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MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
 
GAMETOGÊNESE 
� Evento meiótico para a formação e 
desenvolvimento dos gametas masculinos e 
femininos. Esse evento conta com a redução 
pela metade da carga genética para quando 
houver a fecundação, o número de 
cromossomos seja constante e compatível 
com o da espécie. 
� O ovócito é produzido pela ovulogênse/ 
oovogênese e o espermatozóide pela 
espermatogênese. 
� Processo dependente de mitose e de meiose. 
 
 
MITOSE 
� Reprodução de células somáticas. 
� Envolve uma divisão que origina duas células 
filhas idênticas à célula mãe. 
� Proporciona o crescimento, reparo, 
cicatrização e substituição de células mortas. 
MEIOSE 
� Ocorre somente em células germinativas. 
� Uma célula mãe dá origem a quatro células 
filhas com metade do seu número de 
cromossomos. 
� A meiose I é reducional (número de 
cromossomos se reduz a metade), ocorre a 
duplicação do DNA e dos cromossomos e a 
formação das cromátides. 
� A meiose II é equacional (o número de 
cromossomos das células que se dividem 
mantém-se o mesmo nas células que se 
formam). É um processo semelhante a mitose. 
� Na prófase I há o pareamento dos 
cromossomos homólogos (um que vem do pai 
e outro da mãe) que serão separados na 
anáfase I. Essa fase (anáfase I) é responsável 
pela redução do número de cromossomos nas 
células filhas, já que a segunda fase mantém 
constante o número. 
� Os cromossomos X e Y não são homólogos, 
apenas a região de seus braços curtos, onde se 
emparelham. 
� Proporciona a redução do número de 
cromossomos e a variabilidade genética. 
� Possibilita a constância do número 
cromossômico de geração a geração, arranjo 
ao acaso dos cromossomos paterno e materno 
e possibilita também a recombinação do 
material genético. 
� Problemas: a não-disjunção é a falha na 
separação dos cromossomos homólogos, 
aneuploides. Ocorre com maior incidência em 
mulheres. 
 
 
 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
 
ESPERMATOGÊNESE 
 
 
� Inicia-se na puberdade e ocorre de maneira 
contínua e repetitiva nos túbulos seminíferos. 
� Processo pelo qual se formam os gametas 
masculinos, os espermatozóides, a partir de 
células germinativas primordias, as 
espermatogônias. 
� Dura de 72 a 74 dias. 
� É sensível a temperatura maior ou igual a 36°C 
� É a transformação da espermatogônia em 
espermatozóide. As espermatogônias do tipo a 
se dividem por mitose e as espermatogônias 
do tipo b por meiose, originando os gametas. 
� Ocorre nos testículos. 
� ESPERMATOZOIDE: 
• São células ativamente móveis, formadas 
por uma cabeça (maior parte e contém o 
núcleo) e uma cauda. 
• Há perda citoplasmática. 
• O complexo golgiense forma a vesícula 
que depois se transforma em acrossomo 
(organela rica em enzima hialuronidase, 
originada da região do golgi, auxilia na 
dispersão da corona radiata e na 
penetração do sptz na zona pelúcida do 
óvulo durante a fecundação). 
• A cabeça possui o núcleo condensado e 
envolvido por acrossomo que possui 
enzimas hidrolíticas. 
• No flagelo há uma peça intermediária rica 
em mitocôndrias que fornecem energia 
para a locomoção. 
 
 
TESTÍCULO 
� Produzem gametas e hormônios 
(testosterona). 
� Órgão constituído por túbulos seminíferos, 
local onde são produzidos os 
espermatozóides. 
� Os túbulos seminíferos possuem o epitélio 
seminífero (ou germinativo) que possui células 
germinativas e células de Sertoli. 
� Entre os túbulos seminíferos há o tecido 
intersticial (formado por tecido conjuntivo 
frouxo) que possui células de Leydig, vasos 
sanguíneos e linfáticos. 
� As espermatogônias se localizam na periferia 
dos túbulos seminíferos e à medida que a 
gametogênese ocorre, elas se localizam mais 
próximo a luz dos túbulos. 
� Possui três tipos de células: 
1. CÉLULAS DE SERTOLI: 
� Nutrem e protegem o 
espermatozóide (células 
germinativas). 
 
� Fagocitam células germinativas 
defeituosas. 
 
� Secretam fluidos do túbulo 
seminífero. 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58
 
� Absorvem e digerem o citoplasma 
expelido pelas espermátides durante 
a remodelagem. Dessa forma este 
material não atingirá a circulação 
sanguínea e não constituirá
contínua de antígenos. 
� Secretam inibina e ativina que 
regulam a secreção de FSH.
 
� Responsável pela estrutura do túbulo 
seminífero. 
 
� Produzem uma proteína 
testosterona e a transporta para o 
interior dos túbulos seminíferos 
estimulando o processo da 
gametogênese. 
 
� Formam barreira hemato
por isso o espermatozóide é chamado 
de antigênico. Isso para proteger que 
o espermatozóide não seja envolvido 
por sangue, caso contrário ele poderá 
ser visto como um antígeno. Essa 
barreira impede que entre sangue no 
túbulo seminífero. 
 
