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Relatório de Implantodontia

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CRISTO FACULDADE DO PIAUÍ – CHRISFAPI 
ASSOCIAÇÃO PIRIPIRIENSE DE ENSINO SUPERIOR – APES 
COORDENAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA 
 
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ODONTOLOGIA 
PROF: MAURO GUSTAVO 
 
 
 
 
 
NATHÁLIA MARIA DA SILVA SAMPAIO 
THAYNÁ TALYS LIRA SAMPAIO 
 
 
 
 
 
 
 
IMPLANTODONTIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
PIRIPIRI, 2021 
 
2 
 
RESUMO 
 
Este relatório apresenta a realização de uma demonstração de implante na 
mandíbula de suíno, realizada pelo Dr. Mauro Gustavo, durante uma aula ministrada 
ao l Bloco de Odontologia da faculdade Chrisfapi sobre Implantodontia.
3 
 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO.......................................................................................04 
2. OBJETIVOS...........................................................................................05 
3. DISCUSSÃO..........................................................................................06 
4. REFERÊNCIAS......................................................................................07 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
A dentição natural participa efetivamente do bem-estar geral do indivíduo, os 
dentes são órgãos diferenciados que participam de funções primordiais como 
mastigação, fonação e estética por exemplo. Sabe-se que a perda de um ou 
mais elementos dentais podem provocar transtornos para a saúde geral do 
paciente. Tratamentos diversos têm sido utilizados através dos tempos com 
finalidade de estabelecer uma adequada conservação dos dentes, ou até 
mesmo sua substituição (TUNES, 2014). 
Com o passar do tempo o avanço técnico-científico da Odontologia, em 
especial no campo da reabilitação bucal, vem restaurando a estabilidade 
oclusal e, por conseguinte, promovendo harmonia oral de forma plena com os 
implantes osseointegráveis, devolvendo saúde aos pacientes que por motivos 
diversos sofreram danos à sua dentição (DONATH et al., 2003). 
O alto índice de sucesso utilizando implantes dentários endósseos tem sido 
bem documentado na literatura, o que tornou o tratamento com implantes 
altamente previsível, a implantodontia tem se mostrado uma técnica segura, 
reproduzível e estável, desde que bem executada e bem planejada. Porém, 
para que os implantodontistas tenham sucesso clínico é necessário que ocorra 
o fenômeno da osseointegração, que nada mais é do que a união física do 
implante com o osso receptor (COHEN et al., 2003). 
Alves et al., 2017, reporta que falhas e intercorrências em tratamentos de 
reabilitação oral são contratempos que podem representar aumento do tempo 
terapêutico, custos adicionais, desconforto para o paciente e constrangimento 
para o profissional. Nenhum outro procedimento cirúrgico tem provido impacto 
tão benéfico na qualidade de vida de pessoas desdentadas como o uso de 
implantes osseointegrados. 
Casado et al., 2011, afirma que recentemente, um significante número de 
implantes falhando têm sido relatado, a etiologia das falhas, como também os 
mecanismos responsáveis pelo defeito ou perda do implante são multifatoriais, 
podendo coexistir fatores locais, sistêmicos e genéticos, além disto, estes 
fatores podem estar relacionados ao paciente, ao profissional, à técnica, ao 
material utilizado ou à correlação entre os mesmos. 
 
 
 
 
5 
 
2. OBJETIVOS 
Trazer conhecimentos sobre a área da implantodontia, e a realização de 
como é feita a manobra e demonstração aos alunos em uma mandíbula de 
suíno. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 
3. DISCUSSÃO 
 
 
Durante a prática foram abordados diversos temas como a definição 
sobre implantodontia, objetivo e função, métodos mais utilizados e pós e 
contras sobre o mesmo. 
Foi abordado também a diferença entre implante e restauração 
provisória. 
De forma suncita debatemos sobre o implante que é feito de cerâmica, 
enquanto a restauração sobre implante é de resina. O implante tem 
como objetivo principal a devolução das funções essenciais dos dentes 
que tenham sido afetados devido á ausência, como a mastigação e a 
fonética além de sensação de bem estar e estética do paciente. 
O implante é um processo realizado por etapas dentre elas o 
posicionamente em um pino de titânio no local em que será colocado o 
implante. Se houver alguma elemento dentário, o mesmo será extraído e 
em seguida será fixado paralelamente o pino, a área será suturada e 
após seis meses o paciente deverá voltar para que ocorra a colocação 
da coroa do implante. Esse período de seis meses de espera é para que 
ocorra a ossoeintegração e o parafuso fique devidamente fixo. 
Quando isso acontece o paciente que não possui osso suficiente para a 
ossoeintegração, podem ser retirados pedaço de osso de outros lugares 
do paciente, mas também todavia existe a possibilidade do enxerto 
ósseo bovino. 
Durante está dinâmica o Professor Mauro Gustavo nos apresentou 3 
tipos de técnicas de implante são elas: Hexágono Externo e Hexágono 
Interno que precisam de uma adaptação da coroa, Cone norse que é a 
forma mais segura e tem maior estabilidade porém é mais cara. 
O mesmo citou que a broca deve ser trocada em uma média de a cada 
100 implantes realizados, mas se o corte dessa broca estiver em bom 
estado, a mesma pode continuar sendo usada. 
Para findar a prática o Professor Mauro Gustavo trouxe um kit cirúrgico 
que é o kit de perfuração e instalação dos implantes dentais onde os 
mesmo vem bem dispostos em uma caixa organizadora própria para 
autoclavagem do instrumental que vêm dispostos nessa caixa as 
referências embaixo de cada casulo e cada perfuração está disposto, 
cada instrumental cada fresa cada chave de instalação para melhor 
indentificação e organização do instrumental cirúrgico para a perfuração 
dos implantes. 
Começamos a sequência de fresagem iniciando pela broca lança que é 
uma é uma broca mais pontiaguda que a função é simplismente 
7 
 
executar o rompimento da cortical óssea e marcar a profundidade na 
primeira perfuração, depois passamos para a broca específica que tem a 
marcação de acordo com o comprimento estabelecidos pela empresa 
que fábrica o implante. Observamos que na parte infeiror do kit existe 
um gabarito de acordo com o comprimento das fesas, e a confecção do 
comprimento dos implantes também. 
Sempre podemos nos remeter a essa marcação para nunca se errar na 
hora da perfuração em relação ao comprimento. 
Na sequência foi utilizado um profundimetro que é muito parecido com 
uma sonda periondontal que é responsável para a verificação da 
profundidade da fresagem ou seja ultiliza-se a fresa e depois coloca-se o 
profundimetro e vê se está batendo a fresagem programada. 
Após foi realizado o uso do toquimetro um instrumento específico para a 
instalação do implante onde é conectado ao montador para ser 
realizada a instalação manual e dá uma mensuração de torque a partir 
do momento que é puxada a oste. 
Após isso o Professor Mauro Gustavo utilizou a mandíbula de um suíno 
para demonstrar como era realizado o implante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. REFERÊNCIAS 
 
DONATH, K. et al. Manual de Implantodontia. Clínica. Artmed, 2003, capítulo 
3. 
CASADO, P. L. et al. Tratamento das doenças peri-implantares: experiências 
passadas e perspectivas futuras. Uma revisão de literatura. Braz J 
Periodontol, v. 21, n.2, p. 25-35, 2011. 
COHEN, E. et al. Manual de Impantodontia Clínica. Artmed, 2003, cap. 1. 
ALVES, L. M. N. et al. Complicações em Implantodontia: revisão de literatura. 
Journal of Orofacial Investigation, v. 4 n. 1 p. 20-29, 2017. 
TUNES, U. Implantodontia. Revista Bahiana de Odontologia, v. 5, 2014.