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PROVA DE DESIGN THINKING

Teste sobre design thinking: questionário de múltipla escolha, com questões baseadas em Vianna et al. (2012) sobre pilares do design thinking, fases de imersão, técnica sombra, reenquadramento do problema, "um dia na vida", brainstorm e workshop de cocriação.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Quais são os pilares do design thinking?
Empatia, eficiência e experimentação.
Agilidade, eficiência e assertividade.
Empatia, colaboração e experimentação
Agilidade, colaboração e assertividade.
Agilidade, empatia e colaboração

Como se divide a fase de imersão, segundo Vianna et al. (2012)?
Imersão para entendimento das necessidades e imersão para solucionar as necessidades.
Imersão preliminar e imersão final.
Imersão superficial e imersão em profundidade.
Imersão inicial e imersão final.
Imersão preliminar e imersão em profundidade.

O que é técnica “sombra”, considerando a explicação encontrada na leitura obrigatória (VIANNA et al., 2012)?
É o acompanhamento e a observação do usuário ao longo de um período de tempo que inclua sua interação com o produto ou serviço que está sendo analisado, interferindo o mínimo possível nessa realidade e registrando de maneira discreta, seja em um caderno ou através de fotos e filmagens.
É ficar ao lado do participante fazendo com que ele não possa agir naturalmente.
É acompanhar um participante auxiliando-o na interação com o produto ou serviço para que ele não tenha os mesmos problemas que costuma enfrentar em um dia comum.
É acompanhar um usuário ou participante em um dia inteiro, independente do contexto a ser estudado.
É observar um usuário ou participante em um período determinado, sem se preocupar com o contexto no qual ele está inserido e com o qual ele interaja, filmando e fotografando tudo o que for possível.

O que significa realizar um processo de reenquadramento do problema na fase de imersão, conforme Vianna et al. (2012)?
Encaixar os problemas e as questões não resolvidas em paradigmas já estabelecidos pela empresa, tentando buscar a inovação dentro dessas crenças já aceitas pela organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando soluções que já foram testadas pela organização e que não geram inovação.
Reexaminar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando reduzir os ângulos e as perspectivas para que eles se enquadrem nas crenças e paradigmas aceitos pela organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa por diferentes ângulos e perspectivas, para buscar a desconstrução de crenças e paradigmas assumidos e a inovação.
Reexaminar problemas e questões não resolvidas em uma empresa, buscando entender os ângulos e as perspectivas já utilizadas pela organização, assim como suas crenças, paradigmas e evitando gerar inovação e satisfação para o cliente.

O que é a técnica “um dia na vida”, conforme descrito na leitura obrigatória?
Seguir um participante por um dia para entender seus comportamentos e suas opiniões.
Simular em algumas horas o que seria um dia na vida de um cliente ou outro ator envolvido.
Imitar um ator em um dia típico, repetindo sua agenda, suas ações, seus comportamentos e suas opiniões.
Uma simulação, por parte do pesquisador, da vida de uma pessoa na situação estudada pelo tempo necessário, mas que, em geral, seria um dia.
Encenar o dia típico de um dos atores no contexto do problema apresentado.

Conforme Vianna et al. (2012), o que é um Brainstorm?
Uma abordagem norte-americana que se tornou modismo nas empresas e que é utilizada para que se acredite estar gerando inovação, mas que não alcança esse objetivo.
Uma técnica para estimular as pessoas a pensarem sob muita pressão de tempo, sem preocupação com os problemas de negócio e as necessidades dos clientes.
Uma técnica para estimular a geração de um grande número de ideias em um curto espaço de tempo.
Uma abordagem pós-moderna para se ter ideias fora da caixa, que pode vir de quais quer pessoas e ao considerar qualquer contexto.
Uma técnica para todos darem ideias, que não serão utilizadas e que não estão baseadas em nenhum conhecimento prévio.

Com base em Vianna et al. (2012), o que é um Workshop de cocriação?
Um encontro com diversas atividades motivacionais, para que todos sejam encorajados a trazer soluções inovadoras de maneira individual, isto é, sem colaboração.
Um encontro organizado na forma de uma série de atividades em grupo com o objetivo de estimular a criatividade e a colaboração, fomentando a criação de soluções inovadoras.
Um encontro com uma agenda rígida, na qual participam pessoas com opiniões semelhantes e sem conhecimentos aprofundados dos problemas na tentativa de inovar de maneira rápida e barata.
Uma reunião exaustiva, na qual os participantes ficam a maior parte do tempo fazendo sugestões conforme o seu ponto de vista, desconsiderando a opinião dos outros.
Uma reunião descontraída para que todos possam opinar e dar sugestões de maneira desorganizada e individualista sem se preocupar com a inovação.

