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22
Sistema de Ensino A DISTÂNCIA
PEDAGOGIA
PROJETO DE ENSINO
EM PEDAGOGIA – A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
CASCAVEL
2020
PROJETO DE ENSINO
EM PEDAGOGIA - A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Projeto de Ensino apresentado à UNOPAR – UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR , como requisito parcial à conclusão do Curso de Pedagogia.
Docente supervisor: Prof. Natalia Gomes dos Santos.
CASCAVEL
2020
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	3
1	TEMA	4
2	JUSTIFICATIVA	5
3	PARTICIPANTES	6
4	OBJETIVOS	6
5	PROBLEMATIZAÇÃO	7
6	REFERENCIAL TEÓRICO	8
7	METODOLOGIA	15
8	CRONOGRAMA	16
9	RECURSOS	17
10	AVALIAÇÃO	18
CONSIDERAÇÕES FINAIS	18
REFERÊNCIAS	20
INTRODUÇÃO
Este trabalho trata de um assunto primordial para a Educação Infantil – a brincadeira como proposta pedagógica. O brincar como ferramenta para o desenvolvimento cognitivo, físico, social, emocional e cultural da criança.
 Na Educação Infantil diversos recursos devem ser utilizados para a exploração da imaginação da criança, desenvolvendo a aprendizagem e novos conhecimentos. Esta prática possibilita as interações sociais, exercitando as funções motoras físicas, afetivas e cognitivas resgatando a psicomotricidade e a imaginação, sendo que esta contempla as áreas de coordenação, orientação, comunicação e expressão. É interessante que os jogos e as brincadeiras sejam planejados e sistematizados para obter maiores avanços promovendo maiores condições para a interação da criança desenvolvendo diferentes habilidades. Sendo que através desta forma de aprendizagem, a criança aprende a se comunicar com si mesma e com os outros estabelecendo, assim, uma relação com a coletividade e se desenvolvendo integralmente, assimilando o concreto e o abstrato.
 O presente artigo tem como objetivo apresentar esta forma específica de interação e estimulação da aprendizagem para a criança de quatro a cinco anos na Educação Infantil.
A criança, mesmo pequena, sabe muitas coisas, toma decisões, escolhe o que quer fazer e mostra em seus gestos, em um olhar uma palavra, como é capaz e compreende o mundo. Entre as coisas que a criança gosta está o brincar. O brincar é uma ação livre, que surgem a qualquer hora, iniciada ou conduzida pela criança, dá prazer, não exige como condição um produto final, relaxa, envolve, ensina regras, linguagens, desenvolve habilidades e introduz no mundo imaginário. O período da educação infantil é muito importante para a introdução das brincadeiras. Pela diversidade de formas de conceber o brincar alguns tende a focalizar o brincar como características de processos imitativos da criança dando destaque apenas ao período posterior aos dois anos de idade. O período anterior é visto como preparatório para o aparecimento do lúdico.
O brincar é a atividade principal do dia a dia. Importante porque dá o poder à criança para tomar decisões expressar sentimentos e valores, conhecer a si, os outros e o mundo, repetir ações prazerosas, partilhar brincadeiras com o outro, expressar sua individualidade e identidade explorar o mundo dos objetos, das pessoas, da natureza e da cultura para compreendê-lo, usar o corpo, os sentidos, os movimentos, as várias linguagens para experimentar situações que lhe chamam a atenção solucionar problemas e criar. É no plano da imaginação que o brincar se destaca pela mobilização dos significados. Sua importância se relaciona com a cultura da infância que coloca a brincadeira como a ferramenta para a criança se expressar, aprender e se desenvolver.
TEMA 
Com relação à temática abordada é de grande relevância ressaltar que a brincadeira precisa estar presente no universo infantil e consequentemente na vida escolar da criança. Entende-se que o brincar é uma das alternativas variáveis para auxiliar no processo de desenvolvimento infantil e da sociedade a qual está inserida. Entendo que o brincar é muito importante para o desenvolvimento da criança, por isso a escolha do tema.
A questão central deste trabalho é a brincadeira no ambiente da escola para as crianças da educação infantil.
Para que as crianças possam exercer sua capacidade de criar é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas nas instituições sejam elas mais voltadas ás brincadeiras ou as aprendizagens que ocorrem por meio de uma intervenção direta.
A brincadeira é uma linguagem infantil que mantem um vínculo essencial com aquilo que é o “não brincar”. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente entre a brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. Nesse sentido, para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio da articulação entre a imaginação e imitação da realidade. Toda brincadeira é uma imitação transformada no plano das emoções e das ideias de uma realidade anteriormente vivenciada.
