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À medida que a empresa açucareira se expandia no Brasil, fez-se opção pela mão-de-obra escrava de origem africana, em substituição ao trabalho indígena. Esta opção pode ser explicada, porque: (Ref.: 201804189189)
	O uso de escravos africanos alimenta o tráfico negreiro, tornando-o um dos mais lucrativos setores do comércio colonial.
	Os indígenas eram selvagens e lutavam contra a escravidão, enquanto os negros eram dóceis e submissos
	Os negros dominavam as técnicas do cultivo da cana, enquanto os indígenas não conheciam a agricultura, portanto, seu trabalho não era produtivo.
	Os africanos resistiram ao escravismo através dos quilombos e das revoltas, mas foram mantidos na agricultura, porque os índios desconheciam essa atividade.
	Os indígenas eram frágeis fisicamente e adoeciam com facilidade, já os negros tinham uma constituição física forte, propícia ao trabalho braçal.
 	 	
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A Igreja Católica era uma das instituições mais importantes da colônia brasileira. Sobre a sua relação com os negros podemos lembrar que: (Ref.: 201804283099)
	Os africanos antes de serem vendidos eram encaminhados para Igreja, fazendo sua catequese e depois seguiam para venda.
	Os africanos, por não terem alma, não passaram até o século XIX pelo crivo da Igreja Católica.
	Os africanos recém-chegados eram batizados e recebiam um nome cristão que deveria levar até sua morte
	Os africanos eram convertidos a força, em cerimônias de casamento públicas e sendo vendidos sempre em par.
	Os africanos eram organizados por regiões de proveniência. Seguidores do Islão eram exorcizados em praça pública, e os animistas recebiam o catecismo.
 	 	
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Sobre as fugas da escravidão podemos identificar tipos específicos como: (Ref.: 201804283177)
	Fugas que tinham por objetivo a reivindicação escrava por melhores condições.
	Fugas de negros para as florestas, passando a viver em comunidades indígenas.
	Fugas para as Igrejas, considerados territórios sagrados e quem lá estivesse não podia ser resgatado.
	Fugas de índios para as cidades e denunciarem a escravidão ilegal.
	Fugas para tentar retornar a África, com barcos e que todas fracassaram.
 	 	
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Tal movimento trouxe para o cenário intelectual da época importantes debates sobre a questão indígena na história brasileira, embora a figura vencedora pouco se assemelhasse aos rebeldes Aimberê e Canindé. Foi ainda a fonte inspiradora para autores magistrais da literatura brasileira, como José de Alencar e Gonçalves Dias, além de pintores como Victor Meirelles. Estamos falando do: (Ref.: 201804384806)
	Realismo;
	Indianista;
	Parnasianismo.
	Impressionismo;
	Expressionismo;
 	 	
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7.
Esta obra, publicada em 1933, rompe com o discurso racial que dominava as ciências humanas no país e inaugura um novo olhar sobre a miscigenação e as relações sociais e étnicas no Brasil. Ressalta a mestiçagem e defende a existência de um equilíbrio nas relações étnicas que caracterizaria o Brasil. Estamos falando de: (Ref.: 201804382197)
	Cultura do povo brasileiro, de Manoel Bonfim
	A origem das espécies, de Charles Darwin
	O elemento português do Brasil de Silvio Romero
	Os Sertões, de Euclides da Cunha
	Casa Grande e Senzala de Gilberto Freyre
 	 	
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O que a ECO-92 representou para as populações indígenas no que diz respeito à sua relação com questões da modernidade? (Ref.: 201804198813)
	Representou uma série de incentivos financeiros constantes às populações indígenas de áreas preservadas, das quais se tornaram então responsáveis e cuidadoras.
	Reconheceu as práticas de cultivo indígenas como preservadoras da biodiversidade e determinou a aplicação das mesmas fora das reservas.
	Dentro do contexto do meio ambiente também foram incluídas temáticas relativas a saneamento básico, tratamento de esgoto, despoluição de rios, lagoas, baías e oceanos, reciclagem de lixo etc., ou seja medidas que possibilitassem não só a proteção do meio ambiente mas também melhorassem a qualidade de vida, inclusive de populações indígenas que estivessem alijadas desses serviços.
	A ECO-92 ensinou às populações indígenas como lidar com o meio-ambiente de uma maneira contemporânea, desconstruindo velhos hábitos que se mostravam predatórios.
	Representou maiores ofertas de trabalho para os indígenas, já que incentivou a transferência de empresas para regiões das reservas.
 	 	
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A escravidão foi abolida em 1888, mas anos depois, no inicio da república, seu legado ainda se fazia presente. Em 1910 eclode uma revolta na Armada, e dentre seus principais motivos podemos destacar: (Ref.: 201804382224)
	A prática de castigos corporais na marinha
	A manutenção da proibição de casamentos inter-raciais
	A proibição dos negros de ingressarem no exército
	A luta pelo voto negro
	O impedimento dos negros de atuar em combate
 	 	
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Sobre a Constituição de 1988 é correto afirmar: (Ref.: 201804198807)
	Foi a primeira a citar em seu texto o repúdio a qualquer prática racista ocorrida no Brasil.
	Que estabeleceu leis de reparação a descendentes de etnias escravizadas no Brasil.
	Que não incluiu em seu texto qualquer referência às reservas indígenas.
	Que não levou em conta as reivindicações das minorias excluídas.
	Que se omitiu completamente à questão do racismo no Brasil, gerando uma séria insatisfação de diversos setores da sociedade.

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