O que seria um cardápio de ideias, segundo Vianna et al. (2012)?
Um catálogo de possibilidades de ideias que, ainda que não sejam inovadoras, poderão ser implementadas – como uma “carta na manga”.
Um cardápio de opções de soluções que deverão ser obrigatoriamente implementadas.
Um catálogo de alimentos que possam ser servidos nos workshops e brainstorms para estimular a criatividade dos participantes.
Um cardápio para que cada participante possa escolher as ideias preferidas e defendê-las.
Um catálogo apresentando a síntese de todas as ideias geradas no projeto.

Considerando os direcionamentos apresentados por Vianna et al. (2012), qual alternativa apresenta a ordem ideal para aplicar as ferramentas da fase de ideação?
Cardápio de Ideias, workshop de cocriação, brainstorm e matriz de posicionamento.
Matriz de Posicionamento, cardápio de ideias, workshop de cocriação e brainstorm.
Workshop de cocriação, brainstorm, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Brainstorm, workshop de cocriação, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Não há ordem ideal.

Qual o objetivo da fase de ideação?
Gerar muitas ideias inovadoras, com criatividade, independente dos aprendizados da fase de imersão.
Gerar ideias inovadoras para o desafio de negócio apresentado, considerando os aprendizados da fase de imersão sintetizados nas ferramentas de análise.
Gerar ideias inovadoras que possam ser utilizadas em outros desafios e contextos de negócio.
Gerar muitas ideias, independente do contexto do problema de negócio.
Gerar algumas ideias, cuja a implementação seja rápida e barata, sem considerar as necessidades do cliente e do negócio.

No contexto do processo de Design thinking, qual a principal razão para prototipar, conforme apresentado por Vianna et al. (2012)?
Tangibilizar uma solução para que a empresa comece a entender qual é o futuro daquele produto ou serviço.
Reduzir incertezas do projeto, pois a prototipação é uma forma ágil de abandonar alternativas que não são bem recebidas e, assim, pouco promissoras.
Construir algo que possa dar visibilidade interna e externa da solução e do projeto, afinal “quem não é visto, não é lembrado”.
Construir algo, ainda que simplificado e não funcional, para apresentar em reuniões, comitês e feiras.
Tangibilizar a proposta, enquanto o time de desenvolvimento não consegue construir a solução final.

Conforme Vianna et al. (2012), uma encenação é:
Uma simulação improvisada de uma situação, que pode representar desde a interação de uma pessoa com uma máquina até um simples diálogo entre pessoas para encenar aspectos de um serviço.
Uma forma de representar um serviço, simulando todos os artefatos materiais, ambientais e relações interpessoais buscando o envolvimento do usuário e sua avaliação.
Todas as anteriores.
Uma simulação em forma de teatro, na qual os integrantes do time do projeto são os atores e aqueles que assistem, clientes ou stakeholders, podem dar suas opiniões sobre a ideia.
Uma forma de demonstrar para potenciais investidores ou stakeholders como seriam as interações de um determinado serviço, sem que eles possam opinar ou dar feedbacks.

Assinale a alternaitva a seguir que apresenta os níveis de fidelidade relativos aos protótipos, conforme Vianna et al. (2012):
Apenas os itens A, B e C.
Baixa fidelidade – representação conceitual/análoga a ideia.
Média fidelidade – representação de aspectos da ideia.
Alta fidelidade – representação mais similar possível da ideia.
Apenas os itens A e B.

Segundo Vianna et al. (2012), a prototipação tem como função:
auxiliar o time na especificação para os times de desenvolvimento ou operações
imaginar ideias novas.
criar um modelo que seja muito semelhante ao esperado para a solução final.
criar um modelo com alto nível de fidelidade para que não haja dúvidas sobre a solução final.
auxiliar na validação das ideias geradas.

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Questões resolvidas

Quais são os pilares do design thinking?
Empatia, eficiência e experimentação.
Agilidade, eficiência e assertividade.
Empatia, colaboração e experimentação
Agilidade, colaboração e assertividade.
Agilidade, empatia e colaboração

Como se divide a fase de imersão, segundo Vianna et al. (2012)?
Imersão para entendimento das necessidades e imersão para solucionar as necessidades.
Imersão preliminar e imersão final.
Imersão superficial e imersão em profundidade.
Imersão inicial e imersão final.
Imersão preliminar e imersão em profundidade.

