor que ocorre entre 70 a 110º (60o-120º) de abdução é considerada “arco doloroso” e indica impacto do manguito rotador, ruptura ou bursite subcromial. A dor alivia após 120º.
Teste de impacto de Neer “irritativo” 
 O examinador estabiliza a escapula do paciente com a mão e elevará rapidamente o MS em extensão e rotação neutra, com a outra mão, no plano da escápula. O choque da grande tuberosidade contra a face anteroinferior do acrômio provocará dor pela irritação das estruturas subacromiais.
Teste de impacto de Hawkins- Kennedy “irritativo” 
O MS é colocado em elevação de 90º, em rotaçã neutra e com cotovelo fletido a 90º. Passivamente rodado internamente. Tuberculo maior projetado contra o ligamento coraacomial e o tuberculo menor se aproxima da ponta do processo coracóide.
Teste de Patte 
Ombro abudzido 90º e cotovelo fleitdo 90º. Paciente realiza rotação externa enquanto examinador faz contra-resistência. Avalia força de infra-espinhal.
Teste Yocum “irritativo” 
Paciente apoiando a mão sobre o ombro contralateral, eleva-se o membro pelo cotovelo. Atrito do supra-espinhoso. Pode indicar lesão acromioclavicular.
Teste da palma da mão para cima (Teste de Speed) 
MS em extensão, supinado e exercendo força no sentido de abdução. Examinar aplica resistência. Teste exclusivo para avaliação da cabeça longa do biceps.
Teste de Jobe (Empty can) 
 Teste para avaliação de supra-espinhal. Paciente com cotovelo estendido eleva os membros superiores na linha da escápula, com o polegar apontada para baixo, enquanto o examinador faz uma contra-resistência. Resposta: dor na face antero-medial do ombro, acompanhada ou não da diminuição da foça ou incapacidade de elevar o MS.
Teste de Gerber 
Paciente coloca a mão em nível de lombar (L5) e tenta afastá-la das costas ativamente, rodando internamente o ombro. Pode ser feito passivo. Lesão em subescapular.
Teste da apreensão (instabilidade): 
– O braço é mantido a 90º de abdução e RE. A mão esquerda do examinador traciona para trás o punho do paciente enquanto sua mão direita estabiliza a parte posterior do ombro. O paciente com instabilidade torna-se apreensivo.
– Alternativo: DD
Teste de gaveta anterior e posterior (instabilidade): 
– Paciente em pé, com o ombro relaxado
– Uma das mãos estabiliza a cintura escapular
– Outra mão fixa o úmero proximal.
– Realizar translação anterior e posterior
– Sensação normal: ponto firme, sem estalidos, sem dor e sem apreensão.
Teste do sulco (instabilidade) 
– Tracionar o braço para baixo e verificar a presença de um sulco inferior ao acrômio.
Jerk test ou abalo (instabilidade posterior) 
– Paciente sentado, 90º de flexão e RI.
– O examinador pega o cotovelo e impõe carga no úmero em direção proximal.
– Em pacientes com instabilidade posterior o teste produzirá abalo súbito (deslizamento da cabeça do úmero para fora da glenóide)
Teste de Fukuda (instabilidade posterior) 
– Paciente de costas para o examinador
– Realizar passivamente uma flexão, adução e RI de ombro
– Força no cotovelo no sentido de posterior
– Positivo = apreensão ou subluxação.
Teste (manobra) Adson (SDT): desfiladeiro torácico 
– Palpar o pulso radial
– Com o paciente sentado, o braço deve ser estirado.
– Peça para o paciente girar e estender a cabeça em direção ao ombro testado.
– O terapeuta roda externamente e estende o ombro e o cotovelo do paciente.
– Solicite uma inspiração profunda e uma monobra de Valsalva.
– Positivo = desaparecimento do pulso.
Teste de Wright: desfiladeiro torácico 
– Palpar pulso radial
– Ombro e RE e extensão. Cotovelo em extensão.
