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PRIMEIROS SOCORROS OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS

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PRIMEIROS SOCORROS EM 
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS 
 
OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO(OVACE) 
 
CORPOS ESTRANHOS PODEM DESENCANDEAR UMA SÉRIE DE SINAIS, DESDE UMA 
OBSTRUÇÃO PARCIAL DA VIA AÉREA ATÉ UMA OBSTRUÇÃO COMPLETA. 
O RECONHECIMENTO PRECOCE DE OVACE É FUNDAMENTAL PARA OBTENÇÃO DE UM 
RESULTADO POSITIVO. 
OCORRE MAIS FREQUENTEMENTE EM CRIANÇAS, IDOSOS E INDIVÍDUOS SEM 
DENTIÇÃO, DEVIDO A PEDAÇOS DE ALIMENTOS E OBJETOS PEQUENOS QUE FICAM 
DETIDOS EM ALGUMA LOCALIDADE DAS VIAS AÉREAS, IMPEDINDO A PASSAGEM DO 
AR PARA OS PULMÕES. É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA QUE SE TENHA 
SUCESSO NA AJUDA A INDIVÍDUOS QUE APRESENTEM OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS A 
IDENTIFICAÇÃO DO TIPO DE OBSTRUÇÃO OCORRIDA. 
A OBSTRUÇÃO PARCIAL 
NA OBSTRUÇÃO PARCIAL: O INDIVÍDUO APRESENTA TOSSE INEFICAZ, AINDA HÁ 
RUÍDOS RESPIRATÓRIOS E AGUDOS; O INDIVÍDUO APRESENTA SENSAÇÃO DE 
SUFOCAMENTO. 
NA OBSTRUÇÃO TOTAL: PACIENTE APRESENTA INÍCIO SUBITO DE GRAVE 
DIFICULTADE RESPIRATORIA, NÃO CONSEGUE TOSSIR OU EMITIR QUALQUER SOM 
(TOSSE SILENCIOSA), PODE APRESENTAR O SINAL DE ANGÚSTIA (SINAL UNIVERSAL 
DE ASFIXIA) 
 
 
 
 
 
 
O QUE FAZER 
 
NA OBSTRUÇÃO LEVE, EXISTE PASSAGEM DE AR, E A VÍTIMA É CAPAZ DE 
TOSSIR. 
ENQUANTO HOUVER UMA TROCA GASOSA SATISFATÓRIA, O SOCORRISTA 
DEVE ENCORAJAR A VÍTIMA A PERSISTIR NA TOSSE ESPONTÂNEA E NOS 
ESFORÇOS RESPIRATÓRIOS, POIS A TOSSE PROMOVE A SAÍDA DE AR DOS 
PULMÕES, ESTIMULANDO A EXPULSÃO DO OBJETO QUE ESTÁ CAUSANDO A 
OBSTRUÇÃO. 
 
 
 
NA OBSTRUÇÃO GRAVE 
A VÍTIMA NÃO TEM CAPACIDADE PARA RESPIRAR, TOSSIR E FALAR, PODE OCORRES 
CIANOSE DE LÁBIOS E EXTREMIDADES, INDICANDO QUE NÃO HÁ PASSAGEM DE AR. 
EM VÍTIMAS CONSCIENTES: 
DEVE-SE UTILIZAR A MANOBRA DE HEIMLICH. 
ESTA MANOBRA (IMPULSO ABDOMINAL) ELEVA O DIAFRAGMA E AUMENTA A PRESSÃO 
NA VIA AÉREA, FORÇANDO A SAÍDA DE AR DOS PULMÕES, SUFICIENTE PARA CRIAR 
UMA TOSSE ARTIFICIAL E EXPELIR UM CORPO ESTRANHO. 
 J 
PASSO A PASSO DA MANOBRA DE HEIMLICH EM ADULTO CONSCIENTE 
 
 COM A VÍTIMA CONSCIENTE (EM PÉ), O SOCORRISTA 
DEVE SE POSICIONAR ATRÁS DELA, FORMANDO BASE 
COM OS PÉS E COLOCANDO UMA DE SUAS PERNAS 
ENTRE AS PERNAS DA VÍTIMA. 
 
