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Anatomia da Dança
Seu processo de construção do Bailarino (a)
Vanessa Alves da Silva
O MOVIMENTO
Movimento é qualquer ação física ou mudança de posição. Porém, quando se observa um dançarino em movimento, isso é muito mais que uma mudança física de posição. 
É uma arte visual vibrante de imagens rápidas criadas por força, equilíbrio e graça. 
Aprender princípios básicos de movimento permitirá que seu corpo se movimente de modo mais eficaz e seguro ou seja, o estudo da anatomia da dança contribui de forma direta na formação do bailarino (a).
Conhecer o corpo é extremamente importante para o dançarino, otimizando sua movimentação e melhorando a estética e a técnica dos movimentos.
COLUNA VERTEBRAL
Possui 33 vértebras, sendo 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais (fundidas) e o cóccix.
A coluna vertebral possui curvaturas naturais que formam um “S” se vista lateralmente.
Entre cada uma das vértebras estão os discos intervertebrais que impedem o atrito entre elas e permitem os movimentos da coluna.
O que mantém essa estrutura na posição correta e estabilizada são os músculos. Existem músculos profundos e mais superficiais, formando camadas que devem ser fortalecidas para manter a postura e proteger a coluna.
A coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que torna o corpo capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Podendo caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rigido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro.
A postura de balé, por exemplo, pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilibrio e da organização das contrações musculares. 
Para melhorar a posição do corpo, o bailarino (a) precisa de um bom equilibrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.
A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. 
Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.
MEMBROS SUPERIORES
Todas as formas de dança requerem um trabalho eficiente dos membros superiores para proporcionar potência, beleza, equilibrio e impulso. Seus membros superiores são fundamentais para giros e mudanças de direção. 
A articulação do ombro, assim como o controle muscular, é complexa e bastante móvel. O cotovelo e o punho permitem movimentos ainda mais especializados a fim de criar fluidez durante o movimento do membro superior de uma posição para a outra. 
O fortalecimento dos músculos que controlam o ombro o ajudará a movimentar-se melhor a partir do core. Mesmo que a maioria das lesões esteja relacionada aos membros inferiores, o ombro não deve ser esquecido e merece sua atenção.
A desenvoltura dos membros superiores é importante na construção de um corpo que dança, principalmente nos giros e mudanças de direção do corpo em todas as formas de movimentação.
Conhecer a estrutura óssea e muscular dos membros superiores favorece a mecânica muscular, o cuidado e a eficiência na realização dos movimentos.
PELVE E QUADRIL
A dança requer um movimento repetitivo pouco comum da articulação do quadril que exige controle extremo.
Movimentos rápidos e rebuscados do quadril constituem a marca da apimentada dança latina.
Praticantes de dança moderna possuem força e agilidade para movimentar os quadris em todos os planos enquanto mudam o apoio do peso e ainda mantêm o equilibrio. 
Sapateadores conseguem movimentar os pés e o restante dos membros inferiores com velocidade extraordinária enquanto a pelve permanece estável. 
Bailarinos exibem a altura do développé mantendo a força e a flexibilidade nos quadris.
Todos os dançarinos precisam entender como as forças do movimento dos membros inferiores são distribuídas pelas articulações do quadril e pela pelve.
Todo estilo de dança exige que a coxa trabalhe junto e, em vários momentos, em posições de rotação lateral ou medial.
Entender como a pelve trabalha em harmonia com os membros inferiores pode melhorar sua técnica. Sua meta é realizar o movimento desejado dos membros inferiores sem perder o controle da pelve.
MEMBROS INFERIORES
A mágica da dança revela-se na beleza dos membros inferiores. Todos os estilos de dança exibem habilidades dos membros inferiores – eles desafiam a força da gravidade e contestam o que é humanamente possível. Essa qualidade estética é o meio pelo qual o bailarino (a) se comunica com a plateia. 
PÉS E TORNOZELOS
Os pés são a base de todo o corpo, para o dançarino é importante conhecer o alinhamento e a ação muscular necessária para melhorar a técnica.
No pé existem 26 ossos e 34 articulações, o que promove muitas possibilidades de movimentos, ao dançar, todas as articulações devem trabalhar em harmonia, assim evitando lesões e fortalecendo a musculatura dos pés e tornozelos.
Como dançarino, é necessário ter um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. 
Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. 
