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JOGO DE OPISIÇÃO RELATÓRIO DE PRÁTICA Nome do aluno: Rullyend dos Santos RA do aluno: 3952401 REALEZA/PR 01/05/2019 1. Introdução As lutas representam um meio dinâmico e eficaz na educação, traz consigo inúmeros métodos, técnicas que auxiliam na concentração do aluno, preparo físico e controle emocional, contribuindo no seu treinamento esportivo. O ensino de lutas compreende uma realidade ampla que consiste em propiciar ao aluno vivências, e aquisição de valores que serão de suma importância em sua formação pessoal, consequentemente melhorando sua conduta ética, preparo físico e sua evolução intelectual como um todo, contribuindo com enorme ênfase no contexto escolar. Na educação física as lutas podem ser abordadas em uma forma mais reflexiva, a fim de que possam desenvolver potencialidades físicas, disciplina, controle emocional, respeito às regras, e acima de tudo o respeito ao próximo. Os jogos de oposição são atividades de muito contato corporal sendo considerado, por sua vez artes marciais, são confrontações arbitradas, individuais e realizadas sobre um espaço delimitado, superfície adaptada que devem promover a reação do outro para explorá-la (conquistar, defender, desequilibrar, imobilizar). O educador deve propiciar aos alunos atividades que ofereçam segurança, o controle da violência, controle emocional, a consciência do seu corpo e sua força. Os jogos de oposição estimulam a trabalhar os aspectos cognitivos, sócio afetivo e motor, então dessa forma a atividade pretende contribuir para o desenvolvimento integral do aluno. 2. Objetivos ● Ofertar um jogo de aproximação (corpo a corpo) como adaptação de um cabo de guerra; ● Promover na prática o ensino de regras; ● Explorar a tática, concentração, estratégia do aluno; ● Integrar o grupo, estabelecer vivência através do contato e diálogo; ● Explorar do aluno suas potencialidades corporais quanto a sua força resistência. 3. Desenvolvimento da prática ● Atividade realizada foi um jogo de aproximação que é um elemento dos jogos de oposição; ● A luta adaptada foi o cabo de guerra; ● O espaço utilizado foi uma sala ampla, revestida com tatame em EVA, a fim de promover a segurança dos participantes, o espaço foi delimitado ao meio por uma faixa central (fita crepe/branca); ● Os alunos foram divididos em dois grupos e separados de acordo com idade e porte físico, para não haver privilégios (grupo mais forte e grupo mais fraco); ● O jogo realizado não estabelece limite de tempo, pois vence o grupo que passar o maior número de adversário para o seu lado; ● É dado ênfase ao corpo como um todo, cada aluno deverá agir com estratégia, concentração e resistência, utilizando de forma mais potencializada os membro superiores e inferiores (puxar pelas mãos ou pelos pés); ● As regras serão bem claras e específicas, voltadas à segurança do aluno, sem puxar pela roupa, cabelo e etc. Estimulando o respeito pelo outro; ● O equipamento utilizado para filmagem foi um smartphone, com câmera de boa resolução. 4. Considerações Finais Os jogos de oposição visam um aprimoramento de todas as capacidades (cognitiva, sócio afetiva, motora e etc.), compreendem uma realidade ampla ao mesmo tempo propiciando valores que serão de suma importância na formação intelectual e sua conduta ética. A abordagem de regras leva o aluno a considerar limites, e fronteiras além de estabelecer uma melhor conduta emocional, concentração, respeito ao próximo e a conscientização sobre táticas, memorização, estratégias dentre outros. O profissional de educação física ao estabelecer as atividades deve levar em consideração a segurança e total integridade do aluno, nada que possa lesioná-lo, e sendo assim que seja uma atividade que desperte a ludicidade, a competição de uma forma justa, conscientizando o aluno sobre suas possibilidades e limites corporais, seja ela individual, dupla ou até mesmo em grupo. 5. Referências bibliográficas SECRETARIA DE EDUCAÇÃO. Dança e Lutas: Generalização dos fundamentos da luta nas diferentes modalidades. Pernambuco, 2012. SANTOS, Sérgio Luiz Carlos. Jogos de Oposição: Ensino das lutas na escola. Ed. Phorte, pg. 186, 2012.