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Simulado_ Currículo Escolar na perspectiva da Educação Inclusiva-Módulo III

Simulado sobre currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva, com questões de múltipla escolha que tratam das Diretrizes Curriculares Nacionais/Parecer 17/2001, avaliação, adaptações curriculares e referências como UNESCO (1994), Ferrari et al. (2019), Silva & Moreira, Zanato & Gimenez

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (CNE/CB, Nº 2, 11 de fevereiro de 2001) expressam determinações e orientações voltadas ao processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais, no que tange aos aspectos pedagógicos e formação de professores. No Parecer 17/2001, referente à Resolução 2/2001. “A inclusão é definida como a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida” (BRASIL/CNE, 2001).
Nesse contexto entendemos que a educação voltada às pessoas com necessidades educacionais especiais está fundamentada nos princípios da
a. Preservação da dignidade humana, na busca da competitividade e no exercício da cidadania.
b. Preservação da dignidade humana, na busca da identidade e no exercício da cidadania.
c. Preservação da dignidade humana, na busca da coletividade e no exercício da cidadania.
d. Preservação da dignidade humana, na busca da individualidade e no exercício da cidadania.

De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, as adaptações são pautadas na atuação do professor tanto para avaliação quanto para o atendimento aos alunos público alvo da educação especial.
A avaliação, nesse caso,
a. orienta o profissional quanto ao nível de potencialidade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
b. orienta o profissional quanto ao nível de desenvolvimento do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
c. orienta o profissional quanto ao nível de dificuldade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
d. orienta o profissional quanto ao nível de capacidade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.

De acordo com Silva e Moreira (2008), a escola deve ser concebida como instituição capaz e capacitada de disseminar o conhecimento, sendo assim, todos os alunos que a frequentam, deveriam desenvolver de forma adequada suas potencialidades, independentemente, de possuírem ou não uma necessidade mais especifica na aprendizagem. Porém, quando há estudantes que não estão tendo evolução no seu processo de ensino e aprendizagem, no caso aqueles com necessidades educacionais especiais, o currículo construído na escola pode inclusive torna-se um mecanismo de
Escolha uma:
a. Segregação, um estigma da diferença;
b. Inclusão, um estigma da igualdade;
c. Inclusão, um estigma da equidade;
d. Exclusão, um estigma da diferença;

[...] todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos através de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e parceria com as comunidades (UNESCO, 1994 , s/n).
A esse respeito, Zanato CB, Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares” afirmam que para que as os alunos com necessidades educacionais especiais incluídos na rede regular de ensino possam participar de forma efetiva do processo de ensino/aprendizagem, podem ser necessárias algumas adaptações no currículo regular para criar condições que favoreçam a inclusão. Desse modo, um currículo para ser inclusivo deve se:
a. Adequar às dificuldades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
b. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, desvalorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
c. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
d. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser inflexível, adaptável e pouco desafiador a todos.

A política curricular materializada por meio também dos Parâmetros Curriculares Nacionais – Adaptações Curriculares (Brasil, 1998), orienta as escolas e seus professores a desenvolverem ações adequadas para atenderem a diversidade de necessidades que se apresentarem no contexto da escola e na sala de aula. Coloca tanto na gestão da escola quanto no professor a responsabilidade e o protagonismo de tais ações já que entende que
Escolha uma:
a. As adaptações curriculares constituem, pois, possibilidades educacionais de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos alunos. Pressupõem que se realize a adaptação do currículo regular, quando necessário, para torná‐lo apropriado às peculiaridades dos alunos com necessidades especiais;
b. As adaptações podem ser significativas, quando se referem às alterações realizadas pelo professor em sala de aula, e não significativas, quando voltadas a modificações mais amplas, dentro da própria construção do Projeto Pedagógico da escola;
c. As adaptações podem ser temporais, que consistem na organização de agrupamentos, organização didática, organização do espaço;
d. As adaptações podem ser organizativas, modificação de procedimentos, introdução de atividades alternativas às previstas, introdução de atividades complementares às previstas, modificação do nível de complexidade das atividades, eliminando componentes, sequenciando a tarefa, facilitando planos de ação, adaptação dos materiais, modificação da seleção dos materiais previstos;