 
2. CÉLULAS DE LEYDIG: produzem 
testosterona (hormônio necessário para 
ocorrer à espermatogênese) 
LH. 
 
3. CÉLULAS GERMINATIVAS: dão
espermatozóides. 
 
PRÓSTATA E VESÍCULA
� Produzem secreções que mantém os 
espermatozóides. 
EPIDÍDIMO 
� Armazena o espermatozóide para terminar sua 
maturação. 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
o citoplasma 
expelido pelas espermátides durante 
Dessa forma este 
material não atingirá a circulação 
sanguínea e não constituirá fonte 
Secretam inibina e ativina que 
regulam a secreção de FSH. 
Responsável pela estrutura do túbulo 
proteína que se liga à 
testosterona e a transporta para o 
interior dos túbulos seminíferos 
processo da 
Formam barreira hemato-testicular e 
por isso o espermatozóide é chamado 
de antigênico. Isso para proteger que 
o espermatozóide não seja envolvido 
por sangue, caso contrário ele poderá 
ser visto como um antígeno. Essa 
ede que entre sangue no 
CÉLULAS DE LEYDIG: produzem 
(hormônio necessário para 
 pela ação do 
ão origem aos 
PRÓSTATA E VESÍCULA 
Produzem secreções que mantém os 
Armazena o espermatozóide para terminar sua 
TRANSPORTE DOS ESPERMATOZÓIDES
� São rapidamente transportados pelo 
epidídimo para uretra através de contrações 
peristálticas. 
� As glândulas sexuais acessórias produzem 
secreções que são adicionadas ao líquido que 
contém espermatozóide.
CONTROLE HORMONAL
� Depende de um feedback negativo que 
envolve interações no eixo hipotálamo
hipófise-gonadas. Há o controle dos 
hormônios: 
• GnRH (hormônio libera
gonadotrofinas): secretado pelo 
hipotálamo. 
• Gonadotrofinas: secretados pela 
adenohipófise. São eles:
� LH (hormônio luteinizante): atua na 
célula de Leydig.
� FSH (hormônio folículo estimulante): 
atua na célula de sertoli.
 
 
ETAPAS DA ESPERMATOGÊNESE
1. PERÍODO GERMINATIVO: mitoseses formando 
mais espermatogônias.
2. PERÍODO DE CRESCIMENTO: a
cresce e sua cromatina se condensa, 
transformando-se nos espermatócitos 
primários. 
3. PERÍODO DE MATURAÇÃO: o
primários sofrem uma divisão 
primeira divisão meiótica, gerando dois 
TRANSPORTE DOS ESPERMATOZÓIDES 
 
São rapidamente transportados pelo 
epidídimo para uretra através de contrações 
sexuais acessórias produzem 
secreções que são adicionadas ao líquido que 
contém espermatozóide. 
CONTROLE HORMONAL 
Depende de um feedback negativo que 
envolve interações no eixo hipotálamo-
gonadas. Há o controle dos 
GnRH (hormônio liberador de 
gonadotrofinas): secretado pelo 
Gonadotrofinas: secretados pela 
adenohipófise. São eles: 
LH (hormônio luteinizante): atua na 
célula de Leydig. 
FSH (hormônio folículo estimulante): 
atua na célula de sertoli. 
 
ETAPAS DA ESPERMATOGÊNESE 
 
PERÍODO GERMINATIVO: mitoseses formando 
mais espermatogônias. 
PERÍODO DE CRESCIMENTO: a espermatogônia 
cresce e sua cromatina se condensa, 
se nos espermatócitos 
PERÍODO DE MATURAÇÃO: os espermatócitos 
primários sofrem uma divisão reducional, a 
primeira divisão meiótica, gerando dois 
MARIA EDUARDA SARDINHAESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
 
espermatócitos secundários, células que tem 
aproximadamente a metade do tamanho dos 
espermatócitos primários. 
4. PERÍODO DE DIFERENCIAÇÃO/ 
ESPERMATOGÊNESE: os espermatócitos 
secundários passam pela segunda divisão 
meiótica originando quatro espermátides. 
5. Cada espermátide se transforma 
gradualmente em quatro espermatozóides 
através da espermiogênese. Quando prontos, 
os espermatozóides são liberados e caem na 
luz dos túbulos seminíferos indo em direção ao 
epidídimo. Lá ficam armazenados por um 
tempo variável, amadurecem e ganham 
mobilidade até serem eliminados através das 
vias genitais masculinas durante a ejaculação. 
 
ESPERMIOGÊNESE 
 
� Processo de citodiferenciação das 
espermátides em espermatozóides. Fase final 
da maturação dos espermatozóides. 
� Espermátide se transformando em 
espermatozóide. A espermátide perde a maior 
parte de seu citoplasma e organelas e passa a 
possuir somente núcleo (com metade do 
número de cromossomo) e acrossomo. 
� O acrossomo consiste numa organela derivada 
do aparelho de golgi que contém no seu 
interior enzimas com importante função na 
fertilização. 
� Um proeminente flagelo surge da região 
centriolar. 
� O núcleo se condensa e o citoplasma 
excedente é eliminado. 
� As mitocôndrias se organizam circundando a 
parte inicial do flagelo chamada de peça 
intermediária e tem função de fornecer 
energia para a movimentação do flagelo e 
condução do espermatozóide através do trato 
genital feminino. 
 
 
FATORES QUE AFETAM A FERTILIDADE 
� Temperatura testicular elevada (acima de 35°). 
� Criptorquidia: testículo preso na região 
inguinal. 
� Desnutrição e álcool. 
� Infecções e doenças (caxumba, doenças renais, 
HIV..) 
� Hormônios, anabolizangtes/corticosteróides. 
� Radioterapia e quimioterapia. 
� Substâncias químicas (pesticidas, 
medicamentos, drogas..) 
� A avaliação da fertilidade masculina é feita 
através de um espermograma, posteriormente 
através de um processamento seminal 
(capacidade do espermatozóide de chegar ao 
óvulo), por uma avaliação do índice de 
fragmentação do DNA espermático e por fim 
por uma biopsia testicular (avaliação hormonal 
que pode ser normal ou pode ter ausência 
espermática). 
 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
 
