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ATIVIDADE 4 METODOLOGIA E ENSINO DE PORTUGUES NA ALFABETIZAÇÃO

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 Pergunta 1 
1 em 1 pontos 
 
 O trabalho com sequências didáticas permite a elaboração de contextos de 
produção de forma precisa, por meio de atividades e exercícios múltiplos e 
variados com a finalidade de oferecer aos alunos noções, técnicas e 
instrumentos que desenvolvam suas capacidades de expressão oral e 
escrita em diversas situações de comunicação.Alfabetização. Sequências 
Didáticas. Disponível 
em: <http://alfabetizacaotempocerto.comunidades.net/sequencias-
didaticas>. Acesso em 22 ago. 2019. 
 
Sobre as sequências didáticas para a alfabetização, analise as afirmações a 
seguir. 
 
 
I. Sequências didáticas são atividades organizadas de maneira sistemática, 
para que o aluno compreenda o conteúdo de maneira gradual. 
II. Sequências didáticas são feitas sem um objetivo final determinado, pois é 
um resumo dos conteúdos já ensinados. 
III. Na sequência didática, por ser uma atividade em que o aluno aprende de 
forma gradual, é essencial considerar o conhecimento prévio do aluno sobre 
o assunto. 
 
 
É correto o que se afirma em: 
 
Resposta Selecionada: 
I e III, apenas. 
Resposta Correta: 
I e III, apenas. 
 
Comentário 
da resposta: 
Resposta correta. As sequências didáticas são atividades 
organizadas de maneira sistemática com a finalidade de 
ensinar um conteúdo definido, a fim de que o aluno chegue 
em um objetivo final, de forma que o aluno compreenda o 
conteúdo de maneira gradual. Por isso, é interessante 
sempre considerar o conhecimento prévio do aluno sobre o 
assunto. Assim, I e III contemplam essas ideias e, por isso, 
estão corretas. 
 
 
 Pergunta 2 
1 em 1 pontos 
 
 Nos livros de Português para esses anos [iniciais] as atividades de leitura se 
faziam quase sempre em torno de um único gênero – a crônica – e tendiam 
a explorar um número muito reduzido de habilidades, como a retirada de 
informações e a compreensão de trechos isolados. A redação se fazia a 
 
partir de um tema indicado, sem que se dessem diretrizes sobre as 
condições de produção dos textos e sem que se realizasse um processo de 
alimentação temática e de discussão da forma da composição (que, quando 
ocorria, envolvia apenas aspectos relacionados a tipos de textos, como o 
descritivo, o narrativo, o dissertativo e o argumentativo). O ensino 
sistemático de conteúdos gramaticais reinava soberano e seu aprendizado 
constituía o objetivo privilegiado da disciplina. 
 
 
BATISTA, A. A. G. Alfabetização, leitura e ensino de Português: desafios 
e perspectivas curriculares. Revista Contemporânea de Educação., v.6, 
n.12, 2011, p. 246-272. 
 
 
A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos, analise as afirmações a 
seguir. 
I. Antigamente, o trabalho com os gêneros textuais era restrito a apenas um 
gênero, geralmente contos e crônicas, que, muitas vezes, estavam distantes 
do cotidiano das crianças. 
II. O trabalho com os gêneros, anos atrás, era feito geralmente com apenas 
um gênero e com atividades simples de compreensão textual, sem levar as 
crianças a refletirem sobre os usos sociais daquele texto. 
III. A produção de texto, antigamente, também era descontextualizada, ou 
seja, era passado apenas um tema, sem que as condições reais de 
produção fossem estudadas. 
 
 
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas. 
Resposta Selecionada: 
I, II e III 
Resposta Correta: 
I, II e III 
 
Comentário 
da resposta: 
Resposta correta. Antes dos recentes estudos sobre 
alfabetização e letramento, as cartilhas e as atividades de 
ensino da língua escrita não trabalhavam com a variedade de 
gêneros existentes, geralmente escolhiam apenas um 
gênero, o qual era trabalhado com perguntas de 
compreensão textual simples. Além disso, as atividades de 
produção textual também não eram contextualizadas de 
acordo com o seu contexto de produção, sendo 
caracterizadas apenas pelo tema. Com isso, o foco era 
somente a alfabetização e não o letramento. Por isso as 3 
afirmações estão corretas. 
 
