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Direito Ambiental - Lei de Crimes Ambientais - Exercícios 09

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Susane Felix

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Questões resolvidas

Direito Ambiental Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) Exercícios 09
De acordo com a Lei 9.605/98 no caso de guarda doméstica de espécie silvestre não considerada ameaçada de extinção, pode o juiz, considerando as circunstâncias:
A) aplicar a pena com aumento de um sexto
B) deixar de aplicar a pena
C) aplicar a pena com aumento de um terço
D) aplicar a pena pela metade
E) aplicar a pena em dobro

Nos arts. 14 e 15 da Lei de Crimes Ambientais, Lei 9.605/98, estão elencadas as circunstâncias atenuantes e agravantes aplicáveis especificamente aos crimes ambientais.
Ao analisarmos o Art.14, verificamos que são circunstâncias que atenuam a pena:
A) Ser o agente menor de 21 anos na data do fato e maior de 70 anos na data da sentença.
B) Ter o agente confessado espontaneamente, perante a autoridade, a autoria do crime.
C) Ter o agente cometido o crime por motivo de relevante valor social ou moral.
D) Arrependimento do infrator, manifestado pela espontânea reparação do dano.
E) O desconhecimento da lei.

Pedido de habeas corpus impetrado em favor de réu denunciado como incurso nas penas do art. 34, parágrafo único, II, da Lei n. 9.605/1998, uma vez que foi flagrado pela Polícia Militar de Proteção Ambiental praticando pesca predatória de camarão, com a utilização de petrechos proibidos em período em que a pesca seja proibida e sem autorização dos órgãos competentes.
Marque a alternativa CORRETA em razão do caso em tela:
I- O réu cometeu a infração em período de defeso, exatamente como demonstrado no caso, ou seja, em época da reprodução da espécie, em que a pesca está proibida e utilizando petrechos não permitidos, praticando pesca predatória.
II- O paciente cometeu a infração em período de defeso, exatamente como demonstrado no caso, mas devolveu os camarões ao habitat natural, não configurando a tipicidade da conduta, nem sua reincidência, nem pesca predatória, portanto, procede o princípio da insignificância.
III- Não se aplica o princípio da insignificância em delitos ambientais quando é destinada especial proteção legal ao bem jurídico tutelado pelo tipo penal, cuja violação reveste-se de maior gravidade, como a pesca em local proibido e em período de defeso à fauna aquática.
Somente a alternativa II está correta
Somente a alternativa III está correta
Somente as alternativas I e III estão corretas
Somente a alternativa I está correta
Somente as alternativas II e III estão corretas

Cuidando-se da Lei nº 9.605/98 que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente é correto afirmar que:
A) Não são espécimes da fauna silvestre as espécies migratórias e outras aquáticas ou terrestres, que apenas permaneçam parte de seu ciclo de vida dentro dos limites do território brasileiro, ou águas jurisdicionais brasileiras.
B) Não constitui crime adquirir e guardar ovos da fauna silvestre nativa.
C) Não constitui crime, perseguir, apanhar e utilizar espécime da fauna silvestre nativo, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, desde que o espécime não seja morto.
D) No caso de guarda doméstica de espécie silvestre não considerada ameaçada de extinção, pode o juiz, considerando as circunstâncias, deixar de aplicar a pena.
E) Não constitui crime a destruição de ninho, abrigo ou criadouro natural.

Segundo Celso Antonio Pacheco Fiorillo, em sua obra intitulada Crimes Ambientais, o Direito Ambiental Criminal possui características peculiares inerentes ao seu caráter -preventivo- fundado na proteção constitucional, justificando a antecipação da tutela penal nos crimes de perigo concreto e nos crimes de perigo abstrato.
Assinale a alternativa que melhor distingue tais espécies:
A) São crimes de perigo abstrato os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. O tipo penal dispensa a exposição a perigo. Nos crimes de perigo concreto não se exige a comprovação do risco ao bem protegido.
B) São crimes de perigo concreto os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, independente da existência de perigo real no caso concreto. Nos crimes de perigo abstrato não se exige a comprovação do risco ao bem protegido.
C) São crimes de perigo concreto os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem jurídico protegido. A tipificação penal exige a exposição ao perigo. Nos crimes de perigo abstrato não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, independente da existência de perigo real no caso concreto.
D) São crimes de perigo concreto os que o legislador comina uma pena à conduta pelo mero fato de considerá-la perigosa. Não exige a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. Nos crimes de perigo abstrato, depende da existência de perigo real no caso concreto, mas não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Não há presunção legal do perigo, que, portanto, precisa ser provado.
E) São crimes de perigo abstrato os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. O tipo penal requer a exposição a perigo. Nos crimes de perigo concreto não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, que, por isso, não precisa ser provado.

A reincidência genérica na prática de infração administrativa ambiental:
A) não tem qualquer influência na fixação da sanção da nova infração.
B) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em triplo.
C) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em dobro.
D) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em grau apreciado discricionariamente pelo órgão sancionador.
E) é circunstância agravante, passível de livre apreciação pelo órgão sancionador.

A Lei nº 9.605/98 que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências, estabelece que as pessoas jurídicas sejam responsabilizadas penalmente, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade.
Conforme previsto na Lei nº 9.605/98, as penas aplicáveis, isolada, cumulativa ou alternativamente, às pessoas jurídicas, são:
A) Multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.
B) Prisão e multa.
C) Prestação de serviços à comunidade e multa.
D) Prisão, multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.
E) Restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.

