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1 AULA COLUNA VERTEBRAL E MÚSCULOS DO DORSO COLUNA VERTEBRAL: formada por uma série de vértebras que se sobrepõe uma a outra naquele princípio de METAMERIA. É um eixo ósseo do esqueleto axial, constituída de forma a oferecer resistência, como pilar de sustentação para o corpo, mas também tem flexibilidade, permitindo movimentos; oferece também proteção a medula espinhal que está dentro do canal vertebral e serve como um pivô de suporte para a cabeça Tem 4 curvaturas, as quais são indispensáveis para o equilíbrio e para a postura ereta: Antes do nascimento, apresenta uma curvatura primária dentro do útero ) Ao nascer, a criança começa a firmar a cabeça e inverte essa curvatura anteroposterior fazendo a 1ª curvatura secundária ( , que é a curvatura cervical. Ao começar a se locomover, andar e sentar, por volta dos 10 meses, a região lombar também sofre uma curvatura para posterior, criando uma nova curvatura secundária, a curvatura lombar. Logo, *2 curvaturas primárias curvatura torácica e curvatura sacral *2 curvaturas secundárias curvatura cervical e curvatura lombar O excesso de curvatura torácica é chamada de SIFOSE e o excesso de curvatura lombar é chamada de LORDOSE. Quando essa curvatura é látero-lateral, isso é chamado de ESCOLIOSE. REGIÕES DA COLUNA Pode ser dividida em 5 regiões cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea. Tem ao todo 33 vértebras 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. Tem vértebras móveis e imóveis. Na região do sacro e do cóccix, as vértebras são fundidas umas às outras formando o conjunto de vértebras fixas As outras três regiões – cervical, torácica, lombar – são formadas por vértebras móveis que se articulam umas com as outras. Existem vértebras típicas, atípicas; de transição (ficam entre uma região e outra – características da região a que pertence e da próxima região) JORDANA HONORATO – 75D 2 DISCO INTERVERTEBRAL É composto/formado por uma fibrocartilagem, tendo um anel fibroso ao redor e um núcleo pulposo, onde a cartilagem é mais gelatinosa *Com o passar do tempo esse disco pode ressecar, diminuindo o seu tamanho *Em alguns casos esse anel fibroso pode se romper e o núcleo pulposo(gelatinoso) pode “herniar” – sair para fora – formando uma hérnia de disco, a qual pode comprimir uma raiz nervosa. Fica entre um corpo vertebral e outro. Servindo como um amortecedor para as forças da gravidade e da ação muscular, de forma a não comprimir um corpo vertebral contra o outro. VÉRTEBRA TÍPICA Características: possui um corpo e um arco, os quais se ligam pelo PEDÍCULO. O arco é composto por uma LÂMINA e por processos, o posterior é o PROCESSO ESPINHOSO, os laterais são os PROCESSOS TRANSVERSOS, além desses tem os PROCESSOS ARTICULARES SUPERIORES E INFERIORES que irão se articular com a vértebra – acima e abaixo dela. Entre o corpo e o arco tem o FORAME VERTEBRAL. *A região superior do pedículo e a inferior têm – cada uma delas – uma INCISURA VERTEBRAL. Com uma vértebra sobreposta a outra, a região das incisuras do pedículo formam o FORAME INTERVETEBRAL que dará passagem ao nervo espinhal. A sobreposição de várias vértebras e, consequentemente, de vários forames vertebrais vão formar o CANAL VERTEBRAL, onde aloja a medula espinal(espinhal). Lâmina Incisura Incisura JORDANA HONORATO – 75D 3 VÉRTEBRAS TÍPICAS DE CADA REGIÃO Corpo, arco com lâmina, processo espinhoso, processos transversos. CERVICAL Características: FORAME TRANSVERSÁRIO no processo transverso – serve para dar passagem à artéria vertebral – e PROCESSO ESPINHOSO BÍFIDO TORÁCICA Características: no processo transverso e no corpo tem facetas articulares, chamadas de facetas costais, que vão receber (articular com) as costelas LOMBAR Características: corpo mais “forte” com formato de um rim (remiforme); os processos articulares são mais longitudinais; e, a característica principal, é o processo espinhoso em formato quadrangular como se fosse um machado. *Lembra uma xícara JORDANA HONORATO – 75D 4 VÉRTEBRAS ATÍPICAS ATLAS 1ª vértebra cervical (C1), não apresenta corpo, apenas uma MASSA LATERAL, de um lado e do outro, com suas FACETAS ARTICULARES SUPERIORES E INFERIORES. Possui um ARCO ANTERIOR – mais curto e que apresenta o TUBÉRCULO ANTERIOR e a FÓVEA PARA O DENTE DO ÁXIS – e um ARCO POSTERIOR. Tem um forame no PROCESSO TRANSVERSO – característica de vértebras cervicais, sendo típicas ou atípicas – chamado de FORAME TRANSVERSÁRIO. ÁXIS 2ª vértebra cervical (C2), vai se articular superiormente com o atlas (C1) – pelas FACES ARTICULARES SUPERIORES – e inferiormente com o C3. Tem um corpo, um DENTE – chamado processo ondotóide do áxis que vai se articular com o arco anterior do atlas, formando uma ARTICULAÇÃO ATLANTO-AXIAL, que é uma articulação sinovial em pivô. O PROCESSO TRANSVERSO com o FORAME TRANSVERSÁRIO. O PROCESSO ESPINHOSO é BÍFIDO. VÉRTEBRA DE TRANSIÇÃO Apresentam características da região a que pertence e da próxima região. Nesse exemplo, se encontra a C7, a qual apresenta características de vértebras cervicais, como forame transversário no processo transverso – afinal é uma delas – e também características de vértebras torácicas. Ela é semelhante a uma vértebra típica, tem um corpo, a região do pedículo, a lâmina, processos transversos, o PROCESSO ESPINHOSO – o qual é LONGO, se assemelhando ao processo espinhoso de uma vértebra torácica, por isso é chamada de VÉRTEBRA PROEMINENTE JORDANA HONORATO – 75D 5 CARACTERÍSTICAS DE CADA REGIÃO VÉRTEBRAS CERVICAIS ATÍPICAS ATLAS(C1) e ÁXIS(C2) TÍPICAS C3 a C6 – corpo, pedículo, processos transversos (com forame transversário – dá passagem a artéria vertebral), arco com lâmina, processo espinhoso bífido e facetas/processos articulares. Forames vertebrais com formato + triangular. DE TRANSIÇÃO C7 VÉRTEBRA PROEMINENTE – parece uma típica, entretanto o processo espinhoso, diferente das outras vértebras cervicais, é longo, não é bífido e termina em um tubérculo para dar inserção ao ligamento nucal, ou seja, apresenta características também parecidas com as vértebras torácicas VÉRTEBRAS TORÁCICAS Características principais: possuir as fóveas costais – inferiores, superiores e transversas – fazendo articulação com as costelas, na região do corpo e do processo transverso; forame vertebral em formato + circular. Além disso, tem o processo espinhoso mais inclinado, em relação ao corpo e aos de outras vértebras que são mais horizontais. TÍPICAS corpo, arco, pedículo, incisuras vertebrais, lâminas, processo espinhoso, processo transverso, processos articulares superiores e inferiores. *A região superior do pedículo e a inferior têm – cada uma delas – uma INCISURA VERTEBRAL. Com uma vértebra sobreposta a outra, a região das incisuras do pedículo formam o FORAME INTERVETEBRAL que dará passagem aos nervos espinhais. JORDANA HONORATO – 75D 6 VÉRTEBRAS LOMBARES SÃO 5 L1,L2,L3,L4 e L5 Possuem um corpo mais robusto com formato remiforme; arcos com lâminas e pedículos; e o processo espinhoso é quadrilátero – como a lâmina de um machado. As facetas/processos articulares estão em um plano que se articulam com outras vértebras quase que em uma linha sagital – estão longitudinais. Forame vertebral com formato + triangular. Não apresentam nem forames transversários (característica das vértebras cervicais), e nem fóveas costais (característica das vértebras torácicas). *A região superior do pedículo e a inferior têm – cada uma delas – uma INCISURA VERTEBRAL. Com uma vértebra sobreposta a outra, a região das incisuras do pedículo formam o FORAME INTERVETEBRAL que dará passagem aos nervos espinhais. SACRO E CÓCCIX