O que é técnica “sombra”, considerando a explicação encontrada na leitura obrigatória (VIANNA et al., 2012)?
É o acompanhamento e a observação do usuário ao longo de um período de tempo que inclua sua interação com o produto ou serviço que está sendo analisado, interferindo o mínimo possível nessa realidade e registrando de maneira discreta, seja em um caderno ou através de fotos e filmagens.
É ficar ao lado do participante fazendo com que ele não possa agir naturalmente.
É acompanhar um participante auxiliando-o na interação com o produto ou serviço para que ele não tenha os mesmos problemas que costuma enfrentar em um dia comum.
É acompanhar um usuário ou participante em um dia inteiro, independente do contexto a ser estudado.
É observar um usuário ou participante em um período determinado, sem se preocupar com o contexto no qual ele está inserido e com o qual ele interaja, filmando e fotografando tudo o que for possível.

O que significa realizar um processo de reenquadramento do problema na fase de imersão, conforme Vianna et al. (2012)?
Encaixar os problemas e as questões não resolvidas em paradigmas já estabelecidos pela empresa, tentando buscar a inovação dentro dessas crenças já aceitas pela organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando soluções que já foram testadas pela organização e que não geram inovação.
Reexaminar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando reduzir os ângulos e as perspectivas para que eles se enquadrem nas crenças e paradigmas aceitos pela organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa por diferentes ângulos e perspectivas, para buscar a desconstrução de crenças e paradigmas assumidos e a inovação.
Reexaminar problemas e questões não resolvidas em uma empresa, buscando entender os ângulos e as perspectivas já utilizadas pela organização, assim como suas crenças, paradigmas e evitando gerar inovação e satisfação para o cliente.

O que é a técnica “um dia na vida”, conforme descrito na leitura obrigatória?
Seguir um participante por um dia para entender seus comportamentos e suas opiniões.
Simular em algumas horas o que seria um dia na vida de um cliente ou outro ator envolvido.
Imitar um ator em um dia típico, repetindo sua agenda, suas ações, seus comportamentos e suas opiniões.
Uma simulação, por parte do pesquisador, da vida de uma pessoa na situação estudada pelo tempo necessário, mas que, em geral, seria um dia.
Encenar o dia típico de um dos atores no contexto do problema apresentado.

Conforme Vianna et al. (2012), o que é um Brainstorm?
Uma abordagem norte-americana que se tornou modismo nas empresas e que é utilizada para que se acredite estar gerando inovação, mas que não alcança esse objetivo.
Uma técnica para estimular as pessoas a pensarem sob muita pressão de tempo, sem preocupação com os problemas de negócio e as necessidades dos clientes.
Uma técnica para estimular a geração de um grande número de ideias em um curto espaço de tempo.
Uma abordagem pós-moderna para se ter ideias fora da caixa, que pode vir de quais quer pessoas e ao considerar qualquer contexto.
Uma técnica para todos darem ideias, que não serão utilizadas e que não estão baseadas em nenhum conhecimento prévio.

Com base em Vianna et al. (2012), o que é um Workshop de cocriação?
Um encontro com diversas atividades motivacionais, para que todos sejam encorajados a trazer soluções inovadoras de maneira individual, isto é, sem colaboração.
Um encontro organizado na forma de uma série de atividades em grupo com o objetivo de estimular a criatividade e a colaboração, fomentando a criação de soluções inovadoras.
Um encontro com uma agenda rígida, na qual participam pessoas com opiniões semelhantes e sem conhecimentos aprofundados dos problemas na tentativa de inovar de maneira rápida e barata.
Uma reunião exaustiva, na qual os participantes ficam a maior parte do tempo fazendo sugestões conforme o seu ponto de vista, desconsiderando a opinião dos outros.
Uma reunião descontraída para que todos possam opinar e dar sugestões de maneira desorganizada e individualista sem se preocupar com a inovação.

O que seria um cardápio de ideias, segundo Vianna et al. (2012)?
Um catálogo de possibilidades de ideias que, ainda que não sejam inovadoras, poderão ser implementadas – como uma “carta na manga”.
Um cardápio de opções de soluções que deverão ser obrigatoriamente implementadas.
Um catálogo de alimentos que possam ser servidos nos workshops e brainstorms para estimular a criatividade dos participantes.
Um cardápio para que cada participante possa escolher as ideias preferidas e defendê-las.
Um catálogo apresentando a síntese de todas as ideias geradas no projeto.