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Direito Ambiental Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) Exercícios 09
De acordo com a Lei 9.605/98 no caso de guarda doméstica de espécie silvestre não considerada ameaçada de extinção, pode o juiz, considerando as circunstâncias:
A) aplicar a pena com aumento de um sexto
B) deixar de aplicar a pena
C) aplicar a pena com aumento de um terço
D) aplicar a pena pela metade
E) aplicar a pena em dobro

Nos arts. 14 e 15 da Lei de Crimes Ambientais, Lei 9.605/98, estão elencadas as circunstâncias atenuantes e agravantes aplicáveis especificamente aos crimes ambientais.
Ao analisarmos o Art.14, verificamos que são circunstâncias que atenuam a pena:
A) Ser o agente menor de 21 anos na data do fato e maior de 70 anos na data da sentença.
B) Ter o agente confessado espontaneamente, perante a autoridade, a autoria do crime.
C) Ter o agente cometido o crime por motivo de relevante valor social ou moral.
D) Arrependimento do infrator, manifestado pela espontânea reparação do dano.
E) O desconhecimento da lei.

Pedido de habeas corpus impetrado em favor de réu denunciado como incurso nas penas do art. 34, parágrafo único, II, da Lei n. 9.605/1998, uma vez que foi flagrado pela Polícia Militar de Proteção Ambiental praticando pesca predatória de camarão, com a utilização de petrechos proibidos em período em que a pesca seja proibida e sem autorização dos órgãos competentes.
Marque a alternativa CORRETA em razão do caso em tela:
I- O réu cometeu a infração em período de defeso, exatamente como demonstrado no caso, ou seja, em época da reprodução da espécie, em que a pesca está proibida e utilizando petrechos não permitidos, praticando pesca predatória.
II- O paciente cometeu a infração em período de defeso, exatamente como demonstrado no caso, mas devolveu os camarões ao habitat natural, não configurando a tipicidade da conduta, nem sua reincidência, nem pesca predatória, portanto, procede o princípio da insignificância.
III- Não se aplica o princípio da insignificância em delitos ambientais quando é destinada especial proteção legal ao bem jurídico tutelado pelo tipo penal, cuja violação reveste-se de maior gravidade, como a pesca em local proibido e em período de defeso à fauna aquática.
Somente a alternativa II está correta
Somente a alternativa III está correta
Somente as alternativas I e III estão corretas
Somente a alternativa I está correta
Somente as alternativas II e III estão corretas

Cuidando-se da Lei nº 9.605/98 que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente é correto afirmar que:
A) Não são espécimes da fauna silvestre as espécies migratórias e outras aquáticas ou terrestres, que apenas permaneçam parte de seu ciclo de vida dentro dos limites do território brasileiro, ou águas jurisdicionais brasileiras.
B) Não constitui crime adquirir e guardar ovos da fauna silvestre nativa.
C) Não constitui crime, perseguir, apanhar e utilizar espécime da fauna silvestre nativo, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, desde que o espécime não seja morto.
D) No caso de guarda doméstica de espécie silvestre não considerada ameaçada de extinção, pode o juiz, considerando as circunstâncias, deixar de aplicar a pena.
E) Não constitui crime a destruição de ninho, abrigo ou criadouro natural.

Segundo Celso Antonio Pacheco Fiorillo, em sua obra intitulada Crimes Ambientais, o Direito Ambiental Criminal possui características peculiares inerentes ao seu caráter -preventivo- fundado na proteção constitucional, justificando a antecipação da tutela penal nos crimes de perigo concreto e nos crimes de perigo abstrato.
Assinale a alternativa que melhor distingue tais espécies:
A) São crimes de perigo abstrato os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. O tipo penal dispensa a exposição a perigo. Nos crimes de perigo concreto não se exige a comprovação do risco ao bem protegido.
B) São crimes de perigo concreto os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, independente da existência de perigo real no caso concreto. Nos crimes de perigo abstrato não se exige a comprovação do risco ao bem protegido.
C) São crimes de perigo concreto os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem jurídico protegido. A tipificação penal exige a exposição ao perigo. Nos crimes de perigo abstrato não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, independente da existência de perigo real no caso concreto.
D) São crimes de perigo concreto os que o legislador comina uma pena à conduta pelo mero fato de considerá-la perigosa. Não exige a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. Nos crimes de perigo abstrato, depende da existência de perigo real no caso concreto, mas não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Não há presunção legal do perigo, que, portanto, precisa ser provado.
E) São crimes de perigo abstrato os que exigem a comprovação da efetiva ocorrência do perigo do risco ao bem protegido. O tipo penal requer a exposição a perigo. Nos crimes de perigo concreto não se exige a comprovação do risco ao bem protegido. Há uma presunção legal do perigo, que, por isso, não precisa ser provado.

A reincidência genérica na prática de infração administrativa ambiental:
A) não tem qualquer influência na fixação da sanção da nova infração.
B) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em triplo.
C) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em dobro.
D) é circunstância agravante, ensejando a aplicação da sanção de multa em grau apreciado discricionariamente pelo órgão sancionador.
E) é circunstância agravante, passível de livre apreciação pelo órgão sancionador.

A Lei nº 9.605/98 que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências, estabelece que as pessoas jurídicas sejam responsabilizadas penalmente, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade.
Conforme previsto na Lei nº 9.605/98, as penas aplicáveis, isolada, cumulativa ou alternativamente, às pessoas jurídicas, são:
A) Multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.
B) Prisão e multa.
C) Prestação de serviços à comunidade e multa.
D) Prisão, multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.
E) Restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade.

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