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PATOLOGIAS DO INTESTINO NÃO NEOPLÁSICAS

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é uma doença colonica em um padrão contínuo (sugerindo colite ulcerativa). 
Na evolução, o paciente pode apresentar fissuras, histórico familiar de doença de Crohn, lesões 
perianais e início após uso de cigarros – tudo isso tendência para a Dç de Crohn. 
Podemos realizar estudos sorológicos de anticorpos: anticorpos citoplasmáticos antineutrofílicos 
(ANCAs) são mais comuns da RCUI e os anticorpos anti-Saccharomyces cerevisae ocorrem mais 
no Crohn. 
Branda de Oliveira de Lima, Turma LVI - MedUnicamp 
5. NEOPLASIA ASSOCIADA À DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL 
Uma das complicações da DII é o surgimento de neoplasias. Esse risco aumentado está associado 
a vários fatores, como: 
 - Duração da doença (após 8-10 anos do início) 
 - Extensão (pancolite tem risco maior) 
 - Frequência e gravidade de inflamação ativa (neutrófilos) 
 - Colangite esclerosante primária. 
Os pacientes com DII são observados atentamente e sempre fazem rastreamento de câncer – 
biópsias regulares e extensas da mucosa (alto custo). O objetivo do programa de rastreamento é 
detectar as lesões precursoras (adenomas e epitélio displásico). 
A displasia pode ser plana (difícil diagnóstico) ou elevada, de baixo ou alto grau, focal ou multifocal. 
 - Displasia de baixo grau: colectomia ou expectante; 
 - Displasia de alto grau: colectomia (risco de carcinoma invasivo). 
Os adenomas colonicos também ocorrem em pacientes com DII e a diferenciação dos adenomas da 
síndrome de polipose intestinal e dos focos de displasia da DII pode ser difícil. 
 
 
 
Branda de Oliveira de Lima, Turma LVI - MedUnicamp 
Branda de Oliveira de Lima, Turma LVI - MedUnicamp 
 
Branda de Oliveira de Lima, Turma LVI - MedUnicamp 
Áreas sugestivas de invasão.