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DINÂMICAS PARA A LEITURA DE TEXTOS EM INGLÊS NA SALA DE AULA 
 
 
Kelly Ferreira Santos (UEG)1 
Layssa Gabriela Almeida e Silva (UFG)2 
 
 
 
ABSTRACT: The aim of this mini course is to provide ideas on how to deal with the reading of texts in 
English, in order to encourage those who work or will work as English teachers of elementary to high 
school. 
 
KEY WORDS: English; reading, dynamics. 
 
RESUMO: O objetivo deste minicurso é prover ideias em como trabalhar a leitura de textos em língua 
inglesa, de forma a incentivar aqueles que atuam ou ainda irão atuar como professores de inglês do 
ensino fundamental ao ensino médio. 
 
PALAVRAS-CHAVE: Inglês; leitura, dinâmicas. 
 
 
1 Introdução 
 
Durante as aulas de estágio supervisionado do curso de Letras da Universidade Estadual 
de Goiás foi solicitado aos alunos que desenvolvessem atividades com foco nas habilidades de 
ensino. Assim surgiu a proposta de criação de um minicurso que pudesse auxiliar professores 
principalmente quanto ao ensino de leitura e escrita em língua inglesa. 
A prática de leitura e escrita em inglês possui relevante importância, pois, através dela, 
os alunos adquirem vocabulário, conhecem regras gramaticais e desenvolvem habilidades de 
interpretação, além de ampliar seu conhecimento em geral. Visto que muitos professores 
apresentam dificuldade em trabalhar essa habilidade com seus alunos, sugerem-se neste artigo 
atividades que podem ser realizadas em sala de aula, de forma a servir como ponto inicial para o 
desenvolvimento de outras atividades, adaptadas a cada turma e nível. 
 
2 Fundamentação teórica 
 
 
 Neste minicurso objetivou-se destacar duas habilidades, a escrita e a leitura, uma vez 
que o propósito do ensino de línguas na escola deve ser o de propiciar condições para que “o 
indivíduo ou o grupo possa exercer a leitura e a escrita de maneira a se inserir de modo mais 
pleno e participativo na sociedade tipicamente letrada que é a nossa [...]” (BAGNO; RANGEL, 
2005, p. 69). 
 A escrita é uma conquista da humanidade. É através dela que os integrantes de um 
determinado grupo podem documentar a sua fala, seus pensamentos, e assim, de forma 
exponencial, se dispor na sociedade como indivíduos ativos. A leitura, por sua vez, é um dos 
meios principais para a aquisição do conhecimento. Apesar de normalmente ser uma atividade 
que se realiza individualmente, insere-se num contexto social, “envolvendo disposições 
atitudinais e capacidades que vão desde a decodificação do sistema de escrita até a compreensão 
e a produção de sentido para o texto lido” (COSTA VAL, 2006, p. 21). 
Segundo afirma Martins (2003, p. 23), 
 
 
1 Mestranda em Educação, Linguagem e Tecnologias pela Universidade Estadual de Goiás. Bolsista da 
CAPES. 
2 Mestranda em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Goiás. Bolsista do CNPq. 
apesar de séculos de civilização [...], muitos educadores não conseguiram superar a 
prática formalista e mecânica, enquanto para a maioria dos educandos aprender a ler 
se resume à decoreba de signos linguísticos, por mais que se doure a pílula com 
métodos sofisticados e supostamente desalienantes. Prevalece a pedagogia do 
sacrifício, do aprender por aprender, sem se colocar o porquê, como e para quê, 
impossibilitando compreender verdadeiramente a função da leitura, o seu papel na 
vida do indivíduo e da sociedade. 
 
 Assim, como já elucidado, ensinar a ler e a escrever envolve o processo de formação 
global do indivíduo, além da sua capacitação para o convívio e atuações social, política, 
econômica e cultural (MARTINS, 2003). Paralelamente a esses fatores, é importante levar em 
conta o gosto pessoal do indivíduo, o que ajudará a despertar sua atenção para aspectos mais 
formais das habilidades de leitura e escrita, colaborando para sua aprendizagem. 
Com base, então, nessa ideia, a fundamentação teórica deste minicurso será exposta em 
três momentos. No primeiro deles, será apresentada uma breve definição de leitura e de escrita; 
no segundo, as vantagens do uso de dinâmicas em sala de aula; e no terceiro, uma apresentação 
das dinâmicas que foram selecionadas para o minicurso. 
 
