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Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio Meu nome é Sarah Elizabeth Vidal Maul e se você está aqui significa que confiou no meu trabalho e fico muito feliz! Preparei esse PDF incrível e abaixo vamos conhecer um pouco sobre ele! Vantagens: Fácil compreensão, ajuda na fixação, poupa tempo e trabalho pois tem tudo em um só lugar, fontes seguras. Serve para quem? Estudantes de fisioterapia e profissionais que queiram revisar ou estudar o conteúdo de forma prática. O que possui? Tópicos sobre o conteúdo de Testes Ortopédicos de uma forma simples e com mais de 100 testes de todas as regiões do corpo. Se quiser entrar em contato comigo: E-mail: sarahlizevidal@gmail.com / fisiosarahm@gmail.com Instagram: @coisasdafisio Aproveite muito e espero que goste! Proibida a venda, distribuição e cópia de qualquer parte desse material sem a prévia autorização da autora. A violação dos direitos autorais é um crime e está sujeito a penalização estabelecido na Lei Federal nº9.610 de 1988 e punido pelo Art. 184 do Código Penal. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com mailto:sarahlizevidal@gmail.com mailto:fisiosarahm@gmail.com @coisasdafisio Cervical ....................................................................................................................................... 5 Radiculopatia Cervical ............................................................................................................ 5 Instabilidade Alta .................................................................................................................... 7 Artéria Vertebral ..................................................................................................................... 7 Cefaleia Cervicogênica ........................................................................................................... 8 Disfunção postural ................................................................................................................. 8 Ombro ......................................................................................................................................... 9 Rastreamento de anormalidades ósseas .............................................................................. 9 Laceração/Impacto do Manguito Rotador ............................................................................ 9 Testes de Impacto ................................................................................................................. 11 Testes para disfunção acrômio clavicular ........................................................................... 12 Transtornos relacionados a rigidez (osteoartrite e capsulite adesiva) .............................. 12 Teste para disfunção escapular ........................................................................................... 13 Teste para tendinopatia do bíceps braquial ........................................................................ 13 Cotovelo e Antebraço ............................................................................................................... 14 Testes para aprisionamento do nervo ulnar ........................................................................ 14 Teste para instabilidade do cotovelo ................................................................................... 14 Testes para laceração do bíceps braquial ........................................................................... 15 Testes para epicondilite lateral ............................................................................................ 15 Punho e Mão ............................................................................................................................. 16 Teste para tenossinovite do polegar .................................................................................... 16 Teste para frouxidão do punho............................................................................................. 16 Síndrome do túnel do carpo .................................................................................................. 16 Coluna torácica ......................................................................................................................... 18 Testes para síndrome do desfiladeiro torácico ................................................................... 18 Teste para escoliose .............................................................................................................. 18 Coluna Lombar .......................................................................................................................... 19 Testes para dor lombar ......................................................................................................... 