OVULOGÊNESE 
� Ocorre nos ovários,, no interior dos folículos 
ovarianos. 
� A cada ciclo apenas um gameta se torna 
maduro. 
� Os ovários se alternam na maturação dos seus 
folículos. 
� A divisão meiótica é desigual. 
� Durante a fecundação, as mitocôndrias do 
espermatozóide entram no ovócito, mas há a 
ativação de um gene para formação de 
proteínas que destroem essas mitocôndrias. A 
não ativação desse gene aumenta a taxa de 
mortalidade dos embriões. 
� Sequência de eventos onde as ovogônias são 
transformadas em ovócitos maduros. 
� Inicia-se antes do nascimento, durante o 
desenvolvimento embrionário, e é completado 
depois da puberdade. Encerra-se na 
menopausa. 
� Durante a vida fetal, as ovogônias se 
proliferam por mitose. As ovogônias crescem 
para formar os ovócitos primários antes do 
nascimento. 
� Assim que o ovócito primário se forma, as 
células do tecido conjuntivo que o circundam 
formam uma única camada de células 
foliculares. O ovócito primário circundado por 
essa camada chama-se folículo primordial. 
� Na puberdade, à medida que o ovócito cresce, 
as células foliculares de cubóides tornam-se 
cilíndricas, passando a ser chamado de folículo 
primário. 
� O ovócito primário é envolvido por uma 
camada glicoprotéica e é chamado de zona 
pelúcida. 
� Os ovócitos primários iniciam a primeira 
divisão meiótica, estacionando na prófase por 
ação de uma substância chamada inibidor da 
maturação do ovócito secretado pelas células 
foliculares, que estacionam no processo 
meiótico. 
� Durante a puberdade, um folículo amadurece 
a cada mês e assim ocorre a fecundação. Os 
ovócitos primários em prófase suspensa estão 
sujeitos à ação da radiação. 
� Nenhum ovócito primário se forma após o 
nascimento, o que contrasta com a produção 
contínua de espermatozóides primários. 
� O ovócito é circundado pela zona pelúcida e 
pela corona radiata. 
� O ovócito é uma célula grande e imóvel 
quando comparada ao espermatozóide. 
� A cariogamia é a fusão dos núcleos de duas 
células sexuais. 
MATURAÇÃO PRÉ-NATAL 
� A ovogônia tem origem também a partir das 
células germinativas primordiais que migram 
da parede posterior do saco vitelino. Quando a 
gônada se diferencia em ovário, as células 
germinativas primordiais se diferenciam em 
ovogônias. 
� No início da vida fetal, as ovogônias proliferam 
por divisão mitótica e ao nascer, todas 
crescem formando os ovócitos primários e 
iniciam a primeira divisão meiótica. Esta, 
porém não vai se concluir neste período. As 
células permanecem em prófase suspensa da 
primeira divisão meiótica até o início dos 
períodos reprodutivos na puberdade. 
 
MATURAÇÃO PÓS-NATAL 
 
� Na puberdade, a cada período reprodutivo, 
vários ovócitos reiniciam a divisão meiótica, 
porém apenas um vai ser eliminado a cada 
mês na ovulação. 
� O ovócito primário aumenta de tamanho e 
termina a primeira divisão meiótica pouco 
antes da ovulação (48 a 72 horas antes), 
porém a divisão gera duas células de 
tamanhos desiguais: o ovócito secundário fica 
com quase todo o citoplasma e a maioria das 
organelas, a outra célula, bem menor, é 
chamada de corpúsculo polar e logo degenera. 
� Durante o processo de ovulação (eliminação 
do ovócito do ovário), o ovócito inicia a 
segunda divisão meiótica, porém esta é 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
 
novamente suspensa, desta vez na metáfase, e 
só será completada no momento da 
fecundação com a entrada do espermatozóide 
no interior da célula. 
� Ocorrendo à fecundação, antes da fusão dos 
dois pró-núcleos, o masculino e o feminino, o 
ovócito secundário termina a segunda divisão 
meiótica, novamente eliminando outro 
corpúsculo polar. 
 
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO 
� OVÁRIOS: são as gônadas femininas que 
expelem folículos ovarianos. Armazenam, 
maturam e liberam oócitos. 
� TUBAS UTERINAS: transporta o oócito, 
espermatozóide e o embrião, além de fornecer 
nutrientes para esses. 
• Em sua porção proximal, abre se dentro 
do corno do útero e em sua porção distal 
abre-se na cavidade peritonial. 
• Dividida em quatro porções: infundíbulo, 
ampola, istmo e porção uterina. 
• Conduz o zigoto em clivagem para a 
cavidade uterina. 
� ÚTERO: possui três camadas, o endométrio 
mais externo, o miométrio que é a parede 
muscular e o peritônio que é responsável pelo 
crescimento, desenvolvimento e 
desestabilização. 
• Parede espessa. 
• Duas partes principais: corpo do útero 
(estreita-se até o istmo, região entre o 
corpo e o colo do útero) e o colo do útero. 
 
CONTROLE HORMONAL 
� Eixo hipotálamo hipófise ovário: o hormônio 
GnRH é liberado pelo hipotálamo e age na 
hipófise estimulando a liberação de FSH e LH. 
Ambos agem no ovário, o LH atua na produção 
de esteróides em células da teca e o FSH atua 
nas células granulosas. A enzima aromatase é 
ativada pelo FSH. As concentrações de FSH e 
LH determinam a produção dos hormônios 
ovarianos (estrogênio, progesterona, ativina, 
inibina.) Os hormônios ovarianos exercem um 
feedback negativo na liberação de GnRH, com 
exceção do meio do ciclo quando há um 
feeddback positivo com o pico de LH, evento 
crucial para a ovulação. Se houver a 
fertilização, os hormônios ovarianos são 
essenciais para preparar o endométrio para a 
implantação embrionária. 
� Hormônios da adeno-hipófise: 
• FSH: estimula o crescimento dos folículos 
ovarianos e produção dos estrogênios 
pelas células foliculares. 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58
 
• LH: desencadeia a ovulação (liberação do 
ovócitosecundário) e a formação do 
corpo lúteo. Estimula células foliculares e 
o corpo lúteo a produzir progesterona.
� Hormônios ovarianos: 
• Estrógeno: inibe a secreção do FSH e 
estimula a secreção do LH. 
• Progesterona: inibe a produção de LH.
 
