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de recuperação/confortável, de acordo com a suspeita diagnóstica e/
ou sintomas prioritários (ex: em decúbito elevado quando tiver dispneia, em decúbito lateral quando estiver 
vomitando, em decúbito lateral esquerdo quando estiver grávida, etc.). 
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Quando suspeitar ou critérios de inclusão:
• hematêmese, melena ou enterorragia, fraqueza ou síncope, hipotensão arterial.
• hipotensão postural e/ou taquicardia.
Conduta:
1. Realizar avaliação primária (Protocolo BC1) com ênfase para: 
• avaliar nível de consciência;
• manter permeabilidade de vias aéreas; e
• oferecer O2 sob máscara não reinalante,10 a 15 l/min se SatO2 < 94%.
2. Avaliação secundária (Protocolo BC2) com ênfase para: 
• monitorar oximetria de pulso e sinais vitais.
3. Realizar contato com a Regulação Médica e passar os dados de forma sistematizada.
4. Aguardar orientação da Regulação Médica para procedimentos e/ou transporte para a unidade 
de saúde. 
BC21 – HDA – Hemorragia Digestiva Alta
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
BC21 – HDA – Hemorragia Digestiva Alta
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Abril/2015
BC21
Observações:
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
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Quando suspeitar ou critérios de inclusão:
• profi ssional presenciar, na cena do atendimento, enterorragia.
• episódios de enterorragia referidos por familiares ou pelo próprio paciente.
Conduta:
1. Realizar avaliação primária (Protocolo BC1) com ênfase para: 
• avaliar nível de consciência; e
• oferecer O2 sob máscara não reinalante,10 a 15 l/min se SatO2 < 94%.
2. Realizar avaliação secundária (Protocolo BC1) com ênfase para: 
• coletar história SAMPLA;
• monitorar oximetria de pulso e sinais vitais; e
• identifi car sinais de choque.
3. Realizar contato com Regulação Médica e passar dados de forma sistematizada.
4. Aguardar orientação da Regulação Médica para procedimentos e/ou transporte para unidade de saúde.
BC22 – HDB – Hemorragia Digestiva Baixa
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
BC22 – HDB – Hemorragia Digestiva Baixa
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Abril/2015
BC22
Observações:
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
• Casos advindos de doenças proctológicas, como sangramento hemorroidário, podem exigir 
compressão local.
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Quando suspeitar ou critérios de inclusão:
História de contato com um alérgeno reconhecido ou não, acompanhado de sinais.
Anafi laxia é altamente provável quando o quadro apresentado preencher qualquer um dos 3 critérios 
a seguir.
• 1ºCritério
Doença de início agudo, com envolvimento de pele e/ou mucosas (urticária, prurido ou rubor, inchaço 
de lábios, língua ou úvula) e pelo menos mais uma das condições a seguir: 
• acometimento respiratório (dispneia, broncoespasmo, estridor, hipoxemia); e
• redução da pressão arterial ou sintomas relacionados à disfunção de órgãos-alvo (síncope, hipotonia, 
incontinência). Obs: presente em 80% dos casos. 
• 2ºCritério
Dois ou mais dos seguintes fatores (minutos a horas) após exposição a um provável alérgeno:
• envolvimento de pele e/ou mucosas; 
• comprometimento respiratório; 
• redução da pressão arterial ou sintomas associados à disfunção de órgãos-alvo (síncope, hipotonia, 
incontinência); e
• sintomas gastrointestinais persistentes (dor abdominal, diarreia, vômitos). 
• 3ºCritério
Redução da pressão arterial (minutos a horas) após exposição a alérgeno conhecido para o paciente: 
PA sistólica menor que 90mmHg ou queda maior que 30% da pressão basal do paciente.
Conduta:
1. Realizar avaliação primária (Protocolo BC1) com ênfase para: 
• suspender, se possível, a exposição ao provável agente desencadeante; 
• preservar a permeabilidade das vias aéreas;
• oferecer O2 sob máscara não reinalante 10 a 15 l/min se SatO2 < 94%;
• colocar o paciente em decúbito dorsal e elevar membros inferiores;
• se apresentar dispneia ou vômitos, colocar em posição de conforto; e
• não permitir que o paciente sente ou se levante bruscamente, nem colocá-lo em posição vertical, 
pelo risco de morte súbita.
2. Em caso de sinais de comprometimento ventilatório ou presença de sinais de choque, comunicar 
precocemente a Regulação Médica para obtenção de apoio ou orientações. 
3. Realizar avaliação secundária (Protocolo BC2) com ênfase para:
• avaliar oximetria de pulso, ritmo cardíaco e sinais vitais; e
• entrevista SAMPLA.
BC23 – Reação alérgica – Anafi laxia
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
BC23 – Reação alérgica – Anafi laxia
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Abril/2015
BC23
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Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Abril/2015
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Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
4. Manter atenção para a ocorrência de PCR.
5. Entrar em contato com a Regulação Médica e passar os dados de forma sistematizada.
6. Aguardar orientação da Regulação Médica para procedimentos e/ou transporte para a unidade 
de saúde.
BC23 – Reação alérgica – Anafi laxia
BC23 – Reação alérgica – Anafi laxia
BC23
Observações:
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
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Quando suspeitar ou critérios de inclusão:
Sangramento nasal ativo, associado ou não as seguintes situações:
• história de trauma de face; 
• introdução de corpo estranho em cavidade nasal; e 
• uso de medicações anticoagulantes ou história de discrasia sanguínea.
Conduta:
1. Realizar avaliação primária (Protocolo BC1) com ênfase para: 
• garantir permeabilidade das vias aéreas, 
• manter cabeceira elevada;
• controlar sangramento através de compressão digital por 5 a 10 min; e 
• aplicar compressa gelada no dorso nasal, se disponível. 
2. Realizar avaliação secundária (Protocolo BC2). 
3. Realizar contato com a Regulação Médica e passar os dados de forma sistematizada.
4. Aguardar a orientação da Regulação Médica para procedimentos e/ou transporte para a unidade 
de saúde.
BC24 – Epistaxe
Protocolo Samu 192
Emergências Clínicas
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
BC24 – Epistaxe
Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 
Adaptações são permitidas de acordo com as particularidades dos serviços. 
Elaboração: Agosto/2014 
Revisão: Abril/2015
BC24
Observações:
• Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).
• Não retardar o transporte na difi culdade de obtenção de gelo.
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Quando suspeitar ou critérios de inclusão:

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