 
2.1 Definição de leitura em língua inglesa 
 
 Para Martins (2003, p. 7), “o ato de ler é usualmente relacionado com a escrita, e o 
leitor é visto como decodificador da letra. Bastará porém decifrar palavras para acontecer a 
leitura?”. E no caso da língua inglesa, compreender a tradução das palavras é suficiente para 
compreender o sentido do texto? 
De acordo com Schramm (2008), a leitura não é uma maneira passiva de adquirir 
informação, e sim um processo ativo de construir a compreensão e, como consequência, o 
conhecimento. Para Costa Val (2006), essa capacidade de compreensão não vem 
automaticamente, por isso deve ser exercitada e ampliada a partir de diversas atividades. 
Segundo a autora, o professor contribui para o desenvolvimento dessa capacidade dos alunos 
quando 
 
a) lê em voz alta e comenta ou discute com eles os conteúdos e usos dos textos lidos; 
b) proporciona a eles familiaridade com gêneros textuais diversos (histórias, poemas, 
trovas, canções, parlendas, listas, agendas, propagandas, notícias, cartazes, receitas 
culinárias, instruções de jogos, regulamentos etc.), lendo para eles em voz alta ou 
pedindo-lhes leitura autônoma; 
c) aborda as características gerais desses gêneros (do que eles costumam tratar, como 
costumam se organizar, que recursos lingüísticos costumam usar); 
e, d) instiga os alunos a prestarem atenção e explicarem os ‘não ditos’ do texto, a 
descobrirem e explicarem os porquês, a explicitarem as relações entre o texto e seu 
título. (COSTA VAL, 2006, p. 26) 
 
De tal modo, a partir do amplo exercício da habilidade de leitura, o aluno passa a ser 
capaz de resumir, explicar, discutir e avaliar o texto, entendendo-o globalmente, interligando 
informações e produzindo inferências (COSTA VAL, 2006). 
No entanto, alguns professores não consideram necessário ensinar ou desenvolver 
hábitos de leitura, pois acreditam que esta habilidade seja receptiva e, por isso, possa ser 
adquirida ao longo da aprendizagem da escrita e das estruturas gramaticais da língua-alvo. É o 
que normalmente defendem os que consideram a leitura como uma simples tradução de 
símbolos impressos para a sua forma oral. Esse pensamento restringe a leitura à decodificação 
da forma escrita ou gráfica para a fala, ignorando, assim, aspectos comunicativos do ato de ler 
(FIGUEIREDO, 1985). 
Segundo Figueiredo (1985, p. 47), vários autores discordam de tal posicionamento, 
postulando que a leitura 
 
não é um processo passivo de decodificar símbolos escritos, do ponto de vista do 
desenvolvimento cognitivo. Ao contrário, é uma atividade construtiva sendo que a 
riqueza do sentido que o leitor extrai de sua leitura depende da qualidade do material e 
da amplitude e profundidade de sua compreensão conceitual. A leitura é vista como 
um processo cognitivo complexo que requer um leitor ativo, atento e seletivo que, até 
certo ponto, opera independentemente do texto para dele extrair sentido. 
 
Para desenvolver sua habilidade de leitura em língua inglesa, o aluno pode fazer uso dos 
seus pontos fortes para superar suas “deficiências”. De tal modo, um “maior conhecimento 
sobre um assunto em particular ou sobre a estrutura do texto poderia compensar de alguma 
forma a falta de controle sintático da língua” (FIGUEIREDO, 1985, p. 48). Assim, a ligação 
entre sentenças, o aspecto gramatical, a organização do texto, todos esses fatores serão 
observados e reforçados pelo aluno, a cada nova leitura. 
Segundo Taglieber (1998), a habilidade da leitura é uma das mais importantes a ser 
desenvolvida nas aulas de Língua Estrangeira, uma vez que é fundamental para o 
aperfeiçoamento das outras habilidades da língua, assim como para a expansão do 
conhecimento. De tal modo, é possível notar a íntima ligação entre as habilidadesde leitura e 
escrita, uma vez que a prática de uma reforça a outra. 
 
