Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ POLO EAD – JALES/SP CURSO DE PEDAGOGIA ATIVIDADE DE PRÁTICA COMO COMPONENTECURRICULAR DE FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DISCIPLINA: Fundamentos da Educação PROFESSOR (A) TUTOR (A): Regina Fatima Cury Azevedo TÍTULO DA ATIVIDADE ESTRUTURADA: Desigualdades Socioeconômicas e Educacionais presentes no entorno geográfico. ALUNO (A) AUTOR (A) DA ATIVIDADE: Eliete Amanda Cardoso Sartório MATRÍCULA: 20200154805-1 JALES NOVEMBRO DE 2020 ATIVIDADE DE PRÁTICA COMO COMPONEMTE CURRICULAR DE FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO Atividade de prática como componente curricular apresentado como exigência parcial para aprovação da Disciplina de Fundamentos da Educação do curso de Pedagogia pela Universidade Estácio de Sá. Orientador(a): Prof(a). Regina Fatima Cury Azevedo. OBJETIVOS: Analisar o entorno geográfico e verificar as desigualdades socioeconômicas e educacionais presentes, identificando de que modo ocorre a relação ambiental, cultural e social. JALES NOVEMBRO DE 2020 DESIGUALDADES SOCIOECONÔMICAS E EDUCACIONAIS PRESENTES NO ENTORNO GEOGRÁFICO Com o progresso da tecnologia, o avanço populacional e urbano, o ser humano vem desenvolvendo técnicas de dominação e exploração da natureza, afim de aprimorar e melhorar sua qualidade de vida. Essa evolução do ser humano trouxe consigo características tanto positivas quanto negativas, além de direitos e deveres constantes, e modificativos que variam conforme o decorrer da evolução. Desde o primeiro momento em que os seres humanos começaram a interagir com o mundo ao seu redor, e ensinaram seus filhos a fazerem o mesmo, estava havendo educação. Porém, no que diz respeito a essa educação e os aspectos negativos em relação ao meio ambiente, característicos da evolução humana, devemos saber que o processo de urbanização e industrialização ocasionou um desenvolvimento insustentável, onde o que realmente importa é o progresso, não o despejamento de resíduos químicos em rios, o desmatamento das matas, a destruição ambiental. Considerando a atualidade vivenciada, nos deparamos com questionamentos como: Qual o posicionamento as escolas tem tomado em relação a essa situação ambiental? As crianças estão sendo preparadas pelos professores para tentar mudar ou melhorar a realidade ambiental? O convívio sociocultural tem influencias com a atualidade? Qual o papel das políticas-legais? De modo a fazer uma analogia no que diz respeito a essas discussões, tomemos como exemplo o entorno geográfico onde vivemos, nossa cidade, nosso bairro, trabalho, nosso meio de convívio social, identificando de que modo ocorre a relação ambiente, cultura e sociedade. Como ponto de partida, podemos observar no meio em que vivemos as desigualdades socioeconômicas e educacionais, que acabam influenciando em vários aspectos tais como o apontado, a preservação ambiental. Infelizmente nossa realidade brasileira, por mais que haja mudanças e resultados positivos, ainda não é das melhores, a desigualdade ainda se faz muito presente. Fazendo uma equiparação em um bairro de uma determinada cidade podemos notar diferentes classes sociais e a diversidade no convívio social, desde o educar mais simples, como jogar papel no lixo ou na rua, ou até mesmo a diferença entre a educação em uma escola pública ou privada. É certo que a educação comportamental é dada desde o “berço”, independente da classe econômica. Nas escolas os professores tem como objetivo ministrar aos alunos aulas que ensinam ciência, arte, técnicas e outros conhecimentos, até mesmo que lugar de lixo é no lixo, ou seja, matéria de estudo da melhor forma possível, mas muitos desses educadores são agredidos e massacrados, enquanto tentam distribuir conhecimento aos alunos. O aumento significativo da população e urbanização influenciou para que esse quadro negativo ficasse ainda pior, vez que a desigualdade também aumentou. Tem-se tomado medidas de modo a melhorar esse cenário caótico no qual ainda nos deparamos. A realidade entre um ensino em uma escola pública e uma escola particular ainda é bastante conflitante, mesmo que muitas vezes, o professor que dá aulas em uma escola pública é o mesmo que dá aulas em uma escola particular, e tentam preparar esses discentes da melhor forma possível, atuando como gestores de aprendizagem, influenciando, orientando e motivando seus alunos desde o primeiro contado da criança a escola. Tentando ainda atenuar as desigualdades presentes, o MEC estabeleceu suportes legais, discutidos com especialistas renomados, operadores da educação especial, pais, familiares e a sociedade, pela garantia da educação inclusiva a todos os alunos para assim se cumprir o mandamento constitucional, ou seja, políticas-legais de que a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Sendo assim, a educação inclusiva passou a ser uma realidade e responsabilidade dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A União tem função redistributiva e supletiva, de modo a garantir a equalização de oportunidades educacionais e qualidade de ensino, mediante assistência técnica e financeira a esses entes. Como se vê, muito tem sido feito para tentamos reverter o cenário desordenado com o qual ainda nos deparamos. De fato, a educação adquirida nas escolas tem influências para conseguirmos tamanha melhoria. Há urgência na conscientização da população, mas para que essa conscientização ocorra é preciso uma melhor integração sociedade-natureza e a escola é um dos espaços mais propícios para que essa integração aconteça, não sendo é claro o único local responsável por essa percepção. CONCLUSÃO Nesse sentido, o conhecimento adquirido pelos indivíduos desde o “berço”, ou a primeira ida à escola, deve contemplar com as inter-relações do meio natural com o social, não podendo deixar de lado as formas de organização social, começando pela escola, e dando ênfase na sustentabilidade socioambiental. A realidade deparada exige uma reflexão mais profunda e uma inter-relação dos saberes e das práticas coletivas, criando identidades e valores comuns e ações solidárias, procurando garantir mudanças sociopolíticas que não comprometam os sistemas ecológicos e sociais que sustentam as comunidades.