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Sangramentos 1ª metade da gestação

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• DEFINITIVO: HISTOPATOLÓGICO
Tratamento:
ESVAZIAR  AMIU ou CURETAGEM
Nunca usar misoprostol!
Se, gestação incompleta e >16sem
= HISTERECTOMIA 
HISTERECTOMIA PROFILÁTICA 
 > 40 anos ou que não desejam mais ter 
filhos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO, 2018
Primigesta, 23 anos de idade, foi submetida à aspiração manual intra-uterina por diagnóstico de
doença trofoblástica. O exame histopatológico do material aspirado revelou diagnóstico de mola
hidatiforme completa. O hCG pré-esvaziamento foi 101.000 mUI/mL. Apresenta os valores de hCG
5.405, 4.383, 6.154 e 8.324 mUI/mL, respectivamente, nos 7°, 14°, 21° e 28°dias após o
esvaziamento. Nega sangramento genital desde o 10° dia pós-operatório. O diagnóstico e
tratamento proposto, respectivamente, são:
75%
A. Neoplasia trofoblástica gestacional, quimioterapia
B. Restos molares, curetagem uterina9%
C. Mola invasora, quimioterapia
D. Coriocarcinoma, histerectomia
E. Tumor trofoblástico de sítio placentário, histeroscopia
Paciente com diagnóstico de mola hidatiforme do tipo completa que apresenta uma
elevação significativa do hCG após o esvaziamento. O diagnóstico para o caso é de
malignização da doença mas três formas malignas estão presentes entre as opções
de resposta: mola invasora, coriocarcinoma e tumor trofoblástico de sítio placentário.
Como não é possível saber qual é o diagnóstico histopatológico apenas com a
elevação do beta-hCG, a melhor opção de resposta é a letra A, já que a neoplasia
trofoblástica gestacional é uma classificação ampla que inclui todos os tipos de forma
maligna. Além disso, o tratamento recomendado para este caso é a quimioterapia.
Resposta certa, letra A.
UNIVERSIDADE DE RIO VERDE, 2018
São Caracterísitcas da Neoplasia Trofoblástica Gestacional EXCETO:
75%
A. A dosagem da gonadotrofina coriônica em platô pode sugerir remissão da doença.%
B. Níveis progressivamente maiores de hCG após esvaziamento molar.8%
C. HCG elevado (> 20000mUl/mL) por mais que 4 sem. após esvaziamento molar.8%
D. Metástase pulmonar, renal, hepática ou TGI > 2cm de diâmetro ou maior do que 3 (número)
No seguimento pós molar a dosagem de gonadotropina coriônica (beta-HCG) em platô sugere a
transformação maligna da mola hidatiformes, o que chamamos de Neoplasia Trofoblástica
Gestacional (uma denominação indistinta que agrupa as formas malignas da moléstia
trofoblástica gestacional. O que torna a alternativa A a resposta da questão, pois o enunciado
pede \"EXCETO\". As outras alternativas apresentam critérios diagnósticos da Neoplasia
Trofoblástica Gestacional. Resposta: Alternativa A.
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN, 2018
Faz-se diagnóstico de neoplasia trofoblástica gestacional quando, após esvaziamento uterino por 
mola hidatiforme, ocorre
A. elevação aguda do bhCG no 10o mês, após estar negativo desde o 6o mês.
B. bhCG detectável após 3 meses (dois valores).
C. elevação aguda do bhCG no primeiro mês.
D. bhCG em títulos maiores que 1.000 mUI/mL na primeira semana.
E. manutenção de bhCG por três semanas consecutivas (quatro valores).
SEGUIMENTO PÓS-MOLAR. Após esvaziamento uterino, fazemos o Beta-HCG
SEMANAL até zerar e dar 03 negativas (inferior a 5 mUI/mL). Depois disso,
passa a ser MENSAL por até 06 meses. Quando pensaremos em malignização?
03 valores mostrando aumento, 04 valores estáveis, 06 meses e ainda
detectável ou em caso de Metástases (Qual o local mais comum de
METÁSTASE? PULMÃO!). Resposta: letra E.
HOSPITAL PROFESSOR EDMUNDO VASCONCELOS, 2017
O exame mais importante após curetagem uterina por doença trofoblástica gestacional é
A. Raio X dos pulmões.
B. Dosagem sérica de beta-hCG.
C. Ultrassonografia pélvica.
D. Biópsia uterina.
E. Dosagem sérica Ca 15,3.
O exame mais importante de seguimento pós curetagem por doença
trofoblástica gestacional é a dosagem séria de beta-HCG seriada até a sua
negativação e a, seguir, mensalmente até completar de seis a doze meses a
depender da idade da paciente.. O beta-HCG negativa, em média, de 12 a 15
semanas após a curetagem e sua elevação ou platô em dosagens consecutivas
pode indicar neoplasia trofoblástica gestacional. Alternativa correta: B
DOENÇA TROFOBLÁTICA GESTACIONAL – MOLA 
Seguimento:
• ANTICONCEPÇÃO: até 6 meses pós negativação do BHCG
• RX DE TÓRAX: metástase pulmonar 
• USG DE PELVE: ovário tende a murchar
BHCG: 
• Até ficar negativo > SEMANALMENTE 
(tem que ficar – até 6 meses)
• Após isso > MENSALMENTE por 6 meses
• Terminando: ALTA
NEOPLASIA TROFOBLÁTICA GESTACIONAL:
• BHCG sem negativar em 6 meses
• Inalterar por 3 semanas
• Elevação por 2 semanas consecutivas 
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, 2018
Características associadas com MOLA HIDATIFORME incluem todas as características
seguintes, EXCETO:
A. Hipertensão
B. Hipotireoidismo
C. Cistos teca-luteínicos
D. Cistos funcionais bilaterais dos ovários
Alternativa A: INCORRETA. A hipertensão pode estar associada a mola
hidatiforme. Nas molas volumosas, pode-se observar doença hipertensiva
específica da gestação (DHEG) precoce.
Alternativa B: CORRETA. O HIPERtireoidismo e não o hipotireoidismo tem relação
com a mola hidatiforme, devido estimulação cruzada dos receptores de TSH pela
cadeia alfa do HCG, pela similaridade entre esses hormônios.
Alternativa C: INCORRETA. Cistos teca-luteínicos são comuns na mola hidatiforme
devido a hiperestimulação ovariana causada pelos altos títulos de HCG.
Alternativa D: INCORRETA. A presença de cistos funcionais bilaterais também
relacionam-se a estimulação ovariana secundária a elevação importante do beta-
HCG.
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MACEIÓ, 2018
NÃO é complicação comum em casos de mola hidatiforme completa,
A. hipertireoidismo.
B. pré-eclâmpsia.
C. hiperêmese gravídica.
D. corioamnionite.
Resposta: letra D
ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ, 2017
Com relação às Neoplasias Trofoblásticas Gestacionais (NTG), não estaria correto afirmar que:
52%
A. Estádio clínico IV é com metástases pulmonares com ou sem envolvimento uterino, vaginal ou pélvico.
9%
B. Recomenda-se o uso de anticoncepcionais orais por pelo menos 1 ano. Os contraceptivos intrauterinos não
são recomendados pelo risco de perfuração.
10%
C. A neoplasia de sítio placentário é um tumor raro, originado das células do citotrofoblasto. Geralmente se
desenvolve após meses ou anos da gravidez a termo e costuma apresentar invasão vascular e linfática, mas a
ocorrência de metástases é infrequente.
9%
D. Estudos mostram que a fertilidade não é afetada pelo uso de quimioterapia com metotrexato e esquema EMA-
CO de maneira significativa: 98% mantêm ciclos menstruais e 83% conseguem engravidar, sem aumento da taxa
de malformações congênitas.
17%
E. Em casos de coriocarcinoma, uma vez iniciado o tratamento, o beta-hCG deve ser avaliado semanalmente e
seu título deve diminuir 1 log ou mais em 18 dias. Uma vez negativado (três valores consecutivos), o seguimento
de beta-hCG, a partir de então, deve ser mensal no primeiro ano. Alguns grupos recomendam seguimento
mensal por tempo mais prolongado (2 a 3 anos) para pacientes de risco alto, salientando que 85 a 95% das
recorrências se dão nos 18 primeiros meses.
RESPOSTA: LETRA A
MOLA COMPLETA
• Cariótipo diploide *só por material genético paterno
• BHCG maior
• Cistos ovarianos
• + malignização
MOLA PARCIAL
• Triplóides, tetraploides
• Partes fetais
COMPLICAÇÕES CLÍNICAS: 
Anemia 
Pré-eclampsia
Hipertireodismo
Hiperêmese
MALIGNIZAÇÃO:
• Mola invasora: 70 a 90% dos casos
• Coriocarcinoma: + invasiva, metástase 
pulmonar 
• Tumos trofoblástico de sítio placentário: 
responde mal à quimioterapia; 
tratamento cirúrgico.
ESTADIAMENTO:
• I: confinada ao útero
• II: útero + órgãos genitais femininos
• III: metástases nos pulmões
• IV: metástases além dos pulmões
Thank you very much, friends!!!!