Isso significa que a criança que, por exemplo, bate ritmicamente com os pés no chão e imagina-se cavalgando em um cavalo, está orientando sua ação pelo significado da situação e por uma atitude mental em somente pela percepção imediata dos objetos e situações.
Nas brincadeiras as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brincam. Por exemplo, para assumir um determinado papel numa brincadeira a criança deve conhecer alguma de suas características. Seus conhecimentos provem da imitação de alguém ou de algo conhecido, de uma experiência vivida na família em outros ambientes do relato de colegas ou de um adulto etc.
JUSTIFICATIVA
Tenho como objetivo neste trabalho mostrar que sempre uma brincadeira traz um aprendizado, sendo ela uma atividade dirigida ou livre. A escolha do tema justifica-se o brincar na educação infantil e através das brincadeiras é possível trabalhar o lado motor, cognitivo, social e emocional do individuo.
Portanto justifica-se a importância da realização desta pesquisa para a educação está em demonstrar a brincadeira como o personagem principal do aprendizado na educação, também se é relatado à importância de se trabalhar a brincadeira como recurso pedagógico na educação infantil para a formação integral do educando.
Brincar é coisa séria! Isso envolve uma atitude por parte do adulto, seja ela nos momentos planejados ou livres, seja durante a atuação pedagógica voltada à aprendizagem significativa. (Rau 2011, p. 29).
O brincar é essência do pensamento lúdico e as características das atividades executadas na infância, a brincadeira e o ato de brincar, acompanham o desenvolvimento das sociedades e servem como parâmetros para a criação e preservação de muitos conceitos culturais. Os brinquedos são os suportes das brincadeiras, sua utilização cria momentos lúdicos, servindo como auxiliares da ação docente no desenvolvimento de algumas habilidades, enquanto os jogos são as ações propostas para a realização dos objetivos educacionais.
O brincar apresenta-se por meio de várias categorias de experiências que são diferenciadas pelo uso do material ou dos recursos predominantes explicados. Essas categorias incluem o movimento e as mobilidades físicas das crianças assim como a combinação e associação entre eles; a linguagem oral e gestual que oferecem vários níveis de organização a serem utilizados para brincar, os conteúdos sociais, como papéis, situações, valores e atitudes que se referem à forma como o universo social se constrói; e finalmente os limites definidos pelas regras constituído- se em um recurso fundamental para brincar. Estas categorias de experiências podem ser agrupadas em três modalidades básicas quais sejam brincar de faz-de-conta ou com papéis, considerada como atividade fundamental da qual se originam todas as outras; brincar com matériasde construção e brincar com regras.
PARTICIPANTES
O projeto tem como participantes as criança da educação infantil, Segundo o referencial curricular nacional para a educação infantil (Brasil, 1998).
Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras, as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, e a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais.(BRASIL 1998)
Para o campo da educação infantil, consideramos os estudos desse pesquisador indispensáveis, pois trazem os fundamentos sobre a necessidade do brincar e a sua importância para o desenvolvimento da criança. Ao se referir à importância do brincar, Vygotsky (1994) faz uma comparação com as posições de Maria Montessori, que defendeu a necessidade do brincar e sua importância para o desenvolvimento das habilidades da escrita. Diz ele que também concorda e acredita na necessidade desses exercícios, mas que estes devem ser o brincar e o desenhar.
OBJETIVOS
Objetivo geral
Teve como objetivo geral, explicar e demonstras que quando os jogos e brincadeiras são bem planejados colaboram no desenvolvimento da criança, visto que quando a criança brinca ela libera a imaginação, assimila a realidade e aprende enfrenta-la formulando estratégias de ação. 
Os objetivos específicos
· Analisar como o raciocínio lógico é estimulado através de brincadeiras e jogos na educação infantil de como a criança se comporta brincando; 
· Investigar como os aspectos motores e afetivos da criança podem ser exercitados através das brincadeiras.
PROBLEMATIZAÇÃO
	
O problema levantado para este estudo é saber se é importante a brincadeira no processo de ensino aprendizagem na educação infantil. É um instrumento didático exercita os aspectos motores, afetivos e cognitivos para resgatar a psicomotricidade e imaginação da criança.
Segundo Vygotsky (1994) citado por Cartaxo 2011, p. 113, o brinquedo não pode ser visto como uma atividade que dá prazer à criança, pois este pode ser obtido de outras formas. Também podem acontecer jogos (aqui usados pelo autor como brinquedo) em que a criança experimenta o desprazer, como no caso de um jogo não ter um resultado interessante para ela. O desenvolvimento da criança é dado através da atividade do brinquedo, pois tal atividade oferece uma estrutura básica que permite mudanças das necessidades e da consciência. Pode-se relatar também que a situação imaginária presente no brinquedo é muito mais resultado da memória em ação do que de uma situação imaginária nova, sendo desenvolvida com um propósito, que é o que define a atividade.
