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Métodos de Estudo em Patologia

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↳ Lesão com crescimento maior e com 
suspeita de lesão maligna 
↳ Anestesia a região corta um pedaço 
 ↳Biopsia incisional – tira so um fragmento 
que deve ser representativo do todo 
 
→ Lâmina 
↳ Para fechar o diagnostico 
 
 
OBS: Câncer de boca pode ser 
diagnosticado por diagnostico incisional 
(complementação imunohistoquimica ou 
iminunoflorescencia) 
 
↳ Depois que tira o material do paciente 
esse material vai ser colocado em formol 
tamponado (10%) e vai ser enviado para o 
laboratorio para ser confeccionada a lamina 
 
 
1. Macroscopia: Analise por fora da peça 
 
 
↳ Cor 
↳ Forma 
↳ Consistencia 
↳Tamanho 
↳ Numero de fragmentos 
 
2. Banhos e sequencia para confeccinar a 
lamina 
 
↳ Banhos 
↳ Xilol 
↳ Parafina 
3. Leva para o micromero 
 
 
 
↳ Resultado da lâmina 
 
 
● PCR – Reação em cadeia da polimerase 
↳ É uma enzima que faz uma quebra 
importante 
↳ Analisa uma estrutura de DNA (material 
genético) 
↳ Diagnosticar o virus ou o DNA/RNA do 
vírus 
↳ Corona virus (cientistas abriram o RNA do 
corona virus e estudaram toda a sequencia 
desse virus) e assim da para identificar em 
um exame 
↳ Técnica que visa a duplicação do DNA 
↳ Etapas da duplicação: desnaturar (em alta 
temperaturas), hibridizar e aumentar a 
quantidade de DNA 
 
Ex: Coleta o material do nariz puxa 
secreção e leva para o laboratorio 
No laboratiro comeca amplificar o virus que 
ta la dentro varias vezes e o exame vai 
jogar dentro do teste uma sequencia, se a 
sequencia do virus for essa uma parte do 
DNA do virus se ocorrer o encaixe desse 
codon com o DNA que voce amplificou o 
teste vai da POSITIVO 
CODON: A-T-G-C 
Existencia do virus: ligação do condon com 
o DNA que voce amplificou 
 
● Imunoistoquímica 
↳Usar componentes do sistema imunológico + 
componente de histologia para chegar próximo de um 
diagnostico 
↳ É um método que utiliza como reagente especifico 
para a detecção de antígenos presentes em células ou 
tecidos 
↳ Através da identificação de antígenos presente na 
estrutura de uma célula aquilo que vai nos ajudar a fechar 
um diagnostico. 
OBS: Antígeno:: Qualquer parte de um microorganismo 
onde o nosso sistema imunológico identifica essa 
estrutura e a partir daí começa a reagir as reações de 
imunidade para destruir. 
↳ Pode ser utilizada para identificar estruturas, por 
exemplo, colágeno. (Precisa de um anticorpo que vai se 
ligar a estrutura) 
→ Origem do processo 
↳ Imunidade 
↳ Tecido 
↳ Fusão 
↳ Pode ser utilizada em cima de outros métodos de 
coleta (biopsia e coleta por citologia) 
→ Objetivos 
↳ Diagnostico de lesões indiferenciadas (quanto mais 
diferenciado o tecido mais próximo ele fica da sua função 
normal) – por exemplo, em um tumor que possui células 
muito indiferenciadas – 
↳ Microrganismos, estruturas celulares ou materiais 
decretados por células 
↳ Identificação topográfica do antígenos no tecido 
↳ Avaliação de proliferação celular (quando a célula está 
se dividido muito rápido vai ser usado marcadores 
específicos) 
→ Imunidade humoral 
↳ Linfócito T- plasmócitos - anticorpos (possuem ação 
específica para destruir um antígeno específico) 
→ Vantagens 
↳ É uma reação específica 
↳ Se conseguir uma ligação específica no tecido, aquilo 
que foi corado é o que está sendo buscado na lâmina. 
(Caso seja utilizado anticorpos) 
→ Desvantagem 
↳ Técnica de alto custo 
→ Exemplo: 
↳ Estrutura que tem ligado um antígeno (fragmento de 
uma célula que nós queremos identificar para saber, por 
exemplo, se esse tumor é de que origem) 
↳ Para isso existe a participação do anticorpo primário 
(anticorpo produzido diretamente para que haja ligação 
com o antígeno) 
↳ O anticorpo primário é o que mais varia, pois 
dependendo do que quer identificar muda ele (pois são 
ligações específicas) 
↳ O anticorpo secundário ele quando adicionado na 
lâmina carrega junto com ele um complexo que dá uma 
coloração na lâmina 
↳ Precisa de dois anticorpos onde o secundário carrega 
o corante, se ocorre coloração do tecido é porque 
houve ligação tanto só anticorpo primário quando do 
secundário, ou seja, aquela substância que nós queríamos 
identificar está presente no tecido. 
Caso Clínico 
 