 
2.2 Definição de escrita em língua inglesa 
 
 Segundo Louise Gordon, “a tarefa de fazer com que os alunos se engajem na escrita em 
uma língua-alvo pode ser considerado como um desafio para os docentes” (GORDON, 2008, p. 
244, tradução nossa), isso porque, como já é sabido, o trabalho de escrita é um dos que necessita 
do auxílio de outras habilidades. A autora afirma ainda que nos últimos vinte anos surgiram 
inúmeras teorias/abordagens com o intento de auxiliar os professores no ensino da escrita, tal 
como a abordagem funcionalista, a qual postula que a linguagem executa certas funções 
comunicativas e que aos alunos devem ser ensinadas apenas as funções que correspondem às 
suas necessidades. 
 Gordon (2008) realizou uma pesquisa com duas alunas que tinham o inglês como língua 
estrangeira (uma era da Indonésia e a outra era da China), com o intuito compreender quais 
eram as características que os bons escritores apresentavam. Apesar da limitação do estudo, 
apenas duas participantes, a pesquisadora conseguiu levantar algumas características que 
posteriormente, segundo ela, poderão ser verificadas/contestadas em um estudo maior. Dentre as 
características, a autora afirmou que para ser um bom escritor deve-se: ler, pois a leitura auxilia 
a desenvolver ideias; prestar atenção no vocabulário, pois “um vocabulário extenso e apropriado 
é uma ferramenta essencial àqueles que desejam se expressar em outra língua”; desenvolver 
estratégias para gerenciar certo grau de incerteza, tal como as incertezas dos requisitos 
necessários para se desenvolver uma tarefa, ou, ainda, incerteza quanto a melhor maneira para 
expressar suas ideias; prestar atenção na gramática e no significado das palavras; insistir com a 
escrita até que as ideias estejam claras e coerentes; se motivar a escrever; e, por último, criar 
oportunidades para escrever também fora do ambiente escolar (GORDON, 2008, p. 248-251). 
 
 
2.3 O beneficio das dinâmicas na sala de aula 
 
 
 O aluno de Letras antes mesmo de se graduar, durante as disciplinas de Estágio 
Supervisionado, tem a oportunidade de entrar em contato com seu futuro local de trabalho ‒ a 
sala de aula. Lá cabe a ele escolher uma forma apropriada para ministrar o conteúdo proposto e 
contribuir para a formação do seu aluno. Santos (2010) acredita que o professor, ao entrar na 
sala de aula, pode se deparar com inúmeros aspectos capazes de dificultar o processo de 
aprendizagem. Tais aspectos, segundo a autora, podem ir desde infraestruturas débeis até 
materiais inapropriados, sendo que um deles merece destaque: a desmotivação por parte dos 
alunos. 
Para Christen & Murphy (1991), se o aluno gosta de alguma atividade, ele a realiza com 
satisfação, sem necessidade de ser obrigado. Do mesmo modo, ele pode não se interessar pelo 
assunto ou material trabalhado e, assim, pode decidir não participar ou não “colaborar” com o 
andamento da atividade. Nesse caso, a intervenção do professor torna-se crucial, uma vez que 
este pode auxiliar seu aluno a desenvolver as habilidades de leitura e escrita, através do ensino 
do vocabulário e da ativação do seu conhecimento prévio, por exemplo, utilizando assuntos que 
o interessem. 
Para sanar o problema de desatenção ou desmotivação, os professores podem dinamizar 
suas aulas com o intuito de promover uma maior participação e consequentemente um maior 
envolvimento dos alunos em sala de aula. Certas dinâmicas também tendem a contribuir para 
que os alunos se comuniquem melhor um com o outro (dinâmicas em pares), ou com o grupo. 
 Para realizar as dinâmicas para este minicurso foram seguidos alguns passos que serão 
aqui expostos a fim de auxiliar aqueles que procuram fazer uso das dinâmicas para a sala de 
aula. Assim, recomenda-se: 
• ter em mente um objetivo ou uma meta a ser alcançada; 
• atentar-se para as especificidades de cada grupo (turmas mais agitadas ou mais calmas); 
• verificar o nível dos alunos antes de preparar as atividades, já que uma dinâmica muito 
fácil ou muito além do nível dos alunos pode gerar desmotivação; 
• fazer uma estimativa do tempo que será necessário para a realização da dinâmica; 
• fazer uma autoavaliação ao final da dinâmica para averiguar os pontos positivos e 
negativos. 
 
