A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
6 pág.
Teste 1 Educação para Relações Étnicos Raciais

Pré-visualização | Página 2 de 3

havendo mais necessidade de
povos primitivos viverem sem o advento da tecnologia.
Influenciou para a criação de conceitos perigosos à história como o de Darwinismo Social enquanto forma de justificar a
opressão e violência contra povos minoritários de uma determinada sociedade. 
A terminologia raça é a mais indicada para ser utilizada contemporaneamente, ao contrário de etnia que era um termo
comumente utilizada durante o século XVIII e caiu em desuso.
Foi necessário para que as colonizações pudessem ocorrer e as sociedades se desenvolverem, visto que se elas de fato
fossem desenvolvidas, não haveria condições de serem colonizadas.
A terminologia raça deixou de ser utilizada desde o século XVI quando as colonizações europeias no continente
americano começaram a ocorrer.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Influenciou para a criação de conceitos perigosos à história como o de Darwinismo Social enquanto forma
de justificar a opressão e violência contra povos minoritários de uma determinada sociedade..
14/05/2021 Teste 1
https://ava.unisanta.br/mod/quiz/review.php?attempt=1361223&cmid=145830 4/6
Questão 7
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Questão 8
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
O termo etnia passou a ser mais comumente utilizado e por esse fato Kabengele Munanga afirmou que “Olhando a distribuição
geográfica do Brasil e sua realidade etnográfica, percebe-se que não existe uma única cultura branca e uma única cultura negra
e que regionalmente podemos distinguir diversas culturas no Brasil. Neste sentido, os afro-baianos produzem no campo da
religiosidade, da música, da culinária, da dança, das artes plásticas, etc. uma cultura diferente dos afromineiros, dos afro-
maranhenses e dos negros cariocas. (p. 15).  Quanto a sua afirmação, pode-se concluir que:
Escolha uma opção:
A terminologia etnia de nada diverge da raça, pois ambas retratam a mesma questão que são a formação de um
determinado país, podendo utilizar as duas terminologias sem quaisquer problemas.
Por não ser possível colocar numa mesma categoria uma ampla pluralidade cultural e identitária, o termo etnia acaba por
reconhecer tais especificidades sem silenciar as suas diferenças. 
Kabengele afirma que não há diferença nenhuma entre os afromineiros, afro-maranhenses e dos negros cariocas, visto
que todos são originários de uma mesma nação africana.
As diferenças existentes entre os afromineiros, afro-maranhenses e negros cariocas impossibita que os retratemos
enquanto etnias diferentes, sendo mais aconselhável coloca-los na categoria racial.
Obrigou-se a utilização da terminologia etnia por ser mais bem compreensível e inteligível perante as pluralidades
culturais existentes em uma determinada sociedade.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Por não ser possível colocar numa mesma categoria uma ampla pluralidade cultural e identitária, o termo
etnia acaba por reconhecer tais especificidades sem silenciar as suas diferenças..
Para Luciane Ribeiro Dias Gonçalves e Ângela Fátima Soligo, em artigo intitulado "Educação das relações étnico-raciais: o desafio
da formação docente”, publicado na 29' reunião da ANPED, dois pontos são marcantes nas narrativas dos livros escolares sobre
as questões étnico-raciais, são elas: 1) “A ideologia da superioridade do branco, conserva em nosso país, elementos no plano
estrutural e pessoal que reforçam mecanismos de exclusão e preconceito racial. Esse aspecto assume uma materialidade
explícita no campo da educação escolar por meio do vínculo entre conhecimento, identidade e poder.” e 2) No campo curricular
a imagem da África e do negro foi moldada pela instituição do escravismo no Brasil pelo colonialismo português. Os negros
foram transformados em mercadorias e bens, portanto houve uma dominação sexual, religiosa e lingüística.”. A esses dois
pontos, pode-se afirmar:
Escolha uma opção:
O Brasil é estruturado sócio-historicamente pelo colonizador branco e, justamente por isso, a história que merece estar
presente nos livros escolares são as dos vencedores para que sirvam de conhecimento positivo aos alunos.
