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Cap 2 - Geometria do Navio

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Capítulo 2 - Geometria do Navio
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1. 
Para um navio em que L = 120 m, GM' = 150 m. W = 6.000 t, calado AV = 5,26, calado AR = 5,84, deslocou-se longitudinalmente para vante em 30 metros um peso p = 20 toneladas. Pedem-se os calado AV e AR, respectivamente:
 5,3m e 5,84m
 5,22m e 5,88m
 5,3m e 5,8m
 5,26m e 5,88m
 5,26m e 5,84m
2. 
Um navio tem 1.200 toneladas de deslocamento com o calado médio de 4 metros na água e 4 toneladas por centímetro de variação de calado; qual será o seu calado na água doce?
 3,952 m
 4,048m
 4,48m
 4,5m
 3,048m
3. 
Supõe-se que o navio esteja navegando em seu deslocamento normal, para o qual o número de “toneladas por centímetro” é 25; durante o cruzeiro gastaram-se 125 toneladas de óleo combustível de um tanque situado abaixo do centro de flutuação. Qual foi a diminuição do calado?
 4
 4,5
 5
 5,5
 6
4. 
Suponhamos que um navio está em seu deslocamento normal e sabe-se que o número de toneladas por centímetro para este deslocamento é 12. Ao chegar a um porto o navio, deve ser desembarcada uma quantidade regular de carga cujo peso não se conhece. Após a descarga, entretanto, verificou-se uma diminuição de 6,5 cm no calado AV e no calado AR. Qual o peso desembarcado?
 80
 78
 65
 70
 72
5. 
Considere as afirmativas abaixo:
I. Trim ou adernamento é também a medida da inclinação, isto é, a diferença entre os calados AV e AR; é expresso em metros ou em pés ingleses, dependendo da medida empregada no calado do navio.
II. Banda é a inclinação para um dos bordos; o navio pode ter banda para boreste ou para bombordo; a banda é medida em graus.
III. Compassar ou fazer o compasso de um navio é tirar o trim, isto é, trazê-lo à posição de flutuação direita quando estiver inclinado no sentido longitudinal. Quando um navio não tem trim, diz-se que está compassado, ou que está em quilha paralela, ou em águas parelhas.
1. Aprumar, ou trazer a prumo um navio, é tirar a banda, isto é, trazê-lo à posição de flutuação direita quando estiver inclinado no sentido transversal. Quando um navio não tem banda, diz-se que está aprumado.
1. Quando um navio tem trim, é preferível que esteja abicado; um navio apopado é mais difícil de governar.
 
São verdadeiras:
 II, III e IV
 I, III e IV
 II, IV e V
 I, IV e V
 I, II e IV
6. 
Para a comparação da capacidade de transporte é usada a seguinte medida:
 Arqueação bruta
 Carga paga
 Arqueação líquida
 Expoente de carga
 Tonelagem de arqueação
7. 
A relação entre o comprimento entre perpendiculares e o calado varia aproximadamente de:
 4 a 10
 10 a 20
 10 a 30
 1,8 a 4
 4 a 30
8. 
Considere as seguintes afirmativas sobre os coeficientes de carena, sendo:
A = área da parte imersa da seção mestra
AF = área do plano de flutuação na linha-d’água projetada
L = comprimento entre PP
B = boca máxima da parte imersa
C = calado médio
 
I.Coeficiente de bloco CB  – É a relação entre o volume deslocado V e o volume do paralelepípedo que tem para arestas respectivamente L, B e C.
II.Coeficiente prismático CP – É a relação entre o volume deslocado e o volume de um sólido que tenha um comprimento igual ao comprimento do navio na flutuação e uma seção transversal igual à da parte emersa da seção mestra.
III.Coeficiente da seção a meia-nau ou seção mestra CSM - representa a distribuição longitudinal do deslocamento do navio, e é utilizado principalmente para os cálculos de potência e velocidade.
IV.Coeficiente da área de flutuação CWL - refere-se sempre à linha-d’água projetada, a menos que se diga o contrário.
 