 
3 As atividades selecionadas 
 
 Foram selecionadas seis atividades para serem trabalhadas neste minicurso. Os critérios 
de seleção foram: atividades que abrangessem todos os níveis (fundamental e médio) e 
atividades que pudessem ser aplicadas em outros contextos, mudando-se, assim, apenas os 
textos selecionados. 
 
Atividade 1- Storyteller 
 
Nível: Intermediário 
Habilidade: Reading, Writing 
Descrição da atividade: 
O professor distribui a história da Snow White incompleta (ANEXO 1). Após a leitura, os 
alunos devem formar três grupos. 
1) O grupo A deve reescrever a história, brevemente, através do ponto de vista de outro 
personagem (ex.: madrasta, sete anões, príncipe, bichinhos etc.). 
2) O grupo B deve reescrever a história utilizando personagens de outros contos de fada 
(crossover da Red Little Hood, Sleeping Beauty, as bruxas, lobo mau etc.). 
3) O grupo C deve reescrever o final da história, tornando-a completamente diferente, de forma 
que a última frase do texto seja “And then the Prince went to get a beer in the bar”. 
 
 
Atividade 2 - Learning English trough music 
 
Nível: Intermediário/ Avançado 
Habilidades: Listening, Speaking, Writing, Reading. 
Tempo: aproximadamente 50 minutos 
Descrição da Atividade: 
1) O professor iniciará sua aula mostrando algumas figuras que remetem a fatos que tornam o 
dia bom ou ruim. O professor deve ouvir as opiniões dos alunos. 
2) Os alunos irão ver as imagens (sem o som) do clip “Bad Day” do cantor Daniel Powter. 
3) O professor deverá questionar os alunos se de acordo com o clipe as pessoas tiveram um dia 
bom ou ruim. 
4) O professor deve entregar a letra da música aos alunos para que eles possam cantar. 
5) Em seguida o professor deve dividir a turma em grupos de quatro alunos e pedir que usem a 
criatividade, para elaborar um texto, um cartaz ou um vídeo (de no máximo cinco minutos) 
sobre o tema: “Quais hábitos fazem com que os dias na escola sejam bons - Have a good day at 
school!”. Nestes (textos, cartazes ou vídeos), os alunos devem apresentar, em inglês, a escola, 
mostrando situações boas e ruins que acontecem no seu cotidiano, com base na letra da música, 
como por exemplo: Smile in the school/ Don’t lie to the teacher. 
 
Atividade 3 - Discovering the theme 
 
Nível: Iniciante/ Intermediário 
Habilidade: Speaking 
Tempo: aproximadamente 10 minutos 
Descrição da atividade: 
O professor passará um saco ou caixa com figuras/ objetos sobre o tema abordado e cada aluno 
pegará uma figura/objeto e falará o nome em inglês. O professor irá escrever cada palavra no 
quadro e depois que todos falarem, os alunos irão descobrir o tema do texto. Para esta atividade 
utilizou-se um texto cujo título é: “Michael Jackson – Surgery History” (ANEXO 2). Assim, 
colocaram-se dentro da caixinha as seguintes figuras: um nariz, um desenho de um cantor, uma 
pessoa se submetendo a uma cirurgia plástica e uma foto da famosa casa de Michael Jackson, 
Neverland. 
 
Atividade 4 - Puzzle 
Nível: Intermediário 
Habilidade: Reading 
Tempo: aproximadamente 10 minutos 
Descrição da atividade: 
O professor dividirá os alunos em 3 grupos ou mais e entregará o texto “Michael Jackson – 
Surgery History” (ANEXO 2) com os parágrafos recortados. Em seguida, o professor deve 
pedir para que os grupos coloquem os parágrafos em ordem. 
 
