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Seminarios Energia Eólica

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE 
CÓDIGO DA DISCIPLINA: PEQ5042 / DEQ0375 
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS DE PETRÓLEO E GÁS 
NATURAL 
 
ALUNO / MATRÍCULA: Thamye Jhennfer Luckwü Silva / 20170047535 
DATA: 06/11/2020 
 
Palestrante: Professor Antônio Medeiros, coordenador de pesquisa do instituto de 
Inovação do SENAI/RN 
 
Título: Energia Eólica: Panorama atual e futuro 
Objetivo: 
 Apresentar o cenário atual e status do setor de energias renováveis, principalmente em 
relação a energia eólica, no estado do Rio Grande do Norte e as iniciativas aderidas para o 
crescimento dessa matriz energética. 
 
Descrição: 
 A fonte eólica é uma importante opção de diversificação da matriz energética em vários 
países, como Dinamarca, Espanha, Portugal e Alemanha. No Brasil, Rio Grande do Norte 
tem a maior capacidade instalada de usinas eólicas em operação comercial, atualmente o 
estado conta com 156 usinas eólicas, tem-se que, ao todo, o RN tem capacidade de gerar 
4.358,38 MW de energia. 
 
 A energia eólica é a energia produzida a partir da energia cinética do vento (massas de 
ar em movimento) e do aquecimento eletromagnético do sol (energia solar), que juntos 
movimentam as pás de captadores. É considerada uma fonte limpa de energia, pois, 
diferentemente de outros recursos energéticos, não emite poluentes para o ar, evitando, 
portanto, o agravamento dos problemas ambientais em nível local e global. 
 
 Do ponto de vista ambiental, o impacto do aproveitamento eólico é tão reduzido quanto 
o das pequenas centrais hidrelétricas. Porém do ponto de vista energético, dado o enorme 
potencial hídrico do país e a crescente força da biomassa, a fonte eólica perde colocação na 
ordem de prioridade. A questão do custo relativamente alto da energia eólica é outro ponto 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Brasao_UFRN.PNG
de importância. O que se extrai da discussão sobre a fonte eólica é que o tema, por sua 
importância mundial, requer atenção. 
 
 Após se consolidar como o maior gerador de energia eólica do país, o Rio Grande do 
Norte desbravar uma nova fronteira: a geração de energia eólica no mar. O potencial eólico 
offshore (mar), possui grande diferencial, pois a dimensão do seu potencial e capacidade de 
produção, dez vezes superior à capacidade onshore. Além de novas tecnologias, como a 
primeira torre anemométrica offshore instalada no Brasil e de LiDAR flutuante, mecanismo 
de medição dos ventos com sensores, essa instalação significou, mas área e oportunidade 
para desenvolvimento de pesquisas. 
 
Conclusão: 
 Em suma, sabemos, que apesar do Rio Grande do Norte apresentar grande potencial de 
crescimento em relação a matriz eólica, ela ainda não é representativa no país, podendo 
demorar até que alcance um status de alta produção (grande parcela da demanda energética 
seja oriunda das eólicas). 
 
 Como já anunciado, atualmente, vive-se um estado de transição energética, onde cada 
vez mais opta-se por matrizes renováveis invés de combustíveis fosseis (carvão, petróleo ,...), 
logo, apesar da baixa representatividade atual, a perspectiva de crescimento é notória, 
fomentando várias pesquisas, desenvolvimento de novas tecnologias no setor.

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