Porção inferior da coluna vertebral SACRO formado pelafusão das 5 vértebras sacrais, as cristas/linhas transversais mostram esses locais de fusão Face pélvica/anterior lisa; forames sacrais anteriores que dão passagem aos nervos sacrais. Face posterior/dorsal cheia de relevos; forames sacrais posteriores. CRISTA MEDIANA que seria formada pela fusão dos processos espinhosos. CRISTA INTERMÉDIA formada pela fusão dos processos articulares. CRISTA LATERAL formada pela fusão dos processos transversos. Tem os CORNOS SACRAIS e uma abertura que é o HIATO SACRAL, que enquanto vida é fechado por uma membrana fibrosa. Parte superior tem uma faceta para articulação com a L5, chamada de LOMBOSSACRA. Ponto mais proeminente dessa faceta é o PROMONTÓRIO Lateralmente, apresenta uma FACE AURICULAR para a articulação com o osso ilíaco, formando a articulação SACROILÍACA – com o osso do quadril CÓCCIX osso rudimentar, como se fosse um vestígio da cauda dos animais, formado, normalmente, por 4 vértebras, mais ou menos fundidas e algumas vezes com a presença de um disco rudimentar. Apresenta uma pequena mobilidade, movimenta um pouco principalmente durante o parto. JORDANA HONORATO – 75D 7 JORDANA HONORATO – 75D 8 ARTICULAÇÕES DA COLUNA VERTEBRAL COLUNA VERTEBRAL formada por uma série de vértebras que se articulam umas sobre as outras formando um pivô ou um eixo do esqueleto axial ARTICULAÇÃO DOS CORPOS VERTEBRAIS Os corpos vertebrais se articulam entre si através de um DISCO INTERVERTEBRAL DE FIBROCARTILAGEM (tudo sobre ele na página 2). Serve como amortecedor para que o disco superior não comprima, pressione o disco inferior. Essa articulação entre os ossos formadas por fibrocartilagem é chamada de ARTICULAÇÃO SINFISIÁRIA ou SÍNFISE, o tipo é esse (aula de sistema articular). ARTICULAÇÃO ENTRE AS FACETAS ARTICULARES Entre o processo articular de uma vértebra com o processo articular de outra. Essa articulação possui um cápsula e um espaço articular que contém líquido sinovial, portanto é do tipo SINOVIAL PLANA que permite o deslizamento de uma faceta articular sobre a outra ARTICULAÇÃO ATLANTO-AXIAL ִיִיִי Entre o atlas(C1) e o áxis(C2). Essa articulação é entre o processo ondotóide ou dente do áxis no arco anterior do atlas. É SINOVIAL do tipo TROCÓIDE ou em PIVÔ, que permite o movimento no eixo longitudinal (fazer o não com a cabeça). Para manter esse dente fixo na sua posição evitando que ele pressione a medula espinhal existe o ligamento transverso do atlas que é bem resistente. Para reforçar ainda mais esse ligamento, prolongamentos saem dele para se fixar superiormente e inferiormente. Isso vai dar um formato de cruz ao ligamento. O conjunto então é chamado de ligamento cruciforme que é recoberto pela membrana tectória. Além deles, os ligamentos alares reforçam essa região. JORDANA HONORATO – 75D 9 ARTICULAÇÃO SACRO-ILÍACA *Extremidade inferior da coluna vertebral. Entre o sacro e o osso do quadril, a porção ilíaca dele. Ela é feita pela FACE AURICULAR do sacro com o OSSO ILÍACO. Articulação SINOVIAL do tipo PLANA. LIGAMENTOS VERTEBRAIS Mantêm a estrutura da coluna vertebral mais fixa e mais rígida, reforçando-a. Estão presos aos corpos das vértebras, tanto na região anterior quanto na posterior do corpo vertebral. Ligamento Longitudinal Anterior Começa desde o sacro e sobe até em cima do atlas. É um forte ligamento que prende todas as vértebras na região anterior JORDANA HONORATO – 75D 10 (IMAGEM) Larga faixa de tecido na frente das vértebras e dos corpos vertebrais Ligamento Longitudinal Posterior Posterior ao corpo vertebral. Mais frágil que o anterior. É encontrado no corpo da vértebra, para manter o disco na posição. Passa acima do ligamento transverso que mantém fixo o dente do áxis e vai em direção ao clivos e ao forame magno. Aí muda seu nome para MEMBRANA