 
↳ Paciente com tumor na região de mandíbula 
↳ Aumento do volume mandibular na região do lado 
esquerdo 
→ Intra-oral 
 
↳ Apagamento da região de fundo de sulco do lado 
esquerdo 
 
↳ Região de corpo mandibular com uma diferença do 
lado esquerdo para o lado direito 
↳ Osso de perfil diferente, não compatível com um osso 
normal 
↳ Mandíbula excede para vários tumores, por exemplo, 
osteosarcoma 
→ O que fazer? 
↳ Realizar uma biopsia incisional desse tecido que ta com 
problema 
↳ Fazer a macroscopia 
↳ Fazer toda a parte de confecção da lamina 
↳ Fazer a microscopia que é da as características e 
fechar o diagnostico 
OBS: Algumas vezes ao observar esse corte na lamina 
algumas duvidas podem surgir para o patologista 
↳ Até da para diferenciar se é um processo maligno ou 
benigno, porém quando é maligno mais duvidas podem 
surgir. 
 
↳ O diagnostico não ficou claro com essa lâmina 
↳ Surgem os painéis de imunohistoquímica onde são 
feitos vários marcadores imunohistoquímicos 
 
↳ Esses marcadores se ligam a células dependendo da 
sua função 
↳ Esse painel é jogado naquela lamina corada 
primeiramente por hematoxilina e eosina 
↳ De acordo com essa nova coloração vão ter 
resultados (no quadro do lado direito) 
Ex: CK7 – negativo 
 
↳ Diagnostico: metástase de um carcinoma prostático 
● Imunofluorescência 
↳ Técnica que possibilita a visualização de antígenos nos 
tecidos ou em suspensões celulares, por meio da 
utilização de antígenos específicos marcados com 
fluorocromo, capazes de absorver a luz UV e emitir. 
↳ Diagnóstico de doenças autoimunes 
↳ Microrganismos nos fluidos 
 
OBS: Fluorocromo é uma substância que tem capacidade 
de absorver a luz ultravioleta e emitir essa luz 
↳Essa luz ela vai ser captada por um microscópio 
especial 
↳Ao invés de ser visto cor no microscópio vai ser visto 
luz (indicando que tem a ligação de um antígeno com 
anticorpo especifico) 
 
→ Lâmina de doença que afeta o epitélio: pênfigo vulgar 
 
→ Vantagens 
↳ É uma reação específica 
→ Desvantagens 
↳ Custo alto 
↳ Microscópio diferenciado 
→ Técnicas 
↳São métodos diferentes para se chegar a um mesmo 
resultado 
→ Direta 
 
↳ É utilizado quando o tecido foi removido do próprio 
paciente, quando se tem suspeita de que ele possa ter 
tal doença. 
↳ Teve suspeita que era doença autoimune, foi realizada 
biópsia e confeccionada uma lâmina. Como não foi 
possível saber qual era a doença autoimune foi utilizada 
uma técnica em que foi marcado o desmossomo. 
Anticorpo estava destruindo sua própria estrutura celular. 
Para fechar o diagnostico foi necessário marcar esse 
anticorpo do paciente com um marcador secundário que 
emita luz. É adicionado a essa lâmina um anticorpo 
secundário que se liga ao anticorpo doente do paciente e 
ele carrega junto com ele um marcador fluorocromo 
(substância que emite luz) 
→ Indireta 
 
↳ Não utiliza biópsia 
↳ É coletado sangue do paciente (os anticorpos que 
causam a doença estão circulando no organismo do 
paciente) e é extraído esse anticorpo doente (anticorpo 
primário)na lâmina de algum animal, como um rato (basta 
que essa lâmina tenha epitélio). Se o paciente tiver 
doente o anticorpo vai se ligar a estrutura, que no caso é 
o desmossomo. Depois é jogado o anticorpo secundário 
que se o paciente tiver doente vai gerar a luz.