FOLICULOGÊNESE 
� Desenvolvimento e maturação dos folículos.
� Acompanha a maturação dos oócitos.
� O folículo é a unidade funcional do ovário e 
desempenha funções endócrinas e 
gametogênicas. Está no córtex do ovário.
� Todos os oócitos estão dentro de folículos em 
diversos estágios distintos. 
 
� A maturação do oócito está relacionada ao 
desenvolvimento do seu revestimento celular.
� Folículo ovariano: oócito + células foliculares
(células derivadas do estroma do ovário)
� É classificado de acordo com seu 
desenvolvimento. 
 
� FOLÍCULO PRIMORDIAL: entre a 6ª e 8ª 
semana. É um oócito primário
crescimento ainda na vida-uterina, parando 
em prófase I) circundado pela zona pelúcida e 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
(liberação do 
e a formação do 
Estimula células foliculares e 
o corpo lúteo a produzir progesterona. 
Estrógeno: inibe a secreção do FSH e 
Progesterona: inibe a produção de LH. 
Desenvolvimento e maturação dos folículos. 
Acompanha a maturação dos oócitos. 
funcional do ovário e 
desempenha funções endócrinas e 
Está no córtex do ovário. 
Todos os oócitos estão dentro de folículos em 
 
está relacionada ao 
desenvolvimento do seu revestimento celular. 
Folículo ovariano: oócito + células foliculares 
(células derivadas do estroma do ovário). 
É classificado de acordo com seu 
 
entre a 6ª e 8ª 
m oócito primário (parou o 
uterina, parando 
circundado pela zona pelúcida e 
por uma camada de células foliculares 
pavimentosas. 
• Hormônio independente.
• O gameta é derivado da ovogônia que 
entrou na primeira divisão me
formando o ovócito primário.
• Processo mitótico acelerado das células 
germinativas primordiais do feto origina 
as oogônias. 
• Todas as fêmeas nascem com todos os 
folículos primordiais.
• Esse folículo não secreta hormônios nem 
responde aos hormônios da 
• Os folículos primordiais são perdidos 
principalmente por atresia folicular.
• A taxa de sobrevivência e morte dos 
folículos primordiais determina a vida 
reprodutiva da mulher, já que a reserva 
ovariana feminina possui número finito.
• A partir da 11ª e 12ª semana há o início da 
meiose das oogônias que será 
interrompida na prófase.
• Os oócitos ficam quiescentes em prófase 
até o momento da ovulação.
 
� FOLÍCULO PRIMÁRIO: 
circundado pela zona pelúcida e por uma 
camada de células 
cúbicas. 
• Hormônio independente.
• É a primeira etapa do desenvolvimento 
folicular. 
• O folículo primordial se torna folículo 
primário. 
• Esse folículo começa a surgir apósa 
puberdade, por ação dos hormônios 
quando se inicia o ciclo sexual.
• O gene GDF-9 estimula a proliferação da 
granulosa, da teca e é fator de 
diferenciação do crescimento. Na ausência 
desse gene e do BMP 1, o folículo 
secundário não é formado.
por uma camada de células foliculares 
Hormônio independente. 
é derivado da ovogônia que 
entrou na primeira divisão meiótica 
formando o ovócito primário. 
Processo mitótico acelerado das células 
germinativas primordiais do feto origina 
Todas as fêmeas nascem com todos os 
folículos primordiais. 
Esse folículo não secreta hormônios nem 
responde aos hormônios da reprodução. 
Os folículos primordiais são perdidos 
principalmente por atresia folicular. 
A taxa de sobrevivência e morte dos 
folículos primordiais determina a vida 
reprodutiva da mulher, já que a reserva 
ovariana feminina possui número finito. 
11ª e 12ª semana há o início da 
meiose das oogônias que será 
interrompida na prófase. 
Os oócitos ficam quiescentes em prófase 
até o momento da ovulação. 
FOLÍCULO PRIMÁRIO: oócito primário 
circundado pela zona pelúcida e por uma 
camada de células da granulosa foliculares 
Hormônio independente. 
É a primeira etapa do desenvolvimento 
O folículo primordial se torna folículo 
Esse folículo começa a surgir apósa 
puberdade, por ação dos hormônios 
quando se inicia o ciclo sexual. 
9 estimula a proliferação da 
granulosa, da teca e é fator de 
diferenciação do crescimento. Na ausência 
desse gene e do BMP 1, o folículo 
secundário não é formado. 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58
 
• Há o aumento do tamanho do oócito.
• Formação da zona pelúcida, 
de mucopolissacarídeos produzidos pelas 
células da granulosa que adere ao oócito, 
envolvendo-o completamente.
 