No ato de brincar os sinais os gestos os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que apresentam ser. Ao brincar as crianças recriam e repensam os acontecimentos que lhes deram origem, sabendo que estão brincando. Ao adotar outras papeis na brincadeira as crianças agem à frente á realidade de maneira não liberal, transferindo e substituindo suas ações cotidianas pelas ações e características do papel assumido, utilizando-se de objetos substituto.
A principal preocupação da educação deveria ser a de proporcionar a todas as crianças um desenvolvimento integral e dinâmico. É importante que os conteúdos correspondam aos conhecimentos gerais das crianças, a seus interesses e necessidades, além de desafiar sua inteligência.
Formar cidadãos sensíveis, criativos, inventivos e descobridores, capazes de criticar e distinguir entre o que está provado e o que não está deveria ser o principal objetivo da educação. Para ajudar os indivíduos a atingir níveis mais elevados do desenvolvimento afetivo, físico, social, moral e cognitivo, deve-se encorajar a autonomia e o pensamento crítico independente.
REFERENCIAL TEÓRICO
Pela oportunidade de vivenciar brincadeiras imaginárias e criadas por elas mesmas as crianças podem acionar seus pensamentos para a resolução de problemas que lhe são importantes e significativos.
As brincadeiras de faz-de-conta os jogos de construção e aquelas que possuem regras, como jogos de sociedade (também chamados de jogos de tabuleiros), jogos tradicionais, didáticos corporais etc., proporcionam a ampliação dos conhecimentos infantis por meio da atividade lúdica.
E o adulto, na figura do professor, portanto, que, na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças. Por meio das brincadeiras os professores podem observar e constituir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular registrando suas capacidades de uso das linguagens assim como de suas capacidades sociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.
A interversão intencional baseada na observação das brincadeiras das crianças oferecendo-lhes material adequado, assim como um espaço estruturado para brincar permite o enriquecimento das competências imaginativas, criativas e organizacionais infantil.
No início da idade pré-escolar quando surgem os desejos que não pode ser imediatamente satisfeitos ou esquecidos e permanece ainda a característica do estágio precedente de uma tendência para a satisfação imediata desses desejos o comportamento da criança muda. Para resolver essa tensão a criança em idade pré-escolar envolve-se num mundo ilusório e imaginário onde seus desejos não realizáveis podem ser realizados e esse mundo é o que chamamos de brinquedo. (VYGOTSKY, 1994.122).
Ao considerar o trabalho com o brinquedo importante no desenvolvimento humano, Vygotsky mostra como é a transição dessa atividade. Ele diz que “no brinquedo, a criança opera com significados desligados dos objetos e ações aos quais estão habitualmente vinculados; entretanto, uma contradição muito interessante surge, uma vez que, no brinquedo, ela inclui, também, ações reais e objetos reais”. (Vygotsky, 1994, p. 130).
As brincadeiras e jogos vêm mudando desde o começo do século XX até os dias atuais, nos diferentes países e contextos sociais. Mas o prazer do brincar não muda. O crescente movimento pelo resgate do brincar, tanto no Brasil quanto no mundo, tem uma força e importância que atravessam fronteiras, porque diz respeito ao resgate da linguagem, da essência dos seres humanos e da possibilidade de expressarem e serem reconhecidos em suas singularidades, aprenderem do mundo à sua volta, se nos inserirem diversos grupos e descobrirem suas identidades multiculturais.
O brincar já existia na vida dos seres humanos bem antes das primeiras pesquisas sobre o assunto: desde a Antiguidade e ao longo do tempo histórico, nas diversas regiões geográficas, há evidências que o homem sempre brincou. Mas, talvez, em decorrência da diminuição do espaço físico e temporal destinado a essa atividade, provocada pelo aparecimento das instituições escolares, pelo incremento da indústria de brinquedos e pela influência da televisão, de toda a mídia eletrônica e das redes sociais, tenha começado a existir uma preocupação com a diminuição do brincar e a surgir um movimento pelo seu resgate na vida das crianças e pela necessidade de demonstrar sua importância em estudos e pesquisas.
As crianças são seres integrais, embora não seja dessa forma que elas têm sido consideradas na maior parte das escolas, uma vez que as atividades propostas são estruturadas de modo compartimentado: há uma hora determinada para trabalhar a coordenação motora, outra para as expressões plásticas, outra para o corpo, outra para desenvolver o raciocínio, outra para a linguagem, outra para brincadeira não direcionada, e assim por diante.