19 Teste para sintomas discogênicos ....................................................................................... 19 Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio Testes radiculopatia lombar ................................................................................................. 19 Teste para dor na articulação zigoapofisária ..................................................................... 20 Pelve e Sacroilíaca .................................................................................................................... 21 Testes para dor de origem sacroilíaca ................................................................................. 21 Testes para disfunção sacroilíaca ........................................................................................ 21 Testes para sinfisiólise ........................................................................................................ 22 Teste para bursite, tumor ou abcesso na região glútea .................................................... 22 Quadril ....................................................................................................................................... 23 Testes para doenças intra-articulares ............................................................................... 23 Testes para impacto femoroacetabular e/ou laceração do lábio glenoidal ..................... 23 Teste para disfunção capsular ou muscular ...................................................................... 24 Teste para restrição do trato iliotibial ................................................................................. 24 Teste para laceração do musculo glúteo médio ................................................................. 25 Testes para síndrome dolorosa do trocanter maior ........................................................... 25 Teste para sinais precoces de displasia do quadril ............................................................ 25 Joelho ....................................................................................................................................... 26 Testes para ruptura do menisco medial ............................................................................. 26 Testes para ruptura do LCA e instabilidade rotacional anterior ....................................... 27 Testes para ruptura do LCP e instabilidade rotacional posterior ..................................... 27 Testes para ruptura do ligamento colateral ....................................................................... 28 Testes para a disfunção patelofemoral .............................................................................. 29 Testes para derrame articular do joelho ............................................................................. 29 Tornozeloe pé .......................................................................................................................... 30 Teste para avaliar a estabilidade da articulação talocalcânea ......................................... 30 Teste para detectar a integridade do ligamento colateral medial – LCM ....................... 30 Teste para detectar a integridade do ligamento colateral lateral – LCL ......................... 30 Testes para impacto anterior do tornozelo ......................................................................... 30 Testes para TVP ................................................................................................................... 30 Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de Compressão de Spurling o Paciente sentado em posição cervical neutra. Avaliar se há sintomas em repouso. o Paciente flexiona lateralmente a cabeça para o lado dos sintomas. Se houver dor, teste positivo. o Se não houver, examinador aplica força de compressão e flexão lateral no sentido da flexão lateral. Se houver dor, teste positivo. • Teste de compressão do plexo braquial o Com o paciente sentado, o examinador aplica uma força compressiva um pouco acima da clavícula no lado com sintoma. o Faz esforço especial para comprimir lateralmente os escalenos a fim de aplicar tração ao feixe de nervos. Se houver dor, teste positivo. • Teste de hiperflexão cervical o Com o paciente sentado, é instruído a flexionar seu pescoço até o primeiro ponto de dor. Senão houver dor, é instruído flexionar até a ADM máxima. • Teste de distração cervical o Paciente em decúbito dorsal, o examinador coloca uma mão na projeção occipital e outra no queixo. Aplica-se uma força de tração. o Teste positivo consiste na redução dos sintomas durante a tração. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de tensão do membro superior – TTMS o Paciente em decúbito dorsal. Examinador bloqueia o cíngulo do MMSS para estabilizar escapulas, se não ocorrer sintomas parte pra próxima etapa. o Articulação glenoumeral é abduzida a 110º com ligeira extensão, se não houver sintomas parte pra próxima etapa. o Faz-se uma supinação do braço e punho e dedos estendidos, juntamente com o desvio ulnar. o Se não houver sintomas, aplica extensão do cotovelo e a flexão do pescoço é usada para aumentar a sensibilidade. o Teste é positivo quando os sintomas são reproduzidos durante o movimento. • Hiperextensão cervical – teste de Jackson o Paciente sentado estende seu pescoço até o primeiro ponto do dor. Se não houver dor, o paciente é instruído até a ADM máxima. • Teste de compressão cervical o Com o paciente sentado, o examinador atrás do paciente, com um cotovelo em cada ombro, aplica uma força para baixo da cabeça. o Teste positivo com reprodução dos sintomas. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de Sharp Purser – modificado o Paciente sentado, com a cabeça ligeiramente flexionada. o Examinador ao lado estabiliza o proc. Espinhoso de C2 usando pegada em pinça. o Delicadamente, aplica-se força de translação posterior com a palma da mão na testa do paciente no sentido posterior. o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas durante a flexão anterior ou diminuição dos sintomas durante um movimento de anterior para posterior. • Estabilidade do ligamento alar o Paciente sentado com a cabeça ligeiramente flexionada, o examinador estabiliza o proc. Espinhoso de C2 e inicia passivamente a flexão lateral ou rotação. o Teste positivo consiste em não sentir o movimento do proc. Espinhoso de C2 durante flexão lateral e rotação. • Teste da membrana tectória o Com o paciente sentado, o examinador coloca uma mão na região suboccipital, posicionando o polegar e dedo indicador contra o aspecto inferior do occipio. Os três últimos dedos são flexionados e colocados contra os processos espinhosos da cervical. o Com a outra mão o examinador aplica força posterior e para cima dos processos mastoides, para transladar a cabeça posteriormente. O polegar e dedo indicador da primeira mão aplicam força de tração. o Teste positivo quando há translação excessiva entre o occipício e C1/C2. • Posição de Wallenberg o Paciente sentado, cabeça roda para um lado e adiciona extensão, mantida por 30 segundas. Repete-se no outro lado. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Teste positivo quando inicia sintomas de tontura, disartria, náusea, nistagmo, dipoplia. • Teste de rotação em flexão cervical o Paciente em decúbito dorsal realiza flexão máxima. O examinador aplica força de rotação completa para ambos os lados. o O teste detecta dor e perda da ADM. Se houver perda de 10º ou mais, teste positivo. • Teste de resistência muscular em flexão do pescoço o Paciente em decúbito dorsal, posiciona a cabeça cerca de 2,5cm fora do apoio e é instruído a manter essa posição. o Teste encerrado quando o paciente não é capaz de manter a cabeça elevada por mais de 1 segundo ou manter as pregas cutâneas. • Teste de resistência dos músculos escapulares o Paciente próximo a uma parede coloca seus ombros e cotovelos a 90º de flexão. o Coloca régua entre os cotovelos e o paciente roda lateralmente os ombros com uma faixa elástica de 1Kg entre as mãos. o Fim do teste quando o paciente é incapaz de manter a resistência ou os ombros caem abaixo de 90º. • Teste de resistência dos extensores cervicais o Paciente em decúbito ventral, com a cabeça fora da extremidade da maca. Coloca um cinto em torno da parte torácica. o O paciente é instruído a retrair o queixo e manter essa posição o máximo de tempo. o Teste positivo quando a cabeça do paciente se movimenta 5º a partir da horizontal. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de percussão do olecrano-manubrio o Paciente sentado com os braços cruzados. O examinador percute o olecrano do lado envolvido, enquanto ausculta com o estetoscópio no manúbrio. o Repita esse passo do lado não envolvido. o Teste positivo quando há diferença do som entre os lados. Se der positivo, solicitar radiografia. • Teste da apreensão óssea (instabilidade anterior do ombro causada por lesão óssea) o Paciente sentado com o examinador em pé atrás do paciente, segurando a região supraescapular/supraclavicular com uma mão e a parte proximal do antebraço com a outra mão. o Cotovelo em flexão a 90º, examinador abduz o ombro á 45º e roda lateralmente o ombro a 45º. o Teste positivo quando o paciente se apresenta apreensivo ao teste. • Teste da rotação lateral não mantida (laceração do supraespinhal/infraespinhal) o Paciente sentado, com examinador em pé atrás dele. Examinador segura o cotovelo do paciente com uma mão e o punho com a outra. o Examinador coloca o cotovelo a 90º de flexão e ombro a 20º de elevação no plano da escapula e roda lateralmente o ombro de modo passivo até quase a ADM máxima. o Teste positivo é indicado pela incapacidade do paciente em manter o braço próximo da