� FOLÍCULO SECUNDÁRIO: oócito primário 
circundado pela zona pelúcida, por uma 
camada de células foliculares (camada 
granulosa) e pela teca, derivada de 
fibroblastos (a teca é desenvolvida a partir do 
estroma disposto ao redor da lâmina basal 
que sustenta as células da granulosa)
• Hormônio dependente. 
• Proliferação das camadas celulares e 
diferenciação em dois tipos celulares: 
células grandes e alongadas (cé
teca) e células pequenas e cubóides 
(células da granulosa). 
• Formação da camada tecal (processo de 
angiogênese para promover o suprimento 
sanguíneo do folículo). Essa camada se 
divide em: 
� Camada tecal interna: 
células intersticiais. Responsável pela 
produção de hormônios femininos 
estrogênio e progesterona.
� Camada tecal externa: 
músculo liso. Respons
envoltório do folículo. 
• As células da granulosa produzem a zona 
pelúcida que é formada pelas proteínas 
PZP1; PZP2 e PZP3 (casca do óvulo). 
� Essa camada protege contra a 
penetração de espermatozóides intra
específica. 
� É responsável pelo bloqueio da 
poliespermia. 
� Após a entrada de um 
espermatozóide a zona pelúcida se 
modifica (muda de polaridade) e 
impede a penetração de
espermatozóides. 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58- 2025.2 
EMBRIOLOGIA GISELE- AULA 4 
Há o aumento do tamanho do oócito. 
na pelúcida, uma camada 
carídeos produzidos pelas 
que adere ao oócito, 
o completamente. 
oócito primário 
circundado pela zona pelúcida, por uma 
camada de células foliculares (camada 
e pela teca, derivada de 
(a teca é desenvolvida a partir do 
estroma disposto ao redor da lâmina basal 
que sustenta as células da granulosa) 
camadas celulares e 
diferenciação em dois tipos celulares: 
células grandes e alongadas (células da 
teca) e células pequenas e cubóides 
Formação da camada tecal (processo de 
angiogênese para promover o suprimento 
sanguíneo do folículo). Essa camada se 
Camada tecal interna: secretora, 
Responsável pela 
produção de hormônios femininos 
estrogênio e progesterona. 
Camada tecal externa: fibrosa, 
Responsável pelo 
As células da granulosa produzem a zona 
pelúcida que é formada pelas proteínas 
ZP3 (casca do óvulo). 
Essa camada protege contra a 
penetração de espermatozóides intra-
É responsável pelo bloqueio da 
Após a entrada de um 
espermatozóide a zona pelúcida se 
modifica (muda de polaridade) e 
impede a penetração de outros 
• Os folículos secundários maduros se 
tornarão folículos pré
• Cada conjunto de folículos pré
formado inicia uma onda de 
desenvolvimento folicular.
� FOLÍCULO PRÉ-ANTRAL/ANTRAL: 
• Um ciclo de desenvolvimento folicular 
completo dura cerca de 85 dias.
• O folículo que atinge a ovulação em um 
determinado ciclo foi recrutado três ciclos 
antes. 
• O ciclo de desenvolvimento folicular é 
uma fase lenta, dura de 65 a 70 dias, 
depende da ação do FSH, o folículo pré
antral se torna o 
de um antro (junção do líquido que se
acumula e abre espaço entre as células 
granulares). 
 
� FOLÍCULO PRÉ-OVULATÓRIO/ FOLÍCULO DE 
GRAAF/ MADURO/ ANTRAL:
• Hormônio dependente.
• Este folículo é bem grande e se caracteriza 
pelo aparecimento de um espaço 
intercelular denominado ANTRO, que está 
preenchido por um líquido folicular.
• Seu tamanho é dado pelo tamanho de sua 
vesícula, fluido e a intensaproliferação 
celular. 
• Algumas células da granulosa (todas as 
células da granulosa, cu
folículos secundários maduros se 
tornarão folículos pré-antrais. 
Cada conjunto de folículos pré-antrais 
formado inicia uma onda de 
desenvolvimento folicular. 
 
 
ANTRAL/ANTRAL: 
Um ciclo de desenvolvimento folicular 
completo dura cerca de 85 dias. 
O folículo que atinge a ovulação em um 
determinado ciclo foi recrutado três ciclos 
O ciclo de desenvolvimento folicular é 
uma fase lenta, dura de 65 a 70 dias, 
depende da ação do FSH, o folículo pré-
antral se torna o antral e há o surgimento 
de um antro (junção do líquido que se 
acumula e abre espaço entre as células 
 
OVULATÓRIO/ FOLÍCULO DE 
GRAAF/ MADURO/ ANTRAL: 
Hormônio dependente. 
Este folículo é bem grande e se caracteriza 
aparecimento de um espaço 
intercelular denominado ANTRO, que está 
preenchido por um líquido folicular. 
Seu tamanho é dado pelo tamanho de sua 
vesícula, fluido e a intensa proliferação 
Algumas células da granulosa (todas as 
granulosa, cumulus/ periantral/ 
MARIA EDUARDA SARDINHA ESTRELLA 58
 
membranal/ corona, tem receptor de FSH 
e só a membranal possui receptor de LH) 
que envolvem o oócito são deslocadas 
para a periferia do folículo, para a coroa 
radiata e cumulus oophorus. 
• A coroa radiata ou corona radiata são 
duas ou três camadas de células que 
envolvem o oócito. 
• Cumulus oophorus: células da granulosa 
do folículo em continuidade à coroa 
radiata. Mantém o oócito flutuando no 
líquido folicular. 
• O líquido folicular promove o crescimento 
do antro. 
� FOLÍCULO ATRESICO: é responsável pel
processo de degeneração dos folículos 
ovarianos. 
• Hormônio dependente. 
• Em um ciclo menstrual, 20 folículos mais 
ou menos são recrutados e um folículo 
atinge o estágio de maduro e sofre 
ovulação, os demais degeneram.
• A atresia folicular é a camada granulosa 
folículo dominante que estimula a inibina 
e consequentemente reduz o FSH. 
• As células entram em apoptose e o 
folículo dominante sofre ovulação
 
CONCEITOS DE FOLICULOGÊNESE
 
� Zona pelúcida: 
• Camada de mucopolissacarídeos 
produzidos pelas células da granulosa que 
adere ao oócito, envolvendo
completamente. 
• Camada de material amorfo e acelular.
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membranal/ corona, tem receptor de FSH 
e só a membranal possui receptor de LH) 
que envolvem o oócito são deslocadas 
para a periferia do folículo, para a coroa 
 
A coroa radiata ou corona radiata são 
s camadas de células que 
Cumulus oophorus: células da granulosa 
do folículo em continuidade à coroa 
radiata. Mantém o oócito flutuando no 
O líquido folicular promove o crescimento 
 
responsável pelo 
processo de degeneração dos folículos 
Em um ciclo menstrual, 20 folículos mais 
ou menos são recrutados e um folículo 
atinge o estágio de maduro e sofre 
ovulação, os demais degeneram. 
camada granulosa 
folículo dominante que estimula a inibina 
e consequentemente reduz o FSH. 
As células entram em apoptose e o 
folículo dominante sofre ovulação. 
CONCEITOS DE FOLICULOGÊNESE 
Camada de mucopolissacarídeos 
produzidos pelas células da granulosa que 
adere ao oócito, envolvendo-o 
Camada de material amorfo e acelular. 
• É formada por 
ZP3) e glicosaminoglicans.
• Funções: nutrição, proteção mecân
química e impede que o zigoto se grude 
em algumas partes da tuba.
 