– Solcita-se ao paciente ou movimento passivo de rotação e extensão para o lado oposto.
– Após, solicita-se uma manobra de Valsalva.
– Positivo: formigamento, dor, perda do pulso.
Teste de Roos: desfiladeiro torácico 
– Paciente em pé
– Abduzir e rodar externamente os ombros
– Flexionar cotovelo 90º
– O paciente abre e fecha as mãos por 3 minutos.
– Positivo: dor isquêmica, formigamento, agulhadas na mão e fraqueza extrema.
Teste de Cozen 
– Cotovelo em 90o de flexão, antebraço em pronação e punho fechado.
– Pede-se ao paciente que faça extensão ativa do punho contra a resistência que será imposta pelo examinador.
– O teste será positivo quando o paciente referir dor no epicôndilo lateral.
Teste de Mill 
– Paciente com a mão aberta, punho em dorsiflexão, pronação de antebraço e cotovelo em semiflexão.
– Orientar o paciente para realizar uma supinação e um extensão de punho. 
– O examinador resiste ao movimento.
– Positivo = dor no epicôndilo lateral.
Teste do dedo médio (Teste de Maudsley) 
– Pede-se para o paciente que faça a extensão ativa do dedo médio, contra a resistência do examinador
– Positivo = dor no epicôndilo lateral
Teste da xícara de café
– O paciente queixa-se de dor no epicôndilo lateral ao erguer uma xícara de café cheia.
Teste da cadeira 
– Pede-se ao paciente que levante uma cadeira com o braço em extensão e pronado.
– Positivo = presença de dor no epicôndilo ou a incapacidade de elevar a cadeira.
Teste para epicondilite medial 
– Supinar antebraço
– Estender cotovelo e punho
– Solicita-se ao paciente uma flexão de punho e pronação do antebraço, enquanto o examinador resiste ao movimento.
Teste de Phalen 
– Punho e cotovelos fletidos
– Positivo: dormência e formigamento dentro de 45s/60s ou simulação da dor.
– Difencial para cervicobraquialgia ou SDT.
Teste de Phalen invertido/reverso 
– Punho em extensão
– Positivo: dormência e formigamento dentro de 45s/60s ou simulação da dor.
Teste de elevação da mão 
– Paciente sentado ou em pé
– Eleva os braços acima da cabeça por 2 minutos
– Positivo: parestesia ou dormência nas mãos.
Teste de Tinel 
– Percutindo-se sobre o nervo mediano (localizado medialmente ao tendão do flexor (radial do carpo)
– Positivo: paciente reporta dor ou choque nos 3 primeiros dedos.
Teste de Tinel 
– Percutindo-se sobre o nervo mediano (localizado medialmente ao tendão do flexor radial do carpo)
– Positivo: paciente reporta dor ou choque nos 3 primeiros dedos.
Teste do torniquete
– Esse teste procura exacerbar a neuropatia mediana no túnel do carpo, causando isquemia temporária
– Manguito de pressão arterial inflado proximalmente no cotovelo (região de verificação da PA) por 60s
– Postivo: insensibilidade ou choque no trajeto no nervo mediano
– OBS: muito falso postivo.
Flick Test 
– Balançar as mãos por 30s
– Positivo = alívio dos sintomas
Teste de Filkelstein 
– Desvio ulnar forçado
Teste de Allen 
– Teste usado para verificar a permeabilidade das artérias radial e ulnar.
– 1º peça ao paciente para abrir e fechar a mão com firmeza várias vezes
– 2º apertar a mão com força para evitar qualquer fluxo arterial
– 3º coloque o polegar e indicador sobre a artéria radial e ulnar, pressionando firmemente.
– 4º peça para o paciente abrir a mão (manter a pressão sobre as artérias)
– 5º remova o dedo de uma das artérias e observe se a mão se torna rósea
– 6º repita o teste soltando a pressão da outra artéria.