Considerando os direcionamentos apresentados por Vianna et al. (2012), qual alternativa apresenta a ordem ideal para aplicar as ferramentas da fase de ideação?
Cardápio de Ideias, workshop de cocriação, brainstorm e matriz de posicionamento.
Matriz de Posicionamento, cardápio de ideias, workshop de cocriação e brainstorm.
Workshop de cocriação, brainstorm, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Brainstorm, workshop de cocriação, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Não há ordem ideal.

Qual o objetivo da fase de ideação?
Gerar muitas ideias inovadoras, com criatividade, independente dos aprendizados da fase de imersão.
Gerar ideias inovadoras para o desafio de negócio apresentado, considerando os aprendizados da fase de imersão sintetizados nas ferramentas de análise.
Gerar ideias inovadoras que possam ser utilizadas em outros desafios e contextos de negócio.
Gerar muitas ideias, independente do contexto do problema de negócio.
Gerar algumas ideias, cuja a implementação seja rápida e barata, sem considerar as necessidades do cliente e do negócio.

No contexto do processo de Design thinking, qual a principal razão para prototipar, conforme apresentado por Vianna et al. (2012)?
Tangibilizar uma solução para que a empresa comece a entender qual é o futuro daquele produto ou serviço.
Reduzir incertezas do projeto, pois a prototipação é uma forma ágil de abandonar alternativas que não são bem recebidas e, assim, pouco promissoras.
Construir algo que possa dar visibilidade interna e externa da solução e do projeto, afinal “quem não é visto, não é lembrado”.
Construir algo, ainda que simplificado e não funcional, para apresentar em reuniões, comitês e feiras.
Tangibilizar a proposta, enquanto o time de desenvolvimento não consegue construir a solução final.

Conforme Vianna et al. (2012), uma encenação é:
Uma simulação improvisada de uma situação, que pode representar desde a interação de uma pessoa com uma máquina até um simples diálogo entre pessoas para encenar aspectos de um serviço.
Uma forma de representar um serviço, simulando todos os artefatos materiais, ambientais e relações interpessoais buscando o envolvimento do usuário e sua avaliação.
Todas as anteriores.
Uma simulação em forma de teatro, na qual os integrantes do time do projeto são os atores e aqueles que assistem, clientes ou stakeholders, podem dar suas opiniões sobre a ideia.
Uma forma de demonstrar para potenciais investidores ou stakeholders como seriam as interações de um determinado serviço, sem que eles possam opinar ou dar feedbacks.

Assinale a alternaitva a seguir que apresenta os níveis de fidelidade relativos aos protótipos, conforme Vianna et al. (2012):
Apenas os itens A, B e C.
Baixa fidelidade – representação conceitual/análoga a ideia.
Média fidelidade – representação de aspectos da ideia.
Alta fidelidade – representação mais similar possível da ideia.
Apenas os itens A e B.

Segundo Vianna et al. (2012), a prototipação tem como função:
auxiliar o time na especificação para os times de desenvolvimento ou operações
imaginar ideias novas.
criar um modelo que seja muito semelhante ao esperado para a solução final.
criar um modelo com alto nível de fidelidade para que não haja dúvidas sobre a solução final.
auxiliar na validação das ideias geradas.