Considerando os princípios da educação inclusiva apresentados por Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, a avaliação do aluno não se dá não apenas para verificar dificuldades, mas, sobretudo, para apontar:
Escolha uma:
a. Habilidades que o aluno não poderá desenvolver;
b. Encaminhamentos especializados para realização de Terminalidade Específica;
c. Habilidades que o aluno já tem desenvolvidas;
d. Encaminhamentos especializados necessários;

De acordo com Zanato CB, Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares” Cabe ao professor garantir aos alunos com necessidades educacionais especiais o acesso a todos os aspectos do currículo, assim como planejar e executar ajustes que assegurem a participação de todos os alunos nas aulas.
Assim, no que se refere aos ajustes que cabem ao professor desenvolver e implementar para garantir o acesso do aluno com necessidades especiais a todas as instâncias do currículo escolar, encontram-se, exceto:
a. Favorecer os melhores níveis de comunicação e de interação do aluno com as pessoas com as quais convive na comunidade escolar; favorecer também a participação do aluno nas atividades escolares, promovendo sentimentos de inferioridade, de menos valia, ou de fracasso;
b. Criar condições físicas, ambientais e materiais para a participação do aluno com necessidades especiais na sala de aula, bem como adaptar materiais de uso comum em sala de aula;
c. Adotar sistemas alternativos de comunicação, para os alunos impedidos de comunicação oral, tanto no processo de ensino e aprendizagem como no processo de avaliação;
d. Atuar para a aquisição dos equipamentos e recursos materiais específicos necessários;

De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, As variáveis que interferem na realização de adequações curriculares são múltiplas.
Dentre elas pode-se afirmar que
a. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.
b. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, possibilitando que adequações sejam realizadas.
c. Muitos profissionais relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.
d. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e não acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.

De acordo com Silva e Moreira (2008), no documento que trata da política da educação especial na perspectiva inclusiva (2008) o currículo é concebido como:
Escolha uma:
a. Dinâmico e flexível, assim como, estruturado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;
b. Dinâmico e flexível, assim como, estruturado de modo a desfavorecer a aprendizagem de todos os alunos;
c. Dinâmico e flexível, assim como, reorganizado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;
d. Dinâmico e inflexível, assim como, estruturado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;

Tomando os referenciais estudados ao longo desta disciplina, Pode-se entender como flexibilização/adaptação curricular ou adequação curricular, as proposições apresentadas a seguir, exceto:
Escolha uma:
a. Toda e qualquer ação pedagógica que tenha a intenção de flexibilizar o currículo para oferecer respostas educativas às necessidades especiais dos alunos no contexto escolar;
b. Modificações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ocorrer pelo menor período possível, de forma a possibilitarem que esses alunos possam gradativamente participar de um ensino cada vez mais comum caminhando junto com seu grupo/classe;
c. Uma possibilidade de atender às dificuldades específicas dos alunos, favorecendo a apropriação do conhecimento escolar e incluindo-os no processo de ensino/aprendizagem;
d. Modificações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ser pensado a partir de uma construção individual do professor conteudista, e do diretor da escola, que necessita prever e respaldar as adaptações a serem realizadas.

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Questões resolvidas

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (CNE/CB, Nº 2, 11 de fevereiro de 2001) expressam determinações e orientações voltadas ao processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais, no que tange aos aspectos pedagógicos e formação de professores. No Parecer 17/2001, referente à Resolução 2/2001. “A inclusão é definida como a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida” (BRASIL/CNE, 2001).
Nesse contexto entendemos que a educação voltada às pessoas com necessidades educacionais especiais está fundamentada nos princípios da
a. Preservação da dignidade humana, na busca da competitividade e no exercício da cidadania.
b. Preservação da dignidade humana, na busca da identidade e no exercício da cidadania.
c. Preservação da dignidade humana, na busca da coletividade e no exercício da cidadania.
d. Preservação da dignidade humana, na busca da individualidade e no exercício da cidadania.

De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, as adaptações são pautadas na atuação do professor tanto para avaliação quanto para o atendimento aos alunos público alvo da educação especial.
A avaliação, nesse caso,
a. orienta o profissional quanto ao nível de potencialidade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
b. orienta o profissional quanto ao nível de desenvolvimento do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
c. orienta o profissional quanto ao nível de dificuldade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.
d. orienta o profissional quanto ao nível de capacidade do aluno e na identificação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de aprendizagem.