Testes do piriforme: 
– Posição do paciente: supina, com flexão de quadril afetado e joelho fletido.
– Empurrar a coxa e o joelho do paciente em adução e peça a ele empurrá-lo de volta em direção ao peito.
– Dor, formigamento...
Teste de Thomas (flexibilidade) 
– Paciente de DD
– Joelho levado em direção ao peito do paciente
– Coluna lombar em contato com a mesa
– Positivo: contratura de flexão na coxa oposta
Teste de Ely (flexibilidade reto femoral) 
– Paciente em DD
– Perna não-afetada é flexionada em direção ao peito do paciente– Positivo: extensão do joelho no lado contralateral (anteroversão da pelve causada pela flexão do quadril eleva traciona o reto femoral)
Teste de Ober (trato iliotibial) 
– Paciente em DL do lado não testado
– A perna testada é flexionada no joelho e estendida no quadril ao mesmo tempo que é levantada no ar pelo examinador.
– Positivo: membro não pode tocar o membro contralateral
– OBS: estabilizar quadril 
– OBS: pode ser feito com a perna em extensão
Teste de Patrick (Fabere): disfunção de quadril e articulação sacroilíaca 
– Paciente deitado em DD. – Quadril flexionado, abduzido e RE
– Pede -se para o paciente colocar maléolo da perna afetada acima do joelho da perna contralateral.
– Positivo: dor a essa manobra (observar ADM de quadril)
– O teste pode ser amplificado pressionando -se o joelho do lado testado para baixo (dor na articulação sacroilíaca; compressão)
Teste de Craig (anteversão fêmur) 
» DD, joelho 90º
» Realizar RI e RE palpando trocânter maior
» Determinar o ponto na amplitude do quadril onde o trocânter maior é mais proeminente lateralmente
» Normal = 8-15º na RI
Hip Scour Test (osteartrite, necrose avascular, labrum, alterações acetabulares, impacto acetabular): 
– Paciente em DD
– Flexão e abdução passiva de quadril, com joelho em flexão terminal.
– Pressão caudal em adução (+RI e +RE)
– Pressão caudal em abdução (+RI e +RE)
– Positivo: dor, apreensão...
– OBS: pode-se variar a flexão/extensão/adução/abdução/RI/RE do quadril.
Gaveta anterior (LCA)
– Joelho 90º 
– Polegares na interlinha articular
– Tração anterior da tíbia
Gaveta posterior (LCP) 
– Joelho 90o
– Polegares na interlinha articular
– Tração posterior da tíbia
Teste de Lachman e Teste de Lachman invertido (LCA e LCP)
– Paciente em DD
– Flexão de joelho 30º
– Mão estabiliza a coxa
– Mão traciona anteriormente e 
posteriormente a tíbia.
Pivo shift (LCA) 
– Paciente em DD
– Quadril estendido
– Rodar medialmente a tíbia
– Outra mão posicionada no joelho, permitindo a força em valgo e flexão.
– Positivo: subluxação do joelho em 25º-30º de flexão.
Teste de Appley (compressão, distração) (meniscos e ligamentos colaterais)
– Paciente em DV
– Joelho em 90º
– RI e RE enquanto aplica força para baixo sobre o pé = meniscos
• Realizar RI e pressão durante toda a ADM e após
• Realizar RE e pressão durante toda a ADM
• Ou RI e RE constantes durante toda a ADM
– RI e RE enquanto aplica tração (estabilizar com o joelho) = ligamentar
• Sem movimento do joelho
Teste de MacMurray (meniscos medial e lateral) 
– Paciente em DD
– Joelho completamente flexionado (nádega)
– Dedos e polegar na interlinha articular
– RE + valgo (medial)
– RI + varo (lateral)
– Realizar em toda a ADM de joelho
– Positivo: dor ou clique doloroso
Teste de Tessaly – Apoio monopodálico com carga sobre o joelho lesado a 5◦ e 20◦ graus de flexão 
– Examinador segura os braços do paciente, e, em seguida, esse faz rotação interna e externa sobre os joelhos três vezes.