A aprendizagem depende em grande parte da motivação: as necessidades e os interesses das crianças são mais importantes que qualquer outra razão para que elas se dediquem a umaatividade.
Também o brincar espontâneo abre a possibilidade de observar e escutar as crianças nas suas linguagens expressivas mais autênticas. Esse brincar incentiva a criatividade e constitui um dos meios essenciais de estimular o desenvolvimento infantil e as diversas aprendizagens.
Os educadores que dão destaque ao brincar espontâneo no planejamento consideram-no um facilitador da autonomia da criatividade, da experimentação, da pesquisa e de aprendizagens significativas.
O resgate de divulgação de brincadeiras e jogos tradicionais e populares faz parte do patrimônio lúdico dos diferentes grupos infantis, constituindo as culturas da infância.
Alguns jogos e brincadeiras de parque ou quintal, envolvendo o reconhecimento do próprio corpo, o do outro e a imitação podem se transformar em atividades de rotina. Bons exemplos são “siga seu mestre” e “seu lobo”, porque propõem a percepção e identificação de partes do corpo e a imitação de movimentos.
 Podem ser planejadas articulações com outros eixos de trabalho, como, por exemplo, pedir que as crianças modelem partes do corpo em massa ou argila, tendo o próprio corpo ou o do outro como modelo. Essa possibilidade pode ser aprofundada, se forem pesquisadas também obras de arte em que partes do corpo foram retratadas ou esculpidas. É importante lembrar que neste tipo de trabalho não há necessidade de se estabelecer uma hierarquia prévia entre as partes do corpo que serão trabalhadas. Pensar que a criança “é mais fácil” começar a perceber o próprio corpo pela cabeça, depois pelo tronco e por fim pelos membros, por exemplo, pode não corresponder à sua experiência real. Nesse sentido, o professor precisa estar bastante atento aos conhecimentos prévios das crianças acerca de si mesmas e de sua corporeidade.
Os jogos e brinquedos musicais da cultura infantil incluem os acalantos (cantigas de ninar); as parlendas; (os brincos e as mnemônicas e as parlendas propriamente ditas); as rondas (canções de roda); as advinhas; os contos; os romances etc.
O papel do brinquedo no desenvolvimento da criança é muito importante, definir o brinquedo como uma atividade que do prazer a criança é incorreto por duas razões. Primeiras muitas atividades dão a criança experiências de prazer muito mais intensas do que o brinquedo, como, chupar chupeta. Segundo, existem jogos nos quais a própria atividade não é agradável, predominantemente no fim da idade pré-escolar, jogos que só dão prazer à criança se ela considera o resultado interessante. Os jogos esportivos são, com frequência acompanhado de desprazer, quando o resultado é desfavorável para a criança.
No entanto, enquanto o prazer não pode ser visto como uma característica definidora do brinquedo parece-me que as teorias que ignoram o fato de que o brinquedo preenche necessidades da criança, nada mais são do que uma intelectualização pedante da atividade de brincar. Referindo-se ao desenvolvimento da criança em termos mais gerais, muitos teóricos ignoram, erroneamente, as necessidades das crianças que inclui tudo aquilo que é motivo para a ação. Aquilo que é de grande interesse para um bebê deixa de interessar uma criança um pouco maior. A maturação das necessidades é um tópico predominante nossa discussão, pois é impossível ignorar que a criança satisfaz certas necessidades no brinquedo.
A partir dessa perspectiva, torna-se claro que o prazer derivado do brinquedo é controlado por motivações diferentes daquelas do simples chupar chupeta. O brinquedo difere substancialmente do trabalho e de outras formas de atividade. Ao estabelecer critérios para distinguir o brincar da criança de outras formas de atividade sendo que no brinquedo a criança cria uma situação imaginária.
Se todo brinquedo é, realmente, a realização na brincadeira das tendências que não podem ser imediatamente satisfeitas, então os elementos das situações imaginárias constituirão, automaticamente, uma parte da atmosfera emocional do próprio brinquedo. (VYGOTSKY, 1994, p.124).
É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não dos incentivos fornecidos. No brinquedo, no entanto, os objetos perdem sua força determinadora. O brinquedo cria na criança uma nova forma de desejos. Ensina-a despejar, relacionando seus desejos a um “eu” fictício, ao seu papel no jogo e suas regras. Dessa maneira, as maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade.
O brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal da criança. No brinquedo a criança sempre se comporta além do comportamento habitual de sua idade, além de seu comportamento diário: no brinquedo é como se ela fosse maior do que é na realidade. Como no foco de uma lente de aumento, o brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento sob forma condensada, sendo, ele mesmo, uma grande fonte de desenvolvimento.
Apesar de a relação brinquedo-desenvolvimento poder ser comparada à relação instrução- desenvolvimento, o brinquedo fornece ampla estrutura básica para mudanças das necessidades e da consciência. A ação na esfera imaginativa, numa situação imaginária, a criação das intenções voluntárias e a formação dos planos da vida real e motivações volitivas- tudo aparece no brinquedo, que se constitui, assim, no mais alto nível de desenvolvimento pré-escolar.
A criança desenvolve-se, essencialmente, através da atividade do brinquedo pode ser considerada uma atividade condutora que determina o desenvolvimento da criança. No final do desenvolvimento surgem as regras, e quanto mais rígidas elas são, maior a exigência de atenção da criança, maior a regulação da atividade da criança, mais tenso e agudo torna-se o brinquedo. No brinquedo a criança é livre para determinar suas próprias ações. No entanto, em outro sentido, é uma liberdade ilusória, pois suas ações, com base nas quais torna-se possível a divisão esta encontrada na idade escolar como um fato fundamental. Na idade escolar o brinquedo não desaparece, mas permeia a atitude em relação à realidade.
A escola possibilita à criança um instrumento que por meio deste esta possa assimilar a realidade intelectual, de modo que esta realidade não fique alheia a sua aprendizagem. A brincadeira que envolve a representação de papeis considera o sujeito como um todo, pois coloca em ação pensamentos, imaginação, raciocínio, memória, sentimentos, resoluções de conflitos etc.
O brincar constitui-se em uma atividade que coloca à disposição do educador e do educando questões do cotidiano que envolve as relações sociais.
Rau (2011, p. 90) apresenta um estudo de Piaget (1976) onde ele afirma que o ser humano possui um impulso lúdico já nos primeiros meses de vida, na forma do chamado jogo de exercício sensório-motor; do segundo ao sexto ano de vida, esse impulso lúdico predomina sob a forma de jogo simbólico para se manifestar, a partir da etapa seguinte, através da prática do jogo de regras. Este mesmo autor segundo Rau, (2011) destaca que os jogos simbólicos são uma forma de assimilação do real e um meio de auto expressão, pois, quando a criança brinca de casinha ou de escola, representando papéis está, ao mesmo tempo, criando novas cenas e imitando situações reais por ela vivenciadas. Esta prática, para a criança de 4 anos pode significar uma gama de identificação de papéis e suas relações afetivas e sociais, que certamente servirão de base, de modelo para lidar com as situações do mundo adulto no trabalho e na sociedade. No entanto, imprescindível ressaltar a importância dos jogos para a educação infantil. É preciso incluir diversos tipos de jogos para estimular as habilidades e competências das crianças, pois os jogos interagem a criança e a integra nas áreas cognitivas, afetivas, sociais e corporais. “a criança na prática do jogo simbólico, revive bons e maus momentos, antecipa outros e vive os que jamais experimentariam. Neste sentido, o jogo simbólico ajuda a suportar representações adaptativas (reais) e as tocassimbólicas”. (Rau, 2011, p. 155).
Para Kishimoto (1994), citada por Rau 2011, p. 48. O jogo possui uma característica marcante a existência de regras, tem sua realização em um tempo e espaço definidos possuindo uma condição histórica e geográfica e uma sequência na própria atividade.
O momento de brincar é uma hora privilegiada, onde as crianças expressam emoções, pensamentos, desejos, sentimentos e necessidades; através dos símbolos, tais como os brinquedos e as ações dos jogos. Entretanto o brincar é caracterizado pelo fato de estar presente em todos os momentos da vida da criança, visto que o brinquedo evolui a maneira da descoberta que é específica de seu desenvolvimento, sendo o resultado da energia desta que gasta durante a brincadeira.
O jogo é considerado uma atividade que nasce da vontade em que há um esforço e uma tarefa a se cumprir, considerando o jogo como um exercício preparatório, desenvolvendo na criança suas percepções, inteligências, experimentações, instintos sociais e imaginação.
Vygotsky (1984) citado por Rau (2011, p.95) afirma que o jogo é considerado um estímulo à criança no desenvolvimento de processos internos de construção de conhecimento e no âmbito das relações com os outros. Afirma que o jogo propicia interações e atua na zona de desenvolvimento proximal, possibilitando à criança vivenciar situações que a levam a comportamentos além dos habituais.