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06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 1/8
AS Geral
Iniciado: 6 jan em 19:47
Instruções do teste
0,66 ptsPergunta 1
Empatia, eficiência e experimentação.
Agilidade, eficiência e assertividade.
Empatia, colaboração e experimentação
Agilidade, colaboração e assertividade.
Agilidade, empatia e colaboração
Quais são os pilares do design thinking?
0,66 ptsPergunta 2
Imersão para entendimento das necessidades e imersão para solucionar as
necessidades.
Imersão preliminar e imersão final.
Imersão superficial e imersão em profundidade.
Imersão inicial e imersão final.
Imersão preliminar e imersão em profundidade.
Como se divide a fase de imersão, segundo Vianna et al. (2012)?
0,66 ptsPergunta 3
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 2/8
É o acompanhamento e a observação do usuário ao longo de um período de tempo que
inclua sua interação com o produto ou serviço que está sendo analisado, interferindo o
mínimo possível nessa realidade e registrando de maneira discreta, seja em um caderno
ou através de fotos e filmagens.
É ficar ao lado do participante fazendo com que ele não possa agir naturalmente.
É acompanhar um participante auxiliando-o na interação com o produto ou serviço para
que ele não tenha os mesmos problemas que costuma enfrentar em um dia comum.
É acompanhar um usuário ou participante em um dia inteiro, independente do contexto a
ser estudado.
É observar um usuário ou participante em um período determinado, sem se preocupar
com o contexto no qual ele está inserido e com o qual ele interaja, filmando e
fotografando tudo o que for possível.
O que é técnica “sombra”, considerando a explicação encontrada na leitura
obrigatória (VIANNA et al., 2012)?
0,66 ptsPergunta 4
Encaixar os problemas e as questões não resolvidas em paradigmas já estabelecidos
pela empresa, tentando buscar a inovação dentro dessas crenças já aceitas pela
organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando
soluções que já foram testadas pela organização e que não geram inovação.
Reexaminar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa, buscando
reduzir os ângulos e as perspectivas para que eles se enquadrem nas crenças e
paradigmas aceitos pela organização.
Examinar os problemas e as questões não resolvidas em uma empresa por diferentes
ângulos e perspectivas, para buscar a desconstrução de crenças e paradigmas
assumidos e a inovação.
Reexaminar problemas e questões não resolvidas em uma empresa, buscando entender
os ângulos e as perspectivas já utilizadas pela organização, assim como suas crenças,
paradigmas e evitando gerar inovação e satisfação para o cliente.
O que significa realizar um processo de reenquadramento do problema na fase
de imersão, conforme Vianna et al. (2012)?
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 3/8
0,66 ptsPergunta 5
Seguir um participante por um dia para entender seus comportamentos e suas opiniões.
Simular em algumas horas o que seria um dia na vida de um cliente ou outro ator
envolvido.
Imitar um ator em um dia típico, repetindo sua agenda, suas ações, seus
comportamentos e suas opiniões.
Uma simulação, por parte do pesquisador, da vida de uma pessoa na situação estudada
pelo tempo necessário, mas que, em geral, seria um dia.
Encenar o dia típico de um dos atores no contexto do problema apresentado.
O que é a técnica “um dia na vida”, conforme descrito na leitura obrigatória?
0,67 ptsPergunta 6
Uma abordagem norte-americana que se tornou modismo nas empresas e que é
utilizada para que se acredite estar gerando inovação, mas que não alcança esse
objetivo.
Uma técnica para estimular as pessoas a pensarem sob muita pressão de tempo, sem
preocupação com os problemas de negócio e as necessidades dos clientes.
Uma técnica para estimular a geração de um grande número de ideias em um curto
espaço de tempo.
Uma abordagem pós-moderna para se ter ideias fora da caixa, que pode vir de
quaisquer pessoas e ao considerar qualquer contexto.
Uma técnica para todos darem ideias, que não serão utilizadas e que não estão
baseadas em nenhum conhecimento prévio.
Conforme Vianna et al. (2012), o que é um Brainstorm?
0,67 ptsPergunta 7
Com base em Vianna et al. (2012), o que é um Workshop de cocriação?
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 4/8
Um encontro com diversas atividades motivacionais, para que todos sejam encorajados
a trazer soluções inovadoras de maneira individual, isto é, sem colaboração.
Um encontro organizado na forma de uma série de atividades em grupo com o objetivo
de estimular a criatividade e a colaboração, fomentando a criação de soluções
inovadoras.
Um encontro com uma agenda rígida, na qual participam pessoas com opiniões
semelhantes e sem conhecimentos aprofundados dos problemas na tentativa de inovar
de maneira rápida e barata.
Uma reunião exaustiva, na qual os participantes ficam a maior parte do tempo fazendo
sugestões conforme o seu ponto de vista, desconsiderando a opinião dos outros.