 
 Pergunta 3 
1 em 1 pontos 
 
 Para iniciar os estudos sobre a escrita em língua materna, é de extrema 
importância que os conhecimentos que o aluno possui como falante nativo 
sejam utilizados no processo de aquisição da escrita. Qualquer trabalho a 
ser desenvolvido deverá propor a expansão desses conhecimentos. No 
entanto, muitas vezes, ao ingressar na escola o aluno precisa esquecer-se 
dos conhecimentos internalizados sobre sua língua para aprender quase 
outra língua. Uma língua que só existe na sala de aula [...] dissociada de 
situações comunicativas reais e sem funções sociais definidas. Essa 
dissociação entre a língua utilizada pela criança em situações comunicativas 
cotidianas e a “língua escolar” influencia diretamente os processos de 
aquisição da escrita, dificultando até mesmo o entendimento do que é a 
escrita e como esta se relaciona com a língua materna do indivíduo. Ter 
consciência de que o aluno, ao chegar à sala de aula, já faz uso da língua e 
a domina o suficiente para que se comunique por meio dela é fator 
determinante para facilitar aprendizagens e favorecer a apropriação da 
escrita. 
 
 ARCENIO, C. R. C. A relevância dos saberes linguísticos dos alunos 
para a aquisição da língua escrita. Revista Educação Pública; 2017. 
Disponível em: <https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/17/1/a-
relevncia-dos-saberes-lingusticos-dos-alunos-para-a-aquisio-da-lngua-
escrita>. Acesso em: 21 de ago. de 2019. 
 
A partir da leitura do texto e de seus conhecimentos, analise as afirmações a 
seguir. 
 
 
I. No aprendizado da língua escrita, é necessário que a criança deixe para 
trás aquilo que já sabe sobre a sua língua materna, principalmente as 
questões relacionadas à oralidade e às variações linguísticas. 
II. No momento da alfabetização, o professor não deve descartar aquilo que 
a criança já conhece sobre a sua língua materna, principalmente aqueles 
conhecimentos relacionados com a oralidade e a variação linguística. 
III. Tem-se a ideia de que a língua que a criança traz de casa é outra língua 
daquela que ela aprende na escola e que ela deve esquecer a sua língua 
“caseira” para aprender a língua portuguesa padrão. Porém isso não é 
verdade, pois o conhecimento prévio do aluno sobre a sua língua materna é 
essencial para o processo de alfabetização. 
 
 
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas. 
 
Resposta Selecionada: 
II e III, apenas. 
Resposta Correta: 
II e III, apenas. 
 
 
Comentário 
da resposta: 
Resposta correta. O conhecimento prévio da língua, aquele 
que o aluno traz de casa, com influências da oralidade e das 
variações linguísticas, é essencial para a sua aprendizagem 
da língua escrita e deve ser levado em conta pelo professor 
alfabetizador. Dessa forma, o aluno não tem a ideia errônea 
de que a língua da escola é diferente da língua que ele usa 
em casa, causando confusões na aprendizagem da escrita. 
Por isso, as afirmações II e III são as únicas verdadeiras, por 
trazerem essas ideias. 
 
 Pergunta 4 
1 em 1 pontos 
 
 No Pacto são apresentados os princípios gerais da formação continuada, a 
saber: 
A [...], entendida como a “capacidade [que] deve ser exercitada e fazer parte 
da prática cotidiana do professor” [...] Embasada em ferramentas 
conceituais, prioriza-se a análise de práticas de sala de aula, num 
movimento de alternância entre prática/teoria/prática. A [...], que pretende 
valorizar os saberes já constituídos pelos docentes, dar-lhes voz na 
formação, mas, igualmente, fazê-los “compreender que o que eles já sabem 
pode ser modificado, melhorado, trocado, ratificado, reconstruído, refeito ou 
abandonado”. 
CARDOSO C. J. CARDOSO, A. L. J. Formação continuada no contexto 
do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: alinhamento entre 
práticas, princípios formativos e objetivos.Práxis Educativa, Ponta 
Grossa, v. 11, n. 1, p. 89-106, jan./abr. 2016. 
 
 
Respectivamente, os princípios destacados

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