Rau (2011, p.95), baseada em Vygotsky (1984) aponta, também, que toda atividade lúdica da criança possui regras e que o jogo é o nível mais alto do desenvolvimento no pré-escolar, sendo fundamental para o desenvolvimento cognitivo.
Pais e educadores estão a cada dia mais conscientes dos benefícios que as brincadeiras podem trazer para a criança, já podemos encontrar as atividades lúdicas inclusas no currículo de várias escolas, especialmente nas escolas infantis.
Quando observamos um bebê, percebemos a interação que há entre a criança e o adulto através do ato de brincar.
Os adultos devem estar atentos e jamais proibir ou inibir a brincadeira das crianças, pois estão privando-as de momentos que são importantes em suas vidas. Mas não devemos deixar de observar que nem sempre as brincadeiras e jogos são divertidos para todos, muitas das vezes na escola podem ocasionar sentimentos de frustração, insegurança e rebeldia.
Já nas brincadeiras coordenadas, o professor atua como mediador, com o objetivo de promover a integração e a participação das crianças envolvidas.
As brincadeiras na educação infantil devem ser organizadas de modo prazeroso e de maneira que as crianças possam expressar para desenvolver suas capacidades, explorando a criatividade e a imaginação, levando em consideração a intencionalidade da ação e a presença das representações do cotidiano.
Os brinquedos fazem parte do universo da criança desde os primeiros momentos de sua existência. Eles são os meios utilizados para a realização da brincadeira, o suporte que dá um colorido especial ao ato de brincar. Percebemos que o brinquedo é muito mais que um entretenimento. E, antes, oportunidade de desenvolvimento. Brincando a criança experimenta, desenvolve sua linguagem, testa seus limites e extravasa seus medos. Além disso, o brinquedo estimula a curiosidade e a autoconfiança da criança. Brinquedo é coisa séria.
O brinquedo é suporte da brincadeira quando serve a uma atividade espontânea, sem intencionalidade inicial que se desenvolve de acordo com a imaginação da criança. O jogo é suporte quando atende, além da imaginação, a uma prática lúdica que possui um sistema de regras que ordenam as ações. (KISHIMOTO (1994) citado por RAU 2011, p. 48).
É bem nesse processo de descoberta que os brinquedos atuam, ajudando a criança a se preparar para a vida que vem pela frente. É fundamental que a criança possa dispor da maior variedade possível de tipos de brinquedos, visto que cada um contribui mais diretamente com alguns aspectos do seu desenvolvimento.
Para compreender a importância do brincar na educação infantil se faz necessário observarmos alguns referenciais, em alguns documentos para melhor entender essa prática.
Rau (2011, p. 188) cita que conta nos RCNEI (Brasil, 1997) que as crianças precisam de um ambiente que estimule o seu potencial criativo, com ações que priorizem o brincar ou as aprendizagens específicas e ainda que a brincadeira é uma ação que se desenvolve a linguagem simbólica evidenciando a diferença entre fantasia e realidade.
As brincadeiras para a educação infantil têm extrema importância para o desenvolvimento integral da criança, estimulando seus aspectos psicológicos, físicos, intelectuais e sociais.
Já o brinquedo, definido por Kishimoto (1994) citado por Rau (2011, p. 48) é entendido sempre como um objeto, suporte da brincadeira ou do jogo quer no sentido concreto, quer no ideológico.
Historicamente, o brinquedo como objeto não a uma categoria única, apresentando várias manifestações, como a confecção com materiais perecíveis, esquecidos, como raminhos, raízes, vegetais e também objetos do mundo doméstico, que passam a ter sentido de brinquedo quando incide sobre eles a função lúdica. Também segundo o autor o brinquedo é suporte da brincadeira quando serve a uma atividade espontânea, sem intencionalidade inicial que se desenvolve de acordo com a imaginação da criança. O jogo é suporte quando atende além da imaginação a uma prática lúdica que possui um sistema de regras que ordenam as ações.
Existe, também, a possibilidade da criança construir seu próprio brinquedo. Com isso, ela estabelece relações do mundo imaginário para o mundo real, visto que a criança sente necessidade de explorar e através da construção ela vai explorando e ampliando sua própria criatividade.
Justino, (2011) afirma que quando o aluno participa da confecção do material, sente-se motivado, além de estimulado criativamente, o que desperta seu interesse para a atividade proposta.