São falsas:
 I, II e IV
 I, II e III
 I e II
 II e III
 II, III e IV
9. 
Com relação à escala de calado, assinale a afirmativa falsa:
 As escalas numéricas para a leitura dos calados, em todos os navios,são escritas a boreste e a bombordo, a vante e a ré, e algumas vezes a meia-nau.
 O zero de todas as escalas é referido à linha do fundo da quilha, ou à linha que passa pelos pontos mais baixos do casco (leme, pé do cadaste, pá do hélice etc.), sendo esta linha prolongada horizontalmente até sua interseção com as partes inferiores de cada perpendicular nas extremidades do navio.
 Com os algarismos de altura de um decímetro ou de um pé, são escritos na escala somente os números ímpares de decímetros ou de pés, e o intervalo entre os números é igual, respectivamente, a um decímetro ou a um pé.
 Quando o nível da água estiver no limbo superior de um número, deve-se acrescentar uma unidade, e as frações da unidade serão estimadas a olho.
 Se os algarismos tiverem a altura de meio decímetro (cinco centímetros) ou meio pé (seis polegadas), escrever-se-ão todos os números inteiros de decímetros ou de pés. Neste caso, se o nível da água estiver rasando o limbo superior de um número, será necessário acrescentar apenas meio decímetro ou meio pé para ler o calado.
10. 
É a maior largura do casco medida entre as superfícies externas do forro exterior, da couraça ou do verdugo:
 Boca máxima
 Boca moldada
 Boca
 Pontal
 Boca de projeto
11. 
É a distância entre as interseções do convés principal com a face de vante da roda de proa e com a face de ré do cadaste, ou com o eixo do leme, se o navio não tiver cadaste bem definido:
 Comprimento de registro
 Comprimento de roda a roda
 Comprimento de arqueação
 Comprimento no convés
 Comprimento entre perpendiculares
12. 
No plano do perfil e no plano das linhas-d’água, as linhas do alto e as linhas de balizas são representadas respectivamente por:
 Ambas como retas
 Verdadeira grandeza e retas
 Ambas como verdadeiras grandezas
 Retas e verdadeira grandeza
 Nenhuma das anteriores
13. 
Interseções do casco por planos verticais transversais:
 Linhas d’água
 Linhas de flutuação
 Linhas da base
 Linhas de balizas
 Linhas do alto
14. 
É a origem para todas as distâncias verticais, que se chamam alturas:
 Plano de referência
 Plano diametral
 Plano da base moldada
 Plano de meia-nau
 Plano transversal
15. 
Considere as seguintes afirmativas:
 
I.Tosamento, ou tosado – É a curvatura que apresenta a cinta de um navio, quando projetada sobre um plano vertical longitudinal; ele determina a configuração do convés principal e do limite superior do costado. Tosamento é também a medida desta curvatura, isto é, a altura do convés nos extremos do casco, acima do pontal. Podemos ter tosamento AV e tosamento AR.
II.Alquebramento – É a curvatura da quilha, quando apresenta convexidade para cima. Em geral ocorre como uma deformação permanente causada por fraqueza estrutural ou por avaria. O alquebramento é o inverso do tosamento, o qual também pode ser aumentado pelas mesmas causas de deformação.
III.Altura do fundo ou pé de caverna – Altura a que se eleva o fundo do casco, da quilha ao bojo, no ponto de encontro entre a tangente ao costado vertical e o prolongamento do fundo do casco; é medida nas linhas moldadas.
IV.Adelgaçamento – Curvatura ou inclinação para dentro, que tem o costado do navio acima do vau mais comprido.
V. Alargamento – Curvatura ou inclinação para fora, do costado do navio; muito comum na região da proa. É o contrário de adelgaçamento.
 
São verdadeiras:
 I, III e IV
 I, III, IV e V
 II, III e V
 I, II, III e IV
 Todas as afirmativas
16. 
Quando um navio esta aprumado seu plano diametral é vertical e contém tanto o centro de carena C como o centro de gravidade G. Quando o navio sofre uma inclinação o ponto C afasta-se deste plano movendo-se da posição C para C’. A linha de ação do empuxo com o navio inclinado intercepta a linha de empuxo do navio aprumado num ponto M. O segmento GM é conhecido como:
 Momento de endireitamento
 Borda-livre
 Braço de endireitamento
 Altura metacêntrica
 Raio metacêntrico transversal
17. 
É o ponto de aplicação da força chamada empuxo:
 Centro de Volume
 Centro de gravidade
 Metacentro transversal
 Centro de flutuação
 Metacentro longitudinal
18. 
Une as interseções da face superior do vau com as faces exteriores da caverna correspondente:
 Linha reta do vau
 Flecha do vau
 Mediania
 Seção-mestra
 Seção a meia-nau
19. 
Assinale a alternativa verdadeira:
 Superfície moldada

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