– O teste é positivo se houver dor, estalido ou sensação de falseio do joelho.
– O teste é efetuado inicialmente pelo joelho normal, de modo que o paciente possa ser treinado e reconhecer, por comparação, um possível resultado positivo no joelho sintomático
Teste de Steinmann I 
 – É feito com o paciente sentado sobre a mesa com os membros inferiores pendentes e os joelhos fletidos a 90º
– Para avaliar uma possível lesão meniscal medial é feita uma rotação súbita da tíbia externamente segurando -se o pé.
– Um teste positivo produz dor ao longo da linha articular medial.
– Uma rotação tibial interna repentina é usada de maneira similar para confirmar um rompimento de menisco lateral e resultará em dor ao longo da linha articular lateral.
Teste de Klieger (sindesmose e deltóide) 
» Avaliação do ligamento deltoide e da sindesmose
» Paciente sentado na borda da maca (joelho flexionados e pé relaxado)
» Estabilizar a perna e realizar rotação lateral do pé
» Dor lateral = ligamento deltoide
» Dor anterior e lateral da sindesmose tibiofibular distal = lesão sindesmótica
Talar tilt test (ligamento calcaneofibular e estabilidade) 
» Tornozelo em posição neutra
» Inversão subtalar
» Positivo: dor e/ou instabilidade (movimento excessivo)
Teste de gaveta anterior (estabilidade) 
» Estabilidade do LTFA
» Tornozelo 10- 15º de flexão
» Estabilização da perna e força do calcâneo do sentido anterior
» 4mm de lassidão anterior = positivo
» 2mm = normal
Oscilação talar (estabilidade) 
» Estabilidade subtalar
» Quadril e joelho em flexão
» Tração no tornozelo e oscilação para cima/para baixo
» Positivo = estalo no final de cada movimento
• Teste de Thompson (ruptura do tendão calcâneo)
Windlass test (teste para fascite plantar): dor
Teste de Spurling (radiculopatatias) 
– Flexão lateral do pescoço
– Pressão
– Positivo: aumento da sintomalogia
Teste de tração (radiculopatatias) 
– Tração
– Positivo: redução sintomalogia
 
Teste de elevação da perna (SLR) (Lasegue) 
– Paciente em DD
– Elevação com a perna “reta”
– Pode ser adicionada um RI
– Dor em 35º-70º
– Diferenciação da dor: isquiotibiais x neural: realizar dorsiflexão: + = neural
Slump test 
– Teste de Provocação Neural: reproduz os sintomas de uma disfunção de causa neural. O teste é considerado positivo se aparecer a dor durante o teste, e se essa dor for aliviada com a extensão da cervical ou a flexão plantar
Thrust na coxa
Teste de Gaeslen
Teste de compressão
Teste de distração
Thust sacral
Teste de Patrick (Fabere): disfunção de quadril e articulação sacroilíaca 
– Paciente deitado em DD. 
– Quadril flexionado, abduzido e RE
– Pede-se para o paciente colocar maléolo da perna afetada acima do joelho da perna contralateral.
– Positivo: dor a essa manobra (observar ADM de quadril)
– O teste pode ser amplificado pressionando
Teste de Gillet 
– S2
– EIAS
– Flexão quadril unilateral
– Normal: EIAS posterior e inferior
Teste de Hoover 
 – Simulação de incapacidade de elevar a extremidade inferior
– Normal = pressão com o calcanhar oposto.-se o joelho do lado testado para baixo (dor na articulação sacroilíaca; compressão).
Teste de instabilidade em prono: 
– Pressão nos segmentos lombares
– Teste positivo = dor na situação 1; sem dor na situação 2

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