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Universidade Candido Mendes
Centro – Direito - Manhã
DIREITO CONSTITUCIONAL I
Prof: Guilherme Sandoval 
Aluno: Fabrício Feliciano Barbosa
Matrícula: 120300121
QUESTÃO 1 
Resposta: C
QUESTÃO 2
Resposta: C
QUESTÃO 3
Resposta: E
QUESTÃO 4
Resposta: A
QUESTÃO 5
Resposta: B
QUESTÃO 6
Resposta: C
QUESTÃO 7
A) Como Ministro relator, argumentaria que a lei possui inconstitucionalidade formal, material e conflito de princípios constitucionais. Observa-se o conflito entre o princípio de razoável duração do processo legal (CF/88, art. 5º, inciso LXXVIII), da plenitude de defesa (CF/88, art. 5º, inciso XXXVIII) e do devido processo legal. Nota-se também uma invasão de competência privativa da União, dado que o Art. 22° da CF/88, Inciso I, diz expressamente que é competência da União legislar sobre matéria Processual, quando esta não for delegada à outro ente federativo (Art. 22°, §1)
B) Como procurador geral do Estado, fundamentaria que não se trata de uma invasão de competência, que se trata de lei complementar delegada, de matéria procedimental sem vigência geral aos outros membros federativos, garantindo assim maior celeridade ao processo de oitiva. 
QUESTÃO 8
O pós-Positivismo trouxe uma evolução significativa para a dogmática, para a doutrina e hermenêutica do Direito. Em relação a hermenêutica, evolui-se de maneira considerável em relação a interpretação dos princípios constitucionais. Konrad Hesse, jurista alemão, desenvolveu, através do método hermenêutico-concretizador, princípios de interpretação constitucional, como: a Unidade da Constituição, onde o intérprete entende as normas constitucionais como sendo parte de um sistema unificado, não existindo hierarquias entre elas e sim conexões e interdependências o que facilita a ponderação e a harmonização dos conflitos e tensões principiológicos;
 A Concordância Prática, princípio que pressupõe o sistema unificado constitucional este princípio é invocado quando há a necessidade de se resolver um conflito entre direitos fundamentais e entre estes e outros bens jurídicos protegidos na Lei Fundamental, havendo está colisão, o intérprete pondera os princípios através da redução proporcional de modo que a preponderância de uma não implique na invalidação ou revogação da outra; 
O Efeito integrador, também pressupõe que a Carta Magna possui um sistema unitário, porém como sistema unificado, a constituição possui um escopo de produção e conservação da sociedade político-social, por isso, o magistrado ao se deparar com problemas jurídicos-constitucionais deve buscar soluções integradoras plurais
O Principio da Exatidão Funcional substancia que a hermenêutica constitucional não pode ser feita de modo a desintegrar, modificar ou extirpar a organização e repartição das funções/competências entre os poderes federados, protegendo e garantindo a separação de poderes de maneira plena e eficaz;
O Principio da Força Normativa pressupõe que as normas constitucionais devem possuir um mínimo de eficácia, sob resultado de não terem vigência;
O Princípio da máxima efetividade da constituição supõe que as normas constitucionais possuem força normativa. Dito isso, o reconhecimento da força normativa das leis constitucionais por parte de intérprete deve servir para ampliar e potencializar o rol da atuação delas;
E por último temos o Principio de Interpretação conforme a Constituição que nas palavras de Inocêncio Mártires Coelho (2010, p. 179-180), de "instrumento situado no âmbito do controle de constitucionalidade e não apenas uma simples regra de interpretação", e "uma diretriz de prudência política ou, se quisermos, de política constitucional". Esse princípio/instrumento deve ser utilizado quando uma norma apresentar um "espaço de decisão", comportando diversas interpretações, umas compatíveis com a Constituição e outras não. Frente a esta situação, o intérprete deve escolher o sentido da norma que melhor se compatibilize com o padrão constitucional, com seus princípios e objetivos e com os direitos e garantias fundamentais.
QUESTÃO 9
A)

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