O jazz, as danças modernas e de salăo e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. O dançarino (a) deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais ("bola dos pés") e na ponta dos dedos dos pés.
Praticantes de sapateado, clog' e flamenco realizam muitos movimentos dificeis de percussão com os pés que exigem potēnca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. 
Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados especificos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. 
O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, por isso é importante um calçado específico pra esse movimento mas também com um perfil estético próprio pra leveza e graça do balé.
É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos integros e fortes e também saber a origem da estabilidade do tornozelo para reduzir o risco de entorses. 
músculos que são trabalhados nas aulas de dança
Não importa o ritmo escolhido: todos eles trabalham a maioria dos músculos do corpo. No entanto, cada uma das danças tonificam as partes do corpo de maneiras diferentes, com mais ou menos intensidade.
Os efeitos da dança na parte superior do corpo
A maioria das danças envolve principalmente os membros inferiores do corpo. As partes superiores são estimuladas entre muito pouco e moderadamente, dependendo do tipo de dança.
Mesmo que a dança, em geral, não demande muito dos músculos da parte superior do corpo, podemos notar que algumas partes podem acabar sendo bem trabalhadas, como as costas e os abdominais.
Dançar constantemente pode sim resultar na definição dos músculos abdominais. Isso porque são eles que possibilitam a flexão e a rotação do tronco, um recurso indispensável para qualquer tipo de dança!
Os músculos abdominais consistem em várias camadas musculares:
Reto do abdômen,
Oblíquo externo,
Oblíquo interno,
Transversal.
É através da execução de cada postura, da estabilização pélvica e das várias rotações que a dança ajuda a tonificar os músculos abdominais, fazendo-os trabalhar em conformidade com os passos desenvolvidos. Por isso é tão comum ver um dançarino profissional com uma barriga tanquinho altamente definida!
Ex.: ZUMBA
Ombros, braços e antebraços na dança
Pouco esforço é demandado dos ombros, braços e antebraços durante a maioria dos tipos de dança, o que resulta em uma utilização branda dos músculos presentes nessas partes do corpo. No entanto, algumas categorias precisam de braços fortes, tais como o break dance ou hip hop.
No entanto, a dança não os trabalha tanto quanto uma aula de musculação, por exemplo. Ela pode sim fortalecê-los,e trabalhando com mais intensidade essas três partes superiores do corpo é possível ter um resultado significativo.
Membros inferiores, foco principal da dança
A dança em geral trabalha principalmente a parte inferior do corpo, ou seja, os glúteos, as coxas e as panturrilhas!
Independente do estilo, um dançarino precisa utilizar todos os músculos da parte inferior do corpo.
Como a dança fortalece os músculos inferiores?
GLÚTEOS:
Os glúteos são a primeira área a obter massa muscular durante a dança. Estes também são chamados de músculos glúteos, isto é, na interseção dos membros inferiores e do tronco. Estes são os músculos mais volumosos e mais poderosos do corpo. Em particular, eles tornam possível melhorar a mobilidade das coxas e manter a pélvis na posição correta.
QUADRÍCEPS:
A dança também fortalece o quadríceps, na frente da coxa. Esses músculos facilitam a flexão das coxas com o quadril. Eles são também a extensão da perna na coxa. Muitas vezes é aqui que você tem dores após um treino concentrado nas pernas.
ISQUIOTIBIAIS:
Depois, há os isquiotibiais. Eles são, na verdade, os músculos da parte de trás da coxa. Eles são utilizados na hora de flexionar a perna corretamente e também estão presentes na extensão da perna na coxa.
PANTURRILHAS:
Finalmente, as panturrilhas. Também conhecidas como "batatas da perna" ou tríceps sural, elas estão localizadas na parte de trás da perna. Esses são os músculos que permitem a extensão do pé na perna, muitas vezes essencial para muitas danças.
Os movimentos, passos, flexões e extensões, portanto, fortalecem todos os membros inferiores, permitindo que executemos movimentos estáveis, rápidos e resistentes.
Músculos trabalhados de acordo com o tipo de dança
SUPERIORES:
Para fortalecer a parte superior do corpo (abdominais e costas), é melhor optar por uma aula de hip-hop, pois ela trabalha o corpo todo. A dança do ventre é outra boa opção já que ela exercita principalmente região abdominal . Se você gosta de um estilo mais aerodinâmico, opte pela dança clássica, pois ela fará com que você tenha um dorso de concreto e uma barriga lisa, além de fortalecer a parte inferior do corpo.