� Células da granulosa:
• Originária das células foliculares.
• O FSH estimula a mitose na célula 
granulosa. 
• São as células que rodeiam o oócito no 
folículo. 
• Funções: proteção e suporte do 
feminino necessário para o seu 
desenvolvimento.
• São essas células que posteriormente dão 
origem às células do cumulus, tendo papel 
importante também na regulação 
hormonal dos processos que ocorrem na 
gônada feminina.
• Produz estrogênio e transforma g
em piruvato (o óvulo não tem afinidade 
com a glicose, ele se danifica).
• Pode ser cumulus, corona, membranal e 
periantral. Todas possuem receptores 
para FSH. Essa diferenciação ocorre 
devido ao GDF9 e BMP15.
• Só a membranal expressa receptores para 
o LH e p450 aromatase.
 
� Corona radiata: 
• Pequeno grupo dessas células que 
envolvem o ovócito.
• Essa camada produz sinais químicos que 
atraem os espermatozóides, ou seja, 
contribui para um processo de 
quimiotaxia (diferença de temperatura e 
presença de hialo)
• No processo de fecundação, a corona 
radiata será a primeira camada que o 
espermatozóide terá que atravessar para 
entrar em contato com o ovócito. Após 
 glicoproteínas (ZP1, ZP2, 
ZP3) e glicosaminoglicans. 
Funções: nutrição, proteção mecânica e 
química e impede que o zigoto se grude 
em algumas partes da tuba. 
Células da granulosa: 
Originária das células foliculares. 
O FSH estimula a mitose na célula 
São as células que rodeiam o oócito no 
Funções: proteção e suporte do gameta 
feminino necessário para o seu 
desenvolvimento. 
São essas células que posteriormente dão 
origem às células do cumulus, tendo papel 
importante também na regulação 
hormonal dos processos que ocorrem na 
gônada feminina. 
Produz estrogênio e transforma glicose 
em piruvato (o óvulo não tem afinidade 
com a glicose, ele se danifica). 
Pode ser cumulus, corona, membranal e 
Todas possuem receptores 
para FSH. Essa diferenciação ocorre 
devido ao GDF9 e BMP15. 
Só a membranal expressa receptores para 
LH e p450 aromatase. 
Pequeno grupo dessas células que 
envolvem o ovócito. 
Essa camada produz sinais químicos que 
atraem os espermatozóides, ou seja, 
contribui para um processo de 
quimiotaxia (diferença de temperatura e 
presença de hialo). 
No processo de fecundação, a corona 
radiata será a primeira camada que o 
espermatozóide terá que atravessar para 
entrar em contato com o ovócito. Após 
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penetrar nessa camada, o espermatozóide 
terá que penetrar a zona pelúcida e por 
fim, fundir-se à membrana da célula 
reprodutiva feminina. 
 
� Cumulus oophorus: 
• Células internas que circundam o ovócito 
mantendo sua aderência. 
• O óvulo depende do metabolismo da 
glicose do cumulus, pois a glicose danifica 
o óvulo. 
 
� Antro folicular: se origina da camada 
granulosa e retém líquido. 
 
� Teca: 
• Originário do estroma ovariano que se 
espessa. 
• As células da teca são células somáticas 
presentes no folículo em 
desenvolvimento. Estas células situam-se 
externamente à camada de células da 
granulosa. 
• Quando ocorre a ativação dos folículos, na 
fase secundária do desenvolvimento, as 
células da teca são recrutadas para se 
diferenciarem. 
• A teca interna é vascularizada e glandular, 
possui células intersticiais. Possui aspectos 
de uma célula produtora de esteróides 
(citoplasma com lipídeos, REL e 
mitocôndrias), receptores de LH e insulina 
(aumentam a produção de andrógenos- 
androstenediona). 
• A teca externa é camada conjuntiva 
semelhante a uma cápsula. 
• Produz androgênio, passa para a 
granulosa que produz estrogênio que atua 
no óvulo. 
 
CICLO OVARIANO 
� O hormônio liberador de gonadotrofina é 
produzido por células neurossecretoras no 
hipotálamo e age sob a adenohipófise 
estimulando a liberação de dois hormônios 
que agem nos ovários: FSH e LH. Esses 
hormônios induzem o crescimento dos 
folículos ovarianos e espessamento do 
endométrio. 
� O desenvolvimento de um folículo é o 
crescimento e a diferenciação em ovócito 
primário, é a proliferação de células 
foliculares, formação da zona pelúcida e 
desenvolvimento das teças. 
� O folículo primário aumenta de tamanho e o 
tecido conjuntivo que o circunda origina uma 
cápsula, a teca folicular. A teca logo se 
diferencia em duas camadas, a teca interna 
vascularizada e glandular e a teca externa 
capsular. As células tecais produzemum fator 
de angiogênese que promove crescimento de 
vasos sanguíneos da teca interna que fornece 
suporte nutritivo para o desenvolvimento 
folicular. 
� As células foliculares dividem-se ativamente 
produzindo uma camada entorno do ovócito. 
O folículo ovariano logo se torna oval e o 
ovócito assume posição excêntrica, depois, 
surgem em torno das células foliculares 
espaços preenchidos por líquido e formam 
uma única e grande cavidade, o antro, que 
contém líquido folicular. Depois da formação 
do antro, o folículo passa a ser chamado de 
folículo secundário. 
� O desenvolvimento inicial dos folículos é 
induzido pelo FSH, mas os estágios finais de 
maturação requerem o LH. Os folículos em 
crescimento produzem estrogênio. 
� Da célula germinativa até o ovócito I é 
automático, em seguida depende de 
hormônio. 
� Possui três fases: 
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1. FASE FOLICULAR: é o desenvolvimento 
final do folículo ovariano. É o transporte 
de gametas 
2. FASE OVULATÓRIA: é o pico ovulatório de 
gonadotrofinas. É a ovulação.
3. FASE LÚTEA: pós ovulatória, é o início da 
menstruação. 
 