De acordo com Silva e Moreira (2008), a escola deve ser concebida como instituição capaz e capacitada de disseminar o conhecimento, sendo assim, todos os alunos que a frequentam, deveriam desenvolver de forma adequada suas potencialidades, independentemente, de possuírem ou não uma necessidade mais especifica na aprendizagem. Porém, quando há estudantes que não estão tendo evolução no seu processo de ensino e aprendizagem, no caso aqueles com necessidades educacionais especiais, o currículo construído na escola pode inclusive torna-se um mecanismo de
Escolha uma:
a. Segregação, um estigma da diferença;
b. Inclusão, um estigma da igualdade;
c. Inclusão, um estigma da equidade;
d. Exclusão, um estigma da diferença;

[...] todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos através de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e parceria com as comunidades (UNESCO, 1994 , s/n).
A esse respeito, Zanato CB, Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares” afirmam que para que as os alunos com necessidades educacionais especiais incluídos na rede regular de ensino possam participar de forma efetiva do processo de ensino/aprendizagem, podem ser necessárias algumas adaptações no currículo regular para criar condições que favoreçam a inclusão. Desse modo, um currículo para ser inclusivo deve se:
a. Adequar às dificuldades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
b. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, desvalorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
c. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser flexível, adaptável e desafiador a todos.
d. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando sempre a diversidade. Para isso, este deve ser inflexível, adaptável e pouco desafiador a todos.

A política curricular materializada por meio também dos Parâmetros Curriculares Nacionais – Adaptações Curriculares (Brasil, 1998), orienta as escolas e seus professores a desenvolverem ações adequadas para atenderem a diversidade de necessidades que se apresentarem no contexto da escola e na sala de aula. Coloca tanto na gestão da escola quanto no professor a responsabilidade e o protagonismo de tais ações já que entende que
Escolha uma:
a. As adaptações curriculares constituem, pois, possibilidades educacionais de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos alunos. Pressupõem que se realize a adaptação do currículo regular, quando necessário, para torná‐lo apropriado às peculiaridades dos alunos com necessidades especiais;
b. As adaptações podem ser significativas, quando se referem às alterações realizadas pelo professor em sala de aula, e não significativas, quando voltadas a modificações mais amplas, dentro da própria construção do Projeto Pedagógico da escola;
c. As adaptações podem ser temporais, que consistem na organização de agrupamentos, organização didática, organização do espaço;
d. As adaptações podem ser organizativas, modificação de procedimentos, introdução de atividades alternativas às previstas, introdução de atividades complementares às previstas, modificação do nível de complexidade das atividades, eliminando componentes, sequenciando a tarefa, facilitando planos de ação, adaptação dos materiais, modificação da seleção dos materiais previstos;

Considerando os princípios da educação inclusiva apresentados por Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, a avaliação do aluno não se dá não apenas para verificar dificuldades, mas, sobretudo, para apontar:
Escolha uma:
a. Habilidades que o aluno não poderá desenvolver;
b. Encaminhamentos especializados para realização de Terminalidade Específica;
c. Habilidades que o aluno já tem desenvolvidas;
d. Encaminhamentos especializados necessários;

De acordo com Zanato CB, Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares” Cabe ao professor garantir aos alunos com necessidades educacionais especiais o acesso a todos os aspectos do currículo, assim como planejar e executar ajustes que assegurem a participação de todos os alunos nas aulas.
Assim, no que se refere aos ajustes que cabem ao professor desenvolver e implementar para garantir o acesso do aluno com necessidades especiais a todas as instâncias do currículo escolar, encontram-se, exceto:
a. Favorecer os melhores níveis de comunicação e de interação do aluno com as pessoas com as quais convive na comunidade escolar; favorecer também a participação do aluno nas atividades escolares, promovendo sentimentos de inferioridade, de menos valia, ou de fracasso;
b. Criar condições físicas, ambientais e materiais para a participação do aluno com necessidades especiais na sala de aula, bem como adaptar materiais de uso comum em sala de aula;
c. Adotar sistemas alternativos de comunicação, para os alunos impedidos de comunicação oral, tanto no processo de ensino e aprendizagem como no processo de avaliação;
d. Atuar para a aquisição dos equipamentos e recursos materiais específicos necessários;

De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, As variáveis que interferem na realização de adequações curriculares são múltiplas.
Dentre elas pode-se afirmar que
a. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.
b. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, possibilitando que adequações sejam realizadas.
c. Muitos profissionais relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.
d. Muitos profissionais não relacionam sua dificuldade para ensinar com a dificuldade do aluno em aprender e não acabam se apoiando no modelo médico de deficiência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que adequações sejam realizadas.