INFERIORES:
Para esculpir as pernas e gluteos, as danças mais recomendadas são: dança de salão e, em particular, o rock'n'roll, pois ele requer uma energia constante de movimentos, o que permite ainda ao dançarino perder peso enquanto define seus músculos. O zouk também é um ritmo que trabalha os quadris, exigindo ainda um emprego constante dos glúteos.
Danças Que Trabalham O Corpo Todo:
Algumas danças fazem com que você trabalhe energeticamente todo o corpo. Um bom exemplo disso é o tango, pois mesmo mobilizando principalmente as pernas, ele ainda requer a adoção de posturas que trabalham a parte superior do corpo. A capoeira também é uma dança completa e original.
Confira um resumo dos estilos de dança e os músculos trabalhados por cada uma delas:
Dança Clássica - Costas, pernas, glúteos, abdômen;
Danças Urbanas (Hip hop, break dance, etc.) - Corpo inteiro (ombros, costas, barriga, coxas, pernas);
Dança Oriental - Abdominais, quadris, braços;
Dança Jazz - Glúteos, coxas;
Danças de salão (Rock, Tango, etc.) - Costas, glúteos, coxas, panturrilhas, cardio;
Zouk -Glúteos, quadris, coxas;
Capoeira - corpo inteiro (ombros, costas, braços, abdominais, glúteos, pernas).
A propriocepção
A percepção de seu corpo, a tomada de consciência de seu próprio corpo, com suas limitações e possibilidades, é uma importante aquisição para a prática da dança.
As infinitas possibilidades de movimento só poderão se desenvolver expressiva e fisicamente a partir da propriocepção.
Perceber articulações, músculos, ossos, amplitudes de movimentos, apoios, eixos, enfim, todo o conjunto corporal gerador do movimento humano, permite-nos a criação das mais diferentes formas corporais.
São infinitas as combinações de movimentos possíveis e explorar essa multiplicidade é uma prática enriquecedora de nosso repertório ou vocabulário corporal.
 
A respiração é alterada durante o movimento, é importante que não aconteçam bloqueios e tensões respiratórias, para que o fluxo de ar se integre ao movimento harmonicamente.
Cinesfera ou Kinesfera: espaço global do corpo, está a nossa volta, delineando as partes de nosso corpo.
Centro de leveza: na região do osso externo, entre os mamilos. Esse centro irradia e equilibra a energia dos movimentos do tronco e dos membros superiores.
Centro de gravidade: na região pubiana, entre o umbigo e a genitália. Esse centro irradia e equilibra a energia dos movimentos do quadril e dos membros inferiores. Local de base do nosso equilíbrio corporal.
As partes do corpo e articulações que as movem. Compreender as diferentes mobilidades e sua amplitude de movimento.
Os tipos de movimentos possíveis com cada parte do corpo (flexão, extensão, rotação, circundução, contração e expansão, etc.).
Bases de sustentação do corpo: de pé, ajoelhado, sentado, deitado, em parada de mão, combinações de partes como cotovelo e lateral da coxa, etc.
A identificação do eixo corporal. O eixo é uma linha imaginária, que perpassa o corpo em sentido vertical passando do topo da cabeça, passa pela coluna e vai em direção ao chão. É ele que nos proporciona a noção de equilíbrio, de alinhamento.
Os alinhamentos corporais, a coluna alongada, a postura dos ombros, o encaixe do quadril.
Para os movimentos do quadril serem soltos, como nos rebolados, é fundamental manter os joelhos flexionados, para que o quadril tenha maior condição de movimentar-se.
Lembre-se do alongamento antes e depois da aula de dança
Em primeiro lugar, pense em se aquecer antes de começar a "dar seu sangue" durante a aula. Este é um passo essencial para evitar uma lesão muscular, acontecimento bastante comum na dança quando se está mal preparado.
Aula Prática
Anatomia dos diferentes movimentos de dança:
https://youtu.be/UXz63PMFDUg
Dançar é desenhar com o corpo o poema que habita na alma!
Edna Frigato
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HAAS, Jacqui Greene. Anatomia da Dança. Barueri, SP: Manole, 2011.
https://www.superprof.com.br/blog/danca-e-musculacao-andam-de-maos-dadas/
http://danceeaprenda.blogspot.com/2013/01/conhecendo-o-corpo-que-danca.html?m=0
https://youtu.be/UXz63PMFDUg

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