 
OVULAÇÃO 
� Processo de ruptura folicular com a expulsão 
do oócito juntamente com a zona pelúcida, o 
cumulus oophorus e parte do líquido folicular.
� Por volta da metade do ciclo, o folículo por 
ação do LH e FSH sofre um surto de 
crescimento produzindo o estigma na 
superfície do ovário. 
� A ovulação é disparada por uma onda de 
produção de LH. 
� O LH é induzido pelo alto índice de estrogênio. 
Ele faz com que o ovócito secundário seja 
expelido. O ovócito expelido é circundado pela 
zona pelúcida e corona radiata, a onda de LH 
também induz o término da primeira divisão 
meiótica. Além disso, ele atua: 
• Promovendo continuidade da meiose no 
oócito. 
• Promovendo a expansão do cumulus 
oophorus. 
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FASE FOLICULAR: é o desenvolvimento 
final do folículo ovariano. É o transporte 
FASE OVULATÓRIA: é o pico ovulatório de 
gonadotrofinas. É a ovulação. 
FASE LÚTEA: pós ovulatória, é o início da 
 
ruptura folicular com a expulsão 
do oócito juntamente com a zona pelúcida, o 
cumulus oophorus e parte do líquido folicular. 
Por volta da metade do ciclo, o folículo por 
ação do LH e FSH sofre um surto de 
crescimento produzindo o estigma na 
A ovulação é disparada por uma onda de 
O LH é induzido pelo alto índice de estrogênio. 
Ele faz com que o ovócito secundário seja 
expelido. O ovócito expelido é circundado pela 
zona pelúcida e corona radiata, a onda de LH 
uz o término da primeira divisão 
Promovendo continuidade da meiose no 
Promovendo a expansão do cumulus 
• Estimulando a síntese de progesterona e 
prostaglandina. 
• Iniciando o processo de luteinização das 
células da granulosa, o corpo lúteo.
� A prostaglandina promove a angiogênese, a 
hiperemia e a contração de células musculares 
do ovário. 
� A progesterona aumenta a distensão da 
parede do folículo. 
� O FSH estimula a formação de ácido 
hialurônico (libera o cumulus oop
aumenta a expressão de receptores para o LH 
nas células da granulosa (formação do corpo 
lúteo). 
� O anticoncepcional não deixa ovular. Ele para 
a ovulação de uma mulher, mas não para a 
idade reprodutiva da mesma, porque há uma 
fase que não é hormôni
continua ocorrendo. 
� Fases do desenvolvimento do óvulo:
• Recrutamento 
� Recrutamento inicial: estágio 
primordial, não depende de 
hormônio. É um processo contínuo ao 
longo da vida. O gameta começa o 
seu desenvolvimento.
� Recrutamento cíclico: está
depende do FSH. É um estágio que 
dura 28 dias e tem início após a 
puberdade. O gameta cresce até 
tornar-se competente para romper a 
vesícula. 
• Seleção/ dominância:
da fase hormônio dependente da 
ovogênese. Tem como objetivo ca
e selecionar o melhor gameta.
• Ovulação 
 
CORPO LÚTEO
� Após a ovulação, a parede do folículo ovariano 
e da teca se tornam enrugada. 
Estimulando a síntese de progesterona e 
 
Iniciando o processo de luteinização das 
s da granulosa, o corpo lúteo. 
promove a angiogênese, a 
hiperemia e a contração de células musculares 
A progesterona aumenta a distensão da 
O FSH estimula a formação de ácido 
hialurônico (libera o cumulus oophorus) e 
aumenta a expressão de receptores para o LH 
nas células da granulosa (formação do corpo 
O anticoncepcional não deixa ovular. Ele para 
a ovulação de uma mulher, mas não para a 
idade reprodutiva da mesma, porque há uma 
fase que não é hormônio dependente e 
 
Fases do desenvolvimento do óvulo: 
Recrutamento inicial: estágio 
primordial, não depende de 
hormônio. É um processo contínuo ao 
longo da vida. O gameta começa o 
seu desenvolvimento. 
Recrutamento cíclico: estágio antral, 
depende do FSH. É um estágio que 
dura 28 dias e tem início após a 
puberdade. O gameta cresce até 
se competente para romper a 
Seleção/ dominância: ocorre no decorrer 
da fase hormônio dependente da 
. Tem como objetivo capacitar 
e selecionar o melhor gameta. 
CORPO LÚTEO/ AMARELO 
, a parede do folículo ovariano 
e da teca se tornam enrugada. 
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� Atua como uma glândula endócrina 
temporária cuja formação começa poucas 
horas após a expulsão do oócito. Sua formação 
se da após a ovulação quando as células da 
granulosa e as células da teca interna do 
folículo se reorganizam e dão origem a 
glândula endócrina temporária, localizada na 
camada cortical do ovário. 
� A luteinização é quando as células da 
granulosa hipertrofiam e se transformam em 
células luteínicas, sob ação do LH. 
� O hormônio luteina é responsável por dar a 
cor amarelada do corpo lúteo. 
� Se não há fecundação após 28 dias, ocorre a 
regressão do corpo lúteo (luteólise) e a 
formação do corpo albicans (resultado da 
degeneração do corpus luteum, em que ocorre 
a formação de tecido conjuntivo e colágeno- 
luteólise). 
� Se há fertilização o corpo lúteo continua ativo, 
a progesterona aumenta e o estradiol diminui. 
� Sob ação do LH, elas se desenvolvem em corpo 
lúteo, que secreta progesterona (necessário 
para manutenção da gestação) e algumas 
quantidades de estrogênio, o que leva a 
preparar o endométrio para a implantação do 
blastocisto. 
� Na gravidez, a degeneração do corpo lúteo é 
impedida pela gonadrotofina coriônica 
humana, secretada pelo sinciciotrofoblasto do 
blastocisto, o corpo lúteo da gravidez 
permanece ativo por algumas semanas, depois 
a placenta assume a produção de estrogênio e 
progesterona necessários para manter a 
manutenção da gestação. 
� Caso o ovócito não seja fecundado, o corpo 
lúteo involui e forma uma cicatriz, o corpo 
albicans. 
 