TECTÓRIA, a qual é fina e recobre o ligamento cruciforme. (IMAGEM)Corpo de uma vértebra, cortado na região do pedículo e retirado o arco vertebral, onde tem os processos articulares, transversos e espinhoso. JORDANA HONORATO – 75D 11 LIGAMENTOS DOS ARCOS (IMAGEM) Vista sagital. Tem o corpo vertebral que foi cortado, vê também o disco. O ligamento do corpo vertebral é o ligamento longitudinal anterior que está à frente dos corpos vertebrais. Dentro do canal vertebral tem o ligamento longitudinal posterior. Mas não é só nos corpos que existem ligamentos. Nos arcos também existe. Ligamento Amarelo 1° ligamento que se encontra nos arcos. Delimita o forame intervertebral. (IMAGEM) Vista anterior. Foi removido o corpo vertebral, cortada a região do pedículo, ficando só o arco vertebral. Dá para ver com detalhe esse ligamento que fecha a região entre os arcos. Ligamento Interespinhal Entre os processos espinhosos Ligamento Supra-espinhal Ligamento forte no ápice do processo espinhoso, que começa lá embaixo na lombar e sobe até C7. JORDANA HONORATO – 75D 12 Ligamento Nucal (IMAGEM) Região cervical. O Ligamento Supra-espinhal a partir de C7 não vai mais para processos espinhosos, ele segue em direção ao osso occipital para se prender a protuberância occipital externa. Mudando de nome para LIGAMENTO NUCAL. Largo ligamento posterior a região cervical *O forame transversário das vértebras cervicais apresentam no seu processo transverso a artéria vertebral. Normalmente entra/entra em C6, apesar de C7 também possuir o forame transverso, e vai até o atlas onde ela passa por um sulco para ela mesma sobre o corpo do atlas até entrar/penetrar na membrana atlanto-occiptal posterior. ARTICULAÇÃO COSTO-VERTEBRAL (IMAGEM) Detalhes das vértebras torácicas, as quais possuem as fóveas costais – superior, inferior e transversa – que servem de articulação com as costelas. Dá para ver a costela presa as fóveas costais do corpo vertebral concomitantemente com a fóvea transversa. Os ligamentos que fazem isso são chamados de RADIADOS. JORDANA HONORATO – 75D 13 ARTICULAÇÃO ATLANTO-OCCIPITAL Entre o crânio, seu osso occipital e o atlas. (IMAGEM) Vista basal do crânio. Forame magno e lateralmente os côndilos occipitais. Esses se articulam com a face superior do atlas, em uma articulação SINOVIAL do tipo CONDILAR, portanto uma articulação biaxial que permite o movimento de extensão e flexão da cabeça, além do de lateralidade. Ligamentos da Articulação Atlanto-occiptal Entre o arco anterior do atlas e o occiptal existe uma MEMBRANA, a ATLANTO-OCCIPTAL ANTERIOR que é firme e initerrupta. Entre o arco posterior e o occiptal tem A MEMBRANA ATLANTO-OCCIPTAL POSTERIOR que é perfurada para dar passagem á arteria vertebral e ao 1º nervo cervical JORDANA HONORATO – 75D 14 MEMBRANA TECTÓRIA (IMAGEM) Corpo vertebral e o arco foi removido. A porção superior do ligamento longitudinal posterior se torna fino, penetra no forame magno se fixando ao clivos, recebendo o nome de MEMBRANA TECTÓRIA. Ela cobre o ligamento cruciforme e, consequentemente, o ligamento transverso do atlas. Removendo ela que dá para ver eles e os outros ligamentos. JORDANA HONORATO – 75D 15 MÚSCULOS DO DORSO CAMADA PROFUNDA: Chamada de CAMADA PARAVERTEBRAL, são músculos que estão localizados na goteira vertebral que é um espaço localizado entre os processos espinhosos das vértebras e o ângulo costal. Estes músculos paravertebrais, ou, da camada profunda estão dispostos em 3 camadas: • Camada profunda músculos rotadores • Camada média complexo transverso-espinhal • Camada superficial músculos eretores CAMADA SUPERFICIAL: Ficam acima dos músculos da camada profunda. Eles são os músculos do dorso propriamente dito, onde se encontram: • Trapézio • Latíssimo do dorso (Grande Dorsal) • Romboides – maior e menor • Levantador da escápula (IMAGEM) Existe no dorsotambém, o SERRATIL POSTERIOR – INFERIOR E SUPERIOR. Músculos paravertebrais estão abaixo desses músculos. JORDANA HONORATO – 75D 16 CAMADA PROFUNDA (PARAVERTEBRAL) Localizados nelas estão os músculos curtos, os quais estão entre os processos espinhais – chamados de MÚSCULOS INTERESPINHAIS; e entre os processos transversos – chamados de MÚSCULOS INTERTRANSVERSÁRIOS. Eles existem principalmente na região lombar e na região cervical, sendo inexistentes na coluna torácica. Outros músculos importantes são os ROTADORES. MÚSCULOS ROTADORES PARAVERTEBRAIS PROFUNDOS Tem os curtos e os longos. . Detalhe dos músculos rotadores curtos. Eles se iniciam nos processos transversos e se prendem a lâmina da vértebra suprajacente. (IMAGEM) Tem embaixo um rotador curto, que se inicia no processo transverso e prende na lâmina da vértebra suprajacente. O rotador longo se prende no processo transverso e vai para a segunda vértebra acima dele, se prende na lâmina dela. JORDANA HONORATO – 75D 17 CAMADA MÉDIA DOS PARAVERTEBRAIS Formada pelo MÚSCULO SEMIESPINHAL e MULTÍFIDO. São chamados MÚSCULOS DO COMPLEXO TRANSVERSO ESPINHAL. Muito difícil de identificar/diferenciar um músculo do outro. Eles estão logo acima dos músculos da camada profunda dos paravertebrais – rotadores. CAMADA SUPERICIAL DOS PARAVERTEBRAIS Composta por três músculos, de lateral pra medial: MÚSCULO ILIOCOSTAL sai da região do ílio, da crista ilíaca, e vai em direção aos ângulos costais MÚSCULO LONGUÍSSIMO (LONGO) DO DORSO também sai da região sacral e vai acima dos músculos da camada intermediária até a região cervical MÚSCULO ESPINHAL rente aos processos espinhais Esses três músculos em conjunto são chamados de MÚSCULOS ERETORES DA COLUNA JORDANA HONORATO – 75D 18 CAMADA SUPERFICIAL Acima dos músculos paravertebrais, estarão os músculos do dorso. (IMAGEM) Detalhes dos MÚSCULOS ERETORES, que é a camada superficial dos músculos paravertebrais. Podemos somar a essa camada o MÚSCULO ESPLÊNIO que pega a região alta do tórax e a região do pescoço, cobrindo os músculos paravertebrais nessa região. JORDANA HONORATO – 75D 19 TRAPÉZIO • Existe um de cada lado do corpo, direito e esquerdo. Chamado assim pelo seu formado trapezoide. • Origem dele é na linha nucal, na protuberância occipital externa, no ligamento nucal e nos processos espinhosos das vértebras de C7 até T12. • A inserção do trapézio é no terço lateral da clavícula, no acrômio e na espinha da escápula. • Ele é inervado pelo NERVO ACESSÓRIO. • As fibras do trapézio estão dispostas: no sentido superior, facilitando a elevação do ombro; no sentido inferior, elevam a depressão do ombro; no sentido horizontal, fazem uma aproximação posterior do ombro, uma adução das escápulas. LATÍSSIMO DO DORSO (GRANDE DORSAL) • É um músculo muito grande. • Origem é nos processos espinhosos das 6 últimas vértebras torácicas, vértebras lombares, a crista ilíaca, a face tóraco lombar e 3 ou 4 últimas costelas. • A inserção é juntamente com o redondo maior no tubérculo menor e no sulco intertubercular do úmero. • Inervado pelo NERVO TÓRACO DORSAL do plexo braquial • Sua função é fazer a adução e extensão do braço. ROMBOIDES – MAIOR E MENOR • Maior fica embaixo e menor em cima • Origem deles é nos processos espinhosos da C7 até as 5 primeiras vértebras torácicas • A inserção é na borda medial da escápula • São inervados pelo NERVO DORSAL DA ESCÁPULA. • Função deles é fazer a adução da escápula JORDANA HONORATO – 75D 20 LEVANTADOR DA ESCÁPULA • Função: faz o que seu próprio nome diz – lavanta a escápula • Origem no tubérculo posterior do processo transverso das 4 primeiras vértebras cervicais • Sua inserção é no ângulo superior da escápula. • Inervado pelo NERVO ESCAPULAR DORSAL ou DORSAL DA ESCÁPULA – mesmo nervo que inerva os romboides JORDANA HONORATO – 75D