Não há qualquer diferenciação entre as histórias dos povos brancos e dos povos negros narrados nos livros escolares,
pois a escola é uma instituição apolítica e sem quaisquer influências de ideologias diversas.
Os livros escolares mostram as histórias dos povos negros a mesma maneira, frequência e quantidade das mostradas dos
povos brancos, visto que cabe aos livros narrar as histórias sem viés ideológico.
Não há uma única identidade étnico-racial no Brasil, sim uma grande pluralidade de identidades que formam e
constituem a sociedade brasileira. Esta, ainda pautada no viés da branquitude estrutural que historicamente subjuga a
produção cultural negra. 
Enquanto o Brasil era forjado pela colonização europeia, uma nova identidade estava sendo criada e justamente por isso
podemos afirmar que há uma identidade única brasileira, constituída por brancos e negros, que coexistem sem quaisquer
discriminações.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Não há uma única identidade étnico-racial no Brasil, sim uma grande pluralidade de identidades que
formam e constituem a sociedade brasileira. Esta, ainda pautada no viés da branquitude estrutural que historicamente subjuga a
produção cultural negra..
14/05/2021 Teste 1
https://ava.unisanta.br/mod/quiz/review.php?attempt=1361223&cmid=145830 5/6
Questão 9
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Questão 10
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Em pesquisa de Ana Célia Silva, intitulada “A diferença como prestígio: a representação social do branco no livro didático”,
constatou-se, no artigo "Branqueamento e branquitude: conceitos básicos na formação para a alteridade", da mesma autora, que
“os personagens brancos foram ilustrados e descritos como maioria, com constelação familiar, exercendo os papéis e funções de
prestígio na sociedade, com papéis e funções da realeza, como seres divinizados e sem estereótipos. Nos textos receberam
nomes próprios, foram adjetivados positivamente, praticaram ações positivas e receberam elogios.” (p. 99). Quanto a tal
conclusão da autora, pode-se afirmar:
Escolha uma opção:
Não há como modificar os personagens narrados porque eles fazem parte da história, não cabendo aos livros dar
interpretações equivocadas para as suas ações.
A escola deve informar ao aluno sobre aquilo que aconteceu durante a história e, portanto, não caberá a ela escolher
quais histórias deverão ser contadas.
Os livros escolares costumam valorizar os personagens negros em oposição aos personagens brancos, sendo estes
narrados positivamente durante suas histórias.
Os livros escolares costumam valorizar os personagens brancos em oposição aos personagens negros, sendo estes
narrados de forma negativa e esterotipadamante. 
Os livros escolares não valorizam nenhum personagem em detrimento de outro pelo fato de que não cabe aos livros tais
julgamentos.
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: Os livros escolares costumam valorizar os personagens brancos em oposição aos personagens negros,
sendo estes narrados de forma negativa e esterotipadamante..
“Por muito tempo, não se perguntou, por exemplo, sobre a educação dos negros, dos indígenas ou sobre as especificidades da
educação feminina nos diferentes momentos do passado. Hoje, essas questões são fundamentais para o entendimento do que
foi, do que é a educação brasileira. Mesmo assim muitos ainda teimam em não querer enxergar que são profundamente
diferentes as histórias da educação do homem e da mulher, da criança e do adulto, do negro, do branco, do indígena e do
judeu... Enxergar o “outro” continua exigindo um grande esforço principalmente para os que não ocuparam o lugar dos que
pouco puderam falar ou escrever ao longo da história (LOPES e GALVÃO, 2001: p. 41).” A essa constatação, recomenda-se que:
Escolha uma opção:
Ignore quaisquer diferenças sociais existentes no Brasil porque não é de responsabilidade da escola trazer à tona este
debate.
A escola trabalhe