CICLO MENSTRUAL 
� É o período no qual o ovócito amadurece, é 
ovulado e entra na tuba. 
� Os hormônios causam mudanças cíclicas no 
endométrio. 
� Fases: 
• Fase menstrual: camada funcional da 
parede uterina é expelida, é a 
menstruação (descamação do 
endométrio). 
• Fase proliferativa: crescimento dos 
folículos ovarianos e espessamento do 
endométrio. 
• Fase lútea: ou secretora, é a 
formação/crescimento e funcionamento 
do corpo lúteo e há o aumento da 
vascularização do endométrio. 
� Intensa proliferação celular e 
vascularização crescente. 
� Exige desenvolvimento folicular pré-
ovulatório e estimulação contínua 
pelo LH. 
� A progesterona atua no ovário para 
suprimir o crescimento folicular. 
� Se a fecundação não ocorre, o corpo lúteo se 
degenera, os níveis de progesterona e 
estrogênio caem e ocorre a menstruação. 
• Isquemia: redução do suprimento 
sanguíneo. 
� Ocorre quando o ovócito não é 
fecundado. 
� Há constrição das artérias, o que 
resulta no decréscimo da produção de 
hormônios pelo corpo lúteo, 
principalmente da progesterona. 
� No fim, há sangramento pela vagina. 
 
� Se a fecundaçãoocorrer, inicia-se a clivagem 
do zigoto e a blastogênese (o blastocisto se 
implanta no endométrio), o BHCG mantém o 
corpo lúteo, a fase lútea prossegue e não 
ocorre a menstruação. O corpo lúteo se 
transforma em corpo branco gravídico que 
produzirá progesterona, mantendo a gestação 
até que a placenta assuma essa produção, 
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garantindo a continuação da gravidez até o 9º 
mês. 
TRANSPORTE DO OVÓCITO 
� Na ovulação, as extremidades das fimbrias da 
tuba uterina se aproximam dos ovários, o 
ovócito secundário é varrido para o 
infundíbulo e passa então para a ampola, 
como resultado da peristalse. 
 
 OÓCITO 
� O bom oócito é aquele com o citoplasma claro, 
granulação moderada e sem inclusões. 
� Um oócito defeituoso tem ausência de 
fertilização, bloqueio da clivagem e falha na 
implatação. 
� Sua característica única é que quando ativado, 
dá origem a outro indivíduo. 
� Sua tarefa extensa é ovular, sobreviver ao 
ambiente tubário e permitir a entrada de um 
único espermatozóide. 
� A sua ativação é dada pela fecundação. 
� A sua maturação depende do suporte 
hormonal, do pH, da temperatura e de CO2. 
• Maturação nuclear: o LH reinicia a meiose 
e ocorre a maturação nuclear. 
• Maturação citoplasmática: as alterações 
no citoplasma são a maturação nuclear, a 
fertilização e o desenvolvimento do pré-
embrião. Ocorre em 3 etapas: 
redistribuição das organelas, dinâmica do 
citoesqueleto e maturação molecular. 
 
 
 
� O que caracteriza o amadurecimento de um 
óvulo é o corpúsculo polar. 
� O que caracteriza a prófase I é a vesícula 
germinal. 
� A metáfase II não tem a vesícula, mas tem o 
corpúsculo polar. 
� A denudação tira a camada granulosa. 
� A célula da granulosa transforma o androgênio 
(que mataria o óvulo- atresia) em estrogênio 
para proporcionar a proteção e o 
amadurecimento do óvulo. 
 
OBSERVAÇÕES 
 
� Em mulheres de idade que querem engravidar, 
os cromossomos são os mesmos, o que se 
deteriora são as mitocôndrias e as organelas 
do óvulo. 
� A mitocôndria é um excelente marcador de 
óvulo. Ela é diferente das outras, tem menos 
cristas e produz menos energia. 
� A fecundação é o encontro de gametas. 
� A fertilização é a união do material genético. 
� Óvulo/ zigoto/ ovo é o ovócito que foi 
fertilizado. 
� Pré-embrião: é o zigoto em fase de clivagem 
antes da implantação. 
� A energia do óvulo vem da mitocôndria, o 
número de mitocôndria aumenta no processo 
de maturação do óvulo principalmente na 
metáfase II. 
 
 
DIFERENÇAS NA 
GAMETOGÊNESE 
FEMININA E MASCULINA 
 
1. A espermatogênese é um processo contínuo, 
enquanto a ovogênese está relacionada ao 
ciclo reprodutivo da mulher. 
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2. Na espermatogênese, cada espermatogônia 
produz 4 espermatozóides. Na ovogênese, 
cada ovogônia dá origem a apenas um ovócito 
e células inviáveis denominadas corpúsculos 
polares. 
3. A produção de gametas masculinos é um 
processo que se continua até a velhice, 
enquanto que a produção de gametas 
femininos cessa com a menopausa. 
4. O espermatozóide é uma célula pequena e 
móvel, quanto que o ovócito é uma célula 
grande e sem mobilidade. 
5. Quanto à constituição cromossômica, existem 
dois tipos de espermatozóides: 23X ou 23Y. A 
mulher só produz um tipo de gameta quanto à 
constituição cromossômica: 23X.

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