De acordo com Silva e Moreira (2008), no documento que trata da política da educação especial na perspectiva inclusiva (2008) o currículo é concebido como:
Escolha uma:
a. Dinâmico e flexível, assim como, estruturado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;
b. Dinâmico e flexível, assim como, estruturado de modo a desfavorecer a aprendizagem de todos os alunos;
c. Dinâmico e flexível, assim como, reorganizado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;
d. Dinâmico e inflexível, assim como, estruturado de modo a favorecer a aprendizagem de todos os alunos;

Tomando os referenciais estudados ao longo desta disciplina, Pode-se entender como flexibilização/adaptação curricular ou adequação curricular, as proposições apresentadas a seguir, exceto:
Escolha uma:
a. Toda e qualquer ação pedagógica que tenha a intenção de flexibilizar o currículo para oferecer respostas educativas às necessidades especiais dos alunos no contexto escolar;
b. Modificações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ocorrer pelo menor período possível, de forma a possibilitarem que esses alunos possam gradativamente participar de um ensino cada vez mais comum caminhando junto com seu grupo/classe;
c. Uma possibilidade de atender às dificuldades específicas dos alunos, favorecendo a apropriação do conhecimento escolar e incluindo-os no processo de ensino/aprendizagem;
d. Modificações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ser pensado a partir de uma construção individual do professor conteudista, e do diretor da escola, que necessita prever e respaldar as adaptações a serem realizadas.

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  Cursos FIC  Campus Machado  MCH - Educação Especial e Inclusiva 2020/1 
Módulo III - Currículo Escolar na perspectiva da Educação Inclusiva 
Simulado: Currículo Escolar na perspectiva da Educação Inclusiva
Iniciado em domingo, 24 Mai 2020, 16:33
Estado Finalizada
Concluída em domingo, 24 Mai 2020, 17:40
Tempo empregado 1 hora 7 minutos
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https://ava.ifsuldeminas.edu.br/mod/quiz/view.php?id=53184
https://ava.ifsuldeminas.edu.br/message/index.php
/
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação
Básica (CNE/CB, Nº 2, 11 de fevereiro de 2001) expressam determinações e
orientações voltadas ao processo de inclusão dos alunos com necessidades
educacionais especiais, no que tange aos aspectos pedagógicos e formação de
professores. No Parecer 17/2001, referente à Resolução 2/2001. “A inclusão é
definida como a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da
vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relações
de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças
individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de
desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida”
(BRASIL/CNE, 2001).
Nesse contexto entendemos que a educação voltada às pessoas com
necessidades educacionais especiais está fundamentada nos princípios da
Escolha uma:
a. Preservação da dignidade humana, na busca da identidade e no exercício da
cidadania. 
b. Preservação da dignidade humana, na busca da coletividade e no exercício da
cidadania.
c. Preservação da dignidade humana, na busca da competitividade e no exercício da
cidadania.
d. Preservação da dignidade humana, na busca da individualidade e no exercício da
cidadania.
Sua resposta está correta.

