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Craque NetoCraque Neto

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Endocrinologia
INSULINOTERAPIA
Glargina (degludec) antes do café + regular (lispro,
glulisina ou aspart) antes do café, almoço e jantar. 
Glargina (ou determir) antes do café e do jantar +
regular antes do café, almoço e jantar.
A dose do bolus pode ser calculada conforme a
contagem de carboidratos antes das refeições.
500/dose total de insulina: calcula quantas gramas
de CHO 1UI de insulina consegue metabolizar. 
Calcular a quantidade de insulina para tantas
gramas de carboidratos. 
Calcular a dose corretiva, em casos de
hiperglicemia pré-refeição: (glicemia atual - meta
glicemia) / fator de sensibilidade. Varia com a meta
glicêmica individual. 
O fator de sensibilidade é calculado por
1500/dose total de insulina. 
DOSE TOTAL DE BOLUS = BOLUS DE
ALIMENTAÇÃO + BOLUS CORRETIVA. 
Eventualmente a reposição de insulina se torna
necessária para praticamente todos os portadores de
DM2. 
Quando se repõe insulina basal, se mantém o remédio
oral. 
É considerada quando o paciente está fazendo uso de
uma terapia dupla ou tripla e, ainda assim, não atinge o
alvo proposto. (Importante lembrar que terapia
quádrupla não mostra benefícios). 
Nph noturna: 0,2 a 0,4 UI/kg. Fazendo-se o
monitoramento diário, caso a glicemia de jejum estiver
acima de 130, o paciente deve aumentar 1 UI por dia. 
A insulina prandial tem como objetivo cobrir as
quantidades de CHO ingeridos a cada refeição. 
regular - 30-45 min antes de comer. 
análoga - 15 min antes de comer. 
aspart - na hora de comer, mais cara. 
a.
b.
c.
i.
d.
DIABETES TIPO 2:
Primeiramente, deve-se manter o tratamento oral. 
1.
2.
a.
b.
c.
É o principal tratamento para esse tipo de diabetes. 
A dose varia de 0,4-1 UI/kg/dia. Essa dose pode
aumentar em períodos onde o corpo precise de mais
insulina, como na puberdade ou na gestação, podendo
ser de 0,8 a 2 UI/kg/dia.
Sendo 50% de insulina basal e 50% de prandial. 
Período de lua de mel: ocorre geralmente no primeiro
ano da doença, quando o pâncreas ainda possui
algumas células beta funcionantes, quando aliado à
reposição de insulina, há diminuição do estado
inflamatório corporal e volta (periódica) da produção
de insulina. Dessa forma, podem ocorrer episódios de
hipoglicemia, principalmente em crianças mais novas e
que não conseguem identificar os sintomas. Por isso, a
tolerância dos níveis de glicemia pode ser um pouco
maior nessa etapa, além de o tratamento ser iniciado
em doses menores, podendo diminuir nesse período
para doses mínimas, porém nunca parar totalmente. 
insulinas prandiais (bolus): imitam o pico de
insulina liberada logo após a ingesta alimentar.
 regular (ação rápida: humulin e novolin R). 
 ultrarrápida (lispro, glulisina e aspart). 
insulinas basais: imitam a liberação que ocorre
no período entre as refeições. 
NPH (é a humana, primeira lançada: humulin e
novolin N). 
análogo (glargina U100 e U300 -liberação mais
lenta, degludeca). 
Aplicar a insulina e não se alimentar corretamente
pode gerar hipoglicemia. 
O efeito Somogyi ocorre quando o jantar e o café são
muito espaçados, ou a insulina basal antes de dormir
está com uma dose muito alta, há um pico de
hormônios contrarreguladores ao acordar (glucagon,
cortisol, adrenalina), gerando uma hiperglicemia
matinal em resposta à hipoglicemia da
madrugada. Deve-se recomendar que se jante mais
tarde, inclusão de ceia ou diminuição da dose. 
O esquema usado geralmente é o basal/bolus, com
50% de insulina basal e 50% de bolus (prandial). 
NPH (ou detemir) antes do café da manhã e antes
do jantar ou ceia + insulina regular (lispro, aspart ou
glulisina) antes do café da manhã, almoço e jantar.
NPH antes do café, almoço e jantar + regular
(lispro, aspart ou glulisina) antes do café, almoço e
jantar. 
DIABETES TIPO 1:
OBSERVAÇÕES:
COMBINAÇÕES POSSÍVEIS:

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