 ABRAÇA-SE A VÍTIMA POR TRÁS, COM OS BRAÇOS NA 
ALTURA DO PONTO ENTRE A CICATRIZ UMBILICAL E O 
APÊNDICE XIFOIDE. COM AS MÃOS EM CONTATO COM O 
ABDÔMEN DA VÍTIMA, PUNHO FECHADO E POLEGAR 
VOLTADO PARA DENTRO, SERÃO REALIZADAS 
COMPRESSÕES ABDOMINAIS SUCESSIVAS DIRECIONADAS 
PARA CIMA, ATÉ DESOBSTRUIR A VIA AÉREA OU A 
VÍTIMA PERDER A CONSCIÊNCIA. 
 
 
 COM A VÍTIMA INCONSCIENTE (DEITADA), O 
TRABALHADOR DEVE INSPECIONAR SUA BOCA, REMOVENDO O CORPO CASO 
SEJA VISÍVEL; EM SEGUIDA REALIZAR DUAS VENTILAÇÕES, COM DURAÇÃO DE 
UM SEGUNDO CADA; POSICIONAR-SE DE JOELHOS AO LADO DA VÍTIMA; 
REALIZAR 30 COMPRESSÕES TORÁCICAS. SEGUE-SE A VERIFICAÇÃO DA BOCA 
E REALIZA-SE ESTA SEQUÊNCIA (CICLO) ATÉ QUE OCORRA A DESOBSTRUÇÃO 
OU ATÉ A CHEGADA DO SOCORRO ESPECIALIZADO. 
 
 
SE A VÍTIMA FOR GRAVIDA OU OBESO 
 
 
SE A VÍTIMA ESTIVER GRÁVIDA 
OU FOR OBESA, APLIQUE 
COMPRESSÕES TORÁCICAS, AO 
INVÉS DE COMPRESSÕES 
ABDOMINAIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRIANÇA RESPONSIVA COM OBSTRUÇÃO GRAVE 
ABAIXAR-SE, POSICIONANDO-SE ATRÁS DO 
PACIENTE COMOS BRAÇOS À ALTURA DA 
CRISTA ILIACA. 
FECHAR UMA DAS MÃOS EM PUNHO E 
POSICIONÁ-LA NO ABDOME DO PACIENTE, NA 
LINHA MÉDIA, ACIMA DO UMBIGO, COM O 
POLEGAR VOLTADO PARA O ABDOME. 
COM A OUTRA MÃO ESPALMADA SOBRE A 
PRIMEIRA, COMPRIMIR O ABSOME EM 
MOVIMENTOS RÁPIDOS, DIRECIONADOS PARA 
DENTRO E PARA CIMA EM (J) 
REPETIR A MANOBRA ATÉ A DESOBSTRUÇÃO OU ATÉ O PACIENTE SE 
TORNAR IRRESPONSIVO. 
OBS: LEMBRAR-SE DE DOSAR A FORÇA APLICADA NO PACIENTE 
PEDIATRICO. 
MANOBRAS EM BEBÊS DE DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS 
 
O PROFISSIONAL DEVE SENTAR-SE PARA REALIZAR A MANOBRA 
POSICIONAR O BEBÊ EM DECUBITO VENTRAL SOBRE O ANTEBRAÇO DO 
PROFISSIONAL, QUE DEVE APOIAR A REGIAO DO MENTONIANA DO BEBÊ COM OS 
DEDOS EM FURCULA 
APOIAR O ANTEBRAÇO QUE SUPORTA O BEBÊ SOBRE A COXA, MANTENDO A CABEÇA 
EM NÍVEL DESCRETAMENTE INFERIOR AO TORAX. 
APLICAR CICLOS REPETIDOS DE CINCO GOLPES NO DORSO (ENTRE AS ESCÁPULAS E 
COM O CALCANHAR DA MÃO, SEGUIDOS DE CINCO COMPRESSÕES TORÁCICAS LOGO 
ABAIXO DA LINHA INTERMAMILAR, ATÉ QUE O OBJETIVO SEJA EXPELIDO OU O BEBÊ 
TORNE-SE IRRESPONSIVO. 
 