rotação lateral completa. • Teste da fenda (palpação transdeltoide – laceração do manguito rotador) o Paciente sentado com o braço relaxado e com o examinador em pé atrás dele. Examinador palpa anteriormente até a borda anterior do acrômio com uma mão, enquanto segura o cotovelo flexionado do paciente com a outra. Licenciado para - A N D R E Z AM A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Examinador estende o braço do paciente e em seguida, lentamente, faz uma rotação medial e lateral do ombro. o Uma eminencia e uma fenda serão sentidas se houve ruptura. • Teste da rotação medial não mantida (laceração do subescapular) o Paciente sentado com o braço afetado atrás das costas. Examinador segura o cotovelo do paciente com uma mão e o punho com a outra. o Eleva o braço do paciente sem deixar que ele toque nas costas e depois pede para que o paciente permaneça nessa posição enquanto solta seu punho. o Teste positivo quando há incapacidade de manter o braço sem tocar nas costas. • Sinal da queda (laceração do infraespinhal, degeneração gordurosa irreparável do infraespinhal) o Paciente sentado com o examinador atrás dele segurando o cotovelo com uma mão e o punho com a outra. o Examinador coloca o cotovelo a 90º de flexão e ombro a 90º de elevação no plano escapular. o Então roda lateralmente o ombro de modo passivo até próximo da ADM máxima. Examinador pede ao paciente manter essa posição enquanto solta seu punho. o Teste positivo quando há incapacidade de manter o braço próximo da ADM máxima de rotação lateral. • Teste de pressão abdominal (laceração do subescapular) o Paciente sentado ou em pé, com cotovelo flexionado a 90º roda medialmente o ombro fazendo a palma da mão pressionar o abdome. o Teste positivo quando há queda do cotovelo para trás do corpo em extensão. • Teste de queda do braço (laceração do supraespinhal, impacto subacromial) o Paciente em pé com o examinador atrás dele. Examinador segura o punho do paciente e passivamente abduz seu ombro a 90º o Examinador solta o braço do paciente e instrui ele a abaixar lentamente. o Teste positivo quando não é capaz de abaixar lentamente. • Sinal do impacto posterior (laceração posterior do lábio glenoidal) Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Paciente em decúbito dorsal, ombro é colocado entre 90º e 110º de abdução, 10º de extensão e rotação lateral máxima. o Teste positivo quando há queixas de dor na região profunda do ombro posterior. • Sinal de Hornblower (degeneração gordurosa irreparável do redondo menor) o Paciente sentado, o examinador apoia o ombro do paciente a 90º de abdução no plano da escapula. o Cotovelo flexionado a 90º, o paciente é solicitado a realizar uma rotação lateral forçada contra a resistência. o Teste positivo quando ele não é capaz de rodar lateralmente. • Teste de força em rotação medial resistida o Paciente em pé, com o examinador atrás que coloca o ombro do paciente a 90º de abdução e 80º de rotação lateral, com flexão de 90] de cotovelo o Examinar aplica resistência ao punho para rotação lateral e medial isométrica. o Se a força de rotação medial for mais fraca que a da rotação lateral, o teste de força é positivo e há impacto interno. • Teste de Neer (impacto subacromial, bursite subacromial, laceração do manguito, laceração superior do lábio glenoidal) o Paciente sentado enquanto examinador fica em pé ao lado do ombro envolvido. Examinador levanta o braço do paciente em flexão com uma mão, enquanto a outra estabiliza a escapula. o Examinador aplica flexão forçada até ADM máxima. o Se houver dor no ombro, teste positivo. • Teste de Hawkins-Kennedy (impacto subacromial, bursite subacromial, laceração do manguito, laceração superior do lábio glenoidal) Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Paciente sentado enquanto o examinador fica em pé anteriormente ao ombro envolvido. o Examinador levanta o braço do paciente em 90º de flexão ou abdução do ombro com uma mão, e a outra estabiliza a escapula o Examinador aplica uma rotação medial forçada ao úmero. Se a dor estiver presente, teste positivo. • Teste de extensão AC resistida o Paciente sentado, ombro a 90º de flexão e rotação medial e cotovelo a 90º de flexão. o Examinador pede para abduzir horizontalmente, enquanto oferece resistência isométrica a esse movimento. o Teste positivo quando há dor na AC • Sinal de paxinos • Sinal do encolhimento do ombro (osteoartrite e capsulite adesiva) o Paciente leva o braço acima da cabeça ou o mais alto. o Teste positivo quando o paciente eleva todo o cíngulo do membro como se encolhesse o ombro. • Teste da dor do processo coracoide (capsulite adesiva) o Examinador palpa o processo coracoide, a articulação AC e região subacromial anterolateral do lado envolvido. o Pede para o paciente avaliar sua dor nas 3 áreas de 0 a 10 o Teste positivo quando a dor no processo coracoide