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EBOOK Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Adaptação: Maxmiliano Santana 2020 Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Profº Maxmiliano Santana Biólogo. Especialista em TC e RM. Técnico em Radiologia Médica. Sócio da MAX-X RAD – Serviços de Radiologia, Atuando no Serviço Público como Técnico em Tomografia do Hospital Universitário Profº Edgard Santos - HUPES (UFBA) desde 2006, Técnico em Radiologia Médica do Hospital Especializado Octávio Mangabeira - SESAB (Gov. do Estado da Bahia) desde 2008, Operador de Ressonância Magnética das Clinicas PRIMAGEM E AMIGOS. Atuou no Hospital Santa Izabel, Hospital Espanhol, Centro Médico Casseb, Clinica de Ortopedia e Traumatologia São Bernardo. Docência em Cursos Técnicos da Capital Baiana, Palestrante e Coordenador em Simpósios, Seminários e Congressos de Técnicas Radiológicas. Objetivo do exame: Identificar fatores classicamente relacionados à instabilidade: - Displasia Troclear – presente em 96% dos casos de instabilidade potencial ou objetiva; - Patela Alta; - Aumento da distância entre a tuberosidade anterior da tíbia e o sulco troclear – medida através do TAGT; - Patelar Tilt (aumento da rotação lateral da patelar); - Desvio/luxação/subluxação lateral – em geral relacionado à insuficiência do quadríceps – vasto medial; Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Protocolo de Exame: O protocolo completo então seria: Posição neutra, 15° e 30° - Sem contração do quadríceps (repouso); Cortar todo o joelho a 15º e em cima da patela nas demais posições. A imagem para mensuração dos ângulos deve apresentar os côndilos femorais em arco romano e a patela em sua porção média: Desenho da displasia músculo vasto medial Fonte: https://institutofuchs.com.br/instabilidade- femoropatelar/ Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade https://institutofuchs.com.br/instabilidade-femoropatelar/ https://institutofuchs.com.br/instabilidade-femoropatelar/ https://institutofuchs.com.br/instabilidade-femoropatelar/ Medidas realizadas a 15°: - Indice de Caton-Deschamps (VN: 0,8 a 1,2) - TAGT (VN: 0 a 15 mm) - Ângulo de inclinação lateral da tróclea: (VN: >ou= 11 graus) - Ângulo do sulco da tróclea - Merchant (VN: 132 a 144 graus) - Profundidade da tróclea (VN: > 3mm) Medidas nas três aquisições: -Ângulo do TILT patelar (VN: > 8 graus) -Ângulo de congruência patelar - Merchant: (VN: +5 a -17 graus) - Classificação do tipo de patela e de tróclea. - Descrever outras alterações do joelho: Artrose patelofemoral ou femorotibial, lesões ósseas concomitantes, etc Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Altura patelar - Índice de Caton-Deschamps - Seus valores normais variam entre 0,8 e 1,2, sendo considerado que a patela é alta acima de 1,2. Nas instabilidades patelares encontramos patela alta em 30% dos casos e somente em 3% nos indivíduos normais. Fonte: Radiopaedia.org O índice de Caton-Deschamps pode ser medido em uma radiografia lateral ou TC ou RM sagital do joelho. Para a medição, considera-se ideal que o joelho seja flexionado em um ângulo de 15° ou 30º (neste protocolo realizado em 15°), embora no estudo original de Caton-Deschamps os ângulos de flexão estivessem entre 20º e 80º. A: medida da distância entre o polo inferior da patela e o limite superior da tíbia B: medida da superfície articular da patela Índice de Caton-Deschamps = A / B. Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Altura patelar - Índice de Insall-Salvatti - Seus valores normais variam entre 0,8 e 1,2, sendo considerado que a patela é alta acima de 1,2. -Índice de Insall-Salvati modificado: média normal de 1,25; razão> 2 é diagnóstico de patela alta -Índice Insall-Salvati: linha vermelha / linha amarela Fonte: Radiopaedia.org Fonte: Radiopaedia.org Insall-Salvatti modificado Insall-Salvatti Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Ângulo do Sulco da Tróclea Fonte: Arquivo pessoal Normal = 132º a 144º (138° +/- 6º) > 150º = tróclea rasa Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Profundidade da tróclea Fonte: Arquivo pessoal Normal = >3 mm <3mm = tróclea rasa Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Ângulo de inclinação lateral da Tróclea Fonte: Arquivo pessoal Normal = maior ou igual 11° Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - TAGT Fonte: institutofuchs.com.br Referência <15 mm normal 15-20 borderline >20 mm anormal Fonte: diegoariel.com.br TAGT significa a distância entre a tuberosidade anterior da tíbia (TA) e a garganta da tróclea (GT) no plano axial. Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Ângulo de Congruência Avalia a subluxação lateral da patela. Distância entre a bissetriz do ângulo do sulco da tróclea e linha que liga o sulco da tróclea e o ápice da patela. Medial (-); Lateral (+). Valores normais de -17° a +5° (-6º +/- 11º). Média populacional -6°. Considerar a patela congruente quando há centralização da mesma em relação à tróclea a partir de 15º de flexão – ângulo de congruência = a 0 ou valores negativos. Fonte: Arquivo pessoal Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Tilt patelar Normal > 8°. Ângulos alterados estão associados à pressão lateral excessiva. P.S: Imagem escolhida para medida, arco romano nos côndilos femorais, meio da patela Fonte: Arquivo pessoal Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade OBSERVAÇÕES: -A patela é mais vulnerável à luxação lateral em extensão e no início da flexão. - Abaixo diferença entre tilt (rotação) e desvio lateral: Fonte: Arquivo pessoal Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Posicionamento •Anteversão Femoral • Torção Côndilo-Platô • Torção Tibial Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Anteversão Femoral Avaliação da torção / versão femoral por TC e RM: são utilizadas como referências no plano axial o centro de rotação da cabeça do fêmur (ponto azul), a porção mais estreita do colo femoral (linha dupla preta) e a margem posterior dos côndilos femorais (pontos vermelhos). Valores normais adulto: antetorção em torno de 10 a 20°. Valor normal nascimento: antetorção 30 a 40° RX: Medida inexequivel. TC e RM: Medida no plano axial, na imagem mais inferior com a visualizacão correta do "Roman Arch" e outra em que seja visível toda a extensão do colo femoral ipsilateral https://www.mskrad.com.br/qua https://www.mskrad.com.br/qua Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Torção Côndilo-Platô Avalia a rotação do joelho, ou seja o desalinhamento dos côndilos em relação aos platôs tibiais. Como medir: Medição de um ângulo através de duas linhas: uma paralela aos côndilos femorais posteriores e outra paralela aos platôs tibiais posteriores. Valor normal: <5º TC e RM: Medida no plano axial, na imagem mais inferior com a visualização correta do "Roman Arch" e outra em que seja visível toda a extensão dos platôs tibiais posteriores ipsilaterais. Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade - Torção Tibial Avalia a rotação do membro inferior em varismo ou valgismo, consoante o resultado da medida. O valor normal é de: 30-35º Como medir: Ângulo medido entre duas estruturas anatômicas, o joelho e o tornozelo, em planos axiais distintos, através de duas linhas. Uma linha paralela aos platôs tibiais na região posterior e outra a atravessar o maléolo interno e externo do tornozelo, a meia distância, simultâneamente RX: Medida inexequível TC e RM: Medida no plano axial, na imagem em que seja visíveltoda a extensão dos platôs tibiais posteriores e outra em que sejam visíveis os dois maléolos, ipsilaterais. Fonte: Arquivo pessoal Fonte: Radiopaedia.org Fonte: institutofuchs.com.br Fonte: diegoariel.com.br max_x_rad max_santana_rad https://www.facebook.com/max.santana.50 https://www.youtube.com/user/maxosantana Realize o Exame de Tomografia (TAGT) Com Facilidade Relacões Patelofemorais por Tomografia Computorizada Análise da Variabilidade das Medições Sara Isabel Garrido da Costa Tese submetida ao Instituto Superior de Engenharia do Porto para a obtenção do grau de Mestre em Engenharia de Computação Instrumentação Médica Orientadores Prof. Doutor Carlos Vinhais Departamento de Física (ISEP) Doutor Eduardo Ribeiro Técnico Coordenador (SMIC) https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia- computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html https://docplayer.com.br/84267801-Relacoes-patelofemorais-por-tomografia-computorizada-analise-da-variabilidade-das-medicoes.html