Ao utilizar as sucatas para a confecção de materiais, o professor proporciona aos alunos o desenvolvimento de estruturas cognitivas importantes para que se desenvolva a autonomia, adquirindo as potencialidades para que possa construir seu próprio conhecimento. As sucatas, quando construídas com o objetivo de desenvolver e criar novos sentidos e significados para os alunos e para o meio onde estão inseridos, possibilitam aplicação das ações pedagógicas necessárias para o desenvolvimento da criatividade e confecção de materiais diferenciados, motivando e facilitando a aprendizagem. (JUSTINO, 2011, p. 117).
Kishimoto (1994) citado por Rau (2011, p. 50) diz que a brincadeira é apontada como uma atividade espontânea da criança, sozinha ou em grupo e que esta forma de interação leva a criança a solucionar conflitos por meio da imitação, ampliando suas possibilidades linguísticas, psicomotoras, afetivas, sociais e cognitivas.
METODOLOGIA
A fim de atingir os objetivos propostos a atual pesquisa foi embasada na metodologia cientifica e pode ser classificada como uma pesquisa qualitativa por ser da área da educação. É uma pesquisa bibliográfica, sendo embasada na análise de leituras e ideias de autores, Justino (2011) apresenta que este tipo de pesquisa é realizada a partir de publicações como livros, artigos periódicos e materiais disponibilizados da internet, que permitem que se tome conhecimento do material relevante, tornando-se por base o que já foi publicado em relação ao tema de modo que se possa delinear uma nova abordagem sobre o mesmo agregando as conclusões que possam servir de embasamento para as pesquisas futuras A realização da pesquisa na educação fornecerá mais subsídios para aperfeiçoamento e construção de conhecimentos, visando oferecer respostas para os problemas propostos..
O projeto apresentado destaca a importância do brincar para a formação de cidadãos e a contribuição de jogos e brincadeiras na educação infantil e consideram o brincar como possibilidade da criança compreender o pensamento e a linguagem do outro e se socializar com os colegas. 
O trabalho tem o foco crianças da educaçãoinfantil em especial crianças de 2 á 3 anos e o projeto que será realizado em 3 atividades realizadas em 2 semanas, será trabalhado atividades com Lego no qual irá estimular o raciocínio lógico através da construção e criação dos blocos, atividades de sequencia logica por exemplo jogos das formas e cores que estimulam a criança a reconhecer as forma, as cores e as sequencias corretas, no qual prende o aluno e faz ele pensar, atividade sensorial com auxilio do tapete de sensações criado como material de apoio didático no qual proporcionara a criança uma nova experiência. Veja a baixo o Modelo do tapete. 
Fonte: Pinterest - https://br.pinterest.com/pin/466333736409131979/
Acesso em: 30 de Novembro de 2020.
 
CRONOGRAMA
O projeto de ensino realizado seguiu um cronograma para que sejam atingidos os objetivos proposto, uma pesquisa com foco no desenvolvimento da criança do seu raciocínio logico e motor. 
	ETAPAS DO PROJETO
	PERÍODO 
	1. PLANEJAMENTO
	O período de planejamento foi a realização da brinquedoteca através do tapete sensorial e encontrar através de pesquisas a melhor forma de trabalhar com o aluno para que ele desenvolva o seu senso motor e lógico, de uma maneira prazerosa e eficaz. 
	2. EXECUÇÃO
	A execução do trabalho foi elaborada em 3 atividades realizadas em 2 semanas, na primeira semana foram realizadas atividades com Lego no qual irá estimular o raciocínio lógico através da construção e criação dos blocos, e também atividades de sequencia logica por exemplo jogos das formas e cores que estimulam a criança a reconhecer as forma, as cores e as sequencias corretas, no qual prende o aluno e faz ele pensar, e na segunda semana a atividade sensorial com auxilio do tapete de sensações criado como material de apoio didático no qual proporcionara a criança uma nova experiência e que a criança possa aprender através da brincadeira no qual melhorará seu desenvolvimento psicomotor.
	3. AVALIAÇÃO
	Ao finalizar a avalição será realizada de maneira individual através de fichas de avaliação na qual apresenta as dificuldades de cada aluno, realizadas através de observação no momento das brincadeiras e jogos.
RECURSOS 
Os recursos a serem utilizados será a utilização de materiais lúdicos, uma ferramenta que pode ser utilizada neste processo são as sucatas que transformadas em materiais pedagógicos podem ser recursos motivadores e enriquecedores para o processo educativo. 
Pois, quando a criança participa da construção de materiais utilizados para desenvolver as atividades, esse momento se constitui em um espaço de vivência, em que a representação desenvolve sua autonomia e a convivência com o grupo e, assim, ela vive uma experiência lúdica com princípios da realidade. Além da utilização de sucatas nas atividades com educação infantil, também é necessário explorar atividades com areia, terra, tinta, água e outros materiais didáticos, pois, estes recursos proporcionam oportunidades para o desenvolvimento da psicomotricidade e da socialização.