é de 3 pontos ou mais acima das outras duas áreas palpadas Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de deslizamento escapular lateral (disfunção do ombro) o Paciente abduz o braço a 0º, 45º - com rotação medial e 90º com rotação medial máxima. o Examinador mede a distância do ângulo inferior da escapula até o processo espinhoso torácico no mesmo nível e repete os passos do lado não envolvido o Teste positivo quando há uma diferença de um lado para o outro de 1- 1,5cm • Teste de uppercut o Paciente em pé, com ombro em posição neutra, cotovelo a flexão de 90º, antebraço em supino e mão fechada. o Examinador com uma mão no cotovelo do paciente e outra cobrindo a mão fechada. o Pede ao paciente para trazer a mão para cima de forma rápida em direção ao queixo enquanto resiste ao movimento o Teste positivo quando há dor ou estalido doloroso sobre o ombro anterior. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de flexão do cotovelo – síndrome do túnel cubital o Paciente sentado com braços e ombros em posição anatômica. Ambos cotovelos flexionados e flexão total de punho. o Manter essa posição por 3 minutos. Teste positivo consiste na reprodução de dor, formigamento ou dormência ao longo da distribuição do nervo ulnar. • Teste provocativo de pressão – síndrome do túnel cubital o Com o primeiro e segundo dedos do examinador sobre o nervo ulnar proximal ao túnel cubital do paciente. o Paciente com cotovelo flexionado a 20º e em supinação do antebraço o Teste mantido por 60 segundos o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas • Sinal de Tinel – síndrome do túnel cubital o Examinador aplica 4 a 6 estímulos ao nervo ulnar do paciente imediatamente proximal ao túnel cubital. o O estimulo pode ser com o martelo o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas • Teste de movimento de estresse em valgo – laceração crônica do ligamento colateral medial do cotovelo o Paciente sentado, o ombro é abduzido a 90º. Com cotovelo em flexão completa de 120º aplica um torque em valgo modesto ao cotovelo até que o ombro alcance a rotação lateral completa. o Com torque valgo constante, o cotovelo é rapidamente estendido a 30º o Teste positivo consiste na reprodução de dor na porção medial do cotovelo ao estender de forma forçada o cotovelo de flexão entre 120º e 70º. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de compressão do bíceps braquial – ruptura do tendão distal do bíceps braquial o Paciente sentado com antebraço repousando sobre o colo, cotovelo em flexão de 60º a 80º e antebraço em leve pronação. o Examinador comprime firmemente o bíceps com as duas mãos, uma na junção miotendinea e outra no ventre do bíceps. o Teste positivo consiste naausência de supinação enquanto há compressão. • Teste do gancho – ruptura do tendão dista do bíceps braquial o Paciente flexiona o cotovelo a 90º e supina totalmente o antebraço até a ADM máxima. o Examinador tenta enganchar o tendão lateralmente. o Teste positivo consiste na incapacidade de enganchar o tendão em pelo menos 1 cm sob a sua inserção. • Teste de Cozen o Examinador palpa o epicôndilo lateral com o polegar. Paciente fecha a mão com o antebraço em pronação e punho em desvio radial. o Paciente estende o punho contra uma força aplicada pelo examinador. o Teste positivo quando há reprodução de dor ao longo do epicôndilo lateral. • Teste passivo para cotovelo de tenista o Paciente sentado, o cotovelo é colocado em completa extensão. o Examinador prona o antebraço de forma passiva e flexiona o punho até a ADM máxima o Teste positivo quando há dor. • Teste de Maudsley o Examinador resiste a extensão do 3º dedo, forçando o musculo extensor dos dedos. o Testes positivo consiste na reprodução de dor. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de Finkelstein o Paciente fecha a mão com o polegar internamente aos dedos. o Examinador estabiliza o antebraço e desvia o punho no sentido ulnar. o Teste positivo quando há dor ao longo dos tendões do abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar. • Método de ADM ativa o O antebraço e a mão do paciente estão em uma posição fixa. o Solicita que o paciente alcance seus ângulos máximos de flexão dorsal e palmar o Teste positivo quando consiste em movimento ativo total de 180º ou mais • Associação de exame físico e histórico • Diagrama das mãos de Katz o Paciente preenche um diagrama usando descritores de dormência, dor, formigamento e hipoestesia. o As classificações desse diagrama de pacientes que tem síndrome são: clássica, provável, possível e improvável. • Atrofia tenar o O examinador observa a eminencia tenar do paciente e compara com o lado contralateral o Teste positivo quando há presença de atrofia Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de Phalen o Paciente mantem os antebraços na vertical com as mãos caídas em flexão completa de punho por 