/
Questão 2
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Questão 3
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando
professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, as adaptações são
pautadas na atuação do professor tanto para avaliação quanto para o
atendimento aos alunos público alvo da educação especial. A avaliação, nesse
caso, 
Escolha uma:
a. orienta o pro�ssional quanto ao nível de potencialidade do aluno e na
identi�cação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo
de aprendizagem.
b. orienta o pro�ssional quanto ao nível de desenvolvimento do aluno e na
identi�cação de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo
de aprendizagem. 
c. orienta o pro�ssional quanto ao nível de di�culdade do aluno e na identi�cação de
variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de
aprendizagem.
d. orienta o pro�ssional quanto ao nível de capacidade do aluno e na identi�cação
de variáveis que interferem positiva e negativamente em seu processo de
aprendizagem.
Sua resposta está correta.
De acordo com Silva e Moreira (2008), a escola deve ser concebida como
instituição capaz e capacitada de disseminar o conhecimento, sendo assim, todos
os alunos que a frequentam, deveriam desenvolver de forma adequada suas
potencialidades, independentemente, de possuírem ou não uma necessidade
mais especifica na aprendizagem. Porém, quando há estudantes que não estão
tendo evolução no seu processo de ensino e aprendizagem, no caso aqueles
com necessidades educacionais especiais, o currículo construído na escola pode
inclusive torna-se um mecanismo de
Escolha uma:
a. Segregação, um estigma da diferença;
b. Inclusão, um estigma da igualdade;
c. Inclusão, um estigma da equidade;
d. Exclusão, um estigma da diferença; 
Sua resposta está correta.

/
Questão 4
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
[...] todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível,
independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter.
Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de
seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e
assegurando uma educação de qualidade a todos através de um currículo
apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e
parceria com as comunidades (UNESCO, 1994, s/n). A esse respeito, Zanato CB,
Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva: um olhar sobre as adaptações
curriculares” afirmam que para que as os alunos com necessidades educacionais
especiais incluídos na rede regular de ensino possam participar de forma efetiva
do processo de ensino/aprendizagem, podem ser necessárias algumas
adaptações no currículo regular para criar condições que favoreçam a inclusão.
Desse modo, um currículo para ser inclusivo deve se:
Escolha uma:
a. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, desvalorizando
sempre a diversidade. Para isso, este deve ser �exível, adaptável e desa�ador a
todos.
b. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando
sempre a diversidade. Para isso, este deve ser �exível, adaptável e desa�ador a
todos. 
c. Adequar às habilidades, competências e necessidades dos alunos, valorizando
sempre a diversidade. Para isso, este deve ser in�exível, adaptável e pouco
desa�ador a todos.
d. Adequar às di�culdades, competências e necessidades dos alunos, valorizando
sempre a diversidade. Para isso, este deve ser �exível, adaptável e desa�ador a
todos.
Sua resposta está correta.

/
Questão 5
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Questão 6
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
A política curricular materializada por meio também dos Parâmetros Curriculares
Nacionais – Adaptações Curriculares (Brasil, 1998), orienta as escolas e seus
professores a desenvolverem ações adequadas para atenderem a diversidade de
necessidades que se apresentarem no contexto da escola e na sala de aula.
Coloca tanto na gestão da escola quanto no professor a responsabilidade e o
protagonismo de tais ações já que entende que
Escolha uma:
a. As adaptações curriculares constituem, pois, possibilidades educacionais de atuar
frente às di�culdades de aprendizagem dos alunos. Pressupõem que se realize a
adaptação do currículo regular, quando necessário, para torná‐lo apropriado às
peculiaridades dos alunos com necessidades especiais; 
b. As adaptações podem ser signi�cativas, quando se referem às alterações
realizadas pelo professor em sala de aula, e não signi�cativas, quando voltadas a
modi�cações mais amplas, dentro da própria construção do Projeto Pedagógico da
escola;
c. As adaptações podem ser temporais, que consistem na organização de
agrupamentos, organização didática, organização do espaço;
d. As adaptações podem ser organizativas, modi�cação de procedimentos,
introdução de atividades alternativas às previstas, introdução de atividades
complementares às previstas, modi�cação do nível de complexidade das atividades,
eliminando componentes, sequenciando a tarefa, facilitando planos de ação,
adaptação dos materiais, modi�cação da seleção dos materiais previstos;
Sua resposta está correta.
Considerando os princípios da educação inclusiva apresentados por Ferrari;
Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando professores de sala comum a fazer
adaptação curricular”, a avaliação do aluno não se dá não apenas para verificar
dificuldades, mas, sobretudo, para apontar: 
Escolha uma:
a. Habilidades que o aluno não poderá desenvolver;
b. Encaminhamentos especializados para realização de Terminalidade Especí�ca;
c. Habilidades que o aluno já tem desenvolvidas; 
d. Encaminhamentos especializados necessários;
Sua resposta está correta. 
/
Questão 7
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
De acordo com Zanato CB, Gimenez R. (2017), no texto “Educação inclusiva:um olhar sobre as adaptações curriculares” Cabe ao professor garantir aos
alunos com necessidades educacionais especiais o acesso a todos os aspectos
do currículo, assim como planejar e executar ajustes que assegurem a
participação de todos os alunos nas aulas. Assim, no que se refere aos ajustes
que cabem ao professor desenvolver e implementar para garantir o acesso do
aluno com necessidades especiais a todas as instâncias do currículo escolar,
encontram-se, exceto:
Escolha uma:
a. Atuar para a aquisição dos equipamentos e recursos materiais especí�cos
necessários;
b. Favorecer os melhores níveis de comunicação e de interação do aluno com as
pessoas com as quais convive na comunidade escolar; favorecer também a
participação do aluno nas atividades escolares, promovendo sentimentos de
inferioridade, de menos valia, ou de fracasso; 
c. Adotar sistemas alternativos de comunicação, para os alunos impedidos de
comunicação oral, tanto no processo de ensino e aprendizagem como no processo
de avaliação; 
d. Criar condições físicas, ambientais e materiais para a participação do aluno com
necessidades especiais na sala de aula, bem como adaptar materiais de uso comum
em sala de aula; 
Sua resposta está correta.