Uma reunião descontraída para que todos possam opinar e dar sugestões de maneira
desorganizada e individualista sem se preocupar com a inovação.
0,67 ptsPergunta 8
) Um catálogo de possibilidades de ideias que, ainda que não sejam inovadoras,
poderão ser implementadas – como uma “carta na manga”.
Um cardápio de opções de soluções que deverão ser obrigatoriamente implementadas.
Um catálogo de alimentos que possam ser servidos nos workshops e brainstorms para
estimular a criatividade dos participantes.
Um cardápio para que cada participante possa escolher as ideias preferidas e defendê-
las.
Um catálogo apresentando a síntese de todas as ideias geradas no projeto.
O que seria um cardápio de ideias, segundo Vianna et al. (2012)?
0,67 ptsPergunta 9
Cardápio de Ideias, workshop de cocriação, brainstorm e matriz de posicionamento.
Considerando os direcionamentos apresentados por Vianna et al. (2012), qual
alternativa apresenta a ordem ideal para aplicar as ferramentas da fase de
ideação?
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 5/8
Matriz de Posicionamento, cardápio de ideias, workshop de cocriação e brainstorm.
Workshop de cocriação, brainstorm, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Brainstorm, workshop de cocriação, cardápio de ideias e matriz de posicionamento.
Não há ordem ideal.
0,67 ptsPergunta 10
Gerar muitas ideias inovadoras, com criatividade, independente dos aprendizados da
fase de imersão
Gerar ideias inovadoras para o desafio de negócio apresentado, considerando os
aprendizados da fase de imersão sintetizados nas ferramentas de análise.
Gerar ideias inovadoras que possam ser utilizadas em outros desafios e contextos de
negócio.
Gerar muitas ideias, independente do contexto do problema de negócio.
Gerar algumas ideias, cuja a implementação seja rápida e barata, sem considerar as
necessidades do cliente e do negócio.
Qual o objetivo da fase de ideação?
0,67 ptsPergunta 11
Tangibilizar uma solução para que a empresa comece a entender qual é o futuro
daquele produto ou serviço.
Reduzir incertezas do projeto, pois a prototipação é uma forma ágil de abandonar
alternativas que não são bem recebidas e, assim, pouco promissoras.
Construir algo que possa dar visibilidade interna e externa da solução e do projeto, afinal
“quem não é visto, não é lembrado”.
Construir algo, ainda que simplificado e não funcional, para apresentar em reuniões,
comitês e feiras.
No contexto do processo de Design thinking, qual a principal razão para
prototipar, conforme apresentado por Vianna et al. (2012)?
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 6/8
Tangibilizar a proposta, enquanto o time de desenvolvimento não consegue construir a
solução final.0,67 ptsPergunta 12
1-C; 2-D; 3-A; 4-B.
1-D; 2-B; 3-A; 4-C.
1-B; 2-C; 3-A; 4-D.
1-D; 2-A; 3-C; 4-B.
1-A; 2-B; 3-C; 4-D.
Como você associaria as colunas a seguir, considerando o que Vianna et al.
(2012) afirma sobre os níveis de contextualidade da prototipação?
Coluna A
1. Restrita
2. Geral
3. Parcial
4. Total
Coluna B
A. Prototipação para qualquer usuário e em qualquer ambiente.
B. Prototipação para usuário final e em ambiente final.
C. Prototipação para usuário final ou em ambiente final.
D. Prototipação em ambiente controlado.
A relação correta entre as colunas é respectivamente:
0,67 ptsPergunta 13
Conforme Vianna et al. (2012), uma encenação é:
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 7/8
Uma simulação improvisada de uma situação, que pode representar desde a interação
de uma pessoa com uma máquina até um simples diálogo entre pessoas para encenar
aspectos de um serviço.
Uma forma de representar um serviço, simulando todos os artefatos materiais,
ambientais e relações interpessoais buscando o envolvimento do usuário e sua
avaliação.
Todas as anteriores.
Uma simulação em forma de teatro, na qual os integrantes do time do projeto são os
atores e aqueles que assistem, clientes ou stakeholders, podem dar suas opiniões sobre
a ideia.
Uma forma de demonstrar para potenciais investidores ou stakeholders como seriam as
interações de um determinado serviço, sem que eles possam opinar ou dar feedbacks.
0,67 ptsPergunta 14
Média fidelidade – representação de aspectos da ideia.
Apenas os itens A, B e C.
Baixa fidelidade – representação conceitual/análoga a ideia.
Alta fidelidade – representação mais similar possível da ideia.
Apenas os itens A e B.
Assinale a alternaitva a seguir que apresenta os níveis de fidelidade relativos aos
protótipos, conforme Vianna et al. (2012):
0,67 ptsPergunta 15
auxiliar na validação das ideias geradas.
auxiliar o time na especificação para os times de desenvolvimento ou operações
criar um modelo com alto nível de fidelidade para que não haja dúvidas sobre a solução
final.
Segundo Vianna et al. (2012), a prototipação tem como função:
06/01/2021 Teste: AS Geral
https://cruzeirodosul.instructure.com/courses/8152/quizzes/43739/take 8/8
Salvo em 20:32 
imaginar ideias novas.
criar um modelo que seja muito semelhante ao esperado para a solução final.
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