60s o Teste positivo consiste na reprodução dos sintomas na distribuição do nervo mediano • Manobra de sacudir o punho o Paciente sacode vigorosamente as mãos e o teste positivo é quando há resolução dos sintomas durante ou depois da manobra. • Percussão de Tinel o Punho do paciente é colocado em posição neutra. Examinador usa seu dedo ou martelo de reflexo para tocar o nervo mediano no ponto que entra no túnel do carpo. o Teste positivo quando reproduz os sintomas de parestesia ao longo da distribuição do nervo. • Flexão do punho e compressão do nervo mediano o Paciente com cotovelo estendido, antebraço supinado e punho flexionado a 60º. o Examinador aplica uma pressão nivelada e constante sobre o nervo. o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas na distribuição do nervo em 30 segundos. • Extensão do punho – Teste de Phalen reverso o Paciente mantem as mãos com o punho em extensão dorsal máxima por 60s o Teste positivo quando há reprodução de dormência ou formigamento na distribuição do nervo mediano • Hipoestesia o Carretilha é girada na distribuição do nervo a partir da mão o Teste positivo quando há diminuição na capacidade de detectar a dor ao longo da distribuição do nervo mediano. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de hiperabdução o Paciente bem ereto com ambos os braços nas laterais do corpo é verificado o pulso radial o Após o paciente coloca os braços acima de 90º de abdução e em rotação lateral, com cabeça em posição neutra, por 1 minuto. o Após é examinado o pulso radial novamente. o Teste positivo quando há alteração do pulso e relato de parestesia. • Teste de Ross o Paciente sentado, é instruído a abduzir os braços e rodar lateralmente os ombros a 90º. o Paciente abre e fecha as mãos rapidamente, durante 1 minuto. o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas. • Teste de Wright o Paciente sentado, o examinador palpa o pulso radial. o Após o paciente faz hiperabdução dos ombros e flexiona seus cotovelos a 90º e a cabeça voltada para o lado não afetado. o Após 1 minuto, se houver parestesia ou decréscimo de pulso radial, teste é positivo. • Teste de Adson o Paciente sentado com os braços a 15º de abdução, pulso radial é palpado. o Paciente inspira profundamente, prende a respiração, inclina a cabeça para trás e gira de modo que o queixo se eleve e aponte para o lado examinado. o Teste positivo quando há mudança no pulso e parestesia. • Teste de flexão anterior do tronco de Adam o Paciente em pé ereto, com os pés afastados na largura dos ombros. o Une os braços e inclina lentamente o tronco para frente. o Teste positivo quando há assimetria do tronco. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de Sorenson o Paciente em decúbito ventral sobre uma maca com as cristas ilíacas alinhadas com a borda da maca. o Membros inferiores presos a maca usando cinta, coloca uma cadeira na extremidade da maca para o paciente estabilizar a parte superior do seu corpo. o Paciente cruza os braços sobre o tórax e mantem essa posição até tempo que conseguir no plano horizontal. • Teste de elevação isométrica do tórax em decúbito dorsal o Paciente em decúbito dorsal sobre a maca. Suas mãos são cruzadas sobre o tórax e os joelhos e quadril flexionado a 90º. o Paciente eleva um pouco a parte superior do tronco da maca e mantem a posição no maior tempo possível. o Pescoço em posição neutra. • Vulnerabilidade na zona neutra o Paciente move para ligeira flexão lateral de tronco, ligeiramente estendido. o Se houver agravamento dos sintomas o teste é positivo. • Elevação da perna solta o Paciente deitado em decúbito dorsal, em posição neutra. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Examinador eleva a perna do paciente, mantendo a extensão do joelho e o tornozelo em posição neutra. Segurando no calcanhar. o A perna é elevada até o ponto de reprodução do sintoma, em ambas as pernas. o Teste positivo quando há reprodução da dor. • Slump sit teste o Paciente sentado em linha reta com os braços atrás das costas e com os joelhos na borda da maca. o Paciente se curva, com flexão completa de tronco com o examinador aplicando pressão em flexão as costas do paciente. o Manter o sacro na vertical. o Na mesma posição o paciente estende o joelho e o examinador faz uma dorsiflexao mantendo a extensão do joelho o Após isso adiciona a flexão do pescoço. o Teste positivo quando há reprodução dos sintomas, achados assimétricos e sensibilização. • Teste de extensão-rotação o Paciente sentado com os joelhos bloqueados o Paciente é passivamente empurrado em extensão completa. o Paciente é levado a rotação máxima para ambos os lados enquanto a extensão completa é mantida o Teste positivo consiste na presença de dor na extensão e rotação máximas Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Mapeamento da dor o Teste positivo consiste na presença de