/
Questão 8
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Questão 9
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
De acordo com Ferrari; Vilaronga e Elias (2019) no texto: “Ensinando
professores de sala comum a fazer adaptação curricular”, As variáveis que
interferem na realização de adequações curriculares são múltiplas. Dentre elas
pode-se afirmar que
Escolha uma:
a. Muitos pro�ssionais não relacionam sua di�culdade para ensinar com a
di�culdade do aluno em aprender e não acabam se apoiando no modelo médico de
de�ciência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas,
impedindo que adequações sejam realizadas.
b. Muitos pro�ssionais relacionam sua di�culdade para ensinar com a di�culdade do
aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de de�ciência, que
foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas, impedindo que
adequações sejam realizadas.
c. Muitos pro�ssionais não relacionam sua di�culdade para ensinar com a
di�culdade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de
de�ciência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas,
possibilitando que adequações sejam realizadas.
d. Muitos pro�ssionais não relacionam sua di�culdade para ensinar com a
di�culdade do aluno em aprender e acabam se apoiando no modelo médico de
de�ciência, que foca no problema do aluno, e não em contingências mais amplas,
impedindo que adequações sejam realizadas. 
Sua resposta está correta.
De acordo com Silva e Moreira (2008), no documento que trata da política da
educação especial na perspectiva inclusiva (2008) o currículo é concebido como:
Escolha uma:
a. Dinâmico e �exível, assim como, estruturado de modo a favorecer a aprendizagem
de todos os alunos; 
b. Dinâmico e �exível, assim como, estruturado de modo a desfavorecer a
aprendizagem de todos os alunos;
c. Dinâmico e �exível, assim como, reorganizado de modo a favorecer a
aprendizagem de todos os alunos;
d. Dinâmico e in�exível, assim como, estruturado de modo a favorecer a
aprendizagem de todos os alunos;
Sua resposta está correta. 
/
Questão 10
Correto
Atingiu 1,00 de
1,00
Tomando os referenciais estudados ao longo desta disciplina, Pode-se entender
como flexibilização/adaptação curricular ou adequação curricular, as proposições
apresentadas a seguir, exceto:
Escolha uma:
a. Toda e qualquer ação pedagógica que tenha a intenção de �exibilizar o currículo
para oferecer respostas educativas às necessidades especiais dos alunos no contexto
escolar;
b. Modi�cações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que
necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ocorrer pelo menor
período possível, de forma a possibilitarem que esses alunos possam
gradativamente participar de um ensino cada vez mais comum caminhando junto
com seu grupo/classe;
c. Uma possibilidade de atender às di�culdades especí�cas dos alunos, favorecendo
a apropriação do conhecimento escolar e incluindo-os no processo de
ensino/aprendizagem;
d. Modi�cações progressivas do currículo regular, destinando-se aos alunos que
necessitam de serviços e/ou situações especiais, devendo ser pensado a partir de
uma construção individual do professor conteudista, e do diretor da escola, que
necessita prever e respaldar as adaptações a serem realizadas. 
Sua resposta está correta.


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