OBSTRUÇÃO LEVE EM BEBÊ RESPONSIVO 
 
NÃO REALIZAR MANOBRA DE DESOBSTRUÇÃO 
ACAMAR O BEBÊ 
PERMITIR A TOSSE VIGOROSA 
OBSERVAR ATENTA E CONSTANTEMENTE 
 
 
 
 
 
 
MANOBRAS DE HEIMLICH EM PACIENTES DEITADOS, PORÉM 
CONSCIENTE 
 
 
VOU ME AJOELHER POR CIMA DA CXA DA VITÍMA 
COLACAR A SEGUNDA MÃO SOBRE A PRIMEIRA E REALIZAR COMPRESSÃO ABDOMINAL 
EM J 
OBSERVAR SE O OBJETO FOI EXPULSO 
 
SE A VÍTIMA FICAR INCONSCIENTE, INICIAR PROTOCOLO DE RCP 
 
 
SE A VÍTIMA FICAR INCONSCIENTE, INICIAR PROTOCOLO DE RCP 
PACIENTE QUE FICA INCONSCIENTE APÓS O ENGASGO, ENTROU EM UMA PARADA 
RESPIRÁTORIA, ENTÃO NÃO FAREMOS, MAS A MANOBRA DE HAIMLICH, MAS SIM COMPRESSÕES 
TORACICAS. 
VISUALIZO AS VIAS AÉREAS COM OBJETIVO DE VISUALIZAR ALGO, E SE EU CONSIGO RETIRAR 
USANDO MEU POLEGAR E INDICADOR EM FORMA DE PINÇA. 
NÃO VOU COLOCAR MEU DEDO AS CEGASPROCURANDO ALGUMA COISA, SOMENTE SE EU VEJO. 
ENTÃO EU TENHO DOIS CENÁRIOS: 
PRIMEIRO: 
SE EU VISUALIZO O E RETIRO O OBJETO, FAÇO 2 VENTILAÇÕES, OBSERVO O PACIENTE CHECO O 
PULSO E OBSERVO A ELEVAÇÃO DO TORAX, E SUA RESPIRAÇÃO. 
----SE ESTÁ SEM PULSO, MAS RESPIRA--- CONTINUO COMPRESSÕES. 
----SE TEM PULSO, MAS NÃO RESPIRA---FAÇO 1 VENTILAÇÃO A CADA 5 A 6 SEGUNDOS. 
 ---SE RESPIRA E TEM PULSO E RESPIRA ---POCISÃO LATERAL- CONVERSA- ENCAMINHA PARA 
ATENDIMENTO MÉDICO. 
SEGUNDO: 
NÃO CONSIGO VISUALIZAR O OOBJETO FAÇO UMA VENTILAÇÃO DE RESGATE E OBSERVO O 
TORAX, SE HOUVER ELEVAÇÃO – FAÇO OUTRA – POIS ESTÁ TENDO UMA PEUQENA PASSAGEM DE 
AR. 
SE NÃO HOUVER ELEVAÇÃO DO TORAX –NÃO TEM PASSAGEM DE AR-TENTO MAIS UMA VEZ NÃO 
TEM VOLTO COMPRESSÕES 
OBS: NÃO FORÇAR 
-----SEGUNDO O PROTOCOLO DAASSOCIAÇÃO AMERICANA DO CORAÇÃO, TENHO QUE FAZER A 
VENTILAÇÃO MESMO NÃO TIRANDO O OBJETO, PACIENTE EM PARADA RESPIRATORIA, CAUSA 
HIPOXIA, TODO OXIGENIO É IMPORTANTE. 
 
 
 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
 
Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de 
Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019, Sociedade Brasileira de 
Cardiologia. 
PROTOCOLOS DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA, SAMU 192. 
INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica DFEM – Departamento de Formação em 
Emergência Médica, Manual de Suporte Básico de Vida – Adulto, Versão 4.0 - 2.ª Edição 2017 
Revisão da versão 3.0 - 1.ª Edição 2017.

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