dor no padrão de dor sacroiliaca, com dor glútea unilateral abaixo do nível L5, na ausência de dor na linha mediana • Dor na virilha • Teste de compressãoo Paciente em decúbito lateral com o lado doloroso para cima e avalia os sintomas em repouso o Examinador envolve a crista ilíaca do lado doloroso e aplica uma força para baixo ao longo do ilio e mantem por 30 segundos. o Teste positivo na reprodução dos sintomas o Obs: é necessário uma força maior nos testes nesse local. • Teste de Patrick ou FABER o Paciente em decúbito dorsal e sintomas em repouso são avaliados. o A perna do lado doloroso é posicionada de modo que forme o número 4 e o tornozelo é colocado acima do joelho da perna contralateral o Examinador aplica pressão descendente suave no joelho do lado doloroso e na EIAS do lado não doloroso. o A dor é avaliada. • Palpação da articulação da sacroilíaca • Teste de Piedallus o Paciente senta em superfície rígida e examinador palpa aos níveis das EIPS o Paciente flexiona tronco para frente e assimetria é considerada um resultado positivo Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Assimetria das EIAS em posição ortostática e na posição sentada • Assimetria das EIPS em posição ortostática e sentada • Teste de comprimento do membro inferior • Palpação da sínfise púbica • Adução resistida do quadril o Paciente em decúbito lateral é instruído a levantar a perna de baixo com o joelho de cima flexionado. o Paciente é instruído a empurrar medialmente com a perna de baixo enquanto o examinador aplica uma força lateral. o Fraqueza dos adutores após a dor é considerada um teste positivo. • Sinal do glúteo o Paciente em decúbito dorsal, examinador realiza passivamente a elevação da perna reta até ponto de dor ou de restrição o Examinador flexiona o joelho, com o quadril no mesmo ângulo, o Se a flexão de quadril estiver restrita ou estiver com a mesma dor que a elevação da perna reta, o teste é positivo. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de FABER • Teste resistido de elevação da perna reta o Paciente em decúbito dorsal com os membros inferiores em posição neutra o Examinador coloca a mão sobre a coxa do membro doloroso e o paciente eleva o membro doloroso a 30cm da maca o Examinador aplica força para baixo na extremidade distal e o paciente resiste o Necessário comparação do lado contralateral o Teste positivo quando há dor no quadrante inferior • Teste de impacto femoroacetabular – FADDIR test o Paciente em decúbito dorsal com MMII em posição neutra o Examinador deixa o quadril em 90º de flexão e aduz e roda medialmente o quadril envolvido o Teste positivo quando há reprodução da dor. • Teste de provocação do impacto – labioglenoidal posteroinferior o Paciente em decúbito dorsal, com MMII em posição neutra e próxima da borda lateral da maca o Examinador guia o quadril em hiperextensão, abdução e rotação lateral o Teste positivo com reprodução de desconforto e apreensão do paciente • Histórico do paciente – estalido ou bloqueio • Teste em flexão-rotação medial o Paciente em decúbito dorsal e o examinador realiza passivamente flexão de 90º e rotação medial o Teste positivo na reprodução de dor ou desconforto na virilha • Teste de compressão axial em flexão-adução o Paciente em decúbito dorsal e o examinador realiza movimentos combinados de flexão, rotação medial e adução de quadril o Teste positivo na reprodução de dor ou desconforto na virilha Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • MFIR test o Paciente em decúbito dorsal, examinador realiza passivamente movimentos de flexão máxima, rotação medial do quadril o Teste positivo quando há reprodução de dor • Teste de Fitzgerald – laceração anterior do lábioglenoidal o Paciente em decúbito dorsal o examinador move passivamente o quadril e movimentos combinados de flexão, rotação lateral e abdução o Após estende o quadril combinando com a rotação medial e adução o Teste positivo consiste na reprodução de dor com ou sem um clique • Teste de Thomas o Paciente senta-se a beira da maca e deita puxando os joelhos contra a tórax o Um joelho do lado assintomático pé mantido no tórax e o outro é abaixado em extensão do quadril o O paciente puxa a pelve em rotação posterior o Examinador usa o goniômetro para medir o ângulo de extensão do quadril e/ou joelho o Teste positivo quando há encurtamento dos flexores do quadril da perna estendida • Teste de Ober o Paciente em decúbito lateral com a perna sintomática em cima Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Examinador coloca joelho em flexão e estabiliza a pelve na crista ilíaca o Examinador guia o membro inferior em extensão e leve abdução o Teste positivo consiste em falha do joelho em cair sobre a maca • Sinal de Trendelenburg o Paciente em pé na frente do examinador em apoio unipodal o Examinador avalia o grau de queda da pelve contralateral assim que a perna é levantada o Necessária confirmação dessa queda durante a marcha o Teste positivo quando há queda em comparação com o outro lado em apoio unipodal • Teste resistido de retorno da rotação lateral o Paciente em decúbito dorsal, com quadril e joelho flexionados a 90º e quadril em rotação lateral sem dor o Paciente retoma a rotação neutra contra a resistência o Teste positivo quando há dor espontânea • Teste de flexão-adução o Paciente em decúbito dorsal e o examinador flexiona o joelho a 90º, mantendo contato da pelve com a maca o Examinador tenta aduzir a coxa em direção ao quadril oposto o Teste positivo consiste na incapacidade além da linha mediana. Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de McMurray o Paciente em decúbito dorsal, examinador segura o calcanhar e flexiona o joelho até ADM máxima com uma das mãos, enquanto usa o polegar e o indicador da outra mão para palpar a interlinha articular tibiofemoral medial e lateral. o Para testar o menisco medial, examinador gira a tíbia em rotação lateral e então estende lentamente o joelho o Para testar o menisco medial, o examinador flexiona o joelho mas agora roda medialmente a tíbia do paciente e estende lentamente o joelho. o Teste positivo indicado por um clique audível ou palpável • Teste de Apley o Paciente em decúbito ventral, examinador apoia seu joelho na coxa do paciente e flexiona o joelho desde a 90º o Examinador segura o pé do paciente com ambas as mãos, distraciona a tíbia e roda observando se há dor. o Teste positivo quando há dor que piora com rotação o Examinador inclina-se sobre o pé do paciente aplicando força compressiva a tíbia e rodando novamente ela. o Teste positivo quando há mais dor a compressão que a distração • Histórico de sintomas mecânicos o Paciente relata bloqueio ou falseio durantes as AVDs • Dor a palpação da interlinha articular Licenciado para - 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A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio o Teste positivo quando há abertura medial excessiva e dor • Dor durante a atividade funcional • Teste de apreensão patelar (de Fairbank) o Paciente em decúbito dorsal com joelho relaxado flexionado a 30º na lateral da maca o Examinador pressiona os dois polegares sobre a parte medial da patela de modo a exercer força lateral o Teste positivo quando o paciente apresenta apreensão ou dor • Teste de inclinação patelar passiva – instabilidade da articulação patelo femoral o Examinador estabiliza membro no tornozelo em posição neutra de oração com o paciente em decúbito dorsal o Examinador levanta a borda lateral da patela do côndilo lateral do fêmur usando o polegar e dedo indicador o Teste positivo quando a patela se mova para fora do sulco troclear e subluxa lateralmente • Sinal de Clarke • Palpação – SDPF • Histórico do paciente • Histórico do paciente sobre observação de inchaço • Teste/Sinal de balotamento Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio • Teste de deslizamento medial da articulação talocalcânea o Paciente em decúbito dorsal e o examinador estabiliza o talus superiormente, enquanto segura o calcâneo na planta do pé o Examinador aplica um deslizamento medial do calcâneo ao talus fixo o Teste positivo quando há frouxidão • Dor a palpação medial • Teste de estresse em inclinação medial do talus o Paciente em decúbito dorsal ou sentado, examinador segura o tornozelo pelos maléolos o Examinador aplica um impulso medial rápido ao calcâneo o Teste positivo quando há fraqueza excessiva • Teste de dorsiflexao forçada o Paciente sentado o Examinador estabiliza a parte distal da tíbia e coloca seu polegar sobre o aspecto anterolateral do talus e aplica pressão o Examinador aplica um movimento de dorsiflexao forçada o Teste positivo quando há reprodução de dor na parte anterolateral do pé no movimento forçado • Sinal de Homan • Inchaço da panturrilha Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio Cervical Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Ombro Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Cotovelo e Antebraço Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Órteses Cervicais Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Punho e Mão Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Coluna Torácica Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Coluna Lombar Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Pelve e Sacroilíaca Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Quadril Acertos: 1 dia: / 7 dias: / Licenciado para - A N D R E Z A M A R IA F R A N C E LIN O - 06127155401 - P rotegido por E duzz.com @coisasdafisio Erros: 15 dias: / 30 dias: / Joelho Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Tornozelo e Pé Acertos: Erros: 1 dia: / 7 dias: / 15 dias: / 30 dias: / Licenciado para - 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