 
AVALIAÇÃO
O professor e o principal avaliador em sala de aula, e existem vários métodos a serem utilizados, os relatórios descritivos esta entre as melhores opções, ele permite organizar informações referentes ao desenvolvimento individual de cada criança. Sendo usado como suporte pedagógico em sala de aula. Para garantir resultados satisfatórios esse relatório deve ser feito diariamente, assim detalhando cada aspecto de comportamento, nível de aprendizado do aluno, participação nas atividades e otimização da avaliação na educação Infantil.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
		Através desta pesquisa entendemos que o brincar envolve inúmeros aspectos de desenvolvimento do educando, sendo eles físico, afetivo, cognitivo e social. Neste sentido é fundamental que a escola, pais e professores estejam comprometidos com a educação.
		As escolas devem proporcionar um espaço harmonioso que atenda a ludicidade necessária à faixa de idade da Educação Infantil. É essencial que este ambiente seja prazeroso e harmonioso para que a criança se envolva no processo ensino-aprendizagem de maneira a se desenvolver plenamente, satisfazendo todas as suas expectativas, todos os seus anseios, enfim toda sua vontade de aprender, para interagir no mundo como cidadão.
		Sabendo que a finalidade da Educação Infantil tem como objetivo o desenvolvimento integral da criança, entende-se que ela seja a base para as demais etapas do processo educacional, e que toda sua proposta pedagógica deve estar direcionada às experiências e às vivências do educando, viabilizando assim a formação do individuo. Acreditando que o ambiente escolar é um espaço de aprendizado constante, e que a criança é um ser integral, devemos conforme apresentado, respeitar suas características afetivas, cognitivas, sociais, físicas, cultural, para que consigamos desenvolver o máximo de suas possibilidades.
		As regras devem existir, mas junto delas é preciso que haja uma ação pedagógica para que a criança reflita e assim chegue ao entendimento.
Como foi apresentado nesta pesquisa o brincar é coisa séria, sendo assim é fundamental o papel do professor como mediador deste processo ensino-aprendizagem.
		Um verdadeiro professor mediador precisa ter competência acadêmica quanto a psicologia do desenvolvimento humano, conhecer diferentes metodologia didática, ser um incansável pesquisador para estar criando, inovando e contextualizando com a atualidade.
		O educador deve estar comprometido com os princípios éticos, políticos e estéticos educação. As atividades pedagógicas precisam ter fundamentos e objetivos a serem alcançados.
		O brincar livre e o brincar dirigido contribuem para o aprendizado. A criança até mesmo em uma atividade livre está aprendendo a criar, montar, desmontar, encaixar, etc. é o momento em que o educador precisa estar atento, observar e fazer anotações se for preciso, porque dentro da atividade livre é possível identificar a criança mais tímida, a líder, a quem tem dificuldades de se socializar, e outros. 
		Não basta deixar apenas as crianças brincarem, é importante que em alguns momentos esta brincadeira seja direcionada para que ampliem suas capacidades dos conhecimentos necessários ao seu pleno desenvolvimento.
	
	
REFERÊNCIAS
CARTAXO, Simone Regina Manosso. Pressupostos da educação infantil/ Simone Regina Manosso Cartaxo-Curitiba: Ibpex, 2011. - (série Fundamentos da Educação).
FRIEDMANN, Adriana - O brincar na educação infantil: Observação, adequação e inclusão/ Adriana Friedmann. -1. ed. – São Paulo: Moderna, 2012.- (cotidiano escolar: ação docente). 
Gov.br – GOVERNO FEDERAL. Brinquedos e brincadeiras-ministério da Educação. Portal <mec.gov.br/index.php?option=com-docman&task> Acesso em 12 Outubro de 2020.
JESUS, Ana Cristina Alves de. Como aplicar jogos e brincadeiras na educação infantil/Ana Cristina de Jesus.- Rio de Janeiro: Brasport, 2010.
JUSTINO, Marinice Natal. Pesquisa e recursos didáticos na formação e prática docente. Curitiba: ibepex, 2011.
RAU, Maria Cristina Trois Dorneles. A ludicidade na educação: uma atitude pedagógica escolar Curitiba: Ibepex, 2011,3ª ed.
Referencial Curricular nacional para a educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEE, 1998. Vol.1, Vol. 2, Vol. 3.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
ZATZ, Silvia. Brinca comigo?: Tudo sobre brincar e os brinquedos. Silvia Zatz. André Zatz, Sérgio Halaban. – São Paulo: Marco Zero, 2006.

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