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Tamires pereira da Silva 28270112
Professora :Claudia
Farmácia hospitalar e clínica 
CASO CLÍNICO 1
 
Identificação- Paciente R.W, sexo masculino, 69 anos de idade, vindo com encaminhamento odontológico (devido aos níveis descompensados pressóricos: 190x110mmHg, detectados na triagem do atendimento odontológico de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), o paciente foi direcionado para avaliação e conduta médica. O mesmo procurou aconselhamento junto ao farmacêutico da Farmácia Básica municipal. A princípio, relata que faz uso dos seguintes medicamentos: Captopril 25mg e Ácido Acetilsalicílico. 
Peso: 84 Kg; Altura: 1,68 cm; não faz uso de bebidas alcoólicas; ex-tabagista; sedentário; analfabeto. Relata tomar Captopril 25mg, sendo 2 comp. de 12/12 horas 1 comp. após o café da manhã e 1 comp. a noite quando lembra e Ácido Acetilsalicílico 100mg 2 comp. ao dia 2 comp. depois do café da manhã. Refere dores constantes do lado esquerdo do peito (formigamento) e calor, dores de cabeça constantes; sonolência; tosse seca e queimação no estômago, além de tontura quando se levanta de repente, após ter ficado algum tempo deitado ou sentado. Afirma não fazer uso dos seus medicamentos sempre no mesmo horário. Os exames bioquímicos apresentados demonstram uremia. Dados do retorno (após consulta médica): Foi acrescentado Hidroclortiazida, 25mg, 1x ao dia. 
 
Discutir o caso clínico: 
a- Fisiopatologia (s) relacionadas, epidemiologia, fatores de risco, estratégias farmacológicas e não farmacológicas. 
R: R.W está com hipertensão arterial, bem como o surgimento das crises hipertensivas se deve ao aumento abrupto da resistência vascular, quando a pressão arterial cai, ocorre vasodilatação cerebral e se a pressão arterial sobe ocorre vasoconstrição. Os maiores fatores de risco é a idade , peso e não tomar os medicamentos nos horários certos 
b- Quais as Orientações Farmacêuticas? 
R: Orientar a passar numa nutricionista , fazer exercício ,diminuir o uso de sal e orienta sobre o melhor horário de tomar os medicamento 
 
 
 
CASO CLÍNICO 2
 
Identificação: F.B., 47 anos, chega ao ambulatório farmacêutico hospitalar se queixando de “dor no peito” quando sobe a escada de casa, mas que em outros momentos desaparece. F.B. é sedentário, IMC=27, pressão arterial de consultório = 160/100. Os exames de sangue mostram alterações no lipidograma: 
–HDL: 35mg/dL (35 a 100) 
–LDL: 250mg/dL (<100) 
–Colesterol Total: 300mg/dL (<200). 
 
Discutir o caso clínico: 
a- Fisiopatologia (s) relacionadas, epidemiologia, fatores de risco, estratégias farmacológicas e não farmacológicas. 
R: F.B está com dislipidemia. O excesso de LDL está levando a um acúmulo de colesterol nos vasos, o que gerou aterosclerose no paciente F.B se queixa de dor no peito após exercícios. Isso é Angina , provavelmente causada por placas Ateroscleróticas acumuladas nas coronárias. Além disso F.B é hipertenso, o que o predispõe a complicação cardiovasculares.
b- Que tratamentos devem ser considerados para encaminhamento do paciente ao médico?
R: Precisamos tratas 3 aspectos do paciente: Pressão, Dislipidemia e angina.
 Para tratar a angina, devemos reduzir o trabalho cardíaco ( pós carga , pré carga ou bombeamento). Nesse sentido podemos usar vasodilatador doador de NO para crises de angina, um diurético para manter a pré- carga menor e um bloqueador de canais de cálcio para vasodilatação e efeitos cardíacas ( ino e cronotrópicos) .
O tratamento da angina, já irá reduzir a pressão arterial do paciente, pois diuréticos e BCC são ótimos anti – hipertensivos . Dependendo da resposta e do alvo terapêutico, podemos adicionar um ECA ou ARA. Para tratar a dislipidemia iremos usar uma estatina. Além dos benefícios de reduzir a LDL, as estatinas tem outros efeitos os peicotrópicos desconhecidos que prolongam a vida de pacientes com doenças cardiovasculares.
C- Quais as Orientações Farmacêuticas?- Que tratamentos não farmacológicos podem ser sugeridos ao paciente na triagem ambulatorial farmacêutica? 
R: Perda de peso, exercício, dieta pobre em gordura e sódio , abstinência de álcool e tabaco.
 
CASO CLÍNICO 3
 
M.C. é uma mulher de 66 anos que é internada no serviço de emergência após um infarto agudo do miocárdio. Após a recuperação, ela é diagnosticada com insuficiência cardíaca grave. Durante a discussão do caso pela equipe multidisciplinar, há a sugestão de um colega por usar diurético tiazídico (hidroclorotiazida) associada a um vasodilatador (diltiazem) e um cardiotônico (digoxina). 
 
Discutir o caso clínico: 
a- Fisiopatologia (s) relacionadas, epidemiologia, fatores de risco, estratégias farmacológicas e não farmacológicas. 
R: Aumentar o débito cardíaco (para não entrar em congestão)
· reduzir o trabalho cardíaco (para reduzir progressão da doença)
· Aumentar o aporte de oxigênio (para evitar angina ou outro infarto)
O diurético reduzirá o volume sanguíneo (reduzindo pré-carga e enchimento cardíaco); isso reduz a tensão na parede do coração e a força que os cardiomiócitos tem que fazer; cai trabalho e consumo de O2
O BCC diltiazem tem ações cardíacas e periféricas; No coração ele promove um efeito cronotrópico negativo (reduz frequência e aumenta o tempo de perfusão coronariano (que acontece só nas diástoles) aumentando aporte de O2, além disso promove vasodilatação coronariana, o que também aumenta o aporte de O2 Também promove vasodilatação arterial (reduz pós-carga) e discreta vasodilatação venosa (reduz pré-carga). Como ponto negativo está o efeito inotrópico negativo que pode reduzir o débito, mas que será compensado pelo digitálico
O digitálico aumenta a força de contração melhorando o débito cardíaco, evitando congestão (edema agudo de pulmão e morte). Ele se contrapõe ao nifedipino, resultando um efeito inotrópico líquido positivo, aumentando o efeito cronotrópico negativo (que permite maior oxigentação cardíaca na diástole). Além disso o aumento no débito cardíaco “desarma o SRAA e o Simpático
B - Quais as Orientações Farmacêuticas? Explique a associação dessas três classes de fármacos. Há algum motivo de preocupação na associação dos fármacos sugeridos? Se sim, o que fazer? 
R: Há dois motivos de preocupação:
Efeito inotrópico negativo do Diltiazem – já é compensado pelo digitálico, mas o diltiazem pode ser trocado por nifedipino (BCC também) que atua só na periferia; este, porém induzirá taquicardia reduzindo aporte de O2
Diurético pode levar a hipocalemia. Como a digoxina compete com o potássio para ligar no transportador Na/K ATPase, durante a hipocalemia a digoxina se ligará a maior numero de bombas, podendo levar a bloqueio átrio-ventricular, arritmias, parada cardíaca

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