Atividade 5 - txt msgng 
 
Nível: Intermediário, Avançado 
Habilidade: Reading, Writing 
Tempo: aproximadamente 30 minutos 
Descrição da atividade: 
O professor deve mostrar aos alunos os flash cards com palavras escritas em forma abreviada 
(BTW, OIC, CUL, LOL, B4). Em seguida, pedir para que os alunos identifiquem as palavras. 
Depois, dividir os alunos em duplase entregar uma cópia do diálogo para cada aluno. Eles 
devem identificar as mensagens e colocar o diálogo em ordem. Após checar os diálogos, cada 
aluno deve escrever uma mensagem para os colegas de classe usando as palavras abreviadas. 
 
Atividade 6 – Telling a story 
 
Nível: Intermediário, Avançado 
Habilidade: Writing, Speaking, Listening 
Tempo: aproximadamente 40 minutos 
Descrição da atividade: 
O professor coloca no quadro três gravuras. Em pares, os alunos deverão inventar uma história 
sobre uma das gravuras disponibilizadas pelo professor. Assim que terminar, o aluno deve 
contar a história para seu parceiro. Trocam-se as duplas e cada um deve recontar a história para 
os outros colegas. 
 
 
 
4 Conclusão 
 
 A partir das breves reflexões e sugestões de atividades apresentadas no minicurso e no 
presente artigo, espera-se que o professor entenda a importância do desenvolvimento das 
habilidades para melhorar a fluência do aluno na língua inglesa. Estando familiarizado com a 
leitura e a escrita em língua inglesa, o aluno será capaz de usá-las de forma a construir 
conhecimento. 
Além disso, procurou-se defender o uso de textos variados em gênero, formato e 
conteúdo, pois é sabido que muito do que é considerado matéria de leitura, na escola, 
 
está longe de propiciar aprendizado tão vivo e duradouro (seja de que espécie for) 
como o desencadeado pelo cotidiano familiar, pelos colegas e amigos, pelas diversões 
e atribuições diárias, pelas publicações de caráter popular, pelos diversos meios de 
comunicação de massa, enfim, pelo contexto geral em que os leitores se inserem. 
(MARTINS, 2003, p. 28) 
 
Assim, como afirma Martins (2003, p. 28), “seria contra-senso insistir na importância da 
leitura restringindo-a aos livros”, uma vez que estes podem não despertar o interesse do aluno, 
que pode, por essa razão, não internalizar e não levar consigo o hábito de ler por prazer, quando 
sair da escola. O estilo leve das dinâmicas, a pouca ênfase no caráter gramatical das atividades e 
os temas escolhidos (que tentaram se aproximar dos grupos de alunos, fossem crianças, jovens 
ou adultos) ajudam a diminuir a pressão do erro e, por isso, tendem a colaborar para uma 
aprendizagem mais eficaz. 
 
 
Referências 
 
BAGNO, M.; RANGEL, E. de O. 2005 Tarefas da educação linguística no Brasil. Revista 
Brasileira de Linguística Aplicada, 5(1) p.63-81. 
 
COSTA VAL, M. O que é ser alfabetizado e letrado? In: Maria Angélica Freire de Carvalho; 
Rosa Helena Mendonça. (Org.). Práticas de leitura e escrita. Brasília: Secretaria de Educação a 
Distância do Ministério da Educação - SEED/MEC, 2006. 
 
CHRISTEN, W.; MURPHY, T, J. Increasing compreension by activating prior knowledge. 
ERIC Clearinghouse on reading and communication skills. Bloomington, IN, n. ED328875, 
1991. 
 
FIGUEIREDO, C. A. A Organização Textual e o Ensino da Leitura em Inglês. Ilha do Desterro 
(UFSC), UFSC/SC, n.13, 1985. 
 
GORDON, L. Writing and good language learners. In: GRIFFITHS, C. Lessons from good 
language learners. Cambridge University Press, 2008. 
 
MARTINS, M. H. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2003. 
 
SANTOS, M. J. S. Actividades dinâmicas e a motivação nas aulas de línguas estrangeiras. 
Relatório de Mestrado em ensino de Inglês e Espanhol no 3º ciclo do ensino básico e ensino 
secundário. Departamento de Estudos Anglo-Americanos e Departamento de Estudos 
Portugueses e Românicos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2010. 
 
SCHRAMM, K. Reading and good language learners. In: GRIFFITHS, C. Lessons from good 
language learners. Cambridge University Press, 2008. 
 
TAGLIEBER, L. O ensino da leitura em Língua Inglesa. Florianópolis: UFSC, 1998. 
 
ANEXO 1 
 
Snow White 
 
Long ago there lived a princess named Snow White. She was a beautiful princess. And 
like all princesses she lived in a castle. Her stepmother, the queen, also lived in the castle. The 
queen had a magic mirror. Every day she looked into the mirror and asked the same thing. 
 "Mirror, mirror on the wall. Who is the fairest one of all?". The mirror always gave her 
the same answer. "Oh, queen, you are the fairest one of all." But one day the mirror had a 
different answer. "Snow White is fairest in the land," it said. The proud queen became very 
angry. She wanted to be the most beautiful lady in the land. 
 The queen sent for the woodsman. "Take Snow White away," she told him. "She must 
never come back to the castle. You must kill her." The woodsman took Snow White into the 
woods. But he could not kill the sweet princess. He loved her too much. Instead, he said, "Run 
away, child - quickly! You must hide from the queen. She wants to kill you." 
 To be continued… 
 
 
Referência: < http://www.mouseplanet.com/fairytales/ft010622.htm> Acesso em: 03/01/13. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO 2 
 
Michael Jackson - Surgery History 
 
 
 Michael Jackson, the world-famous singer and music icon, died Thursday, June 25, 
2009, after being admitted into UCLA Medical Center for cardiac arrest. Jackson is well known 
for having a complicated and dramatic past, including undergoing multiple bouts of cosmetic 
surgery throughout his long and tumultous career. 
 Jackson first underwent plastic surgery in 1984 at age 26, slightly narrowing his nose 
while becoming famous for his hit song "Thriller". The next year in 1985, Jackson obtained a 
second nose job and permanent eyeliner tattoos around his eyes. At this point Jackson was still 
at the peak of his career, with an entourage of staff taking care of all needs while he continued 
performing, entertaining, and donating to charities. 
He was given the Heritage Award and praised by Queen Liz, President Reagan and 
others. Mike was everywhere, giving as much as he got and letting us all know how blessed he 
was. There was no one who wasn't impressed and didn't sprain an ankle trying to imitate his 
"Moon Walk" in their living room. 
 In 1987, Jackson changed his appearance considerably at age 29, eliciting more public 
outcry and media attention than his previous surgeries. The singer underwent nose surgery for 
the third time, and emerged with noticeably more prominent cheekbones and suddenly pale 
skin. Speculation suggested Jackson had contracted the medical condition vitiligo, which causes 
people of colour to lose pigment in their skin, though Jackson neither confirms nor denies this. 
 By 1991, Jackson has become almost unrecognizable from his former physical self, with 
still lighter skin, sculpted eyebrows, a new chin cleft, and lowered, more squared jawline. His 
nose is further thinned and pointed with a sharpened ridge and narrowed nostrils. Jackson 
appears with a chin implant in 1997, with the skin on his face having become taut and angled, 
and with various other modifications made. 
 Two years later, Jackson has a new nose as well as a new chin, with smoothened cheeks 
and a smaller jaw. In 2000, the singer began sporting a goatee on a longer jaw, with eyes pulled 
tighter on his face. The next year, Jackson, 42 years old, is said to have a prosthetic nose tip on 
the end of an enlarged nose. 
 In 2002, Jackson's nasal passages are widened and his nose bridge is modified. Michael 
Jackson surgery makes the papers one final time in 2004. The singer received a new nose made 
out of part of his ear, through the efforts of Dr. Werner Mang, a German plastic surgeon. 
 
Referência: < http://www.nowpublic.com/culture/michael-jackson-surgery-history> Acesso em: 
03/01/13.

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