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Semiologia da genitália feminina SEMIOLOGIA Profª Cecília · Seu exame inclui a avaliação da normalidade e o reconhecimento da ambiguidade genital; · Devemos sempre nos ater à privacidade da paciente, via biombo, fechando portas e janela; · Temos que considerar o tamanho do clitóris, lábios, orifício uretral e hímen; · Se o clitóris for visível entre os grandes lábios, ele é hipertrófico · Sinérquia de pequenos lábios – ocorre quando eles se fundem; · Hímen imperfurado – Pode levar à amenorreia, por isso devemos corrigi-la o mais rápido possível; · Distúrbio de diferenciação sexual (DDS) – Avaliamos a genitália ao nascer, para rapidamente defini-la e dar o sexo genótipo ao bebê e a família; · Ocorre quando temos um clitóris aumentado e criptorquidia; · A anamnese deve conter: · História de consanguinidade; · História familiar de ambiguidade genital, amenorreia primária ou infertilidade; · Morte perinatal na família; · História de hipoglicemia ou desidratação perinatal; · Uso de medicação virilizante ou feminizante na gestação · O exame físico inclui: · PA; · Grau de hidratação; · Tamanho e diferenciação do falo; · Posição do meato uretral; · Localização, tamanho e consistência do meato uretral; · Na puberdade, a maioria das queixas se relaciona com corrimento e alterações menstruais; · O corrimento deve ser descrito quando à dor, cor, cheiro, associado ou não ao prurido; · As alterações podem ser amenorreia ou até hemorragia menstrual; · Critérios de Tanner: ajudam a classificar o desenvolvimento da criança; · M (mamas): M1 – pré-adolescência · M2 – mama em forma de botão · M3 – maior aumento da mama (durante menarca); · M4 – projeção da aréola das papilas; · M5 – fase adulta · P (pelos) · P1 – pré-adolescência; · P2 – pelos longos, macios e levemente pigmentados; · P3 – pelos escuros e ásperos sobre o púbis · P4 – pelugem